18/10/2026
10:14

Um incêndio foi registrado na manhã deste domingo (18) no Monte do Galo, em Carnaúba dos Dantas, na região do Seridó potiguar. O local é um dos principais pontos de turismo religioso do Rio Grande do Norte, recebendo romeiros e visitantes durante todo o ano.

Até o momento, não há informações confirmadas sobre as causas do incêndio, a extensão da área atingida ou possíveis danos.

Ismael Medeiros ***

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
10:07

Foto Ilustrativa Blog Chico Gregorio

Neto Queiroz**

Chegamos à última semana da campanha do segundo turno no Rio Grande do Norte, com duas candidaturas envolvidas em uma das disputas mais acirradas dos últimos anos. Prever o resultado é difícil.

Durante boa parte do processo eleitoral, Allyson Bezerra apostou que a polarização nacional não teria influência significativa na escolha do eleitor potiguar. No primeiro turno, essa avaliação parecia fazer sentido. No segundo, porém, a disputa nacional ganhou força e passou a influenciar decisivamente a eleição estadual.

Agora, Allyson faz um grande esforço para convencer o eleitor lulista de que não é necessário votar no mesmo campo para presidente e governador. Mas esse argumento parece ter pouco efeito diante da transferência de eleitores lulistas que antes estavam com Allyson e agora se aproximam de Cadu de Lula.

Cadu, por sua vez, mergulhou de vez na estratégia do voto casado e se tornou o principal receptor do apoio a Lula. Não adotou apenas o nome do presidente na urna: incorporou também seus símbolos, como o chapéu e as cores. E se beneficia de uma disputa presidencial apertada, que acirrou as paixões e levou muitos eleitores a escolher um lado para torcer.

Se a eleição nacional estivesse mais tranquila, talvez a nacionalização da disputa no Rio Grande do Norte não tivesse produzido um efeito tão forte. Mas a corrida voto a voto pela Presidência estimula o eleitor a se posicionar. Nesse cenário, Cadu tem uma vantagem: está identificado com um dos lados da disputa nacional, justamente aquele que reúne a maioria dos eleitores potiguares.

O principal problema para Allyson é que, em uma eleição tão polarizada, ele não tem uma identificação clara com nenhuma das duas forças nacionais. Recebeu o apoio de eleitores que não se reconhecem plenamente em nenhum dos lados, mas esse grupo não carrega o mesmo envolvimento emocional e, além disso, representa uma parcela menor do eleitorado.

Esse quadro, porém, não significa que a eleição esteja definida. Allyson reúne seus votos próprios, os votos que vieram de Álvaro Dias e ainda uma parcela do eleitorado lulista. Cadu, por sua vez, amplia sua presença entre os eleitores de Lula. A disputa continua acirrada.

A combinação entre a polarização nacional e o equilíbrio da disputa estadual tornou o resultado imprevisível. Nesta reta final, há um viés de alta para Cadu, impulsionado também pelo cenário nacional. É uma vantagem importante, mas será suficiente para vencer?

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
09:54

 

Em João Pessoa, o ato em apoio à candidatura de Lula será realizado no bairro de Mangabeira, na Zona Sul da Capital. A concentração está prevista para as 15h13, no Mercado Público de Mangabeira, na Avenida Josefa Taveira.

A programação prevê um pit stop e, em seguida, uma caminhada pelas principais vias do bairro, com destino à Avenida Hilton Souto Maior. A deputada federal Ana Elisa (PT-MG) e o governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP) senador eleito João Azevedo, vice-governadora Lígia Feliciano estão entre as presenças confirmadas.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
09:45

“O VERDE E AMARELO É NOSSO”: missão do “Exército do Lula” leva apoiadores às redes com camisa do Brasil e gesto do L

Uma mobilização coordenada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) levou apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) às redes sociais na manhã deste sábado (17). A ação, organizada pelo canal de WhatsApp “Exército do Lula”, convocou os participantes a publicar, simultaneamente às 9h, fotos usando a camisa do Brasil, as cores verde e amarela e fazendo o gesto do “L” com a mão.

A iniciativa foi apresentada por Janones como uma das principais “missões” do grupo nesta reta final do segundo turno. O objetivo declarado pelo deputado é disputar também o uso dos símbolos nacionais, especialmente a camisa da Seleção Brasileira e as cores da bandeira, fortemente associadas nos últimos anos a manifestações da direita e do bolsonarismo.

