14/07/2017
09:17

 O deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMSB-PB) afirmou, ao Portal WSCOM, nesta quinta-feira (13), que não teme represálias do partido, após declarar voto favorável a admissibilidade de denúncia contra o presidente Michel Temer, no Plenário da Câmara dos Deputados. A executiva nacional decidiu punir partidários que não votarem a favor de Temer.

 “Eu penso que o comportamento da Executiva não é a mais feliz, até porque desconhece o que é próprio nos debates partidários, que é a liberdade de expressar o que o membro partidário pense e tenha como fundamentado”, disse.

 A executiva nacional do partido declarou que os deputados que não acompanharem a decisão do partido sofrerão penalidades, que variam de suspensão de direitos a expulsão do partido.

 Veneziano, no entanto, afirmou que sua postura se mantém firme, coerente com o seu posicionamento, e sem temer qualquer penalidade.

 “Entendo que seja esse o posicionamento, mas não receamos represálias, ou quaisquer outras restrições ao nosso comportamento. Estamos de maneira coerente nos posicionando, mostrando que o presidente vai ter toda a oportunidade para explicar alguns pontos em interrogação. Assim fiz com a ex-presidente Dilma, faço com o atual presidente”, concluiu

Publicado por: Chico Gregorio


14/07/2017
09:14

Créditos: Ricardo Stuckert

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), cumprindo agenda em São Paulo, visitou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sede do PT no Estado, na tarde desta quinta-feira (13).

Eles conversaram sobre o cenário político nacional e sobre a futura viagem do ex-presidente Lula à Paraíba.

 

Publicado por: Chico Gregorio


14/07/2017
09:05

BRASILIA, DF, 10.05.2017, BRASIL Audiência pública conjunta das comissões de Assuntos Sociais (CAS) e Assuntos Econômicos (CAE) para discutir a Reforma Trabalhista, com o comparecimento do presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Em seguida, debate sobre o contrato de trabalho na proposta de Reforma Trabalhista, com a participaCAO de representantes da Anamatra e da OIT. Em pronunciamento, procurador geral do trabalho, Ronaldo Curado Fleury. Foto: Geraldo Magela / Agência Senado ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***
O procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, durante audiência pública no Senado

A reforma trabalhista sancionada pelo presidente Michel Temer nesta quinta (13) beneficia os maus empregadores e institucionaliza fraudes praticadas hoje, na avaliação do procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury.

Ele critica a falta de debate sobre a reforma trabalhista no Congresso Nacional e diz que o Brasil “ainda tem uma cultura escravocrata”.

Para ele, a redução de processos trabalhistas deve se dar pela melhoria na fiscalização. Se isso ocorrer, segundo Fleury, “talvez nem precisasse da Justiça do Trabalho”.

Segundo o procurador, o Chile não pela legislação, mas por uma questão mais cultural. E tem uma fiscalização muito forte. Há uma cultura empresarial não tão exploradora. O Brasil ainda tem uma cultura escravocrata. Fomos um dos últimos países a abolir a escravidão e até hoje a escravidão é uma realidade. Mesmo nos grandes centros, nas grandes empresas, a mentalidade é escravocrata.

Sobre a afirmação do deputado Rogério Marinho em garantir que a reforma vai gerar emprego o procurador diz: “Não gerou em lugar nenhum do mundo onde foi feita, no próprio Brasil, nos anos 1990, foi feita. Não aumentou nenhum emprego. A empregabilidade aumentou nos anos 2000 porque a economia cresceu, houve aumento da demanda chegamos quase ao pleno emprego. Em vários países foi feita a flexibilização para gerar emprego: Espanha, México. Em todos houve apenas a troca de empregos por alternativos: intermitente, pejotização, terceirização.”

Publicado por: Chico Gregorio


14/07/2017
08:57

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>> Otimismo. Na contramão de analistas que já calculam os estragos para o futuro político do ex-presidente Lula e do PT que a condenação de Sérgio Moro pode acarretar, membros da legenda afirmam que a sentença pode ter curiosamente o efeito inverso do esperado. Isso porque eles acreditam que a tese de que o ex-presidente foi injustiçado “pode pegar” no eleitorado.

