16/07/2026
08:47

 

O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), vai mesmo desembarcar no palanque do pré-candidato ao Governo, Álvaro Dias (PL).

Mas alguns dos seus aliados vão tomar outros rumos.

O prefeito de Parelhas, Dr. Tiago Almeida, já sinaliza que estará em outro palanque. Nesta terça-feira (14), ele fez uma publicação em collab no Instagram com o pré-candidato Cadu Xavier (PT), deixando clara a aproximação política.

Dr. Tiago tem a esposa Dra. Júlia como candidata a deputada estadual na nominata do PSDB e era um nome forte para ser vice de Cadu, se o PSDB tivesse permanecido no palanque governista.

Dra. Júlia é filha da atual Chefe da Casa Civil do Governo Fátima, Virgínia Ferreira.

Heitor Gregório**

Publicado por: Chico Gregorio


16/07/2026
08:42

Rogério Marinho deve se retirar da disputa ao Governo do RN – Blog do Barreto

Se há uma adversária que Rogério Marinho já deixou claro que deseja derrotar em 2026, essa adversária é Zenaide Maia. O senador já manifestou publicamente o objetivo de conquistar, ao lado de seu grupo político, as duas vagas em disputa para o Senado, o que passa necessariamente por impedir a reeleição de Zenaide. Até papel de Flávio Bolsonaro já vazou também com tal intenção.

Diante desse cenário, caberá aos partidos e lideranças do campo progressista decidir se construirão uma estratégia capaz de dificultar esse projeto ou se repetirão a fragmentação observada em 2022, quando a divisão de candidaturas favoreceu a eleição de Rogério Marinho.

A disputa pelo campo da esquerda representada por Samanda e Zenaide e, pela direita, por Styvenson e Coronel Hélio daria uma briga boa. Há gente no PT que enxerga o quadro com bons olhos. Hoje, entretanto, o campo lulista tem os nomes do PT, PDT, PSD, PSOL e, mais ao extremo, do PSTU.

Publicado por: Chico Gregorio


16/07/2026
08:37

Publicado por: Chico Gregorio


16/07/2026
08:32

Puxada por atividades como coleta de resíduos, hotelaria e telemarketing, a receita do setor de Serviços do Rio Grande do Norte cresceu 1,8% no acumulado de janeiro a maio de 2026, praticamente em linha com a média nacional, que avançou 1,9% no mesmo período. O resultado coloca o Estado com o 4º melhor desempenho do Nordeste, atrás de Alagoas (+5,8%), Paraíba (+2,9%) e Sergipe (+2,6%). Além disso, teve o 10º maior crescimento do País. A análise é do Instituto Fecomércio RN (IFC), com base na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, nesta quarta-feira 15.

Outro segmento que se destaca é o de “facilities”, que reúne serviços terceirizados de apoio às empresas, como limpeza, conservação, manutenção e suporte operacional. Para o IFC, o desempenho mostra que a economia de serviços potiguar segue sustentada por áreas ligadas tanto à atividade empresarial quanto ao consumo das famílias e ao fluxo turístico.

Via Costeira
Hotelaria está entre os setores que puxaram a alta dos serviços, aponta IFC – Foto: Reprodução/Agora RN**

O resultado acumulado ganha ainda mais relevância porque ocorre sobre uma base elevada de comparação. Nos primeiros meses de 2025, a receita do setor já havia registrado crescimento de 6,4%. Ou seja, o RN segue avançando sobre um período que também havia sido positivo.

No recorte mensal, entretanto, a receita real dos Serviços potiguares recuou 0,9% em maio, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. A queda foi influenciada principalmente pelo transporte aéreo de passageiros e pelo transporte rodoviário de cargas, atividades mais sensíveis à alta dos combustíveis.

No caso do transporte aéreo, a retração na receita real está associada ao aumento no preço das passagens, pressionado pelo querosene de aviação. Apesar disso, o movimento de passageiros no Aeroporto Internacional de Natal cresceu 22,6% em maio, na comparação com o mesmo período de 2025.

