23/10/2026
09:20

Montagem com Allyson Bezerra à esquerda, de camisa azul e chapéu de couro, e Cadu de Lula à direita, de camisa vermelha

Exatus/RN:primeiro Turno: 

Allyson oscila de 44,1% para 43,2%; Cadu tem 24,4% e Álvaro, 22,2%…

A pesquisa entrevistou 1.500 eleitores no Rio Grande do Norte entre 28 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RN-08811/2026 e BR-00242/2026… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2026/10/03/exatusrn-allyson-oscila-de-441-para-432-cadu-tem-244-e-alvaro-222.htm?cmpid=copiaecola

Pesquisa Exatus Segundo Turno:

Para a pesquisa, a Exatus entrevistou 1.500 eleitores no Rio Grande do Norte entre segunda-feira 19 e quarta-feira 21. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 2,53 pontos percentuais. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RN-01134/2026 e BR-05704/2026.

Governo do RN — Intenção de votos — Estimulada

  • Allyson Bezerra (União): 46,08%
  • Cadu de Lula (PT): 43,37%
  • Nenhum/branco/nulo: 5,64%
  • Não sabe: 4,92

Publicado por: Chico Gregorio


23/10/2026
09:06

Presidente Lula

247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) chegam à reta final do segundo turno empatados numericamente no Datafolha, com 50% dos votos válidos cada.

Segundo a Folha de S.Paulo, o resultado levou petistas a defender a existência de uma mobilização crescente pela reeleição. Nesse cenário, o debate da TV Globo, nesta sexta-feira (23), ganha importância nas avaliações sobre o desfecho da disputa.

Realizado entre terça-feira (20) e quinta-feira (22), o levantamento do Datafolha tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Nos votos totais, Flávio registra 47%, e Lula, 46%. Os eleitores que pretendem votar em branco ou anular somam 5%, enquanto 2% estão indecisos. Os votos válidos, utilizados pela Justiça Eleitoral para apresentar o resultado, excluem brancos e nulos.

Na pesquisa anterior, Flávio tinha 51% dos votos válidos. A passagem para 50% ocorre dentro da margem de erro, assim como as variações na avaliação do governo e na rejeição aos dois candidatos. Os números, portanto, indicam uma disputa equilibrada, embora as campanhas apresentem interpretações diferentes sobre o movimento do eleitorado.

Entre os aliados de Lula, a leitura favorável se apoia principalmente nos indicadores da gestão federal. A aprovação passou de 48% para 49%, enquanto a desaprovação variou de 50% para 48%. A parcela que considera o governo ótimo ou bom foi de 35% para 36%; a avaliação ruim ou péssima recuou de 41% para 39%; e a classificação regular passou de 23% para 24%.

O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, avaliou positivamente o conjunto dos resultados e afirmou que “o clima é de virada”. Ele também destacou os números de rejeição: a de Flávio oscilou de 44% para 46%, enquanto a de Lula passou de 46% para 45%. Todas essas mudanças ficaram dentro da margem de erro.

Vice-presidente do PT, Jilmar Tatto associou a melhora numérica na avaliação do governo à redução da vantagem que Flávio tinha nos votos válidos. Para ele, os atos de rua em apoio ao presidente e a atuação da campanha na internet contribuíram para o empate.

“A gente está ganhando nas redes, que era onde eles sempre ganhavam”, declarou Tatto.

Sergio Gabrielli, coordenador do programa de governo de Lula, atribuiu maior peso à avaliação dos eleitores sobre as consequências de uma eventual vitória do adversário. Segundo ele, o fator central seria “a percepção da sociedade do risco que seria o [Flávio] Bolsonaro”.

“Está tendo uma visão clara das pessoas que não votaram ou que estavam indecisas de que a eleição de Bolsonaro é um risco muito grande para o país. Essas pessoas estão começando a se posicionar”, afirmou.

De acordo com a Folha, integrantes do PT enxergam uma onda favorável a Lula nos últimos dias de campanha. Nessa interpretação, um desempenho sem grandes desgastes no debate da Globo poderia ajudar o presidente a transformar o empate em vitória.

Os bolsonaristas, por sua vez, apostam na capacidade de mobilização da direita.

Publicado por: Chico Gregorio


23/10/2026
08:55

Luiz Simonato, responsável pelo acervo e integrante da administração do Museu da Rampa, afirmou que a instituição, em conjunto com a Secult e a Fundação Rampa, foi a primeira a entrar em contato com os órgãos competentes após identificar a estrutura ligada ao oleoduto da Segunda Guerra Mundial.

Segundo Simonato, ele próprio conduziu o diálogo e a articulação entre o município, historiadores e órgãos de preservação, alertando para a necessidade de proteger os vestígios históricos.

Publicado por: Chico Gregorio


23/10/2026
08:50

Campanha do PT vê tentativa de derrubar “Exército de Lula” durante debate

O crescimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas redes sociais no segundo turno levou a campanha de Flávio Bolsonaro a focar em uma batalha no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para tentar sufocar o canal “Exercito do Lula”, criado pelo deputado André Janones (Rede-MG), que já conta com mais de 8,5 milhões de inscritos.

A campanha do PL alega que o canal no WhatsApp promove desinformação, abuso de poder político e econômico, e manipulação algorítmica de buscas na internet. O presidente da corte eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, deu 24 horas para que a empresa Meta realize um “pente-fino” nas atividades do canal. O prazo vence nesta sexta-feira, 23, antevéspera da votação.

Marques não é o juiz natural desse assunto, uma vez que o caso está nas mãos do corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva. Mesmo assim, o presidente atendeu ao pedido protocolado pela advogada de Flávio, Maria Claudia Bucchianeri, determinando que a empresa de tecnologia explique quais critérios utiliza para diferenciar “mobilização legítima” de “comportamento coordenado potencialmente irregular”.

Marques pediu que sejam verificados padrões de engajamento e distribuição dos conteúdos do grupo, além da existência de um “padrão de atuação coordenada, com sincronização de atividades”, do fluxo de distribuição e da rastreabilidade das informações publicadas. Também solicitou informações sobre eventual impulsionamento pago.

Por meio do canal que entrou na mira da campanha de Flávio, Janones passa diariamente orientações aos “soldados de Lula” sobre formas de utilizar as redes até o próximo domingo, 25. A defesa de Lula argumenta que as atividades do canal não são pagas pela campanha, sendo inteiramente custeadas pelo deputado.

Em reação ao pedido de “pente-fino”, a campanha petista pediu, inclusive, a desvinculação do canal “Exército de Lula” com a candidatura, alegando que o próprio parlamentar já solicitou formalmente a retirada do endereço dos registros oficiais.

Vale lembrar que essa vinculação havia sido uma condição imposta pelo próprio presidente do TSE para que o canal fosse recolocado em funcionamento, depois de ter sido suspenso na semana passada a pedido da campanha de Flávio. Em razão disso, a campanha de Lula enxerga uma “armadilha” imposta pelo próprio tribunal, com o objetivo de favorecer a campanha de Flávio e enquadrar a atuação do grupo na regra eleitoral que impede, por exemplo, o impulsionamento pago de conteúdos.

Publicado por: Chico Gregorio


23/10/2026
08:32

Bebel de Vanildo (@bebelvereadora) • Instagram photos and videos

Desde o primeiro turno que a vereadora  a  Bebel  que comanda a oposição em São José do Seridó e seu grupo politico apoiaram a candidatura de Allysson Bezerra ao governo do RN,  que obteve na cidade um total de 1.036 votos, o candidato Cadu de Lula apoiado pelo prefeito Jakson Dantas obteve  1.591, e Álvaro Dias apoiado pelo bolsonarista  vice-prefeito Ricardo Medeiros que teve 893 votos.

Agora no segundo turno, o sonho da oposição derrotar Jakson Dantas já pensando  nas eleições de 2028, se fortalece com a decisão do Ricardo Medeiros, atual vice prefeito e os vereadores Daniel Costa , Zé Carlos e o suplente Burrego, se juntarem a oposição para apoiarem juntos Allyson Bezerra,  enquanto Jakson Dantas permanece apoiando Cadu de Lula.

Analistas políticos não conseguem compreender a posição do vice Ricardo Medeiros em fortalecer o nome de Bebel apoiando o mesmo candidato a governador, pois como se sabe, Tanto Ricardo, como Bebel estão de olho na prefeitura em 2028, o atual vice sonho com o apoio de Jakson, enquanto Bebel e o nome da oposição.

Existe uma dúvida muito grande na cidade se após a atitude de Ricardo Medeiros em bater de frente no segundo turno contra Jakson Dantas, o maior líder politico da cidade, o atual prefeito apoiará o vice para ser o nome da situação em 2028, só o tempo vai esclarecer.

Publicado por: Chico Gregorio


23/10/2026
08:09

O sonho do pentacampeonato da Libertadores chegou ao fim para o Flamengo. Na noite desta quinta-feira (22), no Maracanã, Bruno Henrique, Lucas Paquetá e Jorginho desperdiçaram suas cobranças na disputa por pênaltis, e o Rubro-Negro foi eliminado pelo Estudiantes, da Argentina.
O grande herói da classificação argentina foi o goleiro do Estudiantes, Fernando Muslera, que brilhou nas cobranças e frustrou os planos da equipe carioca de seguir na luta pelo título continental.
Diante de sua torcida, o Flamengo não conseguiu confirmar a classificação e se despediu da competição em uma noite marcada pela tensão e pela frustração. As penalidades desperdiçadas foram decisivas para o desfecho da disputa.
Com a classificação, o Estudiantes agora se prepara para enfrentar o Palmeiras na grande final da Libertadores, marcada para o dia 28 de novembro. A equipe argentina chega à decisão embalada pela vitória e pela atuação decisiva de seu goleiro, enquanto o Flamengo amarga a eliminação e vê adiado o sonho de conquistar o quinto título continental.
Relembre o caso:
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), criticou duramente a suspensão das casas de apostas (bets) por Medida Provisória do Governo Federal em setembro de 2026, questionando como o clube conseguirá arcar com o pagamento de Lucas Paquetá em janeiro. [1, 2, 3]

Publicado por: Chico Gregorio


23/10/2026
08:05

Protesto de concursados não nomeados durante gestão Allyson (Imagem: Okacir Reis/ TCM)

O histórico de convocações de aprovados em concursos públicos realizados durante a gestão de Allyson Bezerra (União Brasil) na Prefeitura de Mossoró acende um sinal de alerta para candidatos que aguardam nomeações no Rio Grande do Norte. Agora na disputa pelo Governo do Estado, o ex-prefeito carrega o desgaste provocado pela política de aproveitamento dos concursados, especialmente na área da Saúde, cujo concurso realizado em 2024 terminou sem prorrogação.

Um levantamento sobre 11 categorias profissionais do concurso da Saúde de Mossoró aponta que foram realizadas 76 convocações, diante de 39 vagas imediatas e outras 195 previstas para cadastro de reserva. Embora o número de chamados tenha superado as vagas iniciais, candidatos questionam o baixo aproveitamento das listas de espera diante das necessidades da rede municipal de saúde.

Entre os números apresentados estão cinco nutricionistas convocados, quatro assistentes sociais, 11 fisioterapeutas, dez técnicos de radiologia, sete farmacêuticos bioquímicos e cinco agentes de combate às endemias. O levantamento também registra nove terapeutas ocupacionais, 12 fonoaudiólogos, oito educadores físicos e três veterinários.

Um dos casos que mais chamam atenção é o dos biomédicos. O concurso previa duas vagas imediatas e dez para cadastro de reserva. Segundo o levantamento, os dois candidatos convocados não assumiram os cargos e não houve novas chamadas para substituí-los. Com isso, nenhum profissional da categoria teria ingressado efetivamente na rede municipal por meio do certame.

Outro ponto que provocou insatisfação foi a decisão da Prefeitura de Mossoró de não prorrogar a validade do concurso da Saúde. O certame foi homologado em agosto de 2024 e poderia ter sua validade estendida por mais dois anos, mas a administração municipal, já sob o comando do sucessor de Allyson, Marcos Medeiros, não adotou a medida.

A situação motivou protestos de candidatos aprovados e críticas na Câmara Municipal. Em agosto, a vereadora Marleide Cunha (PT) lamentou a ausência de prorrogação e cobrou respeito à expectativa dos profissionais que aguardavam novas oportunidades de ingresso no serviço público.

A insatisfação também alcançou os aprovados do concurso da Educação de Mossoró, que divulgaram uma nota pública em solidariedade aos candidatos da Saúde. No documento, os concursados criticaram a decisão da administração municipal e defenderam o aproveitamento dos profissionais classificados para fortalecer os serviços oferecidos à população.

O contraste ficou ainda mais evidente em setembro, quando a Prefeitura de Mossoró prorrogou até 2028 a validade do concurso da Assistência Social, demonstrando que a continuidade de um certame pode ser assegurada por decisão administrativa.

BRUNO BARRETO****

Publicado por: Chico Gregorio


23/10/2026
08:03

Flávio Bolsonaro em Natal (RN). (Foto: Charles Vieira/Campanha Flávio Bolsonaro)

Por Gabriel Gomes, do ICL Notícias 

O plano de cortes de quase R$ 200 bilhões defendido pelo candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pode eliminar 2,2 milhões de postos de trabalho e retirar R$ 68,7 bilhões da renda dos trabalhadores já em 2027, caso seja implementado. É o que aponta um estudo inédito do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), elaborado a pedido das centrais sindicais e divulgado nesta quinta-feira (22).

Segundo o levantamento, o “tesouraço” também provocaria um impacto negativo de R$ 203,1 bilhões sobre o Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a uma redução de 1,55% em relação ao cenário sem os cortes. Dependendo do desempenho da economia, o Brasil poderia entrar em recessão no primeiro ano de um eventual governo Flávio Bolsonaro.

A simulação considera um ajuste de R$ 194 bilhões em 18 meses, sendo R$ 116,9 bilhões em cortes no primeiro ano. O DIEESE alerta que a medida atingiria diretamente o consumo das famílias, a geração de empregos e a capacidade de financiamento dos serviços públicos.

Desemprego pode atingir 7,4 milhões de brasileiros

As projeções indicam que, mesmo no cenário mais favorável, a economia brasileira cresceria apenas 0,91% em 2027, abaixo dos 2,46% previstos no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) antes dos efeitos do ajuste.

No cenário pessimista, que considera uma projeção inicial de crescimento de 1,4%, o país registraria retração de 0,15% do PIB. Nesse caso, o número de desempregados poderia passar de 5,8 milhões para 7,4 milhões de pessoas, com a taxa de desocupação chegando a até 7%.

O estudo calcula que o Brasil precisaria gerar aproximadamente 1,33 milhão de empregos por ano apenas para acompanhar o crescimento da população economicamente ativa. Com os cortes, nem mesmo o cenário otimista seria suficiente para atingir esse patamar.

Aposentadorias e benefícios sociais podem ser atingidos

O levantamento também aponta que o peso do ajuste recairia principalmente sobre despesas destinadas à população de menor renda.

Na simulação feita pelo DIEESE, 51% dos cortes atingiriam transferências de renda, incluindo aposentadorias, pensões, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial. Outros 17% afetariam despesas com servidores públicos, enquanto 32% recairiam sobre as demais despesas federais.

Embora Flávio Bolsonaro tenha afirmado que pretende preservar benefícios sociais, o instituto avalia que seria difícil alcançar uma economia dessa magnitude sem alterar garantias constitucionais relacionadas à Previdência, à saúde e à educação.

O estudo também aponta que o congelamento dos gastos em termos reais poderia impedir aumentos acima da inflação nos benefícios, restringir novas contratações no serviço público e comprometer investimentos em políticas sociais.

Cortes não seriam suficientes para controlar dívida pública

Além das consequências sociais, o DIEESE questiona a eficácia econômica da proposta. Segundo os cálculos, a desaceleração provocada pelo ajuste reduziria a arrecadação de impostos em R$ 46,8 bilhões, anulando aproximadamente 40% da economia bruta prevista para o primeiro ano.

Com isso, o superávit primário estimado ficaria próximo de R$ 89 bilhões, equivalente a 0,7% do PIB, valor considerado insuficiente para estabilizar a relação entre a dívida pública e o tamanho da economia.

O instituto argumenta que o crescimento do endividamento brasileiro está fortemente associado ao pagamento de juros, enquanto o plano de Flávio concentraria os cortes em despesas sociais e serviços públicos. Para o DIEESE, o resultado poderia ser uma combinação de crescimento econômico reduzido, desemprego elevado e aprofundamento das desigualdades, sem alcançar o equilíbrio fiscal prometido.

Publicado por: Chico Gregorio


23/10/2026
08:02

Foto: Lula (à esq) e Flávio Bolsonaro (à dir) participaram de sabatinas na TV Globo — Foto: Divulgação

g1

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22), a três dias do segundo turno, mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto, e Lula tem 46%, em empate técnico. Brancos e nulos somam 5%, os indecisos são 2%.

Em votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 50%. O número de votos válidos é o que a Justiça Eleitoral usa para determinar os resultados das eleições.

Veja os números:

  • Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 47% na pesquisa do dia 15 e 49% na pesquisa do dia 8)
  • Lula (PT): 46% (eram 45% nas duas pesquisas)
  • Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 6% no dia 15 e 5% no dia 8)
  • Indecisos: 2% (eram 2% no dia 15 e 1% no dia 8)

O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo. O Datafolha ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 20 e 22 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é BR-09709/2026.

O Datafolha mostra que 94% dos eleitores entrevistados estão totalmente decididos sobre o voto, e 6% ainda podem mudar.

Rejeição

O Datafolha mostra também que Flávio Bolsonaro tem uma rejeição de 46% (eram 44% na pesquisa anterior), enquanto a rejeição de Lula é de 45% (eram 46%).

Segundo a pesquisa, 3% dos eleitores dizem rejeitar ambos, e 6% não rejeitam nenhum dos dois.

Aprovação do governo Lula

  • Aprovam: 49% (eram 48%)
  • Desaprovam: 48% (eram 50% na pesquisa anterior)
  • Não sabe: 2% (eram 3%)

Avaliação do governo Lula

  • Ruim/péssimo: 39% (eram 41%)
  • Ótimo/bom: 36% (eram 35%)
  • Regular: 24% (eram 23%)
  • Não sabe: 1% (era 1%)

Publicado por: Chico Gregorio


23/10/2026
08:01

Hospital Municipal de Mossoró (Foto: PMM)

O Ministério Público  do Rio Grande do Norte (MPRN) instaurou um inquérito civil para investigar uma possível redução irregular no horário de funcionamento do Hospital Municipal de Mossoró. A investigação foi formalizada pela 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Mossoró, por meio de portaria assinada em 21 de setembro pelo promotor Rodrigo Pessoa de Morais.

A apuração teve origem em uma denúncia anônima segundo a qual o hospital, originalmente estruturado para funcionar 24 horas por dia, estaria operando apenas de segunda a sexta-feira. A restrição no atendimento levanta questionamentos sobre a continuidade dos serviços de saúde e a capacidade da rede municipal de atender à demanda da população.

Na denúncia encaminhada ao Ministério Público, o funcionamento reduzido é apontado como uma possível irregularidade administrativa, com consequências para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

O documento alerta para quatro possíveis consequências da situação: redução da assistência à população, limitação do acesso aos serviços de saúde, sobrecarga de outras unidades e eventual desvio da finalidade estrutural e operacional do hospital.

A denúncia também solicita que sejam investigados os motivos administrativos e financeiros para a eventual restrição do atendimento, além da existência de déficit de profissionais efetivos que possa estar contribuindo para a situação.

O inquérito civil tem como alvo a Secretaria Municipal de Saúde de Mossoró.

Entre as providências determinadas pelo promotor Rodrigo Pessoa de Morais está o acompanhamento de um ofício encaminhado ao Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Norte (Coren/RN), além da comunicação da abertura do inquérito ao Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde.

Denúncia também questiona falta de profissionais e convocações

A denúncia que originou a investigação apresenta outros questionamentos sobre a administração da saúde municipal, incluindo possíveis irregularidades nas convocações de candidatos com deficiência aprovados no concurso público para enfermeiros e relatos de utilização de estagiários em plantões noturnos.

Segundo o documento, aproximadamente 56 candidatos da ampla concorrência teriam sido convocados, sem que houvesse, na avaliação do denunciante, observância adequada da proporcionalidade das vagas reservadas às pessoas com deficiência.

A denúncia também pede apuração sobre a eventual utilização de estagiários em substituição a profissionais efetivos, situação que poderia comprometer a segurança dos pacientes e contrariar normas do exercício profissional.

Publicado por: Chico Gregorio


23/10/2026
07:59

Foto: Lucas Bulcão (Secom/PMM)/Bruno Barreto****

A Prefeitura de Mossoró já registra atrasos no pagamento da dívida com o Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores (Previ-Mossoró), apesar das sucessivas renegociações realizadas nos últimos anos. A situação coloca em xeque a sustentabilidade financeira dos acordos previdenciários e levanta questionamentos sobre a capacidade de pagamento do município, administrado atualmente pelo prefeito Marcos Medeiros (Republicanos), sucessor político de Allyson Bezerra (União Brasil).

Os dados do Cadastro de Regimes Próprios de Previdência Social (CADPREV), do Ministério da Previdência, mostram que dois acordos firmados em agosto de 2026, que totalizam R$ 201,3 milhões em dívidas renegociadas, já apresentavam suas primeiras parcelas vencidas e não pagas em 21 de outubro. Os valores em atraso chegavam a R$ 677.891,89, incluindo multas.

A situação é especialmente preocupante porque os débitos foram refinanciados para pagamento em 300 meses, o equivalente a 25 anos. Mesmo com a ampliação do prazo, a Prefeitura não havia honrado a primeira prestação, com vencimento em 10 de outubro, conforme os relatórios emitidos pelo sistema federal. O atraso é um indicativo de dificuldades na execução dos compromissos assumidos, embora os documentos não esclareçam se o problema decorre de insuficiência de receita ou de outras questões administrativas.

Confira o relatório de reparcelamento da dívida da PREVI clicando aqui 

Allyson já havia renegociado a dívida em 2022

O histórico da dívida previdenciária passa diretamente pela gestão do ex-prefeito Allyson Bezerra. Em março de 2022, ele encaminhou à Câmara Municipal um projeto autorizando o refinanciamento dos débitos da Prefeitura com o Previ, incluindo obrigações que já haviam sido parceladas anteriormente.

A proposta foi aprovada em sessão extraordinária realizada em 28 de março daquele ano, em meio a protestos e questionamentos da oposição. A bancada governista garantiu a aprovação por 12 votos a 10, permitindo que o município renegociasse suas obrigações previdenciárias por 240 meses, ou 20 anos.

Na época, o argumento da administração municipal era de que a renegociação permitiria aliviar as contas públicas. Segundo informações publicadas pelo Jornal de Fato naquele período, a medida reduziria em mais de R$ 1 milhão o valor mensal destinado pela Prefeitura ao pagamento de compromissos com o Previ.

Daquele processo resultaram os acordos patronais nº 00148/2022 e nº 00175/2022. Quatro anos depois, ambos foram incorporados a um novo reparcelamento, firmado na administração de Marcos Medeiros.

Ou seja, uma dívida que já havia recebido condições especiais de pagamento durante o governo Allyson precisou passar por outra renegociação, desta vez com prazo ainda maior.

Novo refinanciamento foi aprovado às pressas

Em julho de 2026, já depois da saída de Allyson da Prefeitura para disputar o Governo do Rio Grande do Norte, a administração de Marcos Medeiros enviou à Câmara o Projeto de Lei nº 189/2026, autorizando a renegociação dos débitos previdenciários por até 300 meses.

Mais uma vez, a aprovação ocorreu de maneira acelerada. A proposta foi colocada em votação em regime de urgência, numa sessão realizada às vésperas do recesso legislativo, quando a bancada de oposição estava desfalcada. A tramitação foi alvo de críticas pela ausência de um debate aprofundado sobre as condições financeiras do refinanciamento.

O projeto também não apresentou, em seu texto, o valor consolidado da dívida, o impacto mensal das parcelas sobre as receitas municipais nem o custo final da operação.

Agora, os relatórios do Ministério da Previdência revelam que os dois acordos resultantes dessa autorização somaram inicialmente R$ 201.354.025,90, chegando a R$ 205.382.735,06 em saldos devedores apresentados em 21 de outubro.
O acordo principal, de R$ 190,7 milhões, corresponde à contribuição patronal. O segundo, de R$ 10,6 milhões, está relacionado às contribuições dos segurados. Os débitos abrangem competências que começam em 2012 e 2016, respectivamente, e chegam até agosto de 2025.

Embora a dívida tenha origem em diferentes administrações, o histórico mostra que os acordos renegociados por Allyson em 2022 não foram suficientes para encerrar o passivo previdenciário, que voltou a ser objeto de refinanciamento em 2026.

Falta dinheiro para pagar?

A sucessão de renegociações e o atraso já no primeiro vencimento do novo acordo levantam uma questão central: a Prefeitura de Mossoró dispõe de receita suficiente para cumprir os compromissos previdenciários assumidos?

O problema ganha relevância porque a Lei Municipal nº 4.312/2026 prevê que as parcelas sejam pagas por meio de retenção de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Caso esse mecanismo não seja implementado ou os valores sejam insuficientes, a Prefeitura continua obrigada a realizar o pagamento integral.

O próprio refinanciamento prevê consequências para a inadimplência. Pela legislação municipal, os acordos podem ser suspensos caso ocorram atrasos por três meses consecutivos ou seis meses alternados.

Diante do atrasdo no pagamento da parcela, a Prefeitura de Mossoró se adiantou a possíveis críticas e publicou uma nota oficial ontem (21) comemorando a emissão do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) e afirmou que não possui nenhum débito em aberto com o Previ. A emissão do certificado não significa, necessariamente, inexistência de dívida, já que a legislação admite a regularização por meio de parcelamentos. Entretanto, a declaração oficial precisa ser esclarecida diante dos registros de parcelas vencidas e não pagas.

O quadro revela um problema que ultrapassa a administração atual. Após renegociações realizadas durante o governo Allyson e uma nova ampliação do prazo sob Marcos Medeiros, Mossoró continua acumulando obrigações previdenciárias que comprometerão receitas municipais até 2051.

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2026
11:03

Secretária de Cultura de Natal é denunciada ao MP após comentário sobre UFRN
Notícia de fato questiona manifestação de Iracy Azevedo sobre decisão judicial que impôs restrições a atos de apoiadores de Flávio Bolsonaro no entorno de instituições de ensino – Imagem: Reprodução

A secretária municipal de Cultura de Natal, Iracy Azevedo, foi alvo de uma notícia de fato protocolada junto ao Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) após publicar comentários irônicos sobre uma decisão da Justiça Eleitoral relacionada aos episódios de violência registrados na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal.

O procedimento, registrado sob o número 20.23.2752.0003103/2026-53, foi apresentado por Rodrigo Fiorin, egresso da universidade. A iniciativa pede esclarecimentos sobre as declarações da secretária, que também preside a Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), órgão responsável pela política cultural do município.

A denúncia questiona especialmente o comentário em que Iracy escreveu: “Somos Brasil. Somos 22. Somos família. Higiene, limpeza”. A manifestação foi publicada em uma postagem do vereador Daniel Valença (PT), que divulgou a decisão judicial envolvendo os deputados General Girão (PL-RN) e Camila Araújo (PL).

Em outro comentário, a secretária ironizou a determinação com a frase: “Kkkkkkk. Oh justiça justa! Lá só pode entrar quem é do ‘amodinho’”.

A notícia de fato pede que a manifestação seja esclarecida e questiona a “suposta conduta incompatível com os deveres funcionais e violação aos princípios da administração pública em rede social.”

Denunciante vê possível associação entre estudantes e sujeira

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2026
10:53

EXEMPLO : Moradora solicita desligamento voluntário do Bolsa Família em São José do Seridó

Carlos Felipe****

Na manhã da última segunda-feira (19), a Secretaria Municipal de Assistência Social, por meio do setor do Cadastro Único, recebeu a senhora Inês Gomes da Silva, que procurou voluntariamente o serviço para solicitar seu desligamento do Programa Bolsa Família.

A iniciativa foi destacada pela Secretaria como um gesto de responsabilidade e compromisso social, considerando a importância de manter os dados cadastrais atualizados e contribuir para que os recursos dos programas sociais sejam destinados às famílias que atendam aos critérios estabelecidos e necessitem desse apoio.

A Secretaria Municipal de Assistência Social e a equipe do Cadastro Único parabenizaram Inês pela iniciativa e reforçaram a importância de manter o Cadastro Único sempre atualizado, garantindo informações corretas para o acesso aos programas sociais.

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2026
10:44

Foto: Reprodução/Ismael Medeiros 

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) recomendou à Prefeitura de Jardim do Seridó a execução de reformas estruturais no Açude Comissão. A medida visa resguardar a integridade física da população local diante de perigos decorrentes do represamento de água. No documento publicado no Diário Oficial do MPRN desta terça-feira (20), o órgão ministerial fixa prazo de 60 dias para promoção das intervenções.

A Promotoria de Jardim do Seridó aponta a existência de vistorias técnicas realizadas pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) que constataram anomalias graves no açude. O laudo apontou rachaduras, erosões acentuadas, deterioração do sangradouro e vegetação excessiva nos taludes. Além disso, uma intervenção física ocorrida em julho de 2024 não teria solucionado as falhas. Notificado sobre o quadro, o proprietário do açude declarou insuficiência de recursos financeiros para arcar com o projeto de recuperação. Diante da omissão privada, a recomendação aponta as Políticas Nacional e Estadual de Segurança de Barragens que autorizam a intervenção compulsória do município para conter riscos de desastre.

Além disso, normas de finanças públicas respaldam a instauração de processo administrativo e a posterior inscrição dos custos em dívida ativa. Assim, além de promover as intervenções recomendadas pelo Igarn, a prefeitura deve instaurar procedimento próprio para formalizar a cobrança dos valores despendidos junto ao responsável legal. Ademais, os gestores municipais têm o prazo de 15 dias para manifestar formalmente o acolhimento do pedido ministerial. Em caso de descumprimento, o Ministério Público adotará medidas legais para assegurar a execução das obras.

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2026
10:26

Aliados de Flávio Bolsonaro colocaram na conta do influenciador Pablo Marçal a diminuição da distância entre Lulaeo senador na Quaest de ontem.

O entorno do candidato diz que Marçal fez um “strike”. Conseguiu ampliar a rejeição do filho de Jair Bolsonaro, além de fazer Lula subir e Flávio cair um ponto porcentual.

Daqui para frente, avaliam que os conselhos do influenciador devem ser evitados.

Fonte: Estadão 

Publicado por: Chico Gregorio