20/10/2018
10:16

José Agripino: longe (Foto:Edilberto Barros)

Os senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (MDB) sentiram o golpe das urnas do último dia 7. Estão alheios e distantes do pleito no segundo turno, que tem ainda na disputa o candidato ao governo, Carlos Eduardo Alves (PDT), que ambos apoiaram (apoiam).

Agripino, apesar de inteligentemente ter procurado se salvar como candidato à Câmara Federal, em vez de tentar a reeleição que parecia inalcansável, terminou como segundo suplente da Coligação 100% RN.

Garibaldi, não.

Ele apostou que seria possível ser reeleito, mas acabou atropelado pelo Capitão Styvenson (Rede) e pela deputado federal Zenaide Maia (PHS), que conquistaram as duas vagas.

Via  Blog Carlos Santos

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
09:48

Confira a postagens da esposa de Carlos Eduardo Alves , Andréa Ramalho Alves, depois que o deputado federal, Benes Leocádio decidiu apoiar a candidatura de Fátima Bezerra ao governo de RN, se ver que devido ao apoio de Benes a candidata adversária do esposo, ela como mãe , esquece a dor e o sofrimento  de uma pai e uma mãe que perdeu um filho adolescente numa tragédia envolvendo bandidos e a polícia militar.

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
09:27

O prefeito de Jucurutu, Valdir Medeiros, que em 2014, venceu uma eleição que para muitos parecia impossível, contra o grupo do deputado Nelter Queiroz, que tinha o filho George como candidato a reeleição, agora em 2018, foi massacrado pelas urnas, com fraco desempenho dos seus candidatos no município.

Para governador Valdir Medeiros apoiou  Breno Queiroga que teve apenas 722 votos.

Deputado estadual Valdir apoiou   a advogado Fernando Bezerra que obteve apenas 737 votos.

O atual vice prefeito, José Pedro foi o mais votado para deputado Federal com 4.170 votos, mesmo que se atribua essa votação ao prefeito Valdir, a maioria do Nelter sobre ele, seria de 3.000 votos, o que reduz as chances de uma eventual reeleição do chefe do executivo municipal.

O deputado Nelter Queiroz foi mais uma vez o campeão de votos na cidade de Jucurutu com 7.170 votos.

Fátima Bezerra foi a mais votada para o governo do estado com 6.885 votos, o que credencia o empresário Jessé Lopes  dentro da disputa eleitoral de 2020, tendo que reconhecer também a forca de Nelter após a votação estrondosa deste ano.

 

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:58

 

A suposta ajuda irregular de empresas para a campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), a partir do impulsionamento de notícias favoráveis na internet, começa a ser investigada.

E o TSE já puniu um empresário com multa de 10 mil.

Pouco para empresas que oferecem disparos de mensagens para candidatos com investimentos milionários.

O assunto é notícia na mídia americana, que passa a comparar o que acontece agora no Brasil com o que aconteceu nos Estados Unidos.

Os jornais NYTimes e Washington Post, além da agência de notícias AP – Associated Press, levantaram o assunto e todos tiveram como fonte no Brasil o advogado Erick Pereira, do Rio Grande do Norte.

Veja AQUI a matéria do NY Times.

Agora clique AQUI para acessar a reportagem do Washington Post.

AQUI para ler a Associated Press.

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:50

 

José Aldenir / Agora RN
Carlos Eduardo (dir.) e seu primo Henrique Alves, alvo da operação Manus

A campanha de Carlos Eduardo Alves (PDT) ao Governo do Rio Grande do Norte pagou mais de R$ 100 mil a duas empresas cujos titulares foram apontados pelo Ministério Público Federal, na operação Manus, desdobramento da Lava Jato, como recebedores finais de recursos de origem supostamente ilícita durante a campanha de Henrique Eduardo Alves (MDB), primo de Carlos Eduardo, a governador em 2014.

De acordo com a prestação de contas parcial apresentada à Justiça Eleitoral, Carlos Eduardo contratou as empresas de George Wilde Silva de Oliveira e Alexsandro Guilherme de Souza em dois contratos que totalizam R$ 105 mil. O dinheiro saiu do caixa geral da campanha, que já arrecadou até agora quase R$ 3 milhões, dos quais R$ 2,1 milhões são recursos públicos.

George Wilde e Alexsandro Guilherme foram citados pelo Ministério Público em denúncia apresentada à Justiça contra Henrique Alves e outros cinco acusados no âmbito da operação Manus, que apura se a campanha do emedebista recebeu propina de empreiteiras em troca de vantagens indevidas e “lavou” esses recursos por meio de contratos supostamente fraudulentos.

