O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que “80% dos exames de imagem no SUS (Sistema Único de Saúde) têm resultado normal” e que isso representa “desperdícios que precisam ser controlados”.
Barros participou na manhã deste sábado (8), em Cambridge (EUA). da Brazil Conference, evento sobre o Brasil organizado pela Universidade Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT). Em apresentação e posteriormente em entrevista à BBC Brasil, defendeu a necessidade de controlar a prescrição de exames.
“Temos que ter controle da demanda que os médicos fazem destes exames e passar a avaliar como utilizam sua capacidade de demandar do SUS. Se o médico solicita muitos exames que dão resultado normal, ele não está agindo de forma correta com o sistema”, afirmou Barros à BBC.
Segundo o ministro, exames de imagem (como tomografias e ultrassonografias) que não identificam problemas ou doenças sugerem que os médicos não estariam fazendo diagnósticos clínicos de forma correta.
Questionado se os exames precisam revelar problemas para serem considerados necessários, Barros disse que não quer interferir na capacidade de tomada de decisões dos médicos.
“Mas os medicos não podem pedir exame como forma de transferir sua responsabilidade de emitir diagnósticos”, afirmou.
“Os exames só devem ser usados quando há necessidade, não como rotina para diminuir a responsabilidade que o médico tem de fazer um diagnóstico a partir dos elementos clínicos.”
O senador tucano José Serra foi delatado por corrupção novamente; agora, as revelações são do ex-presidente do grupo Odebrecht Pedro Novis, que disse em seu acordo de delação premiada que repassou € 2 milhões (cerca de R$ 5,4 milhões) de caixa dois a José Serra (PSDB) a partir de 2006, quando o tucano disputou e venceu a eleição para o governo de São Paulo; em agosto de 2016, Serra já havia sido acusado de caixa dois; delatores da Odebrecht revelaram que ele recebera R$ 23 milhões em contas secretas na Suíça em 2010, quando disputou a Presidência pelo PSDB e acabou derrotado por Dilma Rousseff, do PT
O ex-presidente do grupo Odebrecht Pedro Novis disse em seu acordo de delação premiada que repassou € 2 milhões de caixa dois a José Serra (PSDB) a partir de 2006, quando o tucano disputou e venceu a eleição para o governo de São Paulo. Segundo Novis, não foi exigida contrapartida do político tucano.
As informações são de reportagem de Bela Megale e Mario Cesar Carvalho na Folha de S.Paulo.
“Os valores, de acordo com Novis, foram depositados entre 2006 e 2007 em contas na Suíça indicadas pelo empresário José Amaro Pinto Ramos, próximo ao PSDB.
O valor corresponde a R$ 5,4 milhões, quando se corrige o euro pelos valores médios daqueles anos.
Pinto Ramos afirmou à Folha, por meio de seu advogado, que recebeu € 1,2 milhão da Odebrecht na Suíça em 2006 e 2007, mas que o montante corresponde a serviços de consultoria à empresa. Ele diz ter feito estudos de viabilidade econômica para projetos da Odebrecht na Argélia, na Turquia e no Uruguai.
A Folha revelou em agosto do ano passado que delatores da Odebrecht haviam dito a procuradores da Lava Jato que Serra recebera R$ 23 milhões em contas secretas na Suíça em 2010, quando disputou a Presidência pelo PSDB e acabou derrotado por Dilma Rousseff, do PT.
No caso dos R$ 23 milhões, Novis e outro funcionário da Odebrecht afirmaram à Lava Jato que os repasses foram feitos em contas de dois amigos de Serra: os empresários Ronaldo Cezar Coelho, fundador do PSDB e hoje no PSD, e Márcio Fortes, que já foi tesoureiro nacional do PSDB.
Em 2006, a campanha de Serra não registrou nenhuma doação da Odebrecht. Serra declarou à Justiça eleitoral que gastou R$ 25,9 milhões na eleição daquele ano.
Já na campanha presidencial de 2010, a Odebrecht doou, segundo delatores, R$ 23 milhões pelo caixa dois. A Justiça eleitoral registra R$ 2,4 milhões doados pela empreiteira ao candidato.”
O empresário Marcos Valério, réu no chamado mensalão mineiro, prestou depoimento à juíza Lucimeire Rocha, da 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte e afirmou que recursos foram desviados dos cofres estaduais para a campanha à reeleição do então governador Eduardo Azeredo em 1998
Marcos Valério afirmou que foi usado para pagar chantagem a Cláudio Mourão (tesoureiro da campanha de Azeredo em 1998). “O que o Cláudio ia apresentar acabava com a história do PSDB em Minas. Por isso ele recebeu a grana (para ficar em silêncio)”, disse Valério durante a audiência.
