31/03/2017
05:11

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Foto Wellington Barbosa

 

Uma mostra de joias de alto luxo acabou em tensão na tarde desta quinta-feira em Natal.

A jornalista Laurita Arruda, esposa do ex-ministro Henrique Alves, passou por um constrangimento grande. A jornalista resolveu organizar uma exposição de joias de uma designe famosa no eixo Rio-São Paulo sem os produtos darem entrada contabilmente no estado, consequentemente sem nota fiscal.

Laurita Arruda começou a anunciar através de suas redes sociais a exposição das joias, que a jornalista estava fazendo juntos com duas “sócias”. Ocorre que a mercadoria não estava legalizada, desta forma, burlando o fisco estadual e federal.

Quando a tributação chegou no evento nenhum a peça tinha registro fiscal, não existia empresa constituída, absolutamente nada. Enquanto empresas pagam altos impostos e geram empregos, a esposa de Henrique Alves promoveu uma mostra que queria vender produtos sem nota.

A loja de moveis que alugou o espaço ficou constrangida, os clientes que chegaram para visitar a mostra também, já que foram informados que por motivo de fiscalização tributaria não aconteceria mais.

As joias apreendidas pelos fiscais foram todas catalogadas e por motivo de segurança levadas para serem guardadas na Caixa Econômica, onde se guarda as joias do penhor do banco.

A jornalista apagou das suas redes os posts divulgando a exposição.

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
05:06

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Não bastasse os ataques feitos em entrevistas, em discursos no plenário e em reuniões com a bancada, o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), agora resolveu bombardear o governo Michel Temer nas redes sociais. Depois de já ter criticado mais cedo as medidas econômicas anunciadas ontem pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, Renan publicou um vídeo no Twitter. Ele diz que o conjunto de medidas do governo vai minar o resto de energias da economia que não consegue se levantar.

“O corte de investimento público, a reoneração da folha de pagamentos, aumento de imposto, terceirização geral, tudo isso junto só vai drenar as energias de uma economia que não consegue se levantar. O governo precisa conversar antes”, diz Renan no vídeo.

Nos últimos dois dias, desde que Renan abriu guerra com o Planalto, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria Geral de Governo), junto com Romero Jucá (líder do governo no Congresso) já se reuniram mais de uma vez com Renan para tentar entender o que ele quer, mas o discurso de oposição, se descolando das medidas impopulares do governo, só aumenta.

O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
05:03

O agricultor Cição Bandido, do município de Caicó mandou uma carta de protesto e uma cabeça de vaca para o presidente Michael Temer.

Cição disse ser uma forma de protesto às condições vividas pelo homem do campo.

Veja abaixo a entrevista concedida ao Mossoró Hoje:

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
04:58

Luis Nassif, no GGN,

Para cobrir o rombo de R$ 58,2 bilhões no Orçamento de 2017, o governo de Michel Temer acabou com a desoneração da folha de pagamentos em 50 setores. Preservou quatro que, segundo a alegação oficial, são intensivos de mão de obr

Diga-me quem o governo Temer preserva e eu direi onde está a corrupção.

O primeiro deles é o setor de transporte rodoviário coletivo de passageiros. O setor é representado pela Fetranspor (Federação das empresas de Transportes), permanentemente envolvida com a corrupção política.

Segundo o jornal O Globo  de hoje:

“RIO — Uma pequena mudança na legislação, aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio em dezembro do ano passado, abriu caminho para as empresas de ônibus embolsarem R$ 90 milhões em créditos do RioCard pagos pelos passageiros. A nova lei, nº 7.506/16, incluiu os cartões eletrônicos na relação de passagens com prazo de validade de um ano. Embora o RioCard seja uma bolsa de crédito em dinheiro do consumidor, a Alerj desobrigou os empresários, após o prazo, a devolver os valores não utilizados.

