Foto: Reprodução/Polêmica Paraíba
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Na última sexta-feira (6), a Primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou a denúncia contra o pastor Silas Malafaia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Alexandre de Moraes votou pelo recebimento da acusação.

Além de Malafaia, outros aliados políticos e pessoas próximas ao ex-presidente Bolsonaro estão sendo investigados ou enfrentando processos em andamento pelo Supremo. Por decisão de Moraes, o ex-presidente não cumprirá prisão domiciliar e continuará pagando pena na Papudinha.

A denúncia foi realizada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, em 18 de dezembro devido as declarações que o pastor fez contra os generais de quatro estrelas do Alto Comando do Exército, incluindo o general Tomás Paiva.

Malafaia chamou os generais de “cambada de frouxos” e “cambada de covardes”, também afirmou que os militares seriam “omissos” e não “honrariam a farda que vestem” em um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, em abril de 2025.

O julgamento não analisa culpa ou inocência, mas apenas se há indícios mínimos para a abertura de uma ação penal. Caso a maioria dos ministros acompanhe o relator, Malafaia passará à condição de réu e responderá a processo criminal no Supremo.

Outro integrante, Eduardo Bolsonaro, responde a processo no Supremo pelo crime de coação no curso do processo. A ação penal foi aberta em fevereiro pelo STF e a denúncia realizada em setembro de 2025 pela PGR, sendo aceita apenas em novembro.

Polêmica PB