19/03/2017
09:23

Por Josias de Souza

Não foi por acaso que Osmar Serraglio recorreu ao fiscal agropecuário Daniel Gonçalves Filho, para pedir que acudisse o dono de um frigorífico sob fiscalização no Paraná. No exercício do seu mandato de deputado federal, Serraglio notabilizou-se como um ferrenho protetor político do personagem. Agora, na pele de ministro da Justiça, Serraglio tenta se desvencilhar do seu protegido, acusado pela Polícia Federal de liderar a “organização criminosa” desbaratada na Operação Carne Fraca.

O blog apurou que Serraglio pegou em lanças para tentar impedir que o “grande chefe”, como se referia a Daniel Gonçalves Filho, fosse afastado do comando da superintendência do Ministério da Agricultura no Paraná. Última titular da pasta da Agricultura na gestão de Dilma Rousseff, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) recebeu Serraglio em seu gabinete no ano passado, antes do impeachment da ex-presidente petista. O visitante estava acompanhado do deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), outro anteparo político do fiscal da Carne Fraca.

Numa deferência à dupla de apoiadores do fiscal tóxico, Kátia Abreu informou que recebera da Consultoria Jurídica do Ministério da Agricultura uma recomendação para suspender Daniel Gonçalves do posto de autoridade máxima da pasta no Estado do Paraná. Explicou que o afastamento ocorreria como resultado de um Processo Disciplinar Administrativo. Inconformado, Serraglio pediu à então ministra de Dilma uma cópia do processo. Embora o pedido fosse inusual, foi atendido.

Mesmo depois de folhear o processo, Serraglio não se deu por achado. Insistiu para que Kátia Abreu mantivesse Daniel Gonçalves no comando da representação da Agricultura no Paraná. O processo administrativo tratava de um caso de furto na superintendência paranaense do ministério. Daniel livrara um subordinado da acusação de surrupiar combustível. O problema é que ele não tinha poderes para inocentar o colega. Para complicar, as evidências do desvio eram eloquentes.

De resto, o protegido de Serraglio respondia a vários outros processos administrativos. Àquela altura, Daniel Gonçalves já se encontrava também sob investigação da Polícia Federal. Mas o inquérito que desaguaria na Operação Carne Fraca corria em segredo. Sem saber, Kátia Abreu tomou distância de uma encrenca.

 

Publicado por: Chico Gregorio


19/03/2017
09:04

Resultado de imagem para flavio rocha

O Partido Novo quer candidatar o dono da Riachuelo, Flávio Rocha, ao Palácio do Planalto.

O presidente do partido, João Amoêdo, disse ao Estadão:

“Não falamos com Flávio Rocha ainda, mas ele é uma pessoa alinhada com os princípios do Novo e um bom gestor. Pode ser um nome”.

O Antagonista

Publicado por: Chico Gregorio


19/03/2017
08:59

Economistas advertem: o escândalo das carnes adulteradas será uma catástrofe para o Brasil, muito pior que os danos causados pela Lava Jato. A começar pelo provável banimento do País no mercado mundial.

Se o Brasil for mesmo banido do mercado mundial de carnes, poderá levar décadas para se recuperar, segundo estimam especialistas. Hoje, o Brasil é considerado o segundo maior produtor de carnes do mundo.

Uma das principais preocupações com a operação Carne Fraca é o mercado chinês, o segundo maior importador de frangos e o terceiro principal destino das carnes suína e bovina do Brasil.

Assim que soube da operação Carne Fraca, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, ligou para o embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, para detalhar as providências do governo.

Cláudio Humberto

Publicado por: Chico Gregorio


19/03/2017
08:56

A investigação que apura as causas do acidente aéreo que matou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki prossegue após dois meses da tragédia, completados neste domingo (19).

Relator da Operação Lava Jato no STF, Teori Zavascki morreu aos 68 anos, em 19 de janeiro, depois que o avião em que estava com outras quatro pessoas caiu no litoral de Paraty (RJ).

Atualmente, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), responsável por apurar quedas de avião no país, está coletando e analisando dados obtidos do acidente, informou a Força Aérea Brasileira (FAB), à qual o Cenipa é subordinado. Não há prazo para a conclusão da investigação.

