08/02/2017
10:17

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A primeira dama dos Estados Unidos, Melania Trump, entrou com um processo contra o jornal britânico Mail Media na segunda-feira, pedindo US$ 150 milhões em danos pela publicação sustentar, falsamente, que ela teria trabalhado como acompanhante e gerando “múltiplos milhões de dólares” em prejuízos durante o período em que ela “se tornaria uma das mulheres mais fotografadas do mundo”.

Segundo a ação, o artigo prejudicou significativamente as vendas da marca de joias e acessórios de Melania, assim como oportunidades futuras de negócios.

Melania, segundo o própria acusação, “tinha a oportunidade única, como uma pessoa extremamente famosa e bem conhecida, ex-modelo profissional, porta-voz da marca e mulher de negócios bem sucedida, de lançar uma marca de ampla variedade de produtos, cada um podendo render múltiplos milhões de dólares por múltiplos anos nos quais ela seria a mulher mais fotografada do mundo”.

A ação sustenta que esses negócios “incluiriam vestuário, acessórios, sapatos, joias, cosméticos, produtos para o cabelo, pele e fragrâncias”. Ela também afirma que o artigo “prejudicou sua aptidão para cumprir suas funções como primeira dama”.

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
10:12

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Deputado Nélter Queiroz (PMDB)

O deputado Nélter Queiroz (PMDB) propôs o fortalecimento das Câmaras Municipais  do Rio Grande do Norte através da construção, ampliação ou reforma das sedes dos legislativos com  recursos provenientes de emendas parlamentares. Em seu pronunciamento, na sessão plenária desta terça-feira (7), o deputado anunciou que o assunto será discutido em audiência pública na Assembleia no mês de março.

“Os vereadores são para-choques junto à população. Muitas vezes esses parlamentares não tem, sequer, um gabinete para trabalhar e algumas Câmaras não possuem nem sede própria ou precisam de melhorias. Por isso, queremos discutir a possibilidade do repasse dos recursos públicos para esta finalidade através de emendas dos deputados e contamos com o apoio de todos”, defendeu Nélter Queiroz.

Ele disse ainda que convidará representantes do Governo, Federação das Câmaras, União de Vereadores, Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público e Câmara Municipal de Natal para o debate em torno do assunto. “A presidente da Câmara Municipal de Jucurutu já fez, inclusive, uma consulta pública junto ao Tribunal de Contas do Estado para saber se é legal este repasse, o que contribuirá para a discussão”, acrescentou o parlamentar.

Fonte Agora RN.

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
10:07

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O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou nesta terça-feira, 7, em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro – dos processos da Operação Lava Jato, em Curitiba -, que o presidente Michel Temer participou, em 2007, de uma reunião com a bancada do PMDB para discutir as indicações do partido para diretorias da Petrobrás.

“Essa reunião era justamente pelo desconforto que existia com as nomeações do PT de Graça Foster para a Diretoria de Gás e José Eduardo Dutra para a presidência da BR Distribuidora terem sido feitas sem as nomeações do PMDB”, afirmou Cunha, interrogado pela primeira vez por Moro como réu da Lava Jato.

Temer depôs, por escrito a Moro, como testemunha de defesa do peemedebista, preso desde outubro de 2016. Em suas informações, porém, o presidente declarou que “não houve essa reunião”, citada na denúncia da força-tarefa da Lava Jato contra Eduardo Cunha.

“Fui comunicado (sobre a reunião), tanto eu como Fernando Diniz, na época, pelo próprio Michel Temer e pelo Henrique Alves (ex-ministro e aliado muito próximo de Temer). O Michel Temer esteve nessa reunião junto com Walfrido Mares Guias.”

O ex-presidente da Câmara explicou que “houve uma revolta da bancada do PMDB na votação do CPMF”. Temer era o presidente nacional do PMDB, na ocasião.

“Nesse dia, eles chamaram, Michel e Henrique Alves chamaram para essa reunião, para acalmar a bancada, e a bancada acabou votando em seguida a CPMF.”

Cunha disse a Moro que “a resposta do presidente Michel Temer nas perguntas está equivocada”.

“Ele (Temer) participou sim da reunião e foi ele que comunicou a todos nós o que tinha acontecido na reunião, porque não era só o cargo da Petrobrás, era outras várias discussões que aconteciam no PMDB.”

