18/10/2016
10:02

O fenômeno climático La Niña já começa a se configurar no Pacífico, e a partir do início da próxima primavera deve ser tão prejudicial para a agricultura quanto seu predecessor, El Niño (2015/16). É o que dizem os meteorologistas da Climatempo, apontando que haverá secas no Sul e aumento das chuvas no Norte e Nordeste, por conta de mudanças significativas nos padrões de precipitação e temperatura ao redor da Terra.
“La Niña é a fase fria de um fenômeno atmosférico-oceânico. Ela é caracterizada pelo esfriamento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical”, explica a meteorologista Bianca Lobo. Segundo ela, este fenômeno altera toda circulação de umidade e calor ao redor do globo, alterando ou potencializando características normais das estações do ano.
A alternativa para os produtores rurais é planejar melhor seus períodos de plantio: “As regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ter temperaturas de normal a ligeiramente acima da média, ou seja, bem mais ameno do que nos últimos dois anos. Já o Norte e Nordeste devem estar mais quentes, mas em relação ao ano anterior será mais ameno também”, pontua o meteorologista da Climatempo, Alexandre Nascimento.
O especialista projeta que La Niña já esteja presente no Brasil a partir do próximo mês de outubro, permanecendo ao longo de 2017. “Pode haver seca no Sul, mas só no período de inverno/primavera”, destaca Nascimento. Com isso, a região pode sofrer grandes prejuízos no trigo, soja e arroz – suas culturas exponenciais.
Já nas regiões Norte e Nordeste as chuvas acima da normalidade devem prejudicar a cana-de-açúcar, principal produto da região, além da soja, algodão, caju, uvas finas, manga, melão e acerola, mandioca, milho e arroz.

Fonte: Agrolink

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2016
09:50

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu ao pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e autorizou a Polícia Federal a analisar vídeos do transporte de documentos da CPI dos Correios para o arquivo do Senado, em maio deste ano.

A decisão faz parte do inquérito contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que apura se o tucano participou de uma suposta maquiagem nos dados sobre o Banco Rural enviados ao colegiado em 2005.

No mesmo dia em que o inquérito sobre Aécio foi aberto, em 3 de maio, servidores do Senado transportaram documentos de uma sala da CPI para a Coordenação de Arquivo do Senado.

Uma semana depois, o Senado divulgou nota informando que o transporte dos documentos partiu de um pedido do gabinete do tucano. Aécio alegou que estava colhendo elementos para apresentar a sua defesa no Supremo. Foram transportadas 46 das quase 1.000 caixas que compõem o acervo da CPI.

O objetivo dos investigadores da PF é analisar os vídeos para identificar o servidor responsável por levar as caixas e o itinerário pelo qual passou o carrinho com documentos da CPI.

Mendes também mandou que sejam comparados os números das caixas transportadas com os que foram pedidos no ofício encaminhado por Aécio pedindo acesso aos documentos, além de que o Banco Rural apresente cópias de todos os documentos encaminhados a CPI.A decisão do ministro do STF é do dia 4 de outubro, mas só foi publicada hoje.

A denúncia contra Aécio é fruto do acordo de delação premiada do senador cassado Delcídio Amaral, que foi o presidente da CPI dos Correios, ativa entre 2005 e 2006.

Segundo Delcídio, Aécio tentou, por intermédio de outras pessoas, convencê-lo a prorrogar o prazo de entrega de documentos do Rural à CPI como pretexto de que, se não fosse assim, o banco não teria tempo de atender às ordens da comissão.

Na decisão de hoje, Gilmar também formalizou a situação de Delcídio como investigado.

Em seu depoimento, Delcídio disse que um dos interlocutores de Aécio teria sido o hoje prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que na época era deputado federal pelo PSDB, também um dos alvos do inquérito, junto com Clésio de Andrade.

“Que os dados atingiriam em cheio a pessoas de Aécio Neves e Clésio Andrade, governador e vice-governador de Minas Gerais”, disse Delcídio em sua delação.

