12/11/2018
10:57

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Segundo a colunista do jornal O Estado de São Paulo, Sônia Racy, nos corredores do Banco Mundial, em Washington, já é consenso que Joaquim Levy será o próximo presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). De acordo com a jornalista, ele já estaria esvaziando as gavetas.

O nome de Levy já vinha sendo cogitado para assumir o BNDES, que atualmente é presidido por Dyogo Oliveira – ele assumiu o cargo em abril deste ano. O novo presidente ocupará o cargo a partir de 2019, no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Joaquim Levy foi ministro da Fazenda no início do segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), ocupando o cargo entre 1º de janeiro e 18 de dezembro. Foi também secretário do Tesouro Nacional na gestão do também petista Luiz Inácio Lula da Silva.

Depois de deixar o governo, Joaquim Levy assumiu o cargo de diretor financeiro do Banco Mundial, onde permanece até hoje.

Via BG.

Publicado por: Chico Gregorio


12/11/2018
10:51

Já se sabia que Paulo Guedes será, sob Jair Bolsonaro, o Posto Ipiranga da Esplanada dos Ministérios, mentor de todas as soluções na área econômica. Tomado pelo conteúdo de suas entrevistas, Sergio Moro parece ambicionar a condição de Posto Ipiranga do B, dono das respostas ético-jurídicas do futuro governo.

Na sua entrevista mais recente, Moro disse que atuará como conselheiro de Bolsonaro quando estiver em jogo a idoneidade de outros ministros. Denunciados por corrupção devem ser demitidos? “Se a denúncia for consistente, sim”, declarou o futuro ministro da Justiça ao programa Fantástico.

Moro prosseguiu: “Eu defendo que, em caso de corrupção, se analise as provas e se faça um juízo de consistência, porque também existem acusações infundadas, pessoas têm direito de defesa. Mas é possível analisar desde logo a robustez das provas e emitir um juízo de valor. Não é preciso esperar as cortes de Justiça proferirem o julgamento.”

“Eu não assumiria um papel de ministro da Justiça com o risco de comprometer a minha biografia, o meu histórico”, afirmou Moro, ao reiterar que obteve de Bolsonaro o compromisso de que o novo governo não oferecerá escudo a suspeitos de corrupção. Cinco dias antes, em entrevista coletiva, Moro dissera que sua presença no governo dissiparia até os receios de retrocesso democrático.

”Eu não vejo em nenhum momento um risco à democracia e ao Estado de direito”, dissera Moro. “No entanto, (…) existem alguns receios a meu ver infundados. E a minha presença no governo também pode ter um efeito salutar de afastar esses receios infundados, porque, afinal de contas, sou um juiz, sou um homem de lei. Então, eu jamais admitiria qualquer solução que fosse fora da lei, como também o presidente eleito.”

Antes de renunciar aos seus 22 anos de magistratura, Moro usufrui de férias. Foi a forma que encontrou para manter os vencimentos enquanto se prepara para assumir as novas atribuições, em janeiro. Seria recomendável que o quase ex-juiz incluísse entre suas prioridades a leitura do ”Testamento Político” do cardeal Richelieu. A obra é rara, difícil de encontrar. Mas vale o esforço.

Mal comparando, Armand-Jean du Plessis, o Richelieu (1585-1642), foi um Posto Ipiranga hipertrofiado do rei Luís 8º da França. Era o conselheiro número um. Faltando-lhe tempo para a íntegra, Moro pode começar a leitura do “testamento” pela “seção 6″. Ali, Richelieu anota que todo soberano deve eleger entre os seus conselheiros aqueles que tenham ”autoridade superior” sobre os demais.

O autor esclarece: ”É fácil de representar as qualidades que deve ter esse principal ministro; é difícil de as achar todas num mesmo homem […]. A felicidade ou a desgraça dos Estados depende da escolha que se fizer.” Intuitivamente, Bolsonaro encosta suas deficiências não em um, mas em dois postos Ipiranga.