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Publicado por: Chico Gregorio


16/07/2026
08:31

A Argentina está de volta à decisão da Copa do Mundo. Em uma semifinal emocionante disputada nesta quarta-feira 15, em Atlanta, nos Estados Unidos, a atual campeã derrotou a Inglaterra por 2 a 1, de virada, e garantiu vaga na final do torneio. Mais uma vez, Lionel Messi foi protagonista ao distribuir duas assistências e comandar a reação argentina.

A Inglaterra abriu o placar com Anthony Gordon, recém-contratado pelo Barcelona, e esteve perto de encerrar o sonho argentino. No entanto, a equipe sul-americana voltou a mostrar poder de reação, marca registrada de sua campanha nesta Copa.

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Lionel Messi deu duas assistências e foi decisivo na virada da Argentina sobre a Inglaterra, que colocou a atual campeã em mais uma final de Copa do Mundo – Foto: Reprodução/Cazé TV

O empate veio aos 40 minutos do segundo tempo, quando Enzo Fernández acertou um belo chute de fora da área, sem chances para o goleiro inglês.

Já nos acréscimos, quando a partida caminhava para a prorrogação, Messi voltou a aparecer. O camisa 10 encontrou Lautaro Martínez em ótima posição, e o atacante não desperdiçou a oportunidade, decretando a virada por 2 a 1 e levando a torcida argentina ao delírio.

Messi decisivo mais uma vez

Aos 39 anos, Lionel Messi voltou a ser o grande líder da seleção argentina. Além das duas assistências, o camisa 10 participou das principais jogadas ofensivas da equipe e comandou a reação em mais um mata-mata da competição.

A atuação reforça o protagonismo do craque na campanha da Argentina, que chegou à final após superar momentos de dificuldade em diferentes fases do Mundial.

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Publicado por: Chico Gregorio


16/07/2026
08:23

Nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pela Presidência da República. No principal cenário de primeiro turno, Lula aparece com 40% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 28%, uma diferença de 12 pontos percentuais.
Na sequência, aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; Renan Santos (Missão), com 3%; Romeu Zema (Novo), com 2%; e Cabo Daciolo (Mobiliza), Augusto Cury (Avante), Joaquim Barbosa (DC) e Samara Martins (UP), todos com 1%.
Os indecisos somam 11%, enquanto 8% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não compareceriam às urnas.
Em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente também lidera, com 45% das intenções de voto, contra 37% do senador.
A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho, em entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Publicado por: Chico Gregorio


16/07/2026
08:21

 

A marcação do confronto entre América-RN e Gama para o próximo domingo (19), às 19h, praticamente no mesmo horário da final da Copa do Mundo, ás 16h, provocou forte reação entre os torcedores americanos. A partida é considerada uma das mais importantes da temporada, pois pode colocar o clube a um passo do acesso à Série C do Campeonato Brasileiro.
A insatisfação aumenta porque, caso a final do Mundial seja decidida na prorrogação e nos pênaltis, seu encerramento deverá coincidir com o início do duelo na Arena das Dunas. Na prática, muitos torcedores terão que escolher entre acompanhar a decisão do maior torneio de seleções do planeta ou prestigiar o jogo mais importante do América no ano.
Nas redes sociais, a torcida critica a falta de planejamento dos cartolas.
A expectativa agora é de que a Arena das Dunas receba um grande público, mas fica o questionamento: não teria sido mais sensato programar a partida para um outro horário?

Publicado por: Chico Gregorio


16/07/2026
08:19

Foto: reprodução

O cenário político do Rio Grande do Norte ganhou novos contornos estratégicos com a sinalização de avanço nas tratativas de aliança entre o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e o Partido dos Trabalhadores (PT). Em pronunciamento público, o ex-deputado estadual Sandro Pimentel manifestou otimismo em relação a um posicionamento da corrente interna do PT “Articulação de Esquerda”, liderada pela deputada federal Natália Bonavides, que defendeu a inclusão de uma indicação do PSOL para compor a chapa majoritária rumo ao Senado Federal.

