22/12/2018
09:03

O governo Robinson deixará uma dívida de R$ 2,6 bilhões para a próxima gestão. O débito é 160% maior que a dívida herdada pelo próprio Robinson do governo Rosalba Ciarlini em 2015, calculada na época em R$ 1 bilhão.

O rombo previsto nas finanças do Estado foi divulgado nesta sexta-feira (21), em entrevista coletiva, pelo futuro secretário de Estado do Planejamento e das Finanças (Seplan) Aldemir Freire. Também participaram do anúncio os futuros diretor-presidente da CAERN Roberto Sérgio, o próximo secretário de Estado da Tributação Carlos Eduardo Xavier, e a economista Luciana Targino.

Dos R$ 2,6 bilhões do rombo, R$ 1 bilhão é referente a três folhas de salários atrasados, R$ 1,2 bilhão de dívida com fornecedores, R$ 240 milhões com investimento obrigatório suplementar em saúde, R$ 100 milhões de repasse para os poderes e R$ 120 milhões de empréstimos consignados junto às instituições financeiras.

Segundo Aldemir Freire, a equipe de transição que atuou na área de economia e finanças já entregou para a governadora eleita Fátima Bezerra um relatório de ajuste fiscal com mais de 40 medidas a serem tomadas em curto, médio e logo prazo. O Banco Mundial está calculando os impactos das medidas no Estado.

O chamado Plano de Recuperação Fiscal do governo Fátima terá três objetivos: reduzir as despesas públicas e controlar o ritmo de crescimento; aumentar o nível de receita ordinárias e a obtenção de receitas extraordinárias.

O documento será divulgado já na primeira semana de janeiro. Uma reforma administrativa também será anunciada no pacote.

O futuro titular da Seplan não quis adiantar nenhuma das 40 medidas que serão anunciadas por Fátima. Ele também não confirmou nem descartou a possibilidade da governadora eleita decretar estado de calamidade pública nas finanças do Estado diante da situação que ele mesmo classifica como “insustentável”.

– “Se o Estado fosse uma empresa privada decretaria falência ou entraria com pedido de recuperação judicial. Do jeito que está a situação é insustentável”, afirmou.

Aldemir Freire iniciou a entrevista coletiva criticando de forma dura o Orçamento aprovado pela Assembleia Legislativa para 2019. Embora reconheça o empenho dos demais Poderes em dividir parte da responsabilidade pela crise, o secretário afirmou que o Orçamento superestima as receitas em R$ 500 milhões e subestima as despesas em R$ 1,350 bilhão.

– O processo orçamentário do Estado é caótico. Não há correspondência entre a peça orçamentária e a realidade. Será um constrangimento para a execução orçamentária em 2019”, disse, fazendo a ressalva de que o Orçamento é irreal há vários anos.

 A gravidade da situação aparece também na própria projeção divulgada pelo Governo Fátima para 2019. Segundo Freire, mesmo que o rombo fosse zerado ainda neste gestão, o futuro governo não conseguiria pagar em nenhum dos 12 meses do ano todas as despesas com as receitas geradas.

 – É preciso dizer que o quadro do Rio Grande do Norte é grave. Costumo dizer que para chegar à terra prometida é preciso atravessar o deserto. Até conseguir o reequilíbrio fiscal é preciso atravessar o deserto. A crise é uma cruz, é preciso partilhar o seu peso. Por isso esse peso não pode cair apenas em cima de um segmento, tem que ser dividido com todos.

Das ações concretas já realizadas pelo governo Fátima, Aldemir Freire citou, além de plano de Recuperação Fiscal, a renovação do empréstimo com o Banco Mundial, as emendas orçamentárias do governo Federal, a repactuação do duodécimo com os demais Poderes e a discussão de uma planejamento e orçamento mais realista.

Agência Saiba Mais.

Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
12:33

Participei ontem do 29º Encontro Estadual do MST RN, em Ceará Mirim. Foi um momento de grande emoção, pois foi nesse mesmo evento, no ano passado, que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra decidiu pelo apoio a nossa candidatura a deputada federal. É uma honra estar ao lado dessas trabalhadoras e trabalhadores, fazendo resistência ao fascismo e somando na luta pelo direito à terra. MST, essa luta é pra valer!

