10/10/2026
09:31

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Cadu de Lula (PT) negou que sua chegada ao segundo turno tenha sido resultado do uso da máquina pública estadual e afirmou que sua campanha dispõe de uma estrutura menor do que a do adversário Allyson Bezerra (União).

Ex-secretário estadual da Fazenda, o petista rebateu a acusação do adversário, que afirmou no início desta semana que “a máquina do Estado moeu” em prol de Cadu no primeiro turno.

Cadu de Lula durante entrevista
Candidato Cadu de Lula (PT) prega diálogo com eleitores de Álvaro Dias (PL) — Foto: José Aldenir/Agora RN

“A gente fez uma campanha honesta, uma campanha no olho no olho, no pé no chão. Eu rodei esse estado todinho. Uma campanha de tostão contra milhão”, declarou. Cadu apresentou o contato direto com os eleitores como a principal característica de sua mobilização e argumentou que a diferença de estrutura entre as candidaturas poderia ser percebida nas ruas, pela quantidade de material de propaganda.

Cadu dirigiu críticas ao ex-prefeito de Mossoró. “É um cara de pau, me desculpe”, afirmou. Na sequência, questionou a conduta de aliados do adversário durante a campanha.

O petista mencionou vídeos que, segundo ele, mostram um prefeito aliado de Allyson condicionando serviços públicos ao voto. Também citou um episódio em Baraúna envolvendo dinheiro e material eleitoral, que associou a uma possível compra de votos. As referências foram apresentadas pelo candidato como contraponto à acusação de uso da máquina estadual. “Não tem nada disso da gente”, afirmou.

Ao insistir na comparação entre as campanhas, Cadu disse que a candidatura adversária construiu uma imagem que estaria sendo questionada pelo eleitorado. “Allyson é um personagem que, aos poucos, o Rio Grande do Norte está percebendo quem é”, declarou. O candidato associou sua expectativa de vitória ao que considera reconhecimento de sua postura política. “Eu tenho certeza de que o Rio Grande do Norte, no dia 25, vai votar em quem tem verdade, compromisso e honestidade.”

A defesa da honestidade também apareceu quando Cadu tratou de sua passagem pelo governo Fátima Bezerra (PT). Ex-secretário da Fazenda, afirmou que sua trajetória permite ao eleitor avaliar como pretende conduzir o Executivo. “Não tive nenhum escândalo de corrupção. Cuidei do dinheiro do nosso povo por sete anos e quatro meses. Vivo do mesmo jeito”, disse.

Segundo o candidato, o exercício da função pública não modificou seu padrão de vida nem sua forma de se relacionar com as pessoas. Cadu afirmou que pretende manter esse comportamento caso seja eleito e destacou que circula acompanhado de assessor, sem uma grande estrutura de segurança. “Vou ser eleito governador e vou continuar exatamente a mesma pessoa que eu sempre fui”, declarou.

O petista também citou sua relação com o setor empresarial como exemplo de diálogo sem exigência de contrapartida política. Disse que, durante sua atuação na Fazenda, manteve interlocução com pessoas que apoiavam e com pessoas que se opunham ao governo. Ao mencionar políticas de incentivos fiscais, afirmou que empresários de direita foram beneficiados. “A gente nunca pediu nada em troca”, ressaltou.

Apoios no segundo turno

Para o segundo turno, Cadu disse que essa experiência de interlocução orientará a busca de apoios fora de sua base original. O candidato relatou que tem recebido lideranças municipais em seu escritório e afirmou que a movimentação se intensificou depois do primeiro turno. “A gente tem recebido uma avalanche de apoios. Eu não tenho parado de receber”, declarou, citando prefeitos e vereadores.

Questionado sobre prefeitos que receberam apoio do governo estadual, mas escolheram outras candidaturas, Cadu afirmou que não pretende concentrar a nova etapa da campanha nas divergências anteriores. “Passou. Eu acho que eles fizeram escolhas, e a gente, na vida, quando faz escolhas, arca com as consequências”, disse.

O candidato acrescentou que, em alguns municípios, a escolha do eleitorado não acompanhou a posição dos gestores. “O governo foi muito correto com várias prefeituras, eles optaram outro caminho. Em muitos desses municípios, o povo deu a resposta. Mas isso passou”, afirmou. Disse que sua prioridade agora é ampliar a mobilização para o segundo turno.

