
O presidente Michel Temer parece estar mesmo enfrentando resistência dentro do próprio partido no que se refere à reforma da Previdência. Nessa sexta-feira (3), o senador Renan Calheiros, líder do partido no Senado, postou vídeo em suas redes sociais em que dá sua opinião sobre o assunto.
Na publicação, ele considera a proposta “exagerada”. “Vamos fazer, claro, a reforma da Previdência. Os últimos presidentes da República fizeram as suas: Fernando Henrique, Lula, Dilma Rousseff. O presidente Michel Temer vai também ter que fazer a sua reforma. Mas essa proposta que foi mandada para o Congresso, como proposta, parece bastante exagerada, disse o senador, em seu perfil no Instagram e Twitter.
Não é a primeira vez que Renan demonstra para o Palácio do Planalto que haverá resistência ao texto sugerido pelo governo e que a proposta precisa ser alterada. Por isso mesmo, em jantar realizado também nessa sexta, no Palácio do Jaburu, Temer se reuniu com aliados e deu a Romero Jucá, líder do governo no Congresso, a missão de conversar com Calheiros, a fim de convencê-lo a seguir a linha do Planalto.
Depois de concluída, a obra levará água para quase 400 cidades da PB, PE, CE e RN

Uma das principais obras do País e uma das marcas da gestão petista na presidência da República, a Transposição do Rio São Francisco já começou a levar água para nordestinos. O ex-presidente Lula Lula compartilhou em sua rede social vídeos de pessoas comemorando a chegada da água na região. “Se não fosse Lula e Dilma, não teria isso aqui não”, diz um morador de Sertânia, ao mostrar a água chegando no reservatório da cidade. Depois de concluída, a obra levará água para quase 400 cidades nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.
O curioso é que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) prometeu realizar a obras em suas duas campanhas eleitorais (1994 e 1998). Vale ressaltar que, no mês passado, o seu correligionário, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), quis tirar uma “casquinha” na obra ao chamar parte da responsabilidade para si. “As tubulações e bombas que foram utilizadas no Cantareira agora estão servindo à população da Paraíba e de Pernambuco”, diz o texto publicado por Alckmin no Facebook.
Confira agora uma reportagem da Folha, publicada em 2001, em que fala sobre a desistência de FHC em fazer a obra sair do papel, o que era promessa de campanha:
THOMAS TRAUMANN
DA REPORTAGEM LOCAL
O presidente Fernando Henrique Cardoso desistiu de realizar a transposição do rio São Francisco, uma das suas promessas eleitorais das campanhas de 1994 e 1998. A decisão foi comunicada a assessores e parlamentares, segundo apurou a Folha.
Oficialmente, a obra, orçada em R$ 3 bilhões, só não começou porque aguarda há dez meses a autorização do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis). A construção continua incluída no Avança Brasil, o programa de obras do governo federal, e tem R$ 200 milhões previstos no Orçamento deste ano.
Mas, na prática, a transposição não sairá do papel.
Planejado e adiado desde o reinado de d. Pedro 2º, o projeto de transposição previa a construção de uma espécie de rio artificial que levaria, por canais de irrigação, as águas da bacia do São Francisco na divisa entre Pernambuco e Bahia para o próprio Pernambuco, além de Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.
A Folha apurou que, para evitar choque com as bancadas dos Estados beneficiados, o governo poderá manter a obra em suas previsões para o ano que vem. Mas será jogo de cena.
Na realidade, o governo vai substituí-lo por um plano de incentivo à agricultura familiar e ao plantio de árvores nas margens do rio São Francisco, orçado em R$ 70 milhões. A maior parte das margens do rio sofre com desmatamento e assoreamento. O dinheiro já foi liberado para o Ministério da Integração Nacional, mas é disputado também pelo Ministério do Meio Ambiente.
Nos últimos três anos, estudos de engenharia, viabilidade técnica, impacto ambiental e audiências públicas sobre a obra consumiram cerca de R$ 4 milhões.
“Agora não dá”
A decisão de abandonar o projeto da transposição foi transmitida pelo presidente nas últimas semanas a assessores e parlamentares. Nas conversas, o presidente usou como razão a atual seca no Nordeste, que reduziu a vazão do São Francisco para os níveis mais baixos dos últimos 30 anos.
Repetiu o argumento em entrevista publicada na sexta-feira no jornal “Correio Braziliense”: “Transposição, agora, não dá. Não tem água no São Francisco”, disse o presidente.
Na assessoria do Planalto, são enumerados outros quatro motivos para descartar a transposição. O primeiro é circunstancial. Segundo o próprio relatório de impacto ambiental encomendado pela Integração Nacional, a obra pode derrubar em até 10% a produção de energia da Chesf (a central hidrelétrica que utiliza as águas do rio) entre os reservatórios de Itaparica e Xingó.
Seria um efeito colateral politicamente indefensável em tempos de racionamento de energia.
Outra causa é política: o último grande defensor da idéia no governo, Fernando Bezerra (PTB-RN), foi defenestrado em maio do ministério da Integração. Seu substituto, Ramez Tebet (PMDB-MS), não tem interesse no projeto nem base eleitoral no Nordeste.
Além disso, a construção tem oposição dos políticos da Bahia, Sergipe e Alagoas -os Estados de onde a água sairia para chegar a Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.
O terceiro motivo foram os seguidos adiamentos do projeto no governo FHC. Mesmo se as obras começassem amanhã, em ritmo acelerado, dificilmente FHC conseguiria inaugurar ainda como presidente o primeiro dos seis trechos da transposição.
Os assessores palacianos informaram que seria contraproducente o governo iniciar uma obra tão gigantesca sem saber se teria apoio do próximo presidente.
Por último, FHC disse nas conversas que o governo não tem dinheiro. Os R$ 3 bilhões estimados para a transposição equivalem ao orçamento anual da Eletrobrás. Os defensores da transposição argumentam que o governo federal gastou R$ 850 milhões para combater os efeitos da seca de 1999.
Brasil 247
A rotina de pescadores que vivem às margens do rio São Francisco foi modificada após os ribeirinhos capturarem um peixe de aproximadamente 1,90 m de comprimento.
O animal gerou assunto entre a população local que buscou justificativas sobre a captura do peixe. Alguns disseram que o peixe estava desorientado em trecho do rio onde o nível de água é baixo.
O camurumpim está em extinção e é difícil encontra-lo às margens de rios. Peixes desse tipo atinge o tamanho máximo de 2,5 m de comprimento e peso de 150 kg, dizem especialistas.
Confira o vídeo aqui com a captura aqui:
Fonte: ARAPIRACA 7 SEGUNDOS
Na próxima segunda-feira, 6, esse manifesto será lançado em uma plataforma digital na internet