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Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
12:11

Resultado de imagem para foto de medico cubano nas aldeias indigenasBalanço divulgado ontem (20) pelo Ministério da Saúde mostra que 5.846 médicos que se inscreveram no Programa Mais Médicos se apresentaram nas cidades escolhidas ou iniciaram as atividades. Restam 2.448 vagas em 1.177 municípios e 28 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) para serem ocupadas. Os interessados em participar da seleção para as vagas que não foram preenchidas têm até amanhã (21) para se inscrever no site do programa.

Esses profissionais vão substituir os médicos cubanos que começaram a deixar o país no mês passado. Podem participar da nova chamada apenas os médicos que possuem registro no Brasil (CRM).

 

O Ministério da Saúde diz que atualizará o sistema ainda nesta quinta-feira com as vagas disponíveis. Os médicos que decidirem não comparecer mais às atividades devem informar ao município alocado, que comunicará a desistência ao Ministério da Saúde. Aqueles que desistiram ficam impossibilitados de escolher outro município.

 

A pasta informa que, ao todo, 10.205 profissionais brasileiros e estrangeiros formados no exterior, sem registro no Brasil, completaram a inscrição de participação no Programa Mais Médicos. O prazo para o envio da documentação dos profissionais encerrou no último domingo (16). As documentações de todos ainda estão em análise conforme edital.

 

Caso as vagas não sejam preenchidas nesta segunda etapa, nos dias 27 e 28 de dezembro, os médicos brasileiros formados no exterior terão acesso ao sistema para escolherem as vagas em aberto. Posteriormente, nos dias 3 e 4 de janeiro de 2019, os médicos estrangeiros terão a mesma oportunidade.

 

O Programa Mais Médicos foi criado em 2013 para ampliar a assistência na Atenção Básica fixando médicos nas regiões com carência de profissionais. O programa conta com 18.240 vagas em mais de 4 mil municípios e 34 DSEIs levando assistência para cerca de 63 milhões de brasileiros.

Via Agência Brasil,

Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
11:58

 

dfce7508 d42f 40d3 8f9b 094d809e3174 300x225 - DESUMANIDADE: morador de rua é atingido por ovos enquanto dormia; jovem suspeito estava em carro de luxo

Cerca de uma dúzia de ovos foi jogada em um morador de rua na região central de Limeira (SP) na madrugada desta quinta-feira (20) . A vítima, de 45 anos, dormia na Praça Adão José Duarte do Pateo, na região central da cidade. Um estudante de 19 anos suspeito de ter cometido o ato deve responder por injúria, segundo a Polícia Civil.
De acordo com a Guarda Civil Municipal (GCM), por volta de 1h, os agentes foram chamados para comparecer ao local. Quando chegaram, viram que havia vários ovos jogados no andarilho enquanto ele dormia.
Pessoas que estavam no local disseram aos guardas que quem praticou a ovada estava dentro de um carro de luxo.

A equipe conseguiu a placa do veículo, um Corolla, pelas câmeras de monitoramento da cidade e foi até o endereço cadastrado no sistema, localizando o suspeito de ter atirado os ovos no morador de rua. De acordo com a GCM, o jovem confessou o ato, mas não disse o motivo que o levou a fazer aquilo.
Ainda conforme a corporação, o estudante não chegou a ser detido. A Polícia Civil de Limeira informou que a ocorrência foi registrada no plantão de flagrantes como injúria e o caso será investigado. 

Fonte: G1

Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
11:40

Servidores da Tributação assinam lista de participação em ato

Os auditores fiscais do RN decidiram realizar nesta sexta-feira (21) um ato de protesto contra o atraso de salários.

O Fisco alega que conseguiu arrecadar já neste mês de dezembro R$ 60 milhões a mais que no mesmo período do ano passado, perfazendo o total de quase R$ 500 milhões a mais que em 2018, e, ainda assim, o governo não prioriza os salários.

“O movimento é contra o atraso dos salários. Estamos sem previsão de receber novembro, dezembro, 13 de 2017 e 13 de 2018. São 4 meses sem salários. Isso é inadmissível!!!!”, explicou o presidente do Sindifern, Fernando Freitas.

Os servidores da Secretaria Estadual de Tributação já pararam, a Unidade Regional de Tributação de Mossoró também e em outras partes do Estado a paralisação vai ganhando força.

Via Bruno Barreto

Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
11:31

Via Esmael Morais.

Dias Toffoli, o ingrato, manteve Lula preso, mas poderá soltar ainda hoje o médium João de Deus. 

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
11:28

Via Esmael Moriais.

O governador reeleito pelo Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), deu uma “sabugada” no presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que se manifestou com ironia na noite desta-quinta feira (20) sobre a formação do bloco de oposição ao seu futuro governo composto pelo PCdoB, PDT e PSB. 

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Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
11:22

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, advertiu nesta quinta-feira (20) seus adversários de que não permitirá uma mudança da esquerda para a direita, como ocorreu no Brasil com a eleição de Jair Bolsonaro, e desafiou o futuro vice brasileiro, general Hamilton Mourão, que chamou de “louco”.

“A Venezuela não é o Brasil. Aqui não vai ter um Bolsonaro. Aqui será o povo e o chavismo por muito tempo (…). Bolsonaro aqui não teremos nunca, porque nós construímos a força popular”, declarou Maduro durante ato do PSUV (Partido Socialista Unido de Venezuela).

Reafirmando suas denúncias de um complô dos Estados Unidos para derrubá-lo, com o apoio de Brasil e Colômbia, Maduro disse que o general Mourão é “louco da cabeça” por ter afirmado que seu governo está chegando ao fim e defendido “eleições normais” na Venezuela.

“Aqui lhe espero, com milhões de homens e mulheres e com a Força Armada (…). Aqui lhe espero, Mourão, venha pessoalmente”, desafiou Maduro em um inflamado discurso.

Maduro inicia no próximo dia 10 de janeiro um segundo mandato, de seis anos, após ser reeleito em votação boicotada pela oposição e denunciada por Estados Unidos, União Europeia e vários países da América Latina.

Na semana passada, Maduro denunciou uma aliança entre EUA, Brasil e Colômbia para derrubá-lo e, inclusive, assassiná-lo.

Maduro garantiu que John Bolton, assessor de Segurança Nacional dos EUA, deu instruções para “provocações militares na fronteira” entre Venezuela e Brasil em uma reunião com Bolsonaro.

Um dia após sua vitória eleitoral, em outubro, Bolsonaro descartou uma eventual intervenção militar na Venezuela, apesar das “sérias dificuldades” causadas pela “ditadura” de Maduro.

A pressão diplomática contra Maduro por parte de países vizinhos como Brasil e Colômbia aumenta diante da chegada de milhares de imigrantes venezuelanos que fogem da crise econômica em seu país.

FOLHAPRESS

 

Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
11:17

O governo de Jair Bolsonaro estuda acelerar e simplificar o licenciamento ambiental a partir do ano que vem. Entre as mudanças, está previsto um licenciamento automático para o agronegócio, segundo o futuro presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim. Ele disse ao Estado, em sua primeira entrevista após ser escolhido para o cargo, que vai revisar toda a regulação ambiental porque o processo ainda é “precário e artesanal”.

A ideia é que o produtor rural tenha acesso a um sistema eletrônico pelo qual possa emitir sua própria licença ambiental. Segundo Bim, essa será uma das primeiras mudanças. “Se você vai fazer uma cultura de plantação em uma fazenda, por exemplo, já é obrigado a ter seu cadastro ambiental rural (CAR) regularizado, sua área de supressão e sua reserva legal já delimitadas”, disse. “Então, não precisa ter um licenciamento complexo, como se fosse uma hidrelétrica.”

Atualmente, órgãos ligados ao processo de licenciamento – como Funai, Fundação Palmares e Iphan – levam entre 30 e 90 dias para se posicionarem, mas esses prazos costumam ser renovados, o que deixa, na prática, o licenciamento sem um prazo determinado. “É artesanal, poucas coisas são padronizadas, faltam parâmetros de qualidade. Vamos agilizar a análise das licenças ambientais, diminuindo a insegurança do técnico e do empreendedor”, disse o advogado, com especialidade em Direito Ambiental. Hoje, Bim é procurador da Advocacia-Geral da União (AGU) junto ao Ibama.

Segundo ele, o governo da Bahia já adota um procedimento parecido para o licenciamento. “A pessoa preenche um cadastro prévio, insere seus dados naquelas condições preestabelecidas e tira uma licença eletrônica do sistema”, afirmou. “É claro que, se você fizer uma declaração falsa e estiver fora da linha, é crime, vai ser punido etc., mas esse é um princípio do presidente eleito, o de que devemos acreditar na palavra do cidadão. A gente tem uma cultura de desconfiança histórica. Temos que mudar isso.”

Hoje, o Ibama conta com um quadro de 3.098 servidores, mas esse número vai diminuir no ano que vem porque alguns vão se aposentar. Em 2017, eram 5.462 funcionários. Para reduzir esse déficit, o órgão ambiental pediu autorização para contratar 1.630 servidores, mas não conseguiu.