A abertura ao diálogo, segundo Cadu, também alcança eleitores de direita que votaram em outras candidaturas, como a de Álvaro Dias (PL). O petista afirmou que buscará apresentar suas propostas a esse público, mas descartou abandonar sua identificação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Eu tenho um lado. Eu sou candidato do presidente Lula, defendo todas as bandeiras do presidente Lula, e eu não abro mão disso.”

Cadu argumentou que ter uma posição política definida não impede conversar com quem pensa diferente. “A gente não precisa brigar pela questão política. A gente precisa respeitar o pensamento de cada um”, declarou. Ele também pediu que eleitores que não apoiam Lula conheçam suas propostas. “Os que não votam também, que deem uma olhada no nosso projeto”, afirmou, reiterando que pretende ampliar sua votação pelo diálogo e pela apresentação de sua trajetória.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2026
09:28

O Ministério Público do Rio Grande do Norte e a Polícia Civil investigam o caso de uma criança filmada segurando uma arma durante uma comemoração de apoiadores de Flávio Bolsonaro, em Parnamirim, na região metropolitana de Natal.

Ainda não há confirmação de que o objeto exibido pelo menino seja uma arma de fogo verdadeira ou uma réplica.

O MPRN abriu dois procedimentos, que tramitam sob sigilo por envolverem uma criança. A apuração busca verificar eventuais responsabilidades e garantir a proteção do menor.

A Polícia Civil informou que os responsáveis já foram identificados e que o Conselho Tutelar acompanha o caso.

Fonte: Congresso em Foco

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2026
09:24

Neto Querizo***

Fiquei um pouco surpreso quando recebi, nesta sexta-feira pela manhã, no meu feed do Instagram, um longo vídeo de Allyson Bezerra explicando sua posição sobre o voto para a Presidência da República.

No vídeo, Allyson mostrava duas fotos: uma com Jair Bolsonaro, em Brasília, e outra com Lula, no aeroporto de Mossoró. Ele tentava explicar que sua postura é manter uma relação institucional com quem estiver na Presidência da República e que, por isso, não seria necessário declarar se vota neste ou naquele candidato.

Fiquei surpreso porque, durante toda a campanha, Allyson pouco falou sobre seu voto presidencial. Respondia a contragosto, nos debates, às perguntas sobre em quem votaria para presidente. Era um assunto do qual procurava sempre fugir.

Vendo o vídeo e a longa justificativa, pensei com meus botões: aí tem coisa!

Fiquei ainda mais surpreso quando, no final da tarde, chegou até mim um novo vídeo de Allyson, tão longo quanto o da manhã e abordando a mesma temática. Nesse novo vídeo ele mostrava três governadores eleitos em outros estados que não precisaram declarar o voto para presidente. Mais uma extensa explicação sobre os motivos pelos quais não declarava apoio a Lula ou a Bolsonaro.

Durante as campanhas, os partidos utilizam um sistema de pesquisas rápidas, conhecido como tracking, que busca identificar a opinião dos eleitores sobre os assuntos do momento e avaliar como o candidato deve se posicionar diante dos temas que dominam o noticiário.

Eu já havia percebido que o tracking de Allyson, no primeiro turno, provavelmente indicou a necessidade de reforçar sua campanha em Natal. De repente, Allyson mudou sua agenda e passou a priorizar andanças nos bairros e ruas da capital.

Se foi essa a indicação, o tracking estava certo. O resultado das urnas mostrou que, de cada quatro eleitores de Natal, apenas um votou em Allyson.

Não tenho dúvidas de que as pesquisas instantâneas de Allyson devem ter sinalizado que o “bicho estava pegando” nessa questão do voto para presidente. Daí, na minha avaliação, a necessidade de gravar dois vídeos tentando explicar sua posição ao eleitorado.

Está muito claro que a polarização nacional chegou com força aos estados onde haverá segundo turno. A vinculação entre o voto estadual e o voto presidencial, seja em Lula ou em Flávio Bolsonaro, tornou-se um elemento importante da disputa.

E Allyson pode ter sido alertado de que, sem uma identificação mais clara com Lula ou com Flávio, o samba ficou atravessado. Há o risco de que eleitores de Lula no Rio Grande do Norte decidam casar o voto com Cadu. O 13 duas vezes.

