06/04/2017
05:58

Após quatro sessões ordinárias e intensos debates, a Câmara Municipal de Natal aprovou nesta quarta-feira (05), em segunda discussão, o Projeto de Lei Complementar encaminhado pelo prefeito Carlos Eduardo Alves que solicita a retirada de R$ 204 milhões do fundo previdenciário dos servidores do Município (NatalPrev) para o pagamento da folha dos inativos. De acordo com o Executivo, o valor solicitado servirá, exclusivamente, para quitar salários de aposentados e pensionistas. O placar foi o mesmo da votação em primeira discussão: 21 votos a favor e quatro contra.

Os pareceres desfavoráveis à matéria foram dados pelas vereadoras Natália Bonavides (PT) e Eleika Bezerra (PSL) e os vereadores Fernando Lucena (PT) e Sandro Pimentel (PSOL).

Segundo informações da Prefeitura, o fundo previdenciário do NatalPrev conta, atualmente, com cerca de R$ 325 milhões. A proposta original é de utilizar o repasse com parcelas mensais até fevereiro de 2018. O governo garante a devolução do dinheiro ao fundo em 180 meses, após uma carência de dois anos, com vencimento no dia da disponibilização pelo governo federal do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Nesta derradeira sessão para apreciação do projeto, o plenário se concentrou em votar as emendas parlamentares sugeridas pelos vereadores. Das 22 emendas encaminhadas, seis foram aprovadas e encartadas à redação final da matéria. Entre os destaques, um texto de autoria do vereador Sandro Pimentel que reduz o tempo de carência para pagamento das parcelas pelo Executivo.

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


06/04/2017
05:56

A Justiça de 1ª instância vetou; a de 2ª instância confirmou a proibição.

Mas o Supremo Tribunal amigo liberou a propaganda do governo em favor da retirada de direitos de aposentadoria, por liminar da ministra Cármem Lúcia, sob o argumento de que não poder fazê-la tirava dele “os meios necessários para divulgação da proposta de reforma, sua motivação e repercussões”.

O curioso é que, vivendo no mundo da quinta-essência jurídica, a ministra certamente desconhece que, pela mídia e pelas entidades patronais, com seus recursos abastados, a propaganda em favor das reforma não só existe como já é sufocante.

Não é preciso grande imaginação para que se imagine se o Supremo permitiria que os governos de antes, de Lula ou Dilma, fizessem publicidade sobre a “premente necessidade” de dar aumento ao salário mínimo ou de fazer, pela lei, a obrigatoriedade do controle brasileiro sobre o pré-sal, tema de igual importância.

Evidente que não, porque Suas Excelências se portam como algozes do povão, como já o fizeram no caso da desaposentação, que daria aos desgraçados que se aposentam e continuam trabalhando alguma melhora nos proventos. Isso é um risco para o país, embora pagar auxílio moradia para dezenas de milhares de juízes e promotores não seja senão a justa paga que merecem.

Todos, como ela o fará e Michel Temer já o fez, levando polpudas pensões para seu descanso, num vampirismo que drena o sangue do país.

A propaganda contrária à reforma, claro, não tem como ser feita, senão na rua, com nossa mobilização.

Fonte: Tijolaço

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
16:14

A cerca de apenas um mês do início do Brasileiro-2017, a Globo não recebeu sequer um esboço de proposta para sublicenciamento da competição de qualquer um de seus pares na TV aberta.

No ano passado, chegou a executivos da emissora proposta que não agradou. Mas este ano, por enquanto, nem isso foi apresentado.

Na emissora já é como certo que a transmissão do Nacional será feito com exclusividade na TV aberta pela emissora, o blog apurou.

Os principais motivos para pessimismo em relação a uma parceria é financeiro. Além da crise econômica pela qual o país passa, que tem afetado o mercado publicitário, a cada dia que passa se torna mais difícil para um eventual parceiro viabilizar um plano comercial para a atração, que normalmente é levado a mercado para captação com meses de antecedência do início de uma atração desse porte.

Um diretor de uma TV aberta que já investiu forte em esporte, explica que não se trata apenas de adquirir os direitos de transmissão.