Um dos contratos sob suspeita na operação Manus é o firmado entre a campanha de Henrique Alves e a Art&C Marketing Político, agência pertencente a Arturo Arruda Câmara, seu cunhado. A empresa recebeu R$ 1,3 milhão em 2014 – dinheiro este que teria sido transferido (“lavado”) depois, segundo o Ministério Público Federal.

Na denúncia, o MPF aponta que George Wilde “apresentou movimentação financeira bem superior aos rendimentos declarados, especialmente em 2014” – ano da campanha eleitoral investigada. À época, Wilde era sócio da Art&C. Paralelamente a isso, o MPF indica que Arturo Arruda declarou empréstimo escalonado, desde 2011, a George Wilde, no valor de R$ 550 mil.

“Esse pretenso mútuo pode consistir em tentativa de justificação de eventuais repasses de recursos ilícitos por George Wilde em favor de Arturo Arruda. Tal contexto evidencia que a empresa foi usada para direcionar altos valores da campanha em benefício pessoal de familiares do candidato”, diz um trecho da peça do Ministério Público.

Alexsandro Guilherme, por sua vez, foi apontado pelo Ministério Público Federal como dono de uma empresa “de fachada”. Em 2014, ele e sua empresa receberam R$ 300 mil da campanha de Henrique Alves, referentes a supostos “serviços prestados por terceiros”.

Sobre ele e sua empresa, diz o Ministério Público: “Trata-se de empresa que somente teria começado a funcionar no ano da eleição, em 2014. Alexsandro Guilherme de Souza, entre 2012 e 2015, apresentou movimentação financeira consideravelmente superior à renda declarada, o que indica o recebimento de valores de origem ilícita. Ele já prestou serviços, em 2012, para a Art&C Marketing Político (…). Tudo isso aponta no sentido de que sua empresa individual e seu titular foram usados apenas para justificar gastos, provavelmente ilícitos, em prestação de contas eleitorais”.

Na prestação de contas de Carlos Eduardo, a empresa de George Wilde aparece como beneficiária de R$ 60 mil, como pagamento pelo serviço de “desenvolvimento de peças publicitárias para a web”. Já Alexsandro Guilherme recebeu R$ 45 mil por “gravação, edição e transcrição de programa eleitoral”.

Procurada, a assessoria de Carlos Eduardo disse que não iria se manifestar.

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:43

Via Esmael Morais.

Reportagem da Folha de S. Paulo, nesta sexta (19), traz nova denúncia sobre a indústria de notícias falsas na campanha de Jair Bolsonaro (PSL). Segundo a matéria, além do WhatsApp, o aplicativo Facebook também é utilizado para espalhar as fake news. 

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Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:41

 

Via Esmael Morais.

O WhatsApp colocou no bico do corvo, nesta sexta-feira (19), as empresas contratadas para disseminar fake news em favor a Jair Bolsonaro (PSL) e em desfavor a Fernando Haddad (PT).  

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Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:38

 

Via Esmael Morais.

Estudantes estão compartilhando nas redes sociais as placas de inauguração de universidades, institutos federais e campus universitários criados por Fernando Haddad (PT) quando ele foi ministro da Educação de Lula. 

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Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:32

O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), abriu uma investigação para apurar se o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) cometeucrimes eleitorais. O processo, porém, ainda deve demorar para ser concluído e qualquer condenação dependerá de provas que apontem a responsabilidade de Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto. AProcuradoria-Geral Releitoral (PGE) também pediu nesta sexta-feira que a Polícia Federal (PF) investigue a disseminação de notícias falsas na campanha presidencial.

O pedido aceito por Mussi foi feito pelo PT, partido de Fernando Haddad, adversário de Bolsonaro no segundo turno. O partido se baseou em reportagem do jornal “Folha de S. Paulo”, segundo a qual empresas — que foram proibidas de fazer doações eleitorais — estariam favorecendo a campanha do candidato do PSL ao comprar pacotes de divulgação em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp.

O PT também queria que as empresas acusadas de comprar os pacotes e o Whatsapp fossem investigadas. Mas Mussi lembrou que as sanções de inelegibilidade e cassação de registro ou diploma não podem ser aplicadas a pessoas jurídicas. Assim, a investigação vai se centrar em Bolsonaro, no seu vice, o general reformado Hamilton Mourão, e em mais 11 empresários, entre eles Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, e dez sócios das empresas de mídia digital acusadas de irregularidades. Foi dado um prazo de cinco dias para que eles apresentem sua defesa. Hang e Bolsonaro negam irregularidades.

Mussi negou liminar em alguns pedidos do PT, como o de prender Hang e de decretar busca e apreensão de documentos na sua residência ou na sede da Havan. Também negou pedido para obrigar o empresário a repassar toda a documentação contábil, financeira, administrativa e de gestão relativo aos gastos com a campanha de Bolsonaro, e para fazer o Whatsapp elaborar um plano de contingência capaz de suspender o disparo em massa de mensagens ofensivas a Haddad.

