Ora ora, os bolsonaristas tem usados todos os argumentos sem pé e sem cabeça para tentar benificiar o candidato Álvaro Dias, a mais recente é que Natal pode derrubar Allysson Bezerra, então por que não dizer também que Mossoró pode derrubar Álvaro Dias ? Uma outra colocação, o pré-candidato de PT Cadu Xavier com o apoio de Natália Bonavides pode atrapalhar essas pretensões de Álvaro Dias em colocar uma grande maioria sobre Allysson Bezerra, tornando a eleição equilibrada na capital com uma pequena diferença entre os três principais postulantes.
Lembrando a imprensa bolsonarista que nas eleicões de 2024 no segundo turno, Natálalia Bonavides obteve em Natal, 180 mil votos, enquanto Paulinho Freire com todo apoio da estrutura administrativa municipal, obteve 223 mil votos, uma maioria de apenas 43 mil votos.

A senadora Zenaide Maia, candidata à reeleição, desponta como um dos principais nomes na corrida pelo Senado após o desempenho positivo em pelo menos duas pesquisas divulgadas neste sábado por institutos distintos.
Em um dos levantamentos, Zenaide aparece em primeiro lugar, com vantagem consistente sobre os demais concorrentes. Já em outra sondagem, a parlamentar surge bem posicionada para garantir a segunda vaga, mantendo-se dentro da zona de classificação.
Os números, embora oriundos de metodologias diferentes, convergem ao apontar um cenário favorável à senadora, que amplia suas chances de recondução ao cargo.
Na prática, os resultados indicam que Zenaide Maia abre vantagem competitiva na disputa e entra na fase inicial da corrida eleitoral com capital político consolidado, figurando entre os nomes mais fortes para assegurar presença no Senado na próxima legislatura.
Robson Pires*
Do blog CG:
Há que garanta que Zenaide não seria radical contra a pré-candidatura de Cadu Xavier, deixando livre seus apoiadores para escolher, mesmo ela votando em Alysson Bezerra.
Pesquisa é o retrato do momento/Cezar Santos*
GUERRA DAS PESQUISAS
As duas primeiras pesquisas de intenção de votos após a operação da Polícia Federal na casa do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil), divulgadas nesta sexta-feira, 20, trazem números conflitantes.
Na Consult/Tribuna do Norte, o ex-prefeito Álvaro Dias (de saída do Republicanos para o PL), lidera com 31,18% contra 29,24% de Allyson.
Já a pesquisa Seta mostra Allyson liderando com 37,3% contra 21,5% de Álvaro.
É claro que um dos institutos faltou à aula.
Mas a falha, nesse momento, é o que menos interessa. O importante é a tendência que os levantamentos apontam.
O principal deles é que Allyson deixa de ser favorito para ser um candidato competitivo. Isso tem muito a ver com a Operação Mederi, que desmontou esquema de desvio de dinheiro da saúde na gestão do prefeito de Mossoró.
Allyson, inclusive, é apontado pela Polícia Federal no “topo” do sistema criminoso. O vasto noticiário da imprensa local e nacional atingiu a sua imagem.
Esse ponto está bem claro nas duas pesquisas.
Por gravidade, Álvaro Dias ganhou força porque se articulou bem no período que Allyson mergulhou por força da Mederi. O ex-prefeito de Natal, que já era competitivo, avançou alguns degraus.
Já Cadu Xavier, o candidato do PT e da governadora Fátima Bezerra, não avançou além do que já tinha em sondagens anteriores, mas no cruzamento dos números é bem claro que ele tem campo para crescer, principalmente se as investigações da Polícia Federal continuarem avançando ao redor de Allyson.
Como pesquisa é retrato do momento, se as eleições fossem hoje Álvaro Dias e Allyson Bezerra estariam no segundo turno.