A manifestação de Pimentel ocorre em um momento de articulações intensas voltadas à definição das prioridades da esquerda local, tendo como pano de fundo a conjuntura política nacional e a necessidade de fortalecimento da base de sustentação do presidente Lula da Silva (PT).

Durante sua declaração, Pimentel destacou uma nota emitida pela articulação de esquerda. O documento defende que, na configuração de duas vagas em disputa para o Senado Federal, a segunda indicação governista após o nome prioritário do PT seja reservada a um quadro do PSOL.

Para o ex-parlamentar, a decisão de apoiar essa tese demonstra amadurecimento estratégico diante do atual cenário político estadual e federal. Ele reforçou que a articulação fortalece a coesão partidária em torno de um projeto conjunto.

“Nos sentimos felizes demais pela defesa da articulação de esquerda de que o segundo nome do PT deva ser o nome do PSOL. E, nessa condição, me sinto feliz demais e esperançoso que isso aconteça”, frisou.

O alinhamento estratégico entre os partidos tem como objetivo principal unificar forças para enfrentar e derrotar os nomes associados à extrema-direita, que buscam consolidar posições tanto no Rio Grande do Norte quanto na esfera nacional. Na visão de Pimentel, a disputa eleitoral exige que as legendas progressistas superem divergências secundárias em prol de uma frente ampla.

A consolidação da aliança e a indicação formal do PSOL para a disputa majoritária ainda devem passar por convenções partidárias e debates internos. No entanto, a declaração de Pimentel estabelece um marco importante nas discussões, sinalizando o desejo mútuo de convergência programática entre as siglas para as próximas decisões eleitorais no estado.

Publicado por: Chico Gregorio


16/07/2026
08:16

Imagem: reprodução//Brasil de Fato

Por ICL Notícias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que soma 37%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15). O presidente abriu oito pontos de vantagem com relação ao senador Flávio.

No levantamento anterior, realizado em junho, Lula registrava 44%, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 38%. Em maio, os dois apareciam em empate técnico, com 42% para o presidente e 41% para o senador.

Quaest: Lula abre 8 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no segundo turno
Quaest: Lula abre 8 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no segundo turno

A pesquisa simulou quatro cenários de segundo turno. Em todos eles, Lula venceria a disputa. A menor vantagem é justamente no confronto com Flávio Bolsonaro, enquanto a maior diferença é registrada diante de Renan Santos (Missão), de 12 pontos percentuais.

O levantamento também mediu a percepção sobre o governo federal. Segundo a Quaest, 48% dos entrevistados aprovam a gestão de Lula, enquanto 47% a desaprovam. É a primeira vez desde dezembro de 2024 que a aprovação supera numericamente a desaprovação. Em relação à avaliação do governo, 36% consideram a administração positiva, outros 36% a classificam como negativa e 26% a avaliam como regular.

Lula tem saldo de aprovação positivo pela primeira vez desde Dez/24
Lula tem saldo de aprovação positivo. (Foto: Reprodução)

Este é o primeiro levantamento da Quaest realizado após dois episódios recentes da política nacional: a operação da Polícia Federal contra o senador Jaques Wagner (PT), no âmbito do caso Master, e a divulgação de um vídeo em que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) relata desavenças com o senador Flávio Bolsonaro.

Encomendada pela Genial Investimentos, a pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.

Cenários de segundo turno

Contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), Lula registra 45% das intenções de voto, ante 37% do parlamentar. No levantamento anterior, realizado em junho, os percentuais eram de 44% e 38%, respectivamente. Em maio, o presidente tinha 42% e Flávio Bolsonaro, 41%, configurando empate técnico. Nesse cenário, 14% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou não compareceriam às urnas, enquanto 4% se disseram indecisos.

Em um eventual segundo turno contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula também alcança 45% das intenções de voto, contra 36% do adversário. Em junho, os percentuais eram de 45% e 35%, e em maio, de 44% e 35%. Brancos, nulos ou eleitores que não votariam somam 15%, e os indecisos representam 4%.

