29/08/2016
09:10

Encontro entre o senador Fernando Collor e Dilma Rousseff em foto sem dataNa véspera do julgamento que pode torná-la a segunda presidente a sofrer impeachment, Dilma Rousseff recebeu o ex-presidente Fernando Collor (PTC-AL), que foi afastado do cargo em 1992. A conversa, na sexta-feira, foi reservada e, segundo pessoas próximas a petista, foi solicitada pelo senador. A abertura de Dilma a parlamentares faz parte de sua estratégia para tentar conquistar votos a seu favor.

Collor, que já votou contra a petista em fases anteriores do processo, não anunciou claramente como se posicionará no julgamento final. Ele, no entanto, já comparou o processo de Dilma com o seu e defendeu que a chefe do executivo deve responder por crime de responsabilidade.

A conversa com Collor, segundo um interlocutor, ocorreu no mesmo momento em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estava com o senador Edison Lobão (PMDB-MA), também para tentar conquistar seu voto. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Publicado por: Chico Gregorio


29/08/2016
09:02

O advogado Carlos Araújo, ex-marido de Dilma Rousseff (PT), afirma que a presidentepetista está sendo julgada por um bando de ladrões e vigaristas. De sua casa em Porto Alegre, ele concedeu longa entrevista à jornalista, Cynara Menezes, do blog Socialista Morena. Araújo diz que seu principal sentimento diante do processo de impeachment é da ex-companheira de lutas contra a ditadura é de indignação: “Não tem nada contra ela, é julgada por um bando de ladrões, vigaristas e pessoas sem escrúpulos. Essa é a inversão dos fatores, uma coisa inacreditável. O New York Times publicou uma matéria longa dizendo exatamente isso, é inconcebível. A história vai marcar isso e pode ser ainda na nossa era.” Polêmico, o ex-militante da resistência à ditadura diz que o PT quer cristianizar a ex-mulher. “O PT nunca suportou a Dilma. Quer se ver livre dela para atribuir a ela todos os problemas que estão enfrentando”, afirma. Araújo afirma que parte do poder econômico se voltou contra Dilma, usando recursos e influência para dar suporte ao golpe. “O Trabuco e o pessoal do Itaú a apoiaram, mesmo nessa crise. Quem se voltou contra ela, e essa é uma questão que o Brasil tem que examinar, foi a Fiesp. Foi a Fiesp quem comandou isso aí tudo. A Fiesp vem sendo um baluarte reacionário desde 1932”, denuncia.

Publicado por: Chico Gregorio


29/08/2016
08:55

agripino

Parlamentares disseram que caso DIlma extrapole, reação será no mesmo tom

Por: Júnia Gama/Maria Lima – O Globo

BRASÍLIA— Apesar de terem definido que o tom das perguntas na sessão em que a presidente afastada Dilma Rousseff deporá no Senado, nesta segunda-feira, será respeitoso, os senadores da base aliada a Michel Temer afirmam que, caso a petista parta para o ataque, haverá resposta.

“Nossa disposição é de fazer perguntas duras e técnicas sobre os crimes que a presidente afastada cometeu, mas caberá a ela dar o tom. Se o tom for de provocação, responderemos à altura”, disse o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), após reunião dos líderes da base aliada ao governo Temer.

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) também não pretende ficar calado caso haja provocação. Disse que, se Dilma falar em “golpe”, será repreendida:

“Falar em golpe é provocar. Se ela vier neste tom, vamos responder, chamá-la de mentirosa”.

Líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO) foi na mesma linha:

“A cada ação corresponde uma reação”, afirma Caiado.

Os líderes e senadores da base aliada ao governo de Michel Temer se reuniram na liderança do PSDB no Senado, na manhã deste domingo, para discutir estratégias para a inquirição da presidente afastada Dilma Rousseff nesta segunda-feira, na penúltima sessão de julgamento do impeachment. A ordem era “tomar maracujina” e não cair em nenhuma provocação que deixe a ré em situação de vitima. Até os mais exaltados, como o líder do Democratas na Casa, Ronaldo Caiado (G), segundo o presidente José Agripino (RN), já estaria “controlado” e ciente de que não vale a pena cair em provocação. No início do encontro, os parlamentares haviam decidido que tom, nesta segunda-feira, seria dado pela depoente, mas caso ela extrapole, a reação será no mesmo tom.