Image 1 of 10Pouco depois do horário marcado, uma sequência de publicações começou a aparecer no Instagram e em outras plataformas. As hashtags #OVerdeAmareloENosso, #BrasilInteiro e #RetomamosNossasCores chegaram aos assuntos mais comentados do X durante a mobilização. O próprio perfil de Lula aderiu à ação e publicou uma imagem do presidente usando a camisa da Seleção.

A mobilização foi organizada a partir do “Exército do Lula”, canal administrado por Janones que se tornou uma das principais ferramentas digitais de apoio ao presidente neste segundo turno. O espaço, que tinha cerca de 50 mil integrantes antes da reta final da campanha, ultrapassou 4 milhões de participantes e já se aproxima dos 5 milhões, segundo reportagens publicadas nesta semana.

Em um áudio enviado aos integrantes do canal, Janones afirmou que a intenção era estimular a retomada dos símbolos nacionais por apoiadores de Lula.

“O verde e amarelo é nosso”, afirmou o deputado ao orientar a mobilização deste sábado.

A ação acontece um dia depois de outra mobilização organizada pelo mesmo canal. Na noite de sexta-feira (16), Janones convocou um panelaço durante a entrevista de Flávio Bolsonaro à TV Globo. Foram registrados protestos em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Goiânia e Brasília.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
09:36

(Folhapress) – O advogado Willer Tomaz, investigado por fraudes contra a Previdência e amigo do candidato Flávio Bolsonaro (PL), recebia minutas de decisões do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e de manifestações do MPF (Ministério Público Federal) antes da publicação, aponta investigação da Polícia Federal, segundo reportagem do UOL.

A reportagem afirma que o procurador aposentado Antônio Carlos Simões Soares era um dos interlocutores de Tomaz. Em 2019, Soares era citado pelo entorno do então presidente Jair Bolsonaro (PL) como favorito para ser indicado à Procuradoria-Geral da República e como ligado a Flávio, o que o procurador negava.

Segundo o UOL, os investigadores suspeitam que Tomaz recebeu documentos vazados do STJ por meio de Soares, além de outros interlocutores.

Ainda de acordo com a reportagem, a apuração da PF aponta que o escritório alterava a estratégia conforme os documentos que recebia.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o advogado Willer Tomaz. Foto: Reprodução X... Leia mais em https://www.cartacapital.com.br/politica/quem-e-willer-tomaz-advogado-e-amigo-de-flavio-bolsonaro-alvo-da-nova-fase-da-operacao-sem-desconto/. O conteúdo de CartaCapital está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. Essa defesa é necessária para manter o jornalismo corajoso e transparente de CartaCapital vivo e acessível a todos
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o advogado Willer Tomaz. (Foto: Reprodução X)

Em nota, Tomaz negou “categoricamente ter tido acesso irregular ou não autorizado a decisões judiciais ou a pareceres do Ministério Público Federal, bem como ter interferido em manifestações”. “Sua atuação sempre observou a legislação e as prerrogativas da advocacia, valendo-se exclusivamente das vias institucionais e processuais legítimas. As insinuações divulgadas são infundadas, distorcem o exercício regular da profissão e configuram desinformação”, afirmou o advogado.

Tomaz também disse que “causa estranheza” que um material sigiloso, “ignorado até mesmo pela defesa, venha a público de forma seletiva em pleno período eleitoral e mencione terceiros sem nenhuma relação com os fatos investigados”. “Serão adotadas as providências cabíveis para obter acesso ao relatório, demonstrar a improcedência das alegações e identificar a origem do vazamento”, afirmou.

A campanha de Flávio também foi procurada, mas ainda não se manifestou sobre as suspeitas contra Tomaz. A reportagem não conseguiu ainda localizar Soares.

Reportagem da Folha de S.Paulo publicada na quinta (15) mostrou que uma holding de apostas online de Willer Tomaz pagou voos entre Portugal e França em 2025 para o candidato à Presidência pelo PL, de acordo com uma investigação da Polícia Federal.

Willer é investigado sob a acusação de fazer repasses financeiros de dinheiro obtido em fraudes contra a Previdência no escândalo do INSS. Junto com Jorge Barbosa Dias, ele é dono da Rede Loto, a primeira bet a conseguir uma licença de operação no país ainda em 2023, emitida pelo governo fluminense.

Questionado pela Folha de S.Paulo sobre as viagens, Flávio Bolsonaro disse que sua relação com Willer é exclusivamente de amizade.

