13/04/2017
15:00

Segundo João, a chegada da água à bacia do açude ocorreu na madrugada desta quarta-feira

Créditos: Reprodução / WEB

O presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), João Fernandes, confirmou que as águas do Rio São Francisco chegaram à bacia do açude Epitácio Pessoa (Boqueirão).

Segundo João, a chegada da água à bacia do açude ocorreu na madrugada desta quarta-feira (13), por volta de meia-noite, e foi agilizada graças às chuvas registradas na região do Cariri, especialmente entre os municípios de Caraúbas e Cabaceiras. “Ainda não há previsão de quando a água do São Francisco, que chegou ao açude com uma vazão ainda pequena, vai se encontrar com a água que já estava armazenada em Boqueirão, atualmente com apenas 3% de seu volume total”, disse o presidente.

Para que isso ocorra, segundo o presidente da Aesa, as águas do São Francisco ainda precisam percorrer cerca de 16 quilômetros até a área onde está concentrada a pouca água que ainda resta no reservatório.

Publicado por: Chico Gregorio


13/04/2017
14:51

A visita está confirmada para logo mais às 16h30. O senador Cássio Cunha Lima e outras autoridades também estarão presentes

Créditos: Kristofferson Lopes

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, cancelou a festa que celebraria a chegada das águas da Transposição do Rio São Francisco no açude de Boqueirão, nesta quinta-feira (13). De acordo com o ministro, será apenas uma visita técnica.

A visita está confirmada para logo mais às 16h30. O senador Cássio Cunha Lima e outras autoridades também estarão presentes.

O manancial abastece a cidade de Campina Grande e mais 18 cidades da região.

Publicado por: Chico Gregorio


13/04/2017
14:47

“Houve repasse de R$ 800 mil reais ao então candidato Cássio Cunha Lima, em 2014, por meio de caixa 2”

EXCLUSIVO – O Portal WSCOM teve acesso ao trecho de vídeo em que o ex-presidente da Odebrecht Ambiental, Fernando Reis, relata detalhadamente como se deu o processo de consolidação de repasse de R$ 800 mil reais ao então candidato Cássio Cunha Lima, em 2014, por meio de caixa 2 e com compromisso de Participação Público Privada (PPP) na área de saneamento – implicaria em privatizar a Cagepa.

O delator afirma que conversou também com o governador Ricardo Coutinho em 2011, mas este se recusou a implementar a privatização.

“No decorrer da campanha de 2014, o então diretor nosso, Alexandre Barradas, foi procurado pelo senador Cássio Cunha Lima que era candidato a voltar ao governo da Paraíba. O senhor Cássio Cunha Lima chamou o senhor Alexandre Barradas para uma reunião no gabinete dele e pediu uma contribuição de campanha, em caixa 2. Os dois acordaram o valor de R$ 800 mil reais e eu autorizei”, afirmou Reis.

Confira o trecho do depoimento na íntegra:

Publicado por: Chico Gregorio


13/04/2017
14:29

Relator da Reforma Trabalhista atropela prazos para atender Planalto, afirma deputado do Rio de Janeiro

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Rogério Marinho

O deputado Wadih Damous (PT-RJ) criticou duramente a antecipação da apresentação do relatório da Reforma Trabalhista (PL 6787/16), previsto para esta quarta-feira (12). Para ele, o relator da matéria, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), ao antecipar seu parecer, descumpre os prazos estabelecidos no plano de trabalho da comissão para cumprir script pré-determinado pelo governo ilegítimo de Michel Temer. A leitura do relatório está prevista para 10h, no plenário 2.

“Esse projeto é um projeto de encomenda. O Palácio do Planalto fez uma encomenda à Câmara dos Deputados: Aprove o projeto”, denunciou Damous. Observou o parlamentar que o relator tucano está antecipando a entrega do texto para tentar impedir a mobilização contra a aprovação do PL.