Fiscalização

O novo comando do Ibama também promete alterar o regulamento sobre a fiscalização em campo feitas pelo órgão federal. Uma das principais ações que devem mudar nessa área, disse Bim, é a queima de máquinas e equipamentos – tratores, caminhões, retroescavadeiras, barcos – que são encontrados por fiscais do Ibama durante suas operações. Segundo ele, esse procedimento deve ocorrer apenas em situações excepcionais. “Há situações em que não tem outro jeito, tem de ser queimado. Mas a crítica é que em alguns casos não precisa. Vamos regulamentar isso para evitar esse tipo de arbítrio.”

Em linha com Bolsonaro, Bim também prometeu mudanças para acabar com o que o presidente eleito define como a “indústria da multa” no Ibama. “Vamos rever esse tipo de posicionamento de nossa fiscalização. A gestão ambiental não tem que ser feita só com base em auto de infração, isso é só um instrumento. Vamos trabalhar de uma maneira diferente”, disse ele. “Fui convidado a levar para o Ibama um perfil de menor criatividade na interpretação da legislação ambiental, trazendo uma legalidade mais estrita na condução do Ibama.”

Eduardo Fortunato Bim tem seu nome defendido pelo futuro ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que nesta semana foi condenado em primeira instância por improbidade administrativa. Salles nega irregularidades e deve recorrer.

Índios

Bim também defende que os povos indígenas sejam escutados em situações em que empreendimentos do interesse do governo afetem diretamente terras indígenas, mas que não tenham poder de veto sobre essas obras. Foi o que deixou claro ao analisar em artigo a situação da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, a qual Bolsonaro já declarou que pretende abrir para atividades econômicas por ser “a terra mais rica do mundo”. “É importante frisar que o direito de ser ouvido (oitiva) não é absoluto”, afirmou, em artigo.

Questionado sobre o assunto, Bim disse que vai procurar o diálogo. “Tem de haver uma interlocução com a Funai, com os próprios indígenas. Estamos abertos. Sempre vamos buscar o consenso.”

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
11:14

Os Tribunais de Justiça de Mato Grosso do Sul e do Maranhão deram um jeito para que juízes compensem eventuais perdas financeiras em seus contracheques com a restrição do auxílio-moradia. Em MS, conseguiram aprovar na Assembleia a criação do auxílio-transporte, que pode chegar a R$ 7,2 mil, o equivalente a 20% dos salários – mesmo porcentual que recebiam de auxílio-moradia. No Maranhão, o TJ elevou o vale-alimentação para 10% da remuneração. A projeção é de que o valor fique em R$ 3,3 mil, o que compra dez cestas básicas/mês.

Limpinho. Por se tratar de subsídios, os dois pagamentos não estão sujeitos ao desconto do IR e não entram na conta do teto.

Vai encarar? Em MS, a criação do auxílio precisa ser sancionado pelo governador Reinaldo Azambuja. A assessoria do tucano diz que ele ainda não analisou. Pelo preço da gasolina no Estado, é possível comprar até 10,5 mil litros/mês.

Se a moda pega… No Maranhão, o benefício custará por ano R$ 11 milhões ao tribunal. Procurada, a assessoria não respondeu.

COLUNA DO ESTADÃO

Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
11:12

A apuração sobre o decreto dos portos que resultou na denúncia apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) na quarta (19) encontrou indícios de outros cinco crimes envolvendo o presidente Michel Temer. Com isso, ao deixar o Planalto, o emedebista deverá enfrentar na primeira instância da Justiça quatro investigações em fase avançada e mais cinco novos inquéritos.

As cinco novas suspeitas descritas pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, referentes a fatos de 2010 a 2015, não integraram a denúncia porque são anteriores ao atual mandato presidencial, iniciado em 2016. Caberá a um procurador que atua na primeira instância analisá-las para eventualmente oferecer novas denúncias.

Das 5 novas apurações, 3 têm a Argeplan Arquitetura e Engenharia como peça central. A PGR (Procuradoria-Geral da República) sustenta que a empresa, que aparece na denúncia por portos como intermediária de propina e que tem como um de seus sócios o coronel João Baptista Lima Filho, pertence de fato ao presidente.

