07/04/2017
08:39

A última publicação da #atriz na rede social Instagram, foi no dia 26 de outubro de 2016. Luiza Valdetaro ficou conhecida por participar de novelas como “Celebridade”, “Gabriela” e “Joia Rara”. O seu marido, Mariano Marcondes Ferraz, acabou sendo preso na mesma data que partiu o sumiço da atriz, ele é acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Depois de ser preso, Mariano resolveu parar uma fiança de R$ 3 milhões no dia 3 de novembro de 2016, fazendo com que ele sobreviva fora da cadeia. Mas no dia 3 de maio de 2017, ele se tornou réu pela Lava Jato, em uma denúncia do Ministério Público Federal (MPF) acatada pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Lava Jato.

Mariano Marcondes Ferraz teria pago US$ 868.450,00 em propina para que a empresa Decal do Brasil renovasse seus contratos com a #Petrobras. Quem recebeu a propina foi o delator Paulo Roberto Costa, ex-diretor do setor de Abastecimento da Petrobras e um dos primeiros a fechar acordo de delação premiada pela operação.

Em depoimento para a Polícia Federal, Mariano Ferraz declarou que pagou propina referente ao que eles chamavam de “comissões” e cada uma dessas comissões valia 1,5 % do valor do contrato. A defesa do empresário enfatizou que o cliente declarou sua participação em atos ilícitos e que iria colaborar para a apuração dos fatos, ajudando as investigações.

Enquanto a vida de Mariano estava um “terror”, sua esposa Luiza resolveu abandonar o Brasil e partiu para Londres com sua filha caçula, fruto do casamento entre os dois. Ela abandonou a carreira de atriz no Brasil e trabalha como uma das sócias da empresa da produtora BlueMoonn KN. A foto mais recente da atriz mostra ela na festinha da escola da filha, a imagem foi publicada por sua sócia.

As investigações da Lava Jato “reviraram” a empresa Petrobras e chegou perto de grandes empresários e políticos brasileiros. O ex-presidente Lula está envolvido em seis processos, a maioria acusado de corrupção e lavagem de dinheiro. Quem também se prejudicou foi o empresário Eike Batista que chegou a ser preso.

Fonte: Blasting News

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2017
08:36


Pelo segundo dia consecutivo, o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ)  teve de cancelar votações estratégicas para não sofrer novas derrotas em plenário.

Estava na pauta desta quinta-feira (6) a ajuda para estados em situação de calamidade financeira, mas, em contrapartida, a União pede a privatização de água e energia, o congelamento de reajustes e aumento de 11% para 14% da contribuição na folha dos aposentados. Botafogo prometera entregar ontem ao Planalto a aprovação do texto, mas não conseguiu.

A última sabugada que o ilegítimo Michel Temer (PMDB) levou na Casa foi no dia 29 de março, quando tentava aprovar a cobrança de mensalidade nas universidades públicas. Ele não obteve êxito na reunião de 308 votos necessários para passar a PEC. Antes, porém, o presidente se gabava de ter 400 deputados na base de apoio.

Temer vê desmilinguir sua base na Câmara com rompimentos como aquele ocorrido nesta quinta (5), quando o PTN anunciou que pularia da “Ponte para o Futuro”.

O próprio ilegítimo teria brincado com a saída de 13 deputados da sustentação governista na Câmara: ‘Nos Phodemos‘ — fazendo trocadilho com o novo partido que o senador Alvaro Dias (PV-PR) está a criar.

A crise política no Senado também balança Temer. Lá, o líder “oposicionista” mais estridente é o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). É ele quem lidera a rebelião contra a lei das terceirizações, a reforma trabalhista e a reforma previdenciária.

No início da semana, durante um jantar na casa da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), Renan afirmou a colegas que “Temer não tem para onde ir. Assim como a Dilma [Rousseff] não tinha um ano atrás”.

Para o ex-presidente e atual líder do PMDB no Senado, se continuar como está, o “governo vai cair para um lado, e o PMDB, para o outro”. E não é isso que Renan deseja. Ele tem outros planos, dentre os quais reeleger seu rebento, Renan Filho, governador de Alagoas.

