12/12/2016
05:39

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Foto: Reprodução

Além da Odebrecht, vem aí uma nova leva de empreiteiras a abrir o bico: a Queiroz Galvão está com sua delação quase fechada.

A Galvão Engenharia também está falando. E falando muito do notório Sérgio Machado.

Lauro Jardim

Publicado por: Chico Gregorio


12/12/2016
05:35

Mais conservador, Congresso eleito pode limitar avanços em direitos humanos

Os detalhes nos relatos do ex-diretor da Odebrecht Cláudio Melo Filho mostram como a empreiteira trocava dinheiro por apoio de parlamentares na aprovação de leis que beneficiavam os interesses da construtora.

A prática, reconhece o autor da primeira delação da Odebrecht, tinha como consequência o que ele chamou de “privatização” dos agentes políticos. Em um depoimento de 82 páginas, Melo Filho revela como a relação com alguns integrantes no Congresso se revertia em benefícios para a empresa.

A ação da Odebrecht no Congresso seguia cinco etapas: 1) as empresas do grupo definiam quais MPs (Medidas Provisórias) e PLs (Projetos de Lei) poderiam beneficiá-las; 2) com esse levantamento era criado um documento chamado “Monitor Legislativo” com os projetos que seriam alvo de atenção diária; 3) a partir daí, era gerado um outro documento de acompanhamento das discussões no Congresso, o “Radar Legislativo”; 4) os responsáveis pela “relação institucional”, como Cláudio Melo Filho, buscavam inserir as empresas nos debates e influenciar a atuação do Congresso Nacional; 5) equipes técnicas preparavam notas sobre os pontos a serem defendidos no Congresso para ajudar no lobby com os parlamentares.

“A minha empresa tem interesse na permanência desses parlamentares no Congresso e na preservação da relação, uma vez que historicamente apoiam projetos de nosso interesse e possuem capacidade de influenciar os demais agentes políticos”, afirmou o ex-diretor.

Vale lembrar que Cláudio Melo Filho é apenas um dos homens que atuavam junto a políticos no Congresso. Em sua delação, ele enumera outros 17 funcionários de diferentes áreas da Odebrecht ou de outras empreiteiras, como OAS, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa.

UOL

Publicado por: Chico Gregorio


12/12/2016
05:31

 

1

Presidente da República, Michel Temer

BRASÍLIA – Após a revelação da delação premiada do ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho, que arrastou as cúpulas do Palácio do Planalto e do PMDB do Senado para o centro da Lava-Jato, peeemdebistas avaliam a possibilidade de pedir a anulação da delação por ter sido vazada antes mesmo da homologação pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

No sábado, menos de 24 horas depois da divulgação do conteúdo do depoimento de Melho Filho à Procuradoria Geral da República, o procurador-geral Rodrigo Janot criticou o vazamento e anunciou rigorosa investigação.

Além de discutir os efeitos da denúncia e traçar uma reação a ela, o presidente Michel Temer está preocupado que a delação afete a votação das medidas de ajuste fiscal em tramitação no Congresso.

Em reunião, no fim da tarde deste domingo, no Jaburu, como antecipou o Blog do Moreno, Temer quer mostrar que o governo não ficou paralisado diante das denúncias da Odebrecht e quer garantir a aprovação da PEC do teto e da LDO de 2017, e do Orçamento se houver tempo, nesta última semana de trabalho do Legislativo.

Segundo integrantes do Palácio do Planalto, a prioridade é aprovar o projeto que limita os gastos públicos na terça-feira, dia 13, e, sem seguida, a LDO, em sessão do Congresso. O texto principal da LDO foi aprovado em agosto deste ano, mas faltam três destaques. A preocupação do Planalto é que sem a lei de diretrizes orçamentárias não há regras que permitam gastos no ano que vem, além de fixar a meta fiscal de um déficit da União em R$ 139 bilhões.

Temer anda irritado com a má comunicação do governo e quer reforçar respostas a delações e a críticas às medidas do governo, como a PEC do Teto, que foi apelidada pela oposição de “PEC da morte” e a Reforma da Previdência.

Publicado por: Chico Gregorio


12/12/2016
05:27

1 Reprodução

Senador José Agripino (DEM) e seu filho Felipe Maia (DEM) foram implicados em delação da Odebrecht

O senador José Agripino (DEM) e seu filho Felipe Maia (DEM) foram implicados pelo ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Claudio Melo Filho, em documento de delação divulgado na última sexta-feira (9) pelo Ministério Público Federal.

