22/05/2017
04:15

Executiva Nacional do PSB decidiu apoiar a renúncia

 Presente da reunião nacional do PSB, realizada neste sábado (20), na sede do partido, em Brasília, o governador Ricardo Coutinho defendeu o fim do governo de Michel Temer, seja por meio de renúncia ou por impeachment.

 “PSB, com a nossa concordância e defesa, considera que o Governo Temer precisa acabar e defende as eleições Diretas para Presidente. Caso Temer não renuncie, o PSB votará a favor do Impeachment. Defendemos a articulação de setores da sociedade em torno da construção de uma pauta mínima em defesa da democracia e da retomada do desenvolvimento com inclusão social. Avançamos”, declarou o govenador.

 A Executiva Nacional do PSB decidiu, por unanimidade, apoiar a renúncia do presidente Michel Temer, “como forma de acelerar a solução da crise de governabilidade” instalada no país.

Via Wscom

Publicado por: Chico Gregorio


22/05/2017
03:54

Cerimônia de transmissão de cargo - Fernando Haddad e João Dória

Eles tiraram até selfies juntos, mas a viagem a Nova York deixou Geraldo Alckmin completamente transtornado com João Doria. O governador acha que o prefeito está exagerando na vontade de se colocar como candidato do partido em 2018.

Radar

Publicado por: Chico Gregorio


22/05/2017
03:51

A baixíssima adesão entre líderes governistas e entre o próprio ministério de Michel Temer levou o presidente a cancelar, na noite deste domingo, um jantar previsto para as 19h30 no Palácio do Alvorada. Alguns políticos da base de sustentação de governo, mesmo estando em Brasília, decidiram não comparecer ao chamamento em uma sinal de que endossam a posição de deixar o grupo de apoio do Executivo federal. Outros líderes simplesmente ignoraram o convite enviado pelo ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, e permaneceram em suas bases políticas.

Entre os ministros, as confirmações para o jantar foram tímidas. Por isso, o governo passou a reajustar o discurso, afirmando que o Palácio da Alvorada sediará nesta noite apenas um “encontro informal” de aliados. Neste momento, estão reunidos com Temer os ministros Imbassahy, Moreira Franco (Secretaria-geral), Eliseu Padilha (Casa Civil), Raul Jungmann (Defesa) e Osmar Serraglio (Justiça). São esperados ainda hoje os também ministros Osmar Terra (Desenvolvimento Social), Helder Barbalho (Integração) e Mauricio Quintella Lessa (Transportes). Por ora, nenhum representante do PSDB nem do Democratas, dois dos principais partidos aliados de Michel Temer.

VEJA

Publicado por: Chico Gregorio


22/05/2017
03:50

Senador afastado Aécio Neves (PSDB) desrespeitou a ordem judicial de não manter contato com investigados ao receber em sua casa o também investigado José Serra (PSDB); encontro se deu nesta quinta (18), horas depois da determinação de Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal; ministro impôs a restrição em lugar de prendê-lo, como solicitou o Ministério Público Federal; se Fachin considerar que sua ordem foi desrespeitada, uma das hipóteses é determinar a prisão de Aécio

Do Diário do Centro do Mundo – O senador Aécio Neves desrespeitou a ordem judicial de não manter contato com investigados ao receber em sua casa o também investigado José Serra.

O encontro se deu nesta quinta (18), horas depois da determinação de Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.

O ministro impôs a restrição em lugar de prendê-lo, como solicitou o Ministério Público Federal.

Se o ministro Fachin considerar que sua ordem foi desrespeitada, uma das hipóteses é determinar a prisão de Aécio Neves.

Delatado pelo presidente do Grupo JBS, Joesley Batista, Aécio também foi afastado do exercício do mandato de senador.

Via Plantão Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


21/05/2017
11:05

É o que revela o colunista Lauro Jardim

 Entre as preocupações de Michel Temer com as revelações de que cometeu corrupção, associação criminosa e obstrução da Justiça, feitas pela JBS, está o temor de que os chips implantados na mala com R$ 500 mil em propina entregue ao deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) provem que ele recebeu o dinheiro.

É o que revela o colunista Lauro Jardim, do Globo, neste domingo, 21. Leia a nota:

“O medo do Planalto

Um dos grande temores de auxiliares de Michel Temer é que os chips na mala de dinheiro entregue a Rodrigo Rocha Loures ou o uso das notas marcadas em meio à propina compliquem a situação do presidente. Embora Temer siga dizendo que não recebeu propina alguma, assessores do Palácio do Planalto temem que a Polícia Federal consiga identificar que, de alguma maneira, o dinheiro chegou até ele.”