O ministro não chegou a analisar os pedidos para quebrar o sigilo bancário, telefônico e telemático de Hang e das empresas acusadas de irregularidades, nem para colher os depoimento dos empresários. Segundo Mussi, isso será analisado “no momento processual oportuno”.

Também nesta sexta-feira, a procuradora-geral da República e procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, pediu que a Polícia Federal (PF) instaure um inquérito para apurar a disseminação de mensagens em redes sociais tanto em relação a Bolsonaro, quanto a Haddad. A investigação foi solicitada por meio de ofício enviado ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, a quem a PF é subordinada.

Dodge, disse que já há um “procedimento apuratório” na PGE. Mas destacou que a situação exige uma investigação criminal por parte da PF. Segundo ela, pode ter ocorrido o crime de “contratação direta ou indireta de grupo de pessoas com a finalidade específica de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou denegrir a imagem de candidato, partido ou coligação”. A pena é dois a quatros anos, mais multa de R$ 15 mil a R$ 50 mil.

Ela afirmou que o uso de recursos tecnológicos para espalhar informações falsas ou ofensivas à honra dos candidatos vão contra a integridade das eleições e são “uma nova realidade mundial que exige investigação com a utilização de um corpo pericial altamente gabaritado e equipamentos adequados para se identificar a autoria e materializar a ocorrência desse novo formato de crime”.

O GLOBO

Publicado por: Chico Gregorio


19/10/2018
17:07

Resultado de imagem para fotos de prefeito de sao goncalo anunciando apoio a fatima bezerra

No final da tarde dessa quinta-feira (19), a deputada federal e senadora eleita Zenaide Maia, acompanhada da suplente de deputada estadual, Terezinha Maia (PR), do prefeito de São Gonçalo do Amarante, Paulo Emídio, e do ex-prefeito Jaime Calado, participou em São Gonçalo do Amarante de um evento com aliados. O encontro foi de agradecimento e apoio à candidatura de Fátima Bezerra no segundo turno das eleições.

“Agradeço a todos vocês meus amigos são-gonçalenses, que mais uma vez arregaçaram as mangas e foram às ruas para defender meu nome no primeiro turno, me ajudando a chegar no Senado Federal, e agora peço ajuda pra eleger Fátima governadora do Rio Grande do Norte”, declarou Zenaide.

Publicado por: Chico Gregorio


19/10/2018
17:00

O vereador do município de Campo Redondo Carlos Roberto Lucena Barbosa (PR), conhecido como Carlinhos da Apami foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF). Ele ocupou o cargo de prefeito da cidade entre 2009 e 2012 e é acusado de desviar verbas públicas federais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) correspondentes a mais de R$ 737 mil. O dinheiro deveria ter sido usado para pagar trabalhadores da educação municipal.

No fim do ano de 2012, Carlinhos não pagou os salários dos professores de Campo Redondo referentes aos meses de novembro, dezembro e o 13º. Mesmo recebendo regularmente os recursos do Fundeb, o então prefeito também não realizou o pagamento de dezembro e 13º dos demais funcionários da educação da cidade.

O acusado alegou que os repasses sofriam com atrasos e não eram suficientes para fechar a folha de pagamento, mas as investigações apontaram que o dinheiro do fundo chegou à prefeitura regularmente naquele ano. Como primeira irregularidade, o ex-prefeito depositava as quantias em uma conta “genérica” do governo municipal, quando todo o valor deveria estar em uma conta específica do Fundeb.

A ação do MPF é de autoria do procurador da República Fernando Rocha e revela que Carlos Roberto não comprovou o destino de R$ 402.268,11 que foram sacados dessa conta. Ao mesmo tempo, outros R$ 335.008,75 foram transferidos ilegalmente para outras contas da própria prefeitura.

Fonte: Procuradoria da República no RN

Via Isabela Santos

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19/10/2018
16:51

247-Brasil: Um grupo de juristas brasileiros escreveu uma carta à presidente do TSE, Rosa Weber, denunciando com uma série de exemplos a campanha suja do candidato Jair Bolsonaro (PSL), baseada na disseminação em massa de notícias falsas pela internet; “Para que existe a lei da ficha limpa se a propaganda suja contamina a eleição?”, questionam os juristas logo no início. O texto é assinado por grande nomes do Direito brasileiro, como Sepúlveda Pertece, ex-presidente do STF, Lenio Streck, Antonio Carlos de Almeida Castro (Kakay), Zacarias Toron, José Eduardo Cardozo e Celso Antônio Bandeira de Mello; pressão por reação do TSE se intensifica

Publicado por: Chico Gregorio


19/10/2018
16:40

A pesquisa do Instituto Real Time Big Data para o segundo turno das eleições no Rio Grande do Norte, publicada nesta sexta-feira, 19, mostra empate técnico entre as candidaturas de Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo Alves (PDT). O resultado é bem diferente de duas outras amostragens divulgadas esta semana, que apontam larga vantagem para a candidata petista, que acumula cerca de 10% de diferença para o adversário.