Além deles, Delcídio citou ainda o deputado Carlos Sampaio, afirmando que ele sabia da tentativa de maquiar os dados, porém ele não é investigado no STF.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2016
09:47

Agripino foto Pedro França Agência Senado

A Advocacia Geral da União (AGU) do governo de Michel Temer pediu ao Supremo Tribunal Federal a suspensão do andamento de todos os processos e decisões judiciais sobre a concessão para operar de rádio e televisão a empresas (e sua renovação) que tenham parlamentares como sócios até o julgamento do tema pela corte.

Uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) sobre o caso foi apresentada pelo PSOL em dezembro passado, pedindo que o Supremo declare a concessão para políticos inconstitucional.

No final do ano passado, 40 parlamentares tinham concessões, entre eles, Aécio Neves (MG), Edison Lobão, José Agripino Maia, Fernando Collor, Jader Barbalho, Tasso Jereissati e o hoje ministro Sarney Filho.

Publicado por: Chico Gregorio


18/10/2016
09:41

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Após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgar os valores que foram utilizados pelos candidatos durante a campanha eleitoral de 2016, o juiz de Direito Herval Sampaio, que atua no município de Mossoró, interior do Rio Grande do Norte, fez duras críticas através do Twitter.

Para ele, as prestações de contas feitas pelos candidatos não são válidas, mas acabam sendo aceitas pelo Tribunal. “Faz tempo que digo que os candidatos fingem que prestam contas e a Justiça Eleitoral finge que as julga, sendo tudo isso um teatro do qual eu não quis ser ator”, disparou.

Nas eleições municipais de Mossoró neste ano, a ex-prefeita e ex-governadora do Estado, Rosalba Ciarlini, foi eleita para mais quatro anos de mandato a frente do município, onde substituirá Francisco José Júnior, conhecido como Silveirinha.

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
20:11

 

Comissão Especial do Impeachment 2016 (CEI2016)

À mesa, Presidente Eventual senador Raimundo Lira (PMDB-PB).

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

No dia 13 de outubro o senador paraibano, Raimundo Lira, enviou um ofício ao gabinete do Ministro das Cidades, Bruno Cavalcanti de Araújo. O objetivo do senador era lembrar as promessas não cumpridas do ministro e colocar alguns pingos nos is.

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O principal assunto do documento era relatar as datas em que foram prometidas as liberações de recursos para o Viaduto Eduardo Campos (Viaduto do Geisel), que complementariam as segunda e terceira medição. As datas acordadas não foram cumpridas e o fato foi apontado no ofício.

No documento o senador do PMDB ainda afirma que é inverdade a afirmação de uma animosidade partindo do governador Ricardo Coutinho com o Ministro das Cidades.

Com um perfil conciliador, Lira ainda explica ao ministro que na Paraíba a leitura da não  liberação dos recursos é desfavorável: “Apesar de não acreditar nessa hipótese, há uma conclusão no estado da Paraíba de que está havendo uma retaliação político/administrativa”, cita Lira no documento.

O último acordo entre o ministro e o senador, que a liberação dos recursos aconteceriam durante a visita de Bruno ao estado, que deve acontecer ainda no mês de outubro. Aguardemos.

 

Fonte: Polêmica Paraíba

 

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
19:51

Uma ação do Ministério Público Federal (MPF) em Caicó resultou na condenação da Faculdade Integrada do Brasil (Faibra) a pagar os danos materiais e morais pelos cursos irregulares que oferecia no Município de Tenente Laurentino Cruz, localizada a 230km de Natal. Apesar do que era anunciado pelas instituições responsáveis (a mantenedora da Faibra, a Associação Educacional Cristã do Brasil – AECB, e seu parceiro local: o Instituto Educacional de Menezes Ltda.), tais cursos não poderiam ser utilizados para obtenção do diploma em Pedagogia.