Entre as 17 pessoas levadas na quarta-feira, sob condução coercitiva, à Polícia Federal no Rio, estão o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), e o presidente da Federação das Empresas de Transportes (Fetranspor), Lélis Marcos Teixeira. Picciani é suspeito de organizar o pagamento de propina pela Fetranspor ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), para favorecer o setor em atos de fiscalização do tribunal. Foram auditores do TCE os responsáveis pela descoberta dos créditos de R$ 90 milhões retidos pelas empresas. O processo é de 2014, mas até hoje não chegou ao plenário do órgão”.

Alguma dúvida sobre a preferência?

Outros setores foram o de transporte ferroviário e metroviário de passageiros e construção civil, área prioritária de atuação das empreiteiras. E, finalmente, em retribuição à defesa de seu mandato, as empresas de comunicação – rádio, TV e impressos.

Ficaram de fora das benesses oficiais setores muito mais intensivos de mão-de-obra, mas que não costumam colaborar com governos, nem comprando favores nem vendendo apoios, como o segmento de call center, de tecnologia de informação, o hoteleiro, as padarias, o de confecções, o comércio varejista, de autopeças, móveis, têxtil, brinquedos, cerâmicas entre outros.

Ontem, a ANER (Associação Nacional das Editoras de Revistas) organizou belo seminário sobre a pós-verdade e a maneira como a imprensa é o último baluarte contra as informações falsas. Hoje, a Folha lançou seu novo manual, com profissão de fé nos princípios jornalísticos.

O patrono dessas causas provavelmente será o consultor Rubnei Quícolli.

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
14:55

Para Paulo Henrique Amorim, cadeira elétrica, câmara de gás e prisão perpétua seriam as opções de Sérgio Moro nos Estados Unidos.

O jornalista #Paulo Henrique Amorim causou polêmica mais uma vez em vídeo postado no canal “#Conversa afiada”, no YouTube. No vídeo de seis minutos, o apresentador do “Domingo Espetacular”, da Record TV, diz que o juiz federal Sérgio Moro poderia ter sido condenado à cadeira elétrica se fosse norte-americano.

“Nos Estados Unidos, o juiz Moro poderia ter sido condenado à cadeira elétrica. Ele vazou para a Globo uma conversa da presidenta da República, Dilma Rousseff, com o ex-presidente Lula. Tão grave quanto isso é que ele divulgou uma conversa que foi gravada depois do prazo que a justiça tinha dado a ele como autorização”, afirma o jornalista no vídeo intitulado “Filme vai mostrar cama em que D. Marisa dormia”.

Em março do ano passado, o juiz derrubou sigilo e divulgou grampo de ligação entre Lula e Dilma. Moro foi bastante criticado pelo Planalto à época, por setores da esquerda e por juristas porque, segundo eles, a divulgação foi ilegal.

Na gravação, o ex-presidente e a então presidente em exercício conversavam sobre a posse de Lula como ministro. Dilma dizia que um emissário estava indo até o Lula para levar o termo de posse que seria usado caso fosse necessário.

“Cadeira elétrica, câmara de gás, prisão perpétua, seriam nos estados Unidos as opções dele (Moro). Isso aconteceria em um país que defende o interesse nacional”, critica Paulo Henrique Amorim no vídeo. O jornalista tem sido um grande crítico de Sérgio Moro e da Operação Lava Jato.

“Aqui, a Força Tarefa da Lava Jato, não parece defender o interesse nacional brasileiro, como esses marqueteiros da Carne Fraca, que tentam destruir o agronegócio brasileiro em benefício do agronegócio dos Estados unidos, que é o maior concorrente do agronegócio do Brasil”, afirmou.

Vídeo
O vídeo de seis minutos foi publicado nesta segunda-feira (27) e até o momento já tem quase 40 mil visualizações. Os comentários estão desativados. Até o momento foram 2,5 mil likes e 153 deslikes. O canal “Conversa Afiada” tem quase 100 mil inscritos e a cada semana o jornalista posta um vídeo polêmico.

Por Alana Beltrão,

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
14:48

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
14:38

A tradicional Vaquejada de Santa Luzia (PB) está de volta. Nesta sexta-feira, 31, tem início a 15ª edição da Vaquejada, que é uma das maiores da Paraíba. O evento acontece no Parque Raimundo Belo e segue até o domingo, dia 02 de abril com uma vasta programação e muitos prêmios.