Na minha avaliação, somente uma preocupação dessa natureza justificaria Allyson ter gravado dois vídeos no mesmo dia, tentando explicar sua posição sobre um tema que evitou durante todo o primeiro turno.

Eu só não sei qual foi a dimensão do problema identificada pelas pesquisas rápidas.

No caso do voto do natalense no primeiro turno, o resultado revelou uma realidade avassaladora para Allyson: apenas um voto a cada quatro eleitores.

E, agora, no caso da vinculação entre Lula e Cadu, qual será o alcance desse movimento no segundo turno?

Allyson já parece ter essa resposta.

Nós, ainda não.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2026
09:13

Eriko Jácome (@erikojacome) • Facebook

Eriko Jácome parece ter cometido um dos erros mais clássicos da política: contar com a vitória antes da abertura das urnas. Durante a campanha para deputado estadual, agiu como se sua eleição estivesse garantida e permitiu que sua sucessão na presidência da Câmara Municipal de Natal fosse articulada antecipadamente. O problema é que as urnas não confirmaram suas expectativas. Eriko não conseguiu se eleger deputado estadual e terminou a disputa politicamente menor do que começou, perdendo também o comando da Câmara. O excesso de confiança cobrou seu preço.

Agora, seu futuro político passa a depender de uma combinação de fatores que já não estão sob seu controle. Na hipótese de vitória de Allyson Bezerra para o Governo do Estado, Eriko precisaria que algum deputado estadual assumisse uma secretaria, abrindo espaço na Assembleia Legislativa, desde que sua posição na suplência permitisse a convocação. Ou seja, quem entrou na campanha se imaginando deputado eleito agora depende da vitória de outro candidato e de uma eventual composição administrativa para chegar à Assembleia. Na política, o salto alto costuma produzir quedas dolorosas. No caso de Eriko, sobrou salto alto e faltou mandato.

Bruno Barreto***

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2026
09:10

Flávio Bolsonaro e Lula

Ricardo Noblat – Metrópoles – Sabe por que Lula ficou atrás de Flávio Bolsonaro no primeiro turno? Porque teve menos votos do que ele, simples assim. Sabe o que ele terá de fazer para derrotar Flávio? Simples: ser mais votado do que Flávio no segundo turno. Toda eleição em uma democracia se resume a isso.

Em regimes autoritários é diferente: se necessário, as regras são alteradas para beneficiar o mandachuva. Foi assim no Brasil entre 1964 e 1985. É assim na Nicarágua, em Cuba e na Rússia. Deixou de ser assim recentemente na Hungria de Viktor Orbán, por sinal dileto amigo do clã Bolsonaro.

Se dependesse de Donald Trump, assim seria nos Estados Unidos, onde ele oferece um bônus de 5 mil dólares aos americanos se o Partido Republicano vencer as eleições de novembro próximo. Até hoje, Trump não reconhece os resultados da eleição que perdeu para o democrata Joe Biden em novembro de 2020. Diz que foi roubado.

Aqui, Jair Bolsonaro também não reconheceu os resultados da eleição que perdeu para Lula em 2022. Trump tentou dar um golpe por lá, mas nunca foi preso. Bolsonaro foi condenado e preso porque tentou o mesmo aqui. Para não continuar preso, Bolsonaro escalou Flávio para ser candidato a presidente e, se eleito, suspender sua pena.

Na primeira pesquisa Datafolha do segundo turno, divulgada ontem à noite, Flávio apareceu com 52% das intenções de votos válidos, contra 48% de Lula. Dada a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, isso configura um empate técnico. A campanha de Lula esperava uma diferença maior a favor de Flávio e, por isso, comemorou. A de Flávio também.

Por enquanto, essa é uma eleição aberta, sem vencedor definido, a 17 dias do seu final. No primeiro turno, Flávio teve 2.224.965 votos a mais do que Lula. Agora, segundo o Datafolha, estaria, em números redondos, com uma vantagem de 3.529.000 votos. Seu pai, há quatro anos, perdeu para Lula por uma diferença de 2.139.645 votos.

A de 2022 foi a eleição mais apertada da história do Brasil. A segunda mais apertada foi a de 2014, travada no segundo turno por Dilma Rousseff e Aécio Neves. Na primeira pesquisa de intenção de voto, Aécio saiu na frente e assim se manteve por um bom tempo. Dilma acabou vencendo com 51,64% dos votos válidos.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2026
09:09

Foto: cedida

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, estará em Natal neste sábado (10) para participar de uma caminhada ao lado de Cadu de Lula (PT), que disputa o segundo turno das eleições para o Governo do Rio Grande do Norte contra Allyson Bezerra (União Brasil).

