2006 – 768mm
2007 – 565mm
2008 – 1025mm
2009 – 961mm
2010 – 833mm
2011 – 974mm
2012 – 192mm
2013 – 405mm
2014 – 671mm
2015 – 307mm
2016 – 474mm
2017 – 513mm
2018 – 610mm
Fonte: Manoel Fernandes Diniz
2006 – 768mm
2007 – 565mm
2008 – 1025mm
2009 – 961mm
2010 – 833mm
2011 – 974mm
2012 – 192mm
2013 – 405mm
2014 – 671mm
2015 – 307mm
2016 – 474mm
2017 – 513mm
2018 – 610mm
Fonte: Manoel Fernandes Diniz

Dezessete dias após a tragédia que vitimou 10 jogadores da base do Flamengo e deixou outros três feridos em um incêndio no Ninho do Urubu, centro de treinamento em Vargem Grande, zona oeste o Rio, o presidente do clube, Rodolfo Landim, concedeu sua primeira entrevista coletiva sobre o assunto. Até então ele não tinha se colocado a disposição para questionamentos públicos sobre o caso.
O dirigente disse que o clube está negociando individualmente com as famílias o valor das indenizações. Na semana passada, rejeitou proposta de acordo coletivo sugerida pela Defensoria Pública, Ministério Público e Ministério Público do Trabalho.
O Flamengo diz calcular o valor com base em “jurisprudência do STJ (Superior Tribunal de Justiça)”, apesar de reconhecer que a tragédia seria sem precedentes na história. O clube não explicou que jurisprudência seria essa.
Também na semana passada, as famílias divulgaram que o clube ofereceu uma indenização entre R$ 300 e R$ 400 mil por vítima, mais um salário mínimo mensal pelo período de 10 anos.
Já a Defensoria Pública e o Ministério Público sugeriram indenização de R$ 2 milhões por vítima, além de um salário de R$ 10 mil por mês por 30 anos.
O clube alegou ter negado a proposta da Justiça porque tem o desejo de negociar as indenizações individualmente com as famílias das vítimas, embora as próprias famílias tenham manifestado o interesse de que os pagamentos fossem negociados coletivamente.
Existe o temor de que uma negociação individualizada possa levar a valores muito discrepantes para cada vítima. O resultado que as famílias tentam evitar é que parentes de jogadores que tinham possibilidades maiores na carreira recebam mais do que outros de potencial inferior.
“Tudo está sendo feito com enorme respeito e consideração com as famílias. Somos uma instituição de 123 anos que precisa ser respeitada. O Flamengo entende que deve conversar com cada família individualmente e não abrimos mão disso”, disse Landim.
Landim insistiu nas negociações individualizadas e chegou a criticar que ao menos duas famílias estejam neste momento sendo orientadas por advogados privados e não pela Defensoria Pública.
Landim precisou ser lembrado por jornalistas que esse é um direito das famílias que perderam seus filhos no incêndio para reconhecer a legitimidade da opção.
Na última sexta-feira, uma tentativa de mediação judicial entre famílias e Flamengo terminou sem acordo no Tribunal de Justiça do Rio. Segundo parentes das vítimas, o Flamengo se negou a pagar o pedido e seus representantes com poder de decisão deixaram a reunião no meio.
“Durante essa reunião, houve a participação muito forte de duas advogadas, que conseguiram criar um clima dentro desse grupo”, justificou Landim.
Folhapress

Os dois caminhões com ajuda humanitária que estavam na fronteira do Brasil com a Venezuela neste sábado, 23, foram movidos para um local afastado da divisa dos dois países diante da possibilidade de tumultos na região.
A decisão foi tomada horas depois de confrontos na cidade venezuelana de Santa Elena de Uairén entre manifestantes venezuelanos e Guarda Nacional Bolivariana (GNB) que deixaram ao menos dois mortos e mais de 30 feridos segundo relatos de deputados opositores e de uma ONG de defesa dos direitos humanos.
Yuretzi Idrogo, deputada venezuelana exilada no Brasil, afirmou à agência EFE que a decisão de levar os caminhões carregados com alimentos e remédios de volta ao território brasileiro – ambos estavam algumas dezenas de metro dentro da Venezuela – foi uma “precaução para evitar possíveis conflitos”. “A ideia é que essa ajuda entre pacificamente e sem nenhuma violência”.
Algumas centenas de manifestantes antichavistas se reuniram no lado brasileiro da fronteira e se mostraram dispostos a acampar na região até que o bloqueio das autoridades venezuelanas seja rompido e seja autorizada a entrada do carregamento. Um pequeno grupo, no entanto, rompeu com o clima pacífico que perdurou durante quase todo o dia e começou a lançar pedras contra os militares venezuelanos.
Diante deste panorama, os dois caminhões retrocederam, passaram novamente pelo posto brasileiro de controle de fronteira e voltaram para Pacaraima.
Pouco depois, manifestantes venezuelanos que estavam em território brasileiro incendiaram veículos estacionados em um posto de combustíveis a poucos metros do posto aduaneiro já no território da Venezuela.
Os militares da GNB, que até então não tinham reagido às provocações, avançaram em direção ao manifestantes, lançando pedras, bombas de gás lacrimogêneo e disparando balas de borracha contra a multidão.
“Lamentamos profundamente tudo o que está ocorrendo na fronteira e esperamos um solução pacífica para as questões. No entanto, tudo ocorre no lado venezuelano e não podemos fazer nada, a não ser observar e prestar apoio aos venezuelanos do lado de cá da fronteira”, disse um porta-voz do Exército brasileiro.
“No lado brasileiro, vamos apoiar os venezuelanos, mas manteremos a ordem. A Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança Pública estão atentas para mantermos a situação de normalidade”.
“No lado brasileiro, vamos apoiar os venezuelanos, mas manteremos a ordem. A Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança Pública estão atentas para mantermos a situação de normalidade”.

Na tarde de ontem (sábado, 23) voltou a chover no município de Cacimba de Areia e na manhã deste domingo, 24, a Barragem do Sítio Papagaio amanheceu trasbordando.
A barragem, construído no Riacho da Roça, é um pequeno afluente no Rio Farinha, rio que deságua na Barragem da Farinha, que é um dos mananciais que abastecem Patos.
A jusante da Barragem da Farinha o rio de mesmo nome se encontra com o Rio da Cruz, nascendo daí o Rio Espinharas, que é o principal rio da região.
A boa notícia é que que a Barragem da Farinha segue pegando recarga.
Veja o vídeo:
Folha Patoense
“Rio Turbina”, em Coremas. (Foto: Zildo Vicente)
Desde às 10h22min de ontem (sábado, 23 de fevereiro) que a comporta do “Rio Turbina”, em Coremas teve a sua vazão reduzida de 1,5 mt³/seg para 1,0 mt³/seg, uma solicitação do Comitê da Bacia Hidrográfica Piancó-Piranhas-Açu.
A medida acontece em decorrência das boas chuvas caídas nos últimos dias na região. A persistir o inverno pode ser que a vazão venha a diminuir ainda mais.
Folha Patoense
247 – Preso há quase um ano para ser impedido de disputar eleições presidenciais, o ex-presidente Lula deve ser julgado em março pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU.
Em sua manifestação final, os advogados de Lula apontam a falta de isenção do ex-juiz Sergio Moro – que prendeu Lula para depois ser ministro de seu concorrente na eleição – e a crueldade do Estado brasileiro, que impediu o ex-presidente de ir ao velório do próprio irmão.
As informações foram publicadas na coluna Painel. “Os advogados do ex-presidente Lula entregaram na quinta-feira (21) a última manifestação do petista ao Comitê de Direitos Humanos da ONU. O processo agora está pronto para julgamento. A expectativa é a de que o caso seja incluído na pauta do colegiado do mês de março. A defesa rebateu alegações do governo brasileiro ao organismo internacional.
O petista afirma que, ao aceitar o convite de Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça, Sergio Moro pôs em dúvida a afirmação do Brasil de que, quando juiz, “agiu com isenção”, diz o texto.

Via Esmael Morias.
Em Caracas, e em todo país, milhares de venezuelanos saíram as ruas neste sábado (23) para manifestar apoio ao governo constitucional de Nicolás Maduro, pela paz e contra a preparação da guerra patrocinada pelo Estados Unidos. Maduro destacou que a união cívico-militar derrotou o golpe de Estado orquestrado pelo EUA e aliados. “O golpe falhou, a vitória pertence a nós”, declarou. …

Via Esmael Morias.
Nos últimos dias, mesmo com a escalada agressiva do governo Bolsonaro e as provocações na fronteira do país vizinho, o governo da Venezuela mantém o integral fornecimento de energia elétrica para o estado de Roraima,no extremo-norte do país. Neste sábado (23), apesar do clima de tensão na fronteira, segue normal o abastecimento de energia elétrica. …
Açude de Coremas na manhã deste domingo, 24. (Foto: José Albertino)
O secretário de Meio Ambiente, Pesca e Recursos Hídricos de Coremas, José Albertino, disse que o Açude de Coremas pegou 53 centímetros d’água desde que começou a pegar recarga no domingo passado, 17.
Ele começou a pegar água dos pequenos riachos da região no domingo e deixou de pegar água já na quarta-feira, 20. Com as boas chuvas da região na noite da quinta-feira, 21, começou a correr água no Rio Piancó na manhã da sexta-feira, 22, e essa água começou a entrar no Açude de Coremas neste sábado, 23. De ontem (sábado, 23) para este domingo, 24, ele pegou 12 centímetros.
Na noite de ontem choveu bem em Coremas (43 mm, segundo o DNOCS), em Santana dos Garrotes (63 mm, segundo a Cagepa), em Itaporanga e em outros municípios do Vale do Piancó, de forma que devemos ter novidade nas próximas horas no maior açude da Paraíba. “Vem muita água por aí”, disse José Albertino.
Segundo Albertino o Açude de Coremas está agora com 54.777.162 milhões de metros cúbicos e se aproxima dos 9% de sua capacidade total, que é de 591.646.222 m³ d’água.
Ainda não chegou um momento este ano de muita água entrar no açude, mas as perspectivas são boas para as próximas horas.
Via Folha Patoense
As primeiras impressões de oficiais do Exército envolvidos na Operação Acolhida e integrantes do pelotão de fronteira do 7º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), responsável pela segurança, são de que as forças venezuelanas “agrediram o Brasil”.
Os soldados avançaram sobre a fronteira ao se deslocarem até o último marco físico e revidarem as pedradas, além de terem disparado bombas de gás contra o território nacional. “Quem vai dizer que foi uma agressão ao País é o presidente, nosso comandante. Não reconhecemos o governo Maduro. A diplomacia já disse isso e é quem deve se manifestar”, disse o coronel José Jacaúna, chefe da Operação Acolhida que, segundo ele, foi prejudicada e paralisada hoje.
A situação foi comparada por um militar a conflitos ocorridos durante a missão de paz da ONU no Haiti, liderada pelo Brasil. Ele pediu para não ser identificado e disse que o Exército agiu apenas com alguns militares desarmados na linha de fronteira para “evitar uma escalada desnecessária da violência”.
Estadão Conteúdo