As instituições, irregularmente, ofereciam supostos cursos de “extensão universitária” e “aperfeiçoamento” (totalizando oito módulos, com duração de um semestre cada) sob a promessa de que ao final os alunos obteriam o diploma de Pedagogia pela Faibra, ficando pendente para isso apenas o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Porém o credenciamento da faculdade junto ao Ministério da Educação (MEC) permite a realização de cursos exclusivamente na capital do Piauí, Teresina. O Instituto Educacional de Menezes, por sua vez, não possui sequer credenciamento junto ao MEC.

A ação do MPF – assinada pelo procurador da República Bruno Lamenha – comprovou que o material promocional do curso o apresentava como sendo de “extensão universitária”, o que não condiz com as regras do MEC. Alunas confirmaram que o compromisso da instituição era promover o aproveitamento de todos os módulos para conferir a graduação em Pedagogia.

A sentença, do juiz federal Arnaldo Pereira, determina o ressarcimento dos danos materiais individualmente sofridos pelos alunos (matrícula, taxas e mensalidades), além do dano moral coletivo (fixado em R$ 20 mil), já que os estudantes “tiveram frustrada a expectativa de obtenção do diploma, frequentando um mero curso livre, o qual não lhes propiciará habilitação ao exercício da profissão almejada”. Da decisão ainda cabem recursos.

Por não atender aos requisitos legais, o curso ofertado poderia, no máximo, ser considerado um “curso livre”, não podendo a entidade emitir diplomas de graduação ou certificado de conclusão de pós-graduação lato sensu, mas apenas certificado de participação. Em dezembro de 2015, uma liminar concedida ao MPF já havia determinado a suspensão dos cursos. A ação tramita na Justiça Federal sob o número 0800476-18.2015.4.05.8402.

http://www.mpf.mp.br/rn/sala-de-imprensa/noticias-rn/mpf-rn-faculdade-e-condenada-a-pagar-danos-materiais-e-morais-a-alunos

MPF-RN

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
19:20

 

1

Incêndio foi deflagrado no último 7 de outubro
 

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) publicou relatório de danos do incêndio que castigou a Mata do Pilão, inserida na reserva ambiental da Área de Proteção Ambiental Estadual (APA) Piquiri-Una. Segundo informações do relatório, que pode ser visto no fim da matéria, o trecho que sofreu danos da Mata Atlântica corresponde a 30,69 hectares, o equivalente a 30 campos de futebol.

Ainda de acordo com o documento da Semarh, a conclusão é de que não há espécies endêmicas ou em risco de extinção, e que “grande parte dos exemplares foram preservados ou possuem grandes probabilidades de recuperação”.

Em virtude da grande atividade no plantio de cana-de-açúcar na região e áreas de pasto, o relatório também recomenda a monitoração dessas ações, uma vez que se utilizam do fogo para serem realizadas, o que potencialmente acarretaria em um novo incêndio. Além disso, através de imagens de satélite e GPS, descobriu-se a existência de ocupações irregulares na Mata Atlântica, o que ficará a cargo do Instituto de Defesa do Meio Ambiente (IDEMA) para resolver.

Por fim, o relatório apresenta encaminhamentos do que será feito a seguir. Dentre as ordens, estão a formação de um Grupo de Trabalho intergovernamental (Corpo de Bombeiros, Defesa Civil) para apuração das causas do incêndio e um levantamento de projetos existentes em recuperação de áreas degradadas no Idema, Semarh e demais instituições do ensino superior.

Relatório da Semarh acerca do incêndio na Mata do Pilão.

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
19:15

 

1

Natal ocupa a quinta colocação entre todas as capitais do Brasil
 

Apesar de contar com apenas 15,7% da oferta de crédito para uma população que representa 27,4% do País, a região Nordeste – representada nesse estudo por suas capitais, registrou uma elevada parcela de famílias endividadas em junho deste ano. Em grande parte, esse resultado pode ser explicado pelo alto índice de empréstimos informais.

Natal (RN) apresentou a maior proporção de famílias endividadas (76%) no período, ocupando a quinta colocação entre todas as capitais do Brasil. Outras seis capitais nordestinas também apresentaram taxas acima da média nacional (58%): Recife/PE (70%), João Pessoa/PB (70%), São Luís/MA (70%), Aracaju/SE (68%), Fortaleza/CE (64%) e Maceió/AL (59%). Somente Teresina/PI (53%) e Salvador/BA (52%) ficaram abaixo da média das capitais brasileiras.