Fonte:  Esmael Morais

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2017
08:32

Segundo autor do registro, essa é a primeira vez que um evento meteorológico desse tipo é confirmado no Brasil

‘Crown Flashes’ foi produzido em PE e visto na PB

Mais um evento meteorológico raro pôde ser observado no céu de Campina Grande. Em vídeo publicado no Youtube nessa quinta-feira (6), o estudante de Meteorologia Diego Rhamon mostra o registro do fenômeno ‘Crown Flashes’, que se assemelha a fluxos luminosos de aurora (boreal ou austral), mas acontecem no topo de nuvens de tempestade. Veja vídeo mais abaixo.

Segundo a publicação de Diego Rhamon, o ‘Crown Flashes’ foi registrado na última sexta-feira (31) e essa é a primeira ocorrência confirmada no Brasil. “Crown Flashes são muito pouco documentados e registrados em todo o mundo. Esse caso em Campina Grande é mais fraco, bem mais discreto que outros já registrados”, ressalta o estudante de Meteorologia.

Ainda de acordo com Diego Rhamon, a nuvem de tempestade que produziu o fenômeno estava nas proximidades da cidade Triunfo, em Pernambuco, distante cerca de 250 quilômetros de Campina Grande em linha reta. A filmagem foi feita no apartamento do estudante.

“A hipótese mais aceita é de que o fenômeno se forma pelo reflexo ou pela difração da luz do Sol em finos cristais de gelo suspensos no topo dessas nuvens. Descargas elétricas no interior das nuvens de tempestades geram campos magnéticos que alteram o alinhamento dos cristais de gelo, resultando na variação de luminosidade”, explica Diego Rhamon.

Confira o registro feito em Campina Grande:

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2017
08:20

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Com a reforma da Previdência, o governo planeja exigir de trabalhadores rurais uma contribuição máxima de 5% do salário mínimo, disse o secretário de acompanhamento econômico da Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida.

Atualmente, trabalhadores rurais têm regras diferentes de aposentadoria das de trabalhadores urbanos. Mesmo não contribuindo com a Previdência, eles têm acesso ao benefício ao atingirem a idade mínima de 55 anos (mulheres) e 60 anos (homens) se comprovarem terem exercido atividades no campo.

Pela proposta de reforma do governo, os regimes seriam unificados. Para se aposentar, trabalhadores rurais também serão obrigados a contribuir por 25 anos e ter uma idade mínima de 65 anos para se aposentar.

A diferença é que o benefício continuará a ser subsidiado em parte, uma vez que a contribuição exigida, de 5% no máximo, é inferior à alíquota do setor privado, que hoje varia entre 8% e 11%.

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2017
08:06

hospital-do-serido

Em audiência nesta quinta-feira (06), a Justiça dissolveu a Fundação Hospitalar Carlindo Dantas, o Hospital do Seridó.  O acordo foi

celebrado hoje entre o Conselho da Fundação e o Ministério Público Estadual. De acordo com informações chegadas ao Blog do Marcos

Dantas, as dívidas aos credores serão pagas com a alienação de bens, inclusive já nomeado liquidante judicial, que foi a Acerte Consultoria

Contabilidade Ltda, com endereço na Rua Pedro Álvares Cabral, 16, apartamento 21, Nova Betânia, Mossoró/RN.

Ao blog,  a assessoria jurídica da Fundação explicou que o único bem que não poderá ser alienado pelo já nomeado liquidante é o prédio do

Hospital do Seridó, que já foi determinado à incorporação ao município de Caicó. Os demais bens serão alienados para pagamento das

dívidas. Pelo acordo o Município de Caicó assume a administração, custeio e prestação dos serviços públicos hospitalares no Hospital do

Seridó, conforme decisão de tutela de urgência anteriormente proferida.

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Durante muitos anos , duas casas de saúde de Caicó, a Maternidade Mãe Quininha, foi comandada pelo grupo político do PMDB, tendo

a frente o vice-prefeito Álvaro Dias, e o Hospital do Seridó, pelo deputado Vivaldo Costa.