A atividade faz parte da mobilização de campanha intitulada “Brasil Pronto pra Mais” e terá início às 10h, na Avenida Coronel Estevam, nas proximidades da Paróquia de São Sebastião, no bairro do Alecrim. A concentração dos participantes está prevista para começar às 8h.

Além de Lula e Cadu, a caminhada contará com a presença da governadora Fátima Bezerra (PT), da senadora eleita Samanda de Lula (PT), de parlamentares eleitos e em exercício de mandato, além de outras lideranças políticas e apoiadores.

A visita de Lula ocorre na primeira semana de campanha do segundo turno das eleições de 2026, quando o presidente também disputa a reeleição ao Palácio do Planalto. No Rio Grande do Norte, o PT busca eleger Cadu Xavier para suceder Fátima Bezerra no comando do Executivo estadual.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2026
09:07

Foto: cedida/Bruno barreto***

Ele saiu da condição de subestimado e desconhecido para a de candidato com chances reais de vencer as eleições no segundo turno.

Cadu de Lula (PT) inicia o segundo turno sabendo que precisa reverter uma desvantagem de apenas 15 mil votos.

Esse sentimento de virada contaminou o Rio Grande do Norte e se refletiu na quantidade de apoios que chegam ao palanque petista.

A cada vídeo atualizado nas redes sociais que vejo, há uma liderança anunciando que apoia Cadu.

O viés para Cadu é de alta.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2026
09:06

Foto: Lucas Bulcão/Bruno Barreto***

Allyson não esperava menos do que os mais de 113 mil votos que recebeu quando foi reeleito prefeito de Mossoró em 2024.

Perdeu mais de 31 mil votos num cenário em que não competia pelo Governo do RN com figuras da política mossoroense.

Mais do que isso, em relação aos votos totais, ele recebeu o endosso de 43% dos mossoroenses, o que anula o discurso de que a aprovação estratosférica se mantém resiliente.

A título de comparação, Rosalba teve 84,93% dos votos válidos.

Mas o que explica esse desempenho?

Acredito que seja a fadiga do modelo de marketing agressivo que sempre gera questionamentos nas redes sociais, o surgimento de uma oposição consistente e popular na figura do vereador Cabo Deyvison (PL), os constantes problemas na saúde, obras entregues apresentando problemas logo após as inaugurações e, no contexto eleitoral, a apresentação de um candidato de esquerda identificado com este campo, diferente do que aconteceu com Lawrence Amorim (PSDB) nas eleições de 2024.

Além disso, Allyson não conseguiu unificar Mossoró em torno dele como Rosalba fez em 2010, quando até eleitores do grupo da então deputada federal Sandra Rosado (PSB) votaram nela em nome de eleger uma governadora de Mossoró.

O crescimento da rejeição a Allyson no plano local impediu o surgimento desse sentimento.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2026
09:04

Foto: reprodução/Brunno Barreto***

Favoritaço antes do início das eleições, o ex-prefeito Allyson Bezerra (UB) agora se viu numa situação inédita em sua curta e vitoriosa carreira política: a da ameaça de derrota.

Pela primeira vez ele foi surpreendido, em vez de surpreender.

O fim da disputa para o Governo do Estado com o quadro de empate na disputa com Cadu de Lula (PT) é completamente assustador para quem se acostumou a estar na frente e tinha até domingo a sensação de estar numa ascensão eterna.

Allyson detectou o problema e o atribui ao “Fator Lula”, uma ficha que caiu após meses subestimando a possibilidade de perder o eleitorado lulista para um candidato petista.

O “Fator Lula” torna-se mais preocupante no segundo turno, com a possibilidade de virada de voto.

Allyson corre para apagar o incêndio com vídeos, escalando aliados para associar o nome dele ao do presidente e, ao mesmo tempo, batendo sem dó em Cadu.

Internamente, ele administra a insatisfação de aliados derrotados, como o vice-governador Walter Alves (MDB), a senadora Zenaide Maia (PSD) e o deputado federal Robinson Faria (PP).

Até mesmo vitoriosos já dão sinais de que vão cruzar os braços.