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
10:03

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BRASÍLIA – O governo federal tem em mãos um projeto de lei que reduz em 65% as áreas das unidades de conservação que foram demarcadas por decretos da ex-presidente Dilma Rousseff. Apesar de o projeto já ter detalhes do recorte que será aplicado sobre quatro florestas protegidas e a extinção de uma quinta unidade, o Ministério do Meio Ambiente, que deveria ser o principal interessado no assunto, sequer foi chamado para as discussões.

Na tarde desta terça-feira, 7, parlamentares do Amazonas entregaram o texto do projeto de lei ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Pela proposta, as áreas protegidas que somam 2,697 milhões de hectares seriam encolhidas para 1,772 milhão de hectares, praticamente um terço do território atual, abrindo espaço para exploração em uma das áreas mais sensíveis da Amazônia hoje, na região sul do Estado do Amazonas, na fronteira com o Mato Grosso e Rondônia. A Casa Civil informou que ainda fará novas análises sobre o texto e que este deve ser enviado ao Congresso como uma proposta do próprio governo. Não há uma data para que isso ocorra.

Questionado pela reportagem se estava acompanhando o assunto, o Ministério do Meio Ambiente respondeu que “ainda não foi convidado para reuniões”. Nesta quarta-feira, 8, o ministro do MMA Sarney Filho, secretários da Pasta e presidentes de órgãos vinculados farão uma “caravana verde” justamente para Estados da Amazônia Legal, com o objetivo de avaliar e definir ações de combate ao desmatamento.

Tão logo seja informado oficialmente, declarou o ministério, irá se pronunciar. “Ressaltamos que qualquer alteração de área em unidades de conservação depende de análise técnica do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)”, declarou o MMA, por meio de nota. “Por hora, este ministério dedica esforços ao combate ao desmatamento.”

O objetivo do projeto de lei é esvaziar os decretos que foram publicados pela presidente Dilma Rousseff no último dia de seu mandato, em 11 de maio do ano passado. Naquela ocasião, Dilma liberou uma série de autorizações, entre elas algumas voltadas para reconhecimento e homologação de terras indígenas, processos que já foram revistos pelo presidente Michel Temer.

A pressão para que as unidades sejam canceladas parte de parlamentares do Amazonas, que reclamam de paralisações de projetos e investimentos do agronegócio e da indústria na região. As unidades formam hoje um tipo de cinturão verde, que dificulta o avanço do desmatamento, extração ilegal de madeira e grilagem de terras.

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
09:57

Açucar na lancheira

O açúcar faz parte da alimentação. A criança que come de tudo aprende a ter uma relação melhor com a comida, sem exclusão, sem excessos. E a hora de montar a lancheira pode ser um bom momento para os pais ensinarem o equilíbrio. Nesse caso, o ingrediente pode aparecer no lanche, mas muito além do que isso, os responsáveis devem incentivar o consumo diversificado que torne o momento gostoso, ampliando o repertório alimentar dos pequenos.

De acordo com Marcia Daskal, nutricionista e proprietária da Recomendo Assessoria em Nutrição, “falar de açúcar é relacionado àquele de adição. Nas frutas, por exemplo, há o açúcar natural da fruta. Dito isto, o consumo deve ser esporádico e os pais devem determinar. Teve um aniversário e sobrou bolo? Pode mandar um pedaço! A barrinha de cereais, por exemplo, tem açúcar, mas pode ser consumida como parte de um lanche, no qual vai um pedaço de queijo e uma fruta”, orienta.

Na hora de montar a lancheira, é importante que os pais priorizem o preparo em casa. Porém, isso não impede de oferecer alimentos industrializados, desde que em poucas quantidades. A nutricionista diz que bebidas, como água de coco, suco de frutas e mate, assim como o iogurte, são opções práticas para a ocasião.

Já o tamanho do lanche varia de criança para criança e de acordo com a fome no dia. Tem aquelas que precisam de um sanduíche e outras que ficam bem com uma fruta. “A principal regra é que não tem regra para montar a lancheira. Existem mil recomendações, mas a fome não costuma ler artigos científicos. Procure alimentos nutritivos e fáceis de comer com a mão. Frutas, mande pequenas e fáceis de morder, como uvas sem caroço, ameixa, banana, maçã, ou já picadas. Se costuma mandar mais de um item, que seja em pequenas quantidades de cada um”,diz Márcia.