Segundo a investigação, ao menos três trechos de viagem em jato executivo foram contratados para Flávio e Willer por meio da Cathedral, empresa registrada na Ilha da Madeira. Única acionista da Rede Loto, a Cathedral tem como sócios Willer e Dias.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
09:30

Idema abre 27 vagas de estágio no RN com bolsa de R$ 1.621

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) abriu processo seletivo para 27 vagas de estágio destinadas a estudantes de nível superior, com bolsa mensal de R$ 1.621 e auxílio-transporte. O edital foi publicado nesta sexta-feira (16) no Diário Oficial do Estado.

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, de 21 a 26 de outubro de 2026. Os candidatos devem preencher o formulário eletrônico e anexar os documentos exigidos no edital.

As oportunidades estão distribuídas em 14 cursos de graduação:

Do total, três vagas são reservadas para pessoas com deficiência (PcD). As demais são destinadas à ampla concorrência.

Para concorrer, o estudante precisa estar matriculado no curso correspondente à vaga e ter concluído pelo menos 40% da carga horária da graduação. Também deve ter disponibilidade para cumprir seis horas diárias de estágio, de segunda a sexta-feira.

A instituição de ensino precisa ter convênio com a Escola de Governo do RN. A relação das instituições conveniadas está no Anexo III do edital.

Notícias regionais RN

Na inscrição, será necessário anexar documentos em PDF, como identificação com foto, CPF, comprovante de vínculo acadêmico, histórico escolar, Índice de Rendimento Acadêmico (IRA), currículo Lattes e demais comprovantes previstos no edital.

O processo seletivo inclui homologação das inscrições, análise curricular e entrevista presencial. A avaliação curricular considera desempenho acadêmico, rendimento, produção científica e atividades extracurriculares, conforme a pontuação definida no edital.

A nota final será calculada pela média aritmética simples das pontuações obtidas na análise curricular e na entrevista.

A lista de inscrições homologadas será divulgada em 29 de outubro. Já o resultado final está previsto para 1º de dezembro de 2026.

Os comunicados da seleção serão publicados no Diário Oficial do Estado. O resultado final também ficará disponível no site oficial do Idema.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
09:26


O roteiro de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro, ganhou um capítulo que nem Hollywood precisa inventar,  uma divergência contábil de milhões de dólares. E, desta vez, o mistério não está nas telas.

Segundo a Polícia Federal, mais de US$ 12 milhões saíram do Brasil, mas apenas US$ 2,8 milhões tiveram ingresso registrado de volta no país para financiar a produção. A diferença, por enquanto, está no roteiro da investigação e os investigadores querem descobrir onde foi parar o restante.

O dinheiro teria saído da Entre Investimentos, empresa ligada ao ex-dono do Banco Master Daniel Vorcaro, com destino ao fundo americano Havengate, administrado pelo advogado Paulo Calixto, ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro.

Diante das inconsistências, a PF pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), mais 90 dias para investigar o caminho dos recursos e esclarecer se o dinheiro foi efetivamente aplicado no filme ou se a produção teria servido para ocultar ou desviar valores.

O senador Flávio Bolsonaro, que entrou na mira da investigação em julho, também é investigado no caso. A apuração ganhou força após a divulgação de uma conversa em que ele teria pedido recursos a Vorcaro para financiar as gravações. Flávio negou ter negociado vantagens indevidas e afirmou que os recursos eram privados.

Por enquanto, Dark Horse tem suspense financeiro, personagens de peso e uma pergunta milionária sem resposta. Falta esclarecer se o dinheiro fez uma escala em Hollywood ou se pegou outro caminho.

Porque, nesse filme, o maior mistério não é quem interpreta Bolsonaro. É quem explica a contabilidade.

Com informações da Agencia Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
09:22

O encontro entre Flávio Bolsonaro e dirigentes da Globo, confirmado pela emissora, ganhou um ingrediente a mais neste domingão. Segundo o jornal O Povo, a conversa envolveu a volta das bets e os rumos da escala 6×1.

A coincidência merece atenção. O Grupo Globo tem participação no mercado de apostas, enquanto milhões de trabalhadores acompanham o debate sobre a redução da jornada de trabalho.

Mas há um detalhe que não pode ficar fora do roteiro: Flávio declarou publicamente apoio ao fim da escala 6×1 e disse que não pretende revertê-lo. Portanto, não é correto afirmar, sem provas adicionais, que tenha fechado um acordo para manter esse regime.