O anúncio de que o presidente Lula pretende recomprar a refinaria da Bahia reacende um debate urgente no Rio Grande do Norte: a venda da refinaria Clara Camarão, realizada durante o governo Bolsonaro sob o argumento de reduzir preços, não entregou o que prometia. Pelo contrário, consumidores potiguares convivem com combustíveis frequentemente mais caros do que os praticados por refinarias da Petrobras, levantando questionamentos sobre os efeitos reais da privatização no bolso da população.
Diante desse cenário, é fundamental que a classe política do RN se mobilize em defesa da reestatização da unidade. O momento é visto como uma janela histórica para reposicionar o debate e buscar soluções que reduzam o impacto econômico sobre os consumidores. Críticos da privatização defendem que a retomada do controle público pode significar maior alinhamento de preços e justiça tarifária, enquanto o tema deve ganhar força no debate político à medida que 2026 se aproxima.
O Potiguar*
Foto reprodução*
Diante de um cenário de avaliação em queda, a governadora Fátima Bezerra enfrenta um desafio estratégico que foge ao padrão tradicional de quem ocupa o poder. Em vez de deixar o debate eleitoral para o momento mais próximo do pleito, como normalmente ocorre com quem está na cadeira, ela se vê pressionada a antecipar o calendário político. A necessidade é clara: ampliar o tempo de exposição e reconstruir sua aprovação junto ao eleitorado, criando condições mínimas para influenciar o processo sucessório.
Esse movimento exige uma mudança de postura. Fátima precisará intensificar a presença nas ruas, apresentar resultados concretos de sua gestão e reforçar a narrativa de entregas, tanto do primeiro quanto do segundo mandato. A lógica do “o melhor está por vir”, utilizada na última eleição, agora precisa ser acompanhada de evidências visíveis e comunicação eficaz. O tempo é curto, mas ainda há margem para reposicionamento desde que haja ação coordenada e contínua.
Além disso, será fundamental recuperar terreno político perdido nos últimos meses, período em que a governadora priorizou articulações institucionais, como a discussão sobre a eleição indireta, enquanto adversários avançaram na construção de bases. Montar palanques regionais, articular prefeitos, vereadores e lideranças locais e ocupar o debate público passam a ser tarefas urgentes. No atual cenário, mais do que administrar, Fátima Bezerra terá que disputar cada espaço político até 2026.
O Potiguar*

O Potiguar*
Enquanto o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte ainda não julga ações que apuram abusos de poder, conforme denúncia do Ministério Público Eleitoral, nas eleições de 2024 em Natal, o ambiente político já começa a reproduzir dinâmicas semelhantes com vistas a 2026. A percepção nos bastidores é de que um grupo político avança de forma consistente na formação de alianças, reunindo prefeitos, vereadores e lideranças em um ritmo que destoa dos demais campos. Trata-se de uma movimentação que, historicamente, demanda capilaridade, articulação e, sobretudo, acesso a recursos e estrutura política.
A construção dessa base não ocorre apenas no campo institucional. Há também presença crescente em meios de comunicação, como programas de rádio, além da realização de eventos e da consolidação de apoios em diversas regiões do estado. O contraste com outros grupos políticos levanta questionamentos sobre os fatores que explicam tamanha capacidade de mobilização. Sem atribuição de ilegalidades no momento, o debate se concentra na desigualdade de condições estruturais, elemento recorrente na política brasileira, especialmente em disputas majoritárias.
Diante desse cenário, cresce a expectativa sobre o posicionamento da Justiça Eleitoral. Eventual demora ou ausência de sinalização mais firme pode contribuir para a repetição de práticas controversas já discutidas no pleito anterior, como uso indevido da máquina pública ou outras irregularidades eleitorais. Caso não haja um marco claro de limites, 2026 corre o risco de reeditar, em escala estadual, tensões e questionamentos que marcaram o último ciclo eleitoral no RN, em especial, em Natal.
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), vem sendo incentivado nos bastidores a entrar na disputa por uma vaga no Senado Federal.
O movimento ganhou força após a governadora Fátima Bezerra (PT) decidir permanecer no cargo e não disputar o Senado nas próximas eleições, abrindo espaço no cenário político estadual.
Uma das possibilidades levantadas é a entrada de Ezequiel na chapa do pré-candidato ao Governo, Álvaro Dias. No entanto, para que isso ocorra, seria necessário um rearranjo interno, já que o pré-candidato ao Senado Coronel Hélio teria que retirar sua candidatura.
Na chapa governista, também há espaço em aberto para o Senado, tendo sido anunciada até o momento apenas a pré-candidatura de Samanda Alves.
Já no grupo liderado pelo prefeito Allyson Bezerra, o cenário está parcialmente definido, com a senadora Zenaide Maia como candidata à reeleição, sendo, até agora, o único nome confirmado para a disputa ao Senado.
Outra hipótese que começa a ganhar defensores é a possibilidade de Ezequiel Ferreira lançar uma candidatura avulsa, fora das principais chapas em formação.

Heitor Gregorio*
O deputado Vivaldo Costa foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Rio Grande na tarde desta sexta-feira (20), onde passou por uma série de exames médicos para avaliação do seu estado de saúde.
Inicialmente, havia a suspeita de pneumonia, mas essa hipótese foi descartada após a realização dos exames. De acordo com a equipe médica, Vivaldo teve um pequeno sangramento na cabeça.
Apesar do diagnóstico, o Papa-Jerimum encontra-se bem, consciente e acordado, o que tranquiliza familiares, amigos e apoiadores.
Vivaldo Costa deverá ser submetido a uma cirurgia na manhã deste sábado (21), com início previsto para às 08h. O procedimento será conduzido pelo neurocirurgião Gladstone Costa.
Novas atualizações sobre o estado de saúde do deputado devem ser divulgadas após a realização da cirurgia.