Na ”seção 7”, Richelieu trata das inevitáveis ”conspirações” a que está sujeito o ministro predileto. ”Imita-se nisto a pedra jogada do alto de uma montanha. Seu primeiro movimento é lento, e quanto mais ela desce, mais peso toma, redobrando a velocidade da queda […]. É muito difícil parar uma conspiração que, não tendo sido contida no nascedouro, já esteja muito crescida.” Como juiz, Moro mandava nos autos. Ministro, descobrirá que são traiçoeiros os baixios de um governo.

Chegando ao quarto capítulo do ”Testamento” de Richelieu, Moro lerá que o conselheiro-mor do soberano precisa ”dormir como um leão, sem fechar os olhos […], para prever os menores inconvenientes que podem advir”. Naquilo que diz respeito ”à conduta dos homens”, é preciso ”abrir duplamente os olhos”.

Avançando até o capítulo sétimo, Moro perceberá que, num ponto, o pensamento de Richelieu coincide com o seu: ”Se a máscara com que a maior parte dos homens cobre o rosto […] faz-nos desconhecidos a tal ponto que, sendo postos nos grandes cargos parecem tão maliciosos quanto aí esperava-se que fossem virtuosos […], é preciso prontamente reparar o engano”.

Ironicamente, coube a Paulo Guedes fazer a primeira sondagem sobre a disposição de Sergio Moro de trocar a Lava Jato pela pasta da Justiça. O contato ocorreu pouco antes do segundo turno, em 23 de outubro. No dia seguinte, por uma dessas trapaças do destino, procuradores do Ministério Público Federal em Brasília abriram investigação contra Guedes.

Apura-se a suspeita de que o guru econômico de Bolsonaro tenha obtido “benefícios econômicos” a partir de ”crimes de gestão temerária ou fraudulenta” de investimentos com recursos de fundos de pensão de estatais. Guedes nega os malfeitos. Deveria ter prestado depoimento no último dia 6 de novembro. Mas a coisa foi adiada.

Supondo-se que Moro vai a Brasília com a disposição de ”dormir como um leão, sem fechar os olhos”, é presumível que inclua no seu radar o inconveniente de uma hipotética denúncia formal da Procuradoria contra Guedes. Deve torcer pelo arquivamento. Do contrário, a gestão Bolsonaro viveria dias surreais. O capitão teria de buscar no Posto Ipiranga ético-jurídico conselhos sobre a conveniência de manter ou demitir o Posto Ipiranga econômico.

Em momentos assim, ensinou Richelieu na ”seção 2” do ”Testamento”, o conselheiro do soberano talvez descubra o seguinte: ”Nada há mais perigoso num Estado do que pôr em grande autoridade certos espíritos que não têm luzes suficientes para se conduzirem por si mesmos e pensam, entretanto, ter demais para necessitarem de conselho alheio”.

JOSIAS DE SOUZA

Publicado por: Chico Gregorio


12/11/2018
10:49

O PT (Partido dos Trabalhadores) reagiu às declarações do comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas à Folha em entrevista publicada neste domingo (11) e considera que o militar admitiu ter interferido diretamente para impedir o STF de conceder habeas corpus ao ex-presidente Lula.

À Folha o general falou pela primeira vez sobre sobre sua manifestação na véspera do julgamento de habeas corpus de Lula, em 4 de abril deste ano. O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu pela possibilidade de prisão do petista em segunda instância, que acabou concretizada três dias depois.

Um dia antes, o general disse no Twitter:  “Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade”.

Na entrevista publicada neste domingo, o comandante falou: “Reconheço que houve um episódio em que nós estivemos realmente no limite, que foi aquele tuíte da véspera da votação no Supremo da questão do Lula”.

“Ali, nós conscientemente trabalhamos sabendo que estávamos no limite. Mas sentimos que a coisa poderia fugir ao nosso controle se eu não me expressasse. Porque outras pessoas, militares da reserva e civis identificados conosco, estavam se pronunciando de maneira mais enfática.”

