Veja Nota abaixo:
*NOTA SOBRE A ELEIÇÃO PARA O PT NATAL*
O jornal Tribuna do Norte veiculou no dia 11 de janeiro notícia acerca da eleição para as direções do PT, na qual afirma que existiriam setores do Partido que defendem uma possível candidatura minha para o cargo de presidenta municipal.
Informo que a tendência da qual faço parte no PT, a Articulação de Esquerda (pagina13.org.br), está construindo uma plataforma política, com base nas resoluções aprovadas no nosso 3º Congresso Nacional, que aconteceu no final de 2016, em São Paulo. Nosso candidato será o jovem militante José Gilderlei Soares, professor da rede pública. Ele foi Secretário de Formação Política do PT/Natal entre 2009 e 2011, Secretário Geral de 2011 a 2013, e atualmente é Secretário Geral.
Neste sentido, afirmo meu compromisso com esta construção política, que será representada em âmbito municipal pelo companheiro Gilderlei Soares, e com o fortalecimento do Partido dos Trabalhadores em momento tão crítico pelo qual atravessa nossa democracia, tendo em vista ser o nosso Partido um dos mais importantes instrumentos de organização da esquerda e da classe trabalhadora brasileira.
Natália Bonavides, vereadora de Natal pelo PT
De acordo com reportagem do Estadão, pela proposta, Lula seria lançado candidato ao terceiro mandato com a plataforma de revogar imediatamente, caso eleito, todos os feitos do governo Michel Temer – em especial a PEC do Teto e a Reforma da Previdência – com amparo de uma frente composta por movimentos sociais e partidos de esquerda.
“O Diretório Nacional, reunido em 20 de janeiro de 2017, deve apresentar a candidatura de Lula à Presidência da República, conclamar a mobilização por diretas já e a construção da unidade popular de esquerda. Deve dirigir-se especialmente às Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, ao PCdoB, ao PDT, ao PSOL, para construirmos juntos uma frente única com o objetivo de eleger um governo democrático-popular que revogará de imediato todos os decretos e leis golpistas e convocará uma assembleia nacional constituinte com participação popular e liberdade irrestrita de comunicação”, diz trecho do esboço de resolução, sujeito a alterações, elaborado pelo secretário nacional de Formação, Carlos Árabe, representante da Mensagem.
A ideia, segundo Árabe, é usar a força de Lula junto ao eleitorado, mensurada nas últimas pesquisas de opinião, como catalisador para uma “revolução” democrática com o objetivo de derrubar o governo Temer, convocar novas eleições e uma constituinte.
O deputado federal e pastor Antônio Jácome, (PTN) , foi o campeão de falta entre os oito parlamentares federais que compõe a bancada do RN no ano de 2016, segundo levantamento feito pelo site “Congresso em Foco”, com um total de 21 faltas justificadas e não justificadas, o parlamento realizou 94 seções no ano, é o parlamentar evangélico compareceu a 73.
Veja a assiduidade dos parlamentares do RN:
Por Agora RN
O Campeonato Potiguar de Futebol 2017 será iniciado neste final de semana com quatro jogos em duas cidades diferentes do Estado e já está causando muita ansiedade nos torcedores das oito agremiações que disputarão a edição deste ano do certame local.
Modelo de sucesso em marketing desde que o presidente da Federação Norte-Rio Grandense de Futebol (FNF), José Vanildo, optou por profissionalizá-lo também fora das quatro linhas, o Estadual surge ano após ano como a primeira grande competição da temporada para os clubes do Rio Grande do Norte.
Para alguns, é bem verdade, além de ser a primeira pode também ser a única. Afinal, nem todos conseguem classificação para os demais torneios por não haver vagas suficientes para o Estado junto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), organizadora dos demais campeonatos do país. Situação compreensível.