Cláudio Mello afirma ter “relação profissional” com Agripino há, aproximadamente, cinco anos, tendo se reunido com o senador em 2014 “uma ou duas vezes” para tratar de conversas sobre a “conflituosa retomada” da candidatura de Paulo Souto – membro do Democratas – do governo da Bahia e também sobre uma possível vitória de Aécio Neves (PMDB) à presidência do Brasil naquele mesmo ano.

Segundo o ex-dirigente da Odebrecht, ele teria se reunido com Agripino na época para tratar da possibilidade do senador assumir como Ministro de Minas e Energia caso Aécio viesse a superar Dilma Rousseff (PT) nas eleições presidenciais. Melo expressamente conta que “a pedido de Marcelo Odebrecht” falou a Agripino que a empreiteira iria lhe fazer um pagamento de R$ 1 milhão que supostamente teria sido solicitado por Aécio Neves “como forma de apoio” ao partido dos Democratas, presidido desde aquela época pelo senador José Agripino. Ainda de acordo com Cláudio, o encontro entre ele e Agripino foi marcado via celular e realizado no gabinete de Agripino, no Senado Federal.

Melo ainda conta que, “o pagamento foi solicitado e aprovado por Marcelo Odebrecht e operacionalizado pela área de operações estruturadas”. Em sistema, os pagamentos são direcionados ao senador com o codinome de “Gripado”, tendo sido realizados entre 13 e 17 de outubro de 2014, vinculados as “MBO”, “evento 14 DP”.

Reprodução do e-mail enviado por Hilberto Silva Filho para Claudio Melo Filho:

De: Hilberto M Alves da Silva Filho
Enviada em: segunda-feira, 22 de setembro de 2014 12:57
Para: Claudio Melo Filho
Assunto: Re: Andamento
Você esta gripado e eu fud…,,,,,.
Enviada do meu iPhone

Em 22/09/2014, às 11:35, “Claudio Melo Filho” <cmf@odebrecht.com> escreveu:

Conforme falamos, final do dia ligo para Lucia.

MO, criou mais um Gripado. Quando puder me ligue e falamos. Mas já vou mandar email para ele deste.

Em sua delação, Melo ainda adiciona que José Agripino teria recebido contribuição anterior em 2010, desta vez, sob codinome de “Pino”. No mesmo documento, o ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht identifica Felipe Maia (DEM), filho de Agripino, também como receptor das contribuições “definidas e realizadas por João Pacífico e Ariel Parente” com o pseudônimo de “Pininho”.

Em palavra concedida ao Estado de S. Paulo, Agripino disse que “as doações” da empreiteira “foram voluntárias”.

Confira o documento integral da delação de 82 páginas de Claudio Melo Filho, ex-diretor da Odebrecht.

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
12:40

 Por:

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Cento e noventa e sete jornalistas e radialistas paraibanos estão sendo notificados pelo Governo do Estado por empréstimos contraídos, em  2014, no programa Empreender- Paraíba. A cobrança saiu desde o dia 11 de novembro, no Diário Oficial, mas só nesta quinta-feira (8) veio à tona nas redes sociais. A notificação foi feita por Amanda Araújo, secretária do Empreender, e atual titular das Finanças.

A concessão foi feita à época numa interlocução entre a Associação Paraibana de Imprensa e a Secretaria de Comunicação do Estado. O objetivo era oferecer crédito a integrantes da imprensa para compra de equipamentos ou investimentos em projetos inerentes à profissão.

Categoria contesta cobrança

Em áudio nas redes sociais, jornalistas contestaram a cobrança e lembram que o foram informados na ocasião que os valores recebidos seriam a “fundo perdido”.

Um jornalista chegou a contestar a cobrança dizendo que o empréstimo seria um “presente”, assim como recebera em outras ocasiões de outros programas do governo.

O fato criou uma polêmica em torno da questão: o valor teria ou não que ser pago?

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
12:33

A delação premiada de executivos da Odebrecht é vista como um risco para o presidente Michel Temer no processo que corre no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e investiga irregularidades na campanha presidencial de 2014. Há um temor no Planalto de que os executivos da empreiteira levantem novas suspeitas sobre a origem das doações feitas à campanha, fortalecendo a acusação de que houve abuso de poder econômico.

O relator do processo, ministro paraibano Herman Benjamin, já se manifestou contrário à separação da chapa em caso da mesma ser considerada culpada dos crimes julgados.

