21/10/2018
09:38

Lamentável, no mínimo lamentável, postagem que corre por aí nas redes sociais, veiculada por Andréa Ramalho, mulher do candidato ao governo estadual, Carlos Eduardo Alves (PDT).

Postagem polêmica mistura revolta com zombaria, além de mexer em tragédia familiar (Print: reprodução)

Ela vocifera contra o deputado federal eleito Benes Leocádio (PTC), devido seu apoio à candidatura adversária de Fátima Bezerra (PT), em vez de reforçar campanha do seu marido.

No texto, ironiza a opção do eleito em tom de zombaria, resgata a tragédia de morte do adolescente Benes Júnior e estranha que “esse moço” (Benes Leocádio) acabe por se render “ao discurso falso e irresponsável da candidata do PT”.

Reação

Em nota pública denominada de “Carta de Benes Leocádio, o deputado eleito reagiu à Andréa e a outros comentários deletérios:

– Lamento a exploração do nosso sofrimento associando a perda trágica do meu filho à qualquer decisão política tomada. É uma exposição acéfala, que reflete o triunfo da intolerância sobre o diálogo e a compreensão.

Via  Blog Carlos Santos

Publicado por: Chico Gregorio


21/10/2018
09:27

Circula no Facebook a imagem de atores da Globo dentro de uma van, usando camisas amarelas. Segundo o post que acompanha a foto, eles “não obedecem a emissora e apoiam Bolsonaro”, candidato do PSL à Presidência da República. Por meio do projeto de verificação de notícias, usuários do Facebook solicitaram que esse material fosse analisado. Confira a seguir o trabalho de verificação da Lupa:

“Atores da Globo não obedecem a emissora e apoiam Bolsonaro”
Imagem que circula no Facebook e que até as 17h do dia 19 de outubro de 2018 já tinha mais de 83 mil compartilhamentos

FALSO

A imagem analisada pela Lupa é antiga e está sendo usada fora de contexto. A foto foi feita em 13 de março de 2016 e mostra os atores Marcelo Serrado, Susana Vieira e Márcio Garcia se dirigindo a protesto contra a então presidente Dilma Rousseff. É possível ver essa imagem em reportagem no site da revista Época, publicada na mesma data.

Dos três atores, até a tarde desta sexta-feira (19), dois não tinham declarado voto em Bolsonaro. Serrado, que apoiou Marina Silva (Rede) no primeiro turno, indicou que votará em Fernando Haddad (PT) ao comentar publicação no perfil da atriz Patrícia Pillar no Instagram. A atriz publicou a seguinte mensagem: “Todo o meu respeito e admiração aos meus amigos antipetistas que vão votar no Haddad em prol da democracia”. O ator respondeu: “Sim! Vamos juntos” e, depois, respondeu comentário de uma usuária declarando que sempre votou na esquerda.

Susana não manifestou apoio público a nenhum candidato, mas curtiu publicação de Regina Duarte posterior a mensagem pró-Bolsonaro.

Garcia defende publicamente o voto em Bolsonaro e chegou a beijar a bochecha do candidato em evento no mês de março.

*Nota: esta reportagem faz parte do projeto de verificação de notícias no Facebook. Dúvidas sobre o projeto? Entre em contato direto com o Facebook.

Editado por: Cristina Tardáguila e Leandro Resende

Publicado por: Chico Gregorio


21/10/2018
09:20

Via Esmael Morias

Não é somente o caixa 2 de Jair Bolsonaro (PSL) que atenta contra o equilíbrio da disputa presidencial. Os institutos de pesquisa também estariam em um grande esquema, denuncia o diretor do Vox Populi, Marcos Coimbra, quando dão destaque aos ‘votos válidos’ e escondem a grande quantidade de eleitores indecisos. 

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio


21/10/2018
09:15

Após a formação das alianças neste segundo turno qual candidato ao Governo está mais próximo de formar maioria na Assembleia Legislativa? A reposta é Fátima Bezerra (PT).

Ela já conta com 12 deputados que oficialmente já lhe declararam apoios. Já apenas sete eleitos para a Assembleia Legislativa se definiram pelo palanque do segundo colocado nas pesquisas.

Outros cinco ficaram neutros entre eles o deputado estadual José Dias (PSDB) que mesmo sendo antipetista convicto e tio por afinidade de Carlos Eduardo preferiu a neutralidade pelo menos até aqui.

