09/10/2018
07:00

Governador manda recado: “A campanha pra gente não terminou”

Em entrevista a imprensa paraibana ontem (08), o governador Ricardo Coutinho (PSB), referindo-se ao segundo turno das eleições presidenciais, pediu empenho da militância girassol no tocante ao segundo tuno das eleições presidenciais. “A campanha pra gente não terminou”

“Agora, não tem mais essa de dizer que não vai para os debates [Bolsonaro]. Tem que ir, dizer o que fará pela educação, pela saúde, pela ciência e tecnologia. A campanha pra gente não terminou. Na Paraíba, nós é que vamos fazer esse debate, mas um debate fraterno, a favor da razão. Não temos inimigos eleitores, mas um candidato que expressa o ódio, que representa o que é mais retrógrado. O Brasil não pode dar um salto no escuto. Vamos eleger nosso companheiro Fernando Haddad”, disse Ricardo Coutinho.

Ontem o governador também destacou que não pretende assumir um ministério em um eventual governo de Fernando Hadad (PT). Ricardo destacou ainda que o seu sucessor precisa melhorar a administração pública e torná-la mais resolutiva.

Via PB Agora.

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2018
06:53

joaoveneziano 800x600 - PSB Nacional convoca João e Veneziano para reunião nesta terça-feira

A Executiva Nacional do PSB, por meio do presidente da sigla, Carlos Siqueira, convocou o governador e o senador eleitos, João Azevêdo e Veneziano Vital do Rêgo, respectivamente, para reunião da legenda nesta terça-feira (9), em Brasília. A Reunião tem como objetivos discutir a posição do partido no segundo turno.

Passado o 1º turno, o partido busca reunir seus eleitos na majoritária para discutir a respeito da posição do PSB para o segundo turno presidencial.

A reunião da Executiva Nacional do PSB acontecerá em Brasília.

 

Fonte: PB Agora

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2018
06:47

Em relação aos projetos de combate ao crime organizado, Virgolino disse que o processo faz parte de uma mudança na educação. (Foto: Reprodução)

O delegado Walber Virgolino, eleito o segundo mais votado ao cargo de deputado estadual na Paraíba (Patriota) com 48.053 mil votos, disse em entrevista ao blog , afirmou que irá combater todos os tipos de privilégios a começar pelos auxílios, que não aceitará receber. Ele também falou sobre a prioridade aos projetos em defesa dos policiais e da segurança pública.

Ao ser questionado sobre quais os projetos que defenderá como pauta quando assumir o mandado em fevereiro 2019, ele destacou: “Irei luta pela valorização do profissional da segurança, aprovando o subsídio para equiparar ativos e inativos, lutar por mais concursos, pois não é possível que algumas cidades da Paraíba tenha um efetivo de 20 anos atrás, não dá mais para aceitar isso. Temos que valorizar o policial, se quisermos uma segurança adequada” disse.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2018
06:39

 

Resultado de imagem para fotos do mestre da capoeira  Romualdo Rosário da Costa, 63, conhecido como Moa do KatendêEm depoimento à polícia, o barbeiro Paulo Sérgio Ferreira de Santana, de 36 anos, autor confesso das 12 facadas que mataram o mestre de capoeira e ativista cultural negro Romualdo Rosário da Costa, 63, conhecido como Moa do Katendê, admitiu que uma discussão política foi a motivação do crime que ele cometeu na madrugada desta segunda-feira, 8, em um bar na Avenida Vasco da Gama, próximo ao Dique do Tororó, em Salvador.

Uma discussão entre Paulo Sérgio, que votou e defendeu o candidato do PSL Jair Bolsonaro à Presidência, e o dono do bar, apoiador de Fernando Haddad (PT), foi o estopim para o fato. De acordo com os depoimentos, o mestre de capoeira, que também optou pelo petista nas eleições 2018, entrou na discussão criticando Bolsonaro, o que desencadeou o fato. O Estado não conseguiu contato com a defesa de Paulo Sérgio.

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2018
06:24

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira (8) que cerca de um terço do programa Bolsa Família tem fraude.

Em entrevista a Rádio Bandeirantes, o presidenciável disse que uma forma de arrumar recursos para o país é por meio do combate à fraude.

