13/07/2026
10:48

Pesquisa realizada pelo Instituto Seta, em parceria com O Potiguar, aferiu as intenções de voto para deputado estadual entre os eleitores de Caicó. No levantamento, Adjuto Dias lidera a disputa com 10,0% das intenções de voto. Em seguida aparecem Bibi Costa, com 9,4%, e Francisco do PT, com 7,0%.

Na sequência estão Vivaldo Costa (5,8%), Nélter Queiroz (5,0%), Juninho São José Rodada (3,4%), Ezequiel Ferreira (3,2%), Carla Dickson (3,0%), Isolda Dantas (3,0%), Terezinha Maia (2,0%), Coronel Azevedo (1,4%), Robinson Faria (1,4%), Dr. Tadeu (1,2%), Neto Diógenes (1,2%), Ubaldo Fernandes (1,2%) e Gustavo Carvalho (1,2%).

Também foram citados José Dias (1,0%), Eudiane Macedo (0,8%), Tomba Farias (0,6%), Dr. Bernardo (0,4%), João Maia (0,4%) e Jair Bolsonaro (0,4%). O percentual de ninguém, branco ou nulo é de 0,4%, enquanto 36,8% dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não responder. Bentes Leocádio e Odon Júnior registraram 0,2% cada.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Seta, em parceria com O Potiguar, entre os dias 4 e 5 de julho de 2026, com 500 entrevistas em Caicó/RN. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de intervalo de confiança. O levantamento está registrado no TRE-RN sob o número RN-01547/2026.

Veja a lista completa.

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Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
10:29

DeFato.com - Politica

O levantamento também mediu a rejeição dos possíveis candidatos. Álvaro Dias apresenta o maior índice, com 50,0% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. Em seguida aparecem Allyson Bezerra, com 24,0%, e Cadu Xavier, com 10,4%. Os demais registram rejeições de 4,0% para Dário Barbosa3,0% para Robério Paulino e 0,8% para Karlo Rodrigo Vieira. Outros 2,0% disseram rejeitar nenhum dos nomes apresentados, enquanto 5,8% não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Seta, em parceria com O Potiguar, entre os dias 4 e 5 de julho de 2026, com 500 entrevistas em Caicó RN. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de intervalo de confiança. O levantamento está registrado no TRE-RN sob o número RN-01547/2026.

O Potiguar**

Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
10:23

Foto do post

O Instituto Seta, em parceria com O Potiguar, divulga nova pesquisa de intenção de voto para o Governo do Rio Grande do Norte. No cenário estimulado, Allyson Bezerra lidera a disputa com 37,2% das intenções de voto, seguido por Álvaro Dias, com 33,4%, enquanto Cadu Xavier aparece em terceiro lugar, com 23,0%. Os demais nomes citados registraram índices inferiores a 1%: Dário Barbosa (0,4%) e Robério Paulino (0,2%). Brancos e nulos somam 1,8%, enquanto 4,0% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Allyson Bezerra também ocupa a primeira posição, com 35,2%, seguido por Álvaro Dias, que registra 30,6%, e Cadu Xavier, com 21,6%. Também foram citados espontaneamente Robgério Marinho (1,0%), Dário Barbosa (0,4%) e Fátima Bezerra (0,4%). O percentual de ninguém, branco ou nulo é de 3,0%, enquanto 7,8% afirmaram não saber ou não responder.

O levantamento também mediu a rejeição dos possíveis candidatos. Álvaro Dias apresenta o maior índice, com 50,0% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. Em seguida aparecem Allyson Bezerra, com 24,0%, e Cadu Xavier, com 10,4%. Os demais registram rejeições de 4,0% para Dário Barbosa3,0% para Robério Paulino e 0,8% para Karlo Rodrigo Vieira. Outros 2,0% disseram rejeitar nenhum dos nomes apresentados, enquanto 5,8% não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Seta, em parceria com O Potiguar, entre os dias 4 e 5 de julho de 2026, com 500 entrevistas em Caicó RN. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de intervalo de confiança. O levantamento está registrado no TRE-RN sob o número RN-01547/2026.

Veja os  números nos gráficos a seguir.

Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
10:21

Pesquisa do Instituto Seta, realizada em parceria com O Potiguar, mostra que, na soma dos dois votos para o Senado Federal, Styvenson Valentim lidera a disputa com 53,6% das citações. Em seguida aparecem Zenaide Maia, com 35,2%, e Samanda Alves, que registra 31,6%. Na sequência estão Rafael Motta (27,2%), Coronel Hélio (24,0%), Sandro Pimentel (8,2%), Luciana Lima (4,0%) e Rosália Fernandes (2,2%). Os que declararam votar em ninguém, branco ou nulo somam 4,8%, enquanto 9,2% não souberam ou preferiram não responder.

No cenário do primeiro votoStyvenson Valentim aparece isolado na liderança, com 41,4% das intenções de voto. Na sequência estão Zenaide Maia (17,6%), Samanda Alves (15,8%), Rafael Motta (11,2%), Coronel Hélio (4,6%), Sandro Pimentel (1,2%) e Rosália Fernandes (0,4%). Outros 2,2% afirmaram votar em branco, nulo ou em ninguém, enquanto 5,6% não souberam ou não responderam.

Já na disputa pelo segundo votoCoronel Hélio assume a liderança, com 19,4%, seguido por Zenaide Maia, com 17,6%Rafael Motta, com 16,0%, e Samanda Alves, que registra 15,8%Styvenson Valentim aparece com 12,2%, à frente de Sandro Pimentel (7,0%), Luciana Lima (4,0%) e Rosália Fernandes (1,8%). O percentual de ninguém, branco ou nulo é de 2,6%, enquanto 3,6% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.

O levantamento também aferiu a rejeição dos pré-candidatos ao Senado. Sandro Pimentel apresenta o maior índice, com 15,8%, seguido por Rosália Fernandes (15,2%) e Coronel Hélio (12,4%). Em seguida aparecem Zenaide Maia (11,0%), Styvenson Valentim (10,2%), Samanda Alves (9,6%), Luciana Lima (9,2%) e Rafael Motta (7,0%). Entre os entrevistados, 8,8% afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados, enquanto 0,8% não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Seta, em parceria com O Potiguar, entre os dias 4 e 5 de julho de 2026, com 500 entrevistas em Caicó/RN. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de intervalo de confiança. O levantamento está registrado no TRE-RN sob o número RN-01547/2026.

 

 

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Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
10:16

Natália Bonavides lidera intenções de voto para deputado federal no Rio Grande do Norte - NOTÍCIAS SOBRE O RIO GRANDE DO NORTE - O POTI

Foto reprodução

Pesquisa realizada pelo Instituto Seta, em parceria com O Potiguar, aferiu as intenções de voto para deputado federal entre os eleitores de Caicó. No levantamento, Natália Bonavides aparece na liderança, com 11,0% das intenções de voto. Em seguida vêm João Maia, com 7,4%, e General Girão, com 6,4%.

Na sequência do levantamento aparecem Bentes Leocádio e Nina Souza, ambos com 4,0%. Depois surgem Ezequiel Ferreira (3,4%), Tabata Pimentel (2,6%), Robson Faria (2,4%), Sgt. Gonçalves (2,4%), Carla Dickson (1,2%), Coronel Azevedo (1,0%), Fernando Mineiro (0,8%), Diogenes (0,4%) e Zenaide Maia (0,4%).

O levantamento também mostra que 7,6% dos entrevistados declararam votar em ninguém, branco ou nulo, enquanto 4,6% afirmaram não saber ou preferiram não responder.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Seta, em parceria com O Potiguar, entre os dias 4 e 5 de julho de 2026, com 500 entrevistas em Caicó RN. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de intervalo de confiança. O levantamento está registrado no TRE-RN sob o número RN-01547/2026.

Veja a lista completa.

 

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Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
10:09

Pesquisa TCM/TSDois: Prefeito Dr. Tadeu tem 81% de aprovação ...

Pesquisa realizada pelo Instituto Seta, em parceria com O Potiguar, revela que o prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, alcança 75,6% de aprovação entre os eleitores do município. O resultado demonstra que a gestão municipal conta com o respaldo de aproximadamente três em cada quatro entrevistados.

Segundo o levantamento, 22,2% dos entrevistados desaprovam a administração municipal, enquanto 2,2% afirmaram não saber ou preferiram não responder. Os números evidenciam um cenário de ampla aprovação da atual gestão, que reúne avaliação positiva de mais de três quartos do eleitorado.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Seta, em parceria com O Potiguar, entre os dias 4 e 5 de julho de 2026, com 500 entrevistas em Caicó RN. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de intervalo de confiança. O levantamento está registrado no TRE-RN sob o número RN-01547/2026.