Até então, o depoimento de acusação considerado mais consistente era o do delator Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, que entrou em contradição e depois negou que houvesse dinheiro de propina para campanha que reelegeu Dilma Rousseff e Temer.

A colaboração da Odebrecht – cujos 77 executivos assinaram na semana passada delação com a força-tarefa da Lava Jato – pode chegar ao TSE de dois modos. Caso a instrução do processo ainda não tenha sido dada como concluída, novos depoimentos podem ser solicitados e juntados como indicações a favor da acusação.

Ainda que isso não seja feito, no entanto, há um receio de interlocutores de Temer de que haja uma contaminação política do julgamento pelo TSE, considerada a corte “mais politizada” entre os tribunais superiores.

No Planalto, a nova etapa da Lava Jato é vista como “imponderável”. Interlocutores do peemedebista dizem que o presidente demonstra tranquilidade com a delação, mas a defesa de Temer na corte eleitoral gostaria de que o caso se encerrasse antes de os acordos de Marcelo Odebrecht e funcionários da empresa se tornarem públicos.

Ainda assim, auxiliares de Temer consideram pouco provável uma cassação de mandato e consequente eleição. O Planalto garante que, caso haja condenação, Temer vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Além da delação da Odebrecht, há outro depoimento considerado fundamental para o processo: o de Mônica Moura, mulher do marqueteiro João Santana. Ela deveria ter prestado depoimento em setembro, mas adiou a oitiva, por estar negociando uma delação premiada na Lava Jato.

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
12:30

Por Agência Brasil

Pesquisa foi desenvolvida por brasileiro

A pesquisa de um professor brasileiro pode ser um passo importante na descoberta de medicamentos para prevenção de Alzheimer e Mal de Parkinson. O estudo do professor Leandro Bergantin, da Universidade Federal de São Paulo, pretendia elucidar o mecanismo pelo qual os bloqueadores de cálcio, usados para reduzir a pressão arterial, por vezes tinham o efeito contrário, porém, no decorrer do trabalho, ele percebeu que o medicamento poderia ser voltado para doenças neurodegenerativas e psiquiátricas.

“Um importante estudo clínico publicado em 2016 descreveu que pacientes hipertensos, os quais faziam uso de bloqueadores de canais de cálcio, possuíam uma significante redução da incidência de Mal de Alzheimer. A partir dessa nossa descoberta, a qual elucida o enigma do “paradoxo de cálcio”, pudemos inferir no mecanismo celular pelo qual os bloqueadores de canais de cálcio também poderiam reduzir a incidência de Mal de Alzheimer”, explicou Leandro Bergantin, doutor em ciência e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O livro publicado a partir da pesquisa, intitulado From discovering “calcium paradox” to Ca2+/cAMP interaction: Impact in human health and disease, esteve entre os mais vendidos da Amazon. Ainda sem versão para o português.

Não há uma previsão para a conclusão dos estudos, que estão sendo feito em parceria com pesquisadores estrangeiros, no entanto, o resultado pode ser um grande avanço para o tratamento de doenças cada vez mais presentes com o envelhecimento populacional.

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
12:09

Resultado de imagem para fotos de valdir medeiros prefeito eleito de jucurutu

 

Confirmada para esta segunda-feira, 12 de dezembro, a solenidade de diplomação do prefeito eleito de Jucurutu, Valdir Medeiros de Azevedo, e do vice José Pedro de Araújo Neto, ambos do Partido Republicano da Ordem Social (PROS). O evento vai ser realizado no Fórum da cidade, presidido pela Juíza Eleitoral, Marina Melo Martins, a partir das 9 horas da manhã.

Na ocasião também serão diplomados os nove vereadores eleitos no pleito de 2 de outubro deste ano de 2016. Com a diplomação dos eleitos, a Justiça Eleitoral encerra o ciclo eleitoral e atesta que o candidato efetivamente eleito está apto a tomar posse no cargo, que ocorrerá no dia 1º de janeiro próximo.

Valdir e Zé Pedro, funcionários públicos municipais, foram eleitos em Jucurutu com uma vitória histórica, surpreendendo tradicionais lideranças da região, com repercussão na mídia e rede sociais.

  Por Bosco Araújo

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
11:39

AgendamentoINSS

Para os especialistas em Previdência, não há nenhuma surpresa no fato de o governo começar a negociar a reforma. Até os defensores incondicionais de mudanças mais duras na concessão de benefícios avaliam que os pontos mais polêmicos vão sofrer revisão.

