06/09/2026
11:10

TST determina reintegração de funcionários demitidos pelas Casas Bahia

Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve a liminar que suspende as demissões coletivas realizadas pelas Casas Bahia sem negociação prévia com os sindicatos. A decisão foi tomada neste sábado (5) pelo corregedor-geral do órgão, ministro José Roberto Freire Pimenta, que também estabeleceu prazos para a reintegração dos funcionários e a reativação de benefícios.

Com a decisão, a varejista deverá restabelecer temporariamente os contratos dos trabalhadores desligados no período. A empresa terá cinco dias para reincluir os funcionários na folha de pagamento e até 48 horas para reativar planos de saúde e outros benefícios assistenciais que tenham sido cancelados.

A medida não impede que as Casas Bahia realizem novas demissões no futuro. No entanto, determina que a empresa negocie previamente com os sindicatos antes de promover dispensas coletivas. A decisão também não obriga a companhia a reabrir lojas que tenham sido fechadas.

A determinação do TST foi fundamentada em entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo o qual a participação sindical é necessária em processos de demissão coletiva. O objetivo é garantir a negociação entre trabalhadores e empresa e permitir a discussão de alternativas antes dos desligamentos.

 Polêmica PB

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
11:01

Partes principais do coração.Observe as principais partes que formam o coração.
A Atenção Básica (ou Atenção Primária à Saúde – APS) evita que um paciente chegue ao infarto ao atuar diretamente na raiz do problema: o controle e bloqueio dos fatores de risco cardiovascular antes que eles causem lesões graves nas artérias do coração. Como a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), os postos de saúde utilizam estratégias contínuas que impedem a evolução de doenças crônicas para um evento agudo. 
Essa prevenção ocorre por meio de quatro pilares principais de atuação:
1. Manejo Rigoroso de Doenças Crônicas
A maior parte dos infartos decorre de condições mal controladas. A equipe da APS acompanha de perto:
  • Hipertensão Arterial: O monitoramento regular e o fornecimento de medicamentos reduzem a pressão que agride as paredes das artérias
  • Diabetes Mellitus: O controle da glicemia evita que o excesso de açúcar no sangue inflame os vasos e acelere o acúmulo de placas de gordura. 
  • Dislipidemia (Colesterol Alto): O rastreamento por exames de sangue e a prescrição de estatinas na dose correta ajudam a estabilizar placas de gordura existentes, impedindo que se rompam
2. Estratificação de Risco Cardiovascular
Durante as consultas de rotina, médicos e enfermeiros utilizam escores matemáticos de risco. Cruzando dados como idade, sexo, pressão arterial, níveis de colesterol e tabagismo, a equipe consegue prever a probabilidade de aquele paciente infartar nos próximos 10 anos. A partir disso, o tratamento se torna muito mais agressivo para quem apresenta alto risco. 
3. Promoção de Hábitos Saudáveis (Mudança no Estilo de Vida)
Por meio de consultas individuais ou de grupos de apoio na comunidade, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) promovem:
  • Programas de Cessação do Tabagismo: O cigarro é um dos maiores vilões cardiovasculares; a APS oferece apoio psicológico e medicamentos auxiliares (como adesivos e gomas de nicotina) para ajudar o paciente a parar de fumar. 
  • Orientação Nutricional: Incentivo à redução de alimentos ultraprocessados, sal e gorduras saturadas, estimulando dietas protetoras para o coração. 
  • Estímulo à Atividade Física: Encaminhamento para grupos de caminhada ou programas públicos de exercícios conduzidos por profissionais de educação física. [
4. Uso Estratégico de Medicações Preventivas
A APS garante o acesso contínuo a medicamentos essenciais. Além dos remédios para pressão e colesterol, o uso de antiagregantes plaquetários (como o AAS) pode ser prescrito e monitorado de forma segura para pacientes que se enquadram nos critérios de alto risco, prevenindo a formação de coágulos fatais.
Visão geral criada por IA***

