22/10/2018
12:07

José Aldenir / Agora RN
Natália diz que o povo dará “basta” nas oligarquias políticas do Estado

A vereadora Natália Bonavides (PT), deputada federal eleita com 112.998 votos, está na linha de frente para eleger Fátima Bezerra (PT) governadora do Estado, para que o Rio Grande do Norte tenha a primeira gestora de origem popular. É desta forma que ela define sua participação na campanha. Para Natália, o povo terá a chance de afastar da política famílias que se revezam no poder há 70 anos.

Em entrevista ao programa Cidade Agora, apresentado pelo jornalista Alex Viana, na 94 FM, Natália Bonavides destacou que a receptividade da campanha de Fátima Bezerra tem sido ótima por onde passa. Ela frisou que muitos municípios foram visitados e outros ainda serão até o fim da campanha. “Estamos apresentado propostas para todas as áreas. Enquanto isso, nosso adversário – Carlos Eduardo – quer se aproveitar da onda de Bolsonaro, mostrando quem ele é realmente – um representante de uma oligarquia”, disse a vereadora.

A futura deputada federal aproveitou o programa Cidade Agora para dizer que o general Girão – também eleito deputado federal – está disseminando ódio e mentiras contra o PT. “Ele é um irresponsável e quer fulanizar a discussão. Sei de minha responsabilidade”, afirmou.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2018
11:38

247-Brasil: Evangélicos por todo o país estão se posicionando em apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT), contra as propostas e o discurso fascista representado pela candidatura de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL); movimento acontece em oposição ao senso comum de que a comunidade evangélica necessariamente compartilha dos valores conservadores e preconceituosos defendidos por Bolsonaro; para esses fiéis e lideranças cristãs protestantes, o discurso de Bolsonaro incita a violência é o oposto ao que é pregado pelo evangelho

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2018
11:25

 

CELSO BARBOSA/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO – 23.08.2018

Enquanto há discordância em relação à idade mínima para a aposentadoria de militares, o fim do benefício integral é um dos pontos de convergência entre parte dos economistas do país especializados em Previdência. No Brasil, o militar que entra na reserva continua recebendo o salário de quando estava na ativa, já nos Estados Unidos e na Inglaterra, o salário cai para 60% e 63,8%, respectivamente, segundo relatório do TCU (Tribunal de Contas da União).

A aposentadoria dos militares brasileiros é também uma das poucas cujo reajuste acompanha o dos profissionais da ativa. Na maioria do mundo, esse aumento é dado com base na inflação. São essas disparidades brasileiras que tornam os militares responsáveis por quase 45% do déficit previdenciário total da União, explicam os economistas.

Nova previdência deve preservar especificidades de militares

“O principal problema é o militar se aposentar com vencimento integral. Em outros países, a aposentadoria varia de 25% a 85% do salário, dependendo da idade em que a pessoa sai. Aí eles (os militares) vão exercer uma atividade civil, o que não é muito fácil. Precisa de uma adaptação”, afirma o economista Paulo Tafner, da Fipe-USP.

“Nem países que entram com frequência em conflitos são tão generosos com os militares como o Brasil”, acrescenta Márcio Holland, pesquisador da FGV.

Holland e Tafner, no entanto, discordam em relação à idade mínima necessária para os militares se aposentarem. Holland afirma que é possível eles deixarem seus cargos aos 60 ou 65 anos. “A maioria dos brasileiros, felizmente, nunca conviveu com um conflito, exceto as missões de paz.

Pesquisadores sugerem maior tempo de contribuição dos soldados militares. José Cruz/Agência Brasil

Um capitão ou um coronel pode ir para uma guerra com essa idade exercendo vários papéis, como de inteligência”, diz o economista. De acordo com Tafner, porém, é preciso flexibilidade nesse ponto, pois um militar aos 60 anos já não tem mais condições físicas de combater.

Em 2016, 61% dos militares que se aposentaram no país tinham menos de 50 anos. Entre os servidores públicos civis, essa parcela era de 6,0%. Já no setor privado, ficou em 10%, ainda de acordo com dados do TCU.

Serviço civil

O economista Hélio Zylberstajn, também da Fipe-USP, propõe um caminho alternativo. Segundo sua proposta, os militares devem deixar suas carreiras aos 55 anos para, em seguida, trabalharem no setor público civil. Nesse caso, um médico do Exército, por exemplo, continuaria atuando em um hospital público até os 65 anos – idade que seria estabelecida como mínima para a aposentadoria.

