14/09/2016
09:08

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Quatorze governadores do Norte e Nordeste devem decretar estado de calamidade pública nas finanças estaduais na próxima semana caso não seja acordada uma ajuda da União.

A decisão foi anunciada nesta terça-feira ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que recebeu os mandatários estaduais no fim da tarde desta terça-feira.

Os governadores pediram a antecipação de R$ 7 bilhões que viriam da repatriação de recursos não declarados no exterior como forma de compensar a perda de R$ 14 bilhões do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

“O [ministro da Fazenda, Henrique] Meirelles colocou que, na alçada dele, não é possível atender”, disse o governador do Piaúi, Wellington Dias (PT). Agora, os governadores buscarão uma agenda com o presidente Michel Temer porque, para Dias, “a decisão é política”.

A vontade dos governadores era ter se reunido com Temer ainda hoje, mas o presidente informou que não poderia atendê-los. “Na próxima semana vamos emitir nota ao país falando da realidade. Estamos em situação próxima a da Grécia e não querem entender”, disse Dias.

Depois da nota, será decretado o estado de calamidade, que respeitará especificidades de cada unidade federativa. “Não fechamos a porta para entendimento, mas não creio em solução”, prosseguiu o governador do Piauí.

A vontade dos governadores era ter se reunido com Temer ainda hoje, mas o presidente informou que não poderia atendê-los. “Na próxima semana vamos emitir nota ao país falando da realidade. Estamos em situação próxima a da Grécia e não querem entender”, disse Dias.

Depois da nota, será decretado o estado de calamidade, que respeitará especificidades de cada unidade federativa. “Não fechamos a porta para entendimento, mas não creio em solução”, prosseguiu o governador do Piauí.

Publicado por: Chico Gregorio


14/09/2016
08:58

Vereador do partido de Carlos Eduardo comemora cassação de aliado e fim do foro privilegiado para Henrique Alves O que está acontecendo no partido do Prefeito Carlos Eduardo, o PDT? O Vereador Ary Gomes, comemorou hoje nas suas redes sociais a cassação de Eduardo Cunha e dizendo que a vida do agora ex-deputado e do ex-ministro Henrique Alves ficou complicada sem foro privilegiado. Ele defende o fim do foro, mas com certeza sabe que o potiguar deixou de ser ministro e não conta mais com essa prerrogativa. Nos dois posts, o vereador coloca foto de Henrique. Será que Ary se lembrou que Henrique é o presidente do PMDB local? Que o PMDB é o maior aliado do prefeito ultimamente e indicou o candidato a vice-prefeito Alvaro Dias? Que Eduardo Cunha é amigo de Henrique, que é do PMDB?

No minimo esquisito as postagens do vereador.

Ary Gomes Ary Gomes1

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


14/09/2016
08:44

BRASILIA, DF, BRASIL, 12-09-2016, 21h00: O deputado Eduardo Cunha, se defende em sessao na Camara dos Deputados, que vai decidir se o seu mandato sera cassado. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)

FOLHA

Quem esteve com o ex-deputado Eduardo Cunha após a cassação diz que ele se diz “decepcionado” pelo feto de o Planalto não tê-lo ajudado. Numa conversa privada, disse a amigo que era “hora de agir”.

Diante dos recados que Cunha tem mandado ao Planalto, ministros de Temer afirmam que a cassação do peemedebista foi vista com “alívio e preocupação”. Interlocutores do presidente dizem ser “ruim” Cunha cair atirando na direção do governo.

No entanto, avaliam que seria muito pior ficar “refém” do ex-presidente da Câmara caso ele conseguisse adiar a sessão de cassação

Nas palavras de um assessor do presidente, só iria perdurar o “clima de indefinição” na Câmara dos Deputados, o que contribuiria para atrasar ainda mais votações de interesse do governo.

Agora, o discurso no Planalto é tratar o assunto como “página virada” e aproveitar que a pauta da Câmara ficará mais livre para votar temas como a criação do teto de gastos públicos, considerada essencial para a retomada da confiança na economia.

Internamente, Temer tem dito que nunca abandonou Cunha, mas que também não tinha condições de trabalhar para salvá-lo. Uma resposta às queixas do ex-aliado de que o presidente não fez nada por ele, o que pode sinalizar retaliações à vista.

PGR TEM RECEIO EM DELAÇÃO

Um dia após a cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), membros da PGR (Procuradoria-Geral da República) indicaram que devem endurecer as negociações de um eventual acordo de delação premiada do ex-presidente da Câmara dos Deputados.