A maternidade fechou, foi entrega a Liga de Combate ao Câncer,  e a Fundação Carlindo Dantas, entrou em crise financeira, houve uma

intervenção federal, para evitar o fechamento, o município de Caicó vem ajudando na manutenção, agora a mesma foi extinta, acabando

de vez com o ciclo de políticos caicoenses de administrar serviços de saúde, e o poder público assume, pois saúde e um direito de todos e

dever do estado, é não, favor de políticos.

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2017
07:49

NOTA DO SENADOR JOSÉ AGRIPINO

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Apesar de desconhecer o inteiro teor da delação do ex-senador Sérgio Machado, devo esclarecer o seguinte:
1- As doações que, como presidente de Partido tenho a obrigação de buscar, obedecendo à legislação vigente, foram obtidas sem intermediação de terceiros, mediante solicitações feitas diretamente aos dirigentes das empresas doadoras.

 

2- Presidente de Partido de oposição que sou, não teria nenhuma contrapartida a oferecer a qualquer empresa que se dispusesse a fazer doação em troca de favores de governo.

 

3- As doações recebidas – todas de origem lícita – foram objeto de prestação de contas, devidamente aprovadas pela Justiça Eleitoral.
4- A empresa citada, portanto, fez doação oficial a um parlamentar de oposição que nenhuma influência poderia ter sobre negócios com a Petrobras.

 

Senador José Agripino (RN)

Presidente nacional do Democratas

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2017
07:43

Técnicos do Tribunal de Contas do Estado emitiram parecer favorável à ação que o deputado Kelps Lima deu entrada no TCE para evitar que o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, saque o dinheiro dos aposentados do Município.

O parecer técnico foi solicitado pelo Conselheiro que vai julgar o caso, Tarcísio Costa, para embasar a decisão que ele vai tomar diante do pedido de liminar que Kelps fez ao Tribunal de Contas.

Para o deputado, a liminar se faz necessária como instrumento jurídico ágil e rápido diante da pressa de Carlos Eduardo em fazer o saque do dinheiro. Kelps acredita que a atitude do prefeito traga prejuízo ao sistema de previdência dos servidores da Prefeitura.

Os técnicos do Tribunal de Contas recomendam que o conselheiro Tarcísio Costa atenda ao pedido de liminar e suspenda o saque pretendido pela Prefeitura.

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2017
07:40

Marinha americana distribuiu fotos do lançamento dos mísseis - AFPPor Estadão Conteúdo

Os EUA fizeram na quinta-feira, 6, sua primeira ofensiva militar direta contra posições do governo Bashar Assad na Síria, em retaliação ao ataque com armas químicas que provocou a morte de cerca de 100 pessoas na terça-feira. O bombardeio contra pistas de pouso, aviões e centrais de abastecimento representa uma guinada na posição do governo de Donald Trump. Na semana passada, ele declarou que o afastamento do dirigente sírio havia deixado de ser uma prioridade para Washington.

O ataque também representa um contraste com a posição menos intervencionista defendida pelo presidente durante a campanha, quando repetiu que os EUA não poderiam ser a “polícia do mundo” e deveriam colocar questões domésticas em primeiro lugar. Na noite de quinta, Trump disse que combater o uso de armas químicas faz parte da defesa de “interesses de segurança nacional vitais” dos EUA. “Esse não foi um ataque pequeno”, afirmou o chefe do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, H.R. McMaster – 59 mísseis Tomahawk foram lançados contra a Síria.

O presidente disse que o alvo dos mísseis lançados pelos EUA foram pistas de pouso usadas pelos aviões que realizaram os ataques químicos de terça-feira. Esse mesmo tipo de ação havia sido defendido horas antes por Hillary Clinton, a democrata derrotada por Trump na eleição de novembro.

“Na noite de hoje, eu conclamo todas as nações civilizadas a se unirem a nós na busca de um fim da matança e do derramamento de sangue na Síria e também para acabar com o terrorista de todos os tipos e formas”, afirmou Trump. Segundo a Associated Press, a TV estatal síria noticiou o ataque contra vários alvos militares do país e o classificou de “agressão”.