Lula x Ronaldo Caiado. (Foto: Reprodução)
Lula x Ronaldo Caiado. (Foto: Reprodução)

No confronto com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula aparece novamente com 45%, enquanto Zema registra 35%. Em junho, os índices eram os mesmos; em maio, Lula tinha 44% e Zema, 37%. Nesse cenário, 16% declararam voto branco, nulo ou ausência, e 4% estão indecisos.

Lula x Romeu Zema. (Foto: Reprodução)
Lula x Romeu Zema. (Foto: Reprodução)

Já diante de Renan Santos (Missão), Lula alcança sua maior vantagem: 45% contra 33% do adversário. Em junho, Renan tinha 31%, e em maio, 28%, enquanto Lula manteve os mesmos 45% nas três pesquisas. Brancos, nulos ou abstenção somam 18%, e os indecisos, 4%.

Lula x Renan Santos. (Foto: Reprodução)
Lula x Renan Santos. (Foto: Reprodução)

Primeiro turno

Na simulação de primeiro turno, Lula lidera com 40% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 28%. Ronaldo Caiado aparece com 4%, Renan Santos com 3% e Romeu Zema com 2%. Cabo Daciolo (Mobiliza), Augusto Cury (Avante), Joaquim Barbosa (DC) e Samara Martins (UP) registram 1% cada. Edmilson Costa (PCB), Heró Bezerra (PRTB) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. Os votos em branco, nulos ou a intenção de não votar somam 11%, enquanto 8% dos entrevistados se declararam indecisos.

Pesquisa estimulada de 1º turno
Pesquisa estimulada de 1º turno. (Foto: Reprodução)

Voto espontâneo

Na intenção de voto espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, 54% afirmaram ainda não saber em quem votar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi citado por 26% dos eleitores, alta de três pontos percentuais em relação ao levantamento anterior. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 14%, queda de três pontos. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi lembrado por 1% dos entrevistados, enquanto os demais nomes somam 5%, avanço de dois pontos percentuais.

Voto espontâneo. (Foto: Reprodução)

Publicado por: Chico Gregorio


16/07/2026
08:14

O senador Flávio Bolsonaro com Felipe Mourão, o Sicário de Vorcaro (Foto: Internet)

Por Juliana Dal Piva do ICL Notícias e CLIP e José Peñarredonda do CLIP

O senador e pré-candidato à presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece em imagem obtida pela coluna com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, o homem encarregado por Vorcaro para praticar ameaças e ações violentas contra desafetos. A imagem foi obtida por uma fonte que pediu sigilo à coluna e teria sido tirada em 2022, em um hotel na zona sul, no Rio de Janeiro. Em nota, o senador afirmou à coluna que “como figura pública e extremamente popular, recebe todos os dias pedidos de dezenas de pessoas pelas ruas para fotos”. Flávio Bolsonaro disse que não conhece Sicário.

O ICL Notícias, em parceria com o Centro Latino-americano de Investigación Periodística (CLIP), passou a imagem por cinco ferramentas diferentes de detecção para saber se havia indícios ou marcas d’água de que ela tivesse sido gerada com IA (Gemini, Hive Moderation, Sight Engine, Was It AI e Image Whisperer). Nenhuma delas encontrou indícios de que a fotografia tivesse sido criada com alguma inteligência artificial generativa.

Uma análise feita com a ferramenta InVID também não revelou indícios de que a imagem tenha sido manipulada, ou de que seja uma montagem. E além disso, as sombras das mãos e os reflexos nos óculos escuros dos dois homens mostram que ambos estariam sendo iluminados pelas mesmas fontes de luz: uma iluminação principal vindo do lado esquerdo da foto, e uma iluminação secundária vindo da direita. O braço de Sicário se reflete no tronco de Flávio; as mãos dos dois homens têm luzes e sombras semelhantes, e os óculos de sol refletem uma pequena luz vindo de cima.

Apontado pela Polícia Federal como operador do esquema de Daniel Vorcaro (o chefe de Sicário), Fabiano Campos Zettel doou R$ 3 milhões à campanha de reeleição de Jair Bolsonaro (PL) em 2022.