Após a publicação da entrevista, a comissão executiva nacional do PT divulgou uma nota de repúdio à tutela militar no Twitter, rede usada também para as manifestações individuais da presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, dos deputados federais Paulo Pimenta e Wadih Damous (PT), e Ivan Valente (PSOL).

“Ao afirmar que, a seu critério, a liberdade de Lula seria motivo de ‘instabilidade’, o general confirma que a condenação do maior líder político do país foi uma operação política, com o objetivo de impedir que ele fosse eleito presidente da República. Está demonstrado, agora, que não apenas o sistema judicial ligado a Sergio Moro, à Rede Globo e a grande mídia participaram dessa operação arbitrária e antidemocrática, mas também a cúpula das Forças Armadas”, diz a nota.

Gleisi disse que a fala evidencia uma “trama política”. “Deixa claro que houve ingerência em decisão do STF! O que fugiria do controle? Teve de agir por quê?”

“Villas Bôas dizer que Exército esteve ‘no limite’ e que Lula solto poderia ‘tirar militares do controle’, é uma ameaça implícita a democracia. Não é papel das força armadas tutelar os poderes, em particular o STF, afrontado claramente neste episódio”, afirma o deputado federal Paulo Pimenta (PT).

“A entrevista do chefe do exército mostrou o conluio entre a farda e a toga para destruir a democracia brasileira e levar Bolsonaro ao poder. E é mais um episódio que prova ser Lula um preso político”, declarou o deputado federal Wadih Damous (PT).

“O PT conclama as forças democráticas do país a repudiar e denunciar a usurpação confessada pelo general Villas Bôas e a defender a democracia contra as ameaças de Bolsonaro. Não há limites para a tirania depois que ela se instala”, afirmou o partido.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


11/11/2018
08:56

Homem constrói o maior candeeiro do mundo, em Itaporanga

Homem constrói maior candeeiro do mundo e marca data para acendê-lo, em Itaporanga

Dado a invenções inusitadas e surpreendentes, o itaporanguense Antônio Modesto está prestes a inaugurar mais uma de suas muitas criações. Um candeeiro gigante, considerado o maior do mundo, será aceso na noite de 8 de janeiro no sítio Jenipapo, berço de sua família.

O candeeiro, segundo o seu inventor, tem capacidade para mais de mil litros de gás e seu pavio consome 20 quilos de algodão, mas compensa tanto custo: sua claridade alcança uma área de 800 metros quadrados, uma boa opção em tempos de energia elétrica cara. Uma carga completa clareia dez noites inteiras.

Mais do que economia com eletricidade, o candeeiro tem um objetivo cultural e simbólico: ele fortalece a memória das antigas noites sertanejas, quando o breu noturno dos nossos antepassados era quebrado pelo candeeiro alimentado por querosene em um tempo em que a energia elétrica ainda estava bem distante. O candeeiro era fundamental para as residências rurais e iluminava também as festas familiares e populares.

Por isso é com festa que o candeeiro gigante será inaugurado. Ele vai clarear uma luta de mulheres em uma arena que será montada exclusivamente para o confronto feminino. Conforme Antônio Modesto, há uma boa premiação para as três melhores colocadas: são 700 reais para a campeã; uma cesta básica e uma bicicleta para a que ficar em segundo lugar; e 300 reais para a terceira colocada.

Segundo ainda o organizador, a luta terá regulamento e arbitragem para evitar desequilíbrios entre as atletas. Várias mulheres já se inscreveram e outras interessadas também podem fazer sua inscrição, que é gratuita. O evento também terá segurança e todos estão convidados. Telefone para maiores informações é o 999583020.

folhadovale.com.br

Publicado por: Chico Gregorio


11/11/2018
08:45

Resultado de imagem para natalia bonavides vereadora

Os aliados do candidato derrotado ao governo do RN, Carlos Eduardo Alves, continuam sem admitir a derrota sofrida nas eleições para governador do estado, onde a petista venceu com mais de 270 mil votos de maioria, não aceitam o resultado, continuam como fizeram durante toda à campanha,  soltando mentiras agora sobre os nomes que farão parte de sua equipe de governo.