A pergunta continua valendo: quando interesses empresariais e decisões políticas se encontram à mesa, quem garante que o interesse público não fique para a sobremesa?

Transparência nunca é demais. Afinal, o trabalhador não pode ser sempre aquele que paga a conta.

Cidade Sem Filtro — política sem maquiagem.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
09:12

Kássio Nunes é apontado como censor

Kássio Nunes é apontado como censor

247 – Um editorial da Folha de S.Paulo, nesta terça-feira, questionou duramente a atuação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, após sua decisão de suspender o canal de WhatsApp “Exército de Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). A publicação aponta problemas na fundamentação da medida e alerta para o risco de que intervenções judiciais excessivas comprometam a liberdade de expressão e ampliem a percepção de parcialidade da Justiça Eleitoral.

A decisão de Nunes Marques, tomada no domingo (11), atendeu a uma solicitação da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais. A suspensão foi posteriormente revertida pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Cueva, até que o plenário do TSE examine o caso.

Suspensão foi determinada sem comprovação das publicações

O ponto central da crítica apresentada pela Folha é a ausência de provas de que o canal de WhatsApp tivesse divulgado os conteúdos apontados pela campanha de Flávio Bolsonaro como justificativa para sua suspensão.

Segundo o editorial, a representação eleitoral acusava o canal, que reúne mais de 3 milhões de seguidores, de reproduzir informações anteriormente consideradas desinformativas pelo TSE, incluindo alegações relacionadas a Nossa Senhora Aparecida e a supostas conexões de Flávio Bolsonaro com milícias.

Entretanto, a ação inicial não apresentou documentos capazes de demonstrar que essas publicações haviam efetivamente circulado no canal.

No sábado (10), o ministro Ricardo Cueva solicitou a apresentação de provas. Cerca de uma hora depois, a campanha de Flávio anexou documentos relativos a publicações feitas no Instagram de Janones, mas nenhum deles, segundo a Folha, comprovava a divulgação das mensagens no grupo de WhatsApp.

Apesar disso, no domingo (11), Nunes Marques determinou a suspensão do canal e solicitou à Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE uma investigação sobre as postagens.

Na segunda-feira (12), a área técnica do tribunal informou não ter localizado “reproduções das afirmações examinadas nos autos”, embora tenha ressalvado a possibilidade de que conteúdos anteriores tivessem sido apagados.

Editorial recorda outra decisão favorável ao PL

A Folha também recupera um episódio ocorrido em junho, quando Nunes Marques acolheu um pedido do PL para impedir a divulgação de uma pesquisa eleitoral que apontava queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro.

O jornal menciona ainda que o ministro foi indicado ao Supremo Tribunal Federal pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do candidato do PL.

Ao reunir os episódios, o editorial levanta questionamentos sobre a atuação da Justiça Eleitoral em um momento decisivo da disputa presidencial e sobre os efeitos dessas decisões para a confiança pública nas instituições.

Judicialização e liberdade de expressão

Outro aspecto destacado pelo jornal é o uso de mecanismos processuais que permitem às campanhas buscar decisões de determinados magistrados por meio da vinculação de novas ações a processos anteriores.

Segundo a publicação, essa prática contribui para ampliar a judicialização da disputa eleitoral. O editorial menciona uma regra instituída pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, para conter esse tipo de manobra.

A Folha também critica outras restrições impostas durante a campanha, como a proibição de exibir o púlpito vazio do presidente Lula em um debate da TV Globo e o bloqueio de publicações relacionadas a Nossa Senhora Aparecida.

Para o jornal, a intervenção judicial sobre conteúdos políticos deve ser excepcional e devidamente fundamentada, especialmente quando envolve a retirada de canais inteiros de comunicação.

Credibilidade da Justiça Eleitoral em questão

A crítica central do editorial é que decisões judiciais capazes de determinar quais informações podem circular durante uma eleição, quando não suficientemente justificadas, alimentam suspeitas de tratamento desigual entre os candidatos.

O episódio envolvendo o canal de Janones torna essa discussão particularmente relevante por ocorrer às vésperas do segundo turno presidencial, marcado para 25 de outubro.

A Folha sustenta que a Justiça Eleitoral deve atuar com parcimônia, preservando a liberdade de expressão e evitando interferências desnecessárias no debate público.