Ainda de acordo com a especialista,é bom dar preferência para produtos sem adição de açúcar. Assim, é possível controlar mais o consumo do ingrediente com opções que precisam ser adoçadas separadamente. “Mas, às vezes, algo doce pode compor o lanche, como um bombom ou um achocolatado”.

Veja outros exemplos de alimentos com açúcar que podem compor a lancheira:

  •     Queijinho tipo petit suisse
  •     Chá mate
  •      Bolo
  •      Iogurte
  •      Cereais matinais (em barrinhas ou em saquinhos)
  •      Geleia que vai no sanduíche
  •      Biscoito integral ou biscoito feito em casa
  •      Granola para comer com iogurte

Como saber se a quantidade de lanche está correta?

É importante os pais estarem atentos do quanto volta do lanche para casa, dando uma boa ideia se deve aumentar ou diminuir a quantidade. Quanto menos se come no café da manhã, maior a chance de a fome aumentar na hora do lanche.

“Pode ser também que a brincadeira no pátio seja muito mais interessante do que a comida. Nesses casos, você deve mandar coisas fáceis de comer e que forneçam muita energia e nutrientes, como amendoim, castanhas e nozes, frutas secas e sucos. Ovo de codorna, azeitona, macarrão frio (pene ou parafuso), tomate cereja, frutas, biscoito de polvilho, palitos de pepino e cenoura (ou mini cenouras) são opções que fazem sucesso”, orienta Márcia.

A especialista ainda lembra que a lancheira saudável vai ser adequada para a criança se ela tiver o hábito de comer coisas saudáveis em casa. “Procure fazer lanches divertidos e não mande a mesma coisa todos os dias. Equilibrando as porções, tudo acaba sendo viável na lancheira, inclusive coisas com açúcar”, finaliza.

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
09:51

Vejam vídeo : 

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
08:48

Grave acidente na serra de Santa Luzia (Foto: reprodução / WhatsApp)

Um grave acidente foi registrado no inicio da manhã desta terça-feira (7) na Serra de Santa Luzia, entre os municípios de Patos e Santa Luzia, no Sertão da Paraíba.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, dois homens estavam em um caminhão, quando o veículo veio a tombar e vitimar fatalmente um deles, e deixar o outro gravemente ferido. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estiveram no local e transferiram o ferido para o Hospital Regional de Patos.

Ainda não se sabe as causas do acidente, e nem o que teria ocasionado o tombamento do caminhão.

As duas vias encontram-se interditadas para a retirada do caminhão.

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
08:39

Justiça Eleitoral cassa mandato da prefeita de Ouro Branco

A prefeita de Ouro Branco Fátima de Araújo e o vice-prefeito Francisco Lucena Araújo Filho, ambos do PT, foram cassados por abuso de poder político.

A decisão foi de primeira instância e o recurso de ambos tramitará no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte.

A Justiça também condenou a gestora para um período de oito anos de inelegibilidade.

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
08:34

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a criticar a Lava Jato, desta vez em relação à duração das prisões determinadas pelo juiz Sergio Moro, que coordena a operação na primeira instância, em Curitiba.

“Temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre esse tema, que conflita com a jurisprudência que construímos ao longo desses anos”, disse Gilmar logo após o primeiro julgamento de processos da Lava Jato após o sorteio que definiu o ministro Edson Fachin como relator da operação no STF.

Na sua estreia no cargo, Fachin votou por negar um recurso apresentado pela defesa do ex-assessor do PP João Cláudio Genu, condenado a oito anos e oito meses de prisão por corrupção e associação criminosa. O julgamento foi feito na Segunda Turma do STF, colegiado que reúne, além de Fachin, os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Gilmar Mendes. Por unanimidade, o recurso de Genu foi rejeitado pela turma.

“Excessos”
Mendes tem sido um crítico recorrente da Lava Jato. Em dezembro do ano passado, por exemplo, ele apontou os “excessos” da operação e pediu limites para as prisões preventivas. “Acho que deveríamos ter colocado limites nessas prisões preventivas que não terminam. Precisamos realmente mostrar que há limites para determinados modelos que estão se desenhando’, disse.

Em novembro, entrou em confronto com Moro na discussão sobre o foro privilegiado. “Para todo problema complexo, uma solução simples é geralmente errada”, afirmou Mendes ao comentar sugestão do juiz de Curitiba de que apenas os presidentes dos Três Poderes tivesse direito a ser julgado no STF.