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
10:51

Saúde alerta para importância da atualização do cadastro do Cartão SUS - Semanário CatarinenseNão se deve politizar a assistência médica porque a saúde é um direito constitucional universal e a doença não escolhe partido político ou esfera administrativa.
A frase “não existe paciente estadual, federal ou municipal” resume perfeitamente a lógica do Sistema Único de Saúde (SUS): o cidadão é um só, e o sofrimento humano não muda de acordo com o nível de governo responsável por gerenciar a verba de um hospital ou posto de atendimento.
🛑 Os Riscos de Politizar a Saúde Municipal
  • Uso eleitoreiro de serviços: Trocar atendimentos, exames ou cirurgias por promessas de votos perpetua o clientelismo e fura filas de forma injusta e ilegal.
  • Descontinuidade de tratamentos: Mudar gestores de saúde apenas por critérios políticos (e não técnicos) a cada troca de prefeito interrompe programas essenciais e prejudica o paciente.
  • Guerra de empurra-empurra: Quando a saúde é politizada, governantes culpam uns aos outros (o município culpa o estado, que culpa a União) pela falta de remédios ou leitos, em vez de buscarem soluções conjuntas.
  • Ineficiência na gestão: Recursos públicos acabam direcionados para obras ou setores que trazem mais visibilidade política imediata, em vez de irem para onde há maior necessidade epidemiológica.
🏥 O Cidadão no Centro do Sistema
O princípio da integralidade e da universalidade do SUS deixa claro que o foco deve ser sempre o indivíduo. Quando um paciente chega a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou a uma UPA, ele precisa de acolhimento rápido e digno. Divisões burocráticas e disputas partidárias apenas atrasam diagnósticos, aumentam as filas e colocam vidas em risco.

Se você estiver produzindo um texto ou debate sobre esse tema, posso te ajudar a aprofundar o assunto. Se quiser, me avise se prefere focar em:
  • Argumentos jurídicos e constitucionais sobre o direito à saúde.
  • Exemplos práticos de como o repasse de verbas entre os entes federativos deveria funcionar sem interferência política.
  • Ideias para propostas de fiscalização da saúde pública no município.

As respostas da IA podem conter erros. Para orientação jurídica, consulte um profissional. Saiba mais

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
10:46

O Arrastão 44 movimentou as ruas de Caicó no sábado (05) e reuniu apoiadores do grupo liderado pelo prefeito Dr. Tadeu e pelo vice-prefeito Toinho Santiago. A mobilização saiu da parada do Entroncamento e seguiu em direção ao bairro João XXIII, levando música e animação ao longo do percurso.

O ato ganhou ainda mais força com a presença do deputado estadual Nelter Queiroz, que caminhou ao lado da população e reforçou sua parceria com o grupo. Também participaram os vereadores Ivanildo do Hospital, Alisson Jackson, Fabinho da Saúde e Luiz da Samanau, além de outras lideranças políticas e comunitárias.

Durante o trajeto, a comitiva foi recebida pelos moradores com abraços, palavras de incentivo e manifestações de apoio ao projeto político apresentado pelo grupo.

Em sua fala, Dr. Tadeu agradeceu a participação da população e ressaltou que a mobilização representa a união de pessoas que acreditam na continuidade do trabalho realizado em Caicó.

“Estamos construindo este caminho ao lado do povo, com trabalho, responsabilidade e parcerias que ajudam Caicó a avançar. Essa presença nas ruas renova nossas forças e mostra que estamos unidos para buscar ainda mais conquistas para o município”, destacou Dr. Tadeu.

A mobilização reforçou o apoio do grupo às candidaturas de Allyson ao Governo do Estado, João Maia a deputado federal e Nelter Queiroz e Ezequiel Ferreira a deputados estaduais, além de Styvenson e Samanda ao senado. Segundo as lideranças, a união busca fortalecer as parcerias necessárias para garantir novos investimentos, obras e ações para Caicó.