“Dilma vai jogar com emoção para tentar conquistar algum voto, mas esse jogo está jogado e só resta a ela a vitimologia, argumentos não existem. A ordem é distribuir maracujina para todo mundo e evitar criação de fatos novos, não mudar o curso já determinado sem cair em provocação. Caiado está sob controle. O episódio de ontem fez com que acordasse que estávamos sendo vítimas de armadilhas e alguns dos nossos estavam caindo. Ele está suficientemente advertido”, disse Agripino.

O fato de o ministro Ricardo Lewandowski ter garantido a Dilma o direito de responder as inquirições sem prazo definido, sem réplica para os senadores, preocupa, mas os líderes acham que não tem mais como mudar esse rito.

“Contamos com o bom senso do ministro Lewandowski para que não permita, a cada pegunta, um novo discurso. Quem deve ter menos interesse em radicalizar é a presidente Dilma. Estamos preparados para o questionamento com absoluto respeito. Ela dará o tom. Esperamos seja a altura do momento difícil porque passa o Brasil. Não é um momento de festa. É um processo que deixará traumas. Acho adequado que ela venha e cabe a nós, como juízes, interrogá-la com absoluto respeito. Que ela responda adequadamente. Se houver exagero, será respondido na mesma forma. Será uma sessão histórica. O afastamento, se ocorrer, significa que Dilma perderá seus direitos políticos”, disse o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG)

Sobre a suposta presença do ex-presidente Lula e do cantor Chico Buarque nas galerias, os líderes da base dizem que a presença de seus convidados também será muito “significativa”. Uma das ideias é trazer líderes dos movimentos de rua, que ficarão lado a lado com ex-ministros na galeria, separados apenas por jornalistas.

“Se Lula ou Chico vierem, é um direito deles e não nos preocupa. Vai ser muito significativa presença nossos convidados”, disse Aécio.

Mudança de estratégia

O presidente do PSDB afirmou ainda que, ao contrário do que estava programado, todos os senadores de seu campo político decidiram que farão perguntas a Dilma. Inicialmente, a previsão era que apenas cerca de 25 perguntassem, contra os 20 inscritos favoráveis a Dilma.

Os aliados da petista também mudaram a estratégia e trocaram o senador Paulo Paim (PT-RS) pela senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) como primeira inscrita nas perguntas a Dilma. Kátia, que foi ministra de Dilma, tem se destacado pela defesa contundente da sua ex-chefe, inclusive com ataques ao presidente interino, Michel Temer, responsável pela sua filiação ao PMDB.

Reprodução das informações de O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


28/08/2016
11:34

Entra em vigor a partir deste domingo (28) o reajuste de 5,13% na conta de energia elétrica para os municípios paraibanos atendidos pela concessionária Energisa Paraíba. O reajuste havia sido anunciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no último dia 23. Segundo a assessoria de imprensa da Energisa Paraíba em João Pessoa , o reajuste acontece todos os anos por indicação da Aneel. A taxa de reajuste está abaixo da inflação registrada pelo IPCA (8,74%) e pelo IGP-M (11,63%).

De acordo com a Energisa, entre os fatos que colaboram para o reajuste estão os custos que a distribuidora têm com a compra de energia, o transporte e os encargos setoriais. Nas residências, o efeito do reajuste será de 5,17% e nas indústrias, de 5,04%. Portanto, o reajuste médio ficou em 5,13%.

G 1 PB.

Publicado por: Chico Gregorio


28/08/2016
11:27

O prefeito de Timbaúba e   candidato a reeleição Chilon Batista, que tem como vice o vereador Pedrinho, realizou  grande mobilização ontem à noite, abrindo a campanha eleitoral de 2016 naquele município. Seu aliados foram as ruas logo cedo, convocando a população para a grande mobilização  que foi  considerada uma das maiores já vista na pequena cida

Foto de Nilton Alves De Melo Alves.
Foto de Nilton Alves De Melo Alves.
Foto de Nilton Alves De Melo Alves.
Foto de Nilton Alves De Melo Alves.