A controvérsia também evidencia a tensão entre o combate à desinformação, invocado pela campanha de Flávio Bolsonaro, e a necessidade de garantir que medidas restritivas sejam proporcionais e baseadas em provas concretas.

Com a suspensão revertida provisoriamente, caberá ao plenário do TSE examinar a controvérsia e definir os limites da atuação judicial nesse caso.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
09:09

Lula e Flávio Bolsonaro

247 – A disputa pela Presidência da República ganhou uma nova configuração no ambiente digital após o primeiro turno das eleições. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no Índice de Popularidade Digital (IPD), elaborado pela Quaest, revertendo a vantagem que o adversário mantinha nas redes sociais durante a primeira etapa da campanha.

Segundo a Folha de São Paulo, o indicador de Lula avançou de 70,7 para 82,6 pontos entre os dias 4 e 15 de outubro. No mesmo período, Flávio Bolsonaro registrou uma queda de 80 para 76,4 pontos. A mudança ocorreu apesar de o senador ter terminado o primeiro turno à frente do petista, com 47,03% dos votos, contra 45,16%.

O resultado representa uma inversão na disputa por visibilidade, engajamento e mobilização nas plataformas digitais. Até a votação de 4 de outubro, Flávio mantinha a liderança no indicador, mas a campanha de Lula conseguiu ampliar sua presença nas redes durante os primeiros dias do segundo turno.

Mudanças na comunicação impulsionam campanha de Lula

O diretor da Quaest, Felipe Nunes, atribui a recuperação do presidente a uma combinação de mudanças na estratégia digital e acontecimentos políticos que estimularam a participação de seus apoiadores.

Entre os fatores apontados está a entrada dos deputados federais eleitos Ana Elisa (PT-MG) e André Janones (Rede-MG) na comunicação da campanha. Ana Elisa passou a contribuir com a produção de vídeos verticais, legendados e gravados em formato de selfie, enquanto Janones impulsionou a mobilização de militantes por meio do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp.

A iniciativa organizada pelo parlamentar passou a distribuir tarefas, chamadas de “missões”, para estimular a atuação de apoiadores em diferentes plataformas.

Além das mudanças na comunicação, manifestações realizadas na Avenida Paulista, em São Paulo, e em Copacabana, no Rio de Janeiro, contribuíram para ampliar a mobilização política. A aprovação do fim da escala de trabalho 6×1 no Senado também aparece entre os acontecimentos associados ao crescimento da popularidade digital do presidente.

Para Nunes, a recuperação indica que a campanha petista reagiu ao resultado desfavorável do primeiro turno e conseguiu alterar a dinâmica da disputa nas redes.

“O indicador é uma sinalização de mudança de quadro. Sugere que Flávio perdeu a condição de favorito que ele sustentava no primeiro turno, muito pelo que chamamos de ‘wake-up call’, ou despertar, da campanha petista, depois do resultado das urnas”, afirmou o diretor da Quaest.

Flávio perde engajamento apesar de novos apoios

Enquanto Lula ampliou sua presença digital, Flávio Bolsonaro enfrentou uma redução no engajamento de sua campanha, mesmo depois de receber declarações de apoio de adversários derrotados no primeiro turno.

O senador conquistou o respaldo de Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante), além do ex-presidente Michel Temer (MDB). Também obteve autorização para visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar desde agosto de 2025.

Esses acontecimentos, entretanto, não foram suficientes para impedir a queda do indicador digital do candidato do PL.

Segundo Felipe Nunes, os apoios de lideranças políticas tradicionais têm perdido influência sobre o comportamento do eleitorado. A avaliação é que os cidadãos recorrem cada vez mais a outros mecanismos para formar suas preferências eleitorais, reduzindo o peso das declarações de políticos que ficaram fora da disputa.

Outro elemento identificado pela Quaest foi a percepção de vitória antecipada entre setores do bolsonarismo, alimentada pela vantagem de Flávio no primeiro turno.

De acordo com Nunes, os dados sugerem uma desaceleração da atividade digital de integrantes da campanha do senador, como se parte dos responsáveis pela mobilização tivesse “tirado férias” depois do resultado das urnas.

Apesar da retração, Flávio permanece com um índice elevado de popularidade digital, sustentado por uma base de apoiadores que já apresentava forte engajamento antes do início do segundo turno.