“A maneira de arranjar recurso para atender muita coisa é você combater a fraude, combater a corrupção, até mesmo dentro do Bolsa Família. Nós acreditamos que um terço, 30% aproximadamente são benefícios que foram dados sem qualquer critério. Gente que não precisa receber isso aí”, disse.

O candidato do PSL negou que vá acabar com o Bolsa Família e disse que quem espalhou isso foi o PT, como forma de terrorismo para os eleitores do Nordeste.

Folhapress

 

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2018
06:16

Resultado de imagem para fotos de natalia bonavides

Deputado eleita pelo RN, Natália Bonavides, segundo colocada com 112 mil votos.

Levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) indicou que a taxa de renovação na Câmara Federal superou as expectativas e alcançou 52% nas eleições deste domingo (7). Com isso, 267 novos deputados federais vão assumir o mandato no próximo ano. É o maior índice de renovação dos últimos 20 anos, informa a pesquisa.

Desde 1990, este percentual só foi ultrapassado na eleição de 1990, quando o índice foi de 62%, e em 1994, quando a renovação foi de 54%. De acordo com o Diap, os deputados eleitos efetivamente novos – o que exclui os que vieram de outros cargos ou que estavam sem mandato, mas já foram deputados federais – são lideranças evangélicas, policiais “linha dura”, celebridades e parentes de políticos tradicionais.

O instituto constatou que, dos 513 deputados federais atualmente em exercício, 79% disputaram a reeleição, sendo que 60% destes conseguiram novo mandato neste domingo. Portanto, dos 407 deputados que concorreram à reeleição, 246 foram reconduzidos ao cargo. Em agosto, projeção da entidade previa que 75% deles deveriam se reeleger.

Renovação relativa

A pesquisa de renovação incluiu os que estavam em outros cargos ou que já tiveram mandato na Casa em outra legislatura e retornaram neste pleito. “Na realidade, o que houve foi uma circulação no poder, com o deslocamento de deputados estaduais, ex-deputados federais, ex-ministros, senadores e ex-senadores, ex-prefeitos e ex-governadores, além de secretários estaduais, para a Câmara Federal”, diz o Diap.

Neste caso estão dois senadores adversários, ambos envolvidos na Lava Jato, que optaram por tentar a Câmara, e estão na relação dos que foram bem-sucedidos: Aécio Neves (PSDB-MG), que recebeu mais de 50 milhões de votos para a Presidência em 2014, contabilizou agora modestos 106 mil votos. Já Gleisi Hoffmann (PT-PR) conquistou o dobro de Aécio, cerca de 212 mil ao conquistar uma vaga na Câmara pelo seu estado.

Para o analista político do Diap, André Santos, a renovação existe formalmente, mas deve ser relativizada pois não implica efetiva reestruturação política da Casa. “Houve por parte da própria sociedade uma espécie de ansiedade em mudar as características do Congresso. A sociedade quis, em tese, modificar o sistema político no Parlamento. Porém, isso não foi alcançado efetivamente quando a gente vê essa circulação de poder, pois muitos não são estreantes”.

Agência Brasil

 

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2018
06:09

Os candidatos a presidente Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) foram entrevistados ao vivo nesta segunda-feira (8) no Jornal Nacional da Rede Globo de TV.

Haddad foi sorteado para ser o primeiro e iniciou saudando os eleitores e agradecendo a votação. Ela afirmou que durante a campanha do segundo turno serão confrontados dois projetos. “Nós estamos do lado da social democracia e do estado de bem estar social.” Afirmou.

As prioridades serão emprego e educação. “Defendemos a democracia com espírito desarmado e desenvolvimento social para todos”, completou Haddad.

Haddad afirmou que as reformas listadas em seu programa serão apresentadas através de emendas constitucionais. Uma das reformas será a tributária, para diminuir os impostos pagos pelos trabalhadores. Outra reforma será a bancária, para reduzir os juros e aumentar os investimentos. A terceira reforma será o fim do congelamento de gastos.

Sobre declarações de José Dirceu a um jornal espanhol, Haddad afirmou que Dirceu não fala pela sua candidatura e não participará de seu possível mandato.

A seguir, o vídeo com a entrevista de Haddad:

Em seguida, Bolsonaro foi entrevistado. Questionado sobre as afirmações autoritárias de seu vice, o candidato do PSL desautorizou o general Mourão como interlocutor de sua campanha.