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
10:30

Neto Queiroz ***

Dentro da nominata para deputado estadual da Federação PT/PV/PCdoB, as contas que estão sendo feitas permanecem indicando a eleição de seis nomes. É o mesmo número de vagas obtidas em 2022. Nas pesquisas, essa projeção vem se confirmando.

A nominata tem três nomes que, segundo as pesquisas, estão um pouco à frente dos demais, embora seja um grupo de puxadores de votos bastante homogêneo. São eles: Kaline de Dr. Bernardo, que deve ser a mais votada da nominata, seguida por Francisco do PT e Ivanilson Oliveira.

Numa prateleira seguinte estão enfileirados, e bastante competitivos, os deputados Ubaldo Fernandes, Isolda Dantas, Eudiane Macedo e Divaneide Basílio. São sete nomes para seis vagas. Um dos citados acima deve sobrar.

Antes de falar dos nomes, vamos fazer algumas contas para entender essas seis vagas. Penso que Kaline, Francisco do PT e Ivanilson devem somar, juntos, cerca de 170 mil votos, enquanto o outro grupo, formado por Ubaldo, Eudiane, Isolda e Divaneide, deve somar algo em torno de 180 mil votos.

Minha projeção é que a soma desses sete principais nomes, mais o restante da nominata e os votos de legenda, deve levar a federação a algo em torno de 440 mil votos.

Para calcular o quociente eleitoral, levei em conta os votos válidos para deputado estadual em 2022 e acrescentei a variação de 4,12% do eleitorado para 2026. Com isso, cheguei a uma estimativa de quociente eleitoral de 81.672 votos neste ano.

Dessa forma, a nominata teria o equivalente a aproximadamente 5,4 quocientes eleitorais. A projeção, portanto, é de cinco vagas inicialmente, coma possibilidade de conquistar a sexta na distribuição das sobras. Neste cálculo, é bom considerar que se a nominata frustrar alguma expectativa, elege apenas 5.

Entre os nomes, como já afirmei no início do texto, acredito que existem três candidatos com certo favoritismo: Kaline, Francisco e Ivanilson. Outros quatro, Eudiane, Isolda, Ubaldo e Divaneide, aparecem disputando as vagas restantes.

Não vejo, no escalão que vem atrás, nenhum nome com força suficiente para brigar com esse grupo principal. Daniel Valença não aparece bem nas pesquisas, enquanto Ivan Baron não parece ter estrutura para ampliar significativamente seu universo de votos.

Penso que Divaneide tem um pouco mais de dificuldade nessa disputa porque, diferentemente de 2022, quando se elegeu praticamente sustentada por cinco cidades-polo, neste ano não conta com duas bases importantes que teve naquela eleição: São Gonçalo do Amarante e Touros.

Esclareço, ao final, que esta avaliação é uma opinião pessoal, baseada nas informações que recebo e nos números das pesquisas. Não conheço em profundidade a campanha individual que cada candidato está fazendo e, por isso, faço essa ressalva.

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
10:29

Neto Queiroz***

Na sequência das análises sobre as nominatas para deputado estadual no Rio Grande do Norte, vamos dar uma olhada na nominata do Partido Liberal. Trata-se de uma nominata completa, robusta e que provavelmente terá o maior número de votos.

São sete deputados com mandato e alguns outros nomes fortes. Devido à forte concorrência, é possível que tenhamos no PL candidatos muito bem votados que, mesmo assim, terminarão a eleição apenas como suplentes.

Enxergo na nominata cinco nomes que formam uma espécie de pelotão de elite do PL. Tomba Farias, Gustavo Carvalho, Dr. Kerginaldo, Adjuto Dias e Coronel Azevedo devem superar os 50 mil votos cada um.

Há ainda um segundo grupo bastante competitivo e em condições de igualdade, formado por Jorge do Rosário, Terezinha Maia, Luiz Eduardo, Getúlio Rego, Camila Araújo e o bispo Paulo Luiz.

A nominata conta ainda com um terceiro bloco que pode oferecer alguma surpresa, composto por Anne Lagartixa, Gabriel César e Bibi Costa.

