09/03/2026
08:54

No próximo domingo, 08 de março, data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, Caicó receberá uma ação que une esporte, conscientização e mobilização social. O Instituto Professora Júlia Medeiros, em parceria com o Pace com Charme e a Secretaria Municipal do Trabalho, Habitação e Assistência Social (SEMTHAS) de Caicó, promoverá o treinão da corrida “Pelo fim da violência contra a mulher”.

A atividade terá início às 5h da manhã, com concentração em frente à Top Peças. A proposta é reunir mulheres, apoiadores e a comunidade em geral para um momento de prática esportiva aliado à reflexão sobre a importância do combate à violência de gênero.

O percurso do treinão seguirá pela BR, com ponto de hidratação no anel viário do Itans, garantindo suporte e segurança aos participantes. A iniciativa busca incentivar hábitos saudáveis e, ao mesmo tempo, ampliar o debate público sobre a proteção e os direitos das mulheres.

De acordo com os organizadores, a ação integra a programação alusiva ao Dia Internacional da Mulher, reforçando a importância de iniciativas que promovam conscientização, união e o fortalecimento das políticas de enfrentamento à violência.

Ao final da atividade, os participantes serão convidados para um café da manhã coletivo, momento de confraternização que marcará o encerramento do evento e celebrará a força, a resistência e a luta das mulheres.

A expectativa é reunir corredores, caminhantes e apoiadores em uma manhã de movimento, solidariedade e compromisso social, mostrando que o esporte também pode ser uma poderosa ferramenta de mobilização e transformação.

Publicado por: Chico Gregorio


09/03/2026
08:43

Heitor Gregorio *

O ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves anunciou neste domingo (8), por meio das redes sociais, que está retornando ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido pelo qual construiu grande parte de sua trajetória política.

Henrique foi filiado à legenda por 52 anos e exerceu 11 mandatos consecutivos como deputado federal pelo Rio Grande do Norte, permanecendo na Câmara dos Deputados por 44 anos.

Antes de voltar ao MDB, o ex-parlamentar teve uma breve passagem pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), onde esteve filiado desde 2022 até fevereiro deste ano, quando anunciou sua desfiliação. Na ocasião, ele agradeceu ao vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, de quem foi colega durante a Constituinte.

Ao anunciar o retorno ao MDB, Henrique compartilhou uma mensagem de tom emocional, relembrando sua longa história no partido:

“Feliz! Voltar à Minha Casa, 52 anos, eu e Gari! Nela cresci vendo Ulysses Guimarães e Pedroso Horta, lutei, ganhei, perdi, me levantei! Honrei meu RN e meu MDB. Voltei! Não mais definitivamente para essa política partidária e eleitoral! Missão cumprida! Mas a alegria de ser torcedor com bandeirinha verde nas mãos! Saudades, que sempre honrarei! Voltei, emoção, MDB”.

Apesar do retorno à legenda, Henrique ressaltou que não pretende voltar à disputa eleitoral, afirmando que será um torcedor com bandeirinha verde nas mãos.

Do blog CG*
Mesmo afirmando que não pretende disputar nenhum cargo político, cria-se especulações de que Henrique poderá reassumir comando do partido no RN,  no lugar do prima Walter Alves, o que poderia mudar a configuração política do partido no RN, hoje fechado com a  pré-candidatura de Alllyson Bezerra ao governo do estado.

Publicado por: Chico Gregorio


09/03/2026
08:35

 

O Complexo de Saúde Professor Severino Lopes, em Natal (RN), confirmou a suspensão de novas internações psiquiátricas reguladas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Município.

A decisão foi divulgada em nota pública pela Sociedade Professor Heitor Carrilho, entidade mantenedora da unidade.

Segundo a instituição, o contrato nº 012/2024, firmado com a Secretaria Municipal de Saúde de Natal para prestação de serviços hospitalares psiquiátricos, teve vigência encerrada em 10 de outubro de 2025.

Mesmo após o término do contrato, o hospital afirma que continuou atendendo pacientes regulados pelo SUS, mantendo internações e assumindo os custos necessários para garantir a assistência.