Corre em grupos de WhatsApp que José Dirceu estaria em Natal para compor a equipe de transição da governadora eleita Fátima Bezerra, inclusive alguns chegaram a afirmar que já teria alugado casa na capital do estado, pois faria parte do secretariado do governadora eleita Fátima Bezerra. Muitas mentiras foram divulgadas também no período da campanha eleitoral, tentando inibir ou mudar a vontade do eleitor, não  surtindo nenhum efeito.

Fátima, me disse uma fonte de seu staff, sequer compareceu ao lançamento de seu livro quando ele veio em outra oportunidade a Natal. Mais. Proibiu que ele fizesse coletiva na sede do partido. Se ele está na cidade é por pura iniciativa turística própria.

Publicado por: Chico Gregorio


11/11/2018
08:28

 

No relato da jovem, ela faz uma reflexão para quem olha torto pra ela por conta da profissão e lembra – “Todo trabalho é digno”.

Só neste sábado (10) a postagem tinha mais de 3 mil curtidas e centenas de comentários dando força e parabenizano a menor pela coragem e iniciativa.

Confira a postagem na íntegra, ou veja direto no instagran da jovem AQUI

Faz 3 anos que vendo picolé e ainda tem gente que fica espantado quando falo sobre isso. É como se uma menina de 17 anos que sai no sol quente para ganhar seu próprio dinheiro, fosse coisa de outro mundo.

Eu já passei por muitas coisas nesse tempo, quantas e quantas piadinhas desrespeitosas que chega dá pena do ser humano, quantos dedos apontados pra mim como se o que tivesse fazendo fosse errado, quantas risadinhas de meninas que querem ser o que não é, não é fácil. Já ouvi muitos pais falando que a filha ou a vizinha tinha vergonha de trabalhar, vergonha de vender algo, que me olhavam e diziam: “quanta coragem” ou “Deus me livre”.

Meninas e até meninos todo trabalho é digno, e nada na sua vida cai do céu, vocês não precisam trabalhar só se tiver passando necessidade, até pq eu não passo, mas resolvi sair da asa dos meus pais para poder ter dinheiro e comprar minhas próprias coisas. Nunca deixem de fazer algo por vergonha, por medo do que vão pensar, medo se o boy não vai querer mais, medo se os amigos vão se afastar, se caso isso acontecer é pq nenhum merecia vocês ao lado deles, sei que esse é o medo.

Esse é só o início da minha caminhada, e sou grata por cada um que faz parte dela e que nunca me deixa desanimar, sempre com palavras de apoio e carinho.

 

PB Agora

Publicado por: Chico Gregorio


11/11/2018
08:20

download 4 2 - Para procuradores, fim da Ministério do Trabalho é 'volta ao Brasil de 1920'

Líderes do Ministério Público do Trabalho e de mais quatro instituições trabalhistas divulgaram nota pública, na sexta-feira, 9, de repúdio ao projeto de extinção do Ministério do Trabalho. Na última quarta, 7, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) confirmou que a área trabalhista deve perder o status de ministério e ser incorporada a outra pasta.

No documento, as organizações do setor afirmam que “a proposta de fusão da pasta com o Ministério da Indústria e Comércio sinaliza negativamente para um retorno do Brasil à década de 1920”. A equipe de Bolsonaro ainda não confirmou se a pasta do Trabalho será realmente incorporada à Indústria e Comércio.

O texto aborda ainda a história de alterações da pasta trabalhista ao longo de seus 88 anos, destacando que, em nenhum momento, ‘nem mesmo nos lapsos de intervenção autoritária’, o ministério perdeu seu status de centralidade e de gestor das relações entre capital e trabalho no País.