Em 2017, ABC, Alecrim, América, ASSU, Baraúnas, Globo, Potiguar de Mossoró e Santa Cruz de Natal serão os responsáveis por promover o espetáculo que promete ser esta edição. Ela, além de estar repaginada visualmente, vai contar com o retorno de um dos tradicionais clubes de futebol do estado: o Santa Cruz, campeão em 1943 e que por muitos anos ficou esquecido no obscuro mundo da inatividade. Página virada!
Quis o destino, então, que o próprio Santa Cruz fosse um dos responsáveis por dar o pontapé inicial em 2017. Vai ser a partida do clube contra o América, agendada para este sábado (14), às 20h, na Arena das Dunas, que marcará o início de mais uma edição da competição.
Este será o primeiro confronto do Campeonato Potiguar deste ano, que terá sua rodada complementada no domingo (15) com os jogos entre Alecrim x Baraúnas (Arena das Dunas), ABC x Globo (Frasqueirão) e Assu x Potiguar de Mossoró (Edgarzão, no Vale do Açu). Está preparado? Vem aí uma nova edição do ‘Potiguarzão’.
Há pouco mais de sete meses no comando do Executivo, o presidente Michel Temer tem recorrido à edição de medidas provisórias para avançar em temas de interesse do governo. Ao contrário dos demais projetos discutidos no Congresso, o que está previsto numa MP tem efeito de lei e se aplica de forma imediata.
Desde que assumiu o cargo, o presidente já encaminhou para análise dos parlamentares 41 MPs, sendo duas delas na primeira semana deste ano.
O uso dessas medidas já foi alvo de críticas do próprio Temer quando presidiu a Câmara dos Deputados durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). No fim de 1997, o peemedebista declarou à imprensa que, em encontro com FHC, havia pedido para que ele incluísse nas discussões das sessões extraordinárias do Congresso um projeto para regulamentação das MPs. Na ocasião, Temer tratou como um “abuso de autoridade do Executivo” a quantidade de medidas encaminhadas para discussão de deputados e senadores.
COMPARAÇÃO
Fernando Henrique Cardoso
Ex-presidente editou, nos primeiros sete meses de governo, 241 medidas provisórias.
Fernando Collor
Editou, no mesmo período, 97 medidas provisórias.
Michel Temer
Atual presidente editou, até agora, 41 medidas provisórias.
Lula
Petista editou, em seus primeiros sete meses de mandato, 20 medidas provisórias.
Dilma Rousseff
A petista editou 16 medidas provisórias no mesmo período.
Itamar Franco
Ex-presidente editou 15 medidas provisórias nos sete primeiros meses de governo.
Ricardo Marcelo adere a grupo que apoia Ricardo Coutinho

A cada dia o senador Raimundo Lira vai se fortalecendo dentro do PMDB, defende aliança com o governador Ricardo Coutinho em 2018, contra o projeto político do senador José Maranhão, que aos poucos vai ficando isolado, em sua pretensão de se aliar ao tucano Cássio Cunha Lima.
Do Estadão – BRASÍLIA – Alvo da Operação Cui Bono?, o ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima mantém sua influência no núcleo duro do Palácio do Planalto, atua nos bastidores e faz contato frequente com os principais integrantes da cúpula do governo. Toda a estrutura montada por Geddel no governo Michel Temer foi mantida, apesar de sua demissão, em novembro passado.
Desde a ausência de Geddel, o dia a dia da pasta tem sido tocado pela secretária executiva Ivani dos Santos, seu braço direito. A Secretaria de Governo é responsável por questões estratégicas, como liberação de recursos para emendas parlamentares, divisão de cargos entre os integrantes da base aliada e articulação de votações de projetos de interesse do Planalto no Congresso.
A “parceria” entre Geddel e Ivani remonta ao período em que o peemedebista foi deputado federal e ocupou a Primeira-Secretaria da Câmara, em 2003 e 2004. Três anos depois, ao ser alçado ministro da Integração Nacional pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele levou Ivani para sua equipe. Antes de assumir o atual posto, ela estava lotada no gabinete da liderança do PMDB na Câmara.