 

Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
09:09

247 – Segundo a sexta rodada da pesquisa BTG/Nexus, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém liderança em todos os cenários de 1º e 2º turnos, com 40% no cenário estimulado e até 49% nas simulações finais. Flávio Bolsonaro (PL) aparece como o principal adversário, mas fica numericamente atrás do presidente tanto na disputa inicial quanto no confronto direto.

Divulgado nesta segunda-feira (13), o levantamento da Nexus, encomendado pelo BTG Pactual, ouviu 2.003 eleitores de todas as regiões do país entre os dias 10 e 12 de julho. As entrevistas foram realizadas por telefone, e a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código: BR-07981/2026.

Lula abre 11 pontos no voto espontâneo

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Lula lidera com 35% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro registra 24%, uma diferença de 11 pontos percentuais em favor do atual presidente.

Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 3%, enquanto Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) têm 2% cada. Outros nomes somam 4%. Os eleitores que afirmam votar em branco, anular ou não escolher nenhum candidato representam 8%, enquanto 22% não souberam ou não responderam.

Em comparação com a rodada divulgada em 29 de junho, Lula passou de 38% para 35% no voto espontâneo. Flávio Bolsonaro também apresentou redução numérica, de 27% para 24%. Apesar das oscilações, a distância entre os dois ainda é de 11 pontos.

Cenário estimulado mostra Lula com 40% e Flávio com 34%

No cenário estimulado de primeiro turno, em que os nomes são apresentados aos entrevistados, Lula tem 40%, contra 34% de Flávio Bolsonaro. A vantagem do presidente é de seis pontos percentuais.

Ronaldo Caiado aparece em terceiro lugar, com 5%. Renan Santos e Romeu Zema têm 4% cada. Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) registram 2%, enquanto Aécio Neves (PSDB) soma 1%. Cabo Daciolo (Mobiliza) não alcança 1%. Brancos, nulos e eleitores que não escolheriam nenhum candidato representam 6%, e 3% não souberam responder.

Na comparação com o levantamento anterior, Lula oscilou de 42% para 40%, enquanto Flávio permaneceu com 34%. Caiado manteve 5%, e Renan Santos e Zema passaram de 3% para 4%.

O levantamento indica ainda que 80% dos eleitores de Lula afirmam já ter tomado uma decisão definitiva, contra 74% entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro. Considerando todos os entrevistados que escolheram algum candidato, 70% dizem que não pretendem mudar o voto, enquanto 29% admitem a possibilidade de rever a escolha.

Lula vence os quatro confrontos de segundo turno

Lula também aparece numericamente à frente nas quatro simulações de segundo turno realizadas pela Nexus. O confronto mais apertado seria contra Flávio Bolsonaro: o presidente tem 47%, diante de 44% do senador. Brancos, nulos e eleitores que não votariam em nenhum dos dois somam 8%, e 1% não respondeu.

Como a diferença entre Lula e Flávio é de três pontos, a leitura do resultado exige cautela diante da margem de erro de dois pontos percentuais. Ainda assim, o petista preserva a liderança numérica observada nas últimas rodadas. Em 29 de junho, o resultado era de 47% para Lula e 44% para Flávio, os mesmos percentuais do levantamento atual.

Contra Romeu Zema, Lula vence por 47% a 40%, diferença de sete pontos. Nesse confronto, 11% votariam em branco, anulariam ou não escolheriam nenhum dos dois, e 2% não responderam.

A vantagem aumenta diante de Ronaldo Caiado. Lula registra 47%, contra 38% do governador de Goiás, abrindo nove pontos. Brancos, nulos e nenhum somam 13%, enquanto 2% não souberam responder.

A maior diferença aparece na disputa contra Renan Santos. O atual presidente alcança 49%, enquanto o adversário tem 35%, distância de 14 pontos percentuais. Outros 14% não votariam em nenhum dos dois, e 2% não responderam. Segundo a pesquisa, 41% dos entrevistados escolheram Lula em todos os quatro confrontos simulados de segundo turno.