O economista Marcos Lisboa, presidente da instituição de ensino superior Insper, reconhece que a carreira militar tem especificidades que precisam ser consideradas em uma reforma, mas as regras do Brasil, diz ele, deveriam se assemelhar às dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). “Hoje, tem muitas distorções em relação aos demais países.”

Para Lisboa, a aposentadoria prematura dos policiais militares é um dos fatores que têm levado os Estados a graves crises financeiras e de segurança. “Eles se aposentam muito cedo e com salário integral, mas os Estados não têm mais dinheiro para contratar novos.”

Entre as alternativas para amenizar o problema, Tafner sugere um aumento da contribuição dos próprios militares – hoje de 7,5%. “É um valor baixo. Poderia ir aumentando progressivamente”, diz o economista.

Tafner destaca, no entanto, que é preciso reconhecer que há diferenças importantes entre o regime de trabalho dos civis e dos militares e considerá-las na reforma da Previdência. “Boa parte das Forças Armadas reconhece a necessidade de um ajuste. O que não aceita é ser equiparado com uma pessoa da iniciativa privada.”

Estadão

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2018
08:08

O ex-vereador de Natal, Renato Dantas, diz em seu blog que o deputado Rogério Marinho que foi relator da reforma trabalhista que agora ficou desempregado passando a apoiar o candidato Carlos Eduardo Alves de quem dizia horrores..

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2018
07:48

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso usou as redes sociais neste domingo, 21, para engrossar o coro de críticas às declarações do filho de Jair Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro, de que basta “um soldado e um cabo” para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF). “As declarações merecem repúdio dos democratas. Prega a ação direta, ameaça o STF. Não apoio chicanas contra os vencedores, mas estas cruzaram a linha, cheiram a fascismo. Têm meu repúdio, como quaisquer outras, de qualquer partido, contra leis, a Constituição”, escreveu o ex-presidente.

O comentário de Eduardo Bolsonaro foi feito durante palestra que ocorreu antes do primeiro turno, em 9 de  julho, na cidade paranaense de Cascavel. Em determinado momento do vídeo gravado por um participante, alguém da plateia questiona: “Teu pai sendo eleito no 1º turno, há possibilidade do STF, que há uma previsibilidade, dele agir e impedir que o seu pai assuma? E isso acontecendo, o Exército pode agir sem ser invocado lá, salvo engano, acho que o artigo primeiro, se isso acontecer?”.

O filho de Jair Bolsonaro responde: “Aí já está caminhando para um estado de exceção. O STF vai ter que pagar para ver e aí vai ser eles contra nós. Você está indo para um pensamento que muitas pessoas falam e muito pouco pode ser dito. Mas se o STF quiser arguir qualquer coisa, sei lá. Recebeu uma doação de 100 reais do José da Silva, impugna a candidatura dele. Eu não acho isso improvável, mas vai ter que pagar para ver. Será que eles vão ter essa força mesmo? O pessoal até brinca lá, se quiser fechar o STF, sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo. Não é querendo desmerecer o soldado e o cabo. O que que é o STF, cara? Tipo, tira o poder da caneta de um ministro do STF, o que que ele é na rua? Se você prender um ministro do STF, acha que vai ter uma manifestação popular a favor do ministro do STF? Milhões na rua? Solta o Gilmar! Solta o Gilmar?“, indaga ele.

Leia Também:   Haddad diz que democracia ‘corre risco’ se ele perder

Em entrevista no início da tarde deste domingo, 21, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse desconhecer o vídeo em que seu filho Eduardo Bolsonaro aparece. “Isso não existe, falar em fechar o STF. Se alguém falou em fechar o STF precisa consultar um psiquiatra”, afirmou o candidato, em coletiva na casa do empresário Paulo Marinho, onde grava vídeos para seu programa eleitoral. “Desconheço esse vídeo. Duvido. Alguém tirou de contexto.”

Em coletiva sobre as eleições em Brasília, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, também comentou o vídeo. “Me foi trazido a conhecimento que o vídeo foi desautorizado pelo candidato (Bolsonaro)”, disse. “No Brasil as instituições estão funcionando normalmente. E juiz algum que honra a toga se deixa abalar por qualquer manifestação que pode ser compreendida como inadequada.”

