31/03/2017
14:18

Governo Temer fazendo a festa das multinacionais e empresários, foi para isso que eles financiaram o golpe,  para afastar

a presidente Dilma, agora concede um aumento de 4,76 % nos medicamentos, com publicação no Diário Oficial de hoje:

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
14:04

 

Alvo de um massacre promovido pela Globo e por setores do Poder Judiciário, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda é o político mais popular do Brasil.

É o que aponta pesquisa Ipsos, divulgada nesta quinta-feira, que também revelou que o Fora Temer unifica o Brasil e que os presidenciáveis tucanos estão entre os políticos mais reprovados do Brasil.

“Entre 20 políticos testados na pesquisa Ipsos, Lula tem a maior taxa de aprovação: 38%. Com 59% de desaprovação, ele está longe da unanimidade que sonhou ser, mas ganhou sete pontos positivos desde fevereiro. Nenhum outro filiado a partido é mais aprovado do que o petista. Aprovação maior, só de nomes do Judiciário”, informa o jornalista José Roberto de Toledo (leia mais aqui).

Lula fica bem à frente de outros presidenciáveis. “João Doria é o tucano mais bem colocado no ranking do Ipsos: 45% desaprovam sua atuação, 16% aprovam e 39% dos brasileiros não o conhecem o suficiente”, informa Toledo. “Marina Silva (Rede) tem 62% de desaprovação e 23% de aprovação. Já o ex-militar Jair Bolsonaro (PSC) é desaprovado por 52% e aprovado por 14%.”

Entre os potenciais presidenciáveis, apenas Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, aparece à frente de Lula, com 51% de aprovação.

Fonte: Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
13:58

Carro-pipa (ilustração)

As comunidades mais afetadas com a maior crise hídrica da história de Campina Grande, a 130 quilômetros de João Pessoa, são beneficiadas com a operação carro-pipa, iniciada nesta semana, após um processo de seleção de 50 pipeiros. A seleção foi feita por meio da Defesa Civil, em conjunto com outros órgãos administrativos.


O coordenador da Defesa Civil, Ruiter Sanção, garantiu que este trabalho será feito diariamente, levando-se em conta a necessidade de se proporcionar segurança hídrica aos bairros mais carentes, mesmo porque o açude de Boqueirão conta com apenas 3,5% da sua capacidade total e as águas da transposição do Rio São Francisco ainda não estão alimentando aquele manancial.

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
13:46

Créditos: Reprodução / WEB

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou hoje (31) nova pesquisa com avaliação do governo do presidente Michel Temer. De acordo com o levantamento, 10% dos entrevistados avaliam o governo como ótimo ou bom, 31% como regular, 55% como ruim ou péssimo e 4% não sabem ou não responderam.

Em dezembro de 2016, 13% consideravam ótimo ou bom, 35% regular, 46% ruim ou péssimo e 6% não sabiam ou não responderam. A pesquisa foi encomendada ao Ibope.

Sobre a maneira do presidente Michel Temer governar, 73% responderam que desaprovam, 20% aprovam e 7% não sabem ou não responderam. Na avaliação feita no final do ano passado, 64% desaprovavam, 26% aprovavam e 10% não sabiam ou não responderam.

Segundo a CNI, a queda na popularidade pode ser explicada pelo forte ajuste fiscal e as reformas propostas pelo governo federal. “Não podemos deixar de considerar a questão econômica. Há uma correlação muito forte entre a popularidade do governo e a situação econômica do país. Por mais que tenhamos sinais de queda da inflação, a população precisa ver isso no supermercado. O resultado desemprego continua a elevar e com essa taxa elevada de desemprego há uma insatisfação muito grande da população, e isso reflete de forma muito forte na avaliação do governo”, afirmou Renato Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI.

Em relação à confiança no presidente Michel Temer, 79% disseram que não confiam, 17% confiam e 3% não sabem ou não responderam. Em dezembro no mesmo quesito, 72% disseram que não confiavam, 23% confiavam e 5% não sabiam ou não responderam.

Área de atuação

Quando a avaliação é feita por área de atuação do governo, as políticas com melhor avaliação são meio ambiente, educação e combate à inflação. As áreas com o pior avaliação são impsotos, taxa de juros, segurança pública e saúde.

Na comparação ao primeiro mandato do governo de Dilma Roussef, 38% dos brasileiros consideram que o governo é igual, 41% acredita que está pior e 18% avaliam como melhor.

A pesquisa da CNI-Ibope ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios, entre 16 e 19 de março.