No entanto, desde outubro de 2025 os serviços prestados não foram pagos. De acordo com a direção do hospital, os valores deveriam ter sido quitados por meio de procedimento indenizatório, o que ainda não ocorreu.

Heitor Gregório*

Publicado por: Chico Gregorio


09/03/2026
08:27

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas da Mega-Sena do concurso 2981 sorteado neste sábado (7/3), fazendo com que o prêmio principal acumulasse para o próximo concurso.
Apesar disso, uma aposta registrada em São João do Sabugi acertou cinco números — a quina — e garantiu um prêmio de R$61.085,40.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, responsável pelas loterias federais, 41 outros apostadores pelo país também acertaram a quina e receberam prêmios semelhantes, enquanto 2.992 bilhetes fizeram a quadra e vão receber R$1.379,77.
Com o prêmio acumulado, a estimativa é de que o próximo sorteio da Mega-Sena pague um valor de R$ 60 milhões.

Publicado por: Chico Gregorio


09/03/2026
08:21

Crédito da foto divulgação: DivulgaçãoO ato ocorre às 16h, em frente à Biblioteca Orlando Teixeira – BOT, no Lado Leste do Campus Mossoró

A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) realiza, na próxima segunda-feira, 9 de março, a instalação de um Banco Vermelho, ação simbólica que integra a campanha nacional promovida pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior – Andifes de combate ao feminicídio.

O ato ocorre às 16h, em frente à Biblioteca Orlando Teixeira – BOT, no Lado Leste do Campus Mossoró, com programação cultura e aberto à comunidade acadêmica. A mesma ação será realizada também, ao longo do mês de março, nos campi de Angicos, Caraúbas e Pau dos Ferros.

A iniciativa faz parte do movimento internacional conhecido como “Banco Vermelho”, que utiliza bancos pintados na cor vermelha em espaços públicos como símbolo de memória e denúncia da violência contra as mulheres. A proposta é chamar a atenção da sociedade para o problema do feminicídio, estimulando a reflexão, o debate e a mobilização em defesa da vida das mulheres.

Para a pró-reitor de Gestão de Pessoas da Ufersa, Rannah Munay, a iniciativa insere a Ufersa no movimento social de combate à violência de gênero. “É uma questão de responsabilidade social da universidade liderar uma campanha que chame atenção da sociedade para o combate, diariamente, de qualquer forma de violência contra as mulheres”, destaca a pró-reitora.

A instalação do banco na Ufersa integra uma série de atividades institucionais voltadas à promoção dos Direitos Humanos, da igualdade de gênero e da cultura de paz dentro e fora do ambiente universitário. Além de marcar presença na campanha nacional, a ação busca sensibilizar estudantes, servidores e visitantes sobre a importância do enfrentamento à violência de gênero.

Jornal de Fato*

Publicado por: Chico Gregorio


09/03/2026
08:10

Representação do radiotelescópio BINGO (Foto: divulgação/BINGO)

O Laboratório Conjunto China-Brasil para Radioastronomia e Tecnologia, instalado na Serra do Urubu, no município de Aguiar, no Sertão da Paraíba, foi mencionado em um relatório de um comitê do Congresso dos Estados Unidos que analisa possíveis instrumentos de espionagem da China na América Latina. Ao g1, o coordenador do projeto, o físico Élcio Abdalla, negou que o local seja uma base militar e reforçou o caráter científico do local.

O laboratório instalado no Sertão da Paraíba integra o projeto internacional BINGO (Baryon Acoustic Oscillations in Neutral Gas Observations), voltado à pesquisa em radioastronomia. A iniciativa busca detectar oscilações acústicas bariônicas (BAO) por meio da observação de sinais em radiofrequência para averiguar a matéria e a energia escura do universo. O projeto reúne instituições do Brasil e da China, como o CESTNCRI, a UFCG, a UFPB e o Governo da Paraíba.

“Não tem nada a ver com aplicação militar e os chineses estão nisso numa aplicação puramente científica. Os meus colegas chineses não fazem nenhuma afirmação do ponto de vista militar”, disse Élcio.