Nitidamente nervoso, Bolsonaro buscou agradar setores do eleitorado, como os evangélicos e os nordestinos. Mas mostrou pouca segurança em suas propostas e no apreço pela democracia.

Via Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
19:40

O grupo político dos ex-prefeitos Ivanildo Filho e Deda, mostram força política na cidade, fazem o deputado Nelter Queiroz, o deputado mais votado na cidade com 471 votos, seguido de Adjuto Dias neto que recebeu o apoio d do prefeito Chilon Batista, que obteve 459 votos, Terezinha Maia com 225, foram os três mais votados. Segundo informações do grupo político, no segundo turno, vão centrar força para reverter o quadro do primeiro turno, onde Carlos Eduardo Alves, venceu por uma pequena diferença a senadora Fátima Bezerra.

Resultado de imagem para fotos de ex prefeito  de timbaúba dos ivanildo filho com fatima bezerra

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
19:19

Garibaldi: de maior eleitor do RN à derrota acachapante

O eleitor do Rio Grande do Norte decidiu mudar a forma de representação no Senado. Isso começou em 2014 quando preteriu Wilma de Faria, candidata pela via conservadora, e elegeu Fátima Bezerra. Agora consolida a mudança de perfil de seus senadores ao eleger Capitão Styvenson (REDE) e Zenaide Maia (PHS).

O senador José Agripino (DEM) foi eliminado nas pesquisas e trocou a reeleição pela candidatura a deputado federal que terminou fracassada.

Já Garibaldi Alves Filho (MDB) levou uma surra de saia e de farda com direito a uma bengalada de Geraldo Melo (PSDB) que com 83 anos de idade se desaposentou da política após 12 anos e empurrou o emedebista para o quarto lugar.

O eleitor potiguar decidiu mudar o perfil dos seus representantes e Garibaldi e Agripino sucumbiram com isso.

Garibaldi, outrora maior eleitor do Rio Grande do Norte, sentiu na pele.

Via Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
19:15

Kerinho virou protagonista de imbróglio

Um balde de água fria nas pretensões do deputado federal Beto Rosado (PP) seguir na Câmara num próximo mandato. O indeferimento da candidatura de Kericlis Alves Ribeiro, o “Kerinho” (PDT), determinado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) já foi mantido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O problema em torno de Kerinho” é que ele não entregou a documentação completa e não cumpriu o prazo para retificar.

Segundo consta nos autos ele não entregou documento oficial de identificação, comprovante de escolaridade e certidões de 1º e 2º grau das Justiças Estadual e Federal de seu domicílio eleitoral. Ele também não apresentou o comprovante de quitação eleitoral de uma pendência decorrente de uma multa eleitoral.

O ministro Jorge Mussi em decisão monocrática já seguiu o entendimento do TRE de que o candidato não cumpriu os prazos e que se trata de um problema insanável. “Nos termos da jurisprudência desta Corte Superior, em processo de registro de candidatura não se admite a juntada de documentação faltante após o esgotamento das instâncias ordinárias, exceto quando relativa a fatos supervenientes que afastem a inelegibilidade, o que não é o caso dos autos. Nesse contexto, incabível apreciar os documentos e certidões trazidos apenas nesta seara, muitos deles preexistentes ao processo de registro, ressaltando-se, ainda, que houve intimação prévia no âmbito da Corte Regional para sanar a falha”, diz o magistrado.

”Kerinho” teve 8.990 votos considerados nulos porque concorreu com registro indeferido com recurso. O quadro ainda pode ser levado ao plenário do TSE.

Via Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
19:10

 

1517747790 5a76fe4e7ebe5 768x432 300x169 - FHC: ‘Entre Haddad e Bolsonaro, não há saída. Vou de Haddad’

“Não tenho alternativa. Estou com o Haddad”, afirmou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ao avaliar os caminhos que o PSDB deveria seguir no segundo turno.

Mas será um apoio com restrições, já que o ex-presidente tem ressalvas profundas sobre a política econômica e relações exteriores do PT.

Publicamente, FHC ainda decidiu manifestar seu apoio. Afirma que não votará em Bolsonaro. Mas, no segundo turno, vai anular seu voto.

Há algum tempo, ele dizia, reservadamente, que Geraldo Alckmin não teria chances nesta eleição.

Desde o ano passado, ele insistia em nome alternativo que estivesse fora da política: Luciano Huck. Mas não deu certo.