O atual chefe de gabinete da Secretaria de Governo, Carlos Henrique Menezes Sobral, também é considerado um dos “soldados” de Geddel. A exemplo de Ivani, ele ocupou uma cadeira de destaque quando o peemedebista comandou a Integração Nacional. Na ocasião, foi nomeado secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste do ministério.
O ex-prefeito de Lajes e ex-presidente da Femurn, Benes Leocádio, prestes a deixar o PMDB, foi eleito agora para mais um mandato à frente da Federação.
Ele obteve 66 votos dos 146 votantes, e derrotou os candidatos Rivelino Câmara, apoiado pelo presidente do PMDB Henrique Alves, senador Garibaldi Filho e deputado Walter Alves, e o candidato Dagoberto Bessa, do PSD, apoiado pelo governador Robinson Faria.
Isolado do seu PMDB onde fez história, Benes se elegeu para o 3º mandato na Femurn.
Fonte: Thaisa Galvão.
Renan Ramalho, G1
O relatório da Polícia Federal (PF) que embasou a Operação Cui Bono – deflagrada nesta sexta-feira (13) em três estados e no Distrito Federal –, registra trocas de mensagens entre o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) nas quais eles discutem “repasses” para o Partido Social Cristão (PSC) a pedido do presidente da legenda, Pastor Everaldo. Segundo a PF, as mensagens foram trocadas entre os peemedebistas em 2012.
A ação da PF nesta sexta buscou provas de um esquema de fraudes na liberação de créditos junto à Caixa Econômica entre 2011 e 2013. Geddel foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa no período investigado pela PF. À época, Eduardo Cunha era líder do PMDB na Câmara.
Em nota, o PSC afirmou que todas as doações feitas ao partido “obedecem à legislação eleitoral vigente e são devidamente informadas à Justiça Eleitoral por meio das prestações de contas.
Alexa Salomão e Josette Goulart, O Estado de S.Paulo
No período em que o ex-ministro Geddel Vieira Lima ocupou o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, área responsável por financiamentos empresariais, foram liberados ao menos R$ 4,3 bilhões às principais empresas investigadas por suspeita de pagamento de propina na Operação Cui Bono, deflagrada nesta sexta-feira, 13, pela Polícia Federal. Geddel ficou no posto de 2011 a 2013.
Os valores estão registrados publicamente em diferentes documentos, como demonstrações contábeis e atas de reuniões de diretoria, das quatro maiores empresas investigadas pela PF: JBS e sua holding J&F, Bertin e Marfrig. Elas fazem parte do que o mercado chama de “campeões nacionais”, grupo beneficiado, nos governos do PT, com financiamento de bancos públicos para fazer fusões e aquisições e se tornarem líderes em seus setores.
Os procuradores entendem que havia um esquema organizado de crime na Caixa que atingia duas áreas: a de pessoas jurídicas, sob o comando de Geddel, e a do FI-FGTS, fundo com recursos do trabalhador que é gerido pela Caixa.
O orçamento da Justiça do Trabalho previsto para 2017 é de R$ 20,13 bilhões. O valor é superior até à soma de outras esferas da Justiça brasileira: os custos do Supremo Tribunal Federal (R$ 686 milhões), Superior Tribunal de Justiça (R$ 1,41 bilhão), Justiça Federal (R$ 11,58 bilhões) e Justiça Militar (R$ 530 milhões) somados não alcançam o valor do orçamento da Justiça do Trabalho. A Justiça Eleitoral (R$ 7,73 bilhões) e a Justiça do DF (R$ 2,2 bilhões) também passam longe.
O ex-deputado Nelson Marchezan Jr. (PSDB) revelou em 2016 que a Justiça do Trabalho custou o dobro das indenizações que proporciona.
Em 2016 a Justiça do Trabalho teve orçamento de R$ 18 bilhões, mas pagou pouco mais de R$ 8 bilhões em indenizações trabalhistas.
A AGU (R$ 3,54 bilhões), o MPU (R$ 6,61 bilhões) e a Presidência da República (R$ 6,5 bilhões) também perdem para a Justiça do Trabalho.