As informações são reportagem de reportagem de Luiza Muzzi no jornal O Tempo.
“’Cláudio Mourão não ia revelar o empréstimo para o Banco Rural ou os patrocínios (para eventos esportivos). O que ele ia revelar era muito pior. Eu? Medo? Nenhum. O medo era do PSDB, do Eduardo (Azeredo), do Aécio (Neves)’, disse Valério. ‘Só se salvaram porque pagamos R$ 700 mil e depois o PSDB pagou mais para calar a boca dele’.
Atualmente preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, Valério afirmou que muitas pessoas não queriam que ele fizesse uma delação: ‘Muita gente trabalhou para que eu não fizesse. ‘N’ manobras foram feitas’.
Mesmo sem dar detalhes sobre o caso, alegando que não pode apresentar fatos novos sem que a delação seja aceita, Valério fez referência às acusações de que estatais mineiras receberam pagamentos ilegais para patrocinar eventos esportivos que teriam sido usados para irrigar a campanha de Azeredo, já condenado a mais de 20 anos de prisão em primeira instância.
‘Não vou ser bode expiatório de ninguém mais. Faltava o nexo causal, e isso eu dei para a PF. Vou ter que falar de quem foi a bênção e não foi do (ex-senador) Clésio Andrade. E tem história cabulosa do por que a Cemig resolveu patrocinar os eventos. A senhora juíza vai ficar escandalizada. Do outro lado (do PSDB), sabiam que o lucro era todo para eles’.”
Também afetada pelo golpe que apoiou, já que perdeu receita em 2016, a Globo agora sofre para justificar o péssimo momento da economia nacional e os números cada vez mais assustadores do desemprego; na noite desta sexta-feira, enquanto a comentarista de economia e política da GloboNews, Thaís Herédia, discursava, o letreiro abaixo dizia: “Recessão e desemprego derrubam inflação e devolvem poder de compra aos brasileiros”; em 2016, a Globo perdeu receita – uma redução de 8%
Também afetada pelo golpe que apoiou, já que perdeu receita em 2016, a Globo agora sofre para justificar o péssimo momento da economia nacional e os números cada vez mais assustadores do desemprego. Na noite desta sexta-feira, enquanto a comentarista de economia e política da GloboNews, Thaís Herédia, discursava, o letreiro abaixo dizia: “Recessão e desemprego derrubam inflação e devolvem poder de compra aos brasileiros”.
O flagra foi feito site Diário do Centro do Mundo. Em 2016, a Globo perdeu receita – uma redução de 8%, contra os 6% que já haviam sido registrados de 2014 para 2015.
Prefeito Paulinho fez a reunião no centro e usou o Auto Esporte para conversar com auxiliares prestando contas.
Mostrando aos seus auxiliares a situação do município, e prestando conta de seus primeiros meses de mandato, o prefeito de São Gonçalo foi além em mostrar o amor ao próximo, Paulinho que trás experiência anterior quando era prefeito de sua terra, falou de um anseio da primeira Dama Terezinha Maia, o que foi um sucesso em São Fernando, pode ser também em São Gonçalo. Trata-se de distribuição de lençóis para pessoas carentes.
A ideia é quem tem mais condições e dar para quem mais precisa, de maneira democrática e livre o prefeito falou como conseguiu um preço mínimo além de algumas doações da COTEMINAS, e pediu que quem sentir o desejo pode entrar nessa campanha. Dando exemplos que emocionou os presentes Paulinho mostrou que estende a população o amor paterno e pelos seus auxiliares.
As doações de lençóis vão acontecer ate o dia dez de maio, para então acontecer à distribuição, de acordo com critérios a ser definido. Outro ponto positivo na reunião foi o caso da frota que o prefeito estará adquirindo e que vai trazer uma economia para o município significativa, a administração municipal tem uma transparência e o prefeito está respeitando as instituições, mostra claramente que tem vontade política de fazer uma administração voltada para melhoria de vida da população.
Paulinho que tem se dedicado ao município, falou de visitas as obras e de sua luta em busca de recursos e soluções para os problemas que precisam ser resolvidos, onde ele tem encarado de frente, com coragem e responsabilidade, falando de maneira fácil e transparente, o prefeito recebeu o apoio dos que ali estavam sendo interrompido varias vezes pelos aplausos. Estiveram presentes alguns vereadores Valda Siqueira, Rayure, Márcia Soares, Pablo e Pastor Edmilson, a primeira Dama Terezinha Maia, secretários municipais, e o vice-prefeito Eraldo Paiva, o companheiro de Paulinho nesta batalha.
Luciana Lima, esposa do ator morto Domingos Montagner, deu pela primeira vez uma entrevista falando sobre a morte do marido. O ator morreu em agosto do ano passado, vítima de um afogamento nas águas do Rio São Francisco. Ele estava em um momento de folga da gravação da novela ‘Velho Chico’, da TV Globo. Domingos nadava com a colega de trabalho, a atriz Camila Pitanga. Os dois foram juntos para o mergulho no rio, que acabaria sendo o último do ator famoso. Por conta do fato de só Camila e o falecido estarem juntos, surgiram boatos maldosos de que os dois estariam tendo um relacionamento extraconjugal.
Na entrevista que deu para a revista ‘Marie Claire’ – na versão impressa – Luciana comenta e diz tudo o que sabe sobre o assunto. Ela explana toda a verdade. De acordo com Lima, essa foi a primeira vez que ela ouviu falar abertamente de alguém sobre o tema “amante”. Luciana diz que, quando ficou sabendo da morte do marido, ela e a família decidiram se brindar. Por isso, o que chegava era amenizado. A produtora cultural diz que chegou a trocar algumas mensagens carinhosas e de força com Pitanga, que tudo foi muito espontâneo das duas partes e que ela estava desolada com o que houve.
Além disso, a produtora lembra que a atriz tem um namorado e deixa sublinhado que não acredita nessa hipótese de traição. No dia em que houve a tragédia, a atriz e cantor Lucy Alves também foi chamada pelos atores para tomar banho no Rio São Francisco, mas acabou desistindo da ideia. Ela estava ocupada e decidiu não ir ao momento de lazer.
Na entrevista dada à revista Marie Claire, a viúva de Domingos disse que cerca de uma hora depois de seu desaparecimento, quando o assunto já estava na internet, ela recebeu uma ligação do empresário de Montagner. Ele trouxe a má notícia. Ela, por sua vez, imediatamente, decidiu ir para casa e se unir aos filhos. O casal tem três crianças. Luciana mandou que alguém buscasse as crianças, mais cedo, na escola. Juntos, eles ficaram à espera de uma boa notícia que, infelizmente, nunca chegou.
Um dos filhos teria dito para a mãe que o pai sabia nadar e, que, certamente, ele conseguiria sair dessa. Horas mais tarde, uma representante da Globo, com voz triste, já denunciava, a notícia que daria não era nada boa. O corpo do ator foi encontrado por uma equipe de resgate a dezoito metros de profundidade. Era o fim de uma agonia de espera e o começo da tristeza de um luto, que Luciana garante nunca sarar.
O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB), por meio da Procuradoria da República no Município (PRM) de Patos, denunciou dois servidores do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município (Patos Prev) e uma assessora da Prefeitura Municipal. São eles: Edvaldo Pontes Gurgel (superintendente da Patos Prev), João Lima Filho (diretor financeiro do instituto) e Ivanir Chaves Fagundes (assessora para assuntos financeiros, a serviço da Prefeitura de Patos).
As investigações indicam compra de títulos públicos federais superfaturados nos anos de 2006 e 2007. Os atos de gestão fraudulenta foram identificados a partir de análise de demonstrações contábeis, extratos bancários das aplicações financeiras e outros documentos obtidos durante auditoria do Ministério da Previdência Social, realizada em 2008.
As penas previstas para os crimes contra o sistema financeiro nacional, que contemplam os três denunciados, são de 3 a 12 anos de reclusão e multa.
Na ação penal, o MPF em Patos requer a aplicação da pena privativa de liberdade, em montante a ser proposto em alegações finais; além da aplicação da perda de cargo, emprego, função pública ou mandato eletivo dos denunciados, como efeito da condenação; bem como a fixação do valor mínimo para reparação dos danos causados pela infração, considerando os prejuízos causados ao instituto Patos Prev.
Dano – Após perícia contábil realizada pela Polícia Federal, identificou-se um dano atualizado aos segurados da Patos Prev de R$ 636.146,74.
Quem ainda guarda a imagem da personagem Luzia, que Lucy Alves viveu na novela Velho Chico, vai se surpreender com o novo single da atriz e cantora. O lançamento acontece nesta sexta-feira (7). Assista o novo clipe abaixo:
O ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), revogou as prisões temporárias de cinco conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio de janeiro (TCE-RJ) e determinou o afastamento deles do cargo por 180 dias. Além disso, o magistrado mandou afastar da Corte de fiscalização o conselheiro Jonas Lopes, delator do esquema de corrupção investigado pela Operação Quinto do Ouro.
A decisão judicial de Felix Fischer está sob sigilo, mas a TV Globo conseguiu ter acesso a trechos do despacho.
Pela decisão, ficam afastados do TCE-RJ os conselheiros:
Aloysio Neves, atual presidente do TCE-RJ;
Domingos Brazão, vice-presidente do TCE-RJ;
José Gomes Graciosa, conselheiro;
Marco Antônio Alencar, conselheiro;
José Maurício Nolasco, conselheiro;
Jonas Lopes, conselheiro;
Os conselheiros afastados são suspeitos de fazer parte de um esquema de cobrança de propina que pode ter desviado até 20% de contratos com órgãos públicos para autoridades públicas, especialmente integrantes do TCE-RJ e da Assembleia Legislativa do Rio.
“Enquanto a educação e a saúde nesse país forem tratadas como políticas de gestões e não políticas de estado, o Brasil estará sempre à mercê de decisões circunstanciais dos poderosos de plantão”, declarou em entrevista a coordenadora do Comitê de Pró-reitores de Graduação das Universidades Federais Brasileiras, professora Ariane Sá, condenando o desmonte em curso nas instituições no Governo Temer.
Segundo ela, “o corte orçamentário que o governo impõe as universidades federais só é visto pelo ângulo da restrição nos gastos com custeio e capital, sem que se analise o impacto que a indefinição ou, pior, o desmonte de alguns programas acadêmicos tem causado no processo de formação de futuros profissionais comprometidos com os princípios basilares do conceito de cidadania e qualificados para atender às demandas do mercado de trabalho”.
Conforme explicou, “essa tem sido a pauta permanente do Colégio de Pró-Reitores de Graduação (COGRAD), órgão de assessoramento a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais Ensino Superior (ANDIFES) tendo discutido os problemas enfrentados pelas IFES por conta do corte de recursos e encaminhado, através da ANDIFES, propostas e sugestões a Secretaria de Educação Superior (SESU/MEC).
Ela explicou que “programas importantes como o Programa de Educação Tutorial (PET), que é desenvolvido em 121 Instituições de Ensino Superior por 842 grupos de estudantes, com tutoria de docentes, cujo princípio é a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão e o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), que possibilita aos estudantes universitários atuarem nas escolas públicas e desenvolverem atividades didático-pedagógicas, sob orientação de um docente da licenciatura e de um professor da escola, desde o ano passado, tiveram cortes nos recursos que custeiam viagens, palestras e materiais pedagógicos, o que tem gerado dificuldades na execução dos dois programas bancados pelo governo federal”.
MAIS DESMONTE
De acordo com ela, o PRODOCÊNCIA, programa que apoia a criação de estratégias para o aperfeiçoamento e a criação de metodologias inovadoras para os cursos de licenciatura e o Programa de Extensão Universitária (ProExt), que estimula o desenvolvimento de projetos de extensão que contribuem para a implementação de políticas públicas, não tiveram os editais publicados para o ano de 2017 e até a presente data não foi dada qualquer explicação dos órgãos de fomento sobre os motivos que geraram a descontinuidade desses programas”.
– A Universidade Aberta do Brasil que oferece cursos de nível superior para camadas da população que têm dificuldade de acesso à formação universitária, por meio do uso da metodologia da educação a distância também vem sofrendo com corte de bolsas de tutores e de recursos para investimentos em laboratórios, comentou.
TEM MAIS
Segundo ela, “isso sem falar na descontinuidade de programas da educação básica desenvolvidos em parceria com as IFES, a exemplo do Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) e do Pacto Nacional pelo Ensino Médio (PNEM), além de programas como o PRONATEC. A interrupção desses programas interfere, de forma indireta nas IFES, pois os alunos das escolas públicas serão, em tese, num futuro próximo, graduandos das universidades públicas”.
CORTES NA PESQUISA
Em relação à pesquisa e a inovação científica, o corte de 44% no orçamento, anunciado no final do mês de março e o desmonte do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, fundindo-o com o Ministério da Comunicação, fecha o ciclo de entendimento da forma como a educação tem sido tratada pelo governo federal, afirmou.