A Polícia Federal já investiga se a propina paga ao deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) foi repassada a Michel Temer. Em depoimento à Procuradoria Geral da República (PGR), o executivo Ricardo Saud afirmou que tem “certeza absoluta” que o suborno foi destinado a Temer. Indagado pelos procuradores a confirmar a afirmação, o executivo da J&F é taxativo. “Com as minhas palavras, eu tenho certeza absoluta que nós tratamos propina com o Temer. Nós nunca tratamos propina com o Rodrigo. O Rodrigo foi um mensageiro que Michel Temer mandou pra conversar com a gente, pra resolver os nossos problemas e pra receber o dinheiro dele. ”

Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


21/05/2017
10:59

A pergunta que não quer calar no momento é:

Porque a adutora Manoel Torres parou de funcionar?

A informação que chega ao blogue é que o rio está com muita água. O registro foi feito na manhã deste domingo pelo amigo Marcos Costa.

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Via Robson Pires

Publicado por: Chico Gregorio


21/05/2017
10:44

O PSB (Partido Socialista Brasileiro), decidiu romper oficialmente com o governo federal e “sugerir” a renúncia do peemedebista “o mais rápido possível”, informou  o deputado federal do RN Rafael Motta.

Com 42 parlamentares, o partido tem a sexta maior bancada das duas Casas do Congresso, e representa 7% dos votos no Legislativo. A legenda é a quarta maior em número de senadores (sete), empatado com o PP. Na Câmara, a sigla é a sétima mais representada, com 35 deputados federais.

O posicionamento foi divulgado depois de reunião da Executiva Nacional do partido que começou por volta das 10h e entrou pela tarde deste sábado (20), em Brasília.

Via Renato Dantas

Publicado por: Chico Gregorio


21/05/2017
10:34

O Conselho Federal da OAB após uma reunião de várias horas aprovou por 25 votos a um, que o Presidente Michel Temer deve responder a processo de impeachment.

Via Blog do BG

Publicado por: Chico Gregorio


21/05/2017
10:27

FOLHAPRESS

O PSDB, principal partido aliado de Michel Temer, convocou uma reunião de emergência da cúpula do partido para este domingo (21), em Brasília, para discutir se mantém seu apoio ao governo.

Diante do agravamento da crise provocada pelas acusações feitas contra o presidente por executivos da JBS, o partido decidiu antecipar as discussões sobre a continuidade de sua aliança com o peemedebista.

Parte dos dirigentes da sigla defendem, nos bastidores, uma articulação rápida para que Temer deixe o poder, com a construção conjunta entre partidos aliados de uma candidatura para a eleição indireta que seria convocada nesse caso.

O presidente nacional do DEM, o senador Agripino Maia, também vai participar da reunião. O PSDB e o DEM têm um acordo: só decidirão deixar o governo Temer se o fizerem em conjunto.

O PSDB ocupa quatro ministérios no governo (Cidades, Relações Exteriores, Secretaria de Governo e Direitos Humanos), e dá sustentação a Temer no Congresso com 47 deputados e dez senadores. Trata-se do maior aliado do PMDB na coalizão governista.

Alguns deputados já manifestaram abertamente o desejo de deixar o governo imediatamente. No Senado, há cautela: o cenário traçado é o de convencer Temer a renunciar ou pressionar o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para que casse o mandato de Temer.

Na quinta-feira (18), o ministro Bruno Araújo (Cidades) chegou a comunicar à cúpula do partido que entregaria o cargo, mas foi demovido. Temer recebeu, então, os tucanos que integram seu governo e pediu que eles mantivessem seu apoio em nome da estabilidade econômica e política.

As revelações de detalhes das delações do empresário Joesley Batista, entretanto, ampliaram a instabilidade do governo e reacenderam no PSDB as conversas em torno de um cenário de sucessão imediata de Temer.

Os principais caciques do partido têm consultado o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o assunto. Na quinta-feira, ele chegou a publicar nota em que defendia a renúncia de Temer.

Naquele mesmo dia, o peemedebista e o tucano conversaram por telefone. FHC revelou preocupação com o cenário político, segundo relatos de dois aliados, mas admitiu que a sugestão de renúncia fora precipitada.

DESEMBARQUE

Partidos da base de Temer já começaram a dar sinais de desembarque do governo. No sábado (20), a cúpula do PSB decidiu pedir a renúncia do presidente para “acelerar a solução da crise de governabilidade já instalada”. O partido já assinou também um pedido de impeachment do peemedebista.

A sigla, na prática, integra a base aliada por ter um de seus quadros no comando do Ministério de Minas e Energia, o deputado Fernando Filho.

O PPS decidiu manter o apoio a Temer, mas o ministro Roberto Freire pediu demissão da pasta da Cultura. Na quinta-feira (18), o PTN havia anunciado o rompimento com o governo.

 

Publicado por: Chico Gregorio


21/05/2017
10:25

A Procuradoria-Geral da República considera já ter elementos probatórios suficientes para denunciar Michel Temer ao STF, ou seja, pedir a transformação do inquérito em um processo penal.

A convicção da PGR é forte em relação aos crimes de organização criminosa e corrupção passiva. A denúncia será em breve. Pela Constituição, após Rodrigo Janot fazer a acusação formal, dois terços da Câmara teriam que dar o aval para o STF votar se aceita a acusação.

Recebida a denúncia pelo Supremo, Temer se torna réu e é obrigado pela Constituição a se afastar do cargo por 180 dias. Rodrigo Maia assumiria. Se o plenário do STF não julgar o caso nesses seis meses, Temer retornaria para o Planalto.

O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


21/05/2017
10:22

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda: plano de ação para conter os efeitos da crise sobre a economia e limitar a desvalorização do real Parece urucubaca. Depois de ensaiar uma bem-­vinda retomada, a economia voltou a mergulhar na incerteza. A semana havia se iniciado com a divulgação de indicadores auspiciosos, os quais apontavam para a volta do crescimento econômico e da criação de empregos no mercado de trabalho. Era dado como certo, na avaliação da absoluta maioria dos analistas, que a recessão havia finalmente sido superada, depois de dois longos e tenebrosos anos. A expectativa era que a recuperação seria consolidada ao longo de 2017, favorecida pelo avanço das reformas e da redução na taxa de juros. O duro trabalho de reequilíbrio da economia estava surtindo efeito. Mas, a partir de agora, as perspectivas dependerão dos desdobramentos políticos. O presidente Michel Temer sai? Se sair, quem será o novo presidente? E quem serão os membros da nova equipe econômica? Ou a equipe atual, liderada pelo ministro Henrique Meirelles, permanece onde está? E, se Temer ficar, conseguirá aprovar as reformas?

O Banco Central vai continuar a reduzir as taxas de juros? São muitas perguntas e poucas respostas. Só nos próximos dias (talvez semanas) será possível dimensionar o real impacto da crise sobre a retomada. Um dado, pelo menos, é certo: o otimismo se esvaziou. Na quinta-feira, o dia seguinte ao da divulgação da delação de Joesley Batista, o Ibovespa, o principal índice de ações da bolsa brasileira, entrou em pânico — e caiu 8,8%, o pior resultado desde outubro de 2008, no auge da crise financeira global. Foi preciso acionar o circuit breaker, mecanismo pelo qual as vendas de papéis são interrompidas por trinta minutos quando o pregão chega a cair 10%. No dólar, outra paulada. A cotação da moeda americana saltou de 3,13 para 3,39 reais, uma alta de 8,3%, a maior desde 2003. Algumas das maiores empresas brasileiras viram suas ações perder, em instantes, mais de 10% de seu valor. Uma Petrobras inteira evaporou do mercado, somando-se todas as perdas registradas. Na sexta-feira, por volta das 14 horas, as ações subiam em torno de 3%, em um movimento de ajuste — e não de normalidade.

Via VEJA

Publicado por: Chico Gregorio


21/05/2017
08:39

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministra Carmen Lúcia, está analisando a possibilidade de convocar as Forças Armadas e fechar o Congresso Nacional.

A advertência foi feita pelo senador Randolfe Rodrigues, que assevera que a situação é extremamente grave, a República caiu e o número de autoridades implicadas é enorme.

No aúdio, Randolfe assegura que Temer não tem condições de continuar no cargo, Rodrigo Maia corre o risco de ser preso e Eunício Oliveira vai virar réu.

Veja abaixo.


FONTE: jornaldacidadeonline.com.br

Publicado por: Chico Gregorio


21/05/2017
08:37

 

A mídia brasileira não é apenas ideologicamente contaminada. É, do ponto-de-vista de apuração, ruim.

Tudo o que ela faz, do ponto-de-vista “investigativo”, é republicar os documentos produzidos pelo Ministério Público ou pela Polícia Federal. São os vazamentos.

Como diria Caco Barcellos, é o “jornalismo declaratório”, que não consegue ligar dois pontos.

Isso é tarefa para o Garganta Profunda, que não pode se identificar para não perder o emprego.

Depois de correr os olhos pela íntegra dos documentos da Operação Patmos, nosso veterano colega foi direto ao ponto central, ou seja, àquele que pode demolir a carreira de Michel Temer e colocá-lo na cadeia.