“Sob o comando do Ministério do Trabalho, o Brasil modernizou e equilibrou as relações de trabalho em sua transição de uma economia eminentemente agrícola para a industrial, possibilitando o desenvolvimento econômico conjugado com estratégias de proteção física e mental dos trabalhadores, tudo em consonância com os princípios e diretrizes da Constituição de 1988”, diz o comunicado.

A nota pública é assinada pelo procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Curado Fleury, e os líderes de outras quatro instituições: o Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho(Coleprecor), a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e a Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas (Abrat).

Na terça-feira, 6, o próprio Ministério do Trabalho já se havia posicionado contra a proposta do governo Bolsonaro. Em nota, o órgão declarou que ‘recebeu profundas melhorias nos últimos meses’ e ‘é seguramente capaz de coordenar as forças produtivas no melhor caminho a ser trilhado pela nação brasileira’.

Fonte: Terra

Publicado por: Chico Gregorio


11/11/2018
08:16

O documento assinado estabelece que sejam tomadas medidas urgentes para resolver a questão (Foto: Reprodução)

O prefeito da cidade de São Bento, Jarques Lúcio, assinou um Termo de Ajustamento de Conduta junto ao Ministério Público Federal (MPF) se comprometendo a diagnosticar e solucionar o motivo  das obras do hospital da cidade que começaram no ano de 2001 estarem paralisadas desde 2016. De acordo com o MPF, a obra segue paralisada mesmo com a liberação integral do valor conveniado, no total de R$ 2.324.644.

O documento assinado estabelece que sejam tomadas medidas urgentes para resolver a questão. O município de São Bento terá o prazo de 120 dias para acionar a Suplan para que o órgão faça uma vistoria no local e mita um laudo e relatório técnico conclusivo atestando a situação da obra e as medidas necessárias para que ela seja retomada e concluída. Caso o Termo seja descumprido, ficou fixada uma multa de R$ 5 mil cumulada com R$ 500 diários até chegar ao limite de R$ 5 mil.

A assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta tem como objetivo a conclusão das obras do Hospital Municipal de São Bento, localizado na PB-293, que liga os municípios de São Bento e Paulista. O documento foi assinado no dia 25 de outubro deste ano e publicado na edição desta sexta-feira (09) do Diário Oficial Eletrônico do MPF.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


11/11/2018
08:10

Via Esmael Morais.

A pedido do subprocurador-geral da República Moacir Guimarães, a Corregedoria do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) instaurou um procedimento preliminar para apurar troca de mensagens entre o secretário-geral da Procuradoria Geral da República, procurador Alexandre Camanho, e o ex-deputado e homem da mala do presidente Michel Temer (MDB), Rodrigo Rocha Loures (MDB). 

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio


11/11/2018
08:00

O plenário do Senado aprovou, esta semana, um aumento de 16,3% nos salários dos ministros do STF. Com o aumento, os salários dos ministros passarão dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil.

O aumento foi pedido pelos próprios ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiram incluir no Orçamento de 2019 uma autorização para o reajuste salarial em 2019. Em agosto, o presidente Michel Temer fechou um acordo com os ministros em troca do fim do auxílio-moradia.

Os salários do STF servem de parâmetro para os demais cargos do Judiciário. Por isto, o aumento custará ao menos R$ 1,7 bilhão para a União no ano que vem, segundo uma nota técnica divulgada nesta quarta-feira pela Consultoria de Orçamento do Senado. Nos Estados, o impacto deve ser ainda maior.

O ministro Ricardo Lewandowski, autor de um dos votos favoráveis à medida, chegou a dizer que o reajuste era “modestíssimo”.

Se comparados com os vencimentos de juízes em outros países, porém, os contracheques do Judiciário brasileiro estão longe de ser modestos.

Um estudo de 2016 da Comissão Europeia para a Eficiência da Justiça (Cepej, na sigla em francês) mostra que, em 2014, um juiz da Suprema Corte dos países do bloco ganhava 4,5 vezes mais que a renda média de um trabalhador europeu. No Brasil, a realidade do salário do STF é ainda mais distante da média da população: o salário-base de R$ 33,7 mil do Supremo Tribunal Federal corresponde a 16 vezes a renda média de um trabalhador do país (que era de R$ 2.154 no fim de 2017).