Na tarde de quinta, Trump já havia dado indicações de que estava inclinado a agir. “Eu acho que o que Assad fez é terrível. Eu acho que o que aconteceu na Síria é um crime verdadeiramente grave. Isso não deveria ter acontecido”, afirmou o presidente em entrevista a bordo do Air Force One a caminho da Flórida, onde recebeu o presidente da China, Xi Jinping. “Eu acho que o que aconteceu na Síria é uma desgraça para a humanidade. Ele (Assad) está lá, e acredito que ele no comando, portanto alguma coisa tem de acontecer.”

Parlamentares republicanos e democratas elogiaram a decisão de agir contra Assad. “Essa ação na Síria foi apropriada e justa”, declarou o presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan. O líder do Partido Democrata no Senado, Chuck Schumer, elogiou o profissionalismo dos militares que conduziram a operação. “Assegurar que Assad saiba que quando comete atrocidades abjetas como essa ele pagará um preço é a coisa certa a fazer.”

Guinada. O ataque químico também parece ter provocado uma mudança de posição de Trump em relação à Rússia, principal aliada do regime sírio. Durante a campanha e depois de sua posse, o presidente manifestou o desejo de cooperar com Vladimir Putin e o próprio Assad no combate ao terrorismo.

“Claramente, a Rússia fracassou em suas responsabilidades. Ou a Rússia foi cúmplice ou foi simplesmente incompetente em sua habilidade de cumprir sua parte do acordo”, disse Tillerson, em relação à negociação coordenada por Moscou em 2013 depois de outro ataque químico que deixou quase 1.500 mortos.

Na época, Assad se comprometeu a entregar todo o seu arsenal de armas químicas à comunidade internacional. No início da madrugada, o Pentágono afirmou que as forças russas no território sírio foram alertadas com antecedência sobre o ataque. A base atacada era compartilhada por tropas sírias e russas. Logo após a operação, não havia informação sobre feridos ou mortos.

A ofensiva de quinta contrasta com a posição adotada pelo ex-presidente Barack Obama naquela época, quando ameaçou atacar a Síria e voltou atrás depois do acordo fechado por Moscou. Meses antes, ele havia dito que esse tipo de ação por parte do regime sírio cruzaria uma “linha vermelha” e teria resposta dos EUA.

Na terça-feira, a Casa Branca responsabilizou Obama pelas ações de Assad. “O ataque químico de hoje (terça-feira) na Síria contra pessoas inocentes, incluindo mulheres e crianças, é lamentável e não poder ser ignorado pelo mundo civilizado”, disse o porta-voz do presidente, Sean Spicer.

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2017
07:38

Senadores do PMDB Renan Calheiros (AL) e Eunício Oliveira (CE)

A defesa do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) afirmou em manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o Ministério Público Federal “sataniza” parlamentares do PMDB ao rotulá-los como “organização criminosa”.

É a primeira vez que o peemedebista apresenta uma defesa prévia em inquérito que tramita na corte em decorrência da Lava Jato.

Ele é acusado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de ter cometido os crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva por supostamente ter recebido vantagem indevida por meio de doação eleitoral da empreiteira Serveng. O deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) também foi denunciado.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) afirma que a Serveng doou para o PMDB nacional R$ 800 mil, que depois foram repassados a Renan, em 2010.

Os advogados do senador disseram que o Ministério Público vem tentando criminalizar os partidos por práticas que eram legais até 2014, de recebimento de doação de empresas privadas, com base investigações rasas e delação nunca comprovadas.

“É lamentável o que faz a peça acusatória ao buscar a criminalização partidária, ao mencionar genericamente a expressão ‘núcleo político’, satanizando perante a sociedade os parlamentares de uma dada agremiação, como se todos fossem larápios tão somente por serem investigados”, disse o advogado Luís Henrique Machado no parecer.

“É repugnante, portanto, o Procurador-Geral da República rotular o PMDB (do Senado) como organização criminosa”, em referência a uma citação feita na denúncia de Janot, em dezembro.

A defesa de Renan disse ainda que os casos devem ser analisados individualmente e que, portanto, a decisão do Supremo no inquérito que tornou réu o senador Valdir Raupp não pode ser usada como base para outros.

Em março, o STF resolveu aceitar a denúncia e abrir uma ação penal com base na acusação de que Raupp recebeu R$ 500 mil em 2010 da construtora Queiroz Galvão para sua campanha ao Senado. O valor seria, na verdade, pagamento de propina.

No caso da Serveng, uma das teses dos advogados de Renan é de que, ainda que fosse constatado dinheiro ilícito no caixa da campanha do PMDB nacional, o que para a defesa não ocorreu, seria necessário saber se esse pagamento teria contaminado outros recursos, como os que foram para o senador.

“Não basta lançar a maçã podre no cesto misturando-a com as outras. É necessário verificar se ela, em contato com as demais as contaminou ou não”, disse a defesa.

Após a manifestação de Renan, o Supremo deverá decidir se ele deve ou não virar réu no caso.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2017
07:35

A CNN informou esta noite que os EUA não informaram à Rússia sobre o ataque. Haviam soldados russos na base síria atacada pelos EUA, segundo a agência The Spectator Index:

 

Publicado por: Chico Gregorio


06/04/2017
19:14

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O relator da lava-jato no STF, ministro Edson Fachin atendeu pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que sejam

encaminhadas ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba, as citações em delação feitas  ao ex-deputado e ex-ministro Henrique Eduardo Alves

(PMDB).

Publicado por: Chico Gregorio


06/04/2017
19:08

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A ex-governadora do RN e vereadora de Natal, Wilma de Faria (PTdoB) está internada no Hospital São Lucas.

Como está com as defesas baixas, os médicos recomendaram não receber visitas.

A vereadora, que deverá se licenciar da Câmara, dá continuidade a procedimentos do tratamento contra o câncer, iniciados nos últimos

dias em São Paulo.

Publicado por: Chico Gregorio


06/04/2017
18:47

Inss

Durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa que debateu a reforma da Previdência e os seus efeitos para os profissionais da segurança pública, nesta quinta-feira (6), a senadora Fátima Bezerra defendeu a continuidade das aposentadorias especiais de professores e policiais e destacou que isso é necessário pelas especificidades das categorias. Ela reafirmou, mais uma vez, que a proposta é inoportuna e afeta duramente os trabalhadores.

“Ela é cruel e desumana. Como um país que ainda guarda um perfil de desigualdades sociais, regionais, de gênero e de categorias estabelece uma regra única de 65 anos e 49 anos de contribuição, sem fazer distinção de homem e de mulher, de trabalho no campo e na cidade, e sem observar algumas categorias especiais, como a dos professores e dos policiais? ”, criticou.

Ela conclamou a todos a intensificarem a luta. “A unidade e disposição da classe trabalhadora é decisiva para barrar a proposta da previdência. Essa proposta tem que ser rejeitada no seu conjunto, pelo quanto ela fere os direitos sociais e fundamentais dos trabalhadores e do povo brasileiro”.

Olhar diferenciado
Para a parlamentar, é preciso ter um olhar diferenciado para a carreira dos policiais e dos professores. Hoje, a Constituição garante aposentadoria especial para os professores da educação básica e para profissionais de Segurança Pública, como policiais federais, rodoviários federais, militares, civis e servidores penitenciários. “Nós não estamos pedindo privilégios. Estamos lutando aqui por proteção e por direito social. Educação e segurança pública são dois pilares estratégicos para um país cidadão. Um país que todos nós sonhamos”, enfatizou.

Fátima ainda defendeu a necessidade da CPI da Previdência, recentemente criada no Senado. “Não existe déficit da previdência. Esse é um argumento mentiroso do governo. As fontes de financiamento da Seguridade Social mostram claramente que não existe déficit. Daí a importância da CPI, para esclarecer e discutir melhor a questão da seguridade social no país”, afirmou.

Punição
A senadora Fátima Bezerra defendeu ainda, na reunião da CDH, a aprovação do Projeto de Lei da Câmara 148/2015, que extingue a pena de prisão disciplinar para as polícias militares e os corpos de bombeiros militares dos estados e do Distrito Federal.

A parlamentar repudiou as repreensões feitas aos militares, como a que ocorreu, na semana passada, no Rio Grande do Norte, quando o presidente da Associação dos Bombeiros Militares do Rio Grande do Norte, soldado Dalchem Viana do Nascimento Ferreira, foi preso, por ter postado, no WhatsApp, um áudio convocando membros da associação para uma reunião no quartel. Dalchem ficou detido por três dias. “O governo do meu estado deveria seguir o exemplo de Minas Gerais e da Paraíba, que aboliram essa pena de prisão. Essa punição disciplinar, criada na época da ditadura militar, ataca a cidadania das pessoas. Esperamos que o Senado aprove essa matéria urgentemente”, disse.

Publicado por: Chico Gregorio


06/04/2017
18:45

O Vice-prefeito José Pedro realizou atendimentos ao público no Gabinete nesta Quinta-feira (06/04), para conversar e ouvir reivindicações

da comunidade Jucurutuense.

“Gostei muito do atendimento e da oportunidade que o Prefeito Valdir Medeiros e o Vice José Pedro estão nos oferecendo de nos ouvir e

buscar resolver os problemas da nossa querida cidade. Muito obrigada, sei que o prefeito também precisa muito da ajuda da população para

ficar informado realmente dos problemas para trazer soluções” afirma um popular.

João Pedro

Publicado por: Chico Gregorio


06/04/2017
14:51

 

Foto: André Dusek|Estadão

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que “fatos potencialmente criminosos” atribuídos na delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado a três senadores e quatro deputados federais sejam juntados a um inquérito que já tramita no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), e também determinou que as citações a cinco ex-parlamentares sejam encaminhadas ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

A decisão abre a possibilidade de a PGR investigar os senadores Valdir Raupp (PMDB-TO), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) e Agripino Maia (DEM-RN) e os deputados federais Walter Alves (PMDB-RN), Felipe Maia (DEM-RN), Jandira Feghali (PC do B-RJ) e Luiz Sergio (PT-RJ), no âmbito de um procedimento de investigação já em andamento contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), em que se apuram supostos crimes praticados em relação com a Transpetro e a Petrobras.

Sérgio Machado relatou que estes congressistas receberam propina, via doação oficial, com recursos oriundos de vantagens indevidas pagas por empresas contratadas pela Transpetro.

“Todos os fatos potencialmente criminosos a eles relacionados e narrados pelo colaborador encontram-se no contexto dos desvios operados por Sérgio Machado no âmbito da Transpetro. Tais fatos, em uma melhor avaliação, podem ser investigados no âmbito do inquérito 4215, em tramitação junto a esta egrégia Corte. Por isso, basta, por ora, a juntada dos termos de depoimento referente a tais fatos nos autos do feito em curso”, disse o procurador-geral.

Teriam sido repassados R$ 850 mil a Valdir Raupp, R$ 450 mil a Garibaldi Alves Filho, R$ 300 mil a Agripino Maia, R$ 250 mil a Walter Alves, R$ 250 mil a Felipe Maia, R$ 100 mil a Jandira Feghali, e R$ 400 mil a Luiz Sergio, por diferentes construtoras, sobretudo Queiroz Galvão e Camargo Correia. Como um todo, o período corresponde as eleições de 2010 até as eleições de 2014 – embora cada caso tenha um período específico.

Curitiba. Fachin também atendeu ao pedido da PGR para que sejam encaminhadas a Sérgio Moro as citações a Henrique Eduardo Alves, ex-deputado pelo PMDB-RN e ex-ministro do governo Temer; Cândido Vaccarezza, ex-deputado federal pelo PT-SP e atual integrante do PTB; Jorge Bittar, ex-deputado federal pelo PT-RJ; Ideli Salvatti, ex-senadora e ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais; e Edson Santos, ex-deputado federal e ex-ministro da Secretaria Especial da Igualdade Racial do governo Lula.

Caberá a Sérgio Moro analisar as informações do delator Sérgio Machado de que eles teriam receberam propina via doação oficial de campanha. O envio à primeira instância se deve ao fato de que, ao perderem o mandato no Congresso, eles já não detêm prerrogativa de foro no STF.

Divulgada em junho de 2016, a delação de Sérgio Machado trouxe a informação de que, nos 11 anos dele à frente da Transpetro, ao menos R$ 100 milhões em propinas foram repassados para a cúpula do PMDB no Senado. Os fatos relacionados a outros senadores do partido estão em análise em outras investigações, não mencionadas nos trechos específicos.

Estadão

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