Além dos itens que o próprio governo já se mostrou disposto a rever – como idade mínima e regras de transição –, os especialistas acreditam que irão para a mesa de negociação as regras para o pagamento de pensões e o tempo de contribuição para se receber aposentadoria integral.

A regra sugerida na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) prevê que o valor da aposentadoria seria o piso de 51% da média de salários de contribuição, somado 1 ponto porcentual para cada ano de contribuição. Por esse critério, seria preciso trabalhar 49 anos para receber o teto, hoje em R$ 5.189,82. “Veja bem, por mim ficava como está, a proposta está correta, mas acho difícil que não mexam na regra do teto”, diz o economista Paulo Tafner. Ele acredita que o valor de partida, de 51%, pode ser alterado para algo entre 55% e 60%”. Se fosse adotado 60%, por exemplo, seria possível receber o teto do benefício com 40 anos de trabalho.

No caso da pensão por morte, o economista Fábio Giambiagi acredita que vão surgir discussões em relação ao porcentual de benefício para cada filho. Pela regra sugerida, o cônjuge receberia 50% da pensão por morte, mais um adicional de 10% por filho. “Esse valor pode ser elevado para 20%”, diz. Na avaliação dele, apesar de a PEC prever o fim da acumulação de benefícios, talvez ela seja mantida. “Tenho dúvidas de que a vedação à acumulação passe: pode ser uma regra excessivamente dura para casais de idosos, especialmente morando de aluguel, que não cairá com a morte de um dos cônjuges”, diz ele.

Ambos os economistas têm estimativas para a revisão do chamado pedágio – o tempo a mais de trabalho que deve ser cumprido pelos que entram na regra de transição. Pela PEC, teriam de trabalhar a mais o equivalente a 50% do tempo que resta para se aposentar. O pedágio pode cair para entre 30% e 40%.

Na avaliação do advogado Rodrigo Campos, especialista em direito previdenciário do escritório Demarest, o governo fará bem em rever a idade mínima de 65 anos. “O Brasil ainda é muito diverso e nos Estados mais pobres a longevidade está próxima de 65 anos: muita gente pode morrer antes de se aposentar”, diz. Segundo o IBGE, a expectativa de sobrevida no Norte e no Nordeste é de 19 anos, em média, após o 60 anos. Campos lamenta que talvez não exista solução para outro problema: o fato haver muitos trabalhadores braçais no País, e será duro para eles se manterem na ativa além dos 60 anos: “Você envelhece de um jeito num escritório e de outro num canteiro de obras ou no chão de fábrica.”

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
11:28

O deputado federal Felipe Maia (DEM) disse que o senado terá “a responsabilidade de aprovar” em segundo turno a PEC 55 (Proposta de Emenda Constitucional do Teto dos Gastos que congela gastos sociais pelos próximos vinte anos), afinal, para ele, “em um momento crítico do país não existe outra solução além de medidas duras”.

Tal medida seria necessária, de acordo com Felipe, por conta do déficit de R$ 170 bilhões de reais no país; sendo esta a solução “para se ter equilíbrio das contas públicas, o que gerará emprego e renda ao povo brasileiro, povo esse que hoje tem 12 milhões de desempregados, em torno de 11,5% da população”, disse Maia à reportagem do Agora RN.

O deputado Felipe Maia esteve presente nesta sexta-feira (9) no lançamento do projeto Rota Sul, que ocorreu no Ocean Palace Natal.

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
11:24

Centro de Treinamento do Internacional, em Porto Alegre

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) alega que são falsos os e-mails que o Internacional anexou ao processo em que tentava tirar pontos do Vitória no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Mais do que isso, a entidade máxima do futebol brasileiro quer que o tribunal acione o Ministério Público para “instauração de procedimento criminal destinado a apurar a responsabilidade penal dos autores da falsidade”.

A suposta troca de e-mails juntada ao Internacional a um processo aberto pelo Bahia contra o Vitória em março dataria de 29 de fevereiro, envolveria o diretor de Registro e Transferência da entidade, Reynaldo Buzzoni, e o chefe de Registros e Contratos do Vitória, Edson Vilas Boas.

Nesses e-mails, que a CBF diz serem falsos, o diretor da CBF é categórico ao afirmar que “mesmo para outro clube do mesmo país, é necessário o retorno do ITC (Certificado Internacional de Transferência, na sigla em inglês) para o México para depois gerar um novo empréstimo para um clube brasileiro”.