Nordeste e eleitorado de baixa renda ampliam vantagem de Lula

O desempenho dos candidatos varia de forma significativa entre os diferentes segmentos do eleitorado. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula alcança 54% no Nordeste, contra 25% de Flávio Bolsonaro. No Sudeste, o petista também lidera numericamente, por 38% a 33%.

Flávio aparece à frente no Sul, com 47%, enquanto Lula tem 26%. No agrupamento Norte/Centro-Oeste, o senador registra 37%, contra 32% do presidente.

Lula também lidera entre as mulheres, com 45%, diante de 30% de Flávio. Entre os homens, o senador aparece à frente por 38% a 34%. O presidente obtém 53% entre os eleitores com renda familiar de até um salário mínimo, grupo no qual Flávio marca 22%.

No eventual segundo turno entre os dois, Lula alcança 59% no Nordeste, contra 35% do adversário. Flávio lidera no Sul por 58% a 34% e no Norte/Centro-Oeste por 50% a 42%. No Sudeste, o presidente aparece com 46%, diante de 42% do senador.

Terceira via é preferência de 27% dos entrevistados

Quando questionados sobre qual campo político deveria vencer as eleições, 36% apontaram Lula. Outros 32% preferem Flávio Bolsonaro ou algum candidato apoiado por Jair Bolsonaro e sua família. Uma candidatura sem o apoio de nenhum dos dois grupos é defendida por 27% dos eleitores, acima dos 21% registrados na rodada anterior.

A pesquisa também mostra que Lula reúne potencial de voto — soma dos que o consideram a única opção e dos que admitem votar nele — de 51%. Flávio Bolsonaro chega a 47%. A rejeição declarada é de 46% para o presidente e de 50% para o senador.

O interesse declarado pela disputa presidencial permanece elevado: 48% dizem ter muito interesse nas eleições e 25% demonstram interesse razoável, totalizando 73%. Além disso, 88% afirmam já ter decidido comparecer às urnas, e outros 8% dizem que provavelmente votarão, o que eleva a expectativa declarada de participação a 96%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07981/2026 e abrange eleitores com 16 anos ou mais, residentes nas 27 unidades da Federação. A amostra foi distribuída proporcionalmente por região e considerou cotas de sexo, idade, escolaridade, tipo de telefonia e DDD.

Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
08:58

O jornal Folha de S.Paulo desta segunda-feira (13) dedica meia página ao ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), apontado como um dos principais nomes na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte em 2026.

A reportagem destaca que Allyson aposta em uma estratégia baseada na neutralidade em relação à polarização nacional, afirmando que pode governar em parceria com qualquer presidente. Também ressalta sua agenda de visitas aos 167 municípios do estado, o forte uso das redes sociais e a narrativa de origem humilde, marcada pela superação e ascensão política.

Engenheiro civil, Allyson foi eleito deputado estadual em 2018, prefeito de Mossoró em 2020 e reeleito em 2024 com 78% dos votos. A publicação enfatiza ainda sua gestão voltada à modernização administrativa, com digitalização de processos e investimentos em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

OPERAÇÃO DA PF É CITADA

A reportagem também aborda a investigação da Polícia Federal sobre contratos de medicamentos envolvendo a Prefeitura de Mossoró. Allyson afirma que não é alvo da apuração, defende a transparência da gestão e diz que todos os procedimentos são auditáveis pelos órgãos de controle.

Segundo a Folha, o ex-prefeito aparece entre os líderes nas pesquisas recentes para o Governo do Estado e busca consolidar sua pré-candidatura percorrendo o Rio Grande do Norte e reforçando uma imagem de gestor e de origem popular.

Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
08:56

Laurita Arruda***

O vereador de Natal, Tércio Tinoco foi anunciado como pré-candidato ao Senado Federal na chapa liderada por Alysson Bezerra, pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026. Este ano, são duas vagas em disputa no Senado, e Tércio fará a dobradinha com Zenaide Maia, pré-candidata à reeleição.

O vereador, que está em seu segundo mandato na Câmara Municipal de Natal, ganhou projeção política pela atuação em defesa da inclusão, da acessibilidade e dos direitos das pessoas com deficiência. Foi reeleito em 2024 com um aumento de 84% no número de votos, comparado com a primeira eleição, em 2020.

Durante o anúncio, Tércio afirmou que a pré-candidatura representa a oportunidade de ampliar, em nível nacional, o trabalho desenvolvido ao longo de sua trajetória no Legislativo municipal.