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
16:09

Oposição quer Gilmar Mendes à frente de julgamentos

BRASÍLIA – A estratégia dos líderes políticos de Oposição na Paraíba formada pelo PSDB, PMDB e até PROS está sendo cada vez mais reforçada pela instância federal, no sentido de pressionar o Tribunal Regional Eleitoral (TER-PB) a votar processos contra o governador Ricardo Coutinho e (PSB), na sequência, serem levados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) onde estão seguros dá cassação do mandato do chefe do Executivo.

De acordo com dados levantados pelo Blog de Walter Santos, a estratégia envolve representantes de todos os segmentos jurídicos – Tribunais Estaduais, Ministérios Públicos, parlamentares – com objetivo claro de querer cassar o mandato do governador.

Recentemente, deputados estaduais se reuniram na residência do deputado Ricardo Marcelo, no Bessa, onde o tema era a estratégia de cassação.

Também recentemente, uma liderança importante do PSDB revelou não ter dúvidas de que a operação surtirá efeito positivo a partir do envolvimento da esfera federal. Ela se referia ao presidente do TSE, Gilmar Mendes, claramente favorável ao PSDB e PMDB.

Via Walter Santos

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
16:04

Até o fechamento desta matéria, a Cagepa e a Codevasf nao haviam se pronunciado.

EXCLUSIVO – Acabou no início da tarde desta quarta-feira (05), votação na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara Federal de projeto de Lei de iniciativa do Executivo aprovando que o controle e manuseio da Bacia do Rio Paraíba passará a ser da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba)

Com esta decisão ainda carecendo de aprovação da CCJ – Comissão de Constituição e Justiça – a Cagepa, empresa de abastecimento de água e saneamento do Governo do Estado perde o controle e exploração, como se dá na atualidade.

Até o fechamento desta matéria, a Cagepa e a Codevasf nao haviam se pronunciado.

A decisão da Câmara acontece um dia após o governador Ricardo Coutinho (PSB) descartar privatizar a Cagepa, contrariando orientação do Governo Federal.

Via WScom

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
15:52

Acidente agora pouco na RN-118 que liga a cidade de  Jucurutu à  Caicó está interditada o trafego de veículos,

uma carreta  desgovernada  ficou atravessada  no leito da estada, impedindo a passagem  nos dois sentidos da

via, na  comunidade  Aroeira  próximo à cidade de  Jucurutu.

RN 118
Foto Eduardo Vitor.

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
15:39

Resultado de imagem para fotos da advogada brenda martins

O advogado Guilherme Wanderley, que atirou contra três membros do Ministério Público do RN, está sendo mantido em condições à revelia do que prevê a lei, denuncia a advogada Brenda Martins.

Um dia após o atentado daquele 24 de março, Guilherme se entregou no comando da Polícia Militar, mas foi levado para o Centro de Detenção Provisória (CDP), na Ribeira, e jogado, inicialmente, numa cela comparada a uma estufa. A decisão que o mantém no CDP é do juiz Ricardo Procópio.

“Ele estava em uma estufa. Era uma cela nos fundos do CDP, que lembra uma casinha de cachorro. Ele não suportou o calor, porque lá é só a grade e pediu para ir para as celas com outros prisioneiros. É onde ele está hoje”, descreveu a advogada

Brenda tem a impressão que o propósito das condições a que entregaram Guilherme é fazer ele se matar: “Eles querem que ele dê cabo à própria vida”.

Para ela, sua crítica não se trata do fato pelo qual Guilherme está preso, mas a arbitrariedade que está sendo cometida.

“É simples. Ele é advogado e merece cela especial. Hoje ele está com a carteira da OAB inativa, mas ele tem a carteira, não é menos advogado por isso. Só está inativa pela natureza da atividade que ele exercia. Ponto. Se você é médico e decide ser cantor, não deixará de ser médico. É esse caso”, comparou Brenda.