Lima e Temer são amigos desde os anos 80. A Argeplan ganhou impulso naquela década com contratos de consultoria com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. À época, Temer era o titular da pasta.
Um dos pedidos de abertura de inquérito envolve um contrato milionário da Eletronuclear para a construção da usina de Angra 3 que foi paralisado devido a suspeitas levantadas pela Lava Jato. O contrato, de R$ 162 milhões, foi firmado pela multinacional AF Consult, que subcontratou a AF Consult do Brasil, que por sua vez tem a Argeplan em seu quadro societário.

Ao lado da Argeplan, a empreiteira Engevix também foi subcontratada para a obra. Em 2016, um dos donos da Engevix, José Antunes Sobrinho, tentou, sem sucesso, fechar um acordo de delação com o Ministério Público relatando que o coronel Lima cobrou dele R$ 1 milhão para a campanha de Temer em 2014.

Dodge requereu que a apuração desse caso seja feita perante a 7ª Vara Criminal da Justiça Federal no Rio, sob responsabilidade do juiz Marcelo Bretas, onde outros processos sobre a Eletronuclear já tramitaram.

A Argeplan também é suspeita de superfaturar e deixar de prestar serviços para os quais foi contratada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio do consórcio Argeplan/Concremat.

A terceira nova apuração envolve contrato celebrado entre a empresa e a Fibria Celulose, que opera no porto de Santos, com valores em torno de R$ 15,5 milhões. Dodge solicitou que se investigue também, no mesmo procedimento, transações financeiras entre a Construbase Engenharia e a PDA, a outra empresa do coronel.

A Construbase repassou à PDA, de setembro de 2010 a agosto de 2015, R$ 17,7 milhões, por meio de 58 transferências. A empresa do coronel, segundo a Procuradoria, “consta por diversas vezes em relatórios do Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras], como responsável por movimentações atípicas”.

Na quarta frente de apuração a ser aberta, Dodge apontou suspeitas de que uma das filhas do presidente, Maristela Temer, tenha praticado o crime de lavagem de dinheiro por meio de uma reforma em sua casa, em São Paulo.

Como a Folha revelou em abril deste ano, a mulher do coronel, Maria Rita Fratezi, pagou em dinheiro vivo despesas da obra, segundo relatos de fornecedores de materiais de construção.

Dodge considerou que a suspeita de que a obra tenha sido paga com dinheiro de propina “não guarda intrínseca relação” com o suposto crime de corrupção denunciado no âmbito do inquérito dos portos, e requereu uma investigação específica a ser feita perante a Justiça Federal em São Paulo.

A quinta nova investigação solicitada pela Procuradoria é sobre um suposto contrato fictício assinado a pretexto de prestação de serviços no terminal Pérola, no porto de Santos. A empresa faz parte do grupo Rodrimar, que teve um sócio e um ex-executivo denunciado junto com Temer na quarta-feira.

O pedido de abertura de novas investigações foi direcionado ao ministro do STF Luís Roberto Barroso, relator do inquérito dos portos, por meio de um documento que acompanhou a denúncia apresentada na quarta contra Temer e outras cinco pessoas, entre elas o coronel Lima e o ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR).

A denúncia, sob acusação de corrupção e lavagem de dinheiro, apontou uma movimentação financeira indevida de R$ 32,6 milhões como parte de um esquema antigo com informações e provas reunidas que remontam a 1998.

Dodge pediu que a denúncia seja remetida, em janeiro, quando Temer perde o foro especial, à Justiça Federal no Distrito Federal, para onde também deverão seguir duas denúncias apresentadas em 2017 pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot —os casos foram suspensos pela Câmara no ano passado.

OUTRO LADO

Procurado por meio de sua assessoria, o presidente Michel Temer informou que “provará, nos autos judiciais, que não houve nenhuma irregularidade no decreto dos portos, nem benefício ilícito a nenhuma empresa”. O Planalto não comentou as novas frentes de investigação.

A Rodrimar afirmou em nota que os executivos denunciados estão afastados e que se pauta pelos mais elevados padrões de governança corporativa. A reportagem não localizou a defesa do coronel Lima.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


21/12/2018
11:10

Foto: Aline Aguiar/Globo

A Polícia Federal em Minas Gerais cumpre dois mandados de busca e apreensão no escritório e em uma empresa do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, responsável pela defesa de Adélio Bispo – agressor confesso de Jair Bolsonaro (PSL), à epoca candidato a presidente da República. Segundo o delegado Rodrigo Morais, que coordena as investigações da PF, o objetivo da operação desta sexta-feira (21) é tentar identificar quem estaria financiando a defesa do autor do atentado ocorrido no dia 6 de setembro deste ano, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.