Faço uma projeção de que essa nominata deve alcançar algo em torno de 530 mil votos. Considerando o quociente eleitoral que projetei em 81.672 votos, o PL alcançaria cerca de 6,5 quocientes eleitorais, garantindo seis vagas e entrando muito forte na disputa pela sétima nas sobras.

Internamente, a nominata trabalha com a possibilidade de oito vagas. Não é algo improvável. Pelo contrário: se qualquer uma das outras nominatas tiver uma quebra de expectativa e apresentar desempenho abaixo do projetado, a vaga perdida pode cair no colo do PL, abrindo caminho para o oitavo eleito.

Considero os cinco nomes que apontei como integrantes do pelotão de elite — Tomba, Gustavo, Adjuto, Azevedo e Kerginaldo — como favoritos. Incluo ainda Jorge do Rosário como um dos nomes mais fortes do bloco que vem logo atrás. A última vaga, numa projeção de sete eleitos, seria disputada principalmente por Getúlio Rego, Luiz Eduardo, Terezinha Maia e Camila Araújo.

Esclareço, ao final, que minha avaliação é uma opinião pessoal, baseada nas informações que recebo e nos números das pesquisas. Não conheço em profundidade a campanha individual que cada candidato está fazendo e, por isso, faço essa ressalva.

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
10:25

Neto Queiroz ***

A nominata federal do União Brasil/PP, que forma a Federação União Progressista, tem tudo para eleger dois deputados federais em outubro. Essa é uma opinião quase unânime no Estado. A grande questão é saber quem serão os eleitos.

Nem preciso escrever sobre os problemas enfrentados pela nominata. Os fatos são de conhecimento de todos. Prefiro me debruçar sobre as chances de Benes Leocádio, João Maia e Robinson Faria e analisar qual deles poderá ficar sem mandato.

Pense numa previsão em que as opiniões estão divididas. Aqui mesmo no nosso blog, pelos comentários no Instagram, percebemos o quanto as avaliações são diversas. E justamente porque não há como cravar quem ganha e quem perde. As pesquisas mostram uma oscilação constante entre os três. São candidatos com campanhas de estatura semelhante. A diferença é de milímetros.

Entre os três, Robinson Faria é quem apresenta maior capilaridade e reúne mais apoios estruturais importantes. São cerca de 60 municípios onde deverá figurar entre os mais votados. Contudo, Robinson tem um voto mais difícil de ser levado até a urna, justamente pelo desgaste da imagem deixada por seu governo.

Benes Leocádio também possui muita capilaridade. Essa é uma de suas principais forças. Tem apoios menores do que os de Robinson, mas, em contrapartida, considero que possui um voto mais fácil de ser trabalhado e mobilizado por suas lideranças.

João Maia tem contra si o fato de ter perdido, em 2026, parte de suas bases eleitorais, tanto para Juninho Saia Rodada quanto para Dr. Bernardo. A seu favor está o fato de ser extremamente hábil em seus planejamentos eleitorais, capaz de medir com precisão a força de suas bases e os votos que podem chegar às urnas. João sabe do que precisa e sabe o que deve fazer.

É difícil fazer uma previsão sobre qual dos três ficará de fora. Não vejo possibilidade de os três se elegerem, assim como considero bastante difícil que a nominata conquiste apenas uma vaga. Minha projeção é de duas cadeiras. Serão dois eleitos e um deles ficará de fora.

Citar agora os nomes de quem entra e quem sai seria mero palpite, tamanha a igualdade entre eles. A definição promete ser no voto a voto, com emoção garantida até o momento da apuração.

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
10:20

Laurita Arruda***

A vereadora de Natal e candidata a deputada federal Brisa Bracchi (PT) foi vítima de graves ameaças de violência sexual e de morte por meio de e-mails enviados às suas contas pessoais e institucionais. A mensagem, enviada no último dia 1º de setembro, trazia motivação declarada ligada à sua orientação sexual e à sua condição de mulher na política.