Sicário cometeu suicídio ao ser preso em março. Ele foi apontado como integrante da milícia ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.  Mourão era considerado pela PF um dos operadores centrais de um grupo conhecido como “A Turma”, responsável por ações de monitoramento e coleta de informações sobre pessoas consideradas adversárias de Vorcaro. Mensagens apreendidas indicariam conversas entre os dois sobre a possibilidade de intimidar o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, por meio de um assalto, além de outras discussões envolvendo ameaças a desafetos.

Em Minas Gerais, onde também era chamado de “Mexerica”, Mourão tinha histórico de envolvimento em crimes como estelionato, associação criminosa, falsificação de documentos e delitos contra a economia popular.  Ele era conhecido por atuar em esquemas de pirâmide financeira, agiotagem e negociações fraudulentas envolvendo veículos. Desde 2021, respondia a um processo na Justiça de Belo Horizonte por organização criminosa, lavagem de dinheiro e crimes contra a economia popular, acusações que sua defesa sempre contestou.

O senador Flávio Bolsonaro com Felipe Mourão, o Sicário de Vorcaro

Relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro

Até este momento só se sabia da relação de Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro após as revelações feitas pelo site Intecept Brasil. O filho 01 pediu R$ 134 milhões para viabilizar o filme “Dark Horse”, sobre a vida de Jair Bolsonaro. Vorcaro chegou a repassar R$ 61 milhões.

Inicialmente, Flávio negou que Vorcaro tivesse injetado dinheiro na produção de “Dark Horse”, mas, após reportagem do site Intercept com áudios em que ele conversava com o dono do Banco Master sobre o assunto, teve que admitir o fato. O deputado Mario Frias, produtor do filme, também negou a princípio e depois teve que reconhecer a injeção de dinheiro de Vorcaro. Até agora, Frias não apresentou a prestação de contas de “Dark Horse”, ao contrário do que havia prometido.

Nota da assessoria de Flávio Bolsonaro:

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, como figura pública e extremamente popular, recebe todos os dias pedidos de dezenas de pessoas pelas ruas para fotos. Impossível o senador saber quem é cada uma das pessoas que dele se aproxima. Flávio Bolsonaro reafirma que não conhece e nunca viu a pessoa na foto. É irresponsável tentar atribuir qualquer significado pessoal a uma imagem aleatória. Além disso, não se sabe qual a procedência da foto, nem se a imagem é real ou produzida por Inteligência Artificial.

Publicado por: Chico Gregorio


16/07/2026
08:12

Foto: reprodução/Bruno Barreto*

O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza, oficializou o apoio à candidatura do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), ao Governo do Rio Grande do Norte. No entanto, ele informou, por meio de nota, que manterá uma relação institucional com a governadora Fátima Bezerra (PT).

O tucano relatou que informou à governadora que seguirá a maioria do partido. “Antes de tomar nossas decisões políticas, conversei com a governadora Fátima, com quem tenho relação de amizade e respeito. Expliquei que, por decisão majoritária do grupo e do PSDB, vamos ter caminhos distintos na parte política. Nossa relação em defesa dos interesses do Rio Grande do Norte e do povo potiguar continua acima de qualquer questão política”, explicou.

Apesar do apoio oficial a Álvaro, os setores tucanos que apoiam Cadu Xavier (PT) e Allyson Bezerra (UB) serão liberados para fazer campanha ao lado dos candidatos de sua preferência. A liberação ficará registrada em ata na convenção do PSDB.

 

Publicado por: Chico Gregorio


15/07/2026
09:14

Imagem colorida mostra José Carlos Oliveira, ex-ministro da Previdência

MEtrópoles – O ex-ministro da Previdência no governo de Jair Bolsonaro (PL), Ahmed Mohamad Oliveira (antigamente chamado de José Carlos Oliveira), foi indiciado pela Polícia Federal (PF) após a corporação concluir que ele recebeu R$ 550 mil em propinas por meio de empresas de fachada ligadas aos descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com os investigadores, empresas de fachada do empresário Cícero Marcelino de Souza, apontado como operador financeiro ligado à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), transferiram os R$ 550 mil em três remessas entre outubro de 2022 e fevereiro de 2023.