“Chego a este momento com muita responsabilidade e com o compromisso de representar o povo do Rio Grande do Norte. Quero levar ao Senado uma atuação voltada para a defesa da inclusão, do desenvolvimento do estado e da melhoria da qualidade de vida da população”, declarou.

DO TL 

A inclusão do nome do vereador na chapa majoritária é uma estratégia da senadora Zenaide Maia (PSD), que não chancelou o nome do ex-prefeito Carlos Eduardo na mesma posição, mas que percebeu a necessidade de  “casar” o segundo voto com o seu, sem que ameace a sua liderança na escolha do eleitor.

O nome de Tércio é forte entre jovens, público natalense e pessoas com deficiência.

Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
08:52

Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro afirma que alianças são construídas com base em convergência política, e não em troca de cargos
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, divulgou neste domingo uma nota oficial para desmentir informações de que um eventual apoio do Republicanos estaria condicionado à indicação do presidente nacional da legenda, Marcos Pereira, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
Na nota, Marinho classifica a informação como “absolutamente falsa” e afirma que essa hipótese nunca foi discutida ou negociada entre as partes.
Segundo o senador, as conversas para a formação de uma aliança em torno da candidatura de Flávio Bolsonaro são conduzidas com base na convergência de princípios, no alinhamento programático e no compromisso com os interesses do país, sem qualquer negociação envolvendo cargos, favores ou indicações para os Poderes da República.
O coordenador da pré-campanha também destaca que PL e Republicanos poderão estar juntos em palanques estaduais nas eleições de 2026 e afirma que a legenda é bem-vinda à construção de uma coalizão nacional voltada ao enfrentamento da violência, à redução da miséria, à defesa das liberdades, ao respeito à democracia e ao fim do que classifica como perseguição política.
A manifestação foi divulgada após a circulação de informações sobre uma suposta negociação envolvendo o apoio do Republicanos e uma futura indicação ao STF, versão rechaçada pela coordenação da pré-campanha.

Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
08:48

Foto: Evaristo Sá/AFP

Por Rogério Tadeu Romano*

Observo o que foi divulgado pelo portal do jornal O Globo, em 7.7.26:

“A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL) tenta tirar da relatoria do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), a apuração sobre o suposto repasse de emendas parlamentares para o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ideia é fazer com que a apuração saia do gabinete do ministro considerado aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passe para as mãos do ministro André Mendonça, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao STF.

Os advogados de Flávio, pré-candidato à Presidência, pediram ao presidente da Corte máxima, Edson Fachin, que avalie a conexão entre a apuração sob relatoria de Dino e o caso que pode levar à investigação do senador pelas tratativas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Este segundo procedimento está sob relatoria de Mendonça, que pediu que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre a abertura de uma investigação formal sobre o financiamento do filme Dark Horse.”

Ainda ali se disse:

“A apuração que Flávio tenta deslocar, do gabinete de Dino para o de Mendonça, versa sobre emendas parlamentares enviadas por deputados bolsonaristas para uma empresa ligada à produtora de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Inicialmente, foi determinado que os deputados Mário Frias (PL-SP), Bia Kicis (PL-DF) e Marcos Pollon (PL-MT) prestassem informações sobre os repasses.”

Ora, procura-se saber se os fatos que envolvem as investigações sobre as emendas parlamentares, ora presididas pelo ministro Flávio Dino, são conexos aos daquele que envolvem as apurações sobre as emendas parlamentares envolvendo o filme Dark Horse e tornem aquele magistrado prevento para presidir a citada apuração.

Estudemos as formas de conexão:

1) Conexão intersubjetiva (artigo 76, I, Código de Processo Penal), onde há infrações penais interligadas que devem ser praticadas por 2(duas) ou mais pessoas:

1.1. Conexão intersubjetiva por simultaneidade: na hipótese, ocorrem várias infrações praticadas ao mesmo tempo por várias pessoas reunidas que não estão de forma prévia acordadas;

1.2. Conexão intersubjetiva concursal: ocorre quando várias pessoas, previamente acordadas, praticam várias infrações embora diverso o tempo e o lugar;

1.3. Conexão intersubjetiva por reciprocidade: ocorre quando várias infrações são praticadas, por diversas pessoas, umas contra as outras, havendo o que se chama de reciprocidade na violação de vínculo jurídico, algo que se distancia do crime de rixa, crime único.