Sobre a participação chinesa no projeto, Élcio Abdalla disse que apenas três pesquisadores de universidades do país asiático fazem parte da cúpula de comando e que o governo chinês entra apenas como apoio tecnológico e dos pesquisadores e que “se houver alguma influência, é uma influência brasileira”.

Veja a matéria completa no G1 PB.

G1 PB

Publicado por: Chico Gregorio


09/03/2026
08:04

Pode ser uma imagem de tornado, nuvem e raio
Chuva de mais de 200 mm é registrada na zona rural de Cruzeta e açude volta a sangrar após 14 anos.
A noite deste domingo (08) foi marcada por fortes chuvas em diversas comunidades rurais de Cruzeta e em áreas da região do Seridó.
De acordo com relatos de agricultores, o maior volume foi registrado no Sítio Riacho dos Jardins, na zona rural de Cruzeta, onde o acumulado ultrapassou 200 milímetros.
As precipitações também provocaram a sangria do Açude Caiçarinha, que não transbordava há cerca de 14 anos, renovando a esperança dos moradores e produtores rurais da região.
Outras localidades também registraram bons volumes de chuva.
No Sítio Caiçara da Jurema foram contabilizados 110 mm, no Sítio de Mabel 209 mm e no Recanto do Jardim 120 mm. Na Timbaúba  zona rural de Ouro Branco  choveu 43 mm em Zé Cunha, no Manhoso  zona rural de Caicó foi  17 mm.
Já no Sítio Carcará, na zona rural de Caicó, o acumulado chegou a 102 milímetros, contribuindo para a recarga de reservatórios e para o fortalecimento da atividade agrícola no Seridó.
As chuvas foram celebradas pelos agricultores, que aguardavam com expectativa um inverno mais favorável.

Publicado por: Chico Gregorio


09/03/2026
07:55

Foto: reprodução

Por João Vítor* e Barbara Costa**

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte não foi concessão das elites, nem presente de governos benevolentes. A UERN é fruto direto da luta política, da mobilização popular e, sobretudo, da ação organizada de estudantes, professores e trabalhadores que compreenderam, desde cedo, que educação pública, gratuita e de qualidade é ferramenta de emancipação da classe trabalhadora.

Defender a UERN hoje é dar continuidade a uma história de enfrentamentos contra projetos que sempre tentaram transformar o conhecimento em privilégio e a universidade em mercadoria.

A estadualização da antiga FURRN, conquistada em 1986, é prova viva disso. Nada ali foi simples ou automático. Foram meses de articulação política, caravanas, assembleias e pressão popular. Estudantes e professores ocuparam ruas, praças, rádios e parlamentos porque sabiam que sem estadualização, a universidade não sobreviveria.

Quando, em agosto daquele ano, caravanas saíram da Praça da Catedral em Mossoró rumo a Natal, não iam pedir favores. Iam exigir um direito. A presença estudantil nas mobilizações, acompanhando reuniões, audiências públicas e sessões parlamentares, foi decisiva para que a proposta avançasse simultaneamente na Assembleia Legislativa e na Câmara Municipal. E a estadualização aprovada em setembro de 1986 abriu um novo ciclo de disputas.

Desde então, a história da UERN é atravessada por tentativas recorrentes de privatização, sucateamento e desmonte. Cortes orçamentários, atrasos salariais, discursos de “ineficiência” e propostas de terceirização sempre aparecem como ferramentas do mesmo projeto neoliberal, que reduz o papel do Estado, subordina políticas públicas ao mercado e criminaliza o pensamento crítico.

Em todas essas tentativas, o movimento estudantil esteve presente. Ocupamos reitorias, pressionamos governos, dialogamos com a sociedade e construímos diálogos com sindicatos e movimentos populares. Não por acaso, a UERN se consolidou como uma universidade enraizada na realidade social do Rio Grande do Norte, formando profissionais filhos e filhas da classe trabalhadora que dificilmente teriam acesso ao ensino superior sem a universidade pública.

É justamente por isso que a UERN incomoda.