Publicado por: Chico Gregorio


28/08/2016
11:13

“Maranhão e Lira: o ImpeachmeImpeachmentnt, a Legalidade e a Responsabilidade” é o novo texto do Blog do Walter Santos

 O julgamento do impeachment da presidente Dilma Rousseff chega em seu ponto decisivo. Dilma será ouvida nesta segunda-feira (29), no Senado Federal, enquanto aliados e opositores articulam votos pelos seus interesses.

Neste cenário, os peemedebistas paraibanos Zé Maranhão e Raimundo Lira serão ponto chave. Segundo o blogueiro Walter Santos, “os dois senadores estão diante do momento que os tipificará para sempre na Hiistória”.

Confira a análise do Blog do Walter Santos sobre o papel dos senadores neste ponto decisivo do processo:

Maranhão e Lira: o Impeachment, a Legalidade e a Responsabilidade

Semana decisiva e Histórica para o Brasil. O Mundo no espectro Global dos Continentes estará acompanhando com muita atenção o desfecho de um processo formulado a partir da Câmara Federal tratando do Impeachment da Presidenta Dilma Rousseff.

No Senado, a Comissão constituida teve originalmente a presidência do senador Raimundo Lira com desempenho reconhecido e, na sequência, do presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowiski.

Durante a semana finda, as sessões acaloradas permitiram que personalidades do Direito e da Economia expusessem majoritariamente dados, segundo elas, comprovando que a base do Impeachment – as Pedaladas Fiscais -, não aconteceram, portanto, não há abrigo legal para serem.consideradas – o que fulmina com o argumento legal do Afastamento.

MUITO ALÉM DA LEGALIDADE

No decorrer da semana, os senadores José Maranhão e Raimundo Lira, ambos do PMDB, vão ser chamados ao veredicto final: se acompanham o partido, mesmo sem base legal no argumento do Impeachment, ou se exercem a postura de Justiça em nome da Democracia legitima.

Há uma questão grave porque, além do fator Pedaladas ter sido implodido em Plenário, o PMDB vive um sério problema porque, com base em varias delações de aliados como Sergio Machado, todo o processo de Impeachment foi criado politicamente sob o comando pemedebista flagrado em desvios de recursos públicos exatamente para implodir a Lava Jato.

Detalhe: contra Dilma não há uma única acusação de desvios de conduta e de desvios.

ENFIM…

Os dois senadores estão diante do momento que os tipificará para sempre na Hiistória.

A escolha é simples, embora dificil: ficar com o Corporativismo partidario ou a Justiça diante do Estado Democrático de Direito.

Publicado por: Chico Gregorio


28/08/2016
10:54

Temer na presidência enfrentará campo minado

Tudo indica que Michel Temer assumirá definitivamente a presidência esta semana, se, como indicam as pesquisas, o Senado destituir Dilma Rousseff. Mas não é hora de festejar na maior economia da América Latina.

A longa lista de desafios econômicos, políticos, sociais e até judiciais antecipam dois anos árduos de governo, nos quais ele precisará oxigenar uma economia em recessão e atender às pressões da heterogênea base de partidos que impulsionou sua ascensão. Tudo sob a sombra do escândalo de corrupção na Petrobras.

Política

Aos 75 anos, Temer é uma peça permanente no xadrez do poder brasileiro. Mas sua popularidade é minguada (em torno de 13%) e chegou ao poder de forma acidental, sem a legitimidade dada pelas urnas.

Homem forte do maior partido do Brasil, o PMDB (centro-direita), que assumiu de forma interina o governo quando Dilma foi suspensa do poder, aspira ficar até o final de 2018. Para isso, construiu seu governo com uma equipe econômica de prestígio e um gabinete multipartidário ligado ao “centrão”, grupo majoritário no Congresso, conservador na política e liberal na economia. E agora estará sob pressão para cumprir as tarefas com os setores que o ajudaram a galgar esse posto.