FHC diz que não gostaria de ver da volta do PT ao Planalto, por considerar que o partido não defende o que considera as reformas necessárias para o país – especialmente a da Previdência. Considera, ainda, que o PT não tem uma visão econômica “correta” sobre como devolver o crescimento ao país, já que defende uma presença forte do Estado.

Mesmo assim, o tucano considera que Bolsonaro seria uma opção pior, uma “ameaça” à democracia. FHC suspeita que, com o deputado, haverá um risco autoritário permanente e crise institucional, devido à sua fragilidade de apoios no Congresso.

Na época da ditadura, FHC foi exilado. Existe também uma questão pessoal: o candidato do PSL chegou a dizer, em entrevista a uma emissora, que fuzilaria Fernando Henrique Cardoso, acusando-o de corrupção.

Apesar das divergências políticas, FHC tem um bom relacionamento pessoal com Haddad – ambos têm a mesma base acadêmica, a USP. Haddad já disse publicamente que pretende procurar o PSDB para obter apoio na disputa de um eventual segundo turno.



Fonte: Catraca livre

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
19:06

rc ccl 300x128 - Ricardo desmoraliza as oposições e, de quebra, chuta Cássio para um humilhante quarto lugar - Por Wellington Farias
Diariamente, o jornalista Wellington Farias comenta os bastidores e avalia os principais fatos da política e do cotidiano da Paraíba e do Brasil

Numa eleição histórica e de resultados sem antecedentes na Paraíba, o governador Ricardo Coutinho (PSB), seja como protagonista do processo, ou como mentor de um projeto de gestão muito bem avaliado, fez o que convencionamos chamar de “barba, cabelo e bigode”. Só não fez costeletas, porque não conseguiu a eleição do seu parceiro Luiz Couto (PT) para o Senado.

Detalhe: político historicamente de esquerda, Coutinho consegue esta proeza num momento em que, em várias partes do mundo, o conservadorismo dá o ar de sua graça, e num Brasil em que a cadela do fascismo está num cio desesperado.

Numa lapada só, Ricardo Coutinho elegeu o candidato de sua escolha pessoal para sucedê-lo, seu ex-secretário João Azevêdo, do mesmo partido; conseguiu a eleição de 15 deputados estaduais da coligação que articulou, além de ter o reforço de outros que foram eleitos e serão da base aliada; a eleição de metade da bancada paraibana à Câmara Federal, resgatou de um iminente ostracismo o ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego (PSB), que andou mal visto pelos seus eleitores e, sobretudo setores progressistas, desde aquele histórico “paroxístico momento” do SIM a Temer, para derrubar a então presidente Dilma.

E o pior: armou uma conjuntura eleitoral em que Cássio Cunha Lima (PSDB), até então seu principal opositor, depois de tentar ser mais esperto que todos e todas, foi submetido a um humilhante quarto lugar na disputa para o Senado. Lembrando, apenas, que não outro, a não ser o próprio Ricardo, foi quem tirou de Cássio a invejável condição de imbatível, ao impor-lhe a primeira derrota em 2014.

Mas…

A casa não caiu pra Cássio só em razão da arapuca política-eleitoral que Ricardo montou para ele a sua turma. Ele também se autodestruiu. Não entendeu os novos momentos e as mudanças que precisava fazer em suas atitudes e hábitos muito manjados.

Vejamos

Cássio quis jogar com tudo e com todas. Por que Luciano Cartaxo (PV) não deixou a Prefeitura de João Pessoa para concorrer ao governo? Porque, especula-se, desconfiava de uma provável arapuca armada por Cássio, usando Manoel Junior (PSV), o vice-prefeito, para tomarem a gestão e com ele romper politicamente; depois, Cássio ainda conseguiu convencer os Cartaxos a manterem-se aliados, evidentemente, pensando no palanque que precisava em João Pessoa, para a sua campanha de senador e seu filho Pedro, para deputado federal.

Ah, lá!

De palanque garantido na Capital, Cunha Lima pouco ou nada empenhou-se pela candidatura de Lucélio Cartaxo (PV), irmão gêmeo de Luciano, que o substituiu na candidatura ao governo. Achando pouco, segundo a imprensa noticiou, ainda montou comitê de campanha com José Maranhão, o candidato a governador pelo MDB, na cidade de Patos, mesmo tendo compromisso com os Cartaxos.

Não faz muito tempo em que a Paraíba ouviu Cássio tecer loas à gestão do presidente Michel Temer (MDB) quando, no primeiro aniversário do golpe, discursou dizendo que aquele era um “governo ousado e corajoso”. Na sequência, na cidade de Monteiro, implorou ao público uma saraivada de palmas para o grande presidente da República. Antes, sem que ninguém visse, quase verteu lágrimas ao abraçar Temer, segundo este mesmo revelaria ao público em seu discurso ao microfone.

Oposição?

Pois bem. Depois de tudo isso, Cássio Cunha Lima tentou convencer os paraibanos de que era oposição a Michel Temer, num momento eleitoral em que nada era mais recomendável do que jamais ter tido qualquer compromisso com o presidente da República mais desgastado e indesejável da história do Brasil.

Humilhação

Ricardo de fato desmoralizou as oposições e, de quebra, chutou Cássio Cunha Lima para onde ele jamais imaginava: o humilhante quarto lugar na disputa para o Senado. E mais: num cenário em que o seu principal opositor em Campina Grande, Veneziano Vital do Rego, foi o mais votado para senador da República.

 

Créditos: Por Wellington Farias

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
19:01

Resultado de imagem para fotos de bolsonaro com eduardo cunha

Após obter 49,2 milhões de votos no primeiro turno, o candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, disse hoje (8) que pretende intensificar a campanha eleitoral nos próximos dias, mas depende de uma avaliação médica no dia 10. Segundo ele, a intenção é procurar a união para o segundo turno com os adversários derrotados e eventuais aliados.

“O discurso é de união, queremos unir o Brasil e pacificar”, afirmou o candidato à Presidência durante quase 20 minutos de entrevista exclusiva concedida à Rádio Jovem Pan.

Bolsonaro confirmou que chamou a atenção do candidato a vice-presidente, General Mourão, e do consultor econômico Paulo Guedes. Ele disse que deu “uma canelada” neles para que “maneirem” nas opiniões. “O que eu pedi para ele [Guedes] e para o Mourão é que tenham cuidado com as palavras.”

Economia

Questionado sobre as propostas econômicas, Bolsonaro reiterou que tem conversado com sua equipe, liderada por Paulo Guedes, e que amanhã (9) terá uma reunião. Ele destacou que pretende extinguir estatais, mas não mencionou quais, e manter o programa Bolsa Família, mas combatendo o que considera fraudes. “ Não podemos cortar esse programa porque seria uma desumanidade.”

Mais uma vez, ele ressaltou que é contrário à recriação da CPMF, o imposto do cheque, e disse que ao admitir que pouco entende de economia, quis demonstrar ser humilde. “Eu dou os ingredientes, eles [os integrantes da equipe econômica] fazem o bolo”, afirmou o candidato, acrescentando que pretende reduzir o total de ministérios para 15.

Política

Bolsonaro disse ainda que pretende participar de debates com o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad. “Debater com o PT não tem dificuldade. O que o PT fez ao longo de 13 anos acredito que está vivo na memória de todo mundo, não queremos isso de volta. Eu represento, com quem está do meu lado, uma oposição.”

Questionado se pretende conversar com eventuais aliados e eleitores de centro, que não o apoiaram no primeiro turno, o candidato respondeu com bom-humor. “Não posso virar o Jairzinho paz e amor e me violentar, eu tenho de continuar sendo a mesma pessoa.”

Agência Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
18:56

Em nota publicada na tarde desta segunda-feira (8), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), que teve Guilherme Boulos na corrida presidencial no primeiro turno, oficializou apoio no segundo turno ao candidato da frente democrática, Fernando Haddad, tendo como ponto central a necessidade de derrotar Jair Bolsonaro; “Sua derrota (Bolsonaro) abre a possibilidade de bloquear a agenda iniciada por Temer, garantir a soberania nacional e reunir condições para seguir defendendo as conquistas democráticas frente ao autoritarismo. Para isso o PSOL apoiará a partir de agora a candidatura de Haddad e Manuela, mesmo mantendo diferenças políticas e preservando nossa independência. Convocamos toda a nossa militância a tomar as ruas para continuar dizendo em alto e bom som: ele não!”

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
18:50

 

O instituto Datafolha promete para esta terça (9) sua primeira pesquisa para o 2º turno entre Jair Bolsoanro (PSL) e Fernando Haddad (PT). 

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio