07/11/2018
11:47

Não é novidade para Moro fazer política, diz Romero  Jucá

O senador Romero Jucá (MDB) afirmou em entrevista que Sergio Moro “fazia política” no comando da Operação Lava Jato, mas que não “critica a escolha” do juiz para o comando do Ministério da Justiça. O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse ter dado “carta branca” ao futuro ministro.

“Não sou daqueles que critica a escolha do Moro, nós temos que respeitar. Não temos que ter condenação prévia de ninguém, não temos que ter preconceito”, disse. “Vamos ter que esperar as ações. Ele simboliza [a Lava Jato].”

Senador por Roraima desde 1995, Jucá não conseguiu se reeleger no pleito deste ano e vai deixar o Congresso Nacional. Ele teve 426 votos a menos que Mecias de Jesus (PRB), que ficou com a segunda vaga estadual. O primeiro colocado foi Chico Rodrigues (DEM), com 111.466 votos.

Ele [Moro] fez política com a imprensa, fez política com o mundo Judiciário, com a sociedade. Não é uma novidade para ele fazer política. Só que o tipo de política que ele vai fazer vai ser ampliado, algumas vertentes que ele não atuava, ele vai ter que atuar. É uma pessoa inteligente, tenho certeza que ele poderá fazer um bom trabalho”, afirmou.

 

Redação com Jovem Pan

Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
11:42

MDB já se 'anima' para apoiar o governo de Jair Bolsonaro

Em documento a ser lançado nesta quarta-feira (7), em Brasília, o MDB faz um aceno com o caminho que deveria ser seguido pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) e diz que o presidente Michel Temer não foi tão longe quanto pretendia por “desorganização política” e “certas intervenções judiciais”.

O texto, ao qual a reportagem teve acesso, faz um balanço das medidas tomadas pela gestão emedebista diante da crise e afirma que, se quiser ter sucesso no Planalto, Bolsonaro deve manter a política econômica de Temer.

As prioridades, aponta o documento, devem ser o ajuste fiscal e a tentativa de aprovar a reforma da Previdência –bandeira fracassada do atual governo. “Não há caminho alternativo”, diz o texto.

“Evitamos o abismo para onde caminhávamos e iniciamos a reversão da trajetória da economia. Não fomos tão longe quanto pretendíamos. A desorganização do sistema político e certas intervenções do sistema judicial interromperam os esforços da reforma do Estado que estavam em curso, especialmente a reforma da Previdência”, afirma o documento intitulado “O caminho do futuro”.

A delação da JBS, que resultou em duas denúncias contra Temer sob acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, foi divulgada logo após o texto sobre as mudanças na aposentadoria ser aprovado pela comissão especial na Câmara. No entanto, mesmo àquela época a base aliada não contava com os 308 dos 513 votos necessários para aprová-lo em plenário.

“O resultado das eleições mostrou que a sociedade rejeitou quem se propôs a retroceder e fazer o caminho de volta ao passado. Foi, entre outras coisas, um claro veredicto sobre as políticas econômicas da era PT”, completa o texto em referência à vitória de Bolsonaro sobre Fernando Haddad (PT).

Dirigentes do MDB que participaram da elaboração do plano de 20 páginas afirmam que ele deve funcionar como uma espécie de “receita” para Bolsonaro e dizem que o partido não será oposição ao novo governo, mas adotará uma posição de “independência”. Quando possível, ressaltam, haverá alinhamento na pauta econômica.

Governadores e parlamentares eleito farão uma reunião nesta quarta em Brasília para chancelar o documento.

FolhaPress

Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
11:38

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O ex-presidente Lula, por meio de nota, rebateu nesta quarta-feira (7) as declarações do futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, que havia dito que ele está preso por ter cometido crime. Segundo o petista, houve inversão e quem cometeu crime na verdade foi o magistrado por sua conduta.

“Moro sim, cometeu vários atos ilegais, definidos e comprovados, contra Lula: condução coercitiva, gravação ilegal dos seus advogados, divulgação ilegal de conversas de familiares de Lula, divulgação ilegal de grampo ilegal de conversa com a então presidenta da República Dilma Rousseff, interferência ilegal para que autoridade policial não cumprisse Habeas Corpus determinado por juiz de instância superior”, disse Lula por meio de nota da sua assessoria.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado por Moro, em julho de 2017, a 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP) e está preso na carceragem na Polícia Federal de Curitiba desde abril desse ano.

Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
11:34

 

Moro 525x350 - Parlamentares do PT acionam CNJ para apurar escolha de Moro superministro

Parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT) acionaram nesta terça-feira (6) o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que seja apurada a escolha do juiz federal Sérgio Moro para assumir o comando do “superministério” da Justiça no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

O PT também pediu ao corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, que Moro seja impedido de assumir outro cargo público até o CNJ concluir a investigação de sua conduta no episódio.

Leia Também:   A resposta das urnas

A representação do PT é assinada pela presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR); pelos senadores Lindbergh Farias (RJ), Jorge Viana (AC), Humberto Costa (PE), Paulo Rocha (PA) e Regina Sousa (PI); e pelos deputados federais Paulo Pimenta (RS), Wadih Nemer Damous (PT-RS), Paulo Teixeira (PT-SP).

O CNJ já apura a atuação de Moro em alguns episódios, como a decisão de divulgar parcialmente trecho da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci, a poucos dias do primeiro turno da eleição presidencial deste ano. O PT contestou a decisão de Moro, sob a alegação de que a divulgação influenciaria a opinião pública na véspera do pleito.

Para o PT, o levantamento do sigilo da delação de Palocci na véspera do primeiro turno e a afirmação do vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão (PRTB), de que o convite para Moro assumir a superpasta da Justiça foi feito durante a campanha demonstram a “má-fé” do juiz federal.

“A parcialidade do juiz Sérgio Fernando Moro é gritante. Foi convidado quando a campanha eleitoral estava em curso. Uma semana antes do primeiro turno, quando ainda não havia uma ascensão do candidato Jair Bolsonaro, o juiz divulgou dados aos quais tinha dever de proteção, sem qualquer relação temporal. Dados que repisavam acusações contra o ex-presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores, cujo candidato Fernando Haddad, estava na disputa com crescimento na preferência do eleitorado. Note-se que não há como negar que o juiz Sérgio Fernando Moro age com interesses ilegítimos e por paixões políticas”, alega o PT.

Os parlamentares do PT acusam Moro de “parcialidade” e de utilizar a sua posição na sociedade para “interferir de maneira indevida no processo eleitoral, sempre com o viés de prejudicar o Partido dos Trabalhadores e suas candidaturas”.

“A aceitação do cargo político coroa o que sempre dissemos sobre o juiz Sérgio Moro comportar-se como ser político, não como magistrado”, sustentam os deputados federais e senadores petistas.

Fonte: Estadão

Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
11:28

Via Esmael Morais.

Para aproveitar que o juiz Sérgio Moro está “revendo” seu conceito de justiça, o ex-deputado Eduardo Cunha pediu para pagar uma multa de US$ 1,5 milhão para a Justiça com dinheiro bloqueado de contas na Suíça. 

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Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
11:14

Pedro Feitoza
Promotora de Justiça Érica Canuto

A promotora de Justiça Érica Canuto se desligou da comissão de transição do governo de Fátima Bezerra (PT). Embora não tenha justificado sua saída, Érica estava impedida por entendimento do Supremo Tribunal Federal de exercer sua nova função.

Em março de 2016, o Supremo considerou inconstitucional a nomeação de membros do Ministério Público para o exercício de cargos que não tenham relação com as atividades do órgão investigador.

Fátima Bezerra indicou Érica Canuto como parte de sua equipe na última segunda-feira, 5.

Também na segunda-feira, 5, Érica fez um requerimento junto ao Ministério Público Estadual para participar da comissão da governadora eleita, que será coordenadora da equipe de transição. A decisão do MPE sairia na última sexta-feira, 6, mas não foi divulgada. Érica pleiteava que, por ser professora na UFRN, poderia ocupar o cargo no governo de Fátima.

No entendimento de Gilmar Mendes, relator da ação na época, a participação de membros do MP na administração, em cargos sob influência política e sujeição a hierarquia no Poder Executivo, pode comprometer os objetivos da instituição, como a fiscalização do poder público.

Na época, o plenário acompanhou por maioria o voto do relator, para quem a vedação ao exercício de cargos públicos por membro do Ministério Público, prevista expressamente no artigo 128, artigo 5º, inciso II, “d”, da Constituição Federal, serve para fortalecer a instituição e garantir a sua autonomia, a qual é derivada do próprio princípio da separação entre os Poderes.

Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
11:07

Reuters
Administrações não podem destinar mais de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) à folha de pessoal

O Rio Grande do Norte tem utilizado 86% de seus recursos para o pagamento do funcionalismo. O Estado potiguar é o líder no estudo realizado pelo Tesouro Nacional, que mostra o comprometimento da Receita Corrente Líquida (RCL) com a folha de pagamento dos Estados. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira, 7,

Por lei, as administrações não podem destinar mais de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) à folha de pessoal, o que coloca em risco as finanças públicas e aumenta o risco de insolvência. Os governadores eleitos terão de lidar com esse problema.

No fim do ano passado, o Rio Grande do Norte pressionou o governo federal por uma medida provisória (MP) para repassar dinheiro ao Estado e ajudar no pagamento de salários dos servidores – o que seria ilegal. O Ministério da Fazenda barrou a medida. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul também comprometeram quase 80% da receita com gastos com pessoal.

Mais da metade dos Estados descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no ano passado ao estourar o limite de gastos com pessoal. O relatório divulgado ontem pelo Tesouro Nacional mostra que o problema vem se agravando nos últimos anos: em 2017, 16 Estados e o Distrito Federal extrapolaram as despesas com salários e aposentadorias. No anterior, foram nove Estados.

Ao destinar a maior parte da receita para pagar servidores, sobra cada vez menos para manter o funcionamento de serviços básicos que estão sob a responsabilidade dos Estados, como segurança e educação. “Se não forem revistos os parâmetros constitucionais atuais, há grande risco de ampliação das situações de insolvência nos próximos anos”, alerta o documento do Tesouro Nacional.

Em cinco Estados, o comprometimento com gastos de pessoal já ultrapassa os 75% da receita corrente líquida. Um deles é o Rio de Janeiro, que está no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) com a União, mas ainda enfrenta dificuldades para equilibrar suas contas. Com um histórico de reajustes salariais generosos antes de ingressar no programa de socorro federal, o governo fluminense destinou 81% da receita ao pagamento da folha no ano passado.

Maquiagem

Além de expor a fragilidade das contas estaduais, o documento ainda demonstra a maquiagem contábil feita pelos Estados para ficar artificialmente dentro dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. Apenas seis governos estaduais admitem em seus próprios dados que extrapolam a regra prevista em lei.

Os cálculos feitos pelo Tesouro Nacional contabilizam despesas que são deixadas de lado pelos Estados na tentativa de evitar as sanções da LRF para o caso de descumprimento do limite de gastos com pessoal. Muitos governos estaduais excluem das contas despensas com inativos ou auxílios, chancelados por resoluções dos Tribunais de Contas Estaduais (TCEs).

O Rio Grande do Sul, que pretende aderir ao Regime de Recuperação Fiscal para ter alívio na sua dívida e ter acesso a novos empréstimos, é um dos que ainda não reconhecem a maquiagem. Pelos dados do Estado, o comprometimento de receitas com pessoal está em 56%, abaixo do limite. O Estado está parcelando salários e já admite que não pagará o 13.º no prazo.

Há preocupação ainda porque em alguns casos a diferença entre o comprometimento admitido pelo Estado e o cálculo do Tesouro supera os 30 pontos porcentuais. É o caso do Rio Grande do Norte, que tem um comprometimento de 86% segundo o Tesouro (o maior entre os Estados), mas admite apenas 52%.

O alerta do Tesouro é para o fato de que hoje há muitas amarras que impedem a redução das despesas e, no futuro, não haverá paliativos. Mesmo que haja esforço de contenção de gastos pelas próximas gestões estaduais, a situação ainda será crítica porque o envelhecimento da população e o crescimento das aposentadorias elevarão as despesas com inativos de qualquer forma, aumentando o peso da folha.

De 2005 a 2016, o gasto per capita com servidores estaduais teve alta real média de 57%, sendo que em cinco Estados o avanço foi de mais de 80% acima da inflação. O resultado que se vê agora é o endividamento elevado de alguns Estados e uma folha de pessoal crescente e incompatível com seu volume normal de receitas.

Colapso

O economista Raul Velloso, especialista em contas públicas pondera que o relatório do Tesouro “não conta toda a história” da trajetória de endividamento dos Estados. “O Tesouro constata que os gastos com pessoal passaram do limite e deduz que o Estado está insolvente. Mas é preciso entender a causa para apontar um ‘caminho da salvação’.” Ele avalia que a principal fonte de problemas das folhas dos governos estaduais hoje está nos servidores aposentados e que os governadores eleitos devem, a partir do ano que vem, traçar estratégias para reverter os gastos crescentes.