O evento contará com a participação de vaqueiros amadores e profissionais de todo o Nordeste, com a distribuição de R$19.000,00 em prêmios e uma moto extra.

A programação musical será aberta no sábado, 01, com duas atrações: a banda Arreio de Ouro e Saulo Farra, a partir das 23h. Já no domingo a diversão acontece mais cedo. A partir das 17h se apresentam o cantor Pedrinho Pegação, a banda Forró Aryaxe e Geová do Acordeon. O município de Santa Luzia é integrante da Região Metropolitana de Patos e fica distante 260km de João Pessoa.

Fonte: Marcos Dantas

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
14:22

Conforme o G1, cinco dos sete conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) foram presos na Operação Quinto do Ouro, deflagrada nesta quarta-feira (29). A investigação tem como base a delação de um sexto membro do tribunal, Jonas Lopes, que já foi presidente do TCE-RJ e está de licença – tirou dois meses de férias e depois entrou em licença especial por mais três meses, desde seis de março.

Vale lembrar que, de acordo com a delação premiada de Leandre Azevedo, ex-diretor da Odebrecht no Rio, Lopes Pediu dinheiro para aprovar o edital de concessão do estádio do Maracanã e o relatório de contas da Linha 4 do metrô do Rio.

A situação merece reflexão pelo ângulo norte-riograndense no sentido de lançar luz sobre os Tribunais de Contas, pois o nosso Tribunal também foi citado em suposta leniência fiscalizatória com relação ao Arena das Dunas, estádio construído para a copa do mundo de futebol de 2014. Em sua delação, o executivo da construtora OAS, que fez o equipamento com empréstimo do BNDES, admite que atuou para driblar do Tribunal de Contas da União e do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte. O então deputado federal, Henrique Alves (PMDB), trocou mensagens com Leo Pinheiro sobre o assunto e o senador, José Agripino (DEM), admite que se reuniu com um conselheiro do TCE-RN para tratar. Ambos negam qualquer irregularidade.

Leia a reportagem da revista veja de 06 de Novembro de 2016:

 

Já em Outubro de 2015 o ministro Luis Roberto Barroso autorizou abertura de inquérito para investigar o senador José Agripino (DEM). Conforme o portal G1, de acordo com o pedido, as investigações apontaram que o senador combinou pagamento de propina com executivos da OAS, uma das empreiteiras alvo da Lava Jato. O dinheiro teria sido desviado da obra do estádio Arena das Dunas, em Natal.

Ao G1, o senador José Agripino disse que se colocará à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos. “Apesar de achar essa acusação absolutamente absurda, descabida e inveridica, eu me colocarei à disposição do Judiciário para promover os esclarecimentos que forem necessários”, declarou. Por meio de nota, a assessoria da OAS afirmou que a empreiteira “nega as alegações”.

Veja a matéria completa aqui.

Já o inquérito contra Henrique Alves segue na justiça federal do Rio Grande do Norte, em decorrência dele não ter foro privilegiado. Leia aqui.

Conforme a Revista Veja (leia aqui), há histórias de possível corrupção ainda em cinco estádios da copa. Além de Natal, há problemas com o Mané Garrincha (Brasília), Itaquerão (São Paulo), Maracanã (Rio de Janeiro).

Cabe enfatizar ainda que o próprio TCE-RN encontrou sobrepreço na construção da Arena das Dunas, já em 2016, depois dele pronto, de R$ 142,5 milhões (leia aqui). Auditoria posterior do TCE-RN detectou sobrepreço em contrato de concessão e sugeriu suspensão de pagamentos (leia aqui).

Porém, em janeiro de 2016, o TCU, em resposta ao jornalista Fausto Macedo do Estadão, registrou que não foram detectadas irregularidades passíveis de paralisação das obras e que o TCE-RN não comunicou qualquer problema (leia aqui).

Ao contrário do que ocorreu no Rio de Janeiro, em que pese ser peça importante na narrativa das ações da Procuradoria Geral da República contra políticos, não há investigação direta contra o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte. Qualquer possível fato novo, fruto de novas investigações, virá dos inquéritos abertos contra Henrique Alves e José Agripino.