Em ano eleitoral, os ataques se intensificam. Blogs alinhados à extrema direita, políticos conservadores e setores do bolsonarismo local passaram a mirar a universidade como inimiga ideológica. A estratégia é conhecida, o que eles querem é deslegitimar a produção científica, atacar professores, criminalizar estudantes e preparar o terreno para o desmonte institucional.

Esses ataques chocam frontalmente com as conquistas recentes da universidade, especialmente a autonomia financeira e o fim da lista tríplice para escolha da reitoria. Essas vitórias não caíram do céu. Foram fruto de décadas de luta da comunidade acadêmica e de um compromisso político claro com a educação pública, assumido durante o governo de Fátima Bezerra.

Essas mudanças alteraram a relação da UERN com o Estado, garantindo mais estabilidade, planejamento e respeito à vontade democrática da comunidade universitária. Pela primeira vez, a universidade passou a ter condições reais de se autogovernar, sem chantagens orçamentárias e sem interferências políticas diretas. Com a autonomia financeira conquistada durante o governo de Fátima, a UERN também se transformou, com investimentos em infraestrutura e ampliação de políticas institucionais. Nesse mesmo período, fruto da mobilização histórica do movimento estudantil, houve avanço nos recursos destinados à assistência estudantil, fortalecendo as condições de permanência dos filhos e filhas da classe trabalhadora na universidade.

Hoje, a UERN encontra-se presente em seus 6 campi e 19 polos de educação a distância (EAD), desempenhando um papel fundamental na interiorização do ensino superior no estado. A instalação que hoje oferta 67 cursos de graduação, e ao longo dos seus 57 anos de história, já concedeu mais de 60 mil diplomas, contribuído significativamente para a formação acadêmica e profissional do povo potiguar.

É exatamente esse modelo que está sob ameaça.

A pré-candidatura do atual prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, ao Governo do Estado representa um risco à UERN e a tudo o que ela simboliza.

Em Mossoró, Allyson implementou um modelo de gestão marcado pelo endividamento acelerado do município, pela multiplicação de contratos com empresas terceirizadas e pelo esvaziamento de instâncias democráticas. Serviços públicos passaram a ser tratados como oportunidades de negócio, enquanto trabalhadores foram precarizados e silenciados.

Sua relação com a democracia é reveladora. Reduziu drasticamente o duodécimo da Câmara Municipal, fragilizando um poder independente. Arquivou projetos que garantiam eleições diretas em escolas e UEIs. Centralizou decisões e passou a controlar processos que deveriam ser conduzidos por entidades representativas dos trabalhadores. Onde há autonomia, Allyson enxerga ameaça.

Esse histórico importa muito quando falamos de universidade pública.

A UERN conquistou o direito de escolher sua reitoria sem lista tríplice justamente para impedir interferências autoritárias. A autonomia financeira foi pensada para proteger a universidade de governos hostis. Uma eventual chegada de Allyson ao Executivo estadual colocaria essas conquistas sob ataque direto.

Mas o ataque não é apenas institucional. Ele é material, concreto, cruel.

No final de 2025, às vésperas do Natal, a Prefeitura de Mossoró promoveu a demissão de cerca de cerca de 500 estagiários, esse número é apenas de estudantes da UERN, ainda houve das demais universidades da cidade. Jovens que dependiam dessa renda para garantir transporte, alimentação e permanência nos cursos foram descartados sem diálogo, sem transição e sem qualquer política de proteção social.

Esse episódio escancara o projeto em disputa. Para Allyson Bezerra e o bolsonarismo que o sustenta, a permanência estudantil não é prioridade. Para nós, ela é condição básica para que o direito à educação exista de fato.

Não é coincidência que ataques coordenados tenham se intensificado em blogs e redes alinhados à extrema direita. Trata-se de uma ofensiva ideológica que visa preparar o terreno para o desmonte, criminalizando estudantes e tentando isolar a universidade da sociedade.

Nós, do movimento estudantil, afirmamos com clareza que a UERN não será moeda de troca eleitoral nem muito menos laboratório de experiências neoliberais.