A avaliação de procuradores ouvidos reservadamente pela Folha é de que tratativas com um dos principais alvos da Operação Lava Jato podem desgastar a imagem da PGR.

Com a cassação, Cunha perde foro privilegiado, e as ações a que responde no STF (Supremo Tribunal Federal) e demais investigações da Lava Jato devem seguir para a primeira instância.

Sob o risco de ser preso por ordem do juiz Sergio Moro, Cunha discutiu estratégias de defesa com seus advogados nesta terça-feira (13), entre elas a possibilidade de delatar. Publicamente, ele tem negado a possibilidade.

Na análise de integrantes da PGR, um acordo não seria positivo para a instituição neste momento, a não ser que Cunha apresente um grande volume de provas documentais, restitua o dinheiro que, segundo as investigações, desviou da Petrobras —mais de R$ 150 milhões, nas contas dos procuradores— e cumpra alguns anos de prisão em regime fechado.

Outro ponto que pesa contra o peemedebista são os sucessivos embates diretos travados entre ele e o procurador-geral, Rodrigo Janot.

Cunha admitiu em entrevista à Folha que “errou” ao “confrontá-lo exageradamente” e, na opinião de aliados, a declaração foi espécie de senha para que iniciasse conversas com a PGR.

 

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
20:01

Mauricio de Figueiredo Corrêa da Veiga. Foto: Divulgação

Com o impedimento da Presidente da República e a assunção de um novo governo, um assunto tem dominado as pautas. Trata-se da famigerada reforma trabalhista, que tem em um de seus pontos a prevalência do negociado sobre o legislado. O assunto é polêmico e fixado em reformas legislativas, sem se prestar a devida atenção para como o Supremo Tribunal Federal (STF) vem decidindo a questão.

No início do ano de 2015, o STF julgou o RE 590.415, que ficou nacionalmente conhecido como o “Caso BESC”. O Banco do Estado de Santa Catarina, antes de ser privatizado, firmou um acordo coletivo com o sindicato dos empregados em que constava uma cláusula de quitação geral. Isto é, o empregado que aderisse ao plano recebia indenização e estaria impedido de obter qualquer diferença em processo judicial trabalhista.

A questão chegou ao Tribunal Superior do Trabalho e, por apertada maioria, os Ministros entenderam que a cláusula de quitação era nula, eis que genérica, e que os empregados poderiam, sim, discutir judicialmente os valores das parcelas pagas para apuração de eventuais diferenças.

Mediante a interposição de recurso ao Supremo Tribunal Federal, o Banco conseguiu reverter a decisão, ficando assentado no STF, em célebre voto do Ministro Luís Roberto Barroso, que a cláusula era válida, tendo sido afirmado, em apertada síntese, que (i) a Constituição Federal prestigiou a autonomia coletiva da vontade como mecanismo pelo qual o trabalhador participará da formulação das normas que regerão a sua própria vida, inclusive no trabalho, bem como, que (ii) os acordos e convenções coletivas são instrumentos legítimos de prevenção de conflitos trabalhistas, podendo ser utilizados, inclusive, para redução de direitos trabalhistas.

Destaca-se no julgado a clareza mediante a qual se firmou a tese de que o sindicato é legalmente um legítimo representante dos empregados e suas decisões devem ser respeitadas. Parecia que o STF queria dar amplitude à decisão para que uma nova direção fosse dada aos litígios envolvendo instrumentos coletivos.

Como se tratava do primeiro caso decidido na Suprema Corte, sobre essa temática, o julgamento não repercutiu nas instâncias trabalhistas como deveria. Continuou-se, mesmo depois do posicionamento do STF, a se decidir que “os sindicatos não têm legitimidade de fato”, “acordo coletivo não pode diminuir direito, apenas aumentar” e outros argumentos nessa linha para anular cláusulas de instrumentos coletivos.

Outrossim, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) firmou entendimento no qual a negociação coletiva não abrange direitos assegurados por preceito de lei. Desta forma, tendo em vista que as horas in itinere estão asseguradas no artigo 58 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o seu não pagamento não poderia ser transacionado.