Durante visita a São Luís do Maranhão, também neste domingo, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, usou o vídeo – divulgado nas redes sociais neste domingo, 21 – para voltar a advertir sobre as tendências autoritárias do rival. “Há muito medo de violência por parte de Bolsonaro. Um filho dele chegou a gravar, de um pensamento, se é que se pode chamar de pensamento o que eles falam, é uma coisa tão impressionante que não sei se pensam para falar. Disse que iam prender, fechar o Supremo Tribunal Federal caso batessem de frente com o executivo”, disse Haddad, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Lula também se pronunciou no Twitter:

Lula

@LulaOficial

Eduardo Bolsonaro: ameaça o Supremo: “Basta um soldado e um cabo para fechar STF”https://lula.com.br/eduardo-bolsonaro-ameaca-o-supremo-basta-um-soldado-e-um-cabo-para-fechar-stf/ 

Eduardo Bolsonaro ameaça o Supremo: “basta um soldado e um cabo para fechar STF” – Lula

Em mais uma declaração polêmica e, no mínimo, desrespeitosa, o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), afirmou que se o Supremo Tribunal Federal decidir impugnar a…

lula.com.br

O candidato derrotado à Presidência da República pelo PSOL, Guilherme Boulos, afirmou, também no Twitter, que o vídeo de Eduardo Bolsonaro “mostra bem o descompromisso dessa turma com a democracia”. “Aos setores do Judiciário que impulsionaram a onda antidemocrática no País fica o dito espanhol: ‘cria cuervos y te sacarán los ojos’”, acrescentou ele.

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Confira:

 



Fonte: Veja Online

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2018
07:43

O vídeo ascendeu novamente os temores de uma possível escalada autoritária no país. (Foto: reprodução )

O deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidenciável Jair Bolsonaro, ameaçou os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) caso eles decidam fazer algum tipo de questionamento à candidatura de extrema direita do PSL. “Se o STF arguir qualquer coisa… Sei lá, que recebeu uma doação ilegal de 100 reais do José da Silva… E impugna a candidatura dele… Eu não acho isso improvável, mas aí vai ter que pagar para ver. Será que eles vão ter essa força mesmo?”, questiona o deputado, em vídeo que começou a circular pelas redes sociais neste domingo. “O pessoal até brinca que para fechar o STF você não manda nem um jipe, manda um soldado e um cabo. Se você prender um ministro do STF, você acha que vai ter uma manifestação popular?”.

O Supremo ainda não se pronunciou oficialmente sobre a ameaça. O EL PAÍS procurou o deputado e sua assessoria, mas até a publicação desta nota não recebeu respostas. Contudo, o presidenciável Jair Bolsonaro negou a jornalistas que exista a possibilidade de o Supremo ser fechado, segundo informou a Folha de S. Paulo. “Se alguém falou em fechar o STF, precisa consultar um psiquiatra”, disse.

Ele também garantiu desconhecer o vídeo e disse duvidar que seu filho tenha feito tal afirmação. “Alguém tirou de contexto”, afirmou.

Já a ministra Rosa Weber, que também é presidenta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), declarou ter conhecimento do vídeo, assim como de sua desautorização por parte de Jair Bolsonaro. “De qualquer sorte, embora não seja a presidente do STF, e sim do TSE, [quero dizer que] no Brasil as instituições estão funcionando normalmente”.

Ela disse ainda que os juízes no Brasil “não se deixam abalar por qualquer manifestação que eventualmente possa ser compreendida como inadequada”.

As declarações foram feitas durante uma aula na AlfaCon Concursos Públicos, que oferece cursos preparatórios para os que almejam trabalhar na Polícia Federal e outras instituições públicas. O vídeo de sua fala foi publicado em julho deste ano no canal do Youtube do curso preparatório. “Sendo eleito no primeiro turno, há possibilidade de o STF criar uma previsibilidade para agir e impedir que seu pai assuma? E, isso acontecendo, o Exército pode agir sem ser invocado, salvo engano, o artigo 1º?”, perguntava um participante da aula.

Eduardo Bolsonaro, que é policial federal e foi reeleito deputado federal por São Paulo neste ano com 1,8 milhão de votos, tornando-se o mais votado da história, começou respondendo o seguinte: “Aí está caminhando para um estado de exceção, né. O STF vai ter que pagar para ver. E aí quando ele pagar para ver, vai ser ele contra nós. Você está indo para um pensamento que muitas pessoas falam e muito pouco pode ser dito”.

O vídeo ascendeu novamente os temores de uma possível escalada autoritária no país.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que costuma ser cauteloso, afirmou que as declarações sobre o STF “cruzaram a linha, cheiram a fascismo”. Segundo informou o jornal O Globo, Fernando Haddad, candidato a presidência do PT, disse durante uma entrevista em São Luís, no Maranhão, que “esse é pessoal é uma milícia”, em referência à família de seu adversário. “Não é um candidato a presidente. É um chefe de milícia. Os filhos deles são milicianos, são capangas. É gente de quinta categoria”.