Os dados compõem a pesquisa Radiografia do Crédito e do Endividamento das Famílias Brasileiras, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). A análise contempla dados de 2013 ao primeiro semestre de 2016 com base em informações do Banco Central do Brasil, do IBGE e da CNC.

Em junho deste ano, a média nacional de renda mensal comprometida com dívida foi de 31%. A capital do Piauí registrou a terceira maior proporção do País, com 41%. Nos últimos quatro anos, Teresina apresentou taxa acima da média nacional e esteve entre as cinco maiores do Brasil. Natal também ficou acima da média nacional com 36%.

Completam a lista: Salvador/BA (31%) – mesma média nacional -, São Luís/MA (29%), Fortaleza/CE (28%), Recife/PE (23%), Aracaju/SE (14%) e João Pessoa/PB (13%) – as duas menores taxas em âmbito nacional – registraram valores abaixo do padrão brasileiro, mostrando a assimetria entre as capitais do Nordeste.

Ainda em junho de 2016, cinco capitais da região Nordeste figuraram entre as cinco menores médias mensais de dívida por família: João Pessoa/PB (R$ 612), Maceió/AL (R$ 747), Aracaju/SE (R$ 784), Fortaleza/CE (R$ 992) e São Luís/MA (R$ 1.056). Já Teresina/PI (R$ 1.736), Natal/RN (R$ 1.462), Recife/PE (R$ 1.333) e Salvador/BA (R$ 1.058) apresentaram as maiores médias da região. Vale ressaltar que a média nacional mensal de dívida por família foi de R$ 1.569.

Com relação ao percentual de famílias com dívidas em atraso, o destaque foi São Luís/MA, que apresentou elevação de 5 pontos porcentuais ao passar de 28% em dezembro de 2015 para 33% em junho de 2016. Outras três capitais nordestinas também apresentaram elevadas taxas de dívidas em atraso, acima da média nacional (23%): Maceió/AL (31%), Recife/PE (31%) e Natal/RN (27%). Já Salvador/BA (22%), Aracaju/SE (20%), Teresina/PI (17%) e João Pessoa/PB (10%) ficaram abaixo da média das capitais. Fortaleza ficou dentro da média com 23%.

Região Nordeste (Junho de 2016)

1 – Número de famílias endividadas (percentual)
Natal/RN – 196.496 (76%)
Recife/PE – 354.709 (70%)
João Pessoa/PB – 168.984 (70%)
São Luís/MA – 207.998 (70%)
Aracaju/SE – 129.654 (68%)
Fortaleza/CE – 484.723 (64%)
Maceió/AL – 177.850 (59%)
Teresina/PI – 123.822 (53%)
Salvador/BA – 491.053 (52%)

2 – Parcela da renda mensal comprometida com dívidas
Teresina/PI – 41%
Natal/RN – 36%
Salvador/BA – 31%
São Luís/MA – 29%
Fortaleza/CE – 28%
Maceió/AL – 27%
Recife/PE – 23%
Aracaju/SE – 14%
João Pessoa/PB – 13%

3 – Valor médio de dívida por família
Teresina/PI – R$ 1.736
Natal/RN – R$ 1.462
Recife/PE – R$ 1.333
Salvador/BA – R$ 1.058
São Luís/MA – R$ 1.056
Fortaleza/CE – R$ 992
Aracaju/SE – R$ 784
Maceió/AL – R$ 747
João Pessoa/PB – R$ 612

4 – Percentual de famílias com dívidas em atraso
São Luís/MA – 33%
Maceió/AL – 31%
Recife/PE – 31%
Natal/RN – 27%
Fortaleza/CE – 23%
Salvador/BA – 22%
Aracaju/SE – 20%
Teresina/PI – 17%
João Pessoa/PB – 10%