Artistas, intelectuais e representantes de diversos movimentos sociais assinaram um manifesto defendendo a candidatura do ex-presidente Lula ao Palácio do Planalto. Na próxima segunda-feira, 6, esse manifesto será lançado em uma plataforma digital na internet para colher assinaturas ao documento.
Intitulada “Carta das (os) brasileiras (os)” pede que o ex-presidente assuma logo a disposição para assumir a candidatura nas próximas eleições. “Um compromisso com o Estado Democrático de Direito, com a defesa da soberania brasileira e de todos os direitos já conquistados pelo povo desse País… como forma de garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam”, sublinha o documento.
Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, e um dos nomes que assinaram o manifesto, diz que a expectativa é conseguir um número expressivo de adesões, se possível até mais de um milhão.
“Essa carta ao presidente Lula é uma exortação de cunho suprapartidário. Foi uma iniciativa de pessoas que estão vendo com extrema preocupação o momento político que o Brasil está vivendo. Não sabemos sequer se o senhor Michel Temer, que se assenhorou do poder com um golpe contra a presidente Dilma, se ele conseguirá sobreviver politicamente este ano”, diz Aragão, afirmando que o Brasil chegou ao fundo do poço. “Para nós, a única esperança que temos, mirando os últimos dez anos deste país, é Luiz Inácio Lula da Silva, porque ele, por não ser uma pessoa que que queima galeões e sim por ser uma pessoa que constrói pontes, é capaz de unificar e recolocar o Brasil nos trilhos.”
Aragão diz que as elites, “que pagaram meio bilhão de reais para dar esse golpe”, não estão de brincadeira e vão resistir. Ainda assim, ele acredita que o Lula tem todas as condições de superar esses obstáculos. O ex-ministro lembra que as investigações fuçaram a vida do Lula em todos os seus aspectos, mas não encontraram nada que pudesse manchar a sua reputação.
Aragão admite, contudo, que os que depuseram a presidente Dilma vão tentar de tudo para inviabilizar a candidatura de Lula.
“Temos algumas figurinhas bem carimbadas tanto no Legislativo quanto no Judiciário para fazerem esse serviço porco. Acredito, porém, que com o apoio popular e o peso que significa o nome Lula na história do Brasil e na política contemporânea eles também vão ter que ultrapassar barreiras muito pesadas para fazer o que eles intentam fazer”, finaliza.
Lixo foi achado após ‘festa’ no Carnaval Faltando dois dias para as águas da Transposição do Rio São Francisco chegarem à Paraíba, conforme a previsão do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), uma preocupação de última hora tira o sono dos responsáveis pela gestão do projeto. Em alguns trechos em Sertânia, Pernambuco, o canal virou um ‘balneário’ durante o período carnavalesco. Dezenas de pessoas tomaram banho dentro canal. Uma folia regada a bebida alcoólica, que deixou sujeira espalhada em vários pontos. O flagrante com fotografias e vídeos circula nas redes sociais. São carros estacionados às margens do canal, com as malas abertas e o som ligado. Pessoas consumindo bebidas, outras tomando banho dentro do canal e garrafas, latinhas de alumínio, papéis e plásticos deixados para trás.