Mobilização pode ser decisiva diante da abstenção recorde

A Quaest considera que o engajamento e a capacidade de mobilização dos eleitores terão importância especial na reta final da eleição, sobretudo diante do elevado número de brasileiros que deixaram de votar no primeiro turno.

Ao todo, 33,4 milhões de eleitores não compareceram às urnas em 4 de outubro, um contingente que pode influenciar o resultado da disputa presidencial.

Na avaliação de Felipe Nunes, os indicadores digitais apontam uma recuperação da disposição dos apoiadores de Lula para participar da eleição, enquanto a mobilização da base de Flávio apresenta estabilidade.

“No IPD, há sinais de que Lula está conseguindo mobilizar eleitores no segundo turno e possivelmente aumentar a presença nas urnas. Flávio, que já tem uma base engajada há mais tempo, está estável. O eleitor de Lula está mais motivado, e é possível que isso impacte na eleição, porque pode provocar uma redução, mesmo que mínima, nas abstenções, o que já favoreceria a campanha de Lula em um cenário tão apertado.”

A avaliação considera que, em uma disputa com diferença reduzida entre os candidatos, até mesmo pequenas alterações no comparecimento eleitoral podem ter consequências importantes para o resultado.

Como funciona o Índice de Popularidade Digital

Desenvolvido pela Quaest, o IPD utiliza um algoritmo que coleta e processa 175 variáveis relacionadas à atuação de lideranças políticas no ambiente digital.

O levantamento acompanha informações de Facebook, Instagram, X, TikTok, YouTube, Google e Wikipédia, produzindo uma pontuação que varia de zero a 100.

Entre os aspectos considerados estão a presença nas plataformas, a visibilidade dos conteúdos, o engajamento dos usuários, a circulação espontânea de publicações, a proporção de reações positivas e negativas e o interesse demonstrado por meio de buscas e acessos.

O sistema também procura reduzir distorções provocadas por atividades artificiais, especialmente as relacionadas a robôs e contas automatizadas.

Segundo Nunes, desde 2020 o indicador apresenta elevada correlação com os resultados eleitorais. Isso não significa, porém, que a pontuação represente diretamente a intenção de voto ou permita antecipar o vencedor.

Pesquisas mostram disputa presidencial apertada

A recuperação digital de Lula ocorre em um cenário de empate técnico nas pesquisas de intenção de voto divulgadas durante a primeira quinzena de outubro.

No levantamento Quaest publicado na quarta-feira (14), Flávio Bolsonaro apareceu com 46% das intenções de voto, enquanto Lula registrou 44%. A diferença ficou dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

O Datafolha divulgado na quinta-feira (15) também apontou equilíbrio. Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos e nulos, Flávio alcançou 51%, contra 49% do presidente. O resultado igualmente configura empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
09:04

lula-flavio-bolsonaro

Lula e Flávio BolsonaroCrédito: Ricardo Stuckert I Divulgação

247 – A uma semana do segundo turno das eleições presidenciais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 51% dos votos válidos, contra 49% do adversário. A diferença de dois pontos percentuais configura um empate técnico, considerando a margem de erro de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os números são da pesquisa Vox Brasil divulgada neste domingo (18), conforme informações publicadas pelo Poder360. O levantamento ouviu 2.100 eleitores em todo o país entre os dias 15 e 17 de outubro e apresenta nível de confiança de 95%.

Lula lidera percepção de vitória no segundo turno

Além de medir a intenção de voto, a Vox Brasil perguntou aos entrevistados qual candidato consideram mais provável vencedor da eleição presidencial de 25 de outubro.

Nesse indicador, Lula aparece com 46,9%, enquanto 41,6% dos eleitores acreditam que Flávio Bolsonaro vencerá a disputa. A diferença é de 5,3 pontos percentuais a favor do atual presidente.

Rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro é idêntica

Outro dado do levantamento mostra que os dois candidatos enfrentam o mesmo índice de rejeição. Tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro registram 45,3% de entrevistados que afirmam não votar neles de jeito nenhum.

O empate nesse indicador revela que ambos chegam à última semana da campanha com níveis elevados de resistência entre os eleitores. A pesquisa, no entanto, não detalha no material divulgado como essa rejeição se distribui entre os diferentes segmentos do eleitorado.

Pesquisa ouviu 2.100 eleitores e está registrada no TSE

O levantamento da Vox Brasil foi realizado entre 15 e 17 de outubro, com entrevistas em todo o território nacional. A margem de erro informada é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04332/2026. Segundo os dados divulgados, o estudo custou R$ 50 mil e foi financiado com recursos próprios.