Deputados com Fátima

Isolda Dantas (PT)

Francisco do PT (PT)

Sandro Pimentel (PSOL)

Souza (PHS)

George Soares (PR)

Galeno Torquato (PSD)

Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB)

Raimundo Fernandes (PSDB)

Eudiane Macedo (PTC)

Ubaldo Fernandes (PTC)

Kleber Rodrigues (Avante)

Vivaldo Costa (PSD)

Neutros

Kelps Lima (SD)

Allyson Bezerra (SD)

Nelter Queiroz (MDB)

Cristiane Dantas (PPL)

José Dias (PSDB)

Deputados com Carlos Eduardo

Hermano Morais (MDB)

Gustavo Carvalho (PSDB)

Getúlio Rego (DEM)

Tomba Farias (PSDB)

Bernardo Amorim (Avante)

Albert Dikson (PROS)

Coronel Azevedo (PSL).

Via Blog do Barreto.

 

Publicado por: Chico Gregorio


21/10/2018
09:08

Foto: Foto: Mateus Dantas/O POVO

Em comício na cidade de Crato, na região do Cariri cearense, o candidato a presidente Fernando Haddad (PT) afirmou neste sábado (20) que o Brasil está entre dois projetos no segundo turno da eleição presidencial e criticou o seu adversário Jair Bolsonaro (PSL), o chamando “miliciano que quer armar a população.

“O Brasil está entre dois projetos muito diferentes. De um lado, nós temos um miliciano que quer armar a população. De outro nós temos um professor que quer educar, quer gerar emprego. Eu tenho muito orgulho de ser professor”, disse o petista.

Haddad, mais uma vez desafiou seu adversário a participar dos debates e criticou o financiamento de empresas para o disparo de mensagens antipetistas pelo Whatsaap.

“Estou disponível para de qualquer praça pública deste país fazer o debate com Bolsonaro. Ele escolha o lugar. Se for numa enfermaria, eu vou. Se for na casa dele, eu vou. Uma pessoa não pode se acovardar tanto”, afirmou Haddad, que pela terceira vez no dia chamou o adversário “soldadinho de araque”.

“É um soldadinho de araque. Não é um homem. Se fosse homem, se fosse um soldado, não teria aceitado dinheiro sujo para, pelo Whatsapp ficar me difamando”, disse.

O petista está fazendo um périplo por cidades do nordeste neste fim de semana. Neste domingo, ele participa de atos em Picos (PI) e São Luís (MA).

Folhapress

Publicado por: Chico Gregorio


21/10/2018
09:04

Trocas de emails e a proposta de um contrato obtidas pela Folha confirmam a oferta de disparos em massa por WhatsApp a campanhas políticas, utilizando base de usuários de terceiros, em desacordo com a lei eleitoral.

A Croc Services formalizou proposta de R$ 8,7 milhões à campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência, usando nomes e números de celulares obtidos pela própria agência, e não pelo candidato.

A oferta de contrato da empresa, com data de 30 de julho e obtida pela Folha, cita opções diversas de disparos de mensagens por WhatsApp, com pagamento a ser feito até três dias antes da ação.

Marcelo Vitorino, coordenador da área digital da campanha deAlckmin, afirma que a campanha não comprou a opção de serviço usando base de terceiros, mas apenas com a lista de telefones de militantes e membros do PSDB e de apoiadores que forneceram dados nas redes do candidato —o que não é ilegal. Ele desembolsou R$ 495 mil pelos disparos, a R$ 0,09 cada um.

Pedro Freitas, sócio-diretor da Croc, afirmou não saber que a prática era ilegal. Ele disse que só prestou serviços para a campanha de Romeu Zema (Novo) ao governo de Minas, que gastou R$ 365 mil, e de Alckmin, com a base fornecida pelos partidos —Zema também diz que só comprou serviços com dados próprios.

Freitas disse ter uma base própria de usuários acumulada ao longo dos anos. Ele presta serviços ao setor privado. “Se as campanhas compraram a base de alguém eu não sei, mas o fato é que me mandaram a lista de telefones.”

Folha revelou na quinta-feira (18) que empresas compraram pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparavam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno da eleição.