Um dos objetos estudados pelo Cenipa, em Brasília, é o gravador de voz da cabine do piloto. Por meio do áudio registrado, por exemplo, é possível saber o que o piloto falou antes da queda, seja com os passageiros ou com o controle de tráfego aéreo. É possível também ter uma indicação se os sistemas do avião estavam funcionando normalmente, como o motor da aeronave.

 

G1

Publicado por: Chico Gregorio


19/03/2017
08:50

Um amigo do DCM conta que, em delação premiada, Marcelo Odebrecht revelou um depósito de 50 milhões de dólares para Aécio Neves no exterior.

 Fonte: Diário do Centro do Mundo.

Publicado por: Chico Gregorio


18/03/2017
11:41

A Páscoa está chegando e uma foto feita por um brasileiro nos Estados Unidos tem causado indignação em terras tupiniquins.

Luciano Dias publicou a imagem em seu Facebook e logo ela viralizou nas redes. Trata-se de uma foto de ovos de Páscoa da Garoto, vendidos a 1,99 dólares em um mercado de Boston, nos Estados Unidos. Se convertido para reais, o custo é de R$ 8 pelo ovo de 215g, que é vendido por R$ 30 aqui no Brasil. E detalhe: o ovo é produzido aqui mesmo e sai bem mais barato lá fora.

 

Publicado por: Chico Gregorio


18/03/2017
11:33

Cidade com maior índice de demissões foi Mossoró, que teve 1.064 desligamentos consolidados; setor de agropecuária, segundo o Caged, é o que mais demite funcionários

carteira de trabalho

Carteira de trabalho

O novo balanço mensal divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), realizado pelo Ministério do Trabalho, apontou que o Rio Grande do Norte demitiu, somente no último mês de fevereiro, 1.282 trabalhadores.

A cidade com maior índice de demissões foi Mossoró, que teve 1.064 desligamentos consolidados. O setor de agropecuária, segundo o Caged, é o que mais vem perdendo empregos neste ano, registrando um saldo de 2.158 demissões. Em contrapartida, a própria agropecuária mais contratou do que demitiu nos últimos 12 meses.

Em fevereiro, o setor que mais registrou contratações foi o de serviços, que finalizou o mês com saldo de 531 novos empregados, sendo a maioria deles de profissionais do ensino. Em 2017, o setor de serviços 1.368 pessoas a mais do que demitiu.

Apresentado resultados tímidos, mas positivos, os setores de serviços industriais de utilidade pública e construção civil fecharam fevereiro com 28 e 82 vagas a mais, respectivamente. Por outro lado, extração mineral, indústria de transformação e comércio demitiram mais do que contrataram.

Publicado por: Chico Gregorio


18/03/2017
11:30

Ações da JBS desabam 10,79%, e as da BRF recuam 7,25%. Mesmo sem ser citada, Marfrig também cai cerca de 2%; situação ainda pode piorar.

Foto: APhoto

Painel da Bovespa, em São Paulo

As ações dos três frigoríficos que fazem parte do principal índice de ações brasileiro, o Ibovespa, perderam em um só pregão R$ 5,9 bilhões do seu valor de mercado. Agora, juntas, JBS, BRF e Marfrig valem R$ 62,9 bilhões. Os papéis dessas empresas, em especial das duas primeiras, caíram com força, em consequência da deflagração da Operação Carne Fraca. Foram as duas maiores quedas do índice, que encerrou o pregão com perdas de 2,39%, aos 64.209 pontos.

“Essa operação contra os frigoríficos acabou contaminando a Bolsa. Dessa forma, vemos esse movimento de correção, já que o tom está mais negativo”, avaliou Ignacio Crespo, economista-chefe da Guide Investimentos.

Para efeito de comparação, o montante perdido pelas três equivale ao valor de mercado da AES Tietê e supera o de empresas como Ecorodovias e Estácio Participações.

O maior recuo em valor de mercado ocorreu nos papéis da JBS. Na quinta-feira, a empresa valia na Bolsa R$ 32,7 bilhões. Ao final do pregão de ontem, o montante era de R$ 29,3 bilhões, uma perda de quase R$ 3,5 bilhões de uma só vez, fruto do recuo de 10,59% na cotação de suas ações — cada uma vale agora R$ 10,72. No mercado americano, os recibos de ações (ADRs, na sigla em inglês) registraram um tombo de 9,26%.

O valor de mercado da BRF também teve forte queda: caiu R$ 2,4 bilhões, para R$ 30,1 bilhões. As ações desabaram 7,25%, para R$ 37,10. Nos ADRs, a perda foi de 7,73%.