Deu no Portalnoar

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
15:23

Águas virão pelo eixo norte, no trecho que liga o açude de Ávidos (PB) ao Rio Piranhas-Açu, de onde a água chegará à barragem Armando Ribeiro Gonçalves

DCIM100MEDIA

A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado promoveu na quarta-feira 5, audiência com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho. Na pauta da reunião, foram discutidos os prazos de execução do projeto de transposição do Rio São Francisco. O debate foi acompanhado pelo coordenador da bancada do Rio Grande do Norte, deputado federal Felipe Maia (DEM).

Em sua explanação, o ministro ratificou o prazo de quem em dezembro as águas do São Francisco chegarão ao RN pelo eixo norte, no trecho que liga o açude de Engenheiro Ávidos (PB) até o Rio Piranhas-Açu, de onde a água chegará à barragem Armando Ribeiro Gonçalves, localizada no Vale do Açu.

Para o coordenador da bancada federal do estado, o encontro com o ministro foi relevante para o acompanhamento das obras. “Como parlamentar, o nosso papel é cobrar do ministro da Integração Nacional e do Governo Federal a conclusão desta obra tão importante para o nosso estado e região. De acordo com o ministro, os estudos técnicos para a efetivação do Ramal do Apodi serão concluídos nos próximos meses. Com a operação dos dois eixos, o Rio Grande do Norte terá a oferta hídrica que tanto aguardou e assim, a retomada do desenvolvimento e crescimento econômico”, enfatizou Felipe Maia.

Parlamentares federais e estaduais do RN, o Arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira, o bispo de Caicó, Dom Antônio Carlos, o bispo de Mossoró, Dom Mariano Manzana e a reitora da UFRN, Ângela Paiva estiveram na audiência que foi proposta pela senadora Fátima Bezerra (PT).

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
14:54

Com a suspensão do julgamento do processo de cassação da chapa Dilma Roussef-Michel Temer, pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), nessa terça-feira (4), o Planalto avalia que o presidente conseguiu uma dupla vitória.

A primeira diz respeito ao tempo, já que o relator da ação, ministro Herman Benjamin, recuou e decidiu conceder mais cinco dias de prazo para manifestação das defesas.

Ele só não contava, de acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, que abriria espaço para o encaixe de novas testemunhas, o que vai alongar ainda mais o processo.

E a segunda porque, agora, não apenas um, mas dois ministros nomeados por Temer vão julgar a sua cassação. É que Henrique Neves e Luciana Lóssio, que deveriam seguir o voto do relator, a favor da cassação, estão com os mandatos prestes a se encerrar.

Temer, inclusive, já nomeou, no último dia 30, o jurista Admar Gonzaga para o lugar de Neves, cujo mandato se encerra em 16 de abril. Já para a vaga de Lóssio, que deixa o TSE no dia 5 de maio, a expectativa é de que o presidente indique o jurista Tarcísio Vieira Neto.

Via  Daniel Menezes

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
14:51

Do Estadão – O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), considera difícil a situação do presidente Michel Temer no governo. “Diziam que a [ex-presidente] Dilma [Rousseff] não tinha para onde ir, e o [presidente Michel] Temer não tem para onde ir”, disse Renan a aliados na noite desta terça-feira, 5, segundo parlamentares que participaram do jantar da bancada na casa da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), em Brasília.

No encontro, que contou com a presença de pouco mais da metade da bancada – a maior da Casa, com 22 parlamentares – alguns senadores teriam reclamado da pressão feita pelo Palácio do Planalto pela aprovação da reforma da Previdência. A avaliação é de que a cúpula do governo, o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) não “entende” a situação dos congressistas porque não “depende” do voto popular.

“Nenhum deles é candidato a nada e nas últimas eleições que disputaram perderam. Agora querem cobrar dos parlamentares. Estão pedindo o que não vão ganhar”, afirmou um peemedebista que participou do jantar. “É terrível o que querem impor ao Congresso. O povo não quer [as reformas] e os congressistas vivem de voto. Estão propondo suicídio político”, avaliou o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

Nas últimas semanas, Renan tem subido o tom contra as reformas. Ontem, ele chegou a dizer que, “se continuar como está, o governo vai cair para um lado e o PMDB para o outro”. Para Raimundo Lira (PMDB-PB), que participou da confraternização, esta é uma posição pessoal de Renan. “Não vejo nenhum grupo dentro do PMDB pensar dessa forma. Até porque a reforma [da Previdência] está cada dia mais tendo possibilidade de ser amenizada”, considerou.

O jantar, que começou por volta da meia noite, durou cerca de três horas. Os ministros Dyogo Oliveira (Planejamento) e Helder Barbalho (Integração Nacional) também estiverem no encontro, mas, segundo parlamentares, falaram pouco. Além deles, o ex-presidente José Sarney e sua filha, Roseana Sarney, marcaram presença. Nas conversas, Sarney teria reforçado o discurso de Renan, de que o governo tem que dialogar mais.

Entre os senadores presentes, além de Renan, Kátia, Requião e Raimundo, compareceram o líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR), Jader Barbalho (PA), Rose de Freitas (ES), Valdir Raupp (RO), Marta Suplicy (SP), Elmano Férrer (PI), Hélio José (DF), Dário Berger (SC) e Garibaldi Alves (RN). Como já era esperado, o presidente do Senado, Eunício de Oliveira (CE), não compareceu ao jantar.

A confraternização, de acordo com parlamentares, não teve motivação política, e sim na vontade da bancada de se reunir para comer um dos pratos típicos do Tocantins, a fritada de aratu, considerada especialidade de Kátia. “Na fritada de aratu, Temer também foi fritado”, brincou um dos senadores presentes.

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
14:45

Falaram em R$ 55 milhões. A conta já subiu comprovadamente para R$ 80 milhões de reais, de acordo com reconhecimento do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Natal (Natalprev) (leia aqui). A Prefeitura do Natal desconta e não repassa a contribuição previdenciária dos servidores há mais de um ano, caracterizando apropriação indébita da contribuição do trabalhador municipal.

Tudo tem sido feito sem autorização da câmara municipal do Natal, instância política competente para permitir o prefeito Carlos Eduardo Alves a mexer no fundo previdenciário municipal. Ele já cometeu o mesmo crime e foi tornado inelegível em gestão anterior, entre outras ações, ao deixar débito de 23 milhões na previdência para a sua sucessora, Micarla de Sousa. Foi candidato por conta de uma liminar concedida pelo TJ. O processo segue encostado na justiça desde 2012 (leia aqui).

Usar/deixar de repassar recursos para o NatalPrev representa, conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal, crime de responsabilidade e pode pode gerar perda do mandato e dos direitos políticos do gestor.

A Lei de Responsabilidade Fiscal não pode virar detalhe em Natal. A vitória de Carlos Eduardo Alves se deu por maquiagem nas contas públicas, estourando orçamento e afrontando a LRF, através da antecipação de receitas de forma ilegal e abrindo um rombo no NatalPrev (leia aqui). Tudo para passar a falsa impressão de normalidade administrativa para o eleitor.

ENTES REGULADORES E A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

Os vereadores Sandro Pimentel (PSOL) e Natália Bonavides (PT) entraram com ações, solicitando explicações, suprimidas inicialmente pela Prefeitura, diga-se de passagem, e depois requerendo o impedindo do saque do restante dos recursos do NatalPrev, conforme Carlos Eduardo Alves deseja. Ele quer mais R$ 204 milhões.

O deputado estadual, Kelps Lima (SD), também entrou com representação junto ao Tribunal de Contas do Estado para impedir a ação de Carlos Eduardo Alves.

Os entes reguladores se encontram diante de um desafio: mostrar que a lei é para todos em Natal ou rasgar o código normatizador de boas práticas legais administrativas, jogando para os próximos prefeitos a responsabilidade de cuidar do rombo fiscal produzido e que será deixado por Carlos Eduardo Alves.

Via  Daniel Menezes

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
14:23

A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, suspendeu decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região que proibia o governo Temer de fazer campanha publicitária da proposta de reforma da Previdência que está em discussão no Congresso.

A proposta é polêmica e estabelece, entre outas coisas, a idade mínima de 65 anos para aposentadoria. A ministra atendeu pedido da Advocacia Geral da União. Para a presidente do STF, a suspensão da propaganda principalmente no momento em que o Congresso já iniciou debate sobre o tema representa “grave lesão a ordem pública” e tira da administração a possibilidade de divulgar a motivação da proposta.