Allyson sabe que o segundo turno não será um passeio rumo à Governadoria.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2026
09:02

Exportações potiguares somaram US$ 85,6 milhões em setembro, com destaque para ouro, melancias e melões; estado registrou o terceiro maior saldo comercial do Nordeste no mês (Foto: Sandro Menezes)

O comércio exterior do Rio Grande do Norte manteve desempenho positivo em setembro de 2026, com exportações de US$ 85,6 milhões e importações de US$ 27,3 milhões. O resultado foi um superávit comercial de US$ 58,3 milhões, que colocou o estado na terceira posição entre os estados do Nordeste com os maiores saldos da balança comercial no período.

Os dados integram o 24º Boletim da Balança Comercial do Rio Grande do Norte, elaborado com base em informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No acumulado de janeiro a setembro de 2026, a corrente de comércio internacional do estado — soma das exportações e importações — ultrapassou US$ 1,3 bilhão, representando crescimento de 22% em relação ao mesmo período de 2025. No mesmo intervalo, o saldo comercial registrou aumento de 46%, reforçando a participação das relações comerciais internacionais na dinâmica econômica potiguar.

Ouro e fruticultura lideram as exportações

A pauta exportadora de setembro foi marcada pela participação dos setores mineral, energético e da fruticultura. O bulhão dourado em formas brutas liderou as vendas externas, movimentando US$ 34,4 milhões. Na sequência, apareceram as melancias frescas, com US$ 12,7 milhões, e os melões frescos, com US$ 9,7 milhões.

Também se destacaram outros óleos combustíveis, com US$ 7,4 milhões, e os minérios de tungstênio, que alcançaram US$ 3 milhões. Juntos, os cinco principais produtos responderam por 78,5% do total exportado pelo Rio Grande do Norte no mês.

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Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2026
09:01

Senador revelou que Allyson recusou apoiar Flávio Bolsonaro

O senador Rogério Marinho (PL) anunciou, nesta sexta-feira (9), que o Partido Liberal não apoiará oficialmente nenhum dos candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte no segundo turno. Apesar disso, liberou as lideranças da legenda para aderirem individualmente à campanha de Allyson Bezerra (União Brasil), adversário de Cadu Xavier (PT).

A decisão foi anunciada após conversas com Allyson Bezerra. Segundo Rogério, o PL chegou a manifestar disposição de apoiar o ex-prefeito de Mossoró, mas o entendimento não avançou porque o candidato do União Brasil não aceitou declarar apoio a Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial.

“Uma vez que nós fomos procurados pelo candidato Allyson Bezerra, nós dissemos a ele que poderíamos apoiá-lo, já que nós não vamos votar no PT. Mas ele nos colocou que não tinha como assumir a candidatura”, relatou Marinho.

Apesar da ausência de uma aliança formal, o senador sinalizou que não haverá impedimento para que os integrantes do PL apoiem Allyson.

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Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2026
10:56

Crédito da foto: ReproduçãoAllyson Bezerra com o aliado deputado Robinson Faria no primeiro turno

César Santos/Jornal de Fato.

SILÊNCIO É A CONFISSÃO

A estratégia de Allyson Bezerra (União Brasil) de evitar um posicionamento sobre a disputa presidencial está correta.

Deu certo no primeiro.

Allyson mordeu uma fatia importante dos 59,75% dos votos de Lula (PT) no RN; e beliscou um pedaço dos 34,77% de Flávio Bolsonaro (PL).

Só que, no segundo turno, a polarização entre o lulismo e o bolsonarismo parece inevitável. Quem é Lula vota em Cadu de Lula; quem não é, vota no adversário.

Cadu vai dizer isso, e repetir à exaustão, para deixar claro ao eleitor de Lula que ele é o candidato do presidente a governador do estado.

Por mais que Allyson evite declarar o voto a Flávio Bolsonaro, essa condição estará posta naturalmente.

No primeiro turno foi fácil disfarçar porque havia outra candidatura de direita, a de Álvaro Dias (PL). Agora não tem Álvaro.

Na cabeça do eleitor ficará claro no decorrer do segundo turno: Cadu é de Lula e o adversário, no caso Allyson, é de Flávio Bolsonaro.

O silêncio de Allyson sobre o seu voto a presidente é a confissão.

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2026
10:32

Imagem

Novo equipamento esportivo foi entregue à população nesta quinta-feira (8), com a presença de autoridades, familiares do homenageado e moradores. A programação também contou com comemoração do Dia das Crianças e show de Mara Dias.