Em outro e-mail, o diretor da CBF alerta para que seja observado período autorizado pela Fifa para transferências desse tipo – a “janela de transferência”. Em resposta, Vilas Boas escreve que a janela “já está fechada”.

Agora, a CBF diz que esses documentos, tiveram “sua autenticidade impugnada por serem desprovidos de fé”. Em documento enviado ao procurador geral do STJD, a CBF diz que “trata-se de uma documentação não verdadeira, inteiramente desprovida de fé, cuja autenticidade fica expressamente impugnada”.

Apesar dessa suposta troca de e-mails que daria razão à tese do Inter, o STJD rejeitou reabrir o processo de março e voltar a discutir se Victor Ramos tem sido escalado irregularmente. Mais cedo, o Inter avisou que estuda como recorrer da decisão, deixando claro o intuito de recorrer ao “tapetão” para se salvar do rebaixamento.

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
10:16

Do UOL, em São PauloSerra (à esq), Aécio (centro) e Alckmin são os principais nomes do PSDB para 2018Os três principais nomes do PSDB para a disputa da Presidência da República em 2018 já foram citados em delações da Operação Lava Jato. O mais recente deles é o governador paulista, Geraldo Alckmin. Em praticamente todos os casos, o esquema envolveria dinheiro de caixa dois para campanhas.

Antes da menção à Alckmin, delatores citaram casos envolvendo os nomes de José Serra, atual ministro das Relações Exteriores, e do senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB. Os três negam as acusações. Veja, abaixo, as principais acusações:

Geraldo Alckmin

Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo

Reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” afirma que, em delação, a Odebrecht informou que fez doação ilegal, em dinheiro vivo, para as campanhas de Alckmin em 2010 e 2014, ambas para o governo de São Paulo.

Executivos da empreiteira mencionam duas pessoas próximas ao governador como intermediárias dos repasses e afirmam que não chegaram a discutir o assunto diretamente com Alckmin.

Segundo a delação, os R$ 2 milhões em espécie foram repassados ao empresário Adhemar Ribeiro, irmão da primeira-dama, Lu Alckmin. A entrega do recurso, de acordo com os termos da delação, ocorreu no escritório de Ribeiro, na capital paulista.

Alckmin afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “é prematura qualquer conclusão com base em informações vazadas de delações não homologadas”. “Apenas os tesoureiros das campanhas, todos oficiais, foram autorizados pelo governador a arrecadar fundos dentro do que determina a legislação eleitoral”.

Esta não foi a primeira vez que o nome do governador aparece nas investigações.O personagem tratado pelo codinome “santo” em planilhas da Odebrecht que listam pagamento de propina foi identificado como sendo o de Alckmin, segundo a revista “Veja”. A publicação diz ter confirmado essa informação com três fontes que participam do acordo de delação da Odebrecht, considerado o mais explosivo da Lava Jato.

A “Folha” revelou em março que o apelido “santo” aparecia associado a uma obra do governo Alckmin de 2002, a duplicação da rodovia Mogi-Dutra.  A assessoria de Alckmin disse que a obra foi feita por outra empreiteira, a Queiroz Galvão, e que os delatores isentam o governador.

José Serra

Nicolás Celaya/Xinhua

Segundo um mesmo delator, Serra também está ligado a um esquema de caixa dois em sua campanha presidencial no ano de 2010.

Executivos da Odebrecht afirmaram aos investigadores da Lava Jato que a campanha do agora ministro recebeu R$ 23 milhões em doações ilícitas. Os executivos disseram que parte do dinheiro foi entregue no Brasil e parte foi paga por meio de depósitos bancários realizados em contas no exterior. Oficialmente, a Odebrecht doou apenas R$ 2,4 milhões para a campanha de Serra.

Segundo os depoimentos de executivos da Odebrecht, a negociação para o repasse à campanha de Serra se deu com a direção nacional do PSDB à época, que, depois, teria distribuído parte do dinheiro entre outras candidaturas. A empresa afirmou ainda que parte do dinheiro foi transferida por meio de uma conta na Suíça.

Sobre a acusação da Odebrecht, Serra disse, na época em que o fato foi divulgado, que a campanha dele durante a disputa a Presidência da República em 2010 foi conduzida em acordo com a legislação eleitoral em vigor. O tucano afirmou também que as finanças de sua disputa pelo Palácio do Planalto eram de responsabilidade do partido, o PSDB, e que ninguém foi autorizado a falar em seu nome.

Aécio Neves

Alan Marques/ Folhapress

No âmbito da Lava Jato, o nome de Aécio foi mencionado pelo ex-deputado federal Pedro Corrêa, que afirmou que ele foi um dos responsáveis pela indicação do diretor de Serviços da Petrobras, Irani Varella, na fase final governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2001.

Na época, Aécio era deputado federal. Segundo o delator, Varella era responsável por conseguir “propinas com empresários para distribuir com seus padrinhos políticos”.

Na época em que a delação de Corrêa foi divulgada, Aécio disse que Corrêa é desprovido de qualquer credibilidade e que sua afirmação é falsa e absurda.

O presidente do PSDB também foi citado pelo ex-presidente da TranspetroSérgio Machado. Segundo o delator, ele participou da captação de recursos ilícitos para a bancar a eleição de Aécio para a presidência da Câmara dos Deputados em 2001. Foram arrecadados cerca de R$ 7 milhões, segundo Machado.

Sobre a fala de Machado, o tucano disse que “são acusações covardes e falsas de quem, no afã de apagar seus crimes e conquistar benefícios de uma delação premiada, não hesita em mentir e caluniar”.

Já o ex-petista e senador cassado Delcídio Amaral afirmou em deleção no âmbito da Lava Jato que Aécio recebeu propina de Furnas, empresa de economia mista subsidiária da Eletrobras. Ainda sobre o tucano, Delcídio relatou um caso na CPI dos Correios, que investigou o mensalão, no qual Aécio teria atrasado o envio de dados do Banco Rural para fazer uma “maquiagem” nas informações.

Nesse caso, o tucano disse que as acusações eram “falsas” e “mentirosas”. “Delcídio repete o que vem sendo amplamente disseminado há anos pelo PT que tenta criar falsas acusações envolvendo nomes da oposição. É curioso observar a contradição na fala do delator já que ao mesmo tempo em que ele diz que a lista de Furnas é falsa, ele afirma que houve recursos destinados a políticos”, disse em nota.

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
10:12

Resultado de imagem para Janine fariaNão sou advogado nem defensor no governador Robinson Faria de quem sou amigo de infância conhecendo bem seu caráter. Convivendo com ele desde menino quando estudávamos no instituto Brasil de nossas saudosas professoras Dona Carmem e Pina Pedrosa, sempre pode constatar que Robinson foi uma pessoa que jamais quis ostentar.

Tímido, temperamento ameno, jamais alguém viu alguma grosseria dele, amigo dos amigos e um excelente filho e ótimo pai. Robinson sempre foi uma pessoa muito rica, filho do casal Osmundo e Jenete Faria que foram proprietários de um dos maiores patrimônios e fortuna do nordeste brasileiro.  Osmundo Faria foi um dos homens mais ricos do Brasil..

Vamos lembrar que, em nome da economia e redução de despesas, o governador Robinson deu o exemplo e dispensou a residência oficial do Estado, mordomias, carro oficial. Muitas vezes pessoas estão vendo nos finais de semana Robinson dirigindo seu próprio carro pelas ruas de Natal, visitando um cafezinho, conversando nas ruas e vivendo como um cidadão comum levando seus filhos ao cinema.

Agora, seus inimigos quererem fazer um escândalo o fato dele, como pai, proporcionar uma festa de casamento da filha, custeada com seu dinheiro é uma maldade sem precedente. Isso não atinge o governador, atinge um pai zeloso, presente, carinhoso como que sempre foi e as famílias do casal. . Todos sabem que Robinson tem dinheiro sobrando para contratar uma cantora como Paula Fernandes, aliais, tem dinheiro para contratar até Roberto Carlos, mas é preciso lembrar que Paula Fernandes vem ao casamento como convidada do casal de quem é amiga intima, sobretudo da família do noivo que também mora em belo Horizonte. Se tem alguém que está perdendo dinheiro é Paula Fernandes que certamente deixou de fazer um show para presenciar uma cerimônia de casamento se um casal amigo.

Quem conhece Robinson sabe que nem de longe ele gastaria um centavo do Estado para pagar alguma despesa deste casamento, um governador que dispensa até os motoristas do oficiais para andar com o seu colaborador oficial de muitos anos dirigindo seu carro jamais iria num momento de dificuldade como o que passa o RN cometer um disparate inconsequente.