Em 2014, um magistrado da Suprema Corte de um país da União Europeia recebia, em média, 65,7 mil euros por ano. Ao câmbio de hoje, o valor equivaleria a cerca de R$ 287 mil – ou R$ 23,9 mil mensais.

Segundo a última edição do relatório Justiça em Números, produzido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Brasil tem hoje cerca de 18 mil magistrados (juízes, desembargadores, ministros). Eles custam cada um, em média, R$ 47,7 mil por mês – incluindo salários, benefícios e auxílios.

Os ganhos dos demais magistrados (juízes e desembargadores) em todo o país estão vinculados aos rendimentos dos ministros do STF. No caso da magistratura, o aumento é automático – o reajuste para os ministros é repassado para todos os demais.

Além disso, os salários dos ministros também estabelecem o chamado Teto Constitucional, que é o valor máximo que pode ser recebido pelos servidores dos três poderes (Judiciário, Legislativo e Executivo). Se o valor do teto sobe, há a possibilidade de outras carreiras, fora do judiciário, pedirem aumento também. Mas, neste caso, o aumento não é automático.

“O efeito é chamado vinculativo, porque a Constituição determina que que o subsídio dos ministros dos tribunais superiores (STM, STF, STJ, TSE etc) seja de 95% do subsídio do STF, e o mesmo ocorre com outras categorias. Este aumento é automático, e é a isto que se chama de ‘efeito cascata’. Há uma hierarquia clara”, diz a advogada constitucionalista Vera Chemim.

Nos Tribunais de Justiça dos Estados, o vencimento dos desembargadores é, teoricamente, de 90,2% daquele dos ministros do STF, ou R$ 30,4 mil. Em alguns Estados, o aumento é automático. Em outros, depende de autorização em lei local.

Há ainda uma outra forma pela qual o reajuste do STF impacta as contas públicas: em várias carreiras, há servidores que ganham mais que o teto constitucional. Seus salários sofrem o chamado “abate teto”. Se o teto aumentar, os salários também sobem.

Terra

Publicado por: Chico Gregorio


11/11/2018
07:58

Aprovada quando o país tinha 13,3 milhões de desempregados e uma taxa de desocupação de 12,8%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a nova lei foi vendida pelo governo como solução contra o desemprego e a informalidade.

Ao sancioná-la, Temer repetiu o que disse durante toda a tramitação da proposta: que a reforma era indispensável para a criação de empregos. O então ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, chegou a dar um número: 2 milhões de vagas em 2018 e 2019.

A julgar pelo balanço do primeiro ano de reforma, o país terá que pisar fundo no acelerador para conseguir cumprir a previsão do ex-ministro.

Desde que a reforma entrou em vigor, em novembro de 2017, até setembro deste ano, mês do dado mais recente, o país criou 298.312 vagas com carteira assinada, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho.

É um cenário muito melhor que o visto entre 2014 e 2017, quando o país perdeu milhões de empregos. Mas está muito aquém dos anos pré-crise econômica, quando o país chegou a abrir mais de 2 milhões de vagas com carteira por ano.

UOL

Publicado por: Chico Gregorio


11/11/2018
07:56

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, cancelou a visita que teria ao Congresso Nacional na próxima terça-feira e também encontro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou a equipe responsável pela transição de governo. Ambos os eventos chegaram a constar da agenda e foram retirados, assim como ocorreu nesta sexta-feira, 9, com reunião marcada com o presidente do Congresso, Eunício Oliveira.

