07/06/2017
07:51

Aécio Neves não tem sequer 1% de intenção de voto

Pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi e encomendada e divulgada pela CUT nesta terça-feira 6 aponta que o ex-presidente Lula venceria qualquer candidato, entre Geraldo Alckmin (PSDB), João Doria (PSDB), Marina Silva (Rede) e Aécio Neves, caso as eleições presidenciais fossem hoje.

O desempenho do senador afastado Aécio Neves, alvo de diversos inquéritos na Lava Jato e flagrado em áudios na delação premiada da JBS, revela que ele foi liquidado politicamente, ao apresentar 0% das intenções de voto.

A pesquisa, feita entre 2 e 4 de junho, aponta ainda que o governo Michel Temer, aprovado por apenas 3% dos brasileiros, é considerado culpado pelo desemprego que atinge mais de 14,5 milhões de trabalhadores e pela recessão que atinge especialmente a classe trabalhadora e os mais pobres.

Confira abaixo os detalhes dos números no texto divulgado pela CUT. E aqui a íntegra da pesquisa.

Lula bate todos os candidatos, aponta pesquisa CUT/VOX
Aécio tem 0% de intenção de votos e os tucanos FHC e Alckmin patinam em 1%

Pesquisa feita pela CUT/Vox Populi entre os dias 2 e 4 de junho mostra que o ex-presidente Lula continua imbatível e bateria todos os candidatos a presidente em 2018. Já o senador Aécio Neves (PSDB-MG) que, inconformado por ter sido derrotado por Dilma Rousseff (PT-RS) nas eleições de 2014, liderou um golpe contra o Brasil e os brasileiros em parceria com o então vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP), ambos denunciados por corrupção, está politicamente liquidado, aparece com 0% de intenção de voto.

Já o governo do golpista Temer, aprovado por apenas 3% dos brasileiros, é considerado culpado pelo desemprego que atinge mais de 14,5 milhões de trabalhadores e pela recessão que atinge especialmente a classe trabalhadora e os mais pobres.

Para 52% dos entrevistados pela CUT/Vox Populi, a vida piorou com Temer na presidência; 38% dizem que nada mudou e apenas 9%, que melhorou. A renda dos trabalhadores também sofreu um baque com Temer. 56% dizem que a renda diminuiu, 39% que não mudou, 4% que aumentou e 1% não soube ou não quis responder.

Lula tem mais de 50% das intenções de votos

A solução para a maioria dos brasileiros é Lula. Se a eleição fosse hoje, Lula venceria o segundo turno do pleito com 52% das intenções de votos se o candidato tucano fosse Geraldo Alckmin (PSDB-SP), que ficaria em segundo lugar, com 11% dos votos. Se o PSDB resolver apostar no discurso do novo ou da gestão marqueteira, Lula teria 51% dos votos no segundo turno e o prefeito João Doria, 13%. Lula também ganharia de Marina Silva (Rede) por 50% a 15%. Se o candidato for o Aécio, Lula sobe para 53% e Aécio teria 5%.

Intenção de voto espontânea

Lula também é imbatível nas consultas espontâneas sobre intenções de voto, quando o entrevistador não mostra nenhum nome na cartela.

O levantamento CUT/Vox Populi, aponta que 40% dos brasileiros votariam em Lula se a eleição fosse hoje – em abril o percentual era de 36%. Em segundo lugar, bem distante, vem Jair Bolsonaro (PSC) com 8% das intenções de voto – tinha 6% em abril. Já Marina Silva (Rede) e o juiz Sérgio Moro empatam em 2%.

Embolados em 5º lugar, com apenas 1% das intenções de voto aparecem Ciro Gomes (PDT), Joaquim Barbosa (sem partido), João Doria (PSDB), Fernando Henrique (PSDB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Aécio Neves (PSDB) tem desidratou e surge com 0% de intenção de voto – em abril, antes da divulgação do grampo da JBS que envolve o senador em crime de pedido de propina, ele ainda tinha 3% das intenções de voto.

Se o candidato do PSDB for Alckmin ou Doria, Lula sobe para 45%. No cenário com Alckmin, o governador de São Paulo empata com Ciro em 4%, Bolsonaro sobe para 13% e Marina cai para 8%. Se a disputa for entre Lula e Doria, Bolsonaro cai para 12%, Marina sobe para 9%, Ciro para 5% e Doria atinge apenas 4% das intenções de voto.

Lula é igualmente o preferido por idade, escolaridade, renda e gênero.

Tem 48% das intenções de votos entre os jovens, 44% entre os adultos e o mesmo percentual (44%) entre os maduros. Quanto a escolaridade, 55% dos eleitores com ensino fundamental votam Lula, 40% ensino médio e 29% ensino superior. Quando separados por renda, o cenário se repete: votam em Lula 58% dos que ganham até 2 salários mínimo, 41% dos que ganham entre 2 e 5 mínimos e 27% dos que ganham mais de 5 salários mínimos.

A pesquisa CUT/Vox foi realizada em 118 municípios do Brasil de todos os Estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior. Foram entrevistadas 2000 pessoas com mais de 16 anos.

A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

Assessoria de Imprensa
CUT Nacional

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:50

Janaína Riva alega que não quis ofender a honra do governador

Créditos: hojenews

A deputada Janaína Riva (PMDB) publicou nesta terça-feira (6) um vídeo na internet em que pede desculpas por chamar o governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), de ‘veado’ em um áudio que circula na web. No pedido de desculpas, a parlamentar alega que não quis ofender a honra do chefe do Executivo e que não apelou para a conotação sexual da expressão. O Gabinete de Comunicação do estado informou que o governador não irá se manifestar sobre o assunto.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio de assessoria, não soube informar se a deputada poderá responder a algum procedimento por causa disso.

Janaína Riva afirmou que o áudio foi gravado durante uma conversa informal com amigos. “Foi uma brincadeira infeliz na qual usei a expressão sem a conotação sexual que as pessoas entenderam. A palavra foi usada por mim como um palavrão”, declarou. O áudio vazou e está circulando no WhatsApp.

Janaína Riva faz oposição ao governo Pedro Taques (à direita da foto) na Assembleia Legislativa (Foto: Chico Valdiner/ Gcom-MT) Janaína Riva faz oposição ao governo Pedro Taques (à direita da foto) na Assembleia Legislativa (Foto: Chico Valdiner/ Gcom-MT)

Janaína Riva faz oposição ao governo Pedro Taques (à direita da foto) na Assembleia Legislativa (Foto: Chico Valdiner/ Gcom-MT)

No áudio, a deputada critica o governador: “Acho que cada um tem o governo que merece. Se estão tendo isso é porque cavaram. Tudo fica lá [ALMT] para nós resolvermos e não temos a maioria. Agora, tem que ter paciência. Quem mandou eleger esse ‘veado’ para governador? Está aí agora o resultado”.

No pedido de desculpas, a parlamentar afirma que não quis ofender a honra de Taques. “O assunto é chato, mas o melhor de tudo isso é se arrepender e pedir desculpas. De forma alguma, quis ofender o governador e muito menos a comunidade LGBT”, diz em trecho do vídeo. Ela também pediu que o áudio não seja compartilhado.

Foto de camisola

Recentemente, a deputada, que faz oposição ao atual governo, foi quem recebeu um pedido de desculpas do secretário de Comunicação do estado, Kléber Lima. A parlamentar registrou um boletim de ocorrência contra ele pela divulgação de uma foto em que ela aparece de camisola, depois que veio à tona o escândalo dos grampos clandestinos no Núcleo de Inteligência da Polícia Militar de Mato Grosso, com uma reportagem do Fantástico.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:47

Da Folha:

Ex-ministro preso já emprestou casa de praia ao amigo Temer

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER

Ao sair do Ministério do Turismo, em 2016, enroscado na Lava Jato, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) escreveu uma carta de demissão ao amigo Michel Temer, ainda interino na Presidência da República.

Não queria “criar constrangimentos” ao companheiro “nessa trincheira democrática”. “Presidente Michel, agradeço à sua sempre lealdade, amizade e compromisso de uma longa vida política e partidária.”

Temer devolveu o afago, citando a “relação pessoal” com o “caro amigo”.

Preso nesta terça-feira (6), horas antes do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral que pode cassar a chapa do aliado com Dilma Rousseff, Alves era o mais próximo dos chamados “homens fortes” de Temer.

No feriado de 7 de setembro de 2011, sites potiguares destacaram a chegada do então vice-presidente.

Temer, a esposa, Marcela, e o filho do casal, Michelzinho, descansaram na praia de Graçandu, litoral norte do Estado –cortesia de Alves, dono da luxuosa casa de veraneio que abrigou a família.

“A praia está que é uma segurança só”, destacou uma blogueira local, ao falar do perímetro de segurança montado para receber o peemedebista.

Recordista em mandatos consecutivos na Câmara (foram 11, de 1971 a 2015), Alves estreitou laços com Temer dez anos atrás, quando virou líder do PMDB na Câmara.

Em 2009, os pares escolheram o então deputado Temer para presidir a Casa. “Essa amizade cresceu quando atuamos juntos no dia a dia, eu como líder, e ele como presidente. Quantas dificuldades passamos? Inúmeras”, disse o potiguar ao UOL, controlado pelo Grupo Folha.

Dificuldades discutidas, por exemplo, em jantar de 2013 oferecido à bancada do PMDB –80 pessoas, ou R$ 355 por cabeça, por locação de mesas, cadeiras, decoração e serviço de buffet, segundo a ONG Contas Abertas.

Com camarão e queijo brie ao molho de caramelo no menu, o convescote custou R$ 28,4 mil à presidência da Câmara, então sob guarda de Alves. Um “jantar social”, nas palavras do então deputado.

Em abril de 2016, Temer reuniu aliados no Palácio do Jaburu para assistir à votação na Câmara do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (de quem Alves também foi ministro).

Numa foto do dia, o ainda vice-presidente está num sofá, a mão levada à boca. Ao seu lado, três escudeiros peemedebistas: seu ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, Alves e o à época deputado Rodrigo Rocha Loures.

Os dois últimos foram presos num espaço de quatro dias. Padilha, já alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal, é um dos seis ministros de Temer citados na delação da JBS.

*

Sobre a blogueira local…fui para o google com a frase “A praia está que é uma segurança só”…

E encontrei a matéria que nem lembrava mais.

CLIQUE AQUI e leia.

A amizade dos dois é de mais tempo.

Quando Henrique se casou com Priscila Gimenez, em 2003 ou 2004, Temer e a então namorada Marcela estavam presentes.

Cuidadoso ou ciumento, o então presidente da Câmara não largava a bela menina nem quando ela ia ao banheiro.

Ficava na porta do banheiro do Olimpo esperando ela sair.

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:43

A Tribuna do Norte publica hoje s lista dos locais onde a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão nesta terça-feira, na operação Manus, braço da lava-jato.

Eis:

No apartamento de Henrique a Polícia apreendeu celulares, computadores e os carros dele e da mulher.

Também apreendeu carros do cunhado de Henrique, Arturo Arruda.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:39

De acordo com a investigação do Ministério Público, uma das empresas parceiras do candidato do PMDB sacou R$ 2 milhões em espécie às vésperas do dia das eleições do 2º turno no RN

Henrique Alves durante campanha eleitoral em 2014

Preso nesta terça-feira 06 na Operação Manus, desdobramento da Lava Jato no Rio Grande do Norte, o ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, é suspeito de ter comprado votos e apoio político para sua campanha ao Governo do Estado em 2014, quando acabou sendo derrotado pelo atual governador Robinson Faria (PSD) no segundo turno das eleições. A suspeita foi levantada pelo Ministério Público Federal (MPF).

De acordo com a investigação do MPF, uma das empresas que prestava serviços para a campanha de Henrique sacou o valor de R$ 2 milhões em espécie às vésperas do dia das eleições do segundo turno. Na visão do procurador da República Rodrigo Telles, a ação pode ser encarada com ‘grande suspeita de que tenha servido para a prática de compra de votos’ no referido pleito.

A Operação Manus mobilizou cerca de 80 policiais federais que cumpriram 33 mandados durante a manhã desta terça-feira. Destes, cinco foram de prisão preventiva, seis de condução coercitiva e outros 22 de busca e apreensão. Além de Henrique, o secretário municipal de Obras Públicas de Natal, Fred Queiroz, também foi preso e estará ao lado do ex-deputado na prisão onde serão enviados, no próprio Rio Grande do Norte.

Dos alvos de condução coercitiva, apenas dois do RN foram identificados: o publicitário dono da Art&C, Arturo Arruda, e o ex-tesoureiro responsável pela campanha de Henrique em 2014, Eurico Alecrim. A sede da Art&C e a do diretório estadual do PMDB, partido do ex-deputado, foram os alvos potiguares dos mandados de busca e apreensão. Segundo a PF, os outros mandados ocorreram em outro Estado onde a Manus também acionada.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:37

O ex-ministro do Turismo, preso na manhã desta terça-feira, 06, teria utilizado dinheiro ilegal para recursos de apoio político

 
Ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves

Segundo informações da Polícia Federal e o Ministério Público durante entrevista coletiva que detalhou a Operação Manus, que prendeu Henrique Eduardo Alves, realizada na manhã desta terça-feira, 06, a empresa Prátika Locações foi usada na lavagem de dinheiro oriundo de campanhas eleitorais no ano de 2014 no estado.

Durante campanha para governador, Henrique teria contratado a empresa, para serviços, porém, o Ministério Público afirma que a Pátrika teria recebido cerca de R$ 9 milhões durante o período, sendo R$ 4 milhões arrecadados em dinheiro vivo. Outro saque efetuado às vésperas da disputa eleitoral do segundo turno, de R$ 2 milhões, teria sido usado, acredita o MPF, para recursos de apoio político ilegal. O proprietário da empresa, Fred Queiroz, é o secretário municipal de Obras Públicas de Natal e também foi preso nesta manhã.

A informação poderá fazer parte da denúncia, que será oferecida em até 15 dias. Outras empresas, que não tiveram o nome divulgado durante a coletiva, também estão sendo investigadas por lavagem de dinheiro. Empreiteiras como a OAS e a Carioca Engenharia estão na mira por terem efetuado doações à campanha. De acordo com o Ministério Público, as doações efetuadas, tanto legais quanto ilegais, possuíam como objetivo o benefício futuro das empresas.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:35

Audiência de custódia com o juiz federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, da 14ª Vara, determinou o destino dos envolvidos

Canindé Soares

Henrique Alves foi preso sob força de um mandado de prisão acusado de ser beneficiário de um esquema de corrupção

O ex-ministro Henrique Eduardo Alves vai ficar preso cumprindo o mandado de prisão no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar. A decisão foi dada há pouco após a audiência de custódia, na Justiça Federal do Rio Grande do Norte (JFRN), com o juiz federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, titular da 14ª Vara.

Além de Henrique, também tiveram seus destinos decididos os demais presos da Operação Manus, que investiga corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, em Natal. O ex-secretário municipal de Obras (Semopi) Fred Queiroz será encaminhado para uma cela especial do sistema prisional por ter curso superior completo e por não ser uma prisão por decisão condenatória. A mulher de Fred, a blogueira Érika Nesi, e o filho do casa, Matheus Queiroz, foram liberados.

A defesa de Henrique Eduardo Alves já está preparando um pedido de soltura por meio de um habeas corpus para ser apresentado no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) a qualquer momento.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:33

Alvinegro bateu o então líder do campeonato, que ainda não havia perdido e sequer sofrido gols no certame; vitória foi suada

 
Andrei Torres / ABC FC
Echeverría e Dalberto marcaram os gols da nova vitória Alvinegra na segunda divisão do país

O ABC conquistou mais um grande resultado no Campeonato Brasileiro da Série B. Jogando na noite desta terça-feira (6), no estádio Frasqueirão, pela 5ª rodada da competição, o Alvinegro enfrentou o Paysandu/PA, até então, líder isolado do campeonato, e venceu o adversário pelo placar de 2 a 1. Echeverría e Dalberto marcaram os gole abecedistas, enquanto Wesley fez para os paraenses.

Com a vitória, o Clube do povo chegou aos oito pontos conquistados e subiu para a 8ª colocação na classificação da Série B. Agora, o Alvinegro se prepara para outro compromisso dentro de casa. O Mais Querido volta a campo no sábado (10), quando enfrentará o Figueirense/SC, às 19h, no Frasqueirão.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:31

Prisão de ex-ministro aliado de presidente foi recebida como ‘parte do roteiro’ de setores de Judiciário, PGR e STF para desestabilizar governo, liderado por Michel Temer, do PMDB

Frankie Marcone / Futura Press

Ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alve

A prisão do ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) na terça-feira, 6, foi recebida no Palácio do Planalto como “parte do roteiro” de uma ação judicial orquestrada por setores da Polícia Federal, da Procuradoria-Geral da República e do Supremo Tribunal Federal contra o governo.