Ana Carla Abrão Costa, que foi secretária da Fazenda de Goiás, lembra que os dados de despesa com pessoal dos Estados no ano passado aponta uma tendência que os economistas já vinham alertando. “É uma trajetória insustentável e que já estava delineada. Se os Estados não fizerem um ajuste, as despesas com pessoal vão consumir toda a receita. Eles estão a caminho do colapso dos serviços públicos.”

“Os gastos elevados com pessoal são um alerta. São despesas obrigatórias e de difícil redução. Para alguns Estados, em que a folha tem um peso maior, é ainda mais urgente, porque muitos estão em um processo acelerado de envelhecimento da população, o que vai pesar no futuro”, diz Fabio Klein, da Tendências.

Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
07:54

Via Esmael Morais.

A televisão de Silvio Santos, o SBT, passou a exibir nesta terça (6) uma série de vinhetas de nacionalistas em sua programação. Em uma delas era exibido o slogan da ditadura “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Diante da repercussão extremamente negativa e da onda de protestos que tomou conta da internet, a emissora retirou mensagem do ar. 

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Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
07:53

Via Esmael Morais.

Em reunião nesta terça-feira (6), na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, sindicatos de trabalhadores e representantes de várias entidades da sociedade civil, a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG) e a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), aprovaram uma nota e estratégias contra a votação da PEC 287/2016 neste ano, visando abrir diálogo franco e transparente com a sociedade a partir de 2019. 

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Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
07:47

 

A imagem pode conter: pessoas em pé e atividades ao ar livre

Será  inauguração neste sábado, dia 10 de novembro no distrito da Palma, zona rural de Caicó, a  Estátua de Santo Antônio . a programação conta de celebração da Santa missa às 19 horas,  presidida pelo Bispo da Diocese de Caicó,  Dom Antônio Carlos Cruz Santos , logo após a  religiosa,  será a  inauguração e Bênção da Estátua do padroeiro da distrito, seguido de  jantar para 300 pessoas.

Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
07:26

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu hoje (6) abrir um processo administrativo disciplinar contra o juiz Glaucenir de Oliveira, da Vara Criminal de Campos de Goytacazes (RJ), por causa de uma mensagem de WhatsApp em que ele acusou o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de receber propina para conceder habeas corpus.

Em um grupo de juízes, Glaucenir enviou uma mensagem de áudio na qual dizia que Mendes recebera uma quantia em espécie para cassar uma prisão preventiva do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho em dezembro do ano passado. O político estava preso por ordem do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) acusado de compra de votos.

“A mala foi grande”, disse o magistrado no áudio. Ele disse ter recebido informações de terceiros sobre o pagamento de propina a Mendes. Glaucenir acrescentou ainda que outros ministros do STF se “acovardam” ante as decisões do colega e concluiu afirmando que “virar palhaço de circo do Gilmar Mendes não tem condição”.

Após o áudio se tornar público, Mendes pediu à Polícia Federal que investigasse o juiz e soltou nota na qual disse que no áudio “são feitas graves acusações caluniosas à sua pessoa e às recentes decisões” e que “o ministro Gilmar reitera que suas decisões são pautadas pelo respeito às leis e à Constituição Federal”.

Retratação

Em sustentação oral no CNJ, o advogado José Luis Oliveira Lima, que defende o juiz, disse que em 22 anos de profissão ele possui ficha limpa e que o magistrado está “sofrendo muito” com o caso, além de ter feito retratação pública. “Há necessidade de se entender um pouco esse contexto. Não foi uma retrataçãozinha para inglês ver. Foi uma retratação pública”, declarou.

Em carta pública a Gilmar Mendes divulgada em março deste ano, Glaucenir de Oliveira disse não ser verdade nada do que disse no áudio e pediu desculpas ao ministro por “repassar comentários de terceiros sobre fatos que desconheço”.

Melhor apuração

Apesar dos argumentos da defesa, prevaleceu o entendimento do corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, para quem mesmo que o pedido de perdão fosse acatado por Gilmar Mendes, a grave manifestação do juiz merece ser alvo de melhor apuração e de possível punição.

O ministro Dias Toffoli, presidente do CNJ, destacou ter ele próprio conversado com Gilmar Mendes sobre a possibilidade de perdoar o juiz, mas que o ministro teria respondido que mesmo que o quisesse fazê-lo no plano pessoal, não o poderia no plano institucional, “porque na verdade ao se atingir com mentiras e aleivosias e um membro do Supremo, se atingia a própria instituição do Supremo Tribunal Federal”.