Agora, o Supremo Tribunal Federal decidiu inovar novamente. O STF publicou decisão hoje (dia 13 de setembro de 2016) no Diário de Justiça Eletrônico, da lavra do Ministro Teori Zavascki, que proveu um recurso extraordinário (RE 895.759) e reformou decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que havia anulado uma cláusula de acordo coletivo que excluía o pagamento das horas in itinere. No caso, o sindicato e a empresa haviam negociado essa exclusão em troca de outros benefícios mais vantajosos financeiramente aos empregados.

O ministro, nessa nova decisão, fazendo remissão ao caso BESC, ressaltou que “Não se constata, por outro lado, que o acordo coletivo em questão tenha extrapolado os limites da razoabilidade, uma vez que, embora tenha limitado direito legalmente previsto, concedeu outras vantagens em seu lugar, por meio de manifestação de vontade válida da entidade sindical.” Em outras e diretas palavras, assentou que deve se respeitar o negociado, mesmo que se limite direito legalmente previsto.

Enquanto a reforma trabalhista permanece estagnada no Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) assume legítimo protagonismo e corrobora a prevalência do negociado sobre o legislado. Essa é uma realidade que parece não se querer enxergar.

Tais decisões provocarão o amadurecimento dos entes sindicais, na medida em que os próprios trabalhadores representados pela categoria terão maior consciência na hora de eleger os seus representantes e decidir o seu futuro.

Mauricio de Figueiredo Corrêa da Veiga – Sócio do Corrêa da Veiga Advogados; Membro do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB); Conselheiro da OAB/DF.

Luciano Andrade Pinheiro – Sócio do Corrêa da Veiga Advogados; Professor universitário de Direito Autoral e Responsabilidade Civil.

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
19:40

Cida x Cartaxo

Nova pesquisa divulgada pelo instituto Datavox nesta segunda-feira (12) revela que o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, do PSD e a professora Cida Ramos, do PSB, continuam polarizando a disputa pela prefeitura de João Pessoa, Capital da Paraíba, que promete esquentar nesta retal final da campanha.

O resultado aponta Cartaxo com 48%, seguido da candidata do PSB, que já pontua com 27,2% das intenções de voto na Capital do Estado. Os dados são da pesquisa estimulada.

O professor Charlinton, do PT, tem 0,8% das intenções de voto. Já o candidato do PSOL, Vitor Hugo, aparece com 0,5%. Os indecisos somaram 13% e os brancos e nulos 10,5%.

Os dados revelam uma reviravolta em relação a última pesquisa Ibope divulgada no dia 24 de agosto, que apontava Luciano Cartaxo (PSD) com 52% contra 23% de Cida Ramos (PSB), caindo a diferença de 29 para 21 pontos percentuais entre os dois principais candidatos.

A pesquisa foi encomendada pelo portal PB Agora, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PB 08650/2016 no dia 06 de setembro. O portal é o primeiro no segmento apenas internet a trazer os números da campanha eleitoral na cidade.

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
19:31

Por: Blog do Gordinho

vitalO site ‘O Antagonista’, do jornalista Diogo Mainardi, sugeriu a renúncia do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho (PMDB), com base na delação do empreiteiro Léo Pinheiro.

Segundo a delação, Vitaliznho teria exigido ajuda financeira para sua campanha ao governo da Paraíba nas eleições de 2014.

Léo disse ter pago R$ 1 milhão para o diretório nacional do PMDB e R$ 1,5 milhão no caixa 2.

print-antagonista

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
19:24

 

Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, prestou depoimento hoje ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, em Curitiba (PR).

O empreiteiro disse ao juiz que foi extorquido por Gim Argello e Vital do Rego, ex-senador paraibano e atual ministro do Tribunal de Contas da União.

Foto: Montagem/ Paraíbaonline

Ele acrescentou, conforme a Rádio Estadão, que outras empresas do segmento também foram procuradas, como Engevix, Andrade Gutierrez, Odebrecht, UTC, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão.

Na sua fala, Pinheiro também trouxe para o meio da Lava Jato outro petista da linha de comando dos governos Lula e Dilma: Ricardo Berzoini.

*fonte: radioestadao

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
19:03

A juíza eleitoral de São Gonçalo do Amarante, Daniella Paraíso Guedes Pereira, determinou a imediata exclusão do blogue assinado por Leidismar Régis Gurgel, assessor parlamentar do vereador Alexandre Cavalcanti (PMDB), de uma suposta entrevista que o blogueiro-assessor teria feito com a secretária municipal de Assuntos Extraordinários, Mada Calado, em que ela faz críticas e acusações ao candidato Paulo Emídio, o Paulinho da Habitação, do PR.