“Temer é apoiado por setores conservadores e viu uma oportunidade de chegar à Presidência. Mas ele é um conciliador e nunca defendeu a privatização da Petrobras ou a venda de terras, todas as ideias que estão aparecendo agora”, disse à AFP Roberto Requião, senador do PMDB contrário ao impeachment.

“E se não levar adiante esse programa radical, não irá resistir às exigências desses grupos conservadores, e se o fizer, estourará outra crise”, acrescentou.

A fragmentação partidária faz parte do fenômeno que fragilizou Dilma.

Em suas próprias palavras, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) necessitava de três partidos para conseguir uma maioria simples e aprovar um projeto no Congresso. Ela precisava de 14, um sistema à beira do parlamentarismo.

Economia

É o maior desafio e a maior aposta: passar de um modelo de maior intervenção na economia para um viés liberal.

Com o país rumo ao seu primeiro biênio em recessão desde os anos 1930, a equipe econômica de Henrique Meirelles – chefe do Banco Central durante a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) – quer frear as despesas, flexibilizar o mercado de trabalho e reduzir o custo das aposentadorias.

Todos os caminhos apontam para o retorno do rigor para restaurar o equilíbrio macroeconômico. E todas essas iniciativas exigem emendas constitucionais.

“Agora tem que mostrar a que veio”, disse Carlos Kawall, economista-chefe do Banco Safra e ex-secretário do Tesouro Nacional.

Com a diminuição de 3,8% do PIB em 2015 e uma contração de 3,1% estimada para este ano, o Brasil começa a acordar após uma longa letargia. O desemprego marcou um recorde de 11,3% em junho, a inflação é de 8,74% e o déficit primário equivale a 2,51% do PIB.

“O nível de gasto público é insustentável e não há opções para resolvê-lo sem reformar. A chave hoje é o ajuste estrutural. Se não conseguir, entraremos em uma crise mais profunda”, acrescentou Kawall.

Explosões sociais

Temer representa o poder do “establishment” e o PT de Dilma encarnava a ideia de mudança.

Agora, o PT aposta em um renascer dos movimentos sociais, que durante mais de 13 anos se beneficiaram com a ampla agenda de direitos e programas como o Bolsa Família.

“O ajuste fará perder fundos dos movimentos sociais, que durante os governos do PT foram próximos, ficaram muito ligados ao poder e agora podem se reorganizar”, disse Luiz Alberto de Souza, sociólogo da Universidade Cândido Mendes, no Rio.

“Os sindicatos se colocarão em movimento com as reformas”, apontou Kawall.

Corrupção

A corrupção na Petrobras, um esquema empresarial e político que desviou bilhões de dólares da petroleira, não poupou nem o governo interino.

Em seu primeiro mês de governo, Temer perdeu três ministros, atingidos pelo Petrolão, e seu nome foi mencionado em delações feitas por acusados que buscam redução de suas penas.

Temer negou as acusações e não está sendo investigado. Mas o caso foi a bandeira das manifestações que apoiaram o impeachment.

Ele também enfrenta uma investigação do Tribunal Superior Eleitoral sobre suposto financiamento ilegal durante a campanha da chapa que integrou com Dilma.

ISTOÉ

 