A vida privada e familiar da família do governador não diz respeito a ninguém.. Lembre-se que a noiva também tem uma mãe e o noivo tem seus pais.. Robinson não é o dono do casamento.. As outras pessoas das famílias do casal também tem o direito de opinar e decidir, isso é uma decisão que envolve as duas famílias e tem que ser respeitada, quem fala sobre o assunto além de mal educado é uma sem compostura social ..

Qual o pai que não gostaria de fazer uma festa de casamento de uma filha?

Daqui quero agradecer o convite para a cerimônia desejando toda felicidade do mundo ao casal pedindo a Deus que proteja eles proporcionando formarem uma linda família.

Por Renato Dantas.

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
10:07

 

Da Folha:
Odebrecht levou dinheiro a escritório de assessor de Temer, diz delator

Um ex-executivo da empreiteira Odebrecht afirmou em delação premiada que parte de um valor prometido pela construtora ao PMDB na campanha eleitoral de 2014 foi entregue em dinheiro vivo no escritório de advocacia de José Yunes, amigo e assessor do presidente Michel Temer.

A informação foi publicada pelo site BuzzFeed nesta sexta-feira (9). A informação foi confirmada pela Folha.
O ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho foi o autor da delação à força-tarefa da Operação Lava Jato.
Melo indicou o escritório de Yunes em São Paulo, mas não apontou quem teria recebido o dinheiro.
O delator disse que o montante fazia parte do valor de R$ 10 milhões que havia sido prometido pelo herdeiro da empreiteira, Marcelo Odebrecht, ao PMDB, em 2014.

O repasse resultou de um pedido de apoio financeiro feito por Temer a Odebrecht em maio daquele ano, quando o peemedebista ainda ocupava a vice-presidência.
A solicitação foi feita em jantar no Palácio do Jaburu [residência oficial do vice], do qual também teria participado o ministro-chefe da Casa Civil Eliseu Padilha (PMDB-RS), segundo Melo.

Em agosto passado, a revista “Veja” já havia antecipado as informações sobre o pedido e o repasse da Odebrecht ao PMDB na delação de executivos da construtora.
No fim da tarde desta sexta, a revista voltou ao assunto, ao antecipar em seu site parte do conteúdo de reportagem sobre a colaboração premiada de Melo.
Segundo a “Veja”, o ex-executivo da Odebrecht delatou que Yunes e Padilha receberam em dinheiro vivo parte do valor repassado pela construtora.

Publicado por: Chico Gregorio


10/12/2016
10:01

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Ex-responsável pela área de Relações Institucionais da Odebrecht, maior empreiteira do país, Claudio Mello Filho citou em seu acordo de delação premiada ao menos 35 políticos, entre governistas e oposicionistas. No chamado anexo que contém os resumos do que será tratado na colaboração, Mello Filho promete relatar em detalhes aos investigadores sua relação com os principais integrantes da cúpula do PMDB, atingindo em cheio o núcleo duro do governo Michel Temer.

Mello Filho contou que foi acertado pagamento de R$ 10 milhões por Marcelo Odebrecht ao PMDB, em jantar no Palácio do Jaburu que teve em maio de 2014 com Temer e peemdebistas. Parte dos recursos foi entregue em dinheiro vivo no escritório de advocacia de José Yunes.

Segundo ele, “claramente, o local escolhido para a reunião foi uma opção simbólica voltada a dar mais
peso ao pedido de repasse financeiro que foi feito naquela ocasião”.

O executivo disse que temas de interessa da empresa eram colocados a Temer, como quando entregou ao peemedebista uma nota sobre a atuação da companhia em Portugal, sendo que ele faria uma viagem institucional. “Esse exemplo deixa claro a espécie de contrapartida institucional esperada entre público e privado”.

Mello Filho afirmou ainda que parte dos recursos acertados para Temer foi destinado para Paulo Skaf que se candidatou ao governo de SP em 2014.

Em seu acordo, o executivo afirmou ainda que o ministro Eliseu Padilha, de “codinome primo” centralizava arrecadações para Temer, então candidato a reeleição a vice-presidente nas eleições de 2014. Segundo o ex-empresário, Padilha atua como verdadeiro “preposto de Michel Temer e deixa claro que muitas vezes fala em seu nome.”

“Esse papel de ‘arrecadador’ cabe primordialmente a Eliseu Padilha e, em menor escala, a Moreira Franco.”