O episódio ganhou repercussão nacional e foi destaque na Folha de S.Paulo. O e-mail recebido continha agravantes preocupantes: além de ser assinado por um nome com alusões a um grupo neonazista, a mensagem veio acompanhada do vazamento de dados pessoais e sigilosos de Brisa e de seus familiares, incluindo detalhes e prazos específicos para a execução das ameaças.

Todas as providências cabíveis e jurídicas já foram tomadas. O caso foi encaminhado à Polícia Civil e ao Ministério Público Eleitoral (MPE), que repassou a investigação para a Polícia Federal (PF). O Ministério das Mulheres e a governadora do RN, Fátima Bezerra, também foram comunicados, e a prioridade no momento é garantir a segurança física e mental da parlamentar e de sua família.

O TL manifesta sua total solidariedade à vereadora e candidata Brisa Bracchi, repudiando veementemente qualquer forma de violência política de gênero, homofobia e intimidação antidemocrática. Nos somamos às vozes que cobram rigorosa apuração e punição exemplar aos responsáveis.

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
10:16

Pode ser uma imagem de mapa e texto que diz "MAPA: Quaest mostra como está a disputa presidencial nos estados Levantamentos realizados entre 24 de agosto de setembro em2 estados no Distrito Federa mostram cenário da disputa no turno da eleição presidencial. RR AM AC PA MA RO CE RN PI to MT Lula lidera (9 estados) PE AL SE BA Flávio lidera estados) DF GO MS Caiado lidera estado) MG Empate (9 estados ES SP DF) PR RJ Sem pesquisa (1 estado) SC RS O BRASIL EM DISPUTA 9 estados Lula lidera 2026 estados Flávio lidera estado Caiado lidera Fonte Quaest estados DF Empate entre estado Sem pesquisa"

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
10:11

Agora RN

Em queda nas pesquisas de intenções de votos para o Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL) abriu uma nova frente de confronto na Justiça Eleitoral. A coligação Endireita RN, que sustenta sua candidatura, apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o líder da corrida estadual, Allyson Bezerra (União).

A campanha de Allyson reagiu classificando a iniciativa como uma tentativa de vencer a eleição no “tapetão”. Para a assessoria, o grupo de Álvaro procura transferir para os tribunais uma disputa que deveria ser decidida pelos eleitores nas urnas. “A tentativa de cassar a candidatura de Allyson Bezerra surge como um recurso típico de ‘tapetão’ para fabricar uma cortina de fumaça”, afirmou a campanha.

Candidato ao Governo do RN Álvaro Dias
Ex-prefeito de Natal Álvaro Dias é candidato do PL ao Governo do Estado — José Aldenir/Agora RN
Prefeito de Mossoró e candidato ao Governo do RN Allyson Bezerra
Allyson Bezerra é ex-prefeito de Mossoró e candidato pelo União Brasil — José Aldenir/Agora RN

A ação foi protocolada na quinta-feira 3, depois do debate entre os candidatos promovido pelo Grupo Dial Natal, na quarta-feira 2. No encontro, Allyson e Álvaro protagonizaram uma troca de acusações sobre episódios relacionados às trajetórias administrativas e políticas dos dois concorrentes.

Segundo a campanha de Allyson, a judicialização seria uma estratégia do grupo adversário para mudar o foco do debate eleitoral e tentar atingir, por meio da Justiça, uma candidatura que permanece na liderança das pesquisas.

O cenário eleitoral pode ser ilustrado pela pesquisa Exatus divulgada nesta sexta-feira 4 pelo Grupo Agora RN. O levantamento mostra Allyson na liderança, com 37,42% das intenções de voto. Álvaro aparece com 20,56%, enquanto Cadu de Lula (PT) registra 17,96%.

A vantagem de Allyson sobre Álvaro é de 16,86 pontos percentuais. Já o representante do PL está tecnicamente empatado com Cadu, considerando a margem de erro de 2,53 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na comparação com a rodada anterior da Exatus, divulgada em julho, Álvaro caiu de 26,05% para 20,56%. O recuo foi de 5,49 pontos percentuais.