Publicado por: Chico Gregorio


28/08/2016
10:40

Após questionar o ministro Nelson Barbosa, durante o julgamento do impeachment da presidenta Dilma, a senadora Fátima Bezerra comentou que o ministro Nelson Barbosa foi bem claro em  demonstrar que não houve ilegalidade na edição de decretos suplementares. “Ele, mais uma vez, explicou que decretos de suplementação orçamentária não aumentam gastos, pois liberam destinações para determinadas áreas desde que se corte gastos em outra, conforme a legislação autoriza. Portanto, não alteram a meta fiscal”, destacou. Fátima chamou a atenção para um decreto em especial, que realocou recursos na área de educação, utilizados principalmente para a manutenção de universidades federais e escolas técnicas e capacitação de professores do ensino básico.
Em sua exposição, Barbosa lembrou que, no caso da educação, o governo seguiu, inclusive, uma recomendação de dois anos antes do próprio TCU, que pediu que se agilizasse a execução orçamentária das universidades. O ministro lembrou que novo entendimento do tribunal sobre a edição dos decretos de suplementação orçamentária, divergente do que até então admitia o próprio tribunal, só ocorreu após a edição dos decretos que estão sendo questionados no pedido de impeachment. “O ministro Barbosa foi muito claro; mais didático, impossível! Até comparou com a lei que obriga a pessoa a andar durante o dia com o farol acesso. O que querem fazer com a presidenta Dilma é como condenar pessoas que andaram com o farol apagado antes da lei entrar em vigor, a pagar multa. Isso é um absurdo, assim como é absurdo esse processo de impeachment sem base jurídica, esse golpe”, enfatizou.
Para a senadora, as explicações do ministro a deixaram mais convicta ainda de que, além de a presidenta Dilma de não ter cometido crime ao editar os decretos, ainda o fez para garantir a continuidade de ações importantíssimas na área de educação. “Foram ações que garantiram o funcionamento das universidades federais, das escolas técnicas, de programas de capacitação para os professores, ações essas, aliás, hoje ameaçadas,  por esse governo biônico, que tem um ministro biônico na área da educação e que, em 100 dias de governo já promoveu o desmonte do Pronatec,  do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, o desmonte no Ciência sem Fronteiras; isso sem falar na PEC 241 que, ao congelar os gastos nas áreas sociais, vai inviabilizar totalmente o cumprimento das Metas do PNE”, denunciou.

 

Publicado por: Chico Gregorio


28/08/2016
09:12

Acusada de tramar o fim da Operação Lava Jato com sua polêmica capa sobre o ministro Dias Toffoli, publicada na semana passada (leia mais aqui), Veja foi colocada contra a parede e se viu forçada a abrir a delação de Léo Pinheiro, da OAS, que o procurador Rodrigo Janot mandou destruir. Com isso, embora ataque seus alvos preferenciais, como a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, acabou sobrando também para o presidente nacional do PSDB.

 

Publicado por: Chico Gregorio


28/08/2016
09:08

Resultado de imagem para uber natalCom base na Lei Municipal Nº 5.022 de 08/07/1998 que não trata do assunto, até porque quando ela foi sancionada não existia o UBER, Prefeitura de Natal através da  Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) apreendeu três veículos do UBER que estavam realizando transporte de passageiros em Natal na madrugada deste sábado.

Qualquer pessoa sabe que o serviço sendo autorizado por Lei Federal dever ser executado em todo território nacional e enquanto os municípios não editarem suas legislações complementares para regulamentar, o serviço será prestado observando os dispositivos da Lei Federal.

Mas, na véspera de eleição, para agradar os taxistas, os natalenses continuarão, pelo menos por enquanto, pagando o serviço de táxi que é altamente caro em Natal.

Publicado por: Chico Gregorio


28/08/2016
09:00

Resultado de imagem para sônia braga

“Nunca é suficiente repetir que é golpe. Ter criado esse precedente foi um crime”, disse a atriz Sonia Braga sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Ela protagoniza o filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, que abriu o Festival de Gramado na sexta (26) aos gritos de “Fora, Temer”, vindos do público.
A equipe do filme comentou a recepção calorosa que “Aquarius” recebeu na mostra da serra gaúcha. Na plateia da sessão estavam o ministro da Cultura do governo interino, Marcelo Calero, que ouviu berros de “golpista” do público, e o secretário do Audiovisual, Alfredo Bertini.
Numa coletiva de imprensa que durou quase duas horas, a equipe do filme foi questionada sobre o protesto feito no Festival de Cannes, em maio, ocasião em que empunharam cartazes contra o impeachment.
“O que me motivou foi um senso de cidadania”, disse Kleber. “A democracia ainda é a melhor forma de sociedade. Quando se quebra esse processo, a situação torna-se problemática. Fora do sistema democrático tem quem não o aceite. Foi um gesto, mais do que um ato.”
“Não sabíamos exatamente como faríamos [o ato], mas cada um vinha com esse pensamento individual. Foi um ato de democracia”, disse Sonia.