De acordo com o delator, Padilha foi o representante escolhido por Temer que recebeu e endereçou os pagamentos realizados a pretexto de campanha solicitadas por Temer. “Este fato deixa claro seu peso político, principalmente quando observado pela ótica do valor do pagamento realizado, na ordem de R$ 4 milhões”.

Mello Filho também diz que foram destinados para a cúlupa do PMDB do Senado mais de R$ 23 milhões, sendo que Romero Jucá centralizava a arrecadação, e envolve ainda o candidato do partido para a presidência do Senado, Eunício Oliveira, chamado de “índio” pela companhia. Ele afirmou que foram pagos R$2,1 milhões, a um preposto do senador, o valor foi dividido em duas parcelas, sendo uma paga em Brasília e a outra em São Paulo. Os pagamentos foram realizados entre outubro de 2013 e janeiro de 2014.

Os acertos financeiros tinham como objetivo além de estreitar relações conseguir aprovar propostas de interesse da Odebrecht no Congresso, como mudanças em medidas provisórias, que tratavam de medidas de mudança de regime tributária e de concorrência, por exemplo.

O delator contou também que Marcelo Odebrecht pediu que transmitisse um recado para Michel Temer e que teria procurado Moreira Franco. “O recado foi que ele teria tido uma reunião com Maria das Graças Foster, ex-presidente da Petrobras e ela teria perguntado expressamente a Marcelo Odebrecht quais pessoas do PMDB ele teria ajudado financeiramente na campanha eleitoral de 2010. Marcelo me disse que não respondeu a pergunta de Graça Foster, pois “não dizia respeito a ela a relação dele com o PMDB””, disse.

“Marcelo me pediu pressa na transmissão do recado. Sabendo da relação que ele mantinha com Michel Temer, procurei Moreira Franco e contei a ele o relato de Marcelo e, percebendo que era importante para Marcelo Odebrecht, pedi que ele transmitisse o quanto antes para Michel Temer”, completou.

O atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, também é envolvido, sendo apontado que recebeu R$ 100 mil da Odebrecht para quitar dívidas de sua campanha à prefeitura do Rio de Janeiro. Maia é tratado pela empreiteira como Botafogo.

Os políticos negam irregularidades e afirmam que recursos recebidos ou negociados com Odebrecht se tratam de doações eleitorais previstas em lei.

No anexo da colaboração, consta a seguinte lista, com nomes e codinomes:

Michel Temer
Anderson Dornelles (ex-assessor de Dilma) “LAS VEGAS
Antônio Brito (deputado) Misericordia
Arthur Maia (deputado) (Tuca)
Ciro Nogueira (senador) cerrado // piqui
Delcídio do Amaral (ex-senador) (Codinome “FERRARI”)
Duarte Nogueira (deputado) corredor
Eduardo Cunha (ex-deputado) (Codinome “CARANGUEJO
Eliseu Padilha (ministro ) Codinome “PRIMO
Eunício Oliveira (senador) índio
Geddel Vieira Lima (ex-ministro) Codinome “BABEL
Gim Argello (ex-senador) Campari
Inaldo Leitão (deputado) todo feio
Jaques Wagner (ex-ministro) Codinome “POLO
José Agripino (senador)_ gripado – R$ 1 milhão que teriam sido solicitados por Aécio Neves.
Katia Abreu (senador)
Lúcio Vieira Lima (deputado)
Marco Maia (deputado_ (gremista
Moreira Franco (sectretário) (Codinome “ANGORÁ
Renan Calheiros (senador) Codinome “JUSTIÇA”)
Rodrigo Maia (deputado)
Romero Jucá (senador) Codinome “CAJU
** Senador Romário ( Foi pedida contribuição para sua campanha, mas a empresa não fez)
** Bruno Araújo ( tratamento institucional, sem referências a pagamentos)
– Adolfo Viana (BA) (“JOVEM”): R$ 50 mil
Lídice da Mata (BA) (“FEIA”): R$ 200 mil
Daniel Almeida (BA) (“COMUNA”): R$ 100 mil
Paulo Magalhães Júnior (BA) (“GOLEIRO”): 50 mil
Hugo Napoleão (PI) (“DIPLOMATA”): R$ 100 mil
Jutahy Magalhães (BA) (“MOLEZA”): R$ 350 mil
Francisco Dornelles (RJ) (“VELHINHO”): R$ 200 mil
Carlinhos Almeida R$ 50 mil
João Almeida R$ 500 mil na campanha de 2010
Rui Costa R$ 10 milhões

JOTA

Publicado por: Chico Gregorio