2) Conexão objetiva, material, teleológica ou finalística (artigo 76, II, do Código de Processo Penal): ocorre quando uma infração é praticada para facilitar ou ocultar outra, ou para conseguir impunidade ou vantagem;

3) Conexão instrumental ou probatória (artigo 76, III, do Código de Processo Penal): ocorre quando a prova de uma infração ou de seus elementares influir na prova de outra infração;

A chamada conexão na fase preliminar investigatória nada mais é que uma forma de conexão instrumental, quando se dá a reunião dos inquéritos, na Polícia, com o objetivo de obter a verdade real e a melhor forma de acompanhar a investigação.

A prevenção é a razão da reunião desses processos.

A prevenção se dá quando, tendo dois ou mais juízes igualmente competentes ou com jurisdição cumulativa, venha um dele, antecipando-se aos outros praticar algum ato ou determinar alguma medida, mesmo antes de oferecida a denúncia(prisão preventiva, fiança) que o torne competente para o processo, excluídos os demais” (PAULO LÚCIO NOGUEIRA. Curso Completo de Processo Penal, 3ª ed., Saraiva. l987, pág. 66).

Preventa estará a jurisdictio de um juíz, quando este preceder, antecipar-se aos demais juízes igualmente competentes em algum ato do processo ou de medida a este relativa, ainda que anteriormente ao oferecimento da denúncia ou queixa.

Prevenção é critério de fixação da competência.

Prevenção é ato de prevenir, e prevenir (de prevenire) é vir antes, chegar antes, antecipar-se etc. Diz-se, então, prevenida ou preventa a competência de um juiz quando ele se antecipou a outro, também competente, na prática de ato do processo ou de que a este se relacione, como sucede com a prisão preventiva, a em flagrante, as buscas e apreensões, o reconhecimento de pessoas ou coisas etc.

No artigo 76 do CPP, que trata da conexão, o traço fundamental para a conexão é estabelecido pela existência de dois ou mais fatos, dos quais resultam duas ou mais infrações, que são interligadas por um vínculo causal de ordem penal(I e II) ou entrelaçadas por um liame de cunho precipuamente processual(III) que aconselha a junção dos processos.

Quanto a esses fatos, a competência é do Ministro do Supremo Tribunal Federal prevento para julgamento dos processos em discussão na citada operação. Se esses fatos não tiverem a mesma origem ou vínculos de conexão não há que falar na prevenção.

Norteados nesses argumentos poderá o ministro Fachin decidir com relação a competência de ministro do STF com relação a esse rumoroso caso que envolve as emendas que possivelmente financiaram o citado filme.

*É procurador da República com atuação no RN aposentado.

Este artigo não representa necessariamente a mesma opinião do blog. Se não concorda faça um rebatendo que publicaremos como uma segunda opinião sobre o tema.

Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2026
08:46

Imagem gerada por IA/Gemini/Bru o Barrreto***

As pesquisas eleitorais de 2026 no Rio Grande do Norte têm revelado um fenômeno estatístico e político peculiar. Candidaturas de ex-prefeitos de cidades de médio porte e de postulantes com atuação concentrada em determinadas regiões do estado têm apresentado boas pontuações nas pesquisa; contudo, esses números evidenciam, na verdade, a fragilidade metodológica das pesquisas na aferição de resultados para a disputa proporcional.

O desempenho aparentemente esplêndido é, frequentemente, movido pelo viés estatístico conhecido como “Lei dos Pequenos Números”, um conceito que, no ambiente político, atua como uma armadilha cognitiva ao induzir candidatos e eleitores a uma ilusão de viabilidade estadual. O problema reside na forma como a capilaridade é interpretada: quando uma pesquisa com amostragem total de 1.500 pessoas é distribuída pelo estado, uma preferência concentrada em um único município ou em uma região gera distorções significativas. Se, em uma cidade de pequeno porte, 15 de cada 30 entrevistados apontam a preferência por um ex-prefeito ou liderança regional, ele registra 50% de intenção de voto naquele recorte. Para o candidato, ver essas 15 citações espelhadas nos relatórios gerais da pesquisa gera uma euforia imediata com seu 1%, desconsiderando que, no universo estadual, o impacto real daquelas respostas é ínfimo.