Via Alex Viana.

Publicado por: Chico Gregorio


14/07/2017
08:52

Juristas afirmam que rol de documentos em relação ao triplex passará por novo crivo; ex-presidente e líder petista foi condenado a 9 anos e seis meses

 Divulgação
Lula, ex-presidente do Brasil

Notas fiscais, contratos de serviços, mensagens de e-mail, registros de imóvel, laudos periciais e delações. Sem a transferência formal do triplex do Guarujá (SP) de posse da construtora OAS para o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, essas foram as provas indiretas usadas pelo juiz federal Sérgio Moro na condenação do petista a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro que vão passar por um novo crivo na segunda instância, pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), em Porto Alegre.

Segundo juristas s ouvidos pelo Estado, o grande embate jurídico na corte de apelação deverá girar em torno dessas provas indiretas listadas por Moro em sua sentença, como laudo pericial sobre registro do imóvel no Edifício Solaris em nome da ex-primeira-dama Marisa Letícia e o depoimento de José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, no qual ele afirmou que o apartamento reformado pela empreiteira pertencia a Lula. A defesa do ex-presidente sustenta que não há provas de que o imóvel tenha pertencido ao petista.

Publicado por: Chico Gregorio


14/07/2017
08:47

O juiz Reinaldo Alves Ferreira, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia, rejeitou, na tarde desta quinta-feira, o pedido de busca e apreensão da tornozeleira eletrônica do ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures feito pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) sob o argumento de que pode ter havido irregularidades na concessão do aparelho.

O pedido foi feito pelo promotor de Justiça Fernando Krebs nesta quinta-feira, após a instauração de inquérito pelo MP para apurar se houve irregularidades na concessão do aparelho pela Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Estado de Goiás(SSPAP).
De acordo com o juiz, o MP só pode pedir a busca e apreensão da tornozeleira se tiver ciência de irregularidades em como foi concedido o aparelho.

“Ao que emerge da inicial, o próprio Ministério Público informa não ter conhecimento de quem teria autorizado e em quais condições a tornozeleira teria sido transferida, chegando a afirmar ser necessária uma maior investigação”, diz um dos trechos da decisão de Ferreira.

O MP de Goiás alega que o Rocha Loures “furou a fila de presos” que esperavam uma tornozeleira.

Krebs entrou com o pedido logo após colher o depoimento do superintendente executivo de Administração Penitenciária do Estado, coronel Victor Dragalzew Júnior. Em seu depoimento, o coronel esclareceu que o pedido da tornozeleira de Rocha Loures partiu de um contato telefônico da direção do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), que, posteriormente, oficializaria esta requisição por meio de ofício, o qual ainda não foi recebido pelo superintendente. Ele ainda esclareceu que atualmente o Estado mantém contrato de fornecimento de 1.855 tornozeleiras eletrônicas, contudo, apenas cerca de 950 estão em funcionamento.

Apesar dos esclarecimentos, o promotor afirmou que não há justificativa para o empréstimo da tornozeleira, tendo em vista os indícios de violação de princípios constitucionais como o da impessoalidade e da moralidade.

O juiz ainda definiu que o Ministério Público seja intimado e apresente, no prazo de cinco dias, documentos e argumentações em um pedido definitivo.

O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


14/07/2017
08:46

A pretexto de defender Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o criminalista Antonio Cláudio Mariz disse estar “muitíssimo preocupado com o avanço da cultura punitiva no país.” Ele declarou: “Pau que mata Michel, mata Lula! Pau que matou Lula pode matar Michel!”

Falando para um colegiado apinhado de deputados investigados, o advogado de Temer disse que a cultura punitiva pode atingir qualquer cidadão. Foi como se o doutor avisasse: “Se aceitarem a denúncia conta o presidente, o pau que dá em Lula e Michel pode alcançar todos vocês.”

Lula, primeiro ex-presidente da história condenado por corrupção, disse em São Paulo que “o Estado democrático está sendo jogado no lixo”. O advogado de Temer, primeiro presidente da história a ser denunciado por corrupção no cargo, se queixou em Brasília da “cultura punitiva”. Mais um pouco e o papa Francisco vai acabar canonizando Lula e Temer, esse par de santos perseguidos pela sanha punitiva.

O PT de Lula e o PMDB de Temer comandaram a sociedade partidária que promoveu o maior assalto aos cofres públicos de que se tem notícia na história republicana. Lula, hoje, não consegue explicar os seus confortos. Temer pega em lanças para impedir que o Supremo Tribunal Federal o investigue.

O presidente já prevaleceu na Comissão de Justiça da Câmara. A maioria dos deputados se rende à máxima segundo a qual uma mão lava a outra. Eles se esquecem de que o resto continua sujo. E o pau que dá em Lula e Michel paira sobre suas cabeças.

JOSIAS DE SOUZA

Publicado por: Chico Gregorio


14/07/2017
08:45

POR JOSIAS DE SOUZA

Quando as coisas vão mal para um presidente, até as vitórias se parecem com derrotas. Michel Temer prevaleceu na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (veja aqui e aqui). Porém, o presidente teria amargado uma derrota se o Planalto não tivesse recorrido à malandragem de expurgar da comissão os deputados que votariam a favor da denúncia que acusa Temer de corrupção. Os silvérios governistas foram substituídos por colegas que tinham milhõe$ de razões para enterrar com vida o escândalo da JBS.

A teatralidade truculenta da CCJ será inútil se o governo não conseguir concluir o velório no plenário da Câmara. O plano original era o de lançar a última pá de cal sobre a denúncia contra Temer nesta sexta-feira. Entretanto, o presidente da Câmara, que se comporta como pretendente ao trono, fixou o quórum mínimo para abertura da sessão em 342 deputados e a data de 02 de agosto para a votação em plenário. E o governo, que outrora se jactava de ter 411 votos na Câmara, se deu conta de que não dispõe da infantaria necessária.

O ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) expressou a resignação do Planalto: ”Pode ser agora ou pode ser em agosto, quem quer receber a denúncia é quem tem de colocar o quórum. Essa é a posição pessoal do Rodrigo Maia e nós temos de nos resignar com a posição dele, já que é ele quem comanda a pauta.”

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Publicado por: Chico Gregorio


14/07/2017
08:43

O PSDB foi à votação sobre a denúncia que acusa o presidente da República de corrupção decidido a recuperar sua reputação de avis rara. Conseguiu a proeza de arrematar com conteúdo governista um movimento anti-Temer. Fez na CCJ, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, uma opção preferencial pela incongruência.

Dos sete representantes do tucanato na CCJ, dois participaram dos funerais da denúncia contra Temer na condição de coveiros. Ou seja, 28,5% dos votos do PSDB optaram por apagar a luz e acender o forno. Ajudaram a transformar em pizza o relatório que autorizava o STF a decidir o fututo penal de Temer.

Restava aprovar um documento alternativo, que acomodasse sobre a denúncia do procurador-geral Rodrigo Janot uma coroa de flores, preparando o esquife para receber, no plenário da Câmara, em 2 de agosto, a última pá de cal.

Estavam presentes à sessão todos os 66 membros da CCJ. Por mal dos pecados, coube a um dos pizzaiolos do PSDB, o deputado mineiro Paulo Abi-Ackel, fazer o papel de coveiro. Ele preparou e leu o relatório que sonega à Suprema Corte a possibilidade de verificar se Temer é mesmo o corrupto que a Procuradoria diz ser.

Desautorizando os cinco companheiros de ninho que votaram pela continuidade do processo, o tucano Abi-Ackel bicou: “A denúncia, no que diz respeito ao presidente da República, não é precisa, pois não contém a exposição pormenorizada do fato delituoso, com todas as suas circunstâncias. No direito penal, não existe a culpa presumida. É necessário demonstrar com clareza o nexo causal entre a conduta do agente e o evento lesivo, para desencadear a ação penal.”

Apanhada de surpresa, a banda oposicionista do tucanato ficou uma arara. Amigo de Aécio Neves, que coleciona nove inquéritos policiais no Supremo Tribunal Federal, Abi-Ackel frequenta as planilas da Odebrecht com o apelido de Diamente. Graças ao favor que prestou a Temer, os tucanos encenaram na CCJ algo muito parecido com uma papagaiada.

JOSIAS DE SOUZA

Publicado por: Chico Gregorio


14/07/2017
08:42

Por Ricardo Noblat

Parte da delação do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba desde outubro do ano passado, já foi aceita pelo Ministério Público Federal. E é nela que reside a revelação que mais assombra seus ex-colegas da Câmara: a lista dos que receberam dinheiro para votar a favor da abertura do processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff.

Cunha não se limitou a dar os nomes – a maioria deles do PMDB. Citou as fontes pagadoras e implicou o presidente Michel Temer. Reconheceu que ele mesmo em alguns casos atuou para que os pagamentos fossem feitos. Contou o que viu e acompanhou de perto e o que ficou sabendo depois. Não poupou nem aqueles deputados considerados mais próximos dele. Teve uma razão especial para isso.

É o troco que dá aos que antes satisfizeram suas vontades e depois o abandonaram quando mais precisou da ajuda deles.  Cunha foi do céu ao inferno num período de 17 meses. Eleito presidente da Câmara em primeiro turno no dia 1 de fevereiro de 2015 com 267 votos de um total de 513, acabou cassado no dia 12 de setembro do ano seguinte por 450 votos. Somente 10 deputados votaram por sua absolvição.

Tanto Cunha quanto o Ministério Público têm pressa em fechar acordo em torno do restante da delação. Se isso ocorrer, ela poderá servir de base para uma nova denúncia contra Temer. Ou, no mínimo, para provocar um terremoto na base de sustentação do governo no Congresso, fragilizando-o ainda mais. Temer já foi informado a respeito e reagiu com tranquilidade.

 

Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2017
16:03

Ao discursar da tribuna do plenário na tarde desta quarta-feira (12), o senador Roberto Requião (PMDB-PR) leu trechos de uma reportagem do Congresso em Foco que, publicada em 14 de maio de 2009, mostra que não é inédito o fato de a Mesa Diretora, ontem (quarta, 12), ter sido ocupada por senadoras da oposição para tentar barrar, em vão, a reforma trabalhista. Intitulada “Sem emplacar CPI, tucanos invadem Mesa em plenário”, a matéria detalhou o episódio em que, contrariados pelo comando da Casa naquela ocasião, senadores do PSDB tomaram o posto principal do plenário. Mas, ao contrário do que houve nesta terça-feira (11), eles não tentavam interromper votações – até em razão do dia do episódio, uma sexta-feira, quando quase nunca há votações – e sequer chegaram perto das sete horas de interrupção dos trabalhos impostas pelas senadoras.

Relembre:
Sem emplacar CPI, tucanos invadem Mesa em plenário

Em um momento totalmente diferente do país (impeachment de uma ainda pré-candidata Dilma Rousseff era algo sequer cogitável, por exemplo), no penúltimo ano do segundo mandato da gestão Lula, a “invasão” tucana era ação exclusiva de homens, ao contrário da ocupação de ontem (terça, 11) – protagonizaram o levante oposicionista de então o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), o presidente nacional do partido, Sérgio Guerra (PE), morto em março de 2014, e o atual comandante da legenda, Tasso Jereissati (CE). Mas ambos os acontecimentos guardam semelhanças, entre elas o fato de terem decorrido de contrariedade de grupos minoritários acerca de pautas legislativas – no caso dos tucanos, a burocracia regimental a atrasar a instalação de uma das primeiras CPI’s da Petrobras.

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Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2017
15:49

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que o governo vai implantar um sistema de biometria para reunir dados de pacientes e controlar o trabalho de profissionais da rede pública. “Vamos parar de fingir que a gente paga médicos e o médico fingir que trabalha. Isso não está ajudando a saúde do Brasil.”

A ideia é criar um controle de produtividade, em que profissionais cumpram a jornada de trabalho, na qual determinadas atividades terão de ser cumpridas. Como exemplo, ele citou consultas. A Organização Mundial da Saúde indica que uma boa consulta deve demorar, no mínimo 15 minutos. “Um médico que tem quatro horas de concurso, ele pode dedicar cinco minutos para cada paciente e ir embora. Temos de ter uma média de desempenho”. A mesma lógica será aplicada para outras especialidades. Quem não cumprir o prazo determinado estará sujeito a um processo administrativo.

A ideia do governo é informatizar todas as unidades básicas de saúde até o fim de 2018. Para isso, a pasta deverá repassar um recurso mensal suficiente para financiar 50% dos custos empresa fornecedora dos serviços.

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Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2017
15:43

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

Em fala agressiva durante defesa de seu parecer na relatoria da CCJ (Comissão de Constituição de Justiça), Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) acusou Michel Temer de compra de votos para obter na comissão decisão contrária à abertura da investigação contra o presidente.

— O senhor Michel temer, contra quem pesam seríssimos indícios, acha que pode, usando bilhões de reais de dinheiro público, submeter a Câmara dos Deputados a seu bel sabor para proibir a sociedade de saber o que realmente aconteceu.

Advogado, Zveiter argumentou que os “bilhões de reais” repassados a parlamentares configurariam outro crime, do qual o presidente não é acusado:

— Distribuir bilhões em dinheiro público é obstrução de justiça. Para que os deputados venham aqui nesta comissão atrás de liberação de verba, emendas parlamentares e cargos, e votarem contra este parecer.

Ele ainda reforçou que uma eventual derrota do parecer na CCJ “representa não uma derrota do relatório, mas do povo brasileiro”.

 

 

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Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2017
10:51

A divisão de pesquisas do Drive perguntou no levantamento nacional de julho: você votará em 1 deputado que agora ajuda Michel Temer a se livrar da denúncia de corrupção? A resposta é devastadora para o Planalto: 75% rejeitam quem se aliar ao presidente da República.

Para 80%, presidente é corrupto
Segundo o DataPoder360, a percepção dos brasileiros sobre Michel Temer é bem negativa. Para 80% dos entrevistados, o presidente é corrupto. Entre quem tem nível superior, cerca de 90% também fazem esse juízo. Só 6% responderam que o peemedebista não é culpado.
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Publicado por: Chico Gregorio


13/07/2017
10:38

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O prefeito de Jucurutu, Valdir Medeiros concedeu  na manhã de ontem quarta – feira (12/07) uma entrevista à rádio rural AM na cidade de Caicó/RN,  fazendo um balanço positivo dos seis  primeiros meses de sua promissora gestão a frente do município seridoense.

Durante toda a campanha, enfrentando uma forte e poderosa estrutura política e partidária, da família Queiroz, que ao longo dos anos, vencia e comandada as gestões municipais, conseguindo praticamente acabar com a oposição, que no passado foi feita pelo ex-prefeito Luciano Lopes, todos aderiram ao grupo comandado pelo deputado Nelter Queiroz, também não sendo diferente com setores da imprensa local, que usavam seus meios de comunicação para em vão tentar prejudicar a campanha vitoriosa de Valdir/Zé Pedro, na ilusão de que  a família Queiroz continuaria comandando a gestão municipal.

Depois de eleito, a administração Valdir Medeiros, está fazendo o mesmo que esses setores da imprensa fizeram com o mesmo, desprezaram Valdir candidato  em favor de George Queiroz,  agora  Valdir eleito prefeito, contra a vontade deles, despreza esses setores da imprensa local, causando um certa revolta nesses meios de comunicação, mas deviam ter pensado nisso, antes de assumirem postura favorável aos adversários do prefeito eleito.

 

Publicado por: Chico Gregorio