De acordo com a sentença judicial, Leidismar terá de retirar todo o conteúdo não somente do blogue como também das redes sociais em que publicou a falsa entrevista. A pena para o descumprimento da ordem judicial é uma multa diária no valor de 5 mil reais.

A juíza Daniella Pereira acatou os argumentos da assessoria jurídica do candidato Paulinho da Habitação de que o blogueiro publicou uma entrevista que ele mesmo inventou e, portanto, sabidamente inverídica. Mada Calado jamais concedeu qualquer entrevista e já está representando o blogueiro judicialmente.

A juíza eleitoral também encaminhou os autos da representação ao Ministério Público e notificou o blogueiro Leidismar Régis Gurgel, que terá 48 horas para se defender e 24 horas para se pronunciar sobre o direito de resposta.

Assessoria Paulinho 22

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
18:49

Resultado de imagem para fotos do vereador de parnamirim clenio santos

O prefeito de Parnamirim, Maurício Marques, acaba de informar sobre a morte do vereador Clênio.

O vereador sofreu um acidente de carro em maio passado.

Eis a nota do prefeito:
Comunicado:
Foi com grande pesar, que nesta tarde (13), recebo a notícia do falecimento do vereador e amigo Clênio dos Santos, de 47 anos. Um homem íntegro, um vereador incansável na luta de ver uma cidade cada vez melhor de se viver e, acima de tudo, um homem de bem.
Clênio deixará uma lacuna em nossos corações. Um político exemplar, um marido e pai amoroso, que ficará em nossas lembranças por todo o trabalho desenvolvido em prol dos parnamirinenses.
Nesse momento de dor, me solidarizo com a família de nosso eterno Clênio e rogo ao Pai que conforte os seus familiares neste momento de dor.
PREFEITO MAURÍCIO MARQUES

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
18:36

Homem revela que encontrou alma três vezes, arrancou botija e ajudou espírito a sair do purgatório

Obs: A fotografia é meramente ilustrativa.
A imagem pode conter: planta, comida e atividades ao ar livre

O agricultor Osvaldo Brasiliano, natural da cidade de Cajazeiras revelou nesta sexta-feira (22), que há uns seis anos atrás viu uma ‘alma’ por três vezes. De acordo com o idoso, a visita foi para lhe dar uma botija (tesouro enterrado), que estava enterrada no sítio Serrote Branco dos Cartaxos.

Segundo o agricultor a alma pediu que ele arrancasse a botija, pois estava sofrendo muito. Osvaldo contou que resistiu por duas vezes, mas na terceira resolveu criar coragem e ir em busca do ‘prêmio’ do além.

Ele revelou que num dia de sexta-feira, após às 06:00 horas da noite se preparou e foi ao local indicado.

“Quase não arranco por que apareceu marmota de todo jeito, urubu, cachorro, gente atirando pedra. Foi difícil”.

Osvaldo Brasiliano informou que a botija, que estava dentro de um pote era dinheiro, mas as cédulas já estavam estragadas. “Tinha uma pratas, mas não era de ouro”.

De acordo com o agricultor, a alma já havia lhe avisado que não tinha dinheiro, mas precisava que alguém arrancasse o pote para que ela se salvasse. “Ela disse: ‘Jesus me deu permissão para você me ajudar’”.

O cajazeirense informou que levou duas velas bentas, fez um sinal da cruz e retirou o pote do local, e somente depois as coisas se acalmaram. “A alma também estava lá, mas depois sumiu”.

De acordo com o sertanejo, a mesma alma lhe disse que havia outra botija no local, onde estava cheia de ouro, mas não retornou para autorizá-lo a arrancar.

“Ela vem aí corre uma frieza na gente porque temos muito medo de alma. Quem ver uma alma de noite tem medo”. Disse Osvaldo.

O agricultor contou também, que a alma estava no purgatório e a botija enterrada lhe impedia de evoluir. “Quem enterra dinheiro fica penando. Procurei um padre e ele que me ensinou a levar as velas bentas”.

Fonte: Diário do Sertão.

 

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
18:23

Amanda Gurgel exige esclarecimentos sobre uso de terceirizadas na campanha eleitoral

Vereadora critica pedido coletivo de votos para a candidata Júlia Arruda (PDT)

Por: Agora RN

 

Amanda Gurgel cobrou na manhã de hoje explicações sobre as seguidas denúncias de utilização de empresas terceirizadas para empregar cabos eleitorais e o assédio aos funcionários e funcionárias de seus quadros em atividades de campanha de candidatos a reeleição. “Terceirização é a versão moderna do voto de cabresto dos coronéis, pois condiciona a estabilidade no emprego ao voto em um determinado candidato. É como legalizar a compra de votos com a distribuição de cadeira de rodas, por exemplo”, disse.