Essa discrepância cria uma “bolha” na qual o candidato confunde visibilidade local com penetração eleitoral. Enquanto ele domina o debate em seu reduto de origem — fruto de uma gestão recente que lhe garante uma performance acima da média, ignora que, fora de sua base, a influência se dilui rapidamente. O “efeito” de ser um nome competitivo em todo o RN é, portanto, uma ilusão de ótica estatística, já que a falta de capilaridade impede que esses votos concentrados alcancem o quociente eleitoral necessário.

No fim das contas, a estratégia resulta frequentemente em um “voto confinado”: o político consagra-se como o mais votado de sua cidade ou região, mas não conquista os votos dispersos indispensáveis para garantir o mandato. Assim, o que parece um caminho pavimentado para a vitória, segundo as pesquisas, torna-se, na prática, uma frustração aritmética. Ao confundir o peso de seu “aquário” com a imensidão do “oceano” estadual, o candidato acaba por desperdiçar recursos e capital político em uma campanha que carece de fôlego para cruzar a linha de chegada.

Publicado por: Chico Gregorio


12/07/2026
09:59

O impasse na direita: Michelle e Flávio disputam espólio de Jair - Por Nonato Guedes

Nonato Guedes***

Intitulada “Os quinze dias que podem mudar a eleição presidencial”, uma análise assinada por Gustavo Tapioca e publicada na “Revista Fórum” reporta-se à queda-de-braço entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o enteado, o senador Flávio, pela tomada do espólio político-eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de prisão por envolvimento na preparação frustrada de um golpe de Estado. Entre 10 e 25 de julho, prevê o articulista, a direita terá de decidir se mantém Flávio, se abre espaço para Michelle ou se buscará uma composição capaz de reunir o bolsonarismo e a direita liberal para o enfrentamento ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, no momento, cumpre o período do “defeso eleitoral”, previsto pela lei, enquanto se prepara para entrar no ringue da competição.
Até a convenção nacional do Partido Liberal, marcada para 25 de julho, poderá ser tomada a decisão política mais importante das eleições presidenciais de 2026. À primeira vista, trata-se apenas de convenção destinada a homologar a candidatura de Flávio, que foi ungido pelo próprio pai para sucedê-lo na cena política nacional. Na prática, o evento decidirá muito mais do que uma candidatura: sinalizará quem vai herdar o capital político de Jair Bolsonaro e qual será a estratégia da direita para tentar impedir a reeleição do líder petista. O prazo legal para registro de candidaturas ainda se estende até 15 de agosto, mas o calendário político corre mais depressa, como alerta Tapioca. Depois da convenção dos partidos, entre 25 de julho e 5 de agosto, qualquer mudança deixará de ser uma simples negociação partidária para se transformar na substituição pública do candidato escolhido pelo ex-capitão reformado, e essa contagem regressiva dá novo significado aos acontecimentos das últimas semanas.
No ambiente político brasileiro, como se sabe, respira-se uma crise que envolve diretamente o senador Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle. Isoladamente, o conflito parece ser mais um dos que giram em torno do barulhento “clã” que chegou ao poder em 2018. Só que vai muito mais além – observada em conjunto, pode representar o início de uma ampla reorganização da direita brasileira. Durante meses, Jair Bolsonaro acreditou que bastaria indicar um dos filhos para preservar automaticamente o capital político construído ao longo de sua trajetória. A escolha de Jair recaiu sobre Flávio, o filho 01. Michelle foi encaminhada para disputar uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal e exercer o papel de principal cabo eleitoral do enteado. A estratégia parecia encerrar qualquer prenúncio de disputa sucessória dentro do bolsonarismo. A realidade seguiu outro caminho. Gustavo Tapioca lembra que Flávio não conseguiu unificar o campo conservador e que o caso Daniel Vorcaro ampliou o desgaste de sua candidatura, levando-o a enfrentar resistências entre setores empresariais, dirigentes partidários e lideranças da direita liberal.
A viagem aos Estados Unidos, as controvérsias envolvendo o tarifaço de Donald Trump contra produtos brasileiros, o desgaste produzido pelo caso Daniel Vorcaro, do Banco Master, declarações desastradas sobre o Pix e, por fim, o rompimento público com Michelle passaram a alimentar dúvidas sobre a capacidade de Flávio de ampliar alianças para além do eleitorado bolsonarista, o que ficou patente, também, no pré-lançamento das candidaturas presidenciais de Ronaldo Caiado e de Romeu Zema. Ao mesmo tempo, Michelle iniciou um movimento na direção oposta, primeiro rompendo publicamente com Flávio, depois largando a presidência do PL Mulher. Em seguida, lançou o movimento “ImparáveisMB” e passou a apresentar-se como líder de um projeto dirigido a homens e mulheres. Michelle já não fala apenas como ex-primeira-dama ou dirigente partidária. Procura ocupar o espaço de uma liderança nacional disponível para um projeto político mais amplo. Sua mensagem parece clara: ela não aceita mais desempenhar um papel secundário, explica a matéria publicada na “Revista Fórum”.
Há, porém, outro personagem central nessa história: Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, que começou a construir politicamente Michelle muito antes de Jair escolher Flávio como sucessor. Em 2023, Valdemar entregou o comando do PL Mulher a Michelle e colocou à sua disposição a estrutura partidária, incentivando viagens pelo país e declarando publicamente que, se Jair não pudesse disputar a Presidência, Michelle seria uma alternativa natural do partido. Na prática, deu partida ao embrião de uma liderança nacional. Valdemar aceitou a escolha de Flávio, mas preservou o espaço político construído para Michelle. Isso não significaria que esteja conspirando contra Flávio, mas apenas que continua preservando aquele que considera um dos maiores patrimônios políticos do PL. Michelle, no dizer da colunista Dora Kramer, executa um roteiro bem pensado, mostra frieza e, sobretudo, visão estratégica, o que a coloca anos-luz à frente do açodado Flávio Bolsonaro. Michelle saiu do PL Mulher sem abandonar o partido e rompeu com Flávio sem romper com o legado político de Jair. Além do mais, criou um movimento próprio sem anunciar candidatura presidencial. Manteve aberta a possibilidade de disputar o Senado por Brasília mas não fechou outras portas. Ela explora todas as alternativas disponíveis. E pode levar para uma chapa o sobrenome Bolsonaro, parte importante do eleitorado evangélico, o voto feminino conservador e uma parcela significativa da militância bolsonarista. Pode ser a ponte entre o projeto conservador e o eleitorado bolsonarista. O novelão na direita é acompanhado com expectativa pelas diferentes forças políticas engajadas na próxima disputa presidencial no Brasil, diante de desfecho surpreendente que pode ter graças à astúcia de Michelle, hoje no papel de “a desprezada”.