Entre elas estaria a Havan, do empresário Luciano Hang, que nega ter pago a agências por esses disparos e afirmou que vai processar a Folha.

A prática é considerada ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela lei, e não declarada.

Além disso, a reportagem mostrou que agências ofereciam às campanhas listas de telefones de WhatsApp segmentados por região geográfica, e às vezes, por renda.

Após a reportagem, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) abriu ação para investigar a compra de disparos em massa e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu à Polícia Federal inquérito para apurar o caso —ele foi aberto neste sábado (20), visando investigar mensagens em redes sociais tanto da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) como de Fernando Haddad (PT).

Além disso, o WhatsApp baniu contas associadas às quatro agências citadas na reportagem, Quickmobile, a Yacows, Croc Services e SMS Market, e enviou notificação extrajudicial para que elas parem de enviar textos em massa e usar números obtidos a partir de base de terceiros.

O aplicativo também anunciou que baniu 100 mil usuários no Brasil nesta semana para conter desinformação, spam e notícias falsas. Flávio Bolsonaro, filho do presidenciável, teve a conta suspensa —depois, recuperou o número.

Conforme revelou o jornal O Globo na sexta (19), Marcelo Vitorino, da campanha de Alckmin, também já citou o nome de outra empresa, DOT Group, que, segundo ele, ofereceu a entrega de disparo de mensagens por WhatsApp para até 80 milhões de pessoas, usando cadastro de terceiros.

A oferta, feita em encontro na sede do PSDB em Brasília em 11 de julho, não foi aceita, segundo ele. A DOT Group nega ter oferecido o serviço.

A compra de serviços de disparo de WhatsApp por empresas para favorecer um candidato configura doação não declarada, além de vir de pessoa jurídica, o que é vedado.

Com isso, pode-se também incorrer no crime de abuso de poder econômico e, caso se considere que teve influência determinante, pode levar à cassação da chapa, caso o candidato esteja ciente.

Bolsonaro afirmou na quinta não ter “controle se tem gente fazendo isso”. Neste sábado, reafirmou não ter vínculo com as ações promovidas em disparos de WhatsApp contra o PT: “Eu não tenho nada a ver com isso”.

presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que a reportagem da Folha é “fake news”. Neste sábado, afirmou ter pedido à PGR que apure o teor “até o último momento, de forma conclusiva, porque o PT tem a mania de acusar os outros daquilo que ele faz”.

No caso da campanha do PSDB, as mensagens enviadas por WhatsApp, com um vídeo, diziam: “Boa noite, tudo pronto? Daqui a pouco as urnas abrem e Geraldo tem um recado importante para você! Assista e encaminhe para seus contatos! Chegou a hora! É 45 na urna com amor e tolerância no coração”.

“Pelo volume de mensagens geradas em favor do Bolsonaro, é possível que sua campanha tenha sido beneficiada, mesmo que ele não tenha conhecimento pleno”, disse Vitorino, da campanha tucana.

“Existem muitas empresas que oferecem o serviço com bases de terceiros e será muito difícil conseguir comprovar a quantidade de mensagens enviada, bem como as fontes pagadoras, dado que muitas dessas empresas são informais”, afirmou ele.

Segundo Vitorino, a julgar pelo engajamento em redes sociais como Facebook e Twitter, é possível que outros candidatos tenham feito uso de ferramentas ilegais.

“O envolvimento de empresários em defesa de candidatos já foi comprovado pelo TSE, que, ao receber denúncia da campanha de Alckmin sobre o impulsionamento irregular de conteúdo, multou um empresário. Como não há nenhum tipo de monitoramento ativo, por parte das autoridades, é provável que muitos outros empresários tenham também feito impulsionamentos de políticos”, disse.

Ele se refere à denúncia que fez contra Luciano Hang, da Havan, que foi multado em R$ 10 mil pelo TSE por ter impulsionado publicações no Facebook que promoviam a campanha de Jair Bolsonaro.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
10:28

 

images cms image 000609298 - BARBÁRIE: Estudante é estuprada por eleitores contrários ao seu posicionamento político - LEIA O RELATO

Uma aluna da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teria sido vítima de estupro dentro da instituição de ensino, segundo comunicado divulgado na página no Facebook Centro Acadêmico de Ciências Sociais, na última segunda-feira, 15.