Além das transferências bancárias, a PF afirma que o ex-ministro também recebeu propina em dinheiro vivo. Segundo os investigadores, uma entrega de R$ 500 mil foi realizada em 10 de agosto de 2022.

De acordo com o relatório, o dinheiro foi entregue ao funcionário de confiança de Oliveira, José Laudenor da Silva, conhecido como “Dinho”, durante um encontro com o operador. Para a PF, os valores tinham como destinatário final o ex-ministro.

Segundo a corporação, Ahmed Mohamad Oliveira foi identificado nas comunicações internas e nas planilhas contábeis da organização criminosa pelos codinomes “Abou Yasser”, “Yabo”, “São Paulo” e “O Ministro”.

A PF sustenta que o então ministro recebeu propina para garantir a inação do INSS diante da fraude. Os investigadores também atribuem a Oliveira a transferência da gestão de um acordo de cooperação técnica para a Diretoria de Benefícios e a liberação de R$ 15,3 milhões que estavam retidos, sem exigir a documentação prevista em notas técnicas.

Aposentadoria

Oliveira teve a aposentadoria voluntária concedida em outubro do ano passado, conforme mostrou a coluna do Metrópoles de Tácio Lorran.

O ex-ministro era servidor de carreira e ocupava o cargo de técnico do Seguro Social no INSS, com remuneração de R$ 11.705,84. Com a aposentadoria, passou a receber integralmente esse valor.

Publicado por: Chico Gregorio


15/07/2026
09:09

Presidente Lula, 17 de junho de 2026

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) trouxe um conjunto de números que merece ser lido além da manchete óbvia – “Lula lidera todos os cenários”. Tomados em conjunto, esses dados sugerem algo mais ousado: a possibilidade real de que a eleição de 2026 seja decidida já no primeiro turno, e que os estrategas da campanha do presidente Lula já estejam desenhando essa rota como plano principal, não como cenário secundário.

Os números do primeiro turno mostram Lula com 40% das intenções de voto contra 28% de Flávio Bolsonaro, seu principal adversário – uma vantagem de 12 pontos percentuais. Todos os demais candidatos, incluindo Flávio, somam 41%. O que, dentro da margem de erro da própria pesquisa nos permite dizer que há a possibilidade de vitória de Lula na primeira volta.

No segundo turno simulado, a diferença também cresceu: de 44% a 38% em junho para 45% a 37% agora, ampliando o intervalo de 6 para 8 pontos. O movimento é duplo e coerente: Lula cresce, e o principal rival perde fôlego até dentro do seu próprio campo – a intenção de voto em Flávio entre a direita não bolsonarista recuou de 82% para 74%.

É esse tipo de trajetória, e não um salto isolado, que costuma abrir espaço para se cogitar a hipótese de resolver tudo em 4 de outubro. Vencer no primeiro turno evitaria um mês a mais de campanha, reduzindo custos, e sobretudo, tiraria da oposição o tempo que ela mais precisa: o de consolidar um nome único contra Lula. Não é implausível que os estrategistas do PT estejam, neste momento, calculando o quanto ainda falta para conquistar uma maioria  – e organizando as alianças e a comunicação de Lula para acelerar esse caminho, em vez de administrar com cautela uma disputa de segundo turno já favorável.

Há, porém, um dado que passou quase despercebido e que é decisivo para entender por que esse cenário pode ser construído: uma fatia relevante do eleitorado – próxima da metade – não tomou conhecimento do vídeo em que Michelle Bolsonaro acusa Flávio de tê-la desrespeitado. Ou seja, o desgaste político do episódio ainda está em curso, não esgotado. Entre os que já formaram opinião, o resultado é extremamente desfavorável a Flávio: 42% concordam mais com Michelle, contra 18% que ficam do lado do senador. Se a repercussão continuar se espalhando nas próximas semanas – e crises familiares tendem a ganhar tração lenta, não instantânea -, a rejeição a Flávio tem mais chão para crescer do que para recuar.