“A suspensão da campanha causa mal maior que sua continuidade, nada obstando que venha a sofrer, no futuro, restrição pontual em peça publicitária na qual venha a ser detectada propagação de informação inverídica sobre a tema”, escreveu a ministra.

A liminar havia sido concedida pela 1ª Vara Federal de Porto Alegre (RS), que acatou pedido formulado em ação movida pelo Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Rio Grande do Sul (Sintrajufe) sob o argumento de que a propaganda do Executivo constituía uso inadequado de recursos públicos em campanha publicitária que não tinha “caráter educativo, informativo ou de orientação social, como exige a Constituição”.

Como o recurso ao TRF-4 não foi atendido, a Advocacia-Geral da União ajuizou agora no STF uma “suspensão de liminar” (SL 1.101), com solicitação de análise urgente, “sob risco de violação à ordem pública”, uma vez que a publicidade em prol da reforma da Previdência no rádio, na televisão, em impressos e na internet está suspensa em todo o país.

No pedido de suspensão de liminar, a Advocacia-Geral também ressaltou que não há qualquer indicação nas duas decisões de que a propaganda que vinha sendo veiculada teria feito menção a partido político ou trouxesse quaisquer nomes, símbolos ou imagens que pudessem caracterizar promoção pessoal de autoridades ou de servidores públicos.

“Pelo contrário, a campanha engloba diversos pontos que buscam elucidar para a população os meandros do sistema de seguridade social, suas atuais mazelas e as razões que justificam a necessidade de reforma”, justificou a AGU.

Jota

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
14:19

 

No dia em que os policiais federais de todo o país agendaram uma mobilização para deliberar sobre estado de greve em protesto à reforma da Previdência Social, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a proibição de integrantes de forças de segurança entrem em greve

O julgamento diz respeito a uma ação do governo de Goiás contra policiais civis do estado, mas tem repercussão geral, ou seja, o mesmo entendimento deve ser aplicado por outros tribunais e juízes em casos semelhantes. Além de policiais civis, a maioria do STF entende que não podem parar suas atividades os policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais ferroviários federais, bombeiros e policiais militares. Os PMs já eram proibidos de entrar em greve.

O voto que prevalece é o do Alexandre de Moraes, que apresentou a tese da vedação aos servidores públicos dos órgãos de segurança pública previstos no artigo 144 o exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade.

Gilmar Mendes foi mais longe e atacou ainda decisões judiciais que proíbem o corte de ponto de grevistas, mesmo havendo decisão do STF autorizando a medida. Segundo ele, greve que não afeta os rendimentos se transforma em féria

O relator Edson Fachin foi voto vencido. Ele entendeu que proibir a greve seria inviabilizar o gozo de um direito fundamental.

Policiais alegam que não são militares e precisam do instrumento da greve para fazer valer os seus direitos.

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
06:40

Do UOL,

Ilmar pode não ter levado o prêmio de R$ 1,5 milhão no “BBB17”, mas certamente conseguiu passar um recado aos

espectadores da Rede Globo. Advogado e filiado ao PT, o ex-brother disse ao vivo no microfone da TV Globo,  “Tive mais

votos do que Aécio Neves”.

Publicado por: Chico Gregorio


05/04/2017
06:32

São Paulo – O presidente Michel Temer disse nesta terça-feira, 4, em rápida entrevista que acha possível que a reforma da Previdência seja aprovada entre junho e julho.

O peemedebista não descarta, porém, a possibilidade de ter algumas alterações pelos parlamentares no texto original em comum acordo com o governo.

Perguntado se o governo estuda colocar salvaguardas para os trabalhadores na reforma da Previdência, Temer disse que se houver necessidade será feito, mas ressaltou que o artigo sétimo da Constituição garante os direitos dos empregados.

“Aqui no Brasil nós achamos que se não tiver na lei não vale. Então é preciso ler a lei maior.”

Fonte: Exame

Publicado por: Chico Gregorio