De acordo com relato da vítima, a agressão aconteceu como uma espécie de punição praticada por eleitores contrários ao seu posicionamento político. A jovem estava usando um adesivo da campanha “#EleNão” – contrária à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) ao cargo de presidente da república.

“Fui estuprada por garotos no Centro Acadêmico de Ciências Sociais da UFPR por estar com um adesivo do #EleNão. Tive que fazer sexo oral a força com eles ameaçando(…) me violaram”, diz o relato publicado no Mapa da Violência.

O caso está sendo investigado.

Leia o relato:

44138055 872367153153844 2278470967887921152 n - BARBÁRIE: Estudante é estuprada por eleitores contrários ao seu posicionamento político - LEIA O RELATO

Fonte: Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
10:16

José Agripino: longe (Foto:Edilberto Barros)

Os senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (MDB) sentiram o golpe das urnas do último dia 7. Estão alheios e distantes do pleito no segundo turno, que tem ainda na disputa o candidato ao governo, Carlos Eduardo Alves (PDT), que ambos apoiaram (apoiam).

Agripino, apesar de inteligentemente ter procurado se salvar como candidato à Câmara Federal, em vez de tentar a reeleição que parecia inalcansável, terminou como segundo suplente da Coligação 100% RN.

Garibaldi, não.

Ele apostou que seria possível ser reeleito, mas acabou atropelado pelo Capitão Styvenson (Rede) e pela deputado federal Zenaide Maia (PHS), que conquistaram as duas vagas.

Via  Blog Carlos Santos

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
09:48

Confira a postagens da esposa de Carlos Eduardo Alves , Andréa Ramalho Alves, depois que o deputado federal, Benes Leocádio decidiu apoiar a candidatura de Fátima Bezerra ao governo de RN, se ver que devido ao apoio de Benes a candidata adversária do esposo, ela como mãe , esquece a dor e o sofrimento  de uma pai e uma mãe que perdeu um filho adolescente numa tragédia envolvendo bandidos e a polícia militar.

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
09:27

O prefeito de Jucurutu, Valdir Medeiros, que em 2014, venceu uma eleição que para muitos parecia impossível, contra o grupo do deputado Nelter Queiroz, que tinha o filho George como candidato a reeleição, agora em 2018, foi massacrado pelas urnas, com fraco desempenho dos seus candidatos no município.

Para governador Valdir Medeiros apoiou  Breno Queiroga que teve apenas 722 votos.

Deputado estadual Valdir apoiou   a advogado Fernando Bezerra que obteve apenas 737 votos.

O atual vice prefeito, José Pedro foi o mais votado para deputado Federal com 4.170 votos, mesmo que se atribua essa votação ao prefeito Valdir, a maioria do Nelter sobre ele, seria de 3.000 votos, o que reduz as chances de uma eventual reeleição do chefe do executivo municipal.

O deputado Nelter Queiroz foi mais uma vez o campeão de votos na cidade de Jucurutu com 7.170 votos.

Fátima Bezerra foi a mais votada para o governo do estado com 6.885 votos, o que credencia o empresário Jessé Lopes  dentro da disputa eleitoral de 2020, tendo que reconhecer também a forca de Nelter após a votação estrondosa deste ano.

 

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:58

 

A suposta ajuda irregular de empresas para a campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), a partir do impulsionamento de notícias favoráveis na internet, começa a ser investigada.

E o TSE já puniu um empresário com multa de 10 mil.

Pouco para empresas que oferecem disparos de mensagens para candidatos com investimentos milionários.

O assunto é notícia na mídia americana, que passa a comparar o que acontece agora no Brasil com o que aconteceu nos Estados Unidos.

Os jornais NYTimes e Washington Post, além da agência de notícias AP – Associated Press, levantaram o assunto e todos tiveram como fonte no Brasil o advogado Erick Pereira, do Rio Grande do Norte.

Veja AQUI a matéria do NY Times.

Agora clique AQUI para acessar a reportagem do Washington Post.

AQUI para ler a Associated Press.