Claudio Humberto
Num instante em que Michel Temer celebrava a queda da inflação e a perspectiva de eleger dois aliados para as presidências da Câmara e do Senado, a Lava Jato acomodou na porta do Palácio do Planalto mais um de seus filhotes tóxicos —uma investigação sobre um esquema que ajeitava empréstimos da Caixa Econômica para empresas em troca de propinas. No centro do novo escândalo estão personagens ligadíssimos a Michel Temer. Entre eles Geddel Vieira Lima, ministro até outro dia, e o ex-todo-poderoso Eduardo Cunha
Cada vez que um pedaço da Lava Jato desaba nas proximidades de Temer, o brasileiro tem uma incômoda sensação de continuísmo. Governar é como desenhar sem borracha. E o PMDB de Temer é coautor do borrão que Lula, Dilma e o PT produziram. Por mais que se esforce, o brasileiro não consegue enxergar em Temer um bom exemplo. Vê, no máximo, um bom aviso.
A nova operação policial chega num instante em que o governo se prepara para enfrentar no Congresso a dura batalha da reforma da Previdência. E ainda está por vir a homologação das delações da Odebrecht, que alcançam o próprio Temer. Limpo, o governo teria dificuldades para emplacar o necessário aperto previdenciário. Sujo, nem se fala. Temer tenta se comportar como um São Jorge que veio salvar a República. Mas a Lava Jato insiste em avisar que São Jorge está casado com o dragão.
JOSIAS DE SOUZA
Por FOLHAPRESS
A Operação Cui Bono? (“A quem beneficia?”), deflagrada a partir do conteúdo de mensagens apreendidas em um celular antigo do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), ampliou a pressão para o peemedebista delatar o que sabe e tentar minimizar seus problemas com a Justiça e também induziu o mundo político e empresarial a pelo menos duas conclusões.
1) O teor das conversas divulgadas em relatório da Polícia Federal reforça a tese de que Cunha detém informações explosivas sobre negociatas fechadas entre o primeiro escalão do PIB, o Congresso e órgãos do governo federal. 2) Ele deve se apressar em firmar um acordo de colaboração premiada para falar o que sabe à Justiça.
Pessoas próximas ao ex-deputado não acreditam que ele tenha deixado, por simples descuido, um volume tão grande de dados em um aparelho de telefone desativado há dois anos.
Cunha sempre foi estrategista, e há quem tenha visto no teor das mensagens encontradas pela PF uma forma de ele deixar “pistas” para ampliar a necessidade de elucidar aos investigadores questões pertinentes à Operação Lava Jato.
A avaliação corrente no mundo político é que, agora que a PF tem tantos detalhes em mãos –as informações apreendidas revelam pormenores de conversas sobre aprovações de crédito em bancos públicos e votações de projetos na Câmara–, Cunha se apressará em apresentar um roteiro de delação, para não se tornar uma peça desnecessária com o avanço das investigações.
Procurado, o advogado Pedro Ivo Velloso, que integra a banca de defesa de Cunha, manteve a linha adotada até aqui e disse que, embora desconheça os detalhes da investigação, “rechaça veementemente desde já as suspeitas” levantadas sobre seu cliente.
Antigos aliados do ex-deputado, porém, afirmam que, diante do cenário, Cunha pode levar adiante as ameaças que fez às vésperas de perder o mandato na Câmara e ser preso, em outubro.
Um parlamentar próximo ao peemedebista disse à Folha que, se “ele fizer o que disse que ia fazer, vai sobrar pouco da República”.
As mensagens encontradas no telefone antigo de Cunha arrastaram ao menos três setores para o centro da Lava Jato: frigoríficos (com destaque para o grupo que gerencia a Friboi), concessionárias de rodovias e imobiliário.
Esse elenco confirmou projeções feitas tanto por adversários como por aliados de Cunha: o ex-deputado tem arsenal para alavancar ainda mais o alcance da Lava Jato, para além das empreiteiras, que são hoje o foco e nascedouro da operação.