INTERCÂMBIO NO EXTERIOR
A coordenadora do COGRAD avaliou que “a academia também foi surpreendida na última semana com o anúncio de que o governo federal não mais concederá bolsas de intercâmbio e de mobilidade internacional a estudantes brasileiros de graduação pelo programa Ciências sem Fronteiras (CsF). Previsto para beneficiar 101 mil estudantes, esperava-se que fossem ofertadas 33 mil bolsas nos anos de 2016/2017. Na contramão da expectativa, o programa lançou edital que beneficiará apenas 5 mil estudantes de pós-graduação, deixando de fora estudantes de graduação que, no processo de formação inicial, poderiam experienciar, compartilhar e aprender com sistemas educacionais competitivos conhecimentos em tecnologia e em inovação”.
Enquanto a educação e a saúde nesse país forem tratadas como políticas de gestões e não políticas de estado, o Brasil estará sempre à mercê de decisões circunstanciais dos poderosos de plantão. Essa prática de desfazer iniciativas e ações bem-sucedidas, apenas para desmerecer o antecessor, repete-se nos municípios, nos estados e no governo federal. Isso é lastimável., concluiu.
No próximo domingo, 09, a Reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) segue para Porto Alegre, onde participa da abertura do FAUBAI 2017 Conference, evento promovido pela Associação Brasileira de Educação Internacional. A partir do tema New Trends on Internationalization of High Education: Social Engagement and Innovation, o evento vai discutir engajamento social e inovação na internacionalização do Ensino Superior, com representantes de universidades, associações e organizações governamentais da Espanha, Canadá, Estados Unidos, Hungria, Dubai, Alemanha, Reino Unido, Chile, Argentina, Dinamarca, Bélgica, Itália, Israel, Holanda, França, entre outros.
No dia seguinte, 10, Angela Maria Paiva Cruz se desloca para Brasília, onde será recebida no início da tarde pelo Embaixador Silvio Albuquerque, Secretário Adjunto de Direitos Humanos do Ministério da Justiça. Em seguida, preside reunião da Diretoria Executiva da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), na sede da associação.
Na terça-feira, 11, ainda em Brasília, a reitora da UFRN terá reunião pela manhã com gestores da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), sobre a regulamentação do Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, na Sede da SBPC. No mesmo dia, à tarde, estará em audiência com Professor Álvaro Prata, Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), na sede do ministério. A gestora retorna à Natal na quarta-feira, 12.
Em meio à expectativa sobre a resposta aos 320 pedidos da Procuradoria-Geral da República baseados nas delações da Odebrecht, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), deve rejeitar pedidos dos advogados de delatores para impedir a divulgação de vídeos dos depoimentos prestados, segundo apurou o Broadcast, serviço de notícia em tempo real do Grupo Estado.
Um dos fundamentos que devem ser levados em conta nas decisões é um artigo da lei que define organização criminosa e regulamenta as delações premiadas (Nº 12.850/2013), segundo o qual o registro audiovisual confere maior fidelidade às informações dos colaboradores.
Conforme o jornal O Estado de S. Paulo antecipou em 11 de março, advogados de grande parte dos 78 executivos e ex-executivos da Odebrecht tentam evitar que os vídeos em que os delatores prestam depoimento ao Ministério Público Federal sejam divulgados à imprensa. Os pedidos foram apresentados individualmente.
As decisões de Fachin serão reveladas ainda em abril, de acordo com o próprio ministro, em declaração na semana passada. Ele confirmou que os despachos serão publicados em conjunto, negando, assim, rumores de que pedidos de arquivamento fossem respondidos antes.
Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao STF 320 pedidos – além dos 83 pedidos de abertura de inquérito, foram 211 de declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, sete pedidos de arquivamento e 19 de outras providências.
A ala adversária ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL) vai dar início a um movimento para enfraquecer o peemedebista e tentar destituí-lo do cargo de líder da bancada no Senado. A articulação conta com o apoio velado do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e de senadores próximos a ele, como Raimundo Lira (PB) e Garibaldi Alves (RN).
Os parlamentares que estão descontentes com Renan lembram que basta a assinatura de 12 dos 22 senadores para determinar o afastamento do peemedebista. Afirmam que um líder de bancada não tem mandato fixo e que essa figura pode ser substituída a qualquer momento, especialmente se não representar mais o posicionamento da maioria dos liderados.