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:50

 

José Aldenir / Agora RN
Carlos Eduardo (dir.) e seu primo Henrique Alves, alvo da operação Manus

A campanha de Carlos Eduardo Alves (PDT) ao Governo do Rio Grande do Norte pagou mais de R$ 100 mil a duas empresas cujos titulares foram apontados pelo Ministério Público Federal, na operação Manus, desdobramento da Lava Jato, como recebedores finais de recursos de origem supostamente ilícita durante a campanha de Henrique Eduardo Alves (MDB), primo de Carlos Eduardo, a governador em 2014.

De acordo com a prestação de contas parcial apresentada à Justiça Eleitoral, Carlos Eduardo contratou as empresas de George Wilde Silva de Oliveira e Alexsandro Guilherme de Souza em dois contratos que totalizam R$ 105 mil. O dinheiro saiu do caixa geral da campanha, que já arrecadou até agora quase R$ 3 milhões, dos quais R$ 2,1 milhões são recursos públicos.

George Wilde e Alexsandro Guilherme foram citados pelo Ministério Público em denúncia apresentada à Justiça contra Henrique Alves e outros cinco acusados no âmbito da operação Manus, que apura se a campanha do emedebista recebeu propina de empreiteiras em troca de vantagens indevidas e “lavou” esses recursos por meio de contratos supostamente fraudulentos.

Um dos contratos sob suspeita na operação Manus é o firmado entre a campanha de Henrique Alves e a Art&C Marketing Político, agência pertencente a Arturo Arruda Câmara, seu cunhado. A empresa recebeu R$ 1,3 milhão em 2014 – dinheiro este que teria sido transferido (“lavado”) depois, segundo o Ministério Público Federal.

Na denúncia, o MPF aponta que George Wilde “apresentou movimentação financeira bem superior aos rendimentos declarados, especialmente em 2014” – ano da campanha eleitoral investigada. À época, Wilde era sócio da Art&C. Paralelamente a isso, o MPF indica que Arturo Arruda declarou empréstimo escalonado, desde 2011, a George Wilde, no valor de R$ 550 mil.

“Esse pretenso mútuo pode consistir em tentativa de justificação de eventuais repasses de recursos ilícitos por George Wilde em favor de Arturo Arruda. Tal contexto evidencia que a empresa foi usada para direcionar altos valores da campanha em benefício pessoal de familiares do candidato”, diz um trecho da peça do Ministério Público.

Alexsandro Guilherme, por sua vez, foi apontado pelo Ministério Público Federal como dono de uma empresa “de fachada”. Em 2014, ele e sua empresa receberam R$ 300 mil da campanha de Henrique Alves, referentes a supostos “serviços prestados por terceiros”.

Sobre ele e sua empresa, diz o Ministério Público: “Trata-se de empresa que somente teria começado a funcionar no ano da eleição, em 2014. Alexsandro Guilherme de Souza, entre 2012 e 2015, apresentou movimentação financeira consideravelmente superior à renda declarada, o que indica o recebimento de valores de origem ilícita. Ele já prestou serviços, em 2012, para a Art&C Marketing Político (…). Tudo isso aponta no sentido de que sua empresa individual e seu titular foram usados apenas para justificar gastos, provavelmente ilícitos, em prestação de contas eleitorais”.

Na prestação de contas de Carlos Eduardo, a empresa de George Wilde aparece como beneficiária de R$ 60 mil, como pagamento pelo serviço de “desenvolvimento de peças publicitárias para a web”. Já Alexsandro Guilherme recebeu R$ 45 mil por “gravação, edição e transcrição de programa eleitoral”.

Procurada, a assessoria de Carlos Eduardo disse que não iria se manifestar.

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:43

Via Esmael Morais.

Reportagem da Folha de S. Paulo, nesta sexta (19), traz nova denúncia sobre a indústria de notícias falsas na campanha de Jair Bolsonaro (PSL). Segundo a matéria, além do WhatsApp, o aplicativo Facebook também é utilizado para espalhar as fake news. 

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:41

 

Via Esmael Morais.

O WhatsApp colocou no bico do corvo, nesta sexta-feira (19), as empresas contratadas para disseminar fake news em favor a Jair Bolsonaro (PSL) e em desfavor a Fernando Haddad (PT).  

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2018
08:38

 

Via Esmael Morais.

Estudantes estão compartilhando nas redes sociais as placas de inauguração de universidades, institutos federais e campus universitários criados por Fernando Haddad (PT) quando ele foi ministro da Educação de Lula. 

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio