Centrais sindicais vão cobrar do governo as promessas de alterações no texto da reforma trabalhista feitas antes da votação no Senado. Segundo o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, sindicalistas vão se reunir com o presidente Michel Temer e com o Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, na semana que vem para retomar as discussões – mudanças no texto aprovado ontem poderão ser feitas por medida provisória.
Entre os principais pontos a serem cobrados estão a homologação da rescisão, que no texto da reforma deixa de ser obrigatória; o trabalho intermitente, com contrato sem horário fixo; a vedação ao trabalho de gestantes e lactantes em local insalubre; e a contribuição sindical, um dos temas mais polêmicos. “Chegaram a dizer que estávamos vendendo os direitos do trabalhador para garantir o custeio dos sindicatos, mas é mentira. Precisamos de recursos para trabalhar. Quem, voluntariamente, vai pagar o imposto sindical? Se não fosse obrigatório, quem pagaria o imposto de renda”, diz Patah.




Se as eleições para o Governo do Estado fossem hoje, o candidato apoiado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) venceria o pleito com 64,2% dos votos (90 ligações), segundo uma enquete realizada nesta quarta-feira (12) pela Rádio Arapuan FM (93,9), em Patos. A pesquisa foi feita no programa Paraíba Verdade, apresentado por Erly Fernandes e Jamerson Ferreira.





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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado a nove anos e seis meses pelo ‘caso do triplex’. A sentença do juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato, foi publicada nesta quarta-feira (12).