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
13:39

Em dezembro de 2016, 13% consideravam ótimo ou bom, 35% regular, 46% ruim ou péssimo e 6% não sabiam ou não responderam. A pesquisa foi encomendada ao Ibope

Créditos: Reprodução / WEB

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou hoje (31) nova pesquisa com avaliação do governo do presidente Michel Temer. De acordo com o levantamento, 10% dos entrevistados avaliam o governo como ótimo ou bom, 31% como regular, 55% como ruim ou péssimo e 4% não sabem ou não responderam.

Em dezembro de 2016, 13% consideravam ótimo ou bom, 35% regular, 46% ruim ou péssimo e 6% não sabiam ou não responderam. A pesquisa foi encomendada ao Ibope.

Sobre a maneira do presidente Michel Temer governar, 73% responderam que desaprovam, 20% aprovam e 7% não sabem ou não responderam. Na avaliação feita no final do ano passado, 64% desaprovavam, 26% aprovavam e 10% não sabiam ou não responderam.

Segundo a CNI, a queda na popularidade pode ser explicada pelo forte ajuste fiscal e as reformas propostas pelo governo federal. “Não podemos deixar de considerar a questão econômica. Há uma correlação muito forte entre a popularidade do governo e a situação econômica do país. Por mais que tenhamos sinais de queda da inflação, a população precisa ver isso no supermercado. O resultado desemprego continua a elevar e com essa taxa elevada de desemprego há uma insatisfação muito grande da população, e isso reflete de forma muito forte na avaliação do governo”, afirmou Renato Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI.

Em relação à confiança no presidente Michel Temer, 79% disseram que não confiam, 17% confiam e 3% não sabem ou não responderam. Em dezembro no mesmo quesito, 72% disseram que não confiavam, 23% confiavam e 5% não sabiam ou não responderam.

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
13:34

A Corte vai aguardar o julgamento de uma cautelar, na Ação Direta de Inconstitucionalidade, que tramita no Supremo Tribunal Federal

Créditos: Reprodução / WEB

A 2ª Câmara do Tribunal de Contas da Paraíba suspendeu, na sessão ordinária desta quinta-feira (30), a análise de três processos referentes ao pagamento de aposentadorias aos ex-governadores Clovis Bezerra Cavalcanti, Ronaldo Cunha Lima e José Targino Maranhão. A Corte vai aguardar o julgamento de uma cautelar, na Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADI 4562, que tramita no Supremo Tribunal Federal. A Ação foi impetrada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e questiona a legalidade dessas aposentadorias.

Com a decisão do órgão colegiado os processos ficam sobrestados até o julgamento final pelo STF. Segundo o relator da matéria, conselheiro substituto Antônio Gomes Vieira Filho, o TCE não poderá se pronunciar sobre a legalidade do recebimento das aposentadorias, enquanto o Supremo não julgar a ADI. No caso da Paraíba, a Ação contesta disposição criada pela Assembleia Legislativa, por meio de emenda à Constituição estadual aprovada em 2006, instituindo o benefício ao fim do mandato do governador que tiver exercido o cargo em caráter permanente. O subsídio mensal vitalício, a título de pensão especial, é pago com recursos do tesouro estadual e equivale à remuneração do governador em exercício.

Para a OAB, a Assembleia Legislativa concedeu a esse pagamento o título de “pensão especial” na tentativa de mascarar a patente inconstitucionalidade. “O fato de a Constituição da República em vigor ser silente quanto à possibilidade de concessão de subsídio mensal e vitalício a ex-autoridades não pode ser interpretado em favor de dispositivos como o que ora se impugna, visto que a autonomia conferida aos estados membros pelo art. 25, parágrafo 1º, da Lei Maior, não é absoluta”, argumenta a OAB nesta nova ADI a respeito do tema.

A OAB ajuizou ADIs semelhantes para contestar a constitucionalidade do pagamento de aposentadorias a ex-governadores dos estados do Pará, Acre, Amazonas, Rondônia, Sergipe, Paraná, Rio Grande do Sul e Piauí. O Plenário do STF iniciou o julgamento do pedido de liminar feito na primeira ação (ADI 4552), que questiona o pagamento a ex-governadores paraenses. Após o voto da relatora, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, concedendo a liminar para determinar a suspensão do pagamento do benefício, o ministro Dias Toffoli pediu vista dos autos.

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
11:44

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (31) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):

Ótimo/bom: 10%
Regular: 31%
Ruim/péssimo: 55%
Não sabe/não respondeu: 4%

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 16 e 19 de março e ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
11:38

O desemprego subiu para 13,2% no trimestre de dezembro a fevereiro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua. A alta em relação ao trimestre anterior é de 1,3 ponto percentual e de 2,9 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre do ano passado. De acordo com o IBGE, essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada em 2012.