Folha.

Publicado por: Chico Gregorio


28/08/2016
08:57

A proposta de emenda 106/2015, que prevê o corte de 128 deputados e 27 senadores a partir da eleição de 2018, e que vem ganhando apoio nas redes sociais, pode garantir economia de ao menos R$1,3 bilhão aos cofres públicos só em gastos legais. Cada parlamentar federal custa, em média, R$166 mil por mês, entre salários, verba de gabinete, passagens aéreas, alimentação, combustível e até a famosa tapioca.

A PEC para diminuir o gasto com o Legislativo já recebeu quase meio milhão de assinaturas de apoio em consulta no site do próprio Senado.

O número de senadores passaria a dois, em vez dos três atuais, por Estado e pelo Distrito Federal. Os mandatos continuariam de oito anos.

Estados e DF elegeriam 385 deputados, em vez dos 513 atuais. Cada um elegeria mínimo de 6 e no máximo 53, a depender do eleitorado.

A proposta de reduzir a quantidade de parlamentares foi apresentada por mais de 30 senadores de todos os partidos, governo e oposição.

Cláudio Humberto

 

Publicado por: Chico Gregorio


28/08/2016
08:49

Com um calhamaço de provas, onde denuncia abuso e manipulação da concessão pública radiofônica Rádio Cabugi do Seridó, de propriedade do candidato Rodrigo Fernandes, A Coligação Mudar pra Melhorar ajuizou Ação visando responsabilização e consequente cassação dos Registros de Candidaturas de Anchieta e o próprio Rodrigo.

 

Anexados ao pedido, constam dezenas e dezenas de fatos colhidos em mais de 2 meses de gravações diuturnas, onde comprova o uso indevido do meio de comunicação social para favorecer seus candidatos e até o cúmulo de, por mais de uma vez, usar os microfones da citada emissora para pedir votos para os investigados Anchieta e Rodrigo.

 

O Pedido de cassação está amparado no art. 22 da Lei 64/90 e tem como réus Anchieta, Rodrigo, a própria Rádio, Agnelo Fernandes e Jocimar Dantas.

Fonte Barra Pesada.

Publicado por: Chico Gregorio


27/08/2016
10:10

A frase acima é do vereador Wilson B. Duarte da Silva (PMDB) e foi proferida durante discurso contra vagas reservadas aos negros no serviço público

vereador racismo rio grande do sul
Vereador Wilson B. Duarte da Silva (PMDB-RS)
 

Durante discussão na Câmara de Rio Grande (RS) de projeto acerca da reserva de 20% de vagas para pessoas autodeclaradas negras ou pardas a fim de ingressarem no serviço público municipal, o vereador Wilson B. Duarte da Silva (PMDB) constrangeu boa parte do público presente. De acordo com o parlamentar, “os negros querem se favorecer, isso que é racismo, afinal os negros já estão quase brancos, estão saindo com loira, polaca, estão comendo em restaurantes…”. Leia abaixo texto de Jailton de Freitas Neves, coordenador do Movimento Nacional Quilombo Raça e Classe, publicado n Jornal Agora.

“Na Sessão Plenária em que a pauta discutida na Câmara de Vereadores do Rio Grande/RS era o Projeto de Lei que dispõe sobre a reserva de 20% de vagas para autodeclarados negros e pardos para o ingresso no serviço público municipal. A Casa Legislativa estava amplamente ocupada por representantes de movimentos negros, coletivos, ONG’s, assim como cidadãs de diversos setores da sociedade riograndina, dentre as manifestações dos parlamentares, causou repúdio a todos presentes a fala do vereador Wilson B. Duarte da Silva (Kanelão), do PMD

