15/03/2017
05:44

A segunda lista de Janot, como foi chamado os pedidos de inquéritos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base nas delações da Odebrecht chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (14). Segundo informações da Folha de S. Paulo, pelo menos cinco ministros de Temer estão na lista: Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia e Comunicações).

Segundo informações do JOTA, o presidente Michel Temer não aparece como investigado e tem seu nome arrolado apenas no pedido de abertura de inquérito contra Padilha. A decisão é com base na Constituição, que determina que presidente da República não pode ser investigado por fatos alheios ao mandato.

Em sigilo, os nomes dos alvos dos 83 pedidos de inquéritos não foram divulgados oficialmente, mas já se sabe que as apurações incluem ministros e parlamentares citados nos depoimentos dos 78 executivos e ex-funcionários da empreiteira, dos quais parte significante integra a cúpula do governo, entre o PMDB e o PSDB.

Ainda, segundo reportagem da Folha, também estão nos pedidos de investigação os parlamentares Aécio Neves (PSDB-MG), José Serra (PSDB-SP), Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA), além dos presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
15:22

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A classe política cada dia fica mais desacreditada, exatamente pela mudança de comportamento dependendo de quem

está no poder. O vice prefeito de Natal, Álvaro Dias, usou as redes sociais, para fazer criticas ao atual governador do RN,

por desejar construir mais um presídio no Seridó, aí surge a indagação, onde   estava   Álvaro  Dias,  quando  seu  aliado

governador da época Garibaldi Alves, construiu o Presídio Pereirão de Caicó, quer dizer então, que seu aliado do PMDB,

fez de Caicó um deposito de apenados ? Por que ficou calado na época vice prefeito ?

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
15:03

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Em reunião hoje pela manhã do Conselho Municipal de Saúde de Caicó, realizada no Casa da Cidadania, onde foi apresentado o relatório de

Gestão de 2016, pela equipe técnica da pasta, foi declarado que os “Restos a   Pagar” referentes aos anos de 2012, 2013, 2014, 2015, 2016,

totalizam um valor superior a R$ 4 Milhões de Reais, afirma relatório  apresentado  aos conselheiros presentes a reunião.

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
14:43

Os advogados da presidente deposta Dilma Rousseff pediram ao ministro Herman Benjamin, relator do processo que julga a cassação da chapa Dilma/Temer no Tribunal Superior Eleitoral, que sejam tomados depoimentos de mais de uma dezena de testemunhas no processo.

Entre os nomes citados pela defesa de Dilma estão os que envolvem denúncias de propina a Michel Temer, como o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o advogado José Yunes, ex-assessor especial e melhor amigo de Temer.

Ela pede ainda acesso ao compartilhamento do conteúdo das delações de funcionários da Odebrecht ouvidos pelo TSE, preservando-se o sigilo decretado, e que o ministro reconsidere o veto aos trechos que mencionam o senador Aécio Neves (PSDB-MG) nos depoimentos de Marcelo Odebrecht e Benedito Júnior, vetados nesta segunda-feira pelo relator (leia aqui).

Confira a íntegra da nota abaixo:

Dilma quer depoimento de Padilha e Yunes no TSE e acesso à delação premiada da Odebrecht

Advogados pedem ao relator no TSE que tome novos depoimentos, incluindo dos presidentes dos partidos aliados da chapa PT-PMDB em 2014

A defesa da ex-presidenta Dilma Rousseff junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apresentou na noite de segunda-feira, 13, ao ministro Herman Benjamin, relator do processo de cassação da chapa Dilma/Temer nas eleições de 2014, pedidos de mais de uma dezena de testemunhas. Inclusive a convocação do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e do advogado José Yunes, ex-assessor especial de Michel Temer na Presidência da República.

Também foi requerido pela defesa de Dilma ao relator que solicite à Procuradoria Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal o compartilhamento do conteúdo das delações dos executivos e funcionários da Odebrecht ouvidos pelo TSE, preservando-se o sigilo decretado. A defesa argumenta que, em caso semelhante, o STF concedeu ao senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) o acesso à delação premiada de Ricardo Pessoa, que o acusou de ter recebido doação para a campanha via caixa 2. Nessa ocasião, o STF assegurou ao atual ministro das Relações Exteriores o pleno exercício do direito à ampla defesa.

Entre outros pedidos, os advogados de Dilma requereram que sejam tomados os depoimentos dos presidentes dos nove partidos que integraram a Coligação com a Força do Povo, liderada por Dilma na campanha presidencial de 2014. São eles os presidentes Rui Falcão (PT), Valdir Raupp (PMDB), Gilberto Kassab (PSD), Ciro Nogueira (PP), Alfredo Nascimento (PR), Eurípedes Júnior (PROS), Carlos Lupi (PDT), Marcos Pereira (PRB) e Renato Rabelo (PCdoB) e a reinquirição do ex-ministro chefe da Secom Edinho Silva, coordenador financeiro da chapa Dilma-Temer

Tais depoimentos podem esclarecer as acusações do empresário Marcelo Odebrecht de que teria colaborado financeiramente com as legendas via caixa 2. Além desses depoimentos, a defesa quer que a Justiça Eleitoral ouça o ex-ministro Guido Mantega em contraposição à versão do empresário, que acusou o ex-ministro da Fazenda de atuar como intermediário de recursos para a campanha presidencial.

A defesa de Dilma ainda pediu a Benjamin que reconsidere o veto aos trechos que mencionam o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), nos depoimentos de Marcelo Odebrecht e Benedito Júnior, vetados por determinação do relator em decisão tornada pública nesta segunda-feira. Os advogados também querem que o ministro acolha o pedido da oitiva de Sergio Neves e Andre Vital, bem como de Oswaldo Borges (PSDB), para que esclareçam as circunstancias das doações oficiais e via caixa 2 à campanha presidencial do tucano em 2014.

ENCONTRO NO JABURU

Diante das versões parcialmente contraditórias dos depoimentos do empresário Marcelo Odebrecht e do ex-diretor Claudio Melo Filho, e ainda dos detalhes trazidos a público por José Carvalho Filho, a defesa de Dilma requereu ainda as oitivas do ministro Eliseu Padilha e de José Yunes, ex-assessor de Temer. A defesa argumenta que Padilha não foi candidato a cargo eletivo, mas desempenhou função de coordenação da campanha do vice Michel Temer na chapa PT-PMDB, ocupando até uma sala no Comitê Central, em Brasília. A defesa pede ao relator que questione Padilha se ele recebeu os recursos via caixa 2 e se destinou tais verbas à chapa presidencial.

Os advogados da ex-presidenta consideram também importante o depoimento de Yunes, acusado de receber dinheiro de caixa 2 em seu escritório, em São Paulo. Como ele não era candidato a cargo eletivo, mas diante de sua reconhecida amizade de 50 anos com Temer, a defesa de Dilma pediu ao relator que o convoque a esclarecer quando recebeu recursos, se foram via caixa 2 e se destinou o dinheiro à chapa Dilma-Temer.

Ainda no requerimento encaminhado ao TSE, a defesa de Dilma solicitou que sejam tomados os depoimentos de Ubiraci Soares, o Bira, tido como funcionário do “Departamento de Operações Estruturadas” da Odebrecht, e dos operadores e doleiros Álvaro Novis e Vinícius Claret, conhecidos como Tuta e Juca Bala.

A defesa de Dilma pede, finalmente, que Benjamin determine aos delatores Hilberto Silva e Fernando Migliaccio que tragam provas dos pagamentos supostamente efetuados a Monica Moura e João Santana, no Brasil e no exterior, com os números de contas, nomes dos operadores envolvidos e das pessoas que teriam recebido os recursos, além de datas, codinomes e senhas utilizados.

ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

Plantão Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
11:05

Créditos: Reprodução / WEB

O Instituto Lula não confirmou que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), teria ligado para o ex-presidente Lula.