São José do Seridó ganhou, nesta quinta-feira (8), um novo espaço dedicado ao esporte, ao lazer e à convivência comunitária. A inauguração da Areninha Potiguar, localizada na Rua Cícero Dantas, nas proximidades do CMEI, marcou a entrega de mais um equipamento esportivo à população do município.

O espaço recebeu o nome do saudoso desportista Nayron Felipe, que faleceu prematuramente em 2024. A homenagem busca preservar a memória do jovem, cuja história permanece ligada às lembranças de familiares, amigos e pessoas da comunidade.

 

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Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2026
10:28

Foto: Reprodução/Paulo Pinto/Agência Brasil e Reprodução
Foto: Reprodução/Paulo Pinto/Agência Brasil e Reprodução

O Partido Liberal (PL), legenda do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, foi o partido que acumulou mais votos na seção eleitoral instalada no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, durante o primeiro turno das eleições de 2026. Ao somar os votos recebidos por seus candidatos aos diferentes cargos em disputa, a sigla chegou a 233 votos.

O levantamento considera as disputas para presidente da República, Senado Federal, Câmara dos Deputados e Câmara Legislativa do Distrito Federal. Apesar do resultado geral favorável ao PL, o candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu mais votos que Flávio Bolsonaro na seção.

PL lidera votação na Papuda com Michelle Bolsonaro em destaque

Na disputa pelo Senado, Michelle Bolsonaro (PL) foi a candidata mais votada, com 68 votos. Em seguida, apareceram Erika Kokay (PT), com 62, e Leila do Vôlei (PDT), com 58. Outra candidata do PL, Bia Kicis, recebeu 54 votos. Juntas, Michelle e Bia somaram 122 votos.

Para a Câmara dos Deputados, os candidatos do PL receberam 23 votos na seção eleitoral. Já na disputa pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, a legenda contabilizou 18 votos. O partido não teve candidato ao governo do DF.

Polêmica PB***

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2026
10:22

PF é acionada por suspeita de trama para prejudicar Lula envolvendo Vorcaro e aliados de Flávio
Os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida, do grupo Prerrogativas, apresentaram uma notícia de fato à Polícia Federal pedindo investigação urgente sobre uma possível articulação entre o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e pessoas ligadas à campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para interferir no segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, e prejudicar as investigações sobre o escândalo financeiro.

O documento, datado de quinta-feira (8), relata que um HD contendo depoimento atribuído a Vorcaro teria sido entregue a terceiros com acusações contra adversários políticos de Flávio, integrantes do governo Lula e ministros de Estado.

Os advogados suspeitam que o material possa ser utilizado para atingir o presidente Lula às vésperas da votação, sem tempo suficiente para verificar as acusações ou apresentar respostas.

A representação afirma que as acusações não teriam respaldo em provas e fazem parte de uma estratégia para desviar o foco das investigações do Banco Master.

Os próprios autores esclarecem, porém, que não tiveram acesso à gravação e pedem à PF que confirme sua existência, conteúdo e origem.

A suspeita ganhou relevância após a divulgação de que Vorcaro, preso preventivamente desde março, estaria negociando uma entrevista exclusiva com emissoras de televisão.

Segundo a Folha de S. Paulo, intermediários do banqueiro procuraram a Globo, enquanto a Record também demonstrou interesse.

A preferência seria pela emissora que oferecesse maior tempo de exibição. Qualquer gravação dentro da unidade prisional dependeria de autorização judicial.

Em declaração à Folha, Marco Aurélio, coordenador do Prerrogativas e integrante da coordenação da campanha de Lula, afirmou ter recebido informações de que Vorcaro teria sido estimulado a prestar um depoimento envolvendo o financiamento de um documentário sobre o presidente, dirigido pelo cineasta Oliver Stone.

O banqueiro teria recebido a promessa de prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica após as eleições, enquanto seu pai, Henrique Vorcaro, seria libertado imediatamente.

O documentário Lula, dirigido por Oliver Stone, foi lançado em 2024. Marco Aurélio negou que a produção tenha recebido recursos de Vorcaro e afirmou que a suposta acusação buscaria estabelecer uma comparação com os repasses destinados ao filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro.

Fonte: ICL

Publicado por: Chico Gregorio