A UERN transforma vidas. Ela garante que filhos e filhas da classe trabalhadora ocupem espaços historicamente negados. Ela produz ciência comprometida com o povo, fortalece a cultura popular e forma sujeitos críticos capazes de transformar a realidade ao seu redor.

A história da UERN nos ensinou que nenhum direito foi concedido sem luta, e nenhum será mantido sem resistência. Diante do avanço do bolsonarismo, da extrema direita e do projeto capitalista neoliberal, nossa resposta será organização, mobilização e luta.

A UERN é do povo potiguar. E enquanto houver estudante organizado, ela seguirá sendo espaço de resistência, democracia e transformação social

*É estudante do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas na UERN, militante da Juventude do Partido dos Trabalhadores e do movimento Kizomba.

**É graduada em geografia pela UERN, militante da juventude do partido dos trabalhadores e do movimento kizomba, ex-coordenadora geral do DCE da UERN, diretora da União Estadual dos Estudantes do RN (UEE RN),

Este artigo não representa necessariamente a mesma opinião do blog. Se não concorda faça um rebatendo que publicaremos como uma segunda opinião sobre o tema.

Publicado por: Chico Gregorio


09/03/2026
07:54

Foto: reprodução

Por Xico Sá*

Faz tempo que Lula e os candidatos do PT não disputam uma eleição tão à vontade, sem precisar dar explicação no boteco, no pastel da feira ou no calçadão da praia.

Daí a peleja obsessiva da oposição — com suas extensões financeiras, agro-feudais e midiáticas — em tentar colar nos petistas qualquer escândalo da praça. Serve qualquer um da temporada.

Repare como tentam desviar a “maior fraude bancária” da história do Brasil, segundo régua do ministro Fernando Haddad (Fazenda), para o lado governista de Brasília.

Criado e cevado sob o Banco Central de Roberto Campos Neto (governo Bolsonaro), o banco Master é só o exemplo mais recente.

O truque midiático é embolar o jogo dos Três Poderes e ligar Lula ao desgaste do STF e eventuais imoralidades dos ministros Toffoli (ex-petista) e Alexandre de Moraes (centro-direita). Seguimos acompanhado o episódio. Veremos em breve o desfecho.

Desde a eleição de Lula em 2006, os candidatos petistas tiveram que dar satisfação no boteco, na feira ou no calçadão da praia. Mesmo que os escândalos como Mensalão, Petrolão e todo o festival lavajatista envolvessem políticos de todas as cores e partidos. Era o ônus natural de ser governo.

Mesmo no triunfo de 2022, a memória das ações jurídicas fraudulentas da República de Curitiba ainda estava viva, muito viva — ao ponto de Jair Bolsonaro ter o ex-juiz Sérgio Moro grasnando no seu ouvido no intervalo dos debates eleitorais da tv.

Março de 2026. A oposição ainda está em busca do seu “mar de lama” e o duto jorrando dinheiro sujo do “JN” é só uma imagem nostálgica no inconsciente da extrema direita brasileira.

Sem um aumentativo escandaloso (Mensalão, Petrolão etc) para fazer sombra no comitê eleitoral, Lula pode ter a sua campanha eleitoral psicologicamente mais tranquila desde 1989. Isso não quer dizer que seja uma disputa fácil. Pelamô.

Na falta de algo infame terminado em “ão”, os inimigos devem insistir no diminutivo Lulinha. Repare que conseguiram quebrar o sigilo bancário do filho do presidente, com o ministro “terrivelmente evangélico” André Mendonça, ainda em fevereiro.

Apostaram alto nesse sonho antigo. Nada de ligações com o Careca do INSS, como desejava a oposição. Apenas um extrato para simples conferência.

*É jornalista. Texto extraído do ICL Notícias.

Este artigo não representa necessariamente a mesma opinião do blog. Se não concorda faça um rebatendo que publicaremos como uma segunda opinião sobre o tema.

Publicado por: Chico Gregorio


08/03/2026
10:03

O Polêmica Paraíba juntamente com o Instituto de pesquisa SETA lançam nesta sexta-feira (6), o oitavo levantamento do projeto de pesquisa mais inovador do estado.

Abaixo os pré-candidatos a deputado federal mais citados na pesquisa ,

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de fevereiro, ouvindo 1.500 eleitores paraibanos, distribuídos em 90 municípios de todas as regiões do estado, garantindo uma amostra representativa do eleitorado.

Publicado por: Chico Gregorio


08/03/2026
09:55

Diferença de Cícero para Lucas cai para 5,7%, revela pesquisa Seta/Polêmica Paraíba
Vice-governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP)|Foto: Divulgação

PoLêmica Paraíba*

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de fevereiro, ouvindo 1.500 eleitores paraibanos, distribuídos em 90 municípios de todas as regiões do estado, garantindo uma amostra representativa do eleitorado.

O estudo está registrado sob o número PB-03158/2026. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A principal mudança desta pesquisa para os levantamentos anteriores, é que a distância entre Cícero Lucena e Lucas Ribeiro que estava em 9% no levantamento de Janeiro, caiu pela metade nos números de fevereiro.

NÚMEROS DA PESQUISA ESTIMULADA

Os números mostram o Prefeito Cícero Lucena na primeira colocação com 30,8% dos votos, seguido de perto pelo Vice-Governador Lucas Ribeiro com 25,1%, com o Senador Efraim Filho fechando o levantamento com 18,5%.

Aqueles que afirmaram que não sabem ou que não responderam em quem irão votar atingiu 16,7%, enquanto os que afirmam que irão votar branco ou nulo são 8,9%.

Instituto Seta

Fundado em 2009, o Instituto Seta é especializado em pesquisas de mercado, opinião pública e análise político-eleitoral, consolidando-se como referência no Nordeste, realizando centenas de levantamentos com metodologia rigorosa e compromisso ético, em conformidade com a legislação. Seu diretor-geral, Daniel Menezes, é cientista político (UFRN) com doutorado em Ciências Sociais e vasta experiência em campanhas eleitorais.

Os 90 municípios visitados neste levantamento foram:

Alagoa Grande, Areia, Bananeiras, Bonito De Santa Fé, Cachoeira Dos Índios, Cajazeiras, São João Do Rio Do Peixe, São José De Piranhas, Campina Grande, Lagoa Seca, Queimadas, Boa Vista, Camalaú, Monteiro, Serra Branca, Sumé, Barra De Santana, Barra De São Miguel, Boqueirão, São João Do Cariri, Belém Do Brejo Do Cruz, Brejo Do Cruz, Catolé Do Rocha, Jericó, São Bento, Barra De Santa Rosa, Cuité, Pocinhos, Remígio, Soledade, Olivedos, Araruna, Cacimba De Dentro, Solânea, Esperança, São Sebastião De Lagoa De Roça, Montadas, Areial, Alagoinha, Araçagi, Belém, Cuitegi, Guarabira, Pirpirituba, Gurinhém, Ingá, Itabaiana, Mogeiro, Boa Ventura, Conceição, Diamante, Itaporanga, São José De Caiana, Bayeux, João Pessoa, Santa Rita, Cuité De Mamanguape, Curral De Cima, Jacaraú, Mamanguape, Mataraca, Alhandra, Pedras De Fogo, Patos, Coremas, Nova Olinda, Piancó, Santana Dos Garrotes, Mari, São Miguel De Taipu, Sapé, Sobrado, Junco Do Seridó, Santa Luzia, São Mamede, Baraúna, Juazeirinho, Picuí, Seridó, Imaculada, Manaíra, Princesa Isabel,
Teixeira, Nazarezinho, Paulista, Pombal, São José Da Lagoa Tapada, Sousa, Aroeiras e Umbuzeiro.

Publicado por: Chico Gregorio


08/03/2026
09:35

Pepe Escobar

247 – O jornalista e analista geopolítico Pepe Escobar afirmou que a atual guerra no oeste da Ásia pode marcar uma virada histórica no sistema internacional e acelerar o fim do petrodólar, base da hegemonia financeira dos Estados Unidos nas últimas décadas. A avaliação foi feita em entrevista concedida à TV 247, em conversa conduzida pelo jornalista Leonardo Attuch.

Durante a entrevista, Escobar argumentou que a reação militar do Irã surpreendeu Washington e Tel Aviv e expôs vulnerabilidades estruturais da presença estratégica americana na região. Para ele, a resposta iraniana foi planejada ao longo de meses e executada com rapidez suficiente para alterar o equilíbrio do conflito.

Segundo o analista, a guerra segue duas “estradas paralelas” que não se encontram: de um lado, a estratégia de resistência total do Irã; de outro, a tentativa dos Estados Unidos e de Israel de manter o controle do sistema regional. Na visão de Escobar, a reação iraniana demonstrou que o país estava preparado para atingir alvos estratégicos ligados aos interesses americanos.

“Se vocês nos atacarem, nós vamos atacar tudo de volta. Tudo significa todo o nó dos interesses americanos e israelenses no oeste da Ásia inteiro”, afirmou Escobar ao explicar a lógica militar anunciada previamente por Teerã.

Estratégia iraniana mira infraestrutura estratégica dos EUA

De acordo com Escobar, o Irã respondeu rapidamente aos ataques iniciais e passou a atingir bases militares, radares e centros logísticos ligados à presença dos Estados Unidos na região.

Ele destacou que um dos principais objetivos foi neutralizar sistemas de radar e vigilância instalados em países do Golfo. Segundo o analista, a destruição ou desativação desses sistemas comprometeria a capacidade de coordenação militar americana.

Leia mais…

Publicado por: Chico Gregorio


08/03/2026
09:29

Foto reprodução.
Júlia Augusta de Medeiros (Caicó, 1896-1972) foi uma educadora, jornalista, política e ativista pioneira no Rio Grande do Norte, destacando-se como uma das primeiras mulheres a votar no Brasil (1928) e a primeira vereadora de Caicó. Defensora dos direitos femininos, colaborou com o “Jornal das Moças” e atuou intensamente no Seridó, desafiando normas patriarcais.
Principais Feitos e Vida:
  • Pioneirismo Político: Em 1928, alistou-se e votou, correspondendo-se com Bertha Lutz.
  • Vereadora: Exerceu dois mandatos (1951-1958) na Câmara Municipal de Caicó, atuando com coragem e discursos inflamados.
  • Educação e Gestão: Foi professora e atuou na administração do Hospital do Seridó por volta de 1940.
  • Atuação Social: Conhecida por dirigir seu próprio automóvel e por lutar pela educação feminina.
  • Legado: Após anos de esquecimento, sua história está sendo resgatada como símbolo de resistência no sertão potiguar.
Júlia mudou-se para Natal em 1960, onde faleceu em 1972, deixando um legado de coragem e emancipação feminina.

Júlia Medeiros: pioneira na educação, no jornalismo e na política do Seridó

Nascida em 1896 na zona rural de Caicó, no sertão do Rio Grande do Norte, Júlia Augusta de Medeiros destacou-se desde a infância por sua formação escolar rara para uma menina do interior nordestino no início do século XX. Filha de um fazendeiro com visão progressista, foi letrada por um mestre-escola ainda na fazenda e enviada à capital, Natal, para continuar os estudos. Lá, viveu com um professor amigo da família e cursou o Colégio Nossa Senhora da Conceição. Ao se formar, retornou à sua cidade natal com o sonho de ensinar. Ingressou como professora efetiva no Grupo Escolar Senador Guerra, onde lecionou por mais de duas décadas, tornando-se referência educacional na região.

Em uma época em que as mulheres eram privadas de voz pública, Júlia Medeiros não apenas rompeu o silêncio como o enfrentou de frente. Foi redatora e colaboradora do Jornal das Moças e da revista Pedagogium, onde publicou textos que discutiam com clareza e coragem o papel social da mulher, o direito ao voto e a necessidade de uma educação igualitária entre os sexos. Seu artigo “A missão da mulher”, de 1925, propunha uma atuação feminina que fosse além do lar, sem negar os valores do cuidado e da ética, e já trazia elementos de um pensamento feminista moldado pelas limitações do seu tempo.

A ousadia de Júlia não estava apenas no que escrevia. Foi também oradora em eventos públicos, redigiu peças teatrais, dirigiu o próprio automóvel — atitude ousada e inédita no Seridó — e recusou um pedido de casamento, optando por permanecer solteira num tempo em que isso era socialmente malvisto. Em 1928, tornou-se uma das primeiras mulheres do Brasil a se alistar como eleitora e a votar, recebendo um telegrama de felicitação da sufragista Bertha Lutz, com quem manteve correspondência. Também exerceu dois mandatos como vereadora em Caicó, entre 1951 e 1958.

Mesmo com toda sua contribuição à educação, ao jornalismo e à política, Júlia Medeiros terminou seus dias no esquecimento — destino comum a tantas mulheres que desafiaram as normas de sua época. A reconstituição de sua trajetória, portanto, é também um ato de justiça histórica: devolver visibilidade a uma mulher que abriu caminhos em múltiplas frentes e permanece como símbolo de resistência, intelectualidade e pioneirismo feminino no sertão potiguar.

Publicado por: Chico Gregorio


08/03/2026
09:16

Feliz Dia da Mulher: mensagens para homenagear com carinho ...

Publicado por: Chico Gregorio


08/03/2026
09:11

Lula nos braços do povo em Curitiba. #BrasilDaEsperança ...

G1 – Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (7) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que Lula (PT) segue à frente em todos os cenários de 1º turno das eleições para presidente em 2026. Sua vantagem, no entanto, está em queda.

O instituto testou cenários do presidente contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o governador do PR, Ratinho Junior (PSD), o governador de MG, Romeu Zema (Novo), o governador de GO, Ronaldo Caiado (PSD), o governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o governador do RS, Eduardo Leite (PSD).

Outros nomes na pesquisa são Renan Santos, do Missão, e Aldo Rebelo, do Democracia Cristã. Há um cenário em que o Datafolha também testa o nome do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), em um cenário sem Lula.

O instituto ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais entre segunda-feira (3) e quinta-feira (5), com moradores de 137 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%.

Veja os números:

Cenário 1

  • Lula (PT) – 39%
  • Romeu Zema (Novo) – 5%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 21%
  • Ratinho Junior (PSD) – 11%
  • Renan Santos (Missão) – 3%
  • Aldo Rebelo (DC) – 2%
  • Em branco/nulo/nenhum – 15%
  • Não sabe – 4%

Cenário 2

  • Lula (PT) – 38%
  • Flávio Bolsonaro (PL) – 32%
  • Romeu Zema (Novo) – 4%
  • Ratinho Junior (PSD) – 7%
  • Renan Santos (Missão) – 3%
  • Aldo Rebelo (DC) – 2%
  • Em branco/nulo/nenhum – 11%
  • Não sabe – 3%

Cenário 3

  • Lula (PT) – 39%
  • Flávio Bolsonaro (PL) – 33%
  • Romeu Zema (Novo) – 5%
  • Ronaldo Caiado (PSD) – 4%
  • Renan Santos (Missão) – 3%
  • Aldo Rebelo (DC) – 2%
  • Em branco/nulo/nenhum – 12%
  • Não sabe – 3%

Cenário 4

  • Lula (PT) – 39%
  • Flávio Bolsonaro (PL) – 34%
  • Romeu Zema (Novo) – 4%
  • Eduardo Leite (PSD) – 3%
  • Renan Santos (Missão) – 3%
  • Aldo Rebelo (DC) – 2%
  • Em branco/nulo/nenhum – 12%
  • Não sabe – 3%

Cenário 5

  1. Fernando Haddad (PT) – 21%
  2. Flávio Bolsonaro (PL) – 33%
  3. Romeu Zema (Novo) – 5%
  4. Ratinho Junior (PSD) – 11%
  5. Renan Santos (Missão) – 4%
  6. Aldo Rebelo (DC) – 2%
  7. Em branco/nulo/nenhum – 20%
  8. Não sabe – 4%

Publicado por: Chico Gregorio