Em contato com a reportagem do Portal WSCOM, o presidente do Partido dos Trabalhadores na Paraíba, Charliton Machado, disse que, “está divulgado no Congresso em Foco, amplamente, nacionalmente. O Instituto Lula não revela ligações, mas nós estamos repercutindo o que está sendo divulgado tanto na Folha de São Paulo quanto no Congresso em Foco”.

Post de Charliton – “Cássio ligou p Lula p amenizar o tom de seu discurso. Lula ñ atendeu, claro!”, foi o que postou o presidente do PT da Paraíba, Charliton Machado, nesta terça-feira (14), em uma rede social. De acordo com o post, Cássio teria tentado falar com o ex-presidente Lula, por telefone, com o objetivo de suavizar o tom de seu discurso contra o PT, durante a inauguração da Transposição do Rio São Francisco.

Leia a postagem na íntegra

Charliton Machado

Cássio ligou p Lula p amenizar o tom de seu discurso. Lula ñ atendeu, claro! 

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14/03/2017
10:48

Reunião ocorreu neste domingo, 12, e não foi divulgada nas agendas oficiais do presidente da República e do presidente do TSE

Foto: Reprodução

Em meio aos depoimentos de delatores da Odebrecht colhidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e à expectativa da nova lista de pedidos de abertura de inquérito da Operação Lava Jato, o presidente Michel Temer se reuniu com o presidente do TSE, Gilmar Mendes, neste domingo, 12. O encontro não foi divulgado nas agendas oficiais.

As revelações dos ex-executivos da empreiteira têm preocupado o Palácio do Planalto porque serão levadas em conta nas ações que pedem a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer. Como mostrou o Estado no fim de semana, ministros do TSE admitem que os depoimentos aumentam a gravidade do caso, mas afirmam que a manutenção da estabilidade política do País deve ser levada em conta durante o julgamento da chapa.

Nesta segunda-feira, 13, Gilmar defendeu publicamente essa tese. “Sempre se considera (a estabilidade política). Nós não temos juízes de Marte, são juízes do Brasil. Em todas as circunstâncias, nós levamos em conta. Mas não que isso vá presidir o julgamento, é um julgamento complexo”, disse, após lançar, em São Paulo, uma campanha para cadastrar todos os eleitores do País no sistema biométrico do TSE.

Ao Estado, o ministro disse que não conversou com Temer sobre a situação das ações no TSE, nem sobre a nova lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Os dois falaram apenas sobre reforma política. Gilmar foi ao Palácio do Jaburu após um almoço na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), onde se discutiu mudanças no sistema eleitoral e financiamento de campanha.

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
10:39

Josias de Souza

O desejo do procurador-geral Rodrigo Janot de se recandidatar ao cargo fez dele um alvo de críticas e maledicências. Em privado, procuradores contrários à ideia de conceder um terceiro mandato de dois anos a Janot o acusam de colocar a Lava Jato a serviço de sua vaidade. No Senado, investigados que têm poderes constitucionais para rejeitar a recondução de Janot enxergam na movimentação do personagem uma oportunidade a ser aproveitada.

Embora não admita em público, Janot se prepara para disputar a cabeça da lista tríplice de candidatos à chefia do Ministério Público Federal. A relação irá à mesa de Michel Temer, a quem caberá escolher um nome para submeter à apreciação do Senado em setembro, quando termina o segundo mandato de Janot. A antecipação do debate eletrifica os porões da Procuradoria num instante em que a Lava Jato muda de patamar com a deflagração dos inquéritos decorrentes das delações da Odebrecht.

Os procuradores vivem algo muito parecido com um racha. O pedaço da corporação que se opõe à continuidade de Janot alega que o grupo do procurador-geral escora sua recandidatura num falso argumento. Nessa versão, os partidários de Janot sustentariam a tese de que a permanência dele é indispensável à condução dos processos da Lava Jato. Seus opositores enxergam nessa pregação um quê de onipotência e de presunção.

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
10:38

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Temer quer distância de Henrique Alves, até já recomendou que ele frequentasse pouco o Planalto

Segundo um deputado federal do RN com muito transito no Planalto, o presidente Temer pretende viajar pelo país para inaugurar e fiscalizar obras do Governo Federal. Uma visita ao RN está descartada, o deputado potiguar disse que Temer não faria uma visita a nosso Estado para não aparecer ao lado de Henrique Alves que está atolado na lama da Lava Jato. Temer não quer nem ouvir falar na possibilidade dele ser fotografado pela imprensa nacional ao lado de Henrique.

Fonte Renato Dantas.

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
10:36

A cúpula das Forças Armadas vai sugerir mudanças no seu próprio regime de aposentadorias, elevando para até 70 anos, por exemplo, a idade em que são obrigados a ir para a reserva.

Os militares querem usar o envio de propostas ao Planalto como uma forma de tentar evitar que a área econômica promova mudanças em pontos do sistema que querem manter, como a alíquota de contribuição, hoje em 7,5%.

O dinheiro da cobrança dos 7,5% de militares ativos e inativos se destina ao pagamento de pensões, e não ao financiamento das despesas com os que foram para a reserva (jargão usado para quando eles deixam a ativa, mas podem ser convocados em situações de guerra). Servidores civis da União pagam uma alíquota de 11% para financiamento da despesa total.

Apesar de rejeitarem a elevação, os militares aceitam acabar com a isenção para cabos e soldados com menos de dois anos de serviço.

Os militares ficaram de fora da atual reforma da Previdência, mas o governo Michel Temer já disse que vai enviar ao Congresso uma proposta de mudança no regime deles.

Pela proposta em discussão no Ministério da Defesa, a idade para passar à reserva subiria para um intervalo de 55 a 70 anos.

Hoje essas idades variam de 44 anos (soldado e marinheiro) até 66 (general de Exército, almirante de esquadra e tenente-brigadeiro).

Com o teto de 55 anos para o soldado, estaria garantido um tempo médio de contribuição de 36 anos para esse posto, já que eles ingressam, em média, com 19 anos, argumenta um militar envolvido na discussão com o governo.

Hoje, soldados passam para a inatividade com cerca de 25 anos de contribuição, abaixo dos 30 exigidos para que militares optem pela inatividade antes da idade-limite (com aposentadoria integral. Eles dão como certo que o tempo mínimo de contribuição será elevado para 35 anos.

A avaliação nas Forças Armadas é que o efeito da regra será pequeno nos postos mais altos, pois a maioria vai para a reserva pela idade-teto.

Segundo a Fazenda, os militares responderam por 44% (R$ 34 bilhões) do deficit de R$ 77 bilhões dos servidores da União em 2016. A Defesa diz que o rombo, contando só as pensões, é de R$ 15 bilhões.

Especialista em Previdência, o consultor da Câmara Leonardo Rolim defende um sistema diferente para os militares, mas aponta que a contribuição deve ser elevada.

“No mundo inteiro, militar tem regra especial, e tem que ter, mas não pode ser absurdamente diferente”, disse.

APREENSÃO

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, enviou um comunicado interno na quarta-feira (8) para recomendar “tranquilidade” diante das informações de reforma para militares.

Ele diz que todos os escalões estão “engajados decisivamente” e que “importantes lideranças do governo e do Poder Legislativo reconhecem as peculiaridades” do militar.

A PROPOSTA DAS FORÇAS ARMADAS

Reserva remunerada
Atualmente, os militares são obrigados a ir para a reserva com idades que variam de 44 anos (soldado e marinheiro) até 66 (general de exército, almirante de esquadra e tenente-brigadeiro)

Mudança
A proposta em estudo pelo Ministério da Defesa prevê o aumento desse intervalo para 55 anos a 70 anos, o que representa um aumento de 11 anos para graduações mais baixas e de 4 anos para postos mais altos

Opção
Antes dessas idades, os militares que atingem 30 anos de contribuição podem optar para ir para a reserva. Os militares dão como certo que o governo ampliará esse piso para 35 anos

De quanto é o deficit

  • R$ 34 bi em 2016 segundo a Fazenda. O do regime dos servidores civis da União foi de R$ 43 bilhões no ano passado
  • R$ 14,6 bilhões segundo o Ministério da Defesa, que considera apenas o pagamento das pensões. O valor pago a inativos, argumentam os militares, é um encargo da União

FOLHAPRESS

 

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
10:34

O Ministério Público Estadual realiza nesta terça-feira (14), com apoio da Polícia Militar, a operação “Lama nas ruas”, que investiga desvio de dinheiro público no município de Alto do Rodrigues, na administração do prefeito Abelardo Rodrigues.

Ao todo, são cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e sete de condução coercitiva, expedidos pelo Tribunal de Justiça do Estado, nos municípios de Alto do Rodrigues, Natal, Parnamirim e Pendências.

Segundo a investigação, o prefeito Abelardo Rodrigues, no ano de 2013, firmou contratos de fachada com empresas com o objetivo de pagar despesas com credores de campanha eleitoral, que lhe haviam emprestado dinheiro.

Esses pagamentos a agiotas contaram com a intermediação do assessor jurídico da Prefeitura Sérvulo Nogueira Neto, que recebeu parte dos recursos públicos em sua própria conta bancária e realizou os repasses aos credores do prefeito. várias empresas contratadas pelo município de Alto do Rodrigues fizeram transferências para a conta do assessor jurídico Sérvulo Nogueira Filho no ano de 2013, que são objeto da investigação.

A investigação também revelou que Oto Soares de Mendonça, já falecido, fazia a negociação com as empresas interessadas em participar do esquema.

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
05:17

O empresário Emílio Odebrecht, pai de Marcelo Odebrecht, prestou depoimento hoje ao juiz Sérgio Moro, como testemunha do filho.
Ele disse que jamais tratou de pagamentos ilícitos com o ex-ministro Antônio Palocci (PT), mas “não tem dúvidas” de que ele pode ter sido um dos operadores do PT e recebido recursos em favor do partido.

O depoimento ficaria sob sigilo.

Ficaria.

Acompanhe abaixo em vídeo as declarações do dono da Odebrecht ao juiz.

Fonte Thaisa Galvão.

 

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
05:14

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A Secretaria estadual de Recursos Hídricos afirmou que a obra da adutora de Parelhas para Carnaúba dos Dantas, que foi alvo de uma decisão judicial nos últimos dias, já foi concluída ainda em 2015.

Segundo o secretário adjunto de Recursos Hídricos, Mairton França, logo  que o governador Robinso Faria assumiu, determinou como prioridade a conclusão da adutora, com extensão 25Km, que capta no reservatório Boqueirão de Parelhas e atende à zona urbana da cidade seridoense de Carnaúba dos Dantas.

Além de Carnaúba dos Dantas, a autora ainda abastece duas comunidades rurais do município de Parelhas (Cobra e Juazeiro). A inauguração da mesma ocorreu em 17 de dezembro de 2015, com participação, inclusive, do então Secretário Executivo do Ministério da Integração Nacional, Carlos Vieira Fernandes. A cidade estava em colapso há mais de 3 anos estando abastecida desde então, sem paralisações.

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
05:06

O ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que trecho do depoimento do ex-presidente da Construtora Norberto Odebrecht Benedicto Júnior referente à chapa do então candidato tucano à Presidência, senador Aécio Neves (MG), seja “tarjado” nas transcrições que constarão nos autos da ação sobre a chapa de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB).

Em despacho ao qual a reportagem teve acesso, o ministro considerou “lamentável” o vazamento de depoimentos de delatores da Odebrecht no âmbito da ação que apura se a chapa Dilma-Temer cometeu abuso de poder político e econômico para se reeleger em 2014.