O outro dado que sustenta a tese é a aprovação do governo: pela primeira vez desde dezembro de 2024, os que aprovam (48%) superam os que desaprovam (47%), invertendo o quadro dos meses anteriores. Na avaliação do trabalho de Lula, positiva e negativa empataram tecnicamente em 36%, quando antes a negativa vinha na frente com folga. Não é uma virada arrasadora, mas é o tipo de inflexão que, somada à ampliação da vantagem eleitoral, indica que o governo recuperou a iniciativa numa hora estratégica do calendário.

E há um fator que ainda não apareceu pesado nesta rodada, mas deve aparecer na próxima: o tarifaço de Trump entrando plenamente em vigor. A pesquisa mostra que o núcleo bolsonarista segue sendo associado à origem da crise tarifária. Se essa percepção se aprofundar à medida que os efeitos econômicos concretos da tarifa chegarem ao consumidor e ao exportador, é razoável esperar mais desgaste para Flávio, justamente o nome que a família e os aliados de Washington ajudaram a blindar.

Nenhum desses fatores garante, isoladamente, uma vitória no primeiro turno – Lula ainda está a 10 pontos de uma maioria absoluta e o campo de centro-direita e direita segue fragmentado, mas não anulado. Mas a combinação de crescimento eleitoral, recuperação de aprovação, crise na família Bolsonaro ainda não plenamente digerida pelo eleitorado e um cenário externo que tende a piorar para o adversário é exatamente o tipo de janela que campanhas competentes tendem a aproveitar. Não seria surpresa se, no próximo período, o discurso do Planalto passasse a soar cada vez mais ambicioso – e cada vez menos disposto a esperar pelo final de outubro.

Publicado por: Chico Gregorio


15/07/2026
09:05

247 – O presidente Lula (PT) ampliou a vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência. Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 37% do candidato do PL, abrindo oito pontos de diferença na rodada de julho da pesquisa Genial/Quaest.

Segundo o levantamento, 14% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam às urnas. Outros 4% permanecem indecisos. Os dados integram a 27ª rodada da pesquisa nacional Genial/Quaest, realizada em julho de 2026.

Distância cresce de seis para oito pontos

A nova rodada indica uma ampliação da vantagem de Lula em relação ao levantamento anterior. Em junho, o presidente tinha 44% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 38%, uma diferença de seis pontos.

Em julho, Lula avançou um ponto percentual e chegou a 45%. Flávio, por sua vez, recuou de 38% para 37%. Com os movimentos, a distância entre os dois passou para oito pontos percentuais.

A série histórica mostra uma mudança no cenário desde abril, quando Flávio Bolsonaro aparecia numericamente à frente, com 42%, ante 40% de Lula. O presidente retomou a liderança em maio, com 42% contra 41%, e ampliou a diferença nas duas rodadas seguintes.

Lula avança entre eleitores independentes

O recorte por posicionamento político mostra que Lula mantém apoio quase unânime entre os entrevistados que se declaram lulistas e ampla vantagem entre os eleitores de esquerda que não se identificam diretamente com o presidente.

Entre os independentes, grupo que corresponde a 33% da amostra, Lula aparece com 40% das intenções de voto no segundo turno. Flávio Bolsonaro registra 27%, enquanto 26% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não compareceriam. Outros 7% estão indecisos.

Flávio concentra seu melhor desempenho entre os bolsonaristas e os eleitores de direita não bolsonarista. No primeiro grupo, o senador alcança 91%; no segundo, registra 74%. Lula tem 2% e 6%, respectivamente, nesses segmentos.

Presidente também abre 12 pontos no primeiro turno

A vantagem de Lula também aparece na simulação estimulada para o primeiro turno. O presidente lidera com 40%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 28%, uma diferença de 12 pontos percentuais.

Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 4%, seguido por Renan Santos (Missão), com 3%, e Romeu Zema (Novo), com 2%. Cabo Daciolo (Mobiliza), Augusto Cury (Avante), Joaquim Barbosa (DC) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Os demais nomes não pontuaram.

Os indecisos representam 11% dos entrevistados, e 8% disseram que votariam em branco, anulariam ou não iriam votar. Na rodada anterior, Lula tinha 39% e Flávio aparecia com 29%, o que mostra crescimento de um ponto para o presidente e recuo equivalente para o senador.