A Marfrig, mesmo sem ser citada na operação, não escapou do mau humor dos investidores. Seu valor de mercado passou de R$ 3,6 bilhões para R$ 3,5 bilhões, devido à queda de 2,09% de suas ações.

Publicado por: Chico Gregorio


18/03/2017
11:10

Organização da visita da presidente deposta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à cidade de Monteiro (PB) no próximo domingo, 19, está provocando dificuldades de hospedagens na cidade; “Havia inicialmente uma projeção de 3 mil a 5 mil pessoas, mas todos os dados que dispomos são de uma quantidade muito acima o que tem nos levado a desdobrar esforços visando resolver todas as demandas”, afirmou o assessor do Instituto Lula, Paulo Frateschi; Lula e Dilma farão a “inauguração popular” da obra, efetivada nos governos do PT

Publicado por: Chico Gregorio


18/03/2017
10:38

Dilma e Lula

Os preparativos do governo do Estado e da Assembleia Legislativa objetivam criar um grandioso evento no domingo, na cidade de Monteiro, Cariri paraibano, para assinalar a chegada das águas da transposição do rio São Francisco. O governador Ricardo Coutinho, o presidente da Assembleia, deputado Gervásio Maia, e lideranças da sociedade e dos trabalhadores, aguardam com expectativa a vinda dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, no PT. Haverá apresentações artísticas, “puxadas” pelo cantor e compositor Chico Buarque de Holanda, e pelo cantor e compositor paraibano Chico César, no que está sendo denominado de “Rock in rio São Francisco”.

O evento tem tudo para ofuscar a passagem recente do presidente Michel Temer, que veio dar por abertas as comportas da transposição na Paraíba, mas foi recebido com frieza em Monteiro. O cenário nas últimas horas tornou-se mais promissor porque choveu forte em grande parte do Sertão paraibano entre quarta-feira e ontem, fazendo com que os sertanejos vissem um açude sangrar, depois de anos de seca. Na Região Metropolitana de Patos, o açude Jacu transbordou e deixou ilhados os moradores de um assentamento que fica no distrito de Santa Gertrudes. Em 11 municípios da região, Agência de Gestão das Águas da Paraíba, Aesa, dirigida pelo ex-deputado João Fernandes da Silva, registrou precipitação superior a 50 milímetros.

Publicado por: Chico Gregorio


18/03/2017
10:34

Não serão necessárias muitas linhas para justificar a manchete. Bastou o Cristalvox abrir um Link perguntando sobre Henrique Meirells, JBS e irmãos Batista para que a tela ficasse repleta de artigos fazendo alusão a chegada de Meirelles ao maior grupo frigorífico da América.
 
A “Operação Carne Fraca” não começou hoje. Foi deflagrada extamente quando o Ministro da Fazenda de Michel Temer estava no comando das empresas da família Batista. Portanto, se algo de estranho e criminoso aconteceu de 2012 até a posse de Meirelles na Fazenda, a “máxima” é de que ele “sabia de tudo”.
Falta coragem para a grande imprensa dizer isso. Divulgar a verdade… Só está a falar nos corrompidos, “silenciando” sobre os corruptores.
Leia apenas duas publicações “coldas” e tenha, depois  a paciência de pesquisar no Google. O leitor vai entender o porquê do Brasil não ter mais conserto.
“O preço de Henrique Meirelles para o JBS. Para melhorar a imagem da JBS, Joesley Batista deu carta branca e uma montanha de dinheiro ao ex-presidente do Banco Central. A aposta se pagou em uma semana.
“Meirelles empresta credibilidade ao grupo”, diz um executivo próximo à JBS. “Além de ter excelentes conexões empresariais, ele transita muito bem no governo.” (Meirelles interrompeu a entrevista no dia 9 de março para receber o ministro Fernando Bezerra Coelho, da Integração Nacional, na sede da J&F, no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.) O anúncio da chegada de Henrique Meirelles fez com que as ações da JBS subissem até 4,4% na segunda-feira seguinte.”
Revista Exame
“Em março de 2012, preocupados com a crescente responsabilidade causada pela expansão dos negócios, os irmãos Batista chamaram o conterrâneo Henrique Meirelles para assumir a presidência do Conselho de Administração da J&F, holding que controla empresas e marcas famosas como JBS Friboi, Banco Original, Swift, Doriana, MassaLeve, Lebon, Pilgrim’s, Seara, Vigor, Rigamonti, Fiesta e Flora. Uma das missões de Meirelles era traçar a estratégia mundial do grupo, para não perder mercado.
Menos de um ano depois, surpreendentemente José Batista Júnior deixou de ser o principal sócio da holding J&F, tendo vendido sua participação para os irmãos Joesley e Wesley, que tiveram de manter Meirelles à frente do Conselho, porque hoje a credibilidade do grupo está diretamente associada à atuação do ex-presidente do Banco Central e do BankBoston, que está cada vez mais rico e se tornou também acionista do Itaú. (Tribuna Internet – Carlos Newton)