“Seguindo as ordens do Palácio do Planalto o relator vai, de forma açodada, descumprindo aquilo que havia sido acordado anteriormente num Plano de Trabalho apresentado por ele próprio, no início dos debates da comissão. Ele está desrespeitando o cronograma por ele mesmo estabelecido”, enfatizou Wadih Damous.

O deputado demonstrou receio com o conteúdo do substitutivo do relator tucano. “Eu tenho temor. Algo me diz que esse relatório vai ser pior que o próprio projeto. O relator está anunciando que vai alterar 100 artigos da CLT”, afirmou Damous, se referindo à notícia que tem circulado anunciando a pretensão do relator.

Além da preocupação com a operação do governo golpista junto à Câmara para atingir em cheio os direitos dos trabalhadores, Wadih Damous também se mostrou preocupado com a postura do presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Segundo ele, Maia já demonstrou, em vários momentos, a aversão que sente pelos trabalhadores e pelas instituições que fazem cumprir a legislação trabalhista como a Justiça do Trabalho, a advocacia trabalhista e o Ministério Público do Trabalho. “Eles querem aprovar isso à toque de caixa”, reiterou.

Por outro lado, Damous confirmou a ofensiva da oposição: “Nós vamos resistir. Queremos que o projeto venha para o plenário para que seja discutido. Isso, eles também não querem. Eles estão querendo dar caráter terminativo à aprovação do relatório. Vamos lutar e resistir até as últimas forças para que essa matéria venha a debate no plenário”, considerou Damous.

Benildes Rodrigues

Publicado por: Chico Gregorio


13/04/2017
14:18

alvaro microNa condição de vice-prefeito de Natal, o ex-deputado estadual Álvaro Dias está pronto para assumir a Prefeitura, numa eventual candidatura do titular Carlos Eduardo ao Governo do Estado, nas eleições de 2018. Se isso vier a acontecer, Álvaro lançará o nome de seu filho, delegado Adjuto Neto à disputa por uma das vagas à Assembléia Legislativa.

Mas, se Carlos Eduardo não for candidato em 2018 tudo pode acontecer, inclusive de Álvaro Dias ser ele mesmo, o candidato a deputado estadual. Eleito em 2014, Álvaro renunciou a Assembléia para ser o vice de Carlos em Natal.

“Existe uma especulação de que Carlos Eduardo pode vir a ser candidato ao Governo do Estado. Isso se configurando, nós poderemos assumir a prefeitura de Natal, e se isso acontecer, nós queremos que Caicó não fique sem um representante na Assembléia Legislativa, isso ocorrendo, Adjuto Neto vai estar disponível para ser o candidato a deputado estadual pelo PMDB. Carlos Eduardo não sendo candidato ao Governo do Estado, nós vamos analisar todas as possibilidades, pode acontecer de tudo, também analisaremos a possibilidade de eu, mesmo ser o candidato a estadual”, disse.

Do blogue do Seridó

Publicado por: Chico Gregorio


13/04/2017
14:09

Resultado de imagem para Manifestação Jose Agripino fora dilmaJosé agripino contra corrupçãoResultado de imagem para Manifestação Jose Agripino fora dilma

Via  Renato Dantas .

Publicado por: Chico Gregorio


13/04/2017
13:44

Depoimento do ex-executivo da Odebrecht, Márcio Farias, feito em 14 de dezembro do ano passado na sede da Procuradoria da República, na Paraíba, relata denúncias contra Henrique Alves, Eduardo Cunha e o presidente Michel Temer.

Confira vídeo abaixo:

 

 

Publicado por: Chico Gregorio


13/04/2017
13:38

Na noite de ontem, uma nova delação premiada da Odebrecht atingiu Michel Temer. Ela foi feita pelo executivo Márcio Faria, ex-vice-presidente da empreiteira, que relatou um encontro no escritório de Michel Temer, em São Paulo, com Eduardo Cunha e o lobista João Augusto Henriques, às vésperas da eleição presidencial de 2010.

No encontro, segundo o delator, teria ficado acertado que a Odebrecht faria doações ao PMDB, tendo como contrapartida contratos na área internacional da Petrobras, que era comandada pelo partido. Ou seja: a doação era propina (leia mais aqui).

Sem ter como negar o encontro, Temer o confirmou, mas disse que, se alguém pediu dinheiro, foi Cunha, não ele. E o contrato em questão dizia respeito à manutenção de plataformas da Petrobras no exterior pelo PMDB.

Pois bem: em 2013, após uma auditoria interna, a gestão da ex-presidente Graça Foster na Petrobras cortou em 43% o valor do contrato com a Odebrecht, que caiu de US$ 840 milhões para US$ 480 milhões, numa decisão que revoltou o PMDB, o então vice-presidente Michel Temer e seus principais aliados.

É mais um indício de que o golpe parlamentar de 2016 foi uma reação de forças corruptas da política brasileira contra a presidente honesta.

Abaixo, reportagem publicada à época pelo Estado de S. Paulo:

Petrobrás corta em 43% contrato de US$ 840 milhões com a Odebrecht

Uma auditoria interna da Petrobrás contestou contrato da petroleira com o grupo Odebrecht em torno de US$ 840 milhões para serviços em dez países. Depois de análise do órgão interno, que atua com independência, o montante a ser pago foi reduzido em 43% do valor original, a cerca de US$ 480 milhões.

O acordo inclui trabalhos de manutenção na refinaria de Pasadena, no Texas (Estados Unidos), onde a Petrobrás é investigada por ter firmado um contrato com falhas e comprado a unidade por preço acima do de mercado, como revelou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, em julho do ano passado (leia texto ao lado).

O contrato foi tema de pauta em reunião de conselho de administração da companhia realizada há pouco mais de dois meses. A presidente Graça Foster fez questão de relatar o caso aos outros nove administradores da estatal, no conselho presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Em seu relato ao conselho, Graça Foster não comentou que estavam incluídos no contrato trabalhos na refinaria de Pasadena. O serviço foi contratado durante a gestão de seu antecessor, José Sérgio Gabrielli.

Publicado por: Chico Gregorio


12/04/2017
11:02

É nesse quadro de subtração da liberdade e tratamento psiquiátrico que Marcelo Odebrecht efetuou sua delação. É na condição de “ou delata ou apodrece na cadeia mesmo sem ser julgado”, que a condicional de denunciar o ex-presidente Lula se tornou insuportável para quem nunca foi submetido a fortes cargas de opressão. Portanto, alguém ou algum codinome deveria ser logo atribuído a Lula e a sua “propina” ser explicada como dada em espécie. Nessa condição, nada pode ser rastreado, mesmo que o valor seja surreal, dado o volume de notas que teriam 13 milhões de reais.

 

Como a internet não perdoa, documentos vazados ainda em 2016 foram resgatados pelos internautas e neles o apelido “AMIGO” era atribuído ao engenheiro Antônio Rebouças Sampaio, amigo de Marcelo Odebrecht, ligado a ACM Neto e a obras na Usina de Hidroelétrica de Pedra do Cavalo. Mesmo que prossigam com as investigações e assumam a delação como verdadeira, o único documento que veio a público, diz o contrário. Eis uma prova física, contra uma delação premiada, que juridicamente não é uma prova.

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Não é de hoje que o método da Lava Jato para conseguir delações premiadas suscitam inúmeros questionamentos. Uma da principais denúncias contra Moro na mídia progressista é o de usar a prisão preventiva por tempo indeterminado, submetendo o investigado à supressão de medicamentos e tratamentos continuados e muitos deles psiquiátricos. O próprio Marcelo Odebrecht teria resistido bastante à abstinência de medicamentos para o tratamento de bipolaridade. Sem o medicamento o paciente passa por limites entre depressão profunda, síndrome de perseguição e audição de vozes e paranoias, com momentos de euforia, onde se sente capaz de “mudar o mundo”.

Publicado por: Chico Gregorio


12/04/2017
10:46

Em pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa, na sessão ordinária desta terça-feira (11), o deputado estadual Nelter Queiroz (PMDB) lamentou a retirada dos municípios de Jardim de Piranhas, Timbaúba dos Batistas e São Fernando, do projeto da Adutora de Caicó. Segundo ele, a obra que tinha como responsável o Governo do Estado, por influência política passou a ser do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), o que trouxe prejuízo aos três municípios.

“O projeto criado pelo governo Robinson Faria iria atender 100 mil pessoas e abastecer os municípios de Caicó, Jardim de Piranhas, Timbaúba dos Batistas e São Fernando. Mas tomei conhecimento e fiquei estarrecido que o DNOCS retirou os três municípios. O Governo Federal, através da força do ex-deputado Henrique Alves, retirou o projeto da CAERN e deixou os três municípios de fora”, afirmou Nelter, lembrando que o projeto da adutora já concluído pela CAERN, foi retirado do Governo do Estado para ser tocado pelo Governo Federal.

“O DNOCS quando recebeu o projeto da CAERN era para atender quatro municípios, mas, infelizmente, a adutora está sendo recebida pela CAERN, para o abastecimento, sem os municípios. Quem é o culpado? O ministro da Integração Nacional e o PMDB do Rio Grande do Norte que interferiu em Brasília para tomar a obra do governo estadual”, disse Nelter.

Segundo o deputado, a representação da CAERN em Caicó já havia informado que, sem a água da adutora, os três municípios citados ficarão sem abastecimento, tornando inevitável um colapso. “O partido não aceitou o resultado das urnas e está prejudicando o povo”, concluiu o parlamentar.

Publicado por: Chico Gregorio


12/04/2017
10:40

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O primeiro frigorífico com inspeção federal especializado no abate de jumentos no Brasil deve ser instalado no Rio Grande do Norte. Formada por empresários e produtores locais, a GBI Agronegócios e Comércio Ltda pretende instalar o matadouro em Felipe Guerra, na Chapada do Apodi.

O abate de jumentos é apontado como uma saída para reduzir o grande número do animal que já foi considerado motor da economia do Nordeste, mas que tem sido deixado de lado desde que as vendas dos automóveis, principalmente de motocicletas, se popularizaram.

“Como não temos o hábito de ingerir a carne do jumento, a produção é destinada ao Oriente, sobretudo a China”, explicou Geraldo Marcelino Carneiro Rego, da Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Estado do Rio Grande do Norte, ao jornal O Globo.

Além da produção da carne, que é considerada rica em proteínas, o projeto prevê o aproveitamento do couro e do leite de jumenta, tido como de excelente qualidade. A expectativa da GBI é de iniciar a venda para a China já em 2018.

Origem do produto

Os animais que serão abatidos devem ser capturados das ruas. Para isso, a empresa, conforme a publicação, já firma parcerias com prefeituras e órgãos estaduais. Os animais, depois de pegos, são deixados em quarentena, onde são avaliados e vermifugados.

“Rodovia não é lugar para se ter animal. A expectativa de vida na estrada é baixíssima. Há incremento de moscas nesta época de chuva. Moscas varejeiras pousam nas feridas do animal. Dá bicheira. Você vê o animal ser comido vivo”, defende o promotor Silvio Brito, que causou polêmica ao promover um churrasco com a carne do animal.

Divergência

A coordenadora da Defesa da Natureza e dos Animais (DNA) de Mossoró, Kátia Regina Lopes, teme pela extinção do jumento. Ao O Globo, ela contou que: “De acordo com o IBGE, a população (de jumentos) está decaindo. Se não fizermos nada e continuar assim, em dez a 20 anos, ocorrerá a extinção. Se houver o início do abate, em dois ou três anos o jumento nordestino será extinto”.

Via Portal no Ar

Publicado por: Chico Gregorio


12/04/2017
10:20

Generalização é sempre algo bestial. Por isso, adianto, não quero generalizar aqui. Inclusive porque conheço muita gente boa praticando medicina. Gente que tem todo o meu respeito.

Como também há gente séria no jornalismo. E uma das coisas que mais se faz neste blogue é criticar a mídia.

Mas hoje, o alvo é outro. São os médicos. Porque eles andam ultrapassando todos os limites.

Um bando de idiotas que se arvoram em uma casta especial está acabando com a possibilidade de o Brasil avançar na área de saúde porque entende a medicina apenas como mercadoria.

E porque acredita que pode tudo, incluindo todos os tipos de desrespeito aos direitos humanos, não só aos seus pacientes, como também à sociedade.

Prefeitos brasileiros que atuam com responsabilidade sabem que não há categoria mais difícil para lidar do que a médica.

Mesmo quando se paga bons salários, são poucos os profissionais que trabalham as horas contratadas. Porque a corporação criou uma tal de hora médica, que não existe na lei, mas que vigora na prática.

Se o “doutor” tem que trabalhar 4 horas e deveria atender 12 pacientes em média neste período, ele atende 12 pacientes em 1h, 1h30 e se pica para o consultório que às vezes fica na frente do posto de saúde onde atua.

Não me peça para apresentar provas disso. Porque elas são abundantes e basta pesquisar no google para verificar a quantidade de reportagens que mostram médicos fraudando cartões de ponto.

Mas isso tudo vem sendo jogado para debaixo do tapete, como se fosse apenas um desvio de conduta individual. Como se não houvesse um problema estrutural ético que hoje afeta boa parte da categoria.

Ontem duas notícias relativamente bizarras estavam relacionadas ao comportamento de médicos. A agressão de um tal Marcos, cirurgião plástico que age de forma absolutamente escrota e violenta com a garota com quem mantinha relacionamento na casa do BBB. E a foto de um grupo de estudantes de medicina com a calça arreada fazendo com a mão a imagem de uma vagina, que viralizou nas redes.

Em ambos os casos, a resposta das entidades médicas foi um track. Não podemos nos pronunciar porque não se trata disso ou daquilo. Porque não diz respeito a prática médica e tal.

E vem sendo assim sempre.

Até porque essas entidades médicas foram criadas para proteger a corporação e nada mais.

Se você já viveu um erro médico na sua família sabe bem do que estou falando. Mesmo quando um outro profissional admite que seu colega de branco errou, ele não topa corroborar a denúncia. Se você vai a um órgão de classe fazê-la, será desencorajado o tempo todo.

Na lógica da ética médica está a defesa do colega antes de tudo. E assim vai se praticando no Brasil uma medicina pouco humana e irresponsável.

Mas isso é apenas parte do problema. O maior deles é que se perdeu o princípio humanista da profissão.

Converse com um jovem médico, com raríssimas exceções, e eu conheço algumas delas, eles buscam estudar especialidades que “deem dinheiro”. E reclamam de maneira absolutamente desrespeitosa de pacientes mais pobres quando têm de atendê-los.

Os médicos em geral são filhos da classe média alta, que gastam de 6 mil a 10 mil por mês para fazer um curso na área. E que depois de seis anos querem recuperar cada centavo do que “investiram”.

Sim, medicina como investimento. E um médico como uma empresa.

Outro dia ouvia uma conversa de um grupo de jovens médicos e o discurso de um deles, com o qual todos concordaram, me chamou muito a atenção.

Ele falava de sua carreira como se um projeto capitalista. Algo do tipo, meu objetivo para os próximos cinco anos é uma receita líquida de 40 mil mensais em média, se possível 50 mil. E depois desse período quero entrar num outro patamar.

E para chegar neste outro patamar ele alinhava cursos de especialização que faria e até contatos que buscaria manter em atividades sociais.

Em poucos momentos onde a conversa passou pelo SUS, neste grupo, foi para se falar de corrupção e de como é nojento atender essa gente que nem toma banho direito. Sim, um deles disse exatamente isso.

Sinceramente, amigos, hoje não tenho dúvida alguma de que vai ser preciso criar uma nova classe médica para se mudar o padrão de saúde no Brasil.

Com essa mentalidade majoritária, baseada numa formação que só seleciona filhos da classe média alta e com essas entidades que só se preocupam em defender que os privilégios da corporação se mantenham, o Brasil nunca terá um sistema de saúde público de qualidade.

Na área de saúde, a corrupção é um problema. Como em muitas outras áreas. Mas no Brasil, a forma como boa parte dos nossos médicos entende sua profissão e se comportam em relação aos seus pacientes e à sociedade é algo que contribui em muito para nos colocar no patamar atual.

O tal cirurgião Marcos e os meninos de calça arreada fazendo o gesto de uma vagina, infelizmente, não são exceções entre os seus.

Aliás, recordo-me de uma cena quando ainda estava no colégio e fui ver uma disputa esportivas universitária. O grupo de jovens da medicina entrou no ginásio da disputa explodindo galinhas com bombinhas que tinham bombinhas sido colocadas nas suas cloacas. Morriam de rir.

Como também sempre foram os mais agressivos nos trotes. E os mais violentos nas festas.

Enquanto isso for sendo tratado só como exceção, você, amigo paciente, terá muito do que reclamar.

Via Plantão Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


12/04/2017
09:30

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Aécio Neves com seus amigos do RN

Revista Veja

Marcelo Odebrecht e outro executivo da empresa contaram que o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, recebeu “vantagens indevidas” em troca de apoio a interesses da empreiteira, sobretudo no caso dos projetos das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau. Segundo o colaborador Henrique Valladares, Aécio, identificado como “Mineirinho”, recebia mesadas que variavam de 1 milhão de reais a 2 milhões de

Via Renato Dantas.

Publicado por: Chico Gregorio


12/04/2017
09:04

Estranho…

Pela lista da Procuradoria Geral da República, com nomes de políticos citados nas delações de executivos da Odebrecht, o ex-deputado Henrique Alves (PMDB), que não tem foro privilegiado, será investigado pela Justiça Federal do Piauí.

Ele e o ex-deputado e ex-ministro Geddel Vieira, também do PMDB.
Mas, por que Piauí?

Certamente a investigação definirá.
Henrique já é investigado pela justiça do Distrito Federal, no caso da conta na Suíça, e pela justiça do Rio Grande do Norte, numa ação que envolve ele e o ex-deputado Eduardo Cunha.

Agora, além do Piauí, será investigado pela justiça do Paraná.

É que, sem foro privilegiado, a citação ao nome dele foi distribuída para o juiz Sérgio Moro, em Curitiba.

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


12/04/2017
08:55

Veja

Dois delatores da Odebrecht relataram o pagamento de “vantagens indevidas” em favor do ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves, no valor de 2 milhões de reais não contabilizados, que teriam sido investidos em sua campanha a governador do Rio Grande do Norte em 2014. O dinheiro teria sido inicialmente solicitado ao Grupo Odebrecht pelo então deputado Eduardo Cunha, que está preso em Curitiba. Na época, Cunha desenvolvia, segundo os delatores, atividades de coordenação de campanhas vinculadas ao PMDB.

“Pondera-se que tais pagamentos funcionariam como contrapartida a interesses do grupo empresarial no Estado do Rio Grande do Norte, notadamente no âmbito do saneamento básico, espaço em que o grupo almejava atuar como concessionária”, diz a petição que registra a delações de ex-executivos da Odebrecht sobre o episódio. O ministro relator do petrolão, Edson Fachin, enviou os autos para a Seção Judiciária do Rio Grande do Norte.

Em 2014, Henrique Eduardo Alves declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) receitas no valor total de 23,1 milhões de reais. A Odebrecht aparece na lista de doadores, contribuindo com 5,5 milhões para a campanha de Henrique Eduardo Alves.

 

Via BG.

Publicado por: Chico Gregorio