Allyson também oscilou negativamente, passando de 41,78% para 37,42%, uma redução de 4,36 pontos. Apesar disso, a distância entre os dois aumentou. Na pesquisa anterior, Allyson estava 15,73 pontos à frente de Álvaro. Agora, a vantagem alcança 16,86 pontos.

A pesquisa Exatus divulgada nesta sexta-feira ouviu 1.500 eleitores em 55 municípios do Rio Grande do Norte entre 31 de agosto e 3 de setembro. O levantamento possui margem de erro de 2,53 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RN-03924/2026 e BR-03775/2026. A ação da coligação de Álvaro foi protocolada antes da divulgação dos números da Exatus.

“Querem impedir que o candidato que lidera pesquisas seja votado”

Em nota assinada pelos advogados Caio Vitor, Felipe Cortez e Thiago Cortez, a assessoria jurídica de Allyson e do candidato a vice-governador Hermano Morais (MDB) afirmou que respeita a decisão da coligação adversária de judicializar a campanha, mas sustenta que o pedido não deve proceder.

“O mesmo grupo busca, desta vez, impedir que o candidato que lidera todas as pesquisas consideradas regulares pelo TRE-RN seja votado pela população potiguar”, declarou a defesa.

Os advogados informaram que apresentarão ao tribunal os argumentos contra a ação. A campanha afirma que pretende defender o direito dos eleitores de escolherem o próximo governador nas urnas.

Para a assessoria de Allyson, o grupo de Álvaro estaria tentando encontrar no Judiciário uma forma de alterar uma disputa na qual aparece em desvantagem eleitoral. Essa interpretação, assim como a expressão “quer ganhar no tapetão”, representa o posicionamento da campanha e não uma conclusão da Justiça Eleitoral.

O que a ação pretende investigar

Em linhas gerais, a coligação Endireita RN — formada por PL, Podemos, Federação PSDB-Cidadania, Novo e Mobiliza — pede que o TRE-RN investigue um possível abuso de poder político e econômico relacionado a contratos da saúde pública de Mossoró e ao projeto eleitoral de Allyson.

A ação utiliza elementos da Operação Mederi, investigação da Polícia Federal sobre possíveis irregularidades na compra de medicamentos por prefeituras do Rio Grande do Norte, incluindo a de Mossoró. A coligação pretende apurar se recursos supostamente desviados tiveram alguma destinação político-eleitoral.

A petição menciona gravações nas quais empresários discutem valores, percentuais e campanhas eleitorais. A eventual ligação desses recursos com a candidatura de Allyson, contudo, ainda não está comprovada. A própria ação afirma que essa relação deverá ser esclarecida mediante a produção de provas e o cruzamento de documentos e informações financeiras.

Além de Allyson e Hermano, a AIJE inclui o atual prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros (Republicanos), e dois empresários ligados à Dismed Distribuidora de Medicamentos.

A apresentação da AIJE não retira Allyson da eleição nem suspende seu registro. O processo está em sua fase inicial e não contém pedido de liminar para afastar imediatamente o candidato da disputa.

Os investigados ainda deverão apresentar suas defesas. O processo poderá passar pela obtenção de documentos, produção de provas, manifestação do Ministério Público Eleitoral e julgamento pelo TRE-RN.

Até o momento, não existe decisão que casse, suspenda ou impeça a candidatura de Allyson. A coligação de Álvaro sustenta que existem indícios que precisam ser investigados. A campanha do candidato do União Brasil afirma que o adversário, em desvantagem nas pesquisas, tenta levar aos tribunais uma decisão que deve pertencer aos eleitores.

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
10:06

O número de sessões não deve ser o único parâmetro para avaliar a eficácia do tratamento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A avaliação deve considerar as necessidades individuais, os objetivos definidos para cada criança e o acompanhamento contínuo de sua evolução.
Segundo o Censo 2022 do IBGE, o Brasil tem 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com autismo, o equivalente a 1,2% da população. Entre crianças de 5 a 9 anos, o índice chega a 2,6%.
Para o Grupo Bem Criar, especializado no atendimento de crianças com transtornos do neurodesenvolvimento, duas crianças com o mesmo diagnóstico podem precisar de estratégias, profissionais e intensidades de atendimento diferentes. A orientação é estabelecer um plano terapêutico individualizado, acompanhar os resultados e revisar as intervenções conforme as necessidades mudam.
“Não se trata de estabelecer que mais ou menos sessões sejam melhores. A pergunta precisa ser outra: quais intervenções esta criança necessita, quais objetivos queremos alcançar e como vamos medir sua evolução?”, afirma a CEO do grupo, Joice Melo.
A abordagem também é defendida por diretrizes internacionais, que recomendam planos personalizados e avaliação sistemática das respostas às intervenções. A participação das famílias é outro ponto considerado importante para acompanhar o desenvolvimento da criança e entender os objetivos de cada etapa do tratamento.
“Quantidade, isoladamente, não é indicador de qualidade”, resume Joice.

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
09:58

Foto: Roque de Sá/Agência Senado/Bruno Barreto***

A votação do fim da escala 6×1 travou no Senado. Passou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas não foi votada no Plenário.

Esse fato é um belo recado ao eleitor do que está em jogo nestas eleições.

Nós estamos muito acostumados a só prestar atenção às eleições executivas e deixar a disputa parlamentar em segundo plano.

Esse é um erro que custa muito caro.

Parte da mudança para melhor passa pelo momento em que entendermos o valor da representação. Os empresários sempre souberam disso: escolhem e financiam os seus representantes.

O povo acaba votando contra si sem se dar conta.

O fim da escala 6×1 está aí para mostrar quem te representa de verdade. Repare quem defendeu a ideia desde o início, quem embarcou por conveniência e quem foi contra.

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
09:56

Foto: reprodução/Bruno Barreto*

A deputada federal Natália Bonavides, do PT do Rio Grande do Norte, foi ameaçada de estupro e esquartejamento. A ameaça chegou por e-mail e é assinada por um grupo de extrema direita brasileiro.

Na menagem, o grupo detalhou como deseja cometer os crimes e relaciona as violências à atuação política da parlamentar. Além do estupro, o grupo descreve um esquartejamento da deputada.

Além da mensagem, o e-mail traz uma lista de CPFs, endereços e dados de Natália Bonavides e familiares. A deputada federal potiguar já acionou a polícia e entregou as provas para serem investigadas.

Nota do Blog: tive acesso ao teor do e-mail, mas preferi não publicar. É grotesco demais.

Publicado por: Chico Gregorio


06/09/2026
09:53

Foto: reprodução/Bruno Barreto*

A Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte impôs um freio contundente ao jogo sujo praticado pela campanha de Allyson Bezerra. Em decisão liminar deferida neste sábado (05), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) determinou a retirada imediata do ar da propaganda eleitoral que veiculava acusações sabidamente falsas, difamatórias e gravemente descontextualizadas contra o candidato Cadu de Lula.

Sob pena de pesada multa diária, a decisão judicial desmonta uma a uma as mentiras forjadas pelo adversário, expondo uma tentativa desesperada de enganar a população potiguar e evitar o crescimento forte e contínuo do adversário:

  1. A mentira do “assinou o aumento do próprio salário”:

O magistrado destacou a grave descontextualização da expressão usada na TV, demonstrando que Allyson buscou atribuir falsamente um ato pessoal e direto de benefício próprio, omitindo que o processo tratou de ato legal, institucional e com critérios normativos e colegiados.

  1. A invenção dos “13 milhões”:

A decisão apontou que a campanha adversária jogou números no ar, sem qualquer base técnica ou documental até então presente nos autos.