Está no documento Ac 4315, volume 2, que reproduzimos no pé do post.

Trata-se dos acertos entre o lobista Ricardo Saud, da JBS, e o deputado federal Rodrigo Santos da Rocha Loures (PMDB-PR), indicado por Michel Temer a Joesley Batista, da JBS, para representá-lo.

Com R$ 30 milhões, a JBS ajudou a financiar a eleição de Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados — ou seja, abriu caminho para a derrubada de Dilma Rousseff.

Depois da conversa gravada entre Michel Temer e Joesley Batista, na calada da noite, no Palácio Jaburu, o lobista Saud passou a pressionar o deputado Loures a resolver pendencias financeiramente importantes que a JBS tinha junto ao governo federal.

No CADE, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o pleito da JBS para comprar gás diretamente da Bolívia, sem intermediação da Petrobras, o que segundo Joesley Batista custava a ele um prejuízo de U$ 1 milhão por dia.
Um crédito de R$ 2 bilhões que a JBS teria sobre o PIS/Cofins de exportação na Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.

O deputado Loures, intermediário de Temer, trabalhava informado de que o lobista da JBS fazia pagamentos para calar a boca de dois delatores em potencial que poderiam derrubar o governo Temer, o doleiro Dilson Funaro e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

Loures trabalhava consciente de que ministros importantes do governo Temer poderiam ser afastados assim que se tornassem réus no Supremo Tribunal Federal — tudo isso aparece nos diálogos gravados.

O lobista Saud explorava essa instabilidade: prometia a Loures um negócio de longo prazo, que poderia render a Temer uma “aposentadoria” de até R$ 1 milhão por semana durante 25 anos.

Ricardo Saud, provavelmente estimulado pelo fato de que já “trabalhava” como delator da Procuradoria Geral da República, tentava o deputado Rodrigo Loures a receber dinheiro vivo o mais rapidamente possível.

Publicado por: Chico Gregorio


20/05/2017
10:31

Jorge Bastos Moreno, O Globo

O presidente Michel Temer poderá ser levado a renunciar ao cargo por pressão do professor de Direito Constitucional Michel Temer, um homem tão cioso do cumprimento das normas constitucionais e dos princípios éticos que regem a moral pública.

O professor está envergonhado do ato praticado pelo presidente da República.

Sabe o professor Michel Temer que o político Michel Temer se deixou levar há muito tempo pela má companhia de Eduardo Cunha a ponto de ter recebido o indigitado “no escurinho do Jaburu” ( título da nota desta coluna que noticiava o encontro) às vésperas da sua cassação, numa conversa clandestina, portanto nada republicana.

Agora, também “no escurinho do Jaburu”, o presidente recebeu um megaempresário e ouviu dele confissões que a sua responsabilidade de Chefe da Nação não permitia que ouvisse e, ouvindo, não deveria ficar impassível. E não ficou. Acumpliciou-se a elas com observações soltas.

Michel Temer e Eduardo Cunha (Foto: André Coelho)
Michel Temer e Eduardo Cunha (Foto: André Coelho)

Publicado por: Chico Gregorio


20/05/2017
10:29

Ao se referir a Temer, um dos advogados da Friboi se disse impressionado ao ver que ele meteria no bolso parte da propina que seria para contas de partido político
Cara de pau (Foto: Reprodução)

Guga Noblat

Michel Temer e Aécio Neves travaram disputa ferrenha pelo prêmio cara de pau da semana.

O presidente ficou na berlinda depois de vazar as delações da Friboi. Os donos e diretores da empresa que comercializa carnes deram detalhes de repasses de propina a Temer.

Ele ainda foi gravado compactuando com a compra do silêncio do preso Eduardo Cunha.

Ao se referir a Temer, um dos diretores da Friboi se disse impressionado ao ver que ele meteria no bolso parte da propina que seria para contas de partido político. Palavras do delator:

“O dinheiro era do PT, o PT deu para o presidente Temer para usar para a campanha de vice. E não satisfeito, guardou R$ 1 milhão no bolso”.

Difícil competir com quem, segundo delatores, rouba propina. Mas Aécio Neves fez frente aos escândalos de Michel Temer.

O senador mineiro foi gravado combinado o recebimento de propina. E comentando meios de crias leis para acabar ou pelo menos atrapalhar a operação Laca-Jato.

A irmã e o primo de Aécio acabaram presos por receberem a grana da Friboi. E ele foi retirado da presidência do PSDB e está a um passo da prisão.

Temer ou Aécio, escolha seu cara de pau favorito.

Publicado por: Chico Gregorio