No trimestre de dezembro a fevereiro, o Brasil tinha 13,5 milhões de desempregados – crescimento de 11,7% (1,4 milhão de pessoas a mais) frente ao trimestre encerrado em novembro de 2016 e 30,6% (mais 3,2 milhões de pessoas em busca de trabalho) em relação a igual trimestre de 2016. Esse número é recorde da série histórica.

Já a população ocupada também bateu recorde – é o menor da série histórica. No trimestre encerrado em fevereiro, eram 89,3 milhões de pessoas no mercado de trabalho. O recuo se deu tanto em relação ao trimestre terminado em novembro de 2016 (-1%, ou 864 mil a menos) como ao mesmo trimestre do ano passado (-2%, ou 1,8 milhão a menos).

Desse total, 33,7 milhões de pessoas que estavam empregadas no setor privado tinham carteira de trabalho assinada. Esse número recuou tanto frente ao trimestre de setembro a novembro de 2016 (-1,0% ou 337 mil pessoas) quanto ao mesmo trimestre de 2016 (-3,3%, ou 1,1 milhão de pessoas).

Os empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,3 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 5,5% (ou mais 531 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
11:33

O Ministério Publico da Comarça de São João do Sabugi, representado por Flávio Nuens da Silva, decediu arquivar

uma denúncia feita por um cidadão contra  possíveis irregularidades no pagamento de diárias ao Presidente        do

poder legislativo municipal, Rutênio Humberto. Com o arquivamento da denúncia, o MP reconhece que não houve

pagamento irregular de diárias ao edil Sabugiense.

O vereador Rutênio foi notificado do arquivamento da denúncia ontem dia 30.

Resultado de imagem para fotos de vereador rutenio humberto

MP

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
11:14

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), caiu 0,26 por cento em janeiro na comparação com o mês anterior, segundo dados dessazonalizados divulgados pelo BC nesta sexta-feira.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de queda de 0,10 por cento, segundo a mediana das projeções. A queda já acumula 4,99% nos últimos doze meses.

Fonte: Brasil247

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
05:42

O título não é sensacionalista, foi exatamente o que a deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO) disse na mesa que dividiu com o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), réu por incitação ao estupro.

A fala, absolutamente desconectada da realidade, foi aplaudida pelo ícone do machismo no parlamento que disse à deputada Maria do Rosário (PT-RS) que ela não merecia ser estuprada porque ele a considera “muito feia” e “ela não merece”.

Para a deputada tucana não há desigualdade no parlamento brasileiro que tem menos de 10% de participação feminina.

“Eu acho que a própria mulher é que cria um preconceito contra ela”, disse.

Formada em direito e medicina na faculdade dos pais, Mariana é filha de Aparício Carvalho que foi vereador, deputado federal e vice-governador de Rondônia. O irmão é presidente da Câmara da Vereadores na capital . A justiça reconheceu que a faculdade dos pais invadiu área pública para ampliar o negócio.

Em sua fala, destacou que não teve nenhuma facilidade para chegar onde chegou e muito menos sofreu qualquer tipo de preconceito no parlamento.

“A mulher que acaba sentindo uma diferença no tratamento é quando ela própria se vitimiza e se coloca num lugar de coitada, de que é mulher.”

A deputada ignora que só 50% das mulheres participam da força de trabalho global, contra 76% dos homens. E, pior, que ganham menos do que os homens, mesmo quando desempenham mesmo tipo de serviço.

Segundo estudos da ONU “a maioria das mulheres trabalha no setor informal; muitas são mal pagas, não tem segurança social e ainda sustentam o peso do trabalho doméstico.”

São minoria nos Parlamentos de todo o mundo, onde ocupam apenas 23% dos assentos.

E no que diz respeito a leis trabalhistas, só 67 nações protegem as mulheres contra a discriminação de gênero no ambiente de trabalho. Em 18 países, mulheres são proibidas de trabalhar.

“A gente pode mostrar, sim, que o nosso sexo não é apenas só um sexo frágil, é um sexo forte e chega onde a gente quer. É só a gente a gente acreditar.”

A jovem tucana foi aplaudida por Jair Bolsonaro, que além de ser réu por incitação ao estupro já declarou que mulher deve ganhar menos, porque engravida.

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
05:30

Leia o texto no twitter de Garibaldi.

 

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
05:22

jaime calado

Ex-prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado

As medidas provocadas pelo governo federal atual não são bem reconhecidas pelo ex-prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado (PR). Os cortes de orçamento, mudanças nas regras de aposentadoria e a situação da segurança no Brasil foram duramente criticadas por Calado.

“Se aproveitarem da crise para tirar os direitos dos trabalhadores é precarizar a relação do trabalho. Precisamos de um governo que tenha coragem de peitar a crise. É um momento muito triste porque de repente o Brasil vinha muito bem, em vez de responderem com atividades econômicas como os americanos, o país virou uma delegacia de polícia – nada é resolvido e só há notícia de desemprego, de desespero dos pais de família; as empresas estão destruídas e o patrimônio nacional está pagando o preço. Este é um país rico, um país bom, com um povo bom, mas, infelizmente, a triste situação é esta”.

Para Jaime Calado “há um sofrimento desnecessário” ocorrendo no Brasil que poderia ser resolvido com atividades econômicas, algo que, ao seu ver, está faltando.

“É muito triste, há um sofrimento desnecessário – esse um país tão rico com seis bancos de fomento, tão cheio de dinheiro e o governo, no meio de um crise, falando em cortar tudo. Isso é uma forma de aprofundar crise. O país tem 350 de bilhões de dólares em reserva e eles servem para quê? Esse quadro de instabilidade emocional política junto com essa crise econômica, tudo isso ao mesmo tempo, tira o brasileiro do sério. O problema do desemprego se resolve com atividades econômicas; é isso o que está faltando”, comentou ao Agora Jornal.

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
05:18

Flávio Rocha fez campanha pelo impeachment de Dilma e disse que bastava Temer assumir para o Brasil “voltar aos trilhos”

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Empresário Flávio Rocha conversa com o apresentador Luciano Huck

O partido Novo teve seu registro de fundação aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2015 e surgiu na cena política com o discurso de ser um “partido político sem políticos”, composto por pessoas “sem experiência na política”, que entre si compartilham o “descontentamento generalizado com a política partidária nacional”.

O “dono” do partido é o banqueiro João Dionísio Amoêdo, que além de presidente da legenda é também presidente do Citibank, tendo ocupado a presidência do Itaú BBA e do Unibanco.

Ao lado do banqueiro, assinam a fundação do Partido Novo Marcelo Lessa Brandão, executivo do grupo que controla as redes de fast food Bob’s, Pizza Hut, McDonald’s e KFC ; João Antonio Lian, presidente do Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) – e Fábio Luis Ribeiro, figura de destaque do setor financeiro, onde atua como gestor de fundo de investimentos.

Entre os amigos idealizadores do partido estão o ex-ministro da Fazenda Edmar Bacha e o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, ambos homens fortes do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Com nomes como esses em sua cúpula, o partido Novo promete “renovar a política”, e já anunciou que vai lançar em breve, como pré-candidato à Presidência da República em 2018, o dono da rede de lojas Riachuelo, Flávio Rocha.

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Em entrevista, João Amoêdo deu o tom das qualificações que o partido vê em seu candidato para lança-lo na corrida presidencial: “Flávio Rocha é uma pessoa alinhada com os princípios do Novo e um bom gestor”.

O empresário Flávio Rocha, foi deputado federal em 1986 pelo PFL (atual DEM). Tão logo foi eleito, transferiu-se para o PL. Foi reeleito em 1990, mas então já estava no PRN, para onde foi após ser convidado por Fernando Collor.

De volta ao PL, foi candidato à Presidência da República em 1994 – quando sua principal bandeira foi a criação do chamado Imposto Único, que substituiria todos os demais. Mas deixou a competição antes das eleições.

Recentemente, Flávio Rocha apareceu em uma reportagem da revista Carta Capital, desta vez como empresário, queixoso da política econômica e “um dos porta-vozes do empresariado nacional a defender o impeachment” de Dilma Rousseff.

Fonte: Com informações de Pragmatismo Político

Publicado por: Chico Gregorio


31/03/2017
05:15

Também na sentença de Eduardo Cunha, o juiz Sergio Moro alega como agravante na prisão do ex-deputado o fato dele ter tentado “intimidar e constranger” o presidente Michel Temer mesmo depois de preso, com as perguntas feitas por sua defesa ao político.

Para o juiz, Cunha esperava com isso “provocar alguma espécie de intervenção indevida da parte dele em favor do preso”. Não conseguiu.

Da mesma forma, Moro diz que o Judiciário não pode ceder a qualquer tentativa de chantagem.

Veja

Publicado por: Chico Gregorio