  1. A apelação com a farsa dos respiradores:

O juiz afirmou que não há elementos que apontem vínculo entre os temas administrativos e a investigação de respiradores, o que pode induzir o eleitor em erro

“Quem não tem conteúdo verdadeiro apela para a mentira. A Justiça Eleitoral restabelece a verdade ao proibir esse jogo sujo. O eleitor do Rio Grande do Norte merece respeito, debate sério e futuro, não armações de marketing rasteiro e velhacaria política. Eu levo isso a sério, trata-se da vida das pessoas; não aceitarei baixaria.”, declarou o candidato Cadu de Lula.

Com a decisão, as emissoras de rádio e TV já foram formalmente notificadas para suspender a exibição das peças mentirosas. O caso também foi encaminhado para conhecimento da Procuradoria Regional Eleitoral.

Publicado por: Chico Gregorio


05/09/2026
10:49

Pesquisa reconfigura o cenário e já projeta Lucas versus Efraim - Por Nonato Guedes

   Faltando um mês para a realização das eleições ao governo do Estado em primeiro turno, a pesquisa Atlas/Intel divulgada ontem pelos meios de comunicação mostra uma reconfiguração do cenário paraibano, com inversão de papéis entre candidatos. O levantamento aponta liderança cristalizada, na disputa, do governador Lucas Ribeiro, do PP, candidato à reeleição, que alcançou 42,4% das intenções de voto. É o melhor momento de Lucas, que começou timidamente a campanha, teoricamente desconhecido de parcelas da opinião pública por ter assumido a titularidade do Executivo só em abril, com a renúncia de João Azevêdo (PSB) para concorrer ao Senado. Quando a candidatura de Lucas foi oficializada, o ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), que rompeu com o PP e com Azevêdo, estava na dianteira confortável dos números de institutos especializados e parecia mesmo em marcha batida para se estabilizar como favorito. Lucas vinha em segundo, mas com um crescimento vegetativo, e o senador Efraim Filho, do PL bolsonarista, despontava em terceiro.

      Agora, o cenário da pesquisa Atlas/Intel sinaliza uma reviravolta surpreendente na conjuntura estadual, com Lucas avançando substancialmente e uma inversão no segundo lugar, com a ascensão de Efraim Filho, com 30,9% das intenções, deixando Cícero para trás, em terceiro lugar, com 19,8%. O senador bolsonarista não só trabalhou incansavelmente para evoluir de desempenho na corrida, como sempre prognosticou a certeza de que estaria presente no segundo turno, dando combate ao governador Lucas Ribeiro. Pelos dados atuais, essa hipótese já está cravada, embora, por via das dúvidas, convém esperar o desdobramento do quadro político-eleitoral. Na prática, confirma-se a reprodução da polarização nacional que opõe o presidente Lula (PT) ao senador Flávio Bolsonaro (PL): na Paraíba, Lucas Ribeiro teve declaração de apoio do presidente Lula e conquistou o apoio formal do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores, presidido pela deputada Cida Ramos, enquanto Efraim já conseguiu trazer várias vezes o senador Flávio Bolsonaro ao Estado para impulsionar sua mobilização.

          Esse fenômeno da polarização política-ideológica se dá na Paraíba sem que os favoritos de hoje priorizem o debate nacional e, por via de consequência, o antagonismo entre propostas dos presidenciáveis. A campanha pelo governo do Estado se dá no nível da discussão dos problemas da população paraibana e de questionamentos sobre a atual administração, com a oposição batendo forte na gestão João-Lucas e o governador-candidato enumerando o saldo de obras e realizações encaminhadas e executadas a partir da Era João Azevêdo. A polêmica opõe continuidade versus renovação, e Efraim leva vantagem no campo oposicionista porque rompeu com o governo ainda em 2022 quando se elegeu ao Senado Federal, enquanto Cícero patina no discurso porque foi aliado de Azevêdo até abril deste ano, sendo tratado por muitos como um “dissidente”, não um rival declarado. Enfim, Cícero não tem um candidato a presidente da República para chamar de seu, isto é, não tem palanque presidencial no Estado, o que reforçaria tecnicamente a sua logística de campanha, sobretudo em grandes centros como João Pessoa e Campina.

Polêmica PB***

Publicado por: Chico Gregorio