5 – Número de famílias
Salvador/BA – 952.598
Fortaleza/CE – 760.755
Recife/PE – 504.593
Maceió/AL – 303.301
São Luís/MA – 297.897
Natal/RN – 259.195
João Pessoa/PB – 240.949
Teresina/PI – 233.529
Aracaju/SE – 191.675

6 – Renda Média (R$)
Recife/PE – 5.785
Aracaju/SE – 5.756
João Pessoa/PB – 4.606
Teresina/PI – 4.284
Natal/RN – 4.115
São Luís/MA – 3.676
Fortaleza/CE – 3.528
Salvador/BA – 3.403
Maceió/AL – 2.771

7 – Massa de rendimentos (R$)
Salvador/BA – 3.242.009.960
Recife/PE – 2.919.264.572
Fortaleza/CE – 2.683.649.438
João Pessoa/PB – 1.109.787.461
Aracaju/SE – 1.103.265.010
São Luís/MA – 1.095.037.907
Natal/RN – 1.066.545.287
Teresina/PI – 1.000.342.294
Maceió/AL – 840.485.293

8 – Participação da massa de rendimentos no total Brasil (%)
Salvador/BA – 1,8%
Recife/PE – 1,7%
Fortaleza/CE – 1,5%
Teresina/PI – 0,6%
Aracaju/SE – 0,6%
João Pessoa/PB – 0,6%
Natal/RN – 0,6%
São Luís/MA – 0,6%
Maceió/AL – 0,5%

Reprodução das informações do Portal N10

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
10:36

Fotos Ouro Branco Notícias.

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
10:31

Os donos das redes dos grandes supermercados de Natal estão comemorando a decisão da juíza Andréa Régia Leite Holanda Macedo Heronildes, da 19° Vara Civil de Natal, que atendendo ao pedido Ação Civil Pública da promotora de Meio Ambiente Gilka da Mata, determinou ontem o fechamento da Ceasa em 72 horas.


Com o fechamento da Ceasa todo abastecimento de Hortifrutigranjeiros de Natal ficará comprometido.
A promotora de Meio Ambiente Gilka da Mata fundamentou seu pleito alegando irregularidades ambientais nas atividades da Ceasa.

A Ceasa é quem abastece os pequenos comerciantes donos de quitandas, mercearias e mercadinhos de bairros. Com o fechamento da Ceasa, os pequenos comerciantes não terão onde comprar e reporem seus produtos, diante disso o consumidor terá que obrigatoriamente comprar hortifrutigranjeiros em supermercados que por sua vez compram diretamente aos grandes produtores.

Com a decisão da juíza atendendo pedido da promotora, os donos dos grandes supermercados estão vivendo um momento de conquistas.

Para completar o sonho dos supermercadistas, basta criar mais dificuldades para o funcionamento da feiras livres, fazendo isso os supermercados vão controlar 100% do comercio de hortifrutigranjeiros em Natal.

Não se pode fechar uma central de abastecimento ser ter uma alternativa imediata, a não ser que essa alternativa propositalmente seja os supermercados que passaram a controlarem os preços dos produtos em detrimento a livre concorrência que é saudável e necessária para o consumidor..

O terreno onde funciona a Ceasa é a área mais cobiçada pelos grandes empresários do mercado imobiliário. 

Abram os olhos!!

Esperamos que o Tribunal de Justiça suspenda tal decisão. 

Fonte Renato Dantas.

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
10:15

Em entrevista hoje a imprensa caicoense,   vice-prefeito  eleito de  Natal,   Álvaro Dias (PMDB)  deixou claro que as derrotas eleitorais de Henrique Alves em 2014 no RN,    as  vitórias de Valdir da Ambulância em Jucurutu, e de Batata em Caicó, não  serviram de  nenhum  ensinamento para  a classe política especialmente para ele.

Na entrevista, o deputado deixou claro que agora abre mão do mandato de deputado estadual, entregando o cargo  para a suplente de Mossoró, Larissa Rosado, é,  caso o prefeito Carlos Eduardo, renuncie ao mandato em 2018,  para concorrer ao mandato de governador, ele, Álvaro  assume a prefeitura de Natal.

