Com a falta de recursos, ficam comprometidos projetos de construção de hospitais, penitenciárias, sistemas de alerta de desastres naturais, compra de medicamentos de portadores de doenças raras e preservação do patrimônio histórico e natural.
O senador Magno Malta (PR-ES), homem forte da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência, disse hoje que o atentado a faca contra o presidenciável transformou “um limão em uma limonada”. Segundo Malta, a grande exposição que Bolsonaro passou a ter na imprensa depois do atentado serve para compensar o pouco tempo do candidato no horário eleitoral da TV, apenas seis segundos.“Vocês (imprensa) estão fazendo a campanha dele. Não eram seis segundos? Agora é 24 horas. Vocês estão fazendo”, disse Malta.
Questionado se o atentado teve efeito político e eleitoral positivo para a campanha, ele respondeu: “Claro que não. Mas aquilo que acharam que ia converter em um mal para destruir, matar, acabar com a vida dele e matar a esperança de muita gente, esse limão acabou virando uma limonada”.
Malta, que ontem gravou um vídeo em companhia do pastor Silas Malafaia ao lado do leito de Bolsonaro na UTI do hospital Albert Einstein, minimizou o fato de a equipe médica ter restringido as visitas à mulher e filhos do candidato e proibido outras visitas “Na verdade não havia nenhum tipo de risco. Isso tudo é ilação”, disse.





A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Rosa Weber, negou na noite deste domingo (9), pedido dos advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prorrogar o prazo para o PT substituir o candidato à Presidência da República.
Operação da PF investiga vazamento de informações sob sigilo no Tribunal de Justiça da Bahia (Foto: Mauro Anchieta/TV Bahia)