“Estamos diante de uma epidemia que começa a alcançar os novos meios de comunica que é o assassinato de reputações. Aqui estamos diante de uma tentativa de se assassinar a reputação de pessoas públicas, e isso é muito grave”, acrescentou Toffoli.

Somente o conselheiro Luciano Frota votou contra a abertura do processo disciplinar, alegando que “o magistrado é humano”. “Nesses tempos de tantos extremos e de excessos verbais como o que o magistrado cometeu, acho que ele teve humildade suficiente de se retratar”.

Apesar de abrir o processo, a maioria do CNJ decidiu que o magistrado não deve ser afastado de suas funções enquanto responde ao processo disciplinar.

Agência Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


07/11/2018
07:23

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O prefeito de Natal, Álvaro Dias, afirmou em entrevista ao Repórter 98 que seu compromisso com Carlos Eduardo se esgotou na campanha.

Álvaro afirmou que vai continuar trocando secretários e imprimindo a sua marca na gestão.

“Inclusive está semana eu mudo mais dois”, enfatizou o prefeito.

Via BG

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06/11/2018
12:29

247- O ministro do STF Luiz Edson Fachin encaminhou um despacho à 2ª Turma da Corte pedindo “desde já” a análise do recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que solicita a anulação do processo do tríplex do Guarujá, além da sua liberdade, sob a alegação da suspeição do juiz Sérgio Moro após este aceitar o convite para ser o ministro da Justiça do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL); segundo a defesa, Moro atuou contra Lula “com repercussão no processo eleitoral de 2018 enquanto, ulterior ou contemporaneamente” e que ele ‘mantinha contato com a alta cúpula da campanha do presidente eleito – que, por seu turno, manifestou desejo de que o Paciente venha a ‘apodrecer na cadeia’

Publicado por: Chico Gregorio


06/11/2018
12:16

Esposa acusada de mandar matar empresário ‘Rei do Lixo’ vai a júri nesta terça-feira

A esposa acusada de mandar matar o empresário, do ramo de reciclagem, conhecido como o “Rei do Lixo” vai a júri popular nesta terça-feira (6) junto com mais dois suspeitos de envolvimento no crime: Renato Oliveira de Sousa, funcionário da vítima e acusado de ser amante de Adiene, e Walter de Oliveira Dias, que é primo de Renato. O julgamento acontece às 8h no Fórum de Cruz do Espírito Santo.

O empresário tinha 47 anos na época em que foi morto com três tiros. O crime aconteceu no lixão da cidade de Cruz do Espírito Santo, na Zona da Mata paraibana.

Segundo o promotor de Justiça do Fórum Desembargador Joaquim Sergio, Jeaziel Carneiro dos Santos, Adiene Afra Tavares Rocha é acusada de ser a mentora do assassinato de Sebastião Cerilo da Rocha Neto. O caso aconteceu em outubro de 2011, quando, segundo as denúncias, ela teria encomendado a morte do esposo com a pretensão de receber o seguro de vida da vítima, no valor de R$ 1,5 milhão.

Segundo o advogado da família da vítima, Rômulo Palitot, Adiene Afra Tavares Rocha foi qualificada no processo por homicídio qualificado com impossibilidade de defesa. “Ela pode pegar pena de 12 a 30 anos, é considerado um crime hediondo”, comentou o criminalista.

Segundo relato do funcionário à polícia, quando eles chegaram ao local do lixão trazendo materiais de reciclagem dentro de uma caçamba, havia um rapaz que supostamente estava catando lixo e que ele teria atirado contra o empresário. Conforme o ajudante, o suspeito agiu no momento em que ele estava em cima do caminhão despejando os materiais recicláveis. O homem disse que correu ao ouvir os disparos e se escondeu em um matagal nas proximidades.

PB Hoje

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06/11/2018
12:06

Resultado de imagem para AVISO DE LICITAÇÃO – PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº
O Município de São João do Sabugi/RN torna público que realizará em 19 de novembro de 2018, às 09 horas da manhã,  licitação para Registro de Preços de três veículos para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Saúde no Município de São João do Sabugi/RN, conforme especificações constantes do Termo de Referência.
O Edital e seus componentes encontram-se à disposição dos interessados no site do Município, através do link: http://lemarq.com.br/transparencia/2018/rnp129/documentos/260-1541418995.pdf, e na sede da Prefeitura Municipal, no horário das 08:00 às 11:00 horas. Informações pelo fone n° (0XX84) 3425-2208.

Publicado por: Chico Gregorio