Na sexta-feira, a assessoria de imprensa havia divulgado uma agenda em que constava uma audiência com Eunício, “a confirmar”, às 9h. Minutos depois, a agenda foi apagada e reenviada com uma reunião com Maia. Com os cancelamentos, Bolsonaro seguirá da Base Aérea direto para o CCBB, onde está montado o gabinete de transição. A primeira agenda do presidente eleito será com a ministra Rosa Weber, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os cancelamentos ocorrem em meio a uma indisposição entre a equipe eleita e o presidente do Senado e do Congresso. Nessa semana, Eunício demonstrou insatisfação por não ter sido procurado pela equipe de Bolsonaro. O futuro ocupante do Palácio do Planalto se encontrou com os chefes dos dois outros poderes, Executivo e Judiciário.

Em entrevista ao Estado, Eunício, que não se reelegeu, lembrou que ainda é presidente de um dos poderes e disse não estar preocupado “se Bolsonaro vai gostar ou não” do que é votado no Congresso. Dentro da equipe de Bolsonaro há uma preocupação de que os parlamentares que não foram reeleitos utilizem o resto do ano para votar as chamadas “pautas bomba”, com impacto fiscal.

Gerou desconforto ainda entre os parlamentares frase do futuro ministro da economia, Paulo Guedes, defendendo “uma prensa” no Congresso para aprovar a reforma da Previdência. Em relação à Maia, preocupa ao presidente da Câmara que uma linha do PSL não esteja disposta a apoiar sua reeleição à Casa no ano que vem.

Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio


11/11/2018
07:53

A cúpula do MDB articula um armistício entre suas principais lideranças para tentar garantir a sobrevivência do partido e protagonismo no Congresso durante o governo de Jair Bolsonaro (PSL).

O plano foi colocado em marcha no início desta semana e terá ao menos duas frentes: manter o controle do Senado com Renan Calheiros (AL) na presidência da Casa e ecoar o discurso de que a sigla será independente — e não oposição — a partir de 2019.

Isso vai permitir tanto um alinhamento à pauta econômica de Bolsonaro, principalmente quanto à reforma da Previdência, como deixa a porta aberta para que o partido se afaste do novo governo quando achar conveniente.

Renan Calheiros (MDB-AL), que pode disputar a presidência do Senado
Renan Calheiros (MDB-AL), que pode disputar a presidência do Senado  – Pedro França – 06.nov.2018/Agência Senado
Dirigentes do MDB consideram o futuro da gestão Bolsonaro bastante incerto. Afirmam que é preciso esperar que ela comece de fato para entender como o Planalto vai estabelecer sua correlação de forças com o Congresso.

O capitão reformado se elegeu com um discurso antissistema, anticorrupção e contra a velha política e tem dito que não vai governar cedendo cargos em troca de apoio político.

Já nomeou, porém, dois deputados do DEM para seu primeiro escalão: Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Tereza Cristina (Ministério da Agricultura).

O presidente do MDB, senador Romero Jucá (RR), preferiu se escaldar. Afirmou que acabou a era de seu partido como o “da governabilidade”.

Não descartou, no entanto, conversar sobre possíveis convites caso o presidente eleito procure a legenda para compor sua Esplanada.

Enquanto isso, Jucá tenta unir as correntes emedebistas para fortalecer o partido.

O principal conflito foi resolvido na segunda-feira (5). Pelo menos por enquanto, Renan Calheiros e o presidente Michel Temer selaram o cessar-fogo após reunião no Planalto.

O senador fez duras críticas a Temer e aproximou-se da esquerda e do PT para garantir sua reeleição em Alagoas —onde a popularidade do ex-presidente Lula é alta, e a de Temer, baixíssima.

Agora, dizem aliados, entendeu que a conjuntura é outra e que precisa do apoio de seu partido para se eleger presidente do Senado, cargo que já ocupou outras três vezes.

No início da semana, Renan foi à casa do deputado Heráclito Fortes (DEM-PI) acompanhado do ex-presidente José Sarney (MDB). Falaram sobre a disputa no Senado, e Renan mostrou que já contabiliza os votos que tem a seu favor.