Segundo a vereadora, a terceirização estimula contrários precários, instabilidade empregatícia e a promiscuidade entre o ente público e privado. “Não apoio nem incentivo a terceirização, mas não posso admitir o desrespeito aos direitos trabalhistas e o assédio moral as terceirizadas”, afirmou. “Esta reunião feriu a impessoalidade e moralidade da administração pública”, enfatizou.

Entenda o caso
A secretária municipal de educação Justina Iva realizou há uma semana um encontro com centenas de trabalhadores e trabalhadoras terceirizados da educação com a intenção de organizar um pedido coletivo de votos para a candidata Júlia Arruda (PDT). O evento contou com a presença de Carlos Eduardo (PDT), atual prefeito e candidato a reeleição, e do deputado estadual Álvaro Dias (PMDB).

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
18:19

 

Parlamentares do PT, Rede e PCdoB protocolaram, nesta terça-feira (13), na Procuradoria-Geral da República (PGR), uma representação contra o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e a advogada-geral da União, Grace Mendonça. O grupo pede que o Ministério Público apure as declarações do ex-advogado-geral da União Fábio Medina Osório, exonerado na última sexta-feira (9), à revista “Veja”, de que teria sido demitido porque o governo estaria querendo abafar a operação Lava Jato.

Na entrevista, Medina disse que pretendia mover ações de ressarcimento de dinheiro desviado por políticos, alguns da base do governo, e que Padilha o teria orientado a ficar fora da Lava Jato. Ele também afirmou que a hoje advogada-geral da União teria contribuído para atrasar seu acesso aos inquéritos da Lava Jato, enviados pelo Supremo Tribunal Federal, com a desculpa de que o órgão não teria um HD para copiar os documentos.

Segundo a senadora Fátima Bezerra, a iniciativa de abafar a operação Lava Jato já derrubou dois ministros do governo. O primeiro foi o senador Romero Jucá, ex-ministro do Planejamento, que foi flagrado em uma gravação com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado dizendo que tinham que tirar a presidenta Dilma do governo para barrar a Lava Jato. “Agora, temos essa gravíssima denúncia do ex-advogado-geral da União. Esperamos que o Ministério Público realize essa investigação com toda rigorosidade e seriedade. A conduta do ministro Eliseu Padilha é inaceitável. É uma atitude condenável”, disse.

Além de Fátima Bezerra, assinaram a representação os senadores Humberto Costa (PT-PE), Gleisi Hoffman (PT-PR), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Lindbergh Farias (PT-RJ), Ângela Portela (PT-RR), Paulo Rocha (PT-PA), Jorge Viana (PT-AC), José Pimentel (PT-CE), Regina Sousa (PT-PI), Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), Paulo Paim (PT-RS), Roberto Requião (PMDB-PR) e pelo líder do PT na Câmara, Afonso Florence (BA).

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
18:15

Vendas do varejo potiguar caem 14,1% em julho, o maior tombo mensal da história

RN já conta 13 meses seguidos de queda nas vendas

Por Agora RN

 

As vendas do Comércio Varejista Ampliado potiguar registraram, em julho, queda de 14,1% em relação a igual período do ano passado. Com isso, o acumulado do primeiro semestre de 2016 no estado já mostra uma queda de 10,9% percentual muito acima dos 2,01% de queda registrados no período de janeiro a julho de 2015. A retração acumulada ao longo de 2016 já representa quase o dobro daquela registrada ao longo de todo o ano passado (-5,9%).

Com mais este resultado negativo, o RN já conta 13 meses seguidos de queda nas vendas. O número de julho também confirmou dois novos recordes: foi o maior percentual de queda para um único mês e, também, a primeira vez, desde o início da série histórica do IBGE (em 2005) que o comércio do Estado registra 13 meses seguidos de vendas em declínio.

Os números foram divulgados na manhã desta terça-feira, 13, pelo IBGE, e reforçam o momento delicado pelo qual o setor de comércio do RN, um dos mais importantes da economia potiguar, está passando.