Antes, em outubro, disse, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que juízes e procuradores que atacavam a proposta de lei que pune abuso de autoridades “imaginam que devam ter licença para cometer abusos”. Para ele, o combate à corrupção e a Operação Lava Jato estão sendo usados “oportunisticamente” para a defesa de privilégios do Judiciário, do Ministério Público e de outras corporações.

Ele ressaltou na mesma entrevista que a Lava Jato é um marco no combate à corrupção, mas nem por isso “práticas ou decisões do juiz Moro e dos procuradores” devem ser canonizadas.

(Com Estadão Conteúdo)

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
08:32

POR JOSIAS DE SOUZA

A Câmara dos Deputados deve votar nesta quarta-feira um projeto de lei que, na prática, concede aos partidos políticos uma licença para assaltar dinheiro público. A proposta é de uma simplicidade estarrecedora. Hoje, partidos que não prestam contas ou que têm as contas reprovadas deixam de receber dinheiro público do Fundo Partidário e sujeitam-se à cassação do registro pela Justiça Eleitoral. Com a aprovação da proposta, nenhum partido poderá ser proibido de funcionar —mesmo que não preste contas ou apresente escrituração anual reprovada.

O projeto foi empurrado para dentro da pauta de votações graças a um requerimento de urgência aprovado nesta terça-feira. Após reunião do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, com os líderes partidários, a coisa passou com uma facilidade inaudita. Votaram a favor do ritmo de toque de caixa 314 deputados. Apenas 17 votaram contra —isso corresponde à bancada do PSOL, única legenda a rejeitar a fuzarca, mais meia dúzia de gatos pingados de outras legendas. Houve também quatro abstenções. A íntegra da lista de votação está disponível aqui. Lendo-a, você notará que a desfaçatez é suprapartidária. Reúne oposição e governo.

O placar do pedido de urgência sinaliza o resultado da votação do mérito do projeto. A aprovação será uma barbada. Um detalhe potencializou a desfaçatez: enquanto os deputados colocavam o descalabro em movimento, o TSE decidia destravar os processos contra três legendas acusadas de se apropriar de verbas roubadas da Petrobras: PT, PMDB e PP. Os processos estavam abertos desde agosto do ano passado. Contêm documentos enviados de Curitiba por Sergio Moro, juiz da Lava Jato. Havia, porém, uma polêmica sobre quem deveria relatar as causas. E o tribunal eleitoral decidiu na noite desta terça que os processos serão distribuídos por sorteio entre os seus sete ministros. Significa dizer que a encrenca sairá da gaveta.

Chama-se Maurício Quintella Lessa o autor da proposta que concede anistia preventiva aos partidos com contabilidade bichada. Filiado ao PR, o personagem está licenciado do mandato. No momento, serve à pátria sentado na cadeira de ministro dos Transportes do governro de Michel Temer. A proposta de Quintela saiu do forno no início de 2016. Não passou por nenhuma comissão.

 

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
08:27

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O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou nesta terça-feira, 7, em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro – dos processos da Operação Lava Jato, em Curitiba -, que o presidente Michel Temer participou, em 2007, de uma reunião com a bancada do PMDB para discutir as indicações do partido para diretorias da Petrobrás.

“Essa reunião era justamente pelo desconforto que existia com as nomeações do PT de Graça Foster para a Diretoria de Gás e José Eduardo Dutra para a presidência da BR Distribuidora terem sido feitas sem as nomeações do PMDB”, afirmou Cunha, interrogado pela primeira vez por Moro como réu da Lava Jato.

Temer depôs, por escrito a Moro, como testemunha de defesa do peemedebista, preso desde outubro de 2016. Em suas informações, porém, o presidente declarou que “não houve essa reunião”, citada na denúncia da força-tarefa da Lava Jato contra Eduardo Cunha.

“Fui comunicado (sobre a reunião), tanto eu como Fernando Diniz, na época, pelo próprio Michel Temer e pelo Henrique Alves (ex-ministro e aliado muito próximo de Temer). O Michel Temer esteve nessa reunião junto com Walfrido Mares Guias.”

O ex-presidente da Câmara explicou que “houve uma revolta da bancada do PMDB na votação do CPMF”. Temer era o presidente nacional do PMDB, na ocasião.