Publicamente, contudo, diz que não tratou com Temer —nem com ninguém— de articulações para a presidência da Casa, até porque ainda não decidiu se será candidato. “Mas não teria condição nenhuma de sê-lo se não tivesse capacidade de conversar com as pessoas”, disse ele à Folha.

A estratégia do MDB é não desgastar Renan até a eleição no Congresso, marcada para o início do próximo ano, e até permitir que outros nomes se movimentem para o posto, como é o caso da líder do partido na Casa, senadora Simone Tebet (MS).

É tradição que o partido de maior bancada presida o Senado —o MDB contará com 12 senadores em 2019.

Na Câmara, porém, a legenda sofreu forte revés e caiu de 66 deputados eleitos quatro anos atrás para 34 este ano.

Com a presidência do Senado na mão —o presidente é também o chefe do Congresso—, a sigla não pretende mediar questões administrativas do novo governo, como a fusão de ministérios, mas quer poder para barrar projetos e capitalizar eventuais sucessos da política econômica.

Na quarta-feira (7), dirigentes do MDB se reuniram em Brasília para debater os próximos passos do partido.

Divulgaram um documento, antecipado pela Folha, com uma espécie de receita para o governo Bolsonaro.

Caso queira ter sucesso à frente do Planalto, dizem emedebistas, o presidente eleito deve manter a política econômica de Temer, baseada no ajuste e reformas estruturais.

Renan já fez acenos a Bolsonaro e falou em uma “convergência programática”.

Um dos filhos do presidente eleito, Flávio Bolsonaro, respondeu no mesmo dia e disse que não descartava apoiar nomes do MDB, como o de Renan, para o comando do Senado —o primogênito do capitão reformado foi eleito senador pelo PSL do Rio.

O temor do MDB a partir de janeiro é o futuro de Temer.

Com duas denúncias de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, emedebistas avaliam que o presidente vai se tornar alvo preferencial da Justiça quando perder o foro especial, o que pode desgastar ainda mais a imagem do partido.

Partido encolheu nas eleições de outubro

34 deputados federais foram eleitos pelo MDB em 2018. Em 2014, haviam sido 66

Três emedebistas se elegeram governadores neste ano (PA, AL e DF). Quatro anos atrás, tinham sido sete

Publicado por: Chico Gregorio


10/11/2018
12:52

Resultado de imagem para fotos do ex-prefeito de sao joão do sabugi anibal pereira

Considerado um líder imbatível na cidade de São joão do Sabugi, o ex-prefeito Anibal Pereira, casa decida disputar uma nova eleição para prefeito em 2020, corre o risco de sofrer sua primeira derrota, levando em conta o  fraco desempenho de seu candidato a governador Carlos Eduardo Alves, que sofreu massacrado nas urna pela  senadora Fátima Bezerra, mostrando que a oposição sai fortalecida, mostrando um desgaste da atual prefeita Lydice Araújo de Medeiros Brito, que foi apoiada por Anibal, o que pode refletir em 2020.

Para  fortalecer a oposição, é necessário a formação de uma chapa de consenso , onde os escolhidos, recebam o apoio dos demais, os prováveis nome seriam , Rutênio Humberto,  Joseílson  do sindicato, Gugu de Cipriano, o médico e ex-prefeito Elísio Galvão ou um nome por ele indicado, desses nome sairá o prefeito e o vice para enfrentar Anibal ou Lydice de Negão.

 

Publicado por: Chico Gregorio


10/11/2018
12:16

247- A jornalista Tereza Cruvinel avaliou neste sábado, 10, que o governo eleito de Jair Bolsonaro está fazendo agora o que não foi feito na campanha: um plano de governo, com ações setoriais mais definidas; “Em outras eleições, o que se faz na transição é o ajuste entre a agenda aprovada pelas urnas e a realidade apresentada pelo governo que está de saída. O cheque em branco agora está sendo preenchido, com medidas que os eleitores de Bolsonaro, ainda contentes, só sentirão no ano que vem. Já apoiadores que representam o poder econômico estão chiando baixinho”

Publicado por: Chico Gregorio