Lula lidera no Nordeste e entre eleitores mais velhos

No cenário de primeiro turno, Lula tem seu melhor desempenho no Nordeste, onde alcança 55%, contra 24% de Flávio Bolsonaro. O presidente também lidera no Sudeste, com 35% a 28%, e no agrupamento formado por Centro-Oeste e Norte, com 39% a 24%.

Flávio fica à frente no Sul, onde registra 37%, ante 29% de Lula.

O presidente também lidera entre homens e mulheres. No eleitorado masculino, Lula tem 42%, contra 30% de Flávio. Entre as mulheres, o placar é de 38% a 25%.

Por faixa etária, Lula chega a 48% entre os brasileiros com 60 anos ou mais. Flávio tem 27% nesse segmento. Entre os eleitores de 35 a 59 anos, o presidente marca 40%, contra 26% do senador. A disputa é mais equilibrada entre os jovens de 16 a 34 anos: 34% para Lula e 30% para Flávio.

Voto em Lula mostra maior consolidação

A pesquisa também perguntou aos entrevistados se a escolha para presidente era definitiva ou ainda poderia mudar. No conjunto do eleitorado que declarou um candidato, 65% afirmaram que o voto é definitivo, enquanto 35% admitiram a possibilidade de mudança.

Entre os eleitores de Lula, 77% dizem estar decididos e 23% ainda podem alterar a escolha. No caso de Flávio Bolsonaro, 62% consideram o voto definitivo e 37% reconhecem que podem mudar até a eleição.

Os dados sugerem que, além de liderar os cenários de primeiro e segundo turnos, Lula possui neste momento uma base eleitoral mais consolidada que a do principal adversário.

Flávio tem rejeição maior

Outro indicador favorável ao presidente aparece no levantamento sobre potencial de voto e rejeição. Lula é conhecido e teria o voto de 47% dos entrevistados, enquanto 50% afirmam conhecê-lo, mas descartam apoiá-lo.

Flávio Bolsonaro tem potencial de voto de 38%. A parcela que conhece o senador, mas não votaria nele, chega a 57%, sete pontos acima da rejeição registrada por Lula.

Na pergunta espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula aparece com 26%, contra 14% de Flávio. A maioria, no entanto, ainda não definiu espontaneamente seu candidato: 54% se declararam indecisos.

Aprovação de Lula chega a 48%

O desempenho eleitoral ocorre em meio à recuperação da avaliação do presidente. A aprovação do trabalho de Lula chegou a 48%, enquanto a desaprovação ficou em 47%. Outros 5% não souberam ou não responderam.

Em junho, 47% aprovavam o presidente e 48% desaprovavam. A rodada de julho, portanto, registrou uma inversão numérica dos indicadores, embora os resultados estejam tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

A Genial/Quaest entrevistou presencialmente 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-07181/2026.

Publicado por: Chico Gregorio


15/07/2026
08:56

A estratégia do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) de intensificar os ataques ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aumentou significativamente sua visibilidade nas redes sociais.

Levantamento da AP Exata, obtido pelo Estadão, mostra que o volume de menções ao pré-candidato cresceu 446,3% nos últimos cinco dias, sem aumento proporcional das citações negativas.

Nos últimos dias, Caiado passou a questionar diretamente Flávio Bolsonaro, comparando-o a Lula, criticando sua candidatura e defendendo que o Brasil precisa de um presidente com liderança própria, sem depender da influência do pai, Jair Bolsonaro.

Segundo a consultoria, a ofensiva colocou Caiado no centro do debate da direita e ampliou sua exposição entre eleitores conservadores insatisfeitos com o bolsonarismo, apesar das críticas da base mais fiel de Flávio, especialmente após a escolha de Gilberto Kassab como vice na chapa do PSD.

A avaliação é que a estratégia ajudou Caiado a superar um de seus principais desafios: o baixo nível de conhecimento do eleitorado sobre sua candidatura.

Laurita Arruda***

Publicado por: Chico Gregorio