Publicado por: Chico Gregorio


12/07/2026
09:28

247 – O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, protocolou neste sábado (11) uma petição dirigida ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual pede a revogação da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa foi motivada pela divulgação, em uma transmissão ao vivo realizada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de uma carta manuscrita atribuída ao ex-presidente, atualmente em cumprimento de pena de 27 anos e três meses de reclusão.

Segundo a petição, a carta foi escrita pelo próprio Bolsonaro na manhã de sábado, durante uma visita familiar autorizada, e retirada da residência para ser lida integralmente por Flávio Bolsonaro em seu canal no YouTube poucas horas depois. Lindbergh afirma que o conteúdo possui caráter político-eleitoral, ao designar o senador como “porta-voz”, declarar apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República e convocar apoiadores a se unirem em torno desse projeto político.

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Publicado por: Chico Gregorio


12/07/2026
09:07

Trump nomeia Marco Rubio secretário de Estado: filho de ...

Do Estado de São Paulo – Seis meses após a captura do presidente Nicolás Maduro por forças especiais dos Estados Unidos, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, assumiu o controle das finanças, da distribuição de recursos naturais e da gestão governamental da Venezuela a partir de Washington, informa reportagem do jornal The New York Times.

De acordo com relatos de mais de uma dúzia de funcionários de ambos os países consultados pelo jornal, Rubio atua como administrador da Venezuela, mantendo coordenação com a presidente interina Delcy Rodríguez por meio de mensagens de texto.

O arranjo político consolidou-se após Rodríguez aceitar colaborar com as diretrizes da Casa Branca em troca da preservação da infraestrutura nacional.

A reportagem detalha que o Departamento do Tesouro dos EUA arrecada diretamente as receitas provenientes das exportações de petróleo venezuelano – comercializadas por intermédio das empresas Trafigura e Vitol – e as libera de forma gradual por meio de bancos privados locais.

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Publicado por: Chico Gregorio