Mas  se  Carlos Eduardo decidir cumprir o mandato até o final, por sinal , essa foi uma das promessas do prefeito a população de Natal, o vice prefeito Álvaro Dias, disse que renuncia ao mandato de vice prefeito, volta para Caicó, será novamente candidato a deputado estadual, cargo que agora em 2016, ele largou para ser vice prefeito.

Será que Álvaro imagina que poder subestimar dessa maneira a inteligência do eleitorado seridoense? Você abre mão de um mandato de deputado para ser vice prefeito de Natal, prejudicando a região do Seridó, cedendo poder e prestígio para a cidade de Mossoró, dois anos depois, se não assumindo a  prefeitura , quer novamente um cargo que abdicou?

 

Resultado de imagem para fotos deputado alvaro dias com henrique alves

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
09:46

Michel Temer FOTO: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Da Exame.com:

A chamada “Bolsa Empresário”, série de subsídios e desonerações tributárias concedidas pelo governo às indústrias, deve custar 224 bilhões de reais em 2017. A informação foi publicada neste domingo (16) pelo jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com o jornal, que analisou a proposta de Orçamento para 2017 enviada pelo governo ao Congresso, a “Bolsa Empresário” foi poupada das medidas do presidente Michel Temer e de sua equipe para ajustar as contas do país.

Os 224 bilhões de reais dos programas de subsídio e desonerações ao setor produtivo equivaleriam, diz a Folha, aos gastos realizados pela ex-presidente Dilma Rousseffcorrigidos pela inflação.

A cifra também é bem maior que o valor que será destinado em 2017 ao Bolsa Família, de 29,7 bilhões de reais, e aos investimentos em educação e saúde, de 33,7 bilhões de reais e 94,9 bilhões de reais, nesta ordem.

PEC do teto

Os valores destinados a esses programas poderão ter de ser reduzidos caso seja aprovada a proposta de emenda à Constituição 241, conhecida como PEC do teto, que limita os gastos públicos à inflação do ano anterior por 20 anos. Veja seis respostas sobre a proposta.

A postura mais cautelosa do governo Temer em relação aos subsídios à indústria, segundo o secretário de acompanhamento econômico da Fazenda, Mansueto Almeida, visa evitar romper contratos e, com isso, piorar a recessão no país.

É preciso lembrar ainda que o setor produtivo tem apoiado fortemente o governo do presidente Michel Temer e a proposta de ajuste fiscal. Mas a retirada dos benefícios está na agenda do governo, já que eles pesam no Orçamento e envolvem contratos de longo prazo.

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
09:36

Agência O Globo

O presidente Michel Temer ainda não cumpriu a promessa de reduzir os cargos no governo federal. Segundo dados do Portal da Transparência, o número total de cargos de confiança e funções gratificadas aumentou nos meses de governo interino, passando de 107.121, em maio, para 108.514 em 31 de agosto, dia em que o impeachment foi finalizado e data da última atualização do banco de dados público.

Segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, esse aumento é resultado do processo de reformulação das equipes do novo governo, com remanejamentos, demissões e contratações. Questionada sobre o número de exonerações e nomeações nesse período, a pasta informou que não divulgaria um balanço parcial.

Na última segunda-feira, foi publicada uma lei que extingue 10,4 mil cargos de chefia no governo federal que podiam ser ocupados por qualquer pessoa indicada e os substitui por gratificações que só podem ser dadas a funcionários públicos de carreira.

 

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
09:30

Por Heilysmar Lima

ABC goleia Guarani no Frasqueirão e coloca um pé na decisão da Série C

O ABC está perto da decisão da Série C do Campeonato Brasileiro. Na noite deste domingo (16), o Alvinegro atropelou o Guarani-SP por 4 a 0 no estádio Frasqueirão, em Natal, na primeira partida da semifinal da competição. Os gols foram marcados por Jones, duas vezes, e Lúcio Flávio, em duas cobranças de faltas.

Com o resultado, o time potiguar precisa apenas de um empate para carimbar o passaporte para a final da Terceirona. O Alvinegro pode perder por três gols de diferença que fica com a vaga. Um novo 4 a 0 leva a disputa para os pênaltis.

O ABC ainda pode ser derrotado por quatro gols desde que marque. O time de Ponta Negra só fica fora se perder por cinco ou mais gols de diferença.

A partida da volta está agendada para o próximo domingo (23), às 20 horas (horário de Natal. O duelo será no estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP).

 

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2016
09:26

Política adotada pelos governos de Lula e Dilma, com taxas de juros mais baixas, foi deixada para trás após posse do peemedebista Michel bb

Bancos públicos foram na contramão da concorrência e ajustaram gradualmente o juro cobrado dos clientes nos últimos meses. O movimento foi suficiente para mudar radicalmente o ranking do crédito do Banco Central. Se no passado recente Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal operavam os juros mais baixos, agora as duas instituições já cobram algumas das maiores taxas. Entre os cinco grandes, o BB tem o maior juro no financiamento de veículos e a Caixa opera o segundo maior no crédito rotativo do cartão de crédito.

Após o estouro da crise em 2008, bancos estatais foram protagonistas quando os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff incentivaram o consumo via queda de juros. O plano, porém, mudou. No ano passado – ainda no governo Dilma – os dois bancos federais começaram a elevar lentamente os juros em reação à subida da taxa Selic e diante de necessidade de melhorar a estrutura de capital, como revelou o Estado no início do ano.

Com a chegada de Michel Temer ao Palácio do Planalto, o movimento ganhou velocidade. Em maio, o peemedebista indicou Paulo Caffarelli para a presidência do BB e Gilberto Occhi para a Caixa. Sob o novo comando, os dois bancos adotaram o discurso de recompor receitas para recuperar a rentabilidade perdida nos anos de ação mais agressiva. Pouco mais de quatro meses com a nova chefia e as instituições já exibem juros bem próximos dos concorrentes. Às vezes, até maiores.

Para o economista Roberto Troster, sócio da Troster & Associados, a mudança da política do BB e Caixa é o reconhecimento de que a persistência dessa ação mais agressiva poderia colocar em risco o futuro dos próprios bancos estatais. “Essa recomposição acontece porque o governo viu que, se não mudasse, os bancos iriam quebrar. Afinal, precisam de lucro para continuar emprestando”, disse.

Carros

Um dos símbolos dessa guinada está no crédito para veículos. No fim de 2015, o Banco do Brasil tinha juro médio de 26,5% ao ano, o menor entre os cinco grandes bancos – BB, Itaú, Bradesco, Caixa e Santander. Com a atual crise no setor automotivo, a demanda despencou e concorrentes reagiram com redução das taxas.

O juro médio do Santander, por exemplo, caiu quase 5 pontos e atualmente, perto de 24%, é o mais competitivo do grupo, segundo dados do BC de 15 de setembro. Bradesco e Itaú reduziram taxas entre 1 e 2 pontos no mesmo período. Já o BB, na contramão, subiu ligeiramente o juro para 27,2% e, diante da queda dos demais, agora concede o crédito com o maior juro médio. Na Caixa, o custo ficou praticamente estável e atualmente é o terceiro mais caro.

Outro exemplo aparece no crédito rotativo do cartão. No fim de 2015, clientes da Caixa que não quitavam a fatura integral tinham de pagar 350,4% ao ano. Na época, era a menor taxa entre os cinco grandes. Desde então, o número tem subido de elevador: 412% em março, 433% em maio, 459% em agosto e 508,2% em 15 de setembro. Com a escalada, a Caixa deixou de ser a mais barata para ocupar o posto de segunda mais cara. O banco federal está apenas atrás do Santander, pratica o maior juro rotativo: 581% ao ano.

Entre as demais linhas acompanhadas pelo BC, o BB é o segundo mais caro no crédito consignado para aposentados, a Caixa é a segunda mais cara no consignado para empregados de empresas privadas e, no cheque especial, a opção mais barata deixou de ser do BB e passou a ser do Bradesco.

Publicado por: Chico Gregorio