O segundo turno da eleição presidencial está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro, quando Lula e Flávio Bolsonaro disputarão a Presidência da República.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
09:01

Foto: cedida/Bruno Barreto***

Em mais uma grande edição do Piseiro do 13, na cidade de Mossoró, o candidato Cadu de Lula reuniu um verdadeiro ‘mar de gente’ nas ruas da Capital do Oeste, na noite desta sexta-feira (16), reforçando a força do projeto liderado pelo candidato de Lula ao Governo do Rio Grande do Norte.

Acompanhado da candidata a vice-governadora Larissa, da senadora Samanda Alves, e de lideranças da região, Cadu reuniu uma multidão de apoiadores para reafirmar o compromisso com a transformação social e o crescimento econômico do Rio Grande do Norte.

Cadu aproveitou a ocasião para criticar as tentativas de desinformação da oposição e enfatizou que sua trajetória é marcada pela ética e pela entrega de resultados concretos para os potiguares. O candidato destacou que a verdadeira política se faz ouvindo o povo e caminhando lado a lado com os trabalhadores, contrapondo-se aos projetos do passado que prejudicaram o estado.

A importância de fortalecer a parceria com o governo federal também foi destaque, com Cadu lembrando que a união entre a gestão estadual e a federal é fundamental para garantir investimentos em saúde, educação e infraestrutura em todas as regiões potiguares.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
08:59

Imagem: reprodução/Bruno Barreto***

Independentemente da pesquisa, seja local ou estadual; seja com o candidato da direita ou da esquerda na frente; seja derrubada ou não pela Justiça Eleitoral, todas apontam na mesma direção: empate técnico.

O segundo turno entre Allyson Bezerra (UB) e Cadu de Lula (PT) segue na mesma pegada do resultado das urnas no primeiro: disputa empatada. A diferença, por ora, é que as pesquisas do primeiro turno não conseguiram demonstrar o acirramento.

A disputa pelo Governo do RN entre os dois jovens candidatos (Cadu tem 48 anos e Allyson, 34) é a mais acirrada em 20 anos, quando dois pesos-pesados da política potiguar se reencontraram nas urnas 21 anos depois de disputarem a Prefeitura de Natal: Garibaldi Alves Filho (PMDB) e Wilma de Faria (PSB).

Se em 1985, na primeira eleição na capital do Estado após a ditadura (durante o arbítrio dos fardados, os prefeitos de Natal eram nomeados pelos governadores, caso de José Agripino Maia, aliado do regime e atual mentor político de Allyson), Garibaldi levou a melhor, em 2006, Wilma ganhou por 15.013 votos no primeiro turno e por 74.929 votos no segundo.

Allyson ficou, no primeiro turno, à frente de Cadu por uma margem um pouquinho maior: 15.509 votos, a segunda menor da história.

A diferença é que, em 2006, Wilma começou atrás e virou o jogo na reta final do primeiro turno. Agora, Allyson iniciou a eleição liderando com folga e viu Cadu encostar. Como há 20 anos, a eleição se nacionalizou, com Wilma colando em Lula e Garibaldi dando apoio tímido a Geraldo Alckmin (PSDB).

Agora, Cadu é o candidato de Lula, e Allyson se esquiva para não ser associado a Flávio Bolsonaro, mesmo estando abraçado com os bolsonaristas do Rio Grande do Norte.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
08:58

Foto: reprodução

 

Por Brasil de Fato

O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, se esquivou de perguntas sobre escândalos que o envolvem, espalhou fake news sobre o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e trocou acusações com a entrevistadora, Renata Lo Prete, sobre a relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Questionado sobre o pedido de R$ 134 milhões a Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, dos quais recebeu quase R$ 70 milhões, Flávio Bolsonaro reafirmou que todas as informações já vieram a público na prestação de contas da produtora, ignorando que não há qualquer detalhamento ou dados de origem e destino dos recursos nas informações apresentadas.

Para se esquivar do questionamento, Flávio Bolsonaro recuperou a denúncia falaciosa feita pela Revista Veja, já desmentida, de que o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, teria negociado pagamentos em troca de facilidades.