Publicado por: Chico Gregorio


18/03/2017
10:24

Transposição

A história da transposição de águas do rio São Francisco – que hoje provoca emulações por paternidade entre adeptos do ex-presidente Lula e aliados do atual presidente Michel Temer – demanda uma verdadeira cronologia épica. Em 1870, no período do Império, o debate a respeito foi deflagrado com dom Pedro II, mas não houve avanços concretos. As ideias eram ambiciosas e envolviam a articulação da ferrovia que estava chegando ao País com a transposição das águas do Velho Chico. Por estarem na fase embrionária, os debates não produziram conclusões factíveis. Mas ficou a semente maior – da ideia, que seria perseguida no curso da História até os dias de hoje, alcançando o ex-presidente Lula, que teve a coragem de deflagrar as obras e o presidente Michel Temer, a quem coube entregar o Eixo Leste.

No período de 1919 a 1922, quando se investiu na presidência da República o paraibano Epitácio Pessoa, o debate sobre a transposição tomou vulto por razões óbvias. Mas as ideias continuavam sem um roteiro pré-definido ou conciso. Falava-se em articulação do São Francisco com o Tocantins. Na verdade, havia experimentos, testes de laboratório para se chegar a um consenso que levasse ao ponto de partida. A questão pulsante era como fazer a transposição das águas, coroando-a de forma marcante. Estudos técnicos sucediam-se em bastidores, mas a falta de um modelo externo dificultou a conjuntura. O Brasil surgia como que uma espécie de desbravador, de pioneiro nesse campo. Com o tempo, Israel antecipou-se em tecnologia e forneceu esboços de modelos que foram adaptados à realidade brasileira.

“Sempre que houve seca, abriu-se o debate sobre o combate ao problema”, define o historiador paraibano José Octávio de Arruda Melo. Assim se deu em 1958, quando estava no governo Juscelino Kubitscheck. O Nordeste enfrentou uma das piores secas da sua escalada. A prioridade de Juscelino, mediante compromisso público, entretanto, era com outra obra ciclópica – a construção da Capital do Brasil em pleno Planalto Central. Isto foi o que consumiu páginas inteiras de livros, jornais e revistas, pelos questionamentos acerca dos custos e desvantagens da epopéia. De permeio com o misticismo, refletido na imagem de Dom Bosco, fez-se Brasília, nas cercanias de Goiás, mas no traçado do Planalto Central, como estava mais ou menos escrito. A transposição ficou em segundo plano e a dura seca foi combatida à base de medidas emergenciais e, também, de paliativos, como as frentes de emergência.

Um ponto a ser destacado é de natureza semântica. Por muito tempo, autoridades, políticos e especialistas falavam em “combater os efeitos da seca”. Fizeram, finalmente, uma descoberta acaciana: é impossível combater um fenômeno climático. A semântica foi ajustada, então, para dar lugar à expressão correta: convivência com a seca. Já que ela é inevitável, em fases cíclicas que a meteorologia prevê hoje com uma facilidade estupenda, a solução é coexistir, e, nesse bojo, oferecer alternativas para que a população nordestina não sofresse tanto nessa etapa de calamidade. Creio, pessoalmente, que o consenso semântico tenha sido de fundamental importância para o encontro da luz no fim do túnel. O fato é que de 94 a 2002, no governo de Fernando Henrique Cardoso, as ideias foram postas no papel. Mas o próprio FHC, em seu livro “Diários da Presidência”, assume que apostou muito no barateamento de fórmulas para poupar o Erário. Daí porque não houve avanços. Ele chegou a visitar Monteiro e fez um discurso ambíguo sobre a viabilidade do empreendimento, remetendo-a para os estudos que estariam sendo feitos. Em outras palavras, para as Calendas Gregas. Mas as Calendas Gregas estavam mais próximas do que supunha a vã imaginação dos nordestinos.

