15/06/2026
09:04

Maioridade penal sem reforma carcerária é um salto no escuro

Washington Araújo

Mestre em Cinema, psicanalista, jornalista e conferencista, é autor de 19 livros publicados em diversos países. Professor de Comunicação, Sociologia, Geopolítica e Ética, tem mais de duas décadas de experiência na Secretaria-Geral da Mesa do Senado Federal.

O Brasil voltou a discutir uma das questões mais sensíveis da segurança pública. Na quarta-feira, 10 de junho, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da PEC 32/2015, que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal em determinados crimes. O texto recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários. A proposta ainda terá de passar por comissão especial e por dois turnos de votação no plenário da Câmara antes de seguir ao Senado.

A violência praticada por adolescentes não pode ser ignorada. Existem vítimas reais, famílias destruídas e uma legítima cobrança da sociedade por respostas. O problema é que o país parece mais disposto a aumentar punições do que a discutir se possui condições concretas para executá-las.

A pergunta central não é se jovens devem ou não ser responsabilizados. A legislação brasileira já prevê responsabilização por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente. A pergunta que continua sem resposta é outra: para onde irão esses adolescentes?

O Brasil sequer conseguiu resolver a crise do sistema prisional destinado aos adultos. Dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais mostram que o país ultrapassou 940 mil pessoas sob custódia do Estado, entre presos em unidades físicas e em prisão domiciliar. O déficit nacional supera 200 mil vagas. Especialistas estimam que seriam necessários mais de R$ 14 bilhões apenas para eliminar a falta de espaço.

A realidade das prisões brasileiras está distante de qualquer ideal de ressocialização. Superlotação, domínio de facções, falta de trabalho, de educação e de assistência psicológica transformaram muitos estabelecimentos penais em ambientes de reprodução da violência.

Por isso, a perspectiva de colocar adolescentes de 16 e 17 anos em contato com adultos que acumulam décadas de envolvimento com o crime provoca preocupação. O jovem ainda está em formação emocional, moral e psicológica. Já o adulto reincidente chega ao cárcere com experiência criminal, vínculos com organizações ilícitas e plena consciência das práticas que desenvolveu ao longo da vida.

Misturar esses dois universos não parece uma política de segurança pública. Parece uma aposta perigosa.

A expressão segundo a qual os presídios brasileiros se transformaram em “universidades do crime” continua sobrevivendo porque a realidade insiste em confirmá-la. Um indivíduo condenado por um delito específico muitas vezes deixa a prisão conhecendo novos métodos, novos contatos e novas formas de atuação criminosa.

A ex-diretora do sistema penitenciário do Rio de Janeiro e uma das maiores especialistas brasileiras em segurança pública, Julita Lemgruber, já advertiu diversas vezes que “colocar adolescentes nas prisões comuns significa ampliar a violência, e não reduzi-la”. Para ela, a convivência com criminosos adultos aumenta as possibilidades de reincidência.

A preocupação também aparece em estudos internacionais.

Nos Estados Unidos, onde diversos estados permitem que adolescentes sejam julgados como adultos em determinados crimes, o criminólogo Richard Redding, pesquisador da Universidade da Virgínia, concluiu que “jovens transferidos para o sistema adulto apresentam taxas mais elevadas de reincidência”. Em outras palavras, a punição mais severa não produziu necessariamente mais segurança.

Os Estados Unidos possuem atualmente cerca de 1,8 milhão de pessoas encarceradas, uma das maiores populações prisionais do planeta. Ao mesmo tempo, as internações juvenis caíram drasticamente nas últimas duas décadas, refletindo mudanças de abordagem em vários estados.

Outra referência internacional é Franklin Zimring, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley e autoridade mundial em justiça juvenil. Segundo ele, “adolescentes não são adultos em miniatura”. A frase resume décadas de pesquisas sobre desenvolvimento cerebral, impulsividade e capacidade de tomada de decisões.

A China seguiu um caminho diferente. Desde 2021, admite responsabilização criminal a partir dos 12 anos em casos extremamente graves, mediante rígido controle do Ministério Público. O país possui cerca de 1,7 milhão de presos oficialmente registrados. Trata-se, porém, de um modelo construído dentro de uma estrutura estatal centralizada e de uma cultura política completamente distinta da brasileira.

Nem o modelo americano nem o chinês podem ser transplantados mecanicamente para a realidade nacional.

O mais perturbador em todo esse debate é perceber que a discussão sobre a redução da maioridade penal avança antes da discussão sobre a estrutura necessária para implementá-la. Não se sabe quantas unidades seriam necessárias, quanto custariam, quem administraria esses espaços, quais políticas educacionais seriam oferecidas e como ocorreria a separação entre adolescentes e adultos.

Leis penais podem ser aprovadas em poucos meses. As consequências delas costumam durar décadas. Um país com as dimensões do Brasil não pode viver com leis feitas ao sabor da conjuntura, leis no afogadilho, como se diz no popular, “feitas nas coxas”.