“Tô falando de um patrocínio privado, com dinheiro privado, sem nenhuma contrapartida por eu ser um senador da República. O que é bem diferente do que fez o Lula na relação com Vorcaro. Os principais articuladores políticos do Lula tiveram relações com o Vorcaro e ofereciam contrapartidas”, dizia Flávio, quando foi repreendido pela entrevistadora, que destacou que a denúncia não se sustenta em elementos confiáveis.

O próprio advogado de Vorcaro, Daniel Bialski, afirmou desconhecer a gravação e as acusações atribuídas ao ex-banqueiro pela revista Veja. A Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) divulgaram notas oficiais negando que Vorcaro tenha prestado o depoimento descrito na publicação.

Diante da insistência no tema, já que os recursos pedidos foram muito superiores aos que foram efetivamente usados no filme, o candidato do PL afirmou que o dinheiro era lícito e destacou que a TV Globo também recebeu recursos de Daniel Vorcaro, para o programa do apresentador Luciano Huck.

“Uma relação privada, um dinheiro totalmente lícito. Como foi aqui na Globo, o programa de Luciano Huck recebeu mais de R$ 160 milhões para fazer propaganda do banco do Vorcaro. E o que tem de errado nisso? Nada”, declarou.

A apresentadora, mais uma vez, interrompeu o candidato do PL, destacando que a relação entre a emissora e Vorcaro era de natureza comercial, diferente do pedido de dinheiro para financiar o filme sobre Jair Bolsonaro.

Contradições sobre o filme Dark Horse

Nesta sexta-feira, porém, o liquidante da massa falida do Banco Master, Eduardo Bianchini, informou que o dinheiro supostamente enviado para o filme Dark Horse não estava contabilizado entre os patrocínios realizados pelo Banco Master. As informações são da coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

Em seu relatório, Bianchini diz expressamente que “não foram encontrados documentos, registros contábeis ou contratuais que evidenciem a realização de operações destinadas ao financiamento, patrocínio ou aporte de recursos para a produção cinematográfica mencionada”.

Segundo a coluna, a assessoria de Flávio Bolsonaro disse que ele apenas buscou o patrocínio com Vorcaro, mas que não participou da efetivação dos pagamentos nem foi informado de como eles foram efetivados.

Os valores eram enviados por uma empresa terceira, o grupo Entre, cujo dono, Antônio Carlos Freixo Junior, fechou uma delação premiada. Apelidado de “Mineiro”, o delator informou que recebeu de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, a ordem de repassar os recursos. Disse ainda que, para ele, foi informado que os recursos seriam usados em um investimento imobiliário.

Questionado se o ministro do STF Kássio Nunes Marques devia sofrer impeachment por suas relações com Vorcaro, Flávio também fugiu do tema e generalizou, dizendo que ele defende que todos devem ser investigados. Nunes Marques teria participado de festas com garotas de programa patrocinadas pelo ex-banqueiro, além de ter despesas do filho pagas por ele.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2026
08:57

Foto: reprodução/Bruno Barreto***

 

“Neutro é xampu”: foi assim que, ao lado de Allyson Bezerra (UB), a vereadora de Natal e deputada estadual eleita Camila Araújo (PL) anunciou apoio ao ex-prefeito de Mossoró no segundo turno.

Na mesma semana, Allyson se deixou gravar pulando com o vereador natalense Subtenente Eliabe (PL) e militantes bolsonaristas devidamente fardados. O parlamentar postou o vídeo nas redes sociais dele ao som do jingle “quem ficar parado é petista disfarçado”.

O prefeito de Natal, Paulinho Freire (UB), bolsonarista que preferiu o PL a Allyson no primeiro turno, discursou ao lado do candidato ao Governo afirmando que vai varrer o PT do Rio Grande do Norte e do Brasil, leia-se um aviso ao presidente Lula da Silva (PT).

No vídeo que viralizou nas redes sociais, Allyson tirou o chapéu de couro e passou a mão na cabeça.

Ter o apoio dos bolsonaristas consolida a absorção do eleitorado reacionário, mas traz consigo o aumento da rejeição que tirou Álvaro Dias (PL) do segundo turno, além de espantar os lulistas que desaprovam a governadora Fátima Bezerra (PT) e optaram por Allyson no primeiro turno.

A pesquisa Datavero desta sexta-feira mostrou que 18% dos eleitores que votaram em Allyson no primeiro turno migraram para Cadu. Isso pode aumentar no transcorrer da próxima semana.

O bolsonarismo dá votos a Allyson com uma mão e tira com a outra.

Publicado por: Chico Gregorio