“Nesse dia, eles chamaram, Michel e Henrique Alves chamaram para essa reunião, para acalmar a bancada, e a bancada acabou votando em seguida a CPMF.”

Cunha disse a Moro que “a resposta do presidente Michel Temer nas perguntas está equivocada”.

“Ele (Temer) participou sim da reunião e foi ele que comunicou a todos nós o que tinha acontecido na reunião, porque não era só o cargo da Petrobrás, era outras várias discussões que aconteciam no PMDB.”

Cunha declarou que havia um hábito semanal de reuniões dele com Temer e outros coordenadores do PMDB para “debater e combinar toda situação política”.

“Tudo era reportado, sabíamos de tudo e de todos.”

Fonte Estadão.

Publicado por: Chico Gregorio


08/02/2017
08:25

Eduardo Pelella, chefe de gabinete do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta terça-feira, 7, a senadores que a intenção do Ministério Público Federal é pedir o fim do sigilo de apenas parte das delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht. Em reunião com parlamentares da oposição, o procurador da República disse que, diante da “peculiaridade” do caso, a solicitação deve ocorrer antes mesmo da apresentação da denúncia (acusação formal).

Conforme apurou o Estado, Janot deve pedir o fim do sigilo de algumas delações ao solicitar a abertura de inquéritos baseados nos depoimentos dos 77 executivos e ex-executivos da empreiteira, ainda sem data para ocorrer. As delações foram homologadas pela presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, no início da semana passada e remetidas de volta aos procuradores.

Parlamentares da oposição e da base cobram que os depoimentos sejam tornados públicos o quanto antes com o argumento de que isso “facilitaria” as investigações e evitaria vazamentos seletivos, o que também tem preocupado o governo de Michel Temer.

Nos bastidores, porém, a avaliação de parlamentares é de que a divulgação de uma só vez divide as atenções da sociedade e dilui os efeitos negativos entre os diversos investigados.

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


07/02/2017
16:24

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, recebeu a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Associação Nacional dos Servidores do Ministério Público (ANSEMP) que questiona a legalidade do pagamento de auxílio-moradia aos membros do Ministério Público.

Em sua decisão monocrática, Fux determinou a notificação ao Conselho Nacional do Ministério Público para que no prazo de 10 dias preste as informações sobre o processo. Após esse prazo, a Advocacia Geral da União (AGU) e o Procurador-Geral da República (PGR) terão cinco dias para se manifestarem, antes da decisão em caráter definitivo.

Entre os argumentos para questionar a legalidade do benefício, a ação movida pela ANSEMP elenca a ofensa ao princípio da legalidade e moralidade e violação à regra do subsídio.

Aldo Clemente, Secretário-Geral do SINDSEMP e Coordenador Executivo da FENAMP, um dos articuladores nacionais do movimento contra essa verba, comemora o recebimento da ação e espera que o STF julgue o caso com celeridade, “suspendendo o pagamento de um auxílio moradia que é no mínimo imoral, pela natureza, bem como por não ter nenhuma comprovação para recebimento. A sociedade não suporta mais esse tipo de imoralidade de um órgão que deve respeito aos ditames constitucionais, como deveria ser o Ministério Publico”, destacou Clemente.

Fonte: Portal no Ar

Publicado por: Chico Gregorio


07/02/2017
16:09

Da jornalista Renata Lo Prete:

A desfiliação é uma coisa…a ideologia é outra.

Essa não se acaba com uma mera assinatura.

Publicado por: Chico Gregorio


07/02/2017
15:45

Por Flávio Oliveira, 
Decreto publicado pelo Governo do Estado proíbe apoio financeiro dos órgãos públicos para custear festas de carnaval neste ano.

O governador Robinson Faria publicou no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (7) um decreto que proíbe a concessão de ajuda financeira, por parte dos órgãos da Administração Pública Estadual, para custear despesas com as festividades carnavalescas.

De acordo com o texto, entre as justificativas para a impossibilidade de apoio estão a severa crise econômica e financeira que afeta o país e o Rio Grande do Norte, assim como a crise hídrica vivida pelo Estado.

O decreto explica ainda que a ação ocorre devido à necessidade da “Administração Pública priorizar o fornecimento à população dos serviços públicos essenciais e permanentes, sobretudo de saúde, segurança e educação”.

Publicado por: Chico Gregorio