Prender pode ser necessário. Improvisar, jamais. Nenhuma sociedade se torna mais segura apenas reduzindo a idade penal enquanto mantém presídios superlotados, dominados por facções e incapazes de ressocializar quem já está sob custódia do Estado. Quando a punição chega antes da estrutura, o risco é produzir uma tragédia previsível: transformar adolescentes ainda em formação em criminosos mais violentos, mais organizados e mais perigosos para a própria sociedade que a lei pretende proteger.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2026
08:57

Pode ser uma imagem de texto que diz "caico NEWS Ângelo Giuseppe: Agrônomo morre de acidente após suposto mal- mal-súbito"
Engenheiro Agrônomo morre vítima de acidente em Caicó mas a hipótese de infarto não está descartada.
O engenheiro agrônomo Ângelo morreu nesta segunda-feira após sofrer um acidente de moto na saída de Caicó para São José do Seridó, em um trecho conhecido popularmente como “Dubai”.
De acordo com as informações iniciais, ele foi encontrado ferido às margens da rodovia e recebeu socorro, sendo encaminhado para uma unidade hospitalar.
Apesar dos esforços da equipe médica, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.
Até o momento, a ocorrência foi registrada pelas autoridades como acidente de trânsito.
No entanto, diante das circunstâncias do caso, uma das hipóteses consideradas é a de que Ângelo possa ter sofrido um mal súbito, possivelmente um infarto, antes da queda da motocicleta.
A causa exata deverá ser esclarecida pelas investigações e pelos exames periciais.
Familiares e amigos informaram que ele seguia para uma comunidade rural próxima a Caicó, onde mantinha um sítio.

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2026
08:51

 

Amiga da Marinha

Presente na cerimônia do Dia da Marinha, realizada pelo 3º Distrito Naval, em Natal, a senadora Zenaide Maia reafirmou sua parceria com a instituição. Ao longo do mandato, a parlamentar destinou R$ 3,6 milhões para ações da Marinha no Rio Grande do Norte, incluindo a aquisição de equipamentos hospitalares e projetos sociais voltados a crianças em situação de vulnerabilidade.
A participação na solenidade reforçou os laços da senadora com a Força Naval e seu apoio a iniciativas nas áreas de saúde, assistência social e segurança.

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2026
08:42

Foto: Leo Andrade / TRT

Por Gláucio Tavares Costa* e José Herval Sampaio Júnior*

 

O Dia Mundial e Nacional contra o Trabalho Infantil é celebrado em 12 de junho. Tal marco foi instituído pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 2002. Em 2007, foi editada no Brasil a Lei n° 11.542 que reconhece a data oficialmente como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil. A data busca conscientizar a sociedade sobre os impactos nocivos dessa prática e mobilizar esforços para garantir o direito de brincar, estudar e viver uma infância plena.

Em 2015, a ONU estabeleceu 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) a serem alcançados até 2030, invocando atitudes por parte de seus países-membros para a erradicação da pobreza, a proteção ambiental e climática e a garantia de paz e prosperidade a todas as pessoas ao redor do mundo, independente da origem, raça, cor ou etnia. Dos nobres desideratos, a eliminação do trabalho infantil 1 em todas as suas formas figura como estratégia basilar para o alcance dos demais, eis que o desenvolvimento das crianças e adolescentes é pressuposto a implementação dos demais direitos perseguidos.

A Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança de 1989, ratificada pelo Brasil em 1990, é o principal texto do Direito Internacional de proteção às crianças. O referido tratado impõe obrigações aos países aderentes no sentido de implementarem políticas públicas de proteção à criança contra todas as formas de exploração que sejam prejudiciais para qualquer aspecto de seu bem-estar. No mesmo sentido de salvaguardar os direitos dos infantes no ambiente laboral, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) editou a Convenção nº 138, que estipula a idade mínima permitida de 16 anos para admissão ao trabalho e a Convenção nº182, que proíbe as piores formas de trabalho precoce e ação imediata para sua eliminação.

A Constituição Federal de 1988, por sua vez, no seu sétimo artigo, proíbe qualquer trabalho ao menor de 16 anos, salvo na condição de aprendiz após completar 14 anos, bem como, por obra da Emenda Constitucional n° 20/1998, censurou trabalhos noturnos, insalubres ou perigosos à população com menos de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos.

A Carta Política também preconiza no art. 227 o acesso do trabalhador adolescente e jovem à escola e garantir aos adolescentes direitos previdenciários e trabalhistas. No âmbito infraconstitucional, vige a Lei n° 8.069/1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente, complementa os dispositivos constitucionais e reforça a proteção de todas as crianças e adolescentes como pessoas em condição peculiar de desenvolvimento, estabelecendo no seu art. 60: “É proibido qualquer trabalho a menores de quatorze anos de idade.”

