07/06/2017
16:18

“Em processo que analisa condenação de A, B, C ou D, não pode haver glamour pessoal”, disse Herman Benjamin, em alfinetada ao presidente do TSE, Gilmar Mendes.

Gilmar havia destacada que insistiu na abertura do processo — não para cassar mandato, mas para discutir o tema, em 2015.

— Modéstia às favas, só há ação pelo meu empenho, embora quem brilhe agora seja Herman na televisão do Brasil todo — provocou o presidente.

O relator o interrompeu e rebateu que “preferia o anonimato” e que juiz não deve brilhar, ainda mais em casos que envolvem possibilidade de condenação.

O diálogo foi mais um entre as rusgas do relator com o presidente na sessão desta quarta-feira. Mais cedo, Gilmar havia dito que o argumento de Herman era “falacioso”. O relator, por sua vez, citou votos passados do presidente, com certo tom de ironia, para embasar as suas análises.

Pouco depois da troca de farpas, Gilmar declarou o fim da reunião.

O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
16:10

As correções de preços terão vigência a partir do dia 5 de cada mês (Foto: Reprodução)

A Petrobras aprovou nesta quarta-feira (07) uma nova política de preços para a comercialização às distribuidoras do Gás Liquefeito de Petróleo comercializado em botijões de até 13 kg e de uso residencial, o GLP-P13.

Isso implicará um aumento médio nas refinarias de 6,7% no produto este mês. Se for integralmente repassado, a companhia estima que o reajuste deve ser de 2,5% por botijão, cerca de R$ 1,25.

O preço final às distribuidoras será formado pela média mensal das cotações do butano e do propano no mercado europeu convertida em reais pela média diária das cotações de venda do dólar, divulgada pelo Banco Central, acrescida de uma margem de 5%.

As correções de preços terão vigência a partir do dia 5 de cada mês. A exceção será este mês de junho, quando o ajuste de preços passará a ser praticado nas vendas às distribuidoras realizadas a partir de amanhã. A aplicação da nova fórmula de preços para o GLP-P13 implicará um aumento médio nas refinarias de 6,7% no produto este mês.

O preço final ao consumidor pode ou não refletir o ajuste feito nas refinarias. “Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e revendedores, uma vez que a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados”, afirma a Petrobras, em nota.

Na composição de preços ao consumidor, a petroleira responde por cerca de 25% do valor final, outros 20% são tributos e o restante do preço é composto por distribuição e revenda (55%). O último reajuste no preço de GLP-P13 aplicado pela Petrobras ocorreu em 21 de março deste ano.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
16:06

O programa que oferece medicamentos de graça ou com 90% de desconto à população chegou a atender mais de 31 milhões somente entre 2011 e 2015

Créditos: Reprodução / WEB

O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (6), um cronograma que mostra que todas as unidades do programa “Farmácia Popular” serão fechadas até o final de agosto deste ano.

Criado em 2004, no primeiro mandato do governo Lula, o programa que oferece medicamentos de graça ou com 90% de desconto à população chegou a atender mais de 31 milhões somente entre 2011 e 2015 e teve, no final daquele ano, mais de 500 unidades espalhadas pelo país. O governo de Michel Temer, no entanto, já começou o fechamento dos estabelecimentos e, até março, eram apenas 393.

As unidades da rede privada conveniadas ao “Aqui tem Farmácia Popular”, um braço do programa, no entanto, continuarão funcionando. Elas oferecem, porém, um número menor de medicamentos.

Criticado, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, justificou a medida com a alegação de que os recursos do programa serão agora repassados agora aos estados e municípios para a compra de medicamentos. Ele afirmou ainda que as unidades cadastradas no “Aqui tem Farmácia Popular” são mais acessíveis à população.

Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
15:58

Os dois senadores estão sendo considerados golpistas pela classe trabalhadora.
 
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (6), por 14 votos a 11, o relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB) favorável à reforma trabalhista.
 
Aprovada pela Câmara dos Deputados em abril, a proposta seguirá para análise das comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ser votada em plenário. 
José Agripino e Garibaldi são a favor da reforma trabalhista, que prejudica os trabalhadores brasileiros. A senadora Fátima Bezerra é contra a reforma. 
 
Veja como cada senador votou AQUI

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
15:54

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Nota do Palácio do Planalto lida agora há pouco pela repórter Andrea Sadi na Globonews confirma o que foi divulgado ontem pelo empresário Joesley Batista, da JBS: Michel Temer usou o avião Learjet 45, de prefixo PR-JBS para levar a mulher, Marcela Temer, a um resort caríssimo, o Transamérica, em Comandatuba, na Bahia.

“O então vice-presidente Michel Temer utilizou aeronave particular no dia 12 de janeiro de 2011 para levar sua família de São Paulo a Comandatuba, deslocando-se em seguida a Brasília, onde manteve agenda normal no gabinete. A família retornou a São Paulo no dia 14, usando o mesmo meio de transporte. O vice-presidente não sabia a quem pertencia a aeronave e não fez pagamento pelo serviço”, diz a nova versão do Palácio do Planalto.

Resta saber se o hoje chamado de “falastrão” empresário pagou as despesas da madame , hospedagem e consumo, numa agenda secreta, pois sua agenda oficial, neste dia, começa apenas às 16 horas, como consta do registro oficial.

Temer, que mentiu ontem, afunda mais na mentira hoje, ao dizer que “não sabia a quem pertencia a aeronave” como se alguém viajasse num avião sem saber a quem pertence.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
15:42

Ubaldo Fernandes crê que ex-ministro deve utilizar mesma estratégia do senador Aécio Neves para evitar que danos colaterais recaiam sobre o partido

ubaldo fernandes

Elpídio Júnior

Ubaldo Fernandes (PMDB) afirma que Henrique precisa se desvencilhar do partido até que tudo seja esclarecido

A prisão do ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, como parte da Operação Lava Jato, está sendo vista com bastante preocupação dentro do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Em entrevista ao Agora Jornal, o vereador Ubaldo Fernandes (PMDB) admitiu que a sigla recebeu a notícia com grande impacto e que, pessoalmente, defende que Henrique se licencie momentaneamente do partido, até que sua inocência seja provada – ou não.

“É uma situação preocupante, mas o ex-ministro Henrique Alves vai ter oportunidade de fazer sua defesa. O que eu defendo é que o ex-ministro se licencie do PMDB”, disse Ubaldo.

O parlamentar justificou sua opinião explicando que Henrique terá mais oportunidade de fazer sua defesa caso se desvencilhe do PMDB. Deste modo, ele estará seguindo a mesma estratégia que o senador tucano Aécio Neves (PSDB), que preferiu se afastar de sua sigla para evitar que efeitos e danos colaterais recaíssem sobre seus colegas enquanto é investigado pela Justiça Federal.

“Ele tem que seguir o mesmo exemplo de Aécio Neves, até porque o partido está acima de qualquer nome. Acho que o momento é preocupante para o PMDB, e ele precisa se licenciar até para isentar o partido de qualquer envolvimento”, explicou.

Apesar de ser colega de partido, Ubaldo acredita que a Justiça está fazendo apenas cumprindo seu propósito constitucional. Ele pede apenas que haja celeridade e clareza para que toda a situação seja esclarecida de forma correta. “A Justiça está fazendo seu papel. A Operação Lava Jato tem que avançar em todos os aspectos, e agora vejo que cabe a Henrique Alves fazer sua defesa e, finalmente, mostrar sua inocência ou não”.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
15:39

Segundo a Procuradoria, Henrique teria emprestado contas no exterior a Cunha para receber propinas da Carioca Engenharia

 
Afirmação foi feita pelo juiz da 10ª Vara Federal, Vallisney de Oliveira

Os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha (PMDB/RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN) tinham uma relação ‘íntima e delituosa’, afirma o juiz da 10ª Vara Federal, Vallisney de Oliveira, em decisão que mandou prender preventivamente os peemedebistas, no âmbito da Operação Manus, desdobramento da Lava Jato, nesta terça-feira, 6.

A Procuradoria da República no Rio Grande do Norte também integra a Operação Manus e investiga fraudes de R$ 77 milhões na construção da Arena das Dunas para a Copa 14 – aqui, também, Henrique Alves, ex-ministro do Turismo nos governos Dilma e Temer. A ação, executada em parceria entre a Polícia Federal e a Procuradoria da República no Distrito Federal, apura irregularidades que teriam sido cometidas pelo grupo liderado pelo ex-presidente da Cãmara Eduardo Cunha nas vice-presidências de Fundos e Loterias e Pessoas Jurídicas da Caixa Econômica Federal (CEF).

A Procuradoria da República no Rio Grande do Norte também integra a Operação Manus e investiga fraudes de R$ 77 milhões na construção da Arena das Dunas para a Copa 14 – aqui, também, Henrique Alves está sob suspeita de receber propinas das empreiteiras OAS e Odebrecht na campanha eleitoral daquele ano, quando concorreu ao governo do Estado.

O juiz federal em Brasília Vallisney de Oliveira narra que, apesar de não poder ser considerado como ‘mentor ou participante direto junto às empresas’, o ex-ministro do Turismo foi beneficiário de ‘valores ilícitos’ de operações do FI-FGTS.

Segundo a Procuradoria, ele teria emprestado contas no exterior a Eduardo Cunha para receber propinas da Carioca Engenharia.

“Segundo a presente cautelar, sua ligação nas apontadas irregularidades com Eduardo Cunha é muito próxima, podendo ter havido uma combinação forte entre ambos dos valores que foram pagos pelas empresas que fizeram operação no FI-FGTS, principalmente a Carioca Engenharia, de Ricardo Pernambuco, que fez diversos depósitos para contas que têm como beneficiários Henrique Alves a pedido de Cunha e de valores muito expressivos”, anota o magistrado.

COM A PALAVRA, O ADVOGADO MARCELO LEAL, QUE DEFENDE HENRIQUE EDUARDO ALVES

O defensor do ex-presidente da Câmara foi procurado pela reportagem, mas não respondeu. O espaço está aberto para manifestação.

COM A PALAVRA, O ADVOGADO TICIANO FIGUEIREDO, QUE DEFENDE EDUARDO CUNHA

“É inequívoco que não há qualquer contemporaneidade os fatos da investigação com a decretação da medida cautelar dessa gravidade Isso expõe as vísceras de uma estratégia que tem sido adotada na Lava Jato e replicada pelos estados de se utilizar de uma pirotecnia para expor investigados e pressioná-los contra a sociedade. Lamentável esse abuso na utilização da prisão preventiva como forma de instrumento de investigação primário, e não como última opção”.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
15:34

POR THIAGO HERDY

O dono da JBS Joesley Batista e o presidente Michel Temer – Montagem com fotos de arquiv0

SÃO PAULO – Ao entregar à Procuradoria-Geral da República (PGR) registros de diário de bordo da aeronave usada pelo então vice-presidente Michel Temer para viajar com Marcela Temer a Comandatuba, em janeiro de 2011, o empresário Joesley Batista contou aos procuradores ter recebido uma ligação do próprio Temer para perguntar sobre o envio de flores à aeronave e agradecer pelo agrado.

A versão de Joesley Batista contradiz a nova nota divulgada no início da tarde desta terça-feira pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, que informa que “o vice-presidente não sabia a quem pertencia a aeronave” usada para deslocamento até o interior da Bahia.

Em relato à PGR, Joesley contou ter enviado flores para enfeitar a aeronave que seria usada pela família Temer para retornar a São Paulo, o que teria deixado o então vice-presidente com ciúmes. Segundo ele, para evitar o mal estar com o vice-presidente, o comandante da aeronave teria dito que este era um presente da mãe de Joesley, e não do empresário.

O vice-presidente teria, então, telefonado ao empresário para dizer que gostaria de agradecer à matriarca da família pelo agrado. E, em seguida, ligado à mãe de Joesley, Flora Batista.

Na noite de segunda-feira, a assessoria de Temer havia informado que só havia registros de viagens do então vice-presidente usando aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Nesta terça, a assessoria mudou versão e afirmou que ele usou uma aeronave particular para ir à Bahia em janeiro de 2011, mas não sabia quem era o dono do jato.

As informações sobre a presença de Temer em aeronaves do grupo J&F, que é dona da JBS, foram repassadas aos procuradores para reforçar o vínculo do empresário com Joesley. O empresário informou à PGR manter um relacionamento estreito com o político do PMDB desde 2010, quando teria sido apresentado a ele por Wagner Rossi, então ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2010-2011). Na ocasião, ele teria passado a atender a pedidos de contribuições financeiras e favores do então vice-presidente.

Em pronunciamento público recente, Temer buscou se desvincular de qualquer relação de intimidade com Joesley, classificando-o como “conhecido falastrão”.

No último dia 17, o GLOBO revelou que o presidente deu aval para Joesley comprar o silêncio de Eduardo Cunha na cadeia. Temer é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de corrupção passiva, integrar organização criminosa e obstrução de Justiça.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
15:32

ericasantos

Marcelo Auler, que meses atrás desenvolveu um ótimo trabalho de investigação jornalística sobre as denúncias do recebimento de propinas por Michel Temer no Porto de Santos, inclusive com o envolvimento da empresa Rodrimar, publica hoje um retrato chocante de como o Ministério Público Federal e o Supremo ignoraram os indícios de corrupção na Companhia Docas do Estado de São Paulo.

O caso se deu quando Erika Santos, na Vara de Família, pediu parte do que o seu então companheiro, Marcelo de Azeredo, recebia num arranjo de propina envolvendo Temer.

Leia a chamada de Auler:

Parte das dúvidas e questionamentos que a Polícia Federal demonstrou nas 82 perguntas encaminhadas ao presidente Michel Temer já poderiam estar esclarecidas, desde o início deste século XXI, não fosse a omissão de dois Procuradores-gerais da República – Geraldo Brindeiro, mais conhecido como “engavetador-geral da República”, e Roberto Gurgel – e do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os três, em um espaço de dez anos – 2001 e 2011 – não permitiram que fossem investigadas as denúncias de que Temer, como deputado e presidente da Câmara dos Deputados (1997-1998) recebeu propinas pagas por empresas que atuavam no Porto de Santos, desde 1995. A partir daquele ano, na gestão de Fernando Henrique Cardoso na presidência da República (1995/2002), e nos períodos em que o PMDB (1983/1994) e o PSDB (de 1995 aos dias atuais) governaram São Paulo, foi Temer quem indicou os presidentes da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP). E dela se beneficiou.

 Leia toda a história no Blog do Marcelo Auler.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
09:39

Em nota, a Prefeitura do Natal alegou que irá disponibilizar o secretário adjunto de obras, Tomaz Neto, para responder enquanto Fred Queiroz, o indicado preso junto com Henrique Alves ontem na operação Manus da PF, está na prisão.

Pelo jeito, mesmo diante de ação tão adversa, o prefeito Carlos Eduardo Alves não quis desprestigiar o primo e exonerar seu indicado da secretaria de obras.

De fato, a prisão nada tem a ver com a Prefeitura do Natal, conforme diz a nota. Porém, por qual razão Carlos Eduardo Alves se submete a situação tão complicada politicamente?

Segue nota na íntegra:

Nota sobre Operação Manus 
Em virtude dos fatos ocorridos hoje pela manhã que resultaram na prisão preventiva do secretário de Obras, Fred Queiroz, o prefeito Carlos Eduardo assinou portaria que será publicada no Diário Oficial de amanhã designando o secretário adjunto, Tomaz Pereira de Araújo Neto, para responder pela secretaria nas ausências e impedimentos do titular da pasta.
Ressalte-se que não há nada nos fatos revelados que envolva a Prefeitura do Natal.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
09:36


Além do publicitário Arturo Arruda, o pai da esposa de Henrique Alves, o jornalista Cassiano Arruda Câmara, também é alvo de investigação da Operação Manus.
A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na Agência Art&C de Arturo, e na residência de Cassiano Arruda. A Polícia Federal apreendeu os carros de Henrique Alves, Laurita Arruda (esposa do ex-deputado) e de Arturo Arruda.
Quantas volta que a vida dá, lembro-me bem da época em que o jornalista Cassiano Arruda estampava as páginas dos jornais fazendo textos críticos e ferrenhos a Henrique e hoje está sendo alvo de investigação de uma operação ao lado dele.
Quem nunca foi alvo dos comentários maldosos e cheio de pedido de justiça do jornalista, não sabe o que é emoção na vida, quem foi está de peito lavado. A justiça ainda não divulgou a participação dos 24 mandados de busca e apreensão que foram cumpridos nas residências e empresas.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
09:34

O GLOBO

A prisão do ex-ministro Henrique Eduardo Alves nesta terça-feira levou para a cadeira mais um dos aliados mais próximos do presidente Michel Temer, justamente num dia decisivo para sua permanência presidência da República, com o início do julgamento no TSE que pode resultar na sua cassação.

A foto acima foi feita em 17 abril de 2016, um domingo também decisivo na história republicana brasileira, quando a Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O então vice-presidente Temer assistia à sessão ladeado por três aliados, todos, assim como o próprio presidente, enrolados com a Justiça: à sua esquerda, o ministro Eliseu Padilha, que responde a inquéritos no Supremo Tirbunal Federal (STF).

Os outros dois que dividiam o sofá com Temer estão atualmente na cadeia: além de Henrique Eduardo Alves, o ex-deputado ex-assessor do Palácio do Planalto Rodrigo Rocha Loures também assistiu à derrocada de Dilma na companhia de seu sucessor.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
09:33

Montagem

Por LAURO JARDIM

Resgatar o breve histórico dos ocupantes da presidência da Câmara dá a devida dimensão da crise brasileira.

Henrique Alves é o terceiro ex-presidente da Casa a ir preso nos últimos cinco anos. Eduardo Cunha, na Lava-Jato, e João Paulo Cunha, no mensalão, foram os outros dois.

O número de ex-presidentes encrencados, no entanto, é maior: Arlindo Chinaglia, Marco Maia, Aécio Neves e Rodrigo Maia são investigados pela Ministério Público. Além deles, Aldo Rebelo foi acusado pelo delator Pedro Corrêa de receber propina por obras do Minha Casa Minha Vida.

Aliás, o próprio presidente da República, com inquérito aberto no STF, também presidiu a Câmara em duas ocasiões.

Fora do noticiário político-policial recente, ainda há os casos de Severino Cavalcanti, protagonista do mensalinho na Câmara; Efraim Moraes, acusado de empregar funcionários fantasma no Senado; e Ibsen Pinheiro, cassado pela CPI dos anões do

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
08:01

Resultado de imagem para fotos de henrique alves com carlos eduardo alves

Se quiser manter-se firme na disputa pelo Governo do Estado que ocorrerá no ano que vem, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PMDB), terá que se livrar do PMDB, do ex-ministro Henrique Alves, preso por corrupção.
O peemedebistas possui espaços valorosos na gestão municipal. O esquema no qual Henrique é acusado já causou prejuízos de imagem à gestão, com a prisão do secretário municipal de Obras, Fred Queiroz (PMDB).
Via Robson Pires.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
07:56

Uma pesquisa do Instituto Patoense de Opinião (IPOP), divulgada nesta terça-feira (06) pela Rádio Morada do Sol no programa Participação Popular apresentado por Silvio Romero, apontou que o Deputado Federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) lidera as intenções de voto no primeiro turno das eleições de 2018 para o cargo de Governador da Paraíba.

Leia Também:   VEJA VÍDEO: Prefeito faz discurso bêbado e ganha a internet “Beber pode, roubar é que não pode”

O instituto é o mesmo que acertou para com a vitória de Dinaldinho Wanderley para a prefeitura em 2016.

Veja o resultado:

• Veneziano (PMDB): 20%

• Luciano Cartaxo (PSD) 13%

• Romero Rodrigues (PSDB): 12%

• Lígia Feliciano (PDT): 3%

• Não sabe: 52%

A pesquisa tem margem de erro de quatro pontos percentuais para cima ou para baixo e índice de confiança de 94%. O IPOP ouviu de forma estimulada 302 pessoas nos dias 4,5 e 6 de junho de 2017. A empresa IPOP tem como CNPJ 06.077.274/0001-65.

Publicado por: Chico Gregorio