A decisão do ministro Herman Benjamin atende ao pedido feito pelo PSDB, que alega que as menções ao partido e à candidatura de Aécio no depoimento de Benedicto Barbosa da Silva Júnior somente se prestaram a “uma indevida exploração política patrocinada junto à imprensa, com a finalidade exclusiva de causar danos à imagem do PSDB, e ao seu presidente, Aécio Neves”.

O requerimento do PSDB pedia que também fossem eliminados os trechos do depoimento do ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht referentes a Aécio e ao partido, mas a decisão do ministro Herman Benjamin à qual a reportagem teve acesso diz respeito apenas ao teor da oitiva de Benedicto Júnior.

O jornal O Estado de S. Paulo publicou que em depoimento prestado ao TSE, Benedicto Júnior afirmou que na campanha de 2014 repassou R$ 9 milhões a políticos do PSDB e do PP e ao marqueteiro tucano a pedido de Aécio Neves – presidente nacional da sigla. Segundo Benedicto, a doação foi feita via caixa 2.

Em vídeo postado nas redes sociais, Aécio disse que “em nenhum momento, ao contrário do que tentaram disseminar (…), o senhor Benedicto afirma que eu solicitei recurso por caixa 2 ou qualquer outro meio”. O senador também afirmou que o depoimento do ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht mencionou transferências de recursos ao PSDB em 2014 feitas “oficialmente, via caixa 1”.

Época

Publicado por: Chico Gregorio


14/03/2017
05:04

No dia em que retornou ao trabalho, Eliseu Padilha insinuou que Michel Temer não tem moral para demiti-lo.

É o que fica claro na entrevista que concedeu a Simone Iglesias, do Globo:

— Só vou falar quando e se eu for chamado para depor, num eventual depoimento. Não vou falar sobre o que não existe. Citação não é motivo para nada — disse Padilha.

O ministro reforçou que Temer já definiu o posicionamento do governo quanto aos integrantes do governo envolvidos na Lava-Jato. Lembrou que os investigados se afastarão temporariamente e os que se tornarem réus serão demitidos. Padilha observou que seu caso não se aplica a nenhuma das linhas de corte.

Citado por diversos delatores da Odebrecht como tesoureiro informal do PMDB, e também acusado de usar quatro senhas para receber R$ 5 milhões em propina, dos R$ 10 milhões acertados no jantar do Jaburu com a presença de Michel Temer, disse que não se enquadra em nenhuma das linhas de corte dos ministros que podem vir a ser demitidos em razão da Lava Jato.

Há três semanas, Temer disse que todos os ministros que se tornarem réus serão demitidos, mas Padilha garantiu que essa regra não vale para ele.

Parte da propina do PMDB foi entregue no escritório de José Yunes, melhor amigo de Temer – o que indica que Yunes pode ter sido mula de outra pesso, e não de Padilha.

O governo apodrece em praça pública, mas são intensos os movimentos para salvar o cadáver, como demonstra ida de Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ao Jaburu.

Mesmo tendo sido citado como responsável pelas propinas e pelo caixa dois do PMDB, Padilha quer liderar a reforma da Previdência, que pode deixar 70% dos brasileiros sem aposentadoria, segundo o Dieese.

Plantão Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


13/03/2017
15:23

Do G1 PB

Águas do Rio São Francisco chegam ao leito do Rio Paraíba, em Monteiro (Foto: Artur Lira\G1)
Açude de Poções já recebeu mais de 400 mil m³ de água da Transposição do Rio São Francisco (Foto: Artur Lira\G1/Arquivo)

Da noite de sexta-feira (10) até o fim da manhã desta segunda-feira (13), o açude de Poções, que abastece o município de Monteiro, no Cariri paraibano, mais que dobrou o seu volume após receber as águas da transposição do Rio São Francisco. De acordo com dados divulgados por João Fernandes, presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa), o açude recebeu aproximadamente 400 mil m³ de água desde a inauguração do Eixo Leste da transposição na Paraíba.

Publicado por: Chico Gregorio