Barragem de Barreiros, em Pernambuco O Ministério da Integração Nacional afirmou, na manhã deste sábado (4), que técnicos, engenheiros e trabalhadores conseguiram conter o vazamento na barragem de Barreiros, no município de Sertânia, Sertão pernambucano. A barragem, que é uma das últimas que recebem água da transposição do São Francisco antes das águas seguirem para a Paraíba, registrou início de rompimento durante a tarde dessa sexta-feira (3). Segundo o ministério, o vazamento foi contido durante a madrugada deste sábado. Ainda segundo o ministério, cerca de 60 famílias que moram nas proximidades da barragem foram transferidas para abrigos improvisados em uma igreja e um ginásio.

Já está na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei de autoria do Governo do Estado que aumenta a contribuição previdenciária dos servidores estaduais do Rio Grande do Norte de 11% para 14%.
A matéria faz parte do pacote de medidas de ajuste fiscal apresentado pelo Executivo para reequilibrar as finanças públicas. Para passar a vigorar, a proposta precisa da aprovação dos deputados estaduais por maioria simples.
A Superintendência Estadual da Funasa/RN, por meio da Divisão de Engenharia de Saúde Pública (Diesp), vem realizando acompanhamento no convênio de Resíduos Sólidos, nº 727/10, assinado entre a Funasa e o município de São João do Sabugi, localizado na Região Seridó. O convênio tem o valor de R$ 600.000,00; com a contrapartida do município de R$ 13.305,31; totalizando o valor de R$ 613.305,31.
Durante as visitas os técnicos da Diesp, constaram que o convênio já está com aproximadamente de 80% de execução e que já foram adquiridos um caminhão compactador, um caminhão basculante, 12 carros de limpeza pública, 20 conjuntos coletores de resíduos, e uma balança eletrônica. Ainda está em execução a construção de um galpão de triagem, para coleta seletiva e a aquisição de uma prensa para compactar os resíduos.
Para o chefe da Diesp, Emanuel Linhares, os resultados dos benefícios ao final do convênio serão percebidos muito breve pela população.
A Diesp informa que os equipamentos adquiridos já estão sendo utilizados para o manejo dos resíduos sólidos do município, e que dessa forma, a população alvo principal do convênio, já está sendo beneficiada.
Ontem , sexta-feira, 03/03, o Prefeito municipal da cidade de Jucurutu, Valdir Medeiros
juntamente com os secretários municipais Fylippe, Obras e Serviços Urbanos, e Nylsinho,
Esporte e Turismo, com o adjunto, Degberto, estiveram visitando um terreno no qual,
brevemente, o município pretende construir , pela primeira vez na cidade , uma pista de
motocross para os amantes do esporte e com o objetivo de mostrar e descobrir os talentos desse
esporte da cidade e região.

O partido do presidente Michel Temer (PMDB) partiu ao ataque nas redes sociais para tentar reduzir a rejeição popular à reforma da Previdência. Em post no Facebook, o partido condiciona a manutenção de programas sociais, como o Bolsa Família, e o programa de financiamento estudantil (Fies) à aprovação da proposta no Congresso. Entre outras coisas, a PEC prevê idade mínima de 65 anos para a aposentadoria e tempo mínimo de 49 anos de contribuição para a aposentadoria integral.
“Se a reforma da Previdência não sair: tchau, Bolsa Família; adeus, Fies; sem novas estradas; acabam os programas sociais”, diz o texto da imagem publicada pelo PMDB. Ao fundo, “uma ilustração digital de uma cidade em ruínas”, como descreve o próprio partido.
A publicação foi rebatida pelo PT. O vice-presidente e secretário de Comunicação do partido, Alberto Cantalice, classificou a campanha peemedebista como “terrorismo” para “assombrar” a população. “Fica cada dia mais claro a ausência de alternativas por parte desse governo ilegítimo. Vendo sua equipe de desgoverno cair como um castelo de cartas, os usurpadores se apegam ao terrorismo midiático para tentar sobreviver”, criticou.
Ainda na imagem divulgada no Facebook, o PMDB alega que, sem a reforma previdenciária, o Brasil se tornará “um país sem o investimento mínimo necessário em saneamento básico; sem melhorias em estradas, portos e aeroportos e com cortes nos programas sociais fundamentais”. O post ainda traz link para notícia publicada no site da Casa Civil, em 15 de fevereiro, data em que o ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, discutiu o assunto em audiência na Câmara. Padilha defendeu a aprovação da reforma “para evitar um estrangulamento dos gastos discricionários, como investimentos em infraestrutura e gastos sociais”.
A campanha do PMDB faz parte da estratégia mais agressiva do novo marqueteiro da legenda, Lula Guimarães. Em foto publicada no Facebook na véspera do carnaval, os peemedebistas recomendaram moderação no consumo de bebida alcoólica e cuidados com a saúde aos foliões para “curtir o melhor” da festa e não dar “PT” (em trocadilho com o nome do partido). “Cuidados no Carnaval para não dar PT”, diz o texto, em duplo sentido (PT também é utilizado para se referir a “perda total”). O teor do conteúdo é reforçado com a #PraCegoVer.

Pmdbistas do RN estão iniciando discretamente um movimento para sugerir o afastamento do ex-deputado Henrique Alves da Presidência do Diretório Estadual.
Segundo um bacurau tradicional e amigo de Garibaldi, o povo tem reclamado implacavelmente com Henrique que está cheio de denuncias comandando o partido no RN.
Tem prefeito que está com medo de ligar para Henrique pensando que o celular dele está grampeado pela Polícia Federal.
Um partido não pode ser comandado por uma pessoa nessas condições, disse um prefeito do PMDB de um município do Seridó.
Depois dele dizer que não sabe quem depositou cerca de R$ 2.5 milhões em sua conta na Suíça, a malhação do povo é geral.
Fonte Renato Dantas.

A reforma da Previdência Social é um dos grandes objetivos do governo de Michel Temer (PMDB) para 2017, considerada essencial para o equilíbrio das contas públicas. No entanto, é uma proposta de caráter impopular, uma vez que vai estabelecer uma idade mínima, de 65 anos, para aposentadoria, e um tempo mínimo de contribuição de 49 anos para a aposentadoria integral.
Em suas primeiras reuniões, a comissão instalada para debater a proposta de reforma do governo já está dividida se vai aceitar – ou não – que os brasileiros precisem ter uma determinada idade para pedir o benefício. A fim de evitar que a pressão popular seja mais um motivo para deputados justificarem um voto contrário ao governo na questão, o PMDB, partido do presidente, está fazendo uma defesa ostensiva da proposta nas redes sociais.
Em uma publicação de quinta-feira, na página oficial da legenda no Facebook, a ameaça é clara: “Se a reforma da Previdência não sair”, correm sérios riscos programas sociais do governo, como o Bolsa Família e o Fies (financiamento estudantil). Na imagem, está a frase, com quatro itens elencados abaixo –”Tchau Bolsa Família”, “Adeus Fies”, “Sem Novas Estradas”, “Acabam Programas Sociais” – e o logo do PMDB.
Veja