A pobreza é a causa e efeito do trabalho infantil. Consoante assinalado por LUCCA, 2023 “a ausência de condições financeiras de uma família acaba por ter como consequência a imposição do trabalho aos filhos para complementação da renda. Diante dessa dinâmica, as crianças e adolescentes acabam apresentando evasão escolar.”

O Ministério Público do Estado do Pará aponta que:

“Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PnadC), no ano de 2019, 1,8 milhão de crianças e adolescentes, entre 05 e 17 anos, estavam sendo utilizados como mão de obra infantil, o que representa 4,6% da população, nesta faixa etária. De acordo com informações do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), ainda sobre a pesquisa supracitada, a maioria dos trabalhadores infantis são meninos (66,4%) negros (66,1%); 21,3% (337 mil) entre 05 e 13 anos de idade. A faixa etária de 14 e 15 anos corresponde a 25% (442 mil) e 53,7% têm entre 16 e 17 anos (950 mil).”

A significativa de jovens em situação de trabalho precoce restringe severamente as perspectivas para um trabalho decente na vida adulta, o que retroalimenta o ciclo da baixa renda familiar e pobreza.

O trabalho prematuro causa inúmeros malefícios as crianças e adolescentes, a saber:

“Saúde Mental: as crianças e adolescentes que estão inseridos precocemente em atividades de trabalho deixam de desfrutar da alegria natural da infância, tornando-se tristes, desanimados, apáticos, desconfiados, amedrontados e pouco sociáveis;

Sistema Musculoesquelético: os esforços excessivos e repetitivos, aliados à nutrição deficiente, podem prejudicar a formação e o crescimento da musculatura levando a quadros de dor e a doenças em fibras musculares (tendinites, fascites e outras) podendo gerar repercussões futuras e deixar as crianças e adolescentes mais vulneráveis à ocorrência de traumas e lesões;

Sistema cardiorrespiratório: as frequências respiratórias e cardíacas das crianças são muito maiores que no adulto, sendo mais rápida a intoxicação por via respiratória e a necessidade de esforço do coração para realizar as mesmas tarefas que um adulto;

Pele: a camada protetora da pele das crianças ainda não está totalmente desenvolvida e o contato frequente e intenso com ferramentas, superfícies ásperas, produtos cáusticos ou abrasivos; faz com que a pele se danifique com maior facilidade resultando em pequenas lesões, que as deixam mais expostas a infecções por microorganismos e a absorção de produtos químicos presentes no ambiente;

Sistema imunológico: as crianças têm o sistema imunológico ainda imaturo, tendo menor capacidade de defesa imunológica ante as agressões externas, de natureza química ou biológica. Elas ficam ainda mais vulneráveis ao adoecimento quando submetidas a situações de estresse e a deficiências nutricionais;

Sistema nervoso: o sistema nervoso central (cérebro) e periférico (nervos) dos jovens, têm maiores proporções de gordura o que os deixa mais sensíveis a absorção e aos impactos dos produtos químicos lipossolúveis (que se dissolvem em gorduras). Além disso, devido ao menor peso corporal, ao desenvolvimento incompleto dos mecanismos desintoxicantes, e ao fato do sistema digestivo das crianças e adolescentes estar preparado para a máxima absorção, as crianças e adolescentes podem ser mais afetados pela exposição às mesmas quantidades de agentes químicos do que os adultos, causando importantes consequências neurológicas.” (LUCCA, 2023).

Ao cabo, o trabalho infantil subtrai a possibilidade de o jovem alcançar um trabalho melhor, que proporcione o aumento de renda familiar na vida adulta, de forma a romper o ciclo da pobreza. O antídoto para este problema é bem conhecido, que é a promoção de educação de qualidade com a inclusão das crianças e adolescentes as escolas.

Em reforço, é importante propiciar trabalho decente para adultos, para que as famílias não tenham que recorrer às crianças e aos adolescentes para gerar renda familiar, fora do auxílio que consideramos permitido, dentro das premissas fixadas, bem como que se tenha atuação efetiva do sistema de proteção infantil.

Imbuído de senso comum, e pela patente razoabilidade que se deve ter na análise de cada caso, não se pode querer compreender como trabalho infantil nos termos supra vedados, o auxílio que necessariamente pode ser dado pelos filhos aos seus pais, de modo que ao mesmo tempo se assegure os valores protegidos nas normas aqui citadas.

Destarte, como acima explicado, o trabalho infantil é um grande problema social que perpetua a pobreza, furtando a possibilidade dos jovens atingirem ascensão social, sendo dever da sociedade garantir a proteção integral e o desenvolvimento dos futuros cidadãos, sem que a vedação ampla e irrestrita prevaleça necessariamente, pois o que não se pode realmente permitir é que infantes deixem de ser crianças e passem de uma hora para outra a serem adultos, valendo da mesma forma para os adolescentes.

*Gláucio Tavares Costa é analista judiciário do TJRN, mestrando em Direito pela Universidad Europea del Atlántico e graduado em Farmácia pela UFRN.

*José Herval Sampaio Júnior é Juiz de Direito, Mestre e Doutor em Direito constitucional pela UFPR.

Este artigo não representa necessariamente a mesma opinião do blog. Se não concorda faça um rebatendo que publicaremos como uma segunda opinião sobre o tema.

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2026
08:40

Foto: reprodução/Bruno  Barreto*

A passagem de Samanda Alves (PT) por Serra Negra do Norte, na noite desta sexta-feira (12), foi marcada pela declaração de apoio do prefeito Acácio Brito à sua pré-candidatura ao Senado.

A passagem por Serra Negra do Norte integrou a agenda que Samanda cumpriu no Seridó nesta sexta-feira. Durante o encontro, foram discutidos temas ligados ao desenvolvimento regional, às demandas dos municípios do interior e ao cenário político potiguar.

Para Samanda, o apoio tem um significado especial por vir de uma das cidades mais tradicionais do Seridó. “Recebi com muita alegria o apoio do prefeito Acácio. Serra Negra do Norte tem uma história muito bonita, um povo acolhedor e uma participação importante na construção do nosso estado. Saio daqui feliz pela confiança e ainda mais motivada para seguir esse diálogo com todas as regiões do Rio Grande do Norte”, afirmou.

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2026
08:19

Foto: cedida

A cidade de Lajes, na região Central do Rio Grande do Norte, preparou uma verdadeira festa para receber Cadu Xavier (PT), pré-candidato ao Governo do RN, e todo o “Time de Lula” na manhã deste sábado (13). O encontro reuniu centenas de apoiadores, não apenas da região central, que reforçaram a confiança em Cadu para continuar o projeto de desenvolvimento do Rio Grande do Norte, iniciado pela governadora Fátima Bezerra em 2019.

O prefeito local Felipe Menezes assumiu a missão de unir forças em favor do projeto do Time de Lula, com a intenção de continuar o trabalho que já vem fazendo o RN um estado melhor.

“O legado da nossa governadora Fátima vai além do partido. A força e o poder dela são capazes de unir todos os lados. E aqui, hoje, espero que você, Cadu, saia muito consciente que estamos em uma união em favor do interesse do estado do RN, que precisa ser maior que qualquer lado político, contribuindo com o trabalho que vai mostrar ao povo do RN a opção para continuar o trabalho de Fátima. Essa opção é Cadu Xavier, carinhosamente chamado de Cadu de Lula”, destacou Felipe Menezes, prefeito de Lajes e anfitrião.

A reunião deste sábado mostra a força do projeto que olha para todos os potiguares de forma igual e justa, com a intenção de cuidar, criar oportunidades e garantir direitos para os moradores de todas as regiões do RN. Acompanhado da vereadora de Natal e pré-candidata ao Senado, Samanda Alves, da deputada estadual e pré-candidata à reeleição Isolda Dantas e da deputada federal, também pré-candidata à reeleição Natália Bonavides, e da vereadora de Natal e pré-candidata a deputada federal Thabata Pimenta, Cadu de Lula falou do seu compromisso com o povo do Rio Grande do Norte.

“A gente tá aqui, assim como o presidente Lula, assim como a governadora Fátima, não para mudar a nossa vida. Eu estou entrando nesse processo para representar aquilo que eu acredito, que nós acreditamos, que é mudar a vida do povo. Nós vamos governar junto com o presidente Lula e vamos trazer avanços para o município de Lajes, pra região central, pro Rio Grande do Norte”, disse Cadu

Além do anfitrião, o prefeito Felipe Menezes, estiveram presentes também vereadores, lideranças e caravanas de Lajes, Pedra Preta, Santana do Matos, Afonso Bezerra, Paraú, Angicos e Caiçara do Rio do Vento. Também marcaram presença o prefeito Raniery Câmara (Santa Maria) e a prefeita Aize Bezerra (João Câmara), bem como o ex-prefeito de Afonso Bezerra, Neto de Zoraide.

Publicado por: Chico Gregorio


14/06/2026
09:53

Transnordestina bate recorde de instalação de trilhos e reforça avanço de obra estratégica para o Nordeste

A Ferrovia Transnordestina alcançou um recorde em sua construção ao registrar o maior ritmo diário de montagem desde o início das obras, no último domingo (7). 

Na ocasião, as equipes concluíram 1,69 quilômetro de ferrovia em um único dia, durante a instalação de 3,36 quilômetros de trilhos no Lote 5, em Quixeramobim (CE). 

Segundo o  Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, a obra já tem mais 100 quilômetros de ferrovia concluída, de um total de mais de 1.200 quilômetros de malha ferroviária.

Atualmente, a primeira fase da Transnordestina está com cerca de 81% de execução e a expectativa é concluir essa etapa em 2027. O empreendimento já recebeu R$ 9,8 bilhões em investimentos de um orçamento total de R$ 15 bilhões.

Em março deste ano, o governo federal aprovou mais R$ 152,4 milhões do FDNE para manter o ritmo das obras. O  fundo é um dos principais financiadores da ferrovia e representa a atuação da União em projetos estruturantes capazes de ampliar a competitividade regional, reduzir custos logísticos e impulsionar a geração de emprego, renda e oportunidades no Nordeste.

Até agora, já foram liberados mais de R$ 6,6 bilhões pelo FDNE para a Transnordestina.

“Nós vamos avançar em ritmo acelerado para concluir essa ferrovia, que é fundamental na geração de empregos e oportunidades na área logística do país”, afirmou o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.

“Nós vamos avançar em ritmo acelerado para concluir essa ferrovia, que é fundamental na geração de empregos e oportunidades na área logística do país”, afirmou o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.

Com 1.206 quilômetros de extensão, a Ferrovia Transnordestina ligará Eliseu Martins (PI) ao Porto do Pecém (CE), passando por 53 municípios. Considerada a maior obra linear em execução no Brasil, a ferrovia foi planejada para ampliar o escoamento de grãos, fertilizantes, combustíveis, cimento e minério, fortalecendo a logística e o desenvolvimento econômico do Nordeste.

O projeto busca reduzir drasticamente o custo logístico de transporte de commodities, como soja, milho e minérios.

Agência Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


14/06/2026
09:45

9.300+ Dinheiro Real fotos de stock, imagens e fotos royalty ...Foto: Reprodução

O Tribunal de Justiça do RN congelou R$ 24,8 milhões do seu orçamento após o Estado arrecadar menos dinheiro do que o previsto para 2026.

A medida segue os decretos publicados pelo Governo do RN que bloquearam quase R$ 500 milhões do orçamento estadual para tentar equilibrar as contas.

Segundo o TJRN, a decisão foi tomada com base em dados da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), que apontaram queda na arrecadação nos primeiros meses do ano.

O bloqueio não afeta salários de servidores, encargos trabalhistas nem outras despesas obrigatórias previstas em lei.

Na prática, o corte deve atingir principalmente investimentos e gastos administrativos que não são considerados essenciais.

Entre os poderes e órgãos independentes atingidos pelo contingenciamento do Estado, o Tribunal de Justiça recebeu a maior fatia do bloqueio, com R$ 24,8 milhões.

Ao todo, o Governo distribuiu R$ 57,5 milhões em cortes entre TJRN, Assembleia Legislativa, Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas.

Desse total, a Assembleia teve bloqueio de R$ 14,6 milhões e o Ministério Público de R$ 8,4 milhões.

Segundo o Governo do Estado, a arrecadação ficou abaixo do esperado principalmente por causa da redução na receita do Imposto de Renda sobre salários de servidores e da queda nos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

O TJRN informou que os ajustes serão feitos pela área financeira do tribunal. A medida poderá ser revista caso a arrecadação do Estado melhore nos próximos meses.

BG**

Publicado por: Chico Gregorio


14/06/2026
09:29

Quem fez o melhor marketing? Cícero, Lucas e Efraim apostam em estratégias diferentes durante estreia do Brasil

Polêmica PB***

A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, que terminou empatada em 1 a 1 com o Marrocos, também serviu de vitrine para pré-candidatos ao Governo da Paraíba. Nas redes sociais, Cícero Lucena (MDB), Lucas Ribeiro (PP) e Efraim Filho (PL ) aproveitaram o assunto do momento para dialogar com seguidores e reforçar suas estratégias de comunicação. (Veja abaixo).

Mas quem fez o melhor marketing?

Cícero Lucena aposta na identificação com o torcedor

Cícero Lucena, apostou na identificação com o torcedor. Vestindo a camisa da Seleção Brasileira, publicou uma foto acompanhada da legenda: “Hoje é dia de estreia do Brasil na Copa 2026. E tu sabe que quando a gente entra em campo é pra ganhar, né? Então simbora junto rumo à vitória! Qual tu acha que vai ser o placar do jogo?”.

Lucas Ribeiro e a estratégia interativa com bolão

O governador Lucas Ribeiro escolheu um formato mais interativo. Em vídeo ao lado dos pré-candidatos ao senado, João Azevêdo (PSB) e Nabor Wanderley (Republicanos), lançou um bolão sobre o resultado da partida.

“Qual seu chute para o Brasil x Marrocos? Comente aqui e assista até o final para descobrir nosso bolão! Quem leva essa?”, escreveu.

Publicado por: Chico Gregorio


14/06/2026
09:16

Crédito da foto: IlustrativaCampanha eleitoral terá início daqui a dois meses

Cezar Santos***

Em 60 dias, a contar desta segunda-feira, 15, terá início a campanha eleitoral à Presidência da República, governadores, vice-governadores, senadores, deputados federais e estaduais.

A partir de 15 de agosto, os candidatos e candidatas homologados (as) por seus partidos e federações poderão ir às ruas promover comícios, passeatas, carreatas, panfletar e pedir o voto ao eleitor. Temos uma contagem regressiva.

No Rio Grande do Norte, as atenções estão voltadas à disputa pelo Governo do Estado. E não há, nesse momento, como fazer uma projeção segura do que pode acontecer.

Os três pré-candidatos a governador chegarão à campanha em condições parecidas, cada um com pontos positivos e pesos a carregar.

Cadu Xavier, do PT, contará com o maior eleitor do país pedindo votos para ele, presidente Lula (PT), mas carregará o desgaste natural de oito anos do governo que ele defende.

Álvaro Dias (PL) terá a seu favor uma estrutura político-partidária importante que conta com dois senadores, três deputados federais, mais de uma centena de prefeitos e o apoio do maior eleitor de Natal e da região Metropolitana, Paulinho Freire, que será o coordenador de sua campanha.

Por outro lado, Álvaro terá o peso negativo de episódios quando ele era prefeito de Natal, como o desgaste da obra da engorda de Ponta Negra e inauguração do hospital municipal que não funciona até hoje.

Allyson Bezerra (União Brasil) tem a seu favor a popularidade absoluta de Mossoró e de toda a região influenciada pela cidade que ele governou. Por outro lado, carregará o peso da Operação Mederi, em que ele é investigado no esquema criminoso de desvio de recursos da saúde pública.

Diante de recortes de cada um dos postulantes, não é possível cravar, com certeza, quais serão os dois que passarão para o 2º turno das eleições.

É aguardar o início do jogo para um diagnóstico mais preciso do desempenho dos jogadores e de como o eleitor se comportará.

Publicado por: Chico Gregorio


14/06/2026
09:12

Brasil deverá liderar o ranking como maior produtor mundia de carne bovina

 

O Nordeste se destaca no crescimento das exportações de carne bovina no País. No primeiro trimestre deste ano, os embarques cresceram 51,38% na comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro a março, foram embarcadas 9,4 mil toneladas. O desempenho da região superou os 17% de crescimento nacional. Nos três primeiros meses do ano, as exportações estimadas nacionais superaram 4,28 milhões de toneladas, representando 34,6% da produção nacional.

O abate no Nordeste também cresceu 2,96% em relação a 2025, refletindo a expansão de sistemas semi-intensivos e intensivos, ao maior uso de tecnologia e integração com regiões produtoras de grãos.

Os dados foram analisados pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área do Banco do Nordeste (BNB), que indicou que o desempenho expressivo se dá em volume e faturamento, com ampliação do número de destinos e o forte avanço de estados como Pernambuco (+124%), Bahia (+65%), Maranhão (+30%), e Ceará (+42%), impulsionado pela habilitação de plantas frigoríficas e melhorias sanitárias.

Leia mais…

Publicado por: Chico Gregorio


14/06/2026
09:02

Flávio Bolsonaro perde força entre evangélicos, jovens e mulheres, aponta pesquisa Quaest

247 – A mais recente pesquisa Quaest revela mudanças importantes no cenário da disputa presidencial de 2026. O levantamento indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) perdeu apoio em grupos que vinham sustentando seu desempenho eleitoral, especialmente entre evangélicos, jovens, mulheres e eleitores da região Sudeste. O movimento ajuda a explicar a abertura de vantagem de seis pontos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno.

Segundo o G1, os dados detalhados por região, faixa etária, renda, escolaridade e religião mostram uma redução da força eleitoral do pré-candidato do PL em segmentos considerados estratégicos. De acordo com a análise da Quaest, a mudança não decorre apenas do crescimento de Lula, mas também de uma perda de apoio de Flávio Bolsonaro entre eleitores que não se identificam necessariamente com o campo da esquerda.

Sudeste e Centro-Oeste/Norte registram queda de Flávio Bolsonaro

O enfraquecimento do senador aparece de forma mais clara no Sudeste e no agregado das regiões Centro-Oeste e Norte. O Sudeste reúne os dois maiores colégios eleitorais do país, São Paulo e Minas Gerais, tornando-se uma área decisiva para qualquer candidatura presidencial.

De acordo com o diretor da Quaest, Felipe Nunes, a mudança de cenário é evidente nesses recortes regionais. “Regionalmente, a abertura de vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro no cenário de segundo turno aparece com clareza no Sudeste e no agregado Centro-Oeste/Norte. Nos dois casos, a queda de Flávio é maior do que o avanço de Lula, o que sugere perda líquida de apoio do senador nesses recortes.”

No Sudeste, Flávio vinha liderando as intenções de voto desde abril, chegando a abrir uma vantagem de 12 pontos sobre Lula. No entanto, a tendência se inverteu nos últimos meses, levando os dois candidatos a uma situação de empate técnico.

No Centro-Oeste e Norte, o movimento foi semelhante. O pré-candidato do PL registrou queda de oito pontos em relação ao levantamento anterior. Em maio, mantinha uma vantagem de 14 pontos sobre Lula; agora, a diferença caiu para apenas dois pontos, dentro da margem de erro.

Jovens deixam de ser vantagem para o senador

Outro dado que chamou atenção foi a mudança entre os eleitores mais jovens. A pesquisa mostra que Lula passou a liderar numericamente em todas as faixas etárias analisadas. Entre os brasileiros de 16 a 34 anos, grupo em que Flávio Bolsonaro mantinha vantagem nas três rodadas anteriores do levantamento, ocorreu uma virada. Lula assumiu a dianteira, revertendo o cenário que favorecia o senador.

“Entre as faixas etárias, o grupo de 16 a 34 anos é o exemplo mais forte da virada. Depois de três rodadas consecutivas com vantagem numérica de Flávio, Lula passa à frente nesse segmento”, avaliou. Nas demais faixas etárias, o presidente manteve desempenho estável ou ligeiramente superior ao do adversário.

Mulheres ampliam vantagem para Lula

O eleitorado feminino continua sendo um desafio para a família Bolsonaro. Segundo a pesquisa, a vantagem de Lula entre as mulheres aumentou em relação aos levantamentos anteriores.

Entre os homens, Flávio Bolsonaro ainda aparece numericamente à frente, com 44% das intenções de voto contra 41% de Lula. No entanto, a diferença está dentro da margem de erro de três pontos percentuais, configurando empate técnico. Em maio, o senador possuía uma vantagem mais confortável nesse segmento.

Apoio entre evangélicos diminui

A pesquisa também identificou uma redução significativa da vantagem de Flávio Bolsonaro entre os eleitores evangélicos, tradicionalmente considerados uma base importante para o bolsonarismo.

Embora continue liderando nesse grupo, o senador registrou queda de nove pontos em relação ao levantamento anterior. A diferença para Lula, que era de 37 pontos em maio, caiu para 21 pontos em junho. O resultado sugere um enfraquecimento da capacidade de mobilização do pré-candidato em um dos segmentos mais relevantes para sua estratégia eleitoral.

Mudanças por renda e escolaridade

A Quaest também registrou perda de desempenho de Flávio Bolsonaro entre eleitores com renda superior a dois salários mínimos e entre aqueles com escolaridade a partir do ensino médio.

No grupo com renda entre dois e cinco salários mínimos, houve inversão da liderança: Lula passou à frente do senador. Já entre os brasileiros com renda superior a cinco salários mínimos, Flávio segue liderando, embora tenha apresentado recuo em comparação aos levantamentos anteriores.

No recorte por escolaridade, Lula mantém vantagem entre os eleitores com ensino fundamental. Já entre aqueles com ensino médio e superior, o cenário evoluiu para empate técnico.

A mudança mais expressiva ocorreu entre os brasileiros com ensino superior. Em maio, Flávio Bolsonaro liderava com uma diferença de 15 pontos. Agora, a vantagem caiu para apenas três pontos, também dentro da margem de erro.

Para Felipe Nunes, o aspecto mais relevante do levantamento é que a queda de Flávio Bolsonaro ocorre em grupos que não são tradicionalmente alinhados ao presidente Lula.

“A pesquisa indica que a abertura de vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro no cenário de segundo turno está associada a uma perda de tração de Flávio em segmentos fora do núcleo lulista, especialmente entre eleitores independentes. Esse é um dado relevante para acompanhar nas próximas rodadas, porque pode indicar uma mudança no comportamento de grupos menos alinhados ideologicamente”, afirmou.

Publicado por: Chico Gregorio


14/06/2026
08:55

E se é para falar de times, seleções e Copas, a pré-campanha para a disputa do Governo do Rio Grande do Norte tem mostrado um cenário relativamente claro neste momento em que as equipes começam a ser escaladas: os times de Lula e Bolsonaro querem se enfrentar em eventual segundo turno.

Antes da análise, vale um bastidor…

Há alguns dias, circulou a informação sobre uma reunião a portas fechadas entre representantes das duas equipes mais antagônicas e polarizadas do Estado. O time vermelho e o verde-amarelo teriam um mesmo objetivo: excluir o favorito – Allyson Bezerra – em boa parte das pesquisas preliminares divulgadas até agora. A tal reunião, que não seria exatamente um tapetão, teria ocorrido em um escritório de advocacia de confiança de ambos os grupos, onde estratégias teriam sido traçadas. É daquelas histórias de difícil comprovação e fácil negativa.

Fato é que a estratégia parece hoje perceptível em diversas torcidas disfarçadas.

Elas surgem em entrevistas, comentários e redes sociais com uma pergunta quase obrigatória aos pré-candidatos : “Quem estará no segundo turno?”. O time de Lula e o time de Bolsonaro respondem de forma uníssona, como em uma jogada ensaiada: Cadu e Álvaro; Álvaro e Cadu.

Percebe-se com clareza que, muito além dos fatos e das probabilidades, existe o desejo de que a polarização nacional se reproduza no cenário estadual, como se não houvesse outras variáveis capazes de influenciar a disputa.

Afinal, por que Álvaro Dias (PL) deseja tanto enfrentar Cadu Xavier (PT)  e Cadu deseja enfrentar Álvaro, excluindo do embate o ex-prefeito de Mossoró?  Ele, que é apontado por aliados e adversários como um fenômeno das redes sociais, gestor bem avaliado e político sem vinculação direta ao lulismo ou ao bolsonarismo.

Nas mesmas conversas, surge uma comparação reiterada  com a eleição municipal de Natal. O exemplo mais citado é o do ex-prefeito Carlos Eduardo, favorito nas pesquisas durante boa parte da campanha, mas que acabou ficando fora do segundo turno, contrariando previsões e levantamentos divulgados ao longo do pleito de 2024.

A diferença, porém, é significativa.

Ao contrário de Carlos Eduardo, Allyson Bezerra tende a contar com maior tempo de televisão, além do apoio de partidos com forte capilaridade eleitoral, como União Brasil, PP, PSD e Republicanos. Carlos Eduardo, por sua vez, enfrentou a campanha com menor tempo de TV e um palanque bem mais restrito.

Outra aposta dos times de Lula e Bolsonaro seria a possibilidade de novos desdobramentos da operação da Polícia Federal que teve como alvo a Prefeitura de Mossoró no início do ano. O desejo por esse cenário parece tão evidente que parte da mídia alinhada a essa expectativa chegou a alimentar especulações sem fundamento, associando a presença rotineira de veículos da Polícia Rodoviária Federal durante o Mossoró Cidade Junina à suposta preparação de novas operações.

Seria uma espécie de WO buscado  pelos dois times?

Mas isso significaria apostar exclusivamente no imponderável, no apito amigo ou na ajuda de bandeirinhas de plantão. Risco elevado para uma disputa tão importante.

Enquanto os olhos do mundo se voltam para mais uma Copa, repleta de técnicos, comentaristas e especialistas em estratégias de campo, vale lembrar uma das máximas mais repetidas do futebol:” time que quer ser campeão não escolhe adversário.”

Os times de Lula e Bolsonaro do RN parecem pensar diferente. Antes de discutir o próprio jogo, dedicam boa parte da energia a definir quem deveria estar do outro lado do campo.

O problema é que eleição, assim como futebol, costuma reservar surpresas para quem acredita que o resultado pode ser combinado antes do apito inicial.

Laurita Arruda***

Publicado por: Chico Gregorio


14/06/2026
08:48

A Justiça Federal no Rio Grande do Norte abriu uma tentativa de conciliação para tratar de 15 ações que discutem os impactos ambientais da atividade salineira no Estado.

Os processos tramitam em três varas federais — duas em Mossoró e uma em Assu — e foram reunidos para uma audiência conjunta com o objetivo de buscar uma solução única para casos que tratam do mesmo tema.

O foco do debate é um ponto conhecido e delicado da economia potiguar: como conciliar a produção de sal com a preservação de áreas ambientalmente sensíveis, como manguezais, apicuns e salgados.

A audiência contou com a participação de juízes federais das três varas envolvidas e de representantes do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, além de órgãos como o Ministério Público Federal, União, Idema, Secretaria do Patrimônio da União e empresas do setor salineiro.

A ideia central é tentar construir um acordo entre as partes, em vez de decisões isoladas em cada processo. Segundo os organizadores, a atuação conjunta busca dar mais coerência às decisões judiciais e acelerar a resolução dos conflitos.

Ao final da reunião, as partes concordaram em iniciar tratativas para uma possível solução consensual, que permita ajustar a atividade econômica às exigências ambientais.

A audiência dá continuidade a uma etapa anterior do processo, quando magistrados e equipes técnicas realizaram uma visita às áreas impactadas pela atividade salineira no Estado.

Laurita Arruda***

Publicado por: Chico Gregorio


14/06/2026
08:27

A candidata ao Senado Samanda Alves começa a consolidar uma base política importante na região do Seridó. A petista já conta com o apoio dos prefeitos dos dois maiores colégios eleitorais da região: Dr. Tadeu, em Caicó, e Lucas Galvão, em Currais Novos, além de apoios em outros municípios seridoenses.

A entrada dos prefeitos de Caicó e Currais Novos em seu palanque é considerada estratégica, já que os dois municípios concentram uma parcela significativa do eleitorado seridoense. Além deles, outras lideranças da região vêm se somando ao projeto da candidata do PT.

Nos meios políticos, há quem aposte que a força dessas alianças poderá impulsionar Samanda Alves e colocá-la numa posição de destaque na votação do Seridó, numa disputa direta por espaço com nomes como Zenaide Maia e Rafael Motto .

Robson  Pires***

Publicado por: Chico Gregorio