Segundo autor do registro, essa é a primeira vez que um evento meteorológico desse tipo é confirmado no Brasil Mais um evento meteorológico raro pôde ser observado no céu de Campina Grande. Em vídeo publicado no Youtube nessa quinta-feira (6), o estudante de Meteorologia Diego Rhamon mostra o registro do fenômeno ‘Crown Flashes’, que se assemelha a fluxos luminosos de aurora (boreal ou austral), mas acontecem no topo de nuvens de tempestade. Veja vídeo mais abaixo. Segundo a publicação de Diego Rhamon, o ‘Crown Flashes’ foi registrado na última sexta-feira (31) e essa é a primeira ocorrência confirmada no Brasil. “Crown Flashes são muito pouco documentados e registrados em todo o mundo. Esse caso em Campina Grande é mais fraco, bem mais discreto que outros já registrados”, ressalta o estudante de Meteorologia. Ainda de acordo com Diego Rhamon, a nuvem de tempestade que produziu o fenômeno estava nas proximidades da cidade Triunfo, em Pernambuco, distante cerca de 250 quilômetros de Campina Grande em linha reta. A filmagem foi feita no apartamento do estudante. “A hipótese mais aceita é de que o fenômeno se forma pelo reflexo ou pela difração da luz do Sol em finos cristais de gelo suspensos no topo dessas nuvens. Descargas elétricas no interior das nuvens de tempestades geram campos magnéticos que alteram o alinhamento dos cristais de gelo, resultando na variação de luminosidade”, explica Diego Rhamon. Confira o registro feito em Campina Grande:

Com a reforma da Previdência, o governo planeja exigir de trabalhadores rurais uma contribuição máxima de 5% do salário mínimo, disse o secretário de acompanhamento econômico da Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida.
Atualmente, trabalhadores rurais têm regras diferentes de aposentadoria das de trabalhadores urbanos. Mesmo não contribuindo com a Previdência, eles têm acesso ao benefício ao atingirem a idade mínima de 55 anos (mulheres) e 60 anos (homens) se comprovarem terem exercido atividades no campo.
Pela proposta de reforma do governo, os regimes seriam unificados. Para se aposentar, trabalhadores rurais também serão obrigados a contribuir por 25 anos e ter uma idade mínima de 65 anos para se aposentar.
A diferença é que o benefício continuará a ser subsidiado em parte, uma vez que a contribuição exigida, de 5% no máximo, é inferior à alíquota do setor privado, que hoje varia entre 8% e 11%.





Por Estadão Conteúdo