Bispo foi indiciado por prática de atentado pessoal por inconformismo político, crime previsto na Lei de Segurança Nacional. O primeiro inquérito da PF concluiu que o agressor agiu sozinho no momento do ataque e que a motivação “foi indubitavelmente política”.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, o advogado atendeu à reportagem, mas o celular estava sendo apreendido pela autoridade policial. Ainda não há um posicionamento dele sobre a operação.

Zanone Manuel Júnior, advogado de Adélio Bispo — Foto: Reprodução/TV Globo

Um segundo inquérito, em andamento, foi aberto para dar continuidade às apurações, visando comprovar “participação de terceiros ou grupos criminosos” no atentado ao político fora do local do crime.

O ataque contra Bolsonaro aconteceu quando o presidenciável participava de um ato de campanha, em Juiz de Fora. O agressor, Adélio Bispo de Oliveira, foi preso em flagrante logo após o atentando e confessou a autoria do crime. Ele está detido no presídio de segurança máxima de Campo Grande (MS).

Bolsonaro levou uma facada, que causou lesões no intestino. Ele passou por cirurgias em Juiz de Fora e em São Paulo. Um novo procedimento ainda será realizado para a retirada da bolsa de colostomia.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


20/12/2018
16:58

 

A chuva que molha a região do Alto Sertão da Paraíba nos últimos dias traz com ela a esperança para o agricultor que está castigado pela estiagem há anos e que aguarda uma boa quadra invernosa para 2019.

Ele diz que muitos fatores favorecem para uma no de chuvas normal. “São muitos sinais, primeiramente a mancha do sul, do astro. A mancha do sul vem aparecendo, coisa que ela não vinha aparecendo. Quando a mancha grande fica é sinal de muita chuva. Outro sinal é o Cruzeiro do Sul que está saindo de 20h. A Estrela D’alva tava em cima e já desceu pra baixo. Tudo isso é sinal de inverno aqui em nós”, assegurou Seu Chico.

Enquanto meteorologistas divergem sobre um diagnóstico seguro quanto ao inverno de 2019, no sertão os chamados profetas das chuvas, já começam a disseminar ao público suas experiências realizadas aos longo dos tempos. A reportagem do Blog do José foi até o Sítio Terra Molhada, na zona rural de Cajazeiras até a residência do agricultor Francisco Cipriano, 74 anos, para conhecer de perto sua análise para a quadra invernosa para o próximo ano. A casa do agricultor fica às margens da PB-400, distante 20 km para São José de Piranhas e 16 km de Cajazeiras.

Fonte: Diário do Sertão

Publicado por: Chico Gregorio


20/12/2018
16:48

Estudioso prevê retorno das chuvas à região de Patos, e chuvas acima da média em janeiro de 2019

A previsão de baixa probabilidade de chuvas para o período entre 11 e 20 de dezembro, nas cidades de Patos, Pombal, Sousa e Cajazeiras, realizada pelo físico, meteorologista e mestre em Meteorologia Rodrigo Cézar Limeira (http://cienciaemfoco.com/noticias/mudanca-nas-condicoes-do-tempo-a1723.html) , se confirmou da seguinte forma: 

Para Patos, Pombal e Sousa a previsão só não se confirmou no dia 17, pois choveu nessas cidades no referido dia, isso representa um índice de acerto de 90% na citada previsão.

Para Cajazeiras, a previsão se confirmou em 100%, pois não choveu na cidade no mencionado período de validade da previsão.

Estudioso prevê retorno das chuvas ao semiárido da Paraíba:  

De acordo com Rodrigo Cézar Limeira, as regiões de Patos, Sousa e Cajazeiras poderão ter chuvas entre os dias 23 e 24 de dezembro. O estudioso ainda prevê chuvas acima da média no mês de janeiro em Patos, Pombal, Sousa e Cajazeiras, e em várias outras áreas do semiárido da Paraíba, e mantém a tendência de grande irregularidade das chuvas durante a quadra chuvosa de fevereiro maio, fato que poderá provocar perdas nas lavouras do Cariri, Sertão e Alto sertão do Estado.

  

Portal Ciência em Foco

Publicado por: Chico Gregorio


20/12/2018
16:32

Via Esmael Morais.

A editora Abril, dona de títulos como a revista Veja, foi adquirida pelo empresário Fábio Carvalho com a retaguarda do banco BTG Pactual para a dívida de R$ 1,6 bilhão. 

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Publicado por: Chico Gregorio