Segundo auxiliares do presidente Michel Temer, a prisão de um ex-integrante do governo (Alves foi ministro do peemedebista e de Dilma Rousseff) é mais um fator de desgaste.

Interlocutores de Temer, logo após a Operação Manus ser deflagrada em Natal, reconheceram que a prisão de um aliado próximo do presidente gera efeitos negativos por ter ocorrido no mesmo dia da retomada do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral.

De acordo com um auxiliar de Temer, mesmo que a operação não tenha como objetivo atingir e ampliar esse desgaste “é o que fica parecendo”.

A Operação Manus também decretou a prisão do deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), outro ex-aliado do presidente Temer, que já está preso em Curitiba. Alves, que também já foi presidente da Câmara dos Deputados, deixou a gestão Temer ao ser envolvido na Operação Lava Jato e na ocasião disse que saía para “não causar constrangimento” ao governo.

Excessos. Ontem, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ao comentar a prisão de Alves, disse que há no Brasil excesso de prisões preventivas. “(A prisão é) triste. Acho que o Brasil tem vivido um momento difícil. Acho que tem tido excesso de prisões preventivas”, disse Maia.

Via Agora RN

 

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:28

Thiago Herdy, O Globo

O empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, relatou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que o então vice-presidente Michel Temer viajou pelo menos duas vezes em uma aeronave particular da empresa, no ano de 2011, segundo uma pessoa com acesso às investigações. O empresário apresentou aos investigadores um diário de bordo com dados sobre os voos.

A primeira viagem teria ocorrido entre Comandatuba, no litoral baiano, e São Paulo, na companhia da mulher de Temer, Marcela. A segunda viagem teria tido como destino Porto Alegre (RS).

O caso foi revelado pelo site “O Antagonista” e confirmado pelo O GLOBO.

As informações sobre a presença de Temer em aeronaves do grupo J&F, que é dona da JBS, foram repassadas aos procuradores para reforçar o vínculo do empresário com Joesley.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:27

Por FOLHAPRESS

As 82 perguntas enviadas pela Polícia Federal ao presidente Michel Temer mostram que uma das estratégias dos investigadores é tentar comprovar, pela palavra do próprio presidente, trechos da gravação da conversa com um dos donos da JBS, Joesley Batista, que está sendo colocada em dúvida pela defesa do peemedebista.

Caso a gravação, que passa por perícia na PF, seja descartada como prova, os investigadores poderiam usar as declarações de Temer.

Nesta terça-feira (6), o ministro do STF Edson Fachin estendeu o prazo para as respostas até as 17h de sexta (9).

A Folha apurou que o presidente responderá parcialmente às perguntas e deve ignorar aquelas referentes ao áudio gravado pelo empresário, uma vez que o argumento central da defesa do presidente é de que o conteúdo foi “manipulado” e “fraudado”.

Temer também não deve se posicionar sobre questões de caráter pessoal e referentes a período anterior ao atual mandato, entre elas, em relação à última campanha presidencial e à sua opinião sobre episódios citados na delação premiada da JBS.

Para assessores e auxiliares presidenciais, o teor das questões é uma tentativa de desgastar a imagem de Temer e mostraria que o processo deixou de ser jurídico para se transformar em político.

NOVAS INFORMAÇÕES

As perguntas da PF indicam que os investigadores podem ter informações que ainda não vieram a público. Uma delas sugere a existência de dados sobre a eventual relação de Temer com um preso pela Operação Lava Jato.

A PF quer saber se Temer já realizou “algum negócio jurídico” com o corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro ou com empresas controladas por ele. A PF também indagou se Funaro atuou na arrecadação para campanhas eleitorais de Temer ou do PMDB quando o presidente estava à frente da sigla.

Funaro está preso em Brasília há quase um ano, em uma das fases da Lava Jato ligadas ao ex-deputado federal Eduardo Cunha. Ele é acusado de manter um esquema de arrecadação de propinas de empresários que buscavam obter empréstimos do fundo FI-FGTS.

O corretor estaria interessado em fazer um acordo de delação em que poderá citar Temer. Seu advogado, Bruno Espiñeira, disse à Folha nesta terça: “Sob a luz da Bíblia, Lúcio está convencido de que só a verdade o libertará”.

As perguntas da PF sobre Funaro se justificam pelas menções ao nome do corretor feitas por Joesley durante a conversa com Temer. Na delação, Joesley disse que havia contado a Temer as providências que tomava para controlar dois possíveis delatores, Funaro e Cunha, ao pagar R$ 400 mil por mês ao corretor.

Há ainda perguntas sobre a relação do presidente com empresários do Porto de Santos (SP) e com outras pessoas próximas, como o coronel aposentado da Polícia Militar de SP João Baptista Lima Filho, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-deputado Rodrigo da Rocha Loures, que está preso e deverá depor à PF nesta quarta (7)

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:23

prjbs

O Jornal Nacional, reproduzindo o site predileto de vazamentos da Procuradoria Geral da Republica, o da turma do Diogo Mainardi, afirmou que Joesley Batista cedeu seu avião particular, o Learjet 45, prefixo PR-JBS, para que Michel e Marcel Temer voassem ao Forum de Comandatuba, na Bahia.

O Forum era promovido por João Doria Júnior e há fato material provando a presença de Michel Temer por lá.

O Palácio do Planalto diz que Temer não usou o avião da JBS, mas o da FAB.

A matéria do Jornal Nacional tem um erro de checagem. Diz que o voo foi em janeiro de 2011.

O voo de ida, segundo o diário de bordo, aconteceu em 12 de janeiro de 2011. O avião saiu do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e foi para Comandatuba, na Bahia. A volta foi no dia 14 de janeiro de 2011. O avião buscou o grupo no hotel Transamerica Comandatuba, um resort que tem pista particular para jatinhos. O avião saiu de lá para Congonhas e levou, entre os sete passageiros, Temer e a família.

 agendacomandatubaO Fórum, na verdade, foi entre os dias 21 e 24 de abril no Hotel Transamerica, na Ilha de Comandatuba (BA), como mostra a agenda do então vice presidente, que reproduzo ao lado.

Isso está documentado em dezenas de fotos que uma rápida busca no Google fazem aparecer.

Teria havido outro voo, para Porto Alegre, em data não determinada.

O dado é objetivo. Ou é janeiro, ou é abril. Um dos dois está mentindo.

Via Fernando Brito

Publicado por: Chico Gregorio


06/06/2017
13:21

Via Thalita Moema.

Publicado por: Chico Gregorio


06/06/2017
13:19

Empresário Fred Queiroz e sua esposa Erika Nesi foram presos coercitivamente para prestar esclarecimentos sobre desvios de R$77 milhões das obras da Arenas das Dunas. Em entrevista a InterTV Cabugi, o advogado Diógenes da Cunha Lima, afirmou que acreditava na inocência de Fred Queiroz e de sua esposa Erika Nesi.
A empresa Pratika Locações é de Fred e Erika, que são acusados de participar de um esquema de lavagem de dinheiro na campanha de 2014 de Henrique Alves, foram contratados para prestar serviços de militância ele rua, ou seja, de acordo com a PF, compravam votos. De acordo com a PF, a empresa recebeu R$9 milhões e sacou R$ 4 milhões em espécie durante a campanha.
O ex-deputado Henrique Alves, o empresário Fred Queiroz e a blogueira Erika Nesi, ficarão presos no CDP da Ribeira.

Via Thalita Moema.

Publicado por: Chico Gregorio


06/06/2017
13:10

alckminbarco

O governador Geraldo Alckmin vai mostrando que tucano profissional sabe o poder do muro.

Ontem, mandou o prefeito João Doria de menino de recados acalmar a rebelião das bases do tucanato, que queria abandonar o governo Temer, marcando o prefeito como “temerista”.

Hoje, à imprensa, saiu pelo outro lado:

“Quem disse que eu sou contra o desembarque? Se você pegar as minhas declarações lá atrás eu disse que o partido deveria apoiar o governo, as medidas de interesse para o país, sem necessariamente participar com ministro”.

Portanto, deixa aberta a porta para pedir a saída dos ministros tucanos do governo e, com isso, puxar o tapete de temer e chamar a si o comando do PSDB.

A vingança de Alckmin não é um prato frio, é uma refeição que ele pôs no freezer há anos.

Via Fernando Brito

Publicado por: Chico Gregorio