Segundo a pesquisa Real Time Big Data, que foi divulgada pela TV Tropical – emissora ligada ao senador José Agripino (DEM), que apoia o nome de Carlos Eduardo Alves –, Fátima Bezerra aparece com 51% das intenções de votos e o pedetista, 49%. Levando em consideração a margem de erro, estimada em 3%, as duas candidaturas estão em empate técnico.

De acordo com informações do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o levantamento ouviu 1,5 mil pessoas entre os dias 17 e 18 de outubro. A pesquisa foi registrada sob o número RN-00854/2018. A margem de erro da pesquisa é de 3% e o nível de confiança é de 95%.

De acordo com a Justiça Eleitoral, as entrevistas da Real Time Big Data foram feitas por telefone. Apenas 20% da amostra efetuada foi checada pelos supervisores. O método difere de dos levantamentos feitos esta semana no Rio Grande Norte. Os pesquisadores dos institutos Ibope e Seta realizam entrevistas nas vias públicas.

A pesquisa Ibope, publicada no dia 17, mostra que a Fátima Bezerra, atual senadora federal, tem 54% da preferência do eleitorado, considerando-se os votos válidos, contra 46% Carlos Eduardo, que é ex-prefeito de Natal. Já a Seta, que foi divulgada no mesmo dia, aponta que a candidata petista tem 56%, contra os 44% do postulante pedetista.

Em outros quatros Estados brasileiros, as pesquisas da Real Time Big Data foram questionadas judicialmente – Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e Paraíba. Os resultados apresentados, de acordo com as ações judiciais, apresentavam dados conflitantes.

Um dos casos mais notórios foi a amostragem feita na disputa para o governo do Mato Grosso. Em 15 de agosto, a Real Time Big Data apontava empate técnico entre os candidatos Mauro Mendes (DEM) e Pedro Taques (PSDB). O resultado era diferente de outras amostragens. Após ingressar na Justiça, pedindo para conferir a coleta de dados, o candidato democrata conseguiu a retirada da pesquisa, e o instituto ainda foi multado em R$ 10 mil. Em 7 de outubro, na eleição de primeiro turno, Mauro Mendes foi eleito 58,69% dos votos válidos.

Em Mato Grosso do Sul, a pesquisa Real Time Big Data do dia 26 de setembro colocava Reinaldo Azambuja (PSDB), candidato à reeleição, na liderança. Ele aparecia com 36% enquanto a soma das intenções de voto dos seus adversários chega a 35%. O levantamento insinuava para uma eleição em primeiro turno. A pesquisa foi questionada pelo candidato Juiz Odilon (PDT). Ele pedia o resultado da coleta de dados e também a suspensão da publicação da pesquisa.

A Justiça Eleitoral Sul-mato-grossense acatou o pedido. A pesquisa foi retirada dos meios de comunicação no dia 27 de setembro. Ao fim do primeiro turno, Reinaldo Azambuja ficou com 44,61%; Juiz Odilon, 31,62%. Com isso, a eleição será definida em segundo turno.

O último registro de ação judicial contra a Real Time Big Data aconteceu no dia 18 de setembro. A Justiça Eleitoral determinou que a empresa pagasse multa de R$ 10 mil, por divulgar pesquisa de opinião pública sem fornecer informações que comprovem sua transparência e veracidade. O levantamento feito pelo instituto apontava para um possível segundo turno nas eleições para o Governo da Paraíba. O líder no levantamento, João Azevedo (PSB), tinha 28%. Em segundo lugar, José Maranhão (MDB) tinha 22% e Lucélio Cartaxo (PV), 21%. Com o término da apuração, João Azevedo venceu em primeiro turno com 58,18%.

Via Agora RN

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19/10/2018
16:25

Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF (01/03/2016)

O TSE adiou para domingo a entrevista que irá anunciar medidas de combate à disseminação de notícias falsas nas redes sociais; o motivo do adiamento foi a incompatibilidades nas agendas dos participantes; deverão participar da coletiva a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, os ministros Raul Jungmann, da Segurança Pública, e Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro

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19/10/2018
16:08

Via Esmael Morias.

Em entrevista aos jornalistas na noite de quinta-feira (18), Haddad falou sobre as denúncias de uso de caixa 2 pelo candidato Bolsonaro para sua campanha nas redes sociais, muito baseada na produção de fake news. O PT demandou providências imediatas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e nesta tarde de sexta-feira (19) terá uma reunião com a ministra Rosa Weber para discutir medidas de contenção do uso de caixa 2 nas redes sociais. 

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Publicado por: Chico Gregorio