Em todas as reportagens citadas, o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte, nem seus conselheiros, não se manifestaram sobre o assunto.

Hoje, seis dos sete conselheiros do Tribunal são parentes de políticos, alguns dos quais sem formação técnica na área e com acusações na justiça (leia aqui).

Por meio de nota enviada ao portal Agora RN, leia nota na íntegra aqui, em 16 de março de 2016, o presidente do TCE, Carlos Thompson, defendeu que haja mudanças nos critérios constitucionais para a escolha de conselheiros. No entanto, ele afirma que espeita as normas vigentes no Tribunal e atua para aprimorar o trabalho do TCE/RN como órgão fiscalizador e julgador.

Por  Daniel Menezes

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
14:17

A história é senhora da razão. Nesse sentido, vai cada vez mais ficando claro como Carlos Eduardo (PDT) “enfrentou” à crise e obteve mais de 60% dos votos, vencendo o pleito de 2016 em primeiro turno com larga vantagem sobre seus oponentes.
 
Conforme relatórios do TCE (leia parecer do TCE aqui) e de auditores da Secretaria de Tributação de Natal (leia denúncias aqui e aqui), o prefeito empreendeu três práticas que tiveram forte importância no seu processo de vitória folgada em 2016.
 
1. O prefeito produziu uma estimativa de aumento de receita arrecadatória absolutamente inexistente em 2016, ano de crise em que TODAS as previsões nacionais falaram em recessão econômica (leia os dois estudos publicados pelos auditores do município ( aqui e aqui).
 
Por que foi importante para sua vitória? Ora, pela razão dele, em cima dessa suposta arrecadação, ter empenhado serviços com fornecedores que sabidamente não seriam honrados pela Prefeitura. Em resumo, cheques sem lastro foram passados aos fornecedores. Sem o bombeamento contábil em cima de uma nuvem orçamentária, os serviços públicos teriam sido enfraquecidos em pleno ano eleitoral. Carlos Eduardo terminou sua administração, deixando um montante de dívidas maior que a ex-prefeita Micarla de Sousa (leia os dados aqui).
 
2. Ele queimou receitas até a eleição, contando com uma antecipação ilegal do IPTU de 2017, portanto do novo mandato, para fechar o do ano anterior. A prefeitura do Natal utilizou mais de R$ 30 milhões do IPTU de 2017 para fechar 2016, uma prática vedada pela Lei de Responsabilidade Fiscal e com ampla jurisprudência em diversos tribunais do país contra tal prática (leia aqui). O TCE proibiu, conforme relatório já citado, que a Prefeitura continuasse a empregar os recursos antecipados do IPTU. Porém, quando emitiu o seu parecer, a Prefeitura já tinha sacado praticamente tudo. O Potiguar foi o primeiro a mencionar tal prática.
 
3. Não repassou a contribuição previdenciária dos servidores da Prefeitura do Natal. A prática, também ilegal e reconhecida por Carlos Eduardo Alves em reunião com vereadores (leia a fonte da afirmação aqui e aqui), permitiu, conforme análise da vereadora Natália Bonavides (PT), uma subtração da NatalPrev de R$ 80 milhões de reais (leia denúncia da vereadora aqui). As pendências vêm desde de 2016, conforme revelou o portal Agora RN (aqui).
 
A prática é ilegal e geradora de perda de mandato e dos direitos políticos. Só é possível sacar recursos da previdência (ou deixar de repassar), caso o gestor obtenha autorização da Câmara Municipal do Natal. Aliás, o prefeito já foi tornado inelegível em 2012 por ter suas contas reprovadas pela câmara municipal do natal, instância competente, segundo entendimento pacificado pelo STF, para tal julgamento. Naquele momento, entre outras ações, CEA também havia utilizado recursos da previdência sem autorização da Câmara. Carlos Eduardo Alves não perdeu seus direitos políticos por conta de uma liminar concedida pelo Tribunal de Justiça em 2012. O processo segue no TJ desde então.
 
Com essas três ações, Carlos Eduardo Alves transmitiu a impressão, agora sabidamente falsa, de que, em plena crise, Natal caminhava bem. Passado o pleito, o problema apareceu, além das irregularidades.
 
A questão nova é que ele pode ser candidato em 2018 ao Governo do RN. Mas como se viabilizar com uma prefeitura quebrada, devendo contribuições previdenciárias ilegalmente constituídas, com salários atrasando e com parte dos recursos de 2017, ano pré-eleitoral, já empregados em 2016?
 
Sua viabilização virá pelo saque do fundo previdenciário de Natal. Com os R$ 204 milhões, ele poderá tapar o buraco da previdência, encobrindo o rombo ilegal (leia aqui) – por isso, a Prefeitura esconde o extrato das movimentações do fundo previdenciário, impedindo o direito de fiscalização por parte dos vereadores (leia sobre como a Prefeitura do Natal vem cerceando o direito de fiscalização dos vereadores aqui) – e ainda terá cerca de R$ 124 milhões para por os salários em dia e realizar obras. Pelo projeto aprovado na Câmara, a Prefeitura deverá começar a repor o dinheiro a partir de fevereiro de 2018 até 2033. O mês é justamente aquele em que o prefeito, Carlos Eduardo Alves, poderá se desincompatilizar para disputar o governo do RN.
 
Esta situação, deletéria, não pode ser vista pelo mau exemplo de sua antecessora, a ex-prefeita Micarla de Sousa. Mas pelo que fez o então prefeito de São Paulo Maluf ou Wilma de Faria quando governadora do Rio Grande do Norte.
 
Paulo Maluf realizou diversas obras e postergou pagamentos, comprometendo receitas futuras. Foram necessárias várias gestões para por as contas de São Paulo, uma cidade muito mais rica que a nossa, em dia.
 
A elevação de gastos, inchaço irresponsável da máquina e concessão de aumentos salariais aos servidores, durante o governo Wilma de Faria, inviabilizaram os governos de Rosalba Ciarlini e ainda impacta negativamente sobre a gestão de Robinson Faria.
 
Os próximos prefeitos de Natal terão vida muita dura pelas irregularidades e irresponsabilidades fiscais cometidas pelo atual prefeito.Quem viver verá.
 
Em tese, os entes reguladores (MP, TCE, Câmara e Tribunal de Justiça) terão muito trabalho para avaliar as ações do Prefeito. Ou ao menos deveriam.
Via  Daniel Menezes

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
14:01

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Eduardo Cunha na campanha de Henrique Alves de 2014

Do UOL, em São Paulo

O deputado federal cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi condenado nesta quinta-feira (30) a 15 anos e quatro meses de prisão. A decisão é do juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato. Cunha está preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba desde 19 de outubro do ano passado. Essa é a primeira condenação do peemedebista. A defesa informou que vai recorrer da sentença ao TRF-$ (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre.

Cunha foi condenado por corrupção passiva pela solicitação e recebimento de vantagem indevida no contrato de exploração de petróleo em Benin, por três crimes de lavagem de dinheiro e dois crimes de evasão fraudulenta de divisas.

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
13:52

Paulo Lisboa/Brazil Photo Press/Folhapress
CURITIBA, PR, 07.02.2017 - LAVA-JATO – O ex-presidente da Câmara e deputado cassado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na operação Lava Jato, chega à Justiça Federal em Curitiba (PR), para prestar depoimento ao juiz Federal Sérgio Moro na tarde desta terça-feira (07). (Foto: Paulo Lisboa/Brazil Photo Press/Folhapress) *** PARCEIRO FOLHAPRESS - FOTO COM CUSTO EXTRA E CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS ***
O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na operação Lava Jato, chega à Justiça em Curitiba (PR) para prestar depoimento a Moro

ESTELITA HASS CARAZZAI
DE CURITIBA

O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato, criticou, em decisão desta sexta (10), a tentativa do ex-deputado Eduardo Cunha de “constranger e intimidar” o presidente Michel Temer (PMDB) para forçá-lo a agir em seu favor.

Segundo ele, houve uma “reprovável de tentativa de intimidação da Presidência da República”, que demonstra que o ex-parlamentar “prossegue com o mesmo modus operandi de extorsão, ameaça e intimidações”.

Moro fez referência a perguntas encaminhadas por Cunha a Temer, convocado como testemunha de defesa do ex-deputado, no final do ano passado.

O juiz indeferiu parte delas, por entender que não tinham relação com o fato sob julgamento. As questões falavam sobre doações oficiais e em caixa dois, reuniões do peemedebista com fornecedores da Petrobras e a relação com José Yunes, um dos melhores amigos do atual presidente.

“[As perguntas] tinham, em cognição sumária, por motivo óbvio constranger o Exmo. Sr. Presidente da República e provavelmente buscavam com isso provocar alguma espécie intervenção indevida da parte dele em favor do preso”, afirmou Moro, na decisão desta sexta (10).

“Não se pode permitir que o processo judicial seja utilizado para essa finalidade, ou seja, para que parte transmita ameaças, recados ou chantagens a autoridades ou a testemunhas”, disse o magistrado.

A decisão negou o pedido de liberdade feito pela defesa de Cunha, que argumentava que a ação a que ele responde já chega ao fim e que não havia mais motivos para o peemedebista permanecer preso.

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
13:37

Alvo de um massacre promovido pela Globo e por setores do Poder Judiciário, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda é o político mais popular do Brasil.

É o que aponta pesquisa Ipsos, divulgada nesta quinta-feira, que também revelou que o Fora Temer unifica o Brasil e que os presidenciáveis tucanos estão entre os políticos mais reprovados do Brasil .

“Entre 20 políticos testados na pesquisa Ipsos, Lula tem a maior taxa de aprovação: 38%. Com 59% de desaprovação, ele está longe da unanimidade que sonhou ser, mas ganhou sete pontos positivos desde fevereiro. Nenhum outro filiado a partido é mais aprovado do que o petista. Aprovação maior, só de nomes do Judiciário”, informa o jornalista José Roberto de Toledo.

Lula fica bem à frente de outros presidenciáveis. “João Doria é o tucano mais bem colocado no ranking do Ipsos: 45% desaprovam sua atuação, 16% aprovam e 39% dos brasileiros não o conhecem o suficiente”, informa Toledo. “Marina Silva (Rede) tem 62% de desaprovação e 23% de aprovação. Já o ex-militar Jair Bolsonaro (PSC) é desaprovado por 52% e aprovado por 14%.”

Entre os potenciais presidenciáveis, apenas Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, aparece à frente de Lula, com 51% de aprovação

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
09:01

fernandinho

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
08:53

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Soube que:

– O projeto político principal do PSDB é eleger o deputado federal e relator da reforma trabalhista Rogério Marinho a senador.

– E o deputado estadual Gustavo Carvalho como o candidato escolhido oucar ocupar uma vaga do partido na Câmara dos Deputados.

É de amargar!

Via Robson Pires.

Publicado por: Chico Gregorio


30/03/2017
08:40

O Globo

Representantes de entidades dos setores que serão afetados pelo fim da desoneração da folha de salário classificaram como ‘desastrosa’ a decisão do governo. Segundo eles, haverá aumento de custos, com impacto negativo tanto na geração de empregos, quanto nas exportações. Alguns preveem até fechamento de empresas, que já haviam feito seu planejamento financeiro pagando alíquotas menores de imposto.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel, disse que o fim da desoneração sobre a folha de salário nada mais é do que a utilização do velho método para fechar o rombo das contas do governo: aumentar impostos sobre a produção. Para ele, a decisão é contrária ao discurso que o governo vinha adotando de aumentar a eficiência do Estado, com corte de gastos, para equilibrar as finanças.

— Reconhecemos a gravidade da situação das contas públicas depois do desastre macroeconômico dos últimos anos, mas não é onerando a produção que vamos promover a retomada econômica. O fim da desoneração é lamentável, mostra que o Estado continua inchado que, em vez de melhorar sua eficiência, recorre à forma mais fácil de fechar as contas, que é aumentar impostos. Fica difícil acreditar no governo – disparou Pimentel.

Publicado por: Chico Gregorio