“Felizmente temos começado a enxergar, desde o início de agosto, alguns indicadores, no plano nacional, que apontam para recuperação da nossa economia. Mas está muito claro que estamos batendo no fundo do poço. Treze meses seguidos de queda nas vendas e um acumulado de quase 11% em perdas somente este ano é realmente um cenário extremo”, afirma o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN, Marcelo Queiroz.

O recorde histórico negativo para as vendas registrado em julho é apontado pelo presidente da Fecomércio RN como consequência de todo um contexto econômico. “Temos hoje um cenário com juros nas alturas, endividamento atingindo mais de 60% das famílias e cerca de 58 milhões de pessoas inadimplentes. Claro que é ambiente extremamente inóspito para o comércio. Tudo isto explica este recorde negativo”, diz ele.

O presidente faz questão de reafirmar que há sinais – ainda tímidos – de que a crise econômica começa a perder força (ele cita a redução das taxas inflacionárias e sinalizações de novos investimentos e de estabilização no mercado de trabalho). Segundo Queiroz, a expectativa é que os próximos meses sejam de quedas menos acentuadas nas vendas. “No entanto, dificilmente teremos um ano de 2016 que consiga, pelo menos, se igualar a 2015, que já foi ruim. Infelizmente, está claro que teremos este ano o pior desempenho do varejo potiguar na série histórica”, afirma Marcelo Queiroz.

 Segmentos

A exemplo do que aconteceu em junho, todos os segmentos do varejo registraram queda nas vendas. As maiores foram verificadas em Veículos (-20%); Livros, Jornais e Revistas (-18,6%); Equipamentos e Materiais para Escritório e Informática (-12,9%) e Móveis (-12,8%).

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
10:06

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A consultoria de risco político Eurasia analisa que o governo Michel temer corre um “grande risco” com a perspectiva de cassação do deputado afastado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cuja sessão de votação pela perda do mandato será realizada na noite desta segunda-feira (12). O risco, segundo a Eurasia, está na possibilidade de Cunha, uma vez cassado, negociar uma delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato, o que derrubaria as bases do governo do peemedebista.

Segundo os analistas Christopher Garman, João Augusto de Castro Neves e Filipe Gruppelli Carvalho, o parlamentar mentiu sobre o fato de não receber propinas originárias de desvios na Petrobras, mas também de ter negado possuir contas no exterior. O relatório da Eurasia destaca, ainda, que Cunha protelou ao máximo o processo sobre sua cassação, além de ter deflagrado o impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff “para tirar atenção de seus próprios problemas legais”. Em maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) destituiu o parlamentar da presidência da Câmara.

Para a Eurasia, os aliados de Cunha deverão tentar novas manobras para tentar impedir a votação, apesar de considerar pequena a chance de sucesso. Ainda segundo a consultoria, a cassação de Cunha poderá colocar o governo Temer em uma situação complicada, já que ele poderá firmar um acordo de delação premiada.

“O medo entre líderes partidários é que Cunha possa implicar ministros do governo Temer ou mesmo o próprio presidente em um esforço desesperado para reduzir sua sentença”, diz a consultoria. O fator Cunha é um dos principais pontos considerados pela Eurasia para manter em 20% as chances de Temer não conseguir concluir o mandato.

Publicado por: Chico Gregorio


13/09/2016
09:48

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A senadora Fátima Bezerra comemorou, nesta segunda-feira (12), a aprovação do Projeto de Lei da Câmara nº 210/2015, que prevê benefícios trabalhistas e sociais para os agentes comunitários de saúde e para os agentes de combate a endemias. Entre os benefícios aprovados, está a preferência no Minha Casa Minha Vida, o reconhecimento do tempo de serviço para aposentadoria, o adicional de insalubridade e o piso salarial.

“Essas duas categorias exercem um papel muito importante na saúde preventiva do nosso País. O projeto garante maior segurança para os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, a exemplo de outros trabalhadores, dando continuidade à luta pela valorização, pelo respeito, tanto do ponto de vista salarial, como do ponto de vista profissional”, declarou.

Fátima Bezerra foi relatora da emenda constitucional 63, aprovada em 2010, que estabeleceu o plano de carreira e o piso salarial profissional nacional para os agentes. Também trabalhou pela aprovação do Projeto de Lei 7495/ 2006, que regulamentou o piso dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e de Combate às Endemias (ACE). O projeto aprovado hoje atualiza as legislações desses profissionais.
A matéria segue para sanção presidencial.

Publicado por: Chico Gregorio