O EL PAÍS também telefonou para a sede da AlfaCon em Cascavel (Paraná), onde a aula foi realizada, segundo consta na descrição do vídeo. O homem que atendeu a ligação disse que um responsável só poderia falar com a reportagem a partir de segunda-feira, mas, antes de interromper bruscamente a ligação, acusou este jornal de ser “tendencioso” e “de esquerda”.

O TSE vai investigar se empresas bancaram ilegalmente o envio de milhares de mensagens por WhatsApp para favorecer a candidatura presidencial de Jair Bolsonaro (PSL), conforme publicado em reportagem da Folha de S. Paulo. O PDT, partido de Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na eleição presidencial, também entrou com uma ação no TSE na qual pede a anulação da eleição presidencial, por abuso de poder econômico por parte de Bolsonaro. Já a campanha de Haddad protocolou uma representação na qual pede a investigação do caso e a cassação do registro de Bolsonaro.

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2018
07:39

Por Fernando Neisser*

Enquanto corremos rumo ao precipício, entoando que nossa bandeira jamais será vermelha, não é possível deixar de lembrar de Francis Fukuyama, pensador conservador norte-americano que recentemente tornou-se personagem do debate político nacional. Após ter dito que estava preocupado com os riscos da ascensão de Jair Bolsonaro, foi atacado por seguidores do deputado que acusaram-no de ser, ora veja, comunista.

No longínquo 1992, expandindo um artigo de 1989, Fukuyama publicou sua famosa obra “O fim da história e o último homem”. No estertor da Guerra Fria, o autor vislumbrava que a humanidade talvez houvesse chegado ao ápice do desenvolvimento das formas de governo: a democracia liberal ocidental. Como disse textualmente: “O que podemos estar testemunhando não é apenas o fim da Guerra Fria ou a passagem de um período particular da história do pós-guerra, mas o fim da história como tal: isto é, o ponto final da evolução ideológica da humanidade e a universalização da democracia liberal ocidental como a forma final do governo humano”.

Transcorridos mais de 25 anos de seu vaticínio, a propalada democracia liberal ocidental não poderia estar passando perrengue pior. E, em muitos dos casos, isso se deve a decisões dos cidadãos através do voto.

A ascensão da China como superpotência, jamais deixando de lado o autoritarismo de sua organização governamental, pode ter contribuído para que começasse a se desfazer a percepção de que apenas a democracia levaria ao desenvolvimento. Em paralelo, a Rússia deixou de lado qualquer pretensão de copiar o modelo ocidental, embarcando faceira no modelo também autoritário do neoczarismo de Putin. Lá se vão 18 anos do início de seu primeiro mandato, período no qual a perseguição a opositores, o centralismo das decisões econômicas, o combate às minorias e as ações bélicas nas franjas do antigo Império foram se cristalizando.

No mundo islâmico, a primavera passou sem que uma única flor permanecesse viva. Ainda que a quase irrelevante Tunísia lute para se estabelecer, a Líbia segue em guerra civil, o Egito passou às mãos da Irmandade Muçulmana, enquanto a Síria tornou-se o palco da mais ampla guerra tradicional dos últimos anos. Nada se produziu de avanço democrático na Península Arábica, que segue nas mãos das dinastias do Petróleo, agora convivendo com o odioso Estado Islâmico.

A Turquia, que por décadas foi o exemplo de democracia laica em um país de maioria muçulmana, viu a herança de Ataturk erodir-se com o governo de Erdogan. Os expurgos de milhares de servidores públicos e jornalistas e o retorno das prisões políticas, desde 2016, sepultaram as expectativas de uma volta próxima ao mundo democrático.

Deixando de lado as que foram trocadas por novas, na Primavera Árabe, o que restava de ditaduras tradicionais, assim permaneceu. Coreia do Norte, Vietnã, Cuba e uma série de países africanos, para quem “democracia liberal ocidental” é um conceito tão alienígena quanto “Palmeiras campeão mundial”.

Na África, diga-se, o recente influxo de vultosos investimentos chineses, aos quais não se atrela – obviamente – qualquer exigência de democratização, faz crer que as coisas por lá não devem mudar num futuro próximo.

Aqui na vizinhança, a catastrófica experiência venezuelana não merece – ao menos de mim – qualquer afago. Sem meias palavras, uma ditadura que oprime seu povo como tantas outras que a história nos expõe em seu macabro museu.

Nos Estados Unidos, ainda que não se possa – obviamente – falar em ditadura, é certo que houve uma involução. Trump maneja os freios e contrapesos do sistema democrático com a habilidade com que meu filho de três anos pilotaria um helicóptero. E com os mesmos efeitos.

Hungria e Polônia caminharam para a extrema direita populista e nacionalista. Religião integrada ao Estado, restrição na liberdade do sistema de Justiça e perseguição aos imigrantes são constantes. Outros países do entorno, como República Checa, Eslováquia e Bulgária, flertam com soluções assemelhadas.

Mesmo na Europa Ocidental, suposto bastião da tal democracia liberal, fissuras largas deixam vazar o chorume do autoritarismo.

Por vias democráticas, a extrema direita xenófoba ingressou em governos do coração da Europa. Itália, Áustria, Bélgica, Suíça, Dinamarca, Finlândia, Letônia, Lituânia e Noruega são exemplos de países nos quais, em pleno 2018, tais discursos são governo ou formam as atuais maiorias parlamentares.

O Brasil não capitaneia o movimento, mas segue o fluxo, caminhando na trilha aberta por outro personagem deste novo mundo de autoritarismos, Rodrigo Duterte, presidente das Filipinas. Eleito com o discurso de acabar com a criminalidade, especialmente o tráfico de drogas, implantou rapidamente um regime de terror em que grupos de extermínio vagam pelas ruas matando usuários e expondo seus corpos como troféus de uma guerra travada em nome dos ”homens de bem”.

Como não podia deixar de ser, quando o Estado de Direito é largado no canto, opositores políticos de Duterte sofrem o mesmo destino, tendo suas casas invadidas por milícias paramilitares, que sempre dizem ter encontrado entorpecentes, antes de dar a eles o mesmo destino dos milhares de filipinos assassinados.

Naturalmente que a onda que varreu o mundo democrático com soluções autoritárias não foi apenas uma amarga peça pregada pelo destino em Fukuyama, para ensinar-lhe que raramente os oráculos das sociedades têm êxito.

A democracia liberal ocidental não entregou o que foi prometido em seu nome.

O sonho da eterna pujança econômica, aliada à preservação dos direitos das minorias e expansão crescente de serviços públicos de qualidade… não se materializou para parte substancial da população mundial.

Mais do que isso: as tais democracias liberais jogam o jogo da institucionalidade. Atacadas, defendem-se dentro das regras do jogo. Valem-se de tribunais, contraditório, pesquisas científicas.

Do outro lado, as promessas do autoritarismo não têm limites. Não seguem regras, tampouco ligam para as perdas que deixarão no caminho.

A propalada integração da revolução das comunicações serviu também para que a desinformação, levada ao patamar de arma de guerra, chegasse a todos e incitasse ódios sabidos ou ocultos.

Lutar contra esse maremoto autoritário, quando se percebe sua dimensão, parece tão mais difícil quanto necessário.

Deixar o Brasil embarcar neste movimento é abrir as portas da América Latina a esta nova barbárie. Se o péssimo exemplo venezuelano ficou restrito àquele país, um Brasil na extrema direita populista tem o potencial de arrastar seus vizinhos.

É renovar o ciclo autoritário que de tempos em tempos espalha suas sementes de ódio e perseguição em nossas veias abertas.

É saber que as parcas vitórias civilizatórias dos 30 anos de Constituição de 1988 chegaram ao fim.

*É Doutor em Direito pela USP, é advogado especialista em direito eleitoral e um dos coordenadores da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep).

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2018
07:34

Uma fala do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidenciável Flávio Bolsonaro, deu paúra nos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).  

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Via Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2018
07:32

Via Esmael Morais.

O senador Magno Malta (PR-ES), cotado para o ministério de Jair Bolsonaro, jogou mais gasolina na fogueira ao dizer neste domingo (21) que o STF tem bandidos de estimação. 

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Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2018
07:27

Por Mônica Bergamo / FOLHA

O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), classificou a afirmação do deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), de que bastam um soldado e um cabo para fechar a Corte, de “inconsequente o golpista”.

Disse ainda que o fato de Bolsonaro ter tido uma votação expressiva nas eleições —ele recebeu quase 2 milhões de votos— não legitima “investidas contra a ordem político-jurídica”.

O magistrado, que é o decano do STF, enviou a declaração por escrito à Folha, e pediu que ela fosse publicada “na íntegra e sem cortes”.

Escreveu Celso de Mello: “Essa declaração, além de inconsequente e golpista, mostra bem o tipo (irresponsável) de parlamentar cuja atuação no Congresso Nacional, mantida essa inaceitável visão autoritária, só comprometerá a integridade da ordem democrática e o respeito indeclinável que se deve ter pela supremacia da Constituição da República!!!! Votações expressivas do eleitorado não legitimam investidas contra a ordem político-jurídica fundada no texto da Constituição! Sem que se respeitem a

Constituição e as leis da República, a liberdade e os direitos básicos do cidadão restarão atingidos em sua essência pela opressão do arbítrio daqueles que insistem em transgredir os signos que consagram, em nosso sistema político, os princípios inerentes ao Estado democrático de Direito”.

vídeo com as declarações de Eduardo Bolsonaro começaram a circular logo cedo entre ministros do STF.

Celso de Mello teve uma das reações mais indignadas. Questionado pela Folha, decidiu enviar a mensagem. Outros ministros trocaram mensagens e telefonemas entre si.

Eles aguardam a chegada do presidente da Corte, Dias Toffoli, para discutir um posicionamento. Ele estava em Veneza para compromissos profissionais e deve chegar nesta segunda-feira (22) em Brasília.

Publicado por: Chico Gregorio


21/10/2018
10:56

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) não descartou a possibilidade de manter integrantes do governo do presidente Michel Temer (MDB) em caso de vitória na disputa pelo Palácio do Planalto. “O que está dando certo, você tem que continuar. Eu não vou dizer que tudo está errado no governo Temer, né?”, disse o candidato neste sábado (20), deixando a possibilidade no ar.

Bolsonaro, no entanto, se negou a citar exemplos de nomes que poderiam ser mantidos. O candidato também afirmou que o Banco Central tem que ter autonomia política e disse que ainda não tem um nome para chefiar o órgão. “Não, isso eu converso com o [economista] Paulo Guedes. Eu prefiro conversar com ele. Melhor do que outro candidato que conversa com presidiário”, afirmou.

Publicado por: Chico Gregorio


21/10/2018
10:50

Polícia apura derrame de diplomas falsos de pós-graduação pela Unigrendal na Paraíba; notícia já repercute no site juristas.com

Uma investigação da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa apura a ilegalidade na emissão de diplomas de pós-graduação em níveis de Mestrado e Doutorado através de cursos ministrados no Brasil por empresas sem o devido credenciamento junto aos Órgãos da Educação, que estão sendo oferecidos além da Capital,em cidades como Conde, Santa Rita, Alhandra e Patos.

“Já reunimos toda a documentação e as vítimas que compareceram à delegacia – que não foram poucas – foram ouvidas, para depois tomarmos as medidas judiciais cabíveis, representando ou já interrogando as pessoas apontadas como autores das referidas práticas”, afirmou o delegado-adjunto da Especializada, João Ricardo Moreira (foto). Ele acrescentou que 99% das denúncias são contra a Unigrendal College and University que prometia ser uma grande e idônea empresa com parcerias internacionais.

Via PBAgora

Publicado por: Chico Gregorio


21/10/2018
10:44

 

beto orourke candidato eua - Em caso semelhante ao de Bolsonaro, candidato ao senado nos EUA é processado por envio de mensagens para desconhecidos

O candidato pelo Partido Democrata a uma vaga no Senado dos Estados Unidos pelo Texas, Beto O’Rouke, está sendo processado por enviar mensagens de texto não solicitadas ao celular de 1 eleitor.

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Segundo reportagem do “The Fort Worth Star-Telegram”, o eleitor Sameer Syeed entrou com uma ação “em nome de todos os texanos para os quais O’Rourke enviou mensagens de texto sem obter permissão prévia”.

No Brasil, o Zapgate foi a notícia de maior impacto na semana passada. A campanha de Jair Bolsonaro (PSL) está sendo acusada de usar de maneira ilegal sistemas de envio em massa de mensagens para eleitores via WhatsApp. O candidato nega irregularidades.

No Estado do Texas, só se pode enviar mensagens com o consentimento do dono da linha telefônica, de acordo com o que determina a lei conhecida como Telephone Consumer Protection Act.

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Sameer Syeed argumenta na ação que recebeu 9 mensagens de texto da campanha Beto for Texas sem ter autorizado esse tipo de contato. Ele diz ter tentado barrar essas mensagens, enviando avisos de volta para o número que aparecia como remetente, mas nunca teve resposta.

Na ação, Syeed pede que a campanha de Beto O’Rourke pague, pelo menos, US$ 500 (cerca de R$ 1.900) para cada mensagem de texto enviada para ele e para todos os outros texanos que não deram autorização.

Segundo o “The Fort Worth Star-Telegram”, o diretor de comunicação da campanha processada, Chris Evans, disse que todas as ações foram legais.

EUA USAM MAIS SMS
Nos Estados Unidos, o sistema de mensagens mais popular é o SMS –as mensagens de texto enviadas por meio das companhias telefônicas de celulares.

O WhatsApp é usado pelos norte-americanos, mas em menor escala.

A indústria de telefonia nos EUA barateou o custo de SMS muito mais rapidamente do que em países em desenvolvimento, como o Brasil. Há muitos anos os pacotes das operadoras passaram a incluir o envio dessas mensagens de texto de maneira ilimitada, sem custo extra. Isso barrou a entrada mais vigorosa de sistemas como o WhatsApp.

No Brasil e em outros países do Terceiro Mundo, a telefônicas demoraram a perceber o que estava se passando e o WhatsApp —que usa a internet para enviar os texto e imagens— acabou se consolidando.



Fonte: Poder 360

Publicado por: Chico Gregorio


21/10/2018
10:38

O candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL) aparece nas pesquisas como o favorito para vencer o segundo turno da eleição presidencial, no dia 28, com mais de 50% das intenções de votos totais.

Sob seus pés, uma bem azeitada máquina de propaganda eleitoral, já descrita pelo EL PAÍS, trabalha a toque de caixa para difundir informação fabricada contra seu adversário no segundo turno, Fernando Haddad (PT), e seu mentor político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

À medida que a campanha foi chegando à sua reta final, os boatos nas redes sociais em favor de Bolsonaro cresceram, especialmente no WhatsApp, como conta Tai Nalon, diretora da plataforma de checagem Aos Fatos, em entrevista ao EL PAÍS. Esse grupo de sete jornalistas, distribuídos entre Rio e São Paulo, verifica diariamente o discurso de políticos e das redes sociais. Analisam memes, panfletos, vídeos e qualquer conteúdo potencialmente falso.

“Vimos a desinformação contra os adversários de Bolsonaro aumentar, em geral em torno de duas temáticas: colocar em dúvida, com teorias conspiratórias, a segurança do voto eletrônico no Brasil, e uma constante relação dos outros candidatos com pautas das minorias, como a agenda LGBT e o direito ao aborto”, diz Nalon numa troca de mensagens.

Seis em cada 10 brasileiros têm WhatsApp no seu celular. São 120 milhões de pessoas a uma mensagem de distância. “Não é possível chegar a tanta gente como Bolsonaro chegou sem uma estrutura forte, com grande financiamento por trás”, acrescenta a jornalista. Um filão para difundir fake news em grupos fechados e gerar o caos entre os eleitores e a opinião pública.

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Estas são algumas das informações falsas mais difundidas através de redes sociais em favor do político radical, selecionadas pela diretora do Aos Fatos:

1. O “kit gay” para crianças de 6 anos que foi distribuído nas escolas

1539847547 146583 1539848311 sumario normal - Cinco ‘fake news’ que beneficiaram a candidatura de Bolsonaro

Na verdade, trata-se de um projeto chamado Escola Sem Homofobia, que o Ministério da Educação, então sob a gestão de Fernando Haddad, apresentou em 2011 com o apoio de diversas ONGs, mas não chegou a ser implantado. O objetivo do “kit gay”, como foi apelidado por seus detratores, seria oferecer formação aos professores para lidarem com os direitos LGTB, a luta contra a violência e os preconceitos e o respeito à diversidade entre os jovens e adolescentes. De forma alguma propunha “sexualizar as crianças” e “ensinar a ideologia de gênero nas escolas do Brasil”, como afirmou Bolsonaro numa entrevista em que mostrava um exemplar do livro Aparelho Sexual e Cia., de Hélène Bruller e Philippe Chapuis, que foi distribuído pelo Governo em algumas bibliotecas, mas nunca foi incluído no programa e não chegou aos colégios. O programa Escola Sem Homofobia acabou sendo vetado pela então presidenta Dilma Rousseff por pressões da bancada evangélica no Congresso.

O Tribunal Superior Eleitoral ordenou nesta terça-feira que sejam apagados da Internet os vídeos de Bolsonaro que falam sobre a distribuição desse livro, porque “geram desinformação e prejudicam o debate político”. A imagem acima havia sido compartilhada por 63.000 pessoas no momento da captura.

2. O homem que apunhalou Bolsonaro é filiado ao PT e aparece numa foto com Lula

Alguns sites noticiosos repercutiram a informação falsa.
Alguns sites noticiosos repercutiram a informação falsa. AOS FATOS

Depois de ser atacado por um fanático em setembro, começaram a circular correntes de mensagens no Facebook e Whatsapp garantindo que Adélio Bispo de Oliveira, agressor do Bolsonaro, era filiado ao PT. O dado foi reproduzido por vários sites informativos, que contribuíram para espalhar o boato. Segundo o Aos Fatos, nenhuma pessoa com esse nome aparece no registro oficial de filiados do Tribunal Superior Eleitoral.

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Montagem em que se vê o rosto do agressor de Bolsonaro, Adélio Bispo, próximo de Lula, em 2017.
Montagem em que se vê o rosto do agressor de Bolsonaro, Adélio Bispo, próximo de Lula, em 2017. AOS FATOS

A imagem real do fotógrafo Ricardo Stuckert, publicada em vários jornais locais.
A imagem real do fotógrafo Ricardo Stuckert, publicada em vários jornais locais. INSTITUTO LULA

Outra informação falsa muito difundida nas redes foi a montagem do rosto do agressor numa foto de Lula em meio a uma multidão, tirada em 2017 em Curitiba. Na verdade, a imagem de Adélio Oliveira corresponde ao dia da sua detenção.

Por último, tentou-se relacionar o agressor de Bolsonaro ao PT por intermédio da candidata a vice de Haddad, Manuela d’Ávila. Uma página pró-Bolsonaro publicou que Oliveira havia telefonado várias vezes para a política do PC do B.

3. A senhora agredida por ser eleitora de Bolsonaro (que na verdade era Beatriz Segall).

Foto da falecida atriz Beatriz Segall após um acidente foi difundida por simpatizantes do Bolsonaro de maneira falsa.
Foto da falecida atriz Beatriz Segall após um acidente foi difundida por simpatizantes do Bolsonaro de maneira falsa. FACEBOOK

“Esta senhora foi agredida por petistas na rua quando gritou o nome de Bolsonaro”, diz uma publicação que circulou na semana passada nas redes. Na verdade, trata-se de uma imagem de 2013 da falecida atriz Beatriz Segall, depois de sofrer uma queda na rua. O Tribunal Superior Eleitoral ordenou sua retirada nesta semana.

4. Haddad defende o incesto e o comunismo em um de seus livros

Publicação no perfil do ideólogo ultradireitista Olavo de Carvalho.
Publicação no perfil do ideólogo ultradireitista Olavo de Carvalho. FACEBOOK

O entorno do ultradireitista repercutiu a postagem em que o ideólogo de extrema direita Olavo de Carvalho acusa Haddad de promover o incesto em seu livro Em Defesa do Socialismo. O post já foi retirado, mas a informação falsa continuou circulando nas redes. Além disso, junto com a capa do livro de Haddad aparece a foto de duas páginas de outro livro com os dizeres “Decálogo de Lênin”. As páginas fotografadas não faziam parte do livro de Haddad.

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5. Se Haddad chegar ao poder, pretende legalizar a pedofilia

Exemplo da informação falsa sobre pedofilia que circula nas redes com o logotipo de Haddad.
Exemplo da informação falsa sobre pedofilia que circula nas redes com o logotipo de Haddad. FACEBOOK

Em várias correntes nas redes sociais circula a imagem de uma menina com a boca tampada pela mão de um homem, onde se lê: “Um projeto de lei torna a pedofilia um ato legal. O sexo com crianças a partir de 12 anos deixaria de ser crime”. A foto inclui o logotipo de campanha de Fernando Haddad. Na verdade, a publicação faz referência ao projeto de lei do Senado 236/212, que atualmente se encontra parado, que propõe uma possível redução da idade de consentimento sexual de 14 para 12 anos, ou seja, o limite para que qualquer relação sexual com um menor dessa idade seja considerada estupro (por entender-se que nesses casos o consentimento da vítima não libera o agressor da acusação). É um debate recorrente no Brasil há anos. E, embora se trate de um assunto muito polêmico, em nenhum momento menciona-se a legalização da pedofilia, da mesma maneira como Fernando Haddad tampouco esteve vinculado à sua tramitação, já que nunca ocupou um cargo legislativo. Esse projeto de alteração do Código Penal brasileiro foi apresentado pelo senador centro-direitista José Sarney (PMDB-AP), e não pelo PT.

No outro lado desse embate, iniciativas jornalísticas como a plataforma Aos Fatos combatem as fake news para dar aos cidadãos informações reais para decidir livremente o seu voto no próximo dia 28. “A desinformação só serve para reforçar crenças e valores. Com ela só é possível influenciar pessoas que têm preconceitos sobre determinados temas”, conclui Tai Nalon.



Fonte: El país

Publicado por: Chico Gregorio


21/10/2018
09:57

247- Na reta final da eleição, a campanha de Fernando Haddad e de Manuela D’Ávila avança nos atos pela democracia e celebra o adensamento dos apoios vindos de todos os segmentos da sociedade brasileira em mais um ato no Teatro Tuca, em São Paulo; o ato, intitulado “Agora Somos Todos Haddad e Manuela”, será nesta segunda-feira.

Publicado por: Chico Gregorio