10/10/2018
11:07

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta (10) três operações contra crimes de ódio nas eleições, sobretudo contra eleitor de Jair Bolsonaro (PSL) que votou com uma arma de fogo (assista abaixo).

A PF cumpre mandados de busca e apreensão no Paraná, Sergipe e São Paulo.

No Paraná, os agentes da PF investigam os crimes de violação de sigilo do voto e porte ilegal de arma.

Blog do Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
11:02

Os eleitores ainda terão que voltar às urnas para decidir o futuro presidente da República. Contudo, o poder legislativo já tem seus nomes definidos para os mandatos que se iniciam em 2019. A partir do ano que vem, 21 partidos irão compor o Senado – seis a mais do que na atual legislatura. O senador Reguffe, eleito em 2014 pelo DF, segue sem partido.

Nesta eleição, 33 senadores tentaram se reeleger. Só oito conseguiram. Ficaram de fora nomes conhecidos da política nacional, como Lindbergh Farias (PT-RJ), Ricardo Ferraço, Magno Malta (PR-ES), Romero Jucá (MDB-RR) e até o atual presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).  Entre os reeleitos aparecem Ciro Nogueira (PP-PI), Jader Barbalho (MDB-PA) e Renan Calheiros (MDB-AL) – os três foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República por conta da Operação Lava-Jato. Completam a lista os que renovaram seus mandatos: Eduardo Braga (MDB-AM), Humberto Costa (PT-PE), Paulo Paim (PT-RS), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Sergio Petecão (PSD-AC).

Mas, segundo o site do Senado Federal, a renovação na Casa chegou a 85% nesta eleição – a maior desde a democratização. Das 54 vagas disponíveis, 42 serão ocupadas por políticos que nunca se elegeram senadores. Mas quem são eles? Veja abaixo os novos – e nem tão novos assim – nomes do Senado Federal:

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
10:49

Resultado de imagem para fotos de batata e lobaoO Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte acaba de revogar as prisões de Batata e Lobão. Os dois vão cumprir de 180 dias de afastamento, sem poder ter nenhuma negociata com o poder público.

De acordo com informações colhidas pelo blog Jair Sampaio, por determinação judicial, os dois vão ficar proibidos de frequentarem a Prefeitura e a Câmara Municipal e de falarem com Testemunhas.

“Voto do Relator, Desembargador Gilson Barbosa, foi vencido. Por unanimidade, foi conhecido o Agravo Regimental contrário ao Relator”, disse Dr. Revil Alves. Marcos do Manhoso se mantém no cargo por mais 120 dias.

Via Jair Sampaio

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
10:29

Resultado de imagem para fotos do padre jocimar dantas

O ex-prefeito de Jardim do Seridó, Padre Jocimar Dantas, derrotou o  prefeito Amazan Silva, na disputa envolvendo apoios para deputados estaduais, o candidato de padre, Hermano Morais, obteve 932 votos, enquanto o candidato do prefeito Amazan, Vivaldo Costa, que somou 897 votos, seguindo  de Nelter Queiroz com 878 votos.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
09:33

Resultado de imagem para fotos de vaqueiro mario pacíficoA Câmara Criminal, à unanimidade de votos, deu provimento parcial ao recurso, movido pela defesa de Edilson Teixeira da Silva, mais conhecido como “Antônio Vaqueiro”, natural de Belém de Brejo do Cruz, acusado e condenado pela morte do vaqueiro Mário Pacífico, no município de Jardim de Piranhas, em janeiro de 2015. A defesa argumentou e os desembargadores acolheram o pedido apenas para redimensionar a pena para 11 anos de reclusão, a ser cumprida no regime inicial fechado, com a execução provisória da reprimenda. O julgamento se refere à apelação criminal.

Nas razões recursais, a defesa pede pelo reexame das circunstâncias judiciais da primeira fase da dosimetria da pena, bem como sustentou que a fundamentação utilizada para fixar a dosimetria final precisaria de revisão.

“Quanto às circunstâncias do crime, entendo que a dinâmica do evento demonstra o dolo intenso e indica que o crime ocorreu em virtude de uma discussão sobre uma dívida, fazendo com que o réu fosse ao encontro da vítima e realizasse os disparos de arma de fogo contra ela, inclusive, na frente dos seus familiares, restando justificada a negativação dessa circunstância”, define o relator da apelação.

A decisão também destacou que as consequências do crime estão ligadas à extensão do dano produzido pelo delito, que abrange a repercussão do ilícito para a vítima, seus parentes e para a própria comunidade. No caso, “(…) a morte da vítima deixou uma criança de tenra idade, sem pai.”, o que revelaria a materialização prejudicial da conduta do autor, que vai além da morte da vítima, e justificaria o recrudescimento da pena.

“Diante desse contexto, reputo ser cabível a aplicação da causa de diminuição em seu quantum máximo, isto é, de 1/3 (um terço), restando a pena concreta e definitiva em desfavor do apelante em 11 anos de reclusão”, define o desembargador.

Apelação Criminal n° 2018.005647-3
TJRN

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
08:11

 

Natália Bonavides (PT) foi uma dos cinco novos deputados federais eleitos para integrar a Câmara dos Deputados em 2019. Com 112.998 votos, a parlamentar foi a única mulher eleita para ocupar o cargo. Segundo ela, isso é uma grande responsabilidade.

“Infelizmente, a representatividade das mulheres nos espaços políticos ainda é mínima. Ser a única mulher eleita, além de ser uma jovem que não é filha das oligarquias, é uma grande responsabilidade”, declarou.

Segundo Natália, as expectativas foram baseadas na construção de uma campanha aliada aos movimentos sociais e de base. “Política construída com base no olho no olho, ao engajamento dos movimentos sociais e à necessidade que o povo potiguar tinha de novas representações que levassem suas pautas ao Congresso Nacional” afirmou.

Atualmente, ela é vereadora e seu cargo será ocupado em 2019 por Divaneide Basílio (PT). Na câmara dos deputados a parlamentar vai defender direito das mulheres. “No cenário nacional, vou defender as pautas que dizem respeito a vidas e direitos das mulheres, assim como estaremos sempre ao lado dos trabalhadores na defesa de nossos direitos e do nosso estado”, concluiu.

 

Fonte: Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
08:09

 

No nono mandato de deputado estadual, o ex-governador e deputado reeleito Vivaldo Costa (PSD) fez um pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta terça-feira (9) sobre sua leitura do pleito deste ano. Para ele, o povo demonstrou que está mais livre para escolher seus representantes e que o político que não entender esse recado que as urnas deu, não será eleito.

“A gente ainda sabe do poder que as lideranças, os prefeitos têm, mas as pessoas só seguem se este político corresponder com seus anseios. Foi o que ficou claro nestas eleições. Os políticos que votaram contra as pessoas não se reelegeram ou tiveram dificuldade. O povo votou em quem quis votar e isso é muito bom”, disse ele.

Sobre o assunto, ele citou exemplos do Rio Grande do Norte. Em Caicó, o deputado teve 8 mil votos e seu deputado federal, Fábio Faria (PSD) 700. Ele também enalteceu a eleição do senador eleito Styvenson Valentim (Rede), que não quis unir sua imagem a nenhum político e foi eleito pelo povo mesmo assim.

Vivaldo Costa agradeceu os votos nos municípios do Seridó, Trairi, Potengi e Mato Grande. “Agora serei o deputado não apenas do Seridó, mas de todos esses lugares onde o povo votou no Papa. Serei leal a cada uma dessas pessoas”, disse ele.

Ele também se solidarizou com os deputados estaduais que não conseguiram se reeleger e deu uma palavra de incentivo. “Eu tenho 78 anos, já fui derrotado 5 vezes, inclusive na última eleição, quando fiquei como suplente. Então eu sou a prova que é possível continuar, se reerguer e voltar daqui a 4 anos, então, não desistam”.

Sobre sua posição no segundo turno das eleições, o deputado estadual Vivaldo Costa disse que irá ouvir suas bases e definir sua posição em breve. “Eu jamais ficarei neutro. Sempre tomarei posição”, disse o político.

Via Roberto Flávio.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
08:05

 

A candidata Fátima Bezerra (PT) começa o segundo turno ampliando o seu grupo de apoio em Cerro Corá.

Que agora tem a prefeita Graça (PSD) e o vice Zeca Araújo, os vereadores Graça Santos, Maciel de Doca, Erinho, Aldin e Evilásio Bezerra, presidente do PPS municipal.

Os presidentes do PSD e do Podemos de Cerro Corá, Adevaldo Oliveira e Santos, também integram a comitiva.

“Acredito que Fátima é a melhor opção e que vai fazer um bom governo pela experiência adquirida ao longo dos seus mandatos”, disse a prefeita.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
07:58

Carlos Eduardo não recebeu o esperado de Rosalba mesmo o vice sendo Kadu (Foto: Política em Foco)

A noite de domingo foi devastadora para a prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP) e seus seguidores. Todos apostavam nas reeleições de Beto Rosado (PP) e Larissa Rosado (PSDB) além de vitórias dos candidatos apoiados pela prefeita na capital do Oeste.

A resposta do eleitor mossoroense foi devastadora para os interesses palacianos. Beto e Larissa até foram os mais votados na cidade, mas aquém do esperado.

O deputado federal só obteve 16.241 votos. O número é assustador para o Rosalbismo que já levou o pai de Beto, Betinho Rosado, a conquistar 32.245 sufrágios em Mossoró no ano de 2010.

Já com relação à deputada estadual tucana as projeções pessimistas indicavam que ela recebesse algo em torno de 20 mil votos e as otimistas apontavam para 30 mil. Nem uma coisa nem outra: foram 17.753 sufrágios. Em 2014, Larissa recebeu 24,585 (sem qualquer estrutura), com o apoio da prefeita foram 6.832 votos a menos.

Para piorar o quadro de corrosão eleitoral de Rosalba, ela entregou apenas 19.721 votos a Garibaldi Alves Filho (MDB) e 18.747 a Antônio Jácome (PODE). Há oito anos os candidatos de Rosalba eram o mesmo Garibaldi e o senador José Agipino Maia (DEM) que receberam respectivamente 80.539 e 76.599 votos. Sem contar que na condição de candidata com apoio palaciano em 2014, e apoio velado da então governadora Rosalba, Fátima Bezerra (PT) recebeu 59.726 votos numa eleição em que o eleitor tinha apenas uma opção de voto, diferentemente deste ano quando podia votar duas vezes.

Na capital do Oeste, os mais votados em 2018 foram o capitão Styvenson Valentim (REDE) e Zenaide Maia (PHS). O primeiro não tinha um único político lhe dando apoio. A segunda tinha uma estrutura pequena na cidade. O militar recebeu 64.011 votos e a deputada 39.727.

Mas a derrota mais dolorosa para a prefeita foi na disputa pelo Governo do Estado. Ela passou praticamente 45 dias se dedicando a campanha de Carlos Eduardo Alves (PDT) cujo filho dela, Kadu Ciarlini (PP), é o candidato a vice-governador.

Carlos Eduardo apostou todas as fichas no apoio de Rosalba para receber uma grande votação em Mossoró, mas terminou derrotado por uma candidata que mal pôs os pés na cidade e, de quebra, estava com o diretório local do partido recheado de problemas internos.

Fátima recebeu 46.634 votos contra 37.243 do candidato do palanque rosalbista. À título de comparação, Francisco José Junior quando era prefeito (e no auge da popularidade) entregou 52.886 sufrágios a Robinson Faria (PSD) no primeiro turno em 2014.

Virar o jogo no segundo turno é possível? É. Mas ficou comprovado de que a força da prefeita neste momento nem se compara com os feitos dela no passado em Mossoró. A gestão é mal avaliada e isso se refletiu nas urnas.

O capital eleitoral da prefeita está corroendo.

Via Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
07:46

Pesquisa Ibope divulgada no dia 6 de outubro com intenções de votos para senador no RN, mostra uma  que o instituto errou feio ou manipulou os dados pra beneficiar o atual senador Garibaldi Alves Filho.

Veja resultado de 7 de outubro:

  • Capitão Styvenson (REDE): 25,63% (745.827 votos válidos)
  • Drª Zenaide Maia (PHS): 22,69% (660.315 votos válidos)
  • Geraldo Melo (PSDB): 13,14% (382.249 votos válidos)
  • Garibaldi Filho (MDB): 12,93% (376.199 votos válidos)
  • Jácome (PODE): 10,57% (307.399 votos válidos)
  • Alexandre Motta (PT): 8,33% (242.465 votos válidos)

Veja, abaixo, o resultado da pesquisa Ibope divulgada em 6/10, considerando os votos totais.

  • Capitão Styvenson (Rede): 33%
  • Dra. Zenaide Maia (PHS): 27%
  • Garibaldi Filho (MDB): 27%
  • Geraldo Melo (PSDB): 25%
  • Jácome (Podemos): 14%
  • Magnólia (Solidariedade): 7%
  • Alexandre Motta (PT): 5%
  • Ana Célia (PSTU): 2%
  • Telma Gurgel (PSOL): 1%
  • João Morais (PSTU): 1%
  • Jurandir Marinho (PRTB): 1%
  • Levi Costa (PRTB): 1%
  • Dr. Joanilson (DC): 1%
  • Professor Lailson (PSOL): 1%
  • Napoleão (Rede): 0%
  • Brancos/nulos – vaga 1: 14%
  • Brancos/nulos – vaga 2: 24%
  • Não sabe/Não respondeu: 16%.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
07:31

Por Igor Jácome, G1 RN


José Alves de Menezes, de 72 anos, disse que médica rasgou receita após ele declarar que votou em Haddad — Foto: Heloisa Guimarães/Inter TV CabugiJosé Alves de Menezes, de 72 anos, disse que médica rasgou receita após ele declarar que votou em Haddad — Foto: Heloisa Guimarães/Inter TV Cabugi

José Alves de Menezes, de 72 anos, disse que médica rasgou receita após ele declarar que votou em Haddad — Foto: Heloisa Guimarães/Inter TV Cabugi

Uma médica que trabalha em um hospital público de Natal rasgou a receita que tinha acabado de fazer para um paciente idoso, de 72 anos, após ele responder que votou no candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad. O caso aconteceu nesta segunda-feira (8), um dia após o primeiro turno das eleições, e foi registrado por meio de boletim de ocorrência na 7ª Delegacia de Polícia de Natal, no bairro das Quintas, Zona Leste da capital. O caso foi confirmado pela própria médica, a infectologista Tereza Dantas, que declarou estar arrependida de sua atitude.

O paciente estava no Hospital Estadual Giselda Trigueiro, localizado também no bairro das Quintas. De acordo com o servidor aposentado da Saúde, que trabalhou na própria unidade com a médica, o caso aconteceu no início da manhã, por volta das 7h30.

Por telefone, a médica Tereza Dantas afirmou que passou o final de semana doente e pensou em faltar ao trabalho, por ainda estar se recuperando, mas resolveu ir e informou ao hospital que só atenderia os pacientes que já tinham agendamento. Entretanto, como conhecia o ex-servidor, decidiu atendê-lo também.

“Eu estava conversando com outras pessoas sobre a situação política do país e fiquei exaltada, no momento. Eu realmente rasguei (a receita), porque ele não votou no meu candidato. Fiz errado, não tenho dúvidas”, disse a médica. Ela afirmou que quer pedir desculpas ao paciente, mas ainda não conseguiu entrar em contato com ele.

O aposentado José Alves de Menezes – mais conhecido como Jean Menezes – afirmou que se sentiu constrangido com toda a situação.

“Me senti ofendido. Passei vergonha na frente de todo mundo. No início, achei que era brincadeira e até ri”, relata.

José vai corriqueiramente ao hospital para pegar a receita de remédio que toma diariamente e afirma que já conhecia a médica, porque sempre que não encontra a especialista que o atende na unidade, recorre à servidora pública para pegar o documento. “Ela sempre me tratou bem. Já chegamos a trabalhar juntos”, lembra.

O aposentado disse que a médica o viu na unidade e pediu que ele esperasse, dizendo que já sabia o que ele queria. Após chegar até ele com a receita em mãos, perguntou em quem ele havia votado para presidente.

“Eu disse que votei no Haddad, ai ela disse: ‘pois então não dou mais a receita’, e rasgou. Duas ou três pessoas também viram”, conta o homem. “Respondi na inocência. Nem sabia quem era o candidato dela. Nunca votei no PT, nunca fui fanático por partido nenhum. Essa foi a primeira vez que votei nele”, acrescentou.

A médica declarou que se arrependeu da atitude antes da repercussão do caso, ainda na segunda, e tentou falar com o paciente, mas ele não a atendeu.

“Eu pedi perdão a Deus e pedi que ele me ajudasse a tirar de mim essa mágoa. Eu nunca gostei de extremismos e estava me transformando em algo que não gosto. Não deveria ter feito isso, eu sei. Agi por impulso e, por isso, peço desculpas”, disse a profissional.

Hospital Giselda Trigueiro, em Natal — Foto: Lucas Cortez/G1Hospital Giselda Trigueiro, em Natal — Foto: Lucas Cortez/G1

Hospital Giselda Trigueiro, em Natal — Foto: Lucas Cortez/G1

Repercussão

Após o fato, o paciente procurou um diretor do hospital e conseguiu a receita com outro médico. Ele também registrou queixa na ouvidoria da unidade e fez um boletim de ocorrência na Polícia Civil.

Por meio de nota, a Secretaria de Saúde Pública (Sesap) informou que a direção do Hospital Giselda Trigueiro ainda não foi notificada oficialmente sobre o fato relatado. Também informou que esta não é uma conduta adotada pelo Hospital, nem muito menos de orientação do órgão.

“Assim que for notificada, a direção da unidade iniciará um processo de abertura de procedimento de sindicância e tomará as medidas cabíveis dentro da Lei”, disse a nota.

Conforme a vice-coordenadora do Sindicato da Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde), Simone Dutra, a entidade prestou assistência ao idoso e o caso está com o setor jurídico do sindicato, que está preparando uma denúncia ao Conselho Regional de Medicina (CRM) e estuda a possibilidade de entrar com ações no âmbito criminal e civil, contra a médica, em nome do servidor aposentado.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
07:20

O Tribunal Superior Eleitoral limitou na noite desta terça-feira (9) a aplicação da chamada “tese Lula” pelos tribunais regionais eleitorais fixando critérios sobre o direito de candidatos manterem atividades de campanha enquanto a rejeição de seus registros são contestados judicialmente.

Ficou definido que o candidato que teve registro de candidatura rejeitado deixa de ter direito a atividades de campanha por decisão proferida pelo próprio TSE ou com o trânsito em julgado da decisão de indeferimento no regional eleitoral. Após semanas de discussão, os ministros optaram por uma tese minimalista, sem tratar de eleições municipais.

A tese estabelecida foi a seguinte: “A condição de candidato sub judice para fins de incidência do artigo 16-A da lei 9.504/97 cessa nas eleições gerais: 1) com o trânsito em julgado da decisão de indeferimento do registro; 2) com a decisão de indeferimento do registro pelo Tribunal Superior Eleitoral”.

Os ministros fixaram ainda que, como regra geral, a decisão de indeferimento de registro de candidatura deve ser tomada pelo plenário.

A questão é importante porque determina em qual momento o candidato deixa de ter acesso, por exemplo, a recursos para campanha e ao tempo no horário eleitoral gratuito, além da retirada do nome nas urnas.

A discussão envolve a aplicação do artigo 16-A da Lei nº 9.504 de 30 de Setembro de 1997: “O candidato cujo registro esteja sub judice poderá efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e ter seu nome mantido na urna eletrônica enquanto estiver sob essa condição, ficando a validade dos votos a ele atribuídos condicionada ao deferimento de seu registro por instância superior”.

Em agosto, ao barrar a candidatura do ex-presidente Lula, a maioria do TSE estabeleceu que qualquer candidato que tiver o registro indeferido na Corte está fora da disputa, sem direito a partir de decisão colegiada, o que ocorreu no caso.

Após do julgamento do ex-presidente Lula, os tribunais regionais começaram a replicar o entendimento do TSE e a determinar a retirada de nomes das urnas e vetar atos de campanha mesmo com possibilidade de recurso à Corte Superior. Ao menos, os tribunais regionais do Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rondônia e Distrito Federal usaram a tese.

“A última palavra é do TSE e não dos TREs e que só pode ser afastado o 16-A, como regra geral, por decisão do plenário. Os casos mais simples, chapados poderiam ser disciplinados pelos relatores. A nossa tese é de evitar essa violência de que o sujeito ainda tem recurso para ser julgado e está sem os tubos de oxigênio”, afirmou o ministro Tarcísio Vieira de Carvalho, que foi relator do caso.

No julgamento, o ministro Luís Roberto Barroso defendeu que o Congresso reavalie o prazo para registros de candidatos para diminuir casos de candidatos sub judice. “Acho que compromete gravemente o princípio democrático você ter um pleito em que o eleitor não tem certeza plena se seu candidato vai ou não poder assumir e exercer o mandato. Voltar às datas originais não é incompatível com a redução do período eleitoral”, disse.

Jota Info

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
07:12

Em reunião realizada hoje (9), o diretório nacional do PSB decidiu apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad, no segundo turno na disputa presidencial. O apoio está condicionado ao compromisso por parte da candidatura petista da formação de uma frente ampla democrática.

Os diretórios de São Paulo e do Distrito Federal, cujos candidatos concorrem no segundo turno, ficaram livres para decidir o apoio presidencial de acordo com a resolução do diretório nacional do PSB.

No primeiro turno, o PSB não declarou apoio formal a nenhuma candidatura.

Após reunião no diretório nacional em Brasília, o partido aprovou resolução que propõe a formação de uma frente ampla democrática que se oponha à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL). “Uma frente que agregue personalidades e instituições que defendem a democracia e que o programa dessa frente também não seja o programa de um partido. Não estamos apoiando o candidato do Partido dos Trabalhadores, estamos apoiando o candidato que vai enfrentar, que vai conduzir e liderar uma frente democrática tentando chegar à Presidência da República”, disse o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.

Com a polarização da disputa eleitoral, Siqueira defende que a frente agregue diferentes forças do campo democrático para formar uma ampla aliança de união nacional . “Defendo que o candidato Haddad procure todas as forças democráticas do nosso país, todos os democratas, todos os nacionalistas, todos os homens e mulheres de bem que amam a liberdade e que querem a preservação da liberdade em nosso país”, pontua.

A resolução aprovada pelo diretório nacional do PSB abre uma exceção para os candidatos Márcio França e Rodrigo Rollemberg que disputam o segundo turno pelo partido em São Paulo e no Distrito Federal respectivamente. “Os diretórios desses dois estados poderão examinar as suas coligações e decidir o que deve fazer tendo em consideração que eles precisam ter a liberdade para conduzir as suas campanhas e conquistar uma vitória nessas duas unidades”, afirmou Siqueira.

Rollemberg que busca a reeleição na disputa pelo DF, não declarou qual será seu apoio na candidatura presidencial para o segundo turno. “Não vou me posicionar contra ninguém, vou me posicionar a favor de teses”, respondeu ao ser questionado por jornalistas ao sair da reunião.

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
07:10

O corregedor-nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, determinou que dois juízes de segundo grau e três de primeiro prestem esclarecimento ao CNJ em até 15 dias por terem se manifestado politicamente durante as eleições.

Antes do pleito, a Corregedoria havia publicado nota de recomendação, com base na Lei Orgânica da Magistratura, para que magistrados evitassem manifestações públicas e emitissem posições político-partidária em redes sociais, entrevistas ou em outros meios de comunicação.

Os juízes notificados pelo CNJ são Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro, Márcia Simões, da Vara do Júri de Feira de Santana (BA), e Isabele Papafanurakis, substituta da 6ª Vara Criminal de Londrina. De segunda instância, terão de prestar esclarecimentos Ivan Sartori, do Tribunal de Justiça de São Paulo, e Ângela Alves, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

“Eles terão 15 dias para apresentar informações a respeito de fatos narrados em notícias veiculadas por diversos veículos de comunicação quanto a manifestações públicas vedadas a magistrados. As notícias foram encaminhadas para cada um dos magistrados interessados”, diz a nota do CNJ.

O texto, porém, não cita quais manifestações de cada magistrado levaram ao pedido de providência. Bretas, por exemplo, parabenizou Flávio Bolsonaro e Arolde de Oliveira, que foram eleitos para o Senado pelo Rio de Janeiro. Já Sartori publicou em seu perfil nas redes sociais apoio ao candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL). Contra Márcia Simões pesa o fato de ter surgido nas redes uma foto dela com uma camiseta com foto do presidenciável do PSL.

Sobre Papafanurakis, surgiu nas redes sociais texto em defesa de Bolsonaro que foi atribuído a ela.

Jota Info

Publicado por: Chico Gregorio


10/10/2018
07:05

 

 

Uma intervenção de João Doria durante reunião da Executiva Nacional do PSDB acendeu o pavio de Geraldo Alckmin. Fora de si, Alckmin mostrou a mágoa que tem por dentro. Chamou de “temerista” o seu afilhado político. “Fique calmo”, reagiu Doria, pedindo “discernimento” e “equilíbrio” ao padrinho. Numa explosão que lhe deu a aparência de um ex-Alckmin, o presidente nacional do PSDB insinuou que Doria é um “traidor”.

O tempo fechou no encontro do PSDB num instante em que Doria, candidato tucano ao governo de São Paulo, defendia a necessidade de o partido avaliar os erros cometidos durante a campanha de 2018. “Terminada a eleição no segundao turno, aí sim, podemos fazer uma avaliação completa”, disse ele a certa altura. “O PSDB não cumpriu o seu papal, quando poderia ter cumprido melhor.”

Alckmin enxergou nas observações do afilhado um questionamento à condução da sua campanha presidencial. Mais: interpretou as palavas de Doria como uma preparação para questionar a sua presença no comando do partido. “O temerista não era eu, não. Era você”, reagiu Alckmin. Doria tentou contemporizar. Mas Alckmin não se deu por achado. “Você, você, você”, disse, elevando o timbre de voz a cada repetição do vocábulo.

Olhando ao redor, Doria argumentou que o apoio à gestão de Michel Temer foi uma decisão partidária, não individual. “Geraldo, você está aqui diante de dois ex-ministros do governo Temer”, declarou. “Acredito que você não queira desrespeitar nem o José Serra (ex-Itamaraty) nem o Bruno Araújo (ex-Cidades). Fizeram parte desse governo.  Foram bons ministros. (…) Outros participaram. Vamos ter discernimento em relação a isso.”

Doria insistiu: “Fique calmo. Discernimento e equilíbrio, aliás, sempre foram características que você teve. Não [reaja] de forma passional.” Alckmin não se conteve. Língua em riste, sapecou: “Traidor eu não sou”. E Doria, insistindo em manusear panos quentes: “Vamos ter uma conduta com calma e equilíbrio”.

A explosão de Alckmin chegou com enorme atraso. Veio depois de uma derrota desconcertante. Dono de 43% do horário eleitoral, Alckmin terminou o primeiro turno da corrida presidencial em quarto lugar, com humilhantes 4,76% dos votos. Ficou na mesma região do mapa eleitoral em que estavam João Amoedo (2,5%), Cabo Daciolo (1,26%) e uma desidratada Marina Silva (1%).

Foi a primeira vez desde 1994 que o eleitor excluiu o PSDB do rol de protagonistas de uma disputa pelo Planalto. Nas últimas seis sucessões, o partido vencera duas no primeiro turno, com Fernando Henrique Cardoso, e perdera quatro no segundo turno —duas para Lula e duas para Dilma.

Patrono da eleição de Doria à prefeitura de São Paulo, em 2016, Alckmin vinha se queixando do comportamento do afilhado desde o ano passado. Em privado, acusara Doria de invadir sua trincheira, ao se insinuar como uma opção de candidato à Presidência. Depois, queixara-se da decisão do pupilo de abandonar o mandato de prefeito para disputar o governo paulista.

Inicialmente, o palanque de Alckmin em São Paulo seria o do governador Marcio França (PSB). Com a entrada de Doria no jogo, vendeu-se a ideia de que Alckmin passaria a dispor de dois palanques. Na prática, tornou-se um sem-palanque. Hoje, Doria e França medem forças no segundo turno. E Alckmin vive o inferno dos derrotados.

Na véspera do encontro da Executiva, Doria dissera, em entrevista ao UOL, que defenderia o apoio do PSDB à candidatura presidencial de Jair Bolsonaro. O mesmo Bolsonaro que aplicou uma surra eleitoral em Alckmin, roubando-lhe os eleitores e o papel de anti-PT que o tucanato desempenhou nas últimas duas décadas.

Ao final da renião, Alckmin anunciou que o PSDB permanecerá no segundo turno em seu habitat natural: o muro. O partido “decidiu liberar os seus militantes e os seus líderes”, informou Alckmin. “Nós não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro. O partido não apoiará nem um nem outro e libera seus filiados e líderes para que decidam de acordo com sua consciência, com sua convicção e com a realidade de seus Estados”.

JOSIAS DE SOUZA

Publicado por: Chico Gregorio