Foi, indiscutívelmente, com Luiz Inácio Lula da Silva, nordestino, que a transposição saiu do papel. Não é o caso de dizer que foi um mar de rosas. O processo foi tumultuado, houve embargos e paralisações decretadas pelo próprio Tribunal de Contas da União, suspeitas de superfaturamento na licitação de empresas, o escambau. A transposição parecia ter ido pelo ralo. A obstinação de Lula, entretanto, foi maior. Acossado por escândalos de outra ordem, envolvendo corrupção no governo e no seu partido, o PT, o ex-presidente acelerou o processo de elaboração para que fosse iniciada a execução das obras. E assim foi feito, com continuidade possível, mas nem tanta, no governo de Dilma. Chegando a Temer, com a conclusão do Eixo Leste, que deságua em Monteiro, na Paraíba.

É justo que Lula venha domingo a Monteiro banhar-se nas águas da transposição. Ele realmente lutou para isto – e fez o que muitos antecessores não lograram executar.

Lula está liberado para lançar mão do seu bordão preferido: “Nunca antes na história deste País”. Boas-vindas, presidente Lula.

Nonato Guedes

Publicado por: Chico Gregorio


18/03/2017
10:04

O vereador Rubens Fernandes da Silva, do PSD, foi agredido durante uma sessão da Câmara em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. Durante a sessão que discutia a redução de salário dos vereadores de Ribeirão Pires, o vereador citou um processo civil envolvendo um homem que estava na plateia, que foi candidato na última eleição.

Fonte: Marcos Wéric com R7

Publicado por: Chico Gregorio


18/03/2017
09:54

O ex-governador e presidente do diretório do PMDB de Guarabira Roberto Paulino defendeu, durante entrevista a uma emissora de rádio local, na tarde desta sexta-feira (17), que seu partido pode unir PSB e PSD em torno de uma chapa majoritária para as eleições de 2018.

Paulino afirmou que quem pode realizar todas essas articulações é o senador Raimundo Lira (PMDB). Para ele, o senador tem a habilidade de passar o Natal com o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o réveillon com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) e sair ileso de críticas.

Ele sugeriu que Lira fosse o candidato a governador pelo PMDB, Luciano Cartaxo (PSD) como vice, “já que ele já foi vice uma vez, pode ser de novo”; e Ricardo Coutinho (PSB) e Cássio Cunha Lima (PSDB) como candidatos a senador.

Quanto a Lígia Feliciano, ele foi enfático. “Ela já vai entrar para a história como a primeira governadora”, declarou.

Fonte: Cariri em Ação

Publicado por: Chico Gregorio


18/03/2017
09:49

O deputado estadual Anísio Maia (PT), o vereador de João Pessoa Marcos Henriques (PT) e o ex-deputado Gilvan Freire participaram de mesa redonda na noite desta sexta-feira, 17, no programa Master News, da TV Master. Durante a conversa, Anísio Maia disse que o ex-presidente Lula foi o primeiro gestor a ter a iniciativa de colocar o projeto de Transposição do Rio São Francisco em prática e amenizar o sofrimento da população que sofre com os efeitos da seca.

Ele disse que o presidente peemedebista Michel Temer “é como um doente terminal, está morto politicamente, não capitaliza nada com a Transposição, ele só concluiu a obra, mas quem realizou foi Dilma e Lula”, afirmou.

Durante a conversa, ele defendeu o governo petista e disse que Lula também não está vindo pensando apenas em 2018. Para ele, a importância da obra merece a presença de Lula na comemoração e destacou que o PT e seus aliados tem vários nomes que podem ser o futuro candidato a presidência.

Marcos Henriques destacou o papel do PT em importantes mudanças da sociedade, investimentos em educação, políticas públicas, programas sociais que retiraram milhões de pessoas da pobreza extrema e pontuou que a Transposição é a obra mais aguardada do último século.

Já Gilvan Freire reconheceu a importância do PT para o início da obra, mas deixou bem claro que houve corrupção na realização do trabalho, disse que o povo brasileiro, nordestino e paraibano são os donos da obra e disse que acha estranho fazer duas inaugurações de uma obra, uma com o presidente atual e outra com o ex-gestor.

Fonte  Polêmica Paraíba

Publicado por: Chico Gregorio