O vereador Kanelão não se constrangeu em desqualificar a luta do Povo Negro entoando um discurso desrespeitoso àqueles que lutam por igualdade de oportunidades e contra toda forma de opressão: “Os negros querem se favorecer, isso que é racismo, afinal os negros já estão quase brancos, estão saindo com loira, polaca, estão comendo em restaurantes…”

Desprezando os índices estatísticos nacionais e a realidade de nossa periferia, assegurou que o povo negro não necessita de políticas públicas para inserção no mercado de trabalho, uma vez que já frequentam restaurantes, galgam posições e até casam-se com brancas (os). Para o Vereador, o alegado embranquecimento dos Negros da cidade do Rio Grande, respalda a posição contrária às ações afirmativas. Não é de espantar a posição do vereador Kanelão – como representante da burguesia – à defesa de seus interesses. Discurso de teor racista, que seguido de vaias, causou indignação a todos.

Dados divulgados pelo próprio governo demonstram que a mestiçagem racial não democratizou, de maneira alguma, as relações entre as “raças”. Isso simplesmente porque a riqueza do nosso País não foi “miscigenada”. Nos últimos dez anos dos governos do PT, os homicídios praticados contra jovens brancos diminuíram 33%, enquanto entre os jovens negros cresceu 23,4%. Os negros que representam 52% da população brasileira aparecem como 67% dos moradores das favelas. O número de 41.127 negros mortos, em 2012, e 14.928 brancos é um retrato cruel das diferenças raciais no Brasil e apenas apontam o estado emocional subjacente que vive cada pessoa e cada família negra brasileira.

Embora trabalhem tanto quanto os brancos, os negros recebem salários muito menores. Conforme a Síntese de Indicadores Sociais 2012, publicada pelo IBGE, enquanto um branco recebe em média 3,5 salários mínimos mensais, uma simples mudança no tom da pele derruba esse rendimento para 2,2 salários no Estado, o que representa uma diferença de 59%.

Como a dominação de classe, combinada à opressão racial, se manteve, o mito da democracia racial permanece até hoje como escudo ideológico dessa dominação/opressão. O Movimento Nacional Quilombo Raça e Classe repudia o discurso e atitude do vereador Kanelão e se coloca como alternativa na luta contra o racismo burguês e capitalista e na defesa dos trabalhadores (as) negros(as) do Rio Grande. Esta luta transcende as questões raciais, pois mostra ser uma luta de classe, que precisa ser combatida com todo vigor.”

Publicado por: Chico Gregorio


27/08/2016
09:57

Em depoimento perante o juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância em Curitiba, o ex-senador pelo PTB do Distrito Federal Gim Argello assumiu ter pedido doações eleitorais a executivos de empreiteiras envolvidas com os desvios na Petrobras, em 2014, mas disse que não tinha conhecimento do envolvimento destes com a petroleira estatal.

“Não sabia que eles eram envolvidos com Petrobras”, disse Argello, que à época era vice-presidente da Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) que investigava denúncias de irregularidades na Petrobras. “Eu pedi doação eleitoral dentro da lei”, afirmou o ex-senador. Ao final do depoimento, Argello emocionou-se perante o magistrado e chorou, ao dizer que não era desonesto.

Argello encontra-se preso preventivamente desde abril no Complexo Médico-Penal de Pinhais, no Paraná. Sua prisão foi autorizada após os procuradores da força-tarefa da Lava Jato terem colhido provas de que ele recebeu R$ 5 milhões em propina da empreiteira UTC Engenharia, conforme delação premiada do dirigente da empresa, Ricardo Pessoa.

Segundo Pessoa, Argello teria orientado que o dinheiro fosse pago na forma de doações eleitorais aos diretórios nacionais de quatro partidos: DEM (R$ 1,7 milhão), PR (R$ 1 milhão), PMN (R$1,15 milhão) e PRTB (R$1,15 milhão). Em 2014, as siglas integravam uma coligação com o PTB, partido pelo qual o ex-senador tentava a reeleição. Em troca, Argello agiria para evitar a intimação de executivos para depor na CPMI da Petrobras.

Publicado por: Chico Gregorio