12/06/2017
10:49

O apresentador do Bom Dia Brasil, jornalista Chico Pinheiro, fez sua análise sobre o ‘suposto’ julgamento que ocorreu no TSE .

“Se alguém chegasse de fora (de outro país) ia achar (inclusive) que o presidente do TSE seria advogado do Presidente da República” disse Chico.

O jornalista relembrou que Gilmar Mendes, há pouco tempo, frequentava constantemente o Palácio do Jaburu (residência oficial do vice … ops … do presidente Michel):

“Nunca de viu tanta prova de corrupção o em uma campanha a eleitoral e o TSE está querendo ignorar isso diante da sociedade”

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
10:47

O presidente Michel Temer apelou ao governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e ao prefeito, João Doria, para que eles trabalhem no sentido de esvaziar o caráter deliberativo da reunião da Executiva ampliada do PSDB marcada para hoje e que pode definir a saída dos tucanos da base aliada ao Palácio do Planalto.

Após a vitória de Temer no julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na sexta-feira, 9, o presidente, por meio de aliados e ministros do PSDB, pediu a Doria e a Alckmin que deem mais tempo a ele para reorganizar sua base e mostrar que o governo ainda tem força para aprovar as reformas defendidas pelo prefeito e pelo governador, principalmente a da Previdência. Dentro do próprio PSDB é dado como certo que Temer não conseguirá fazer as reformas sem o apoio dos tucanos.

O medo de Temer é de que a saída do PSDB do governo crie um “efeito manada”, na expressão de um senador do PMDB próximo a Temer, às vésperas de a Câmara dos Deputados analisar uma eventual denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente. Ou seja, a saída dos tucanos pode motivar outros partidos a seguir o mesmo caminho.

Na avaliação do Planalto, se os dois tucanos paulistas trabalharem para esvaziar a reunião de hoje ou para cabalar votos pela permanência do PSDB na base, a vitória de Temer estará garantida na Executiva, que tem 17 membros, caso haja uma votação deliberativa.

Rumo a 2018

Para auxiliares de Temer, as pretensões eleitorais de Alckmin e Doria favorecem um entendimento deles com o Planalto neste momento. A dupla também receia que a saída do PSDB da base governista leve o partido automaticamente para a oposição, o que favoreceria o PT e deixaria o governador numa posição de isolamento político para 2018. A ambos ainda interessaria manter Temer no cargo, ainda que com baixa popularidade, até 2018, quando um dos dois poderá ser o candidato a presidente.

No PSDB, a compreensão é de que a substituição de Temer, via eleição indireta no Congresso, poderia abrir caminho para Rodrigo Maia (DEM-RJ) ser candidato e permanecer no cargo de presidente, o que elevaria o cacife eleitoral do partido dele para 2018 e dificultaria um entendimento com os tucanos.

Até ontem à noite, Doria e Alckmin trabalhavam fortemente pelas pretensões de Temer dentro do PSDB.

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
07:41

Tribunal de Contas revela “super salários” no funcionalismo público da Paraíba


Profissionais aparecem no Sagres com remunerações de até R$ 79,6 mil
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) tem revelado que o teto do funcionalismo público, na Paraíba, não passa de balela. Desde sexta-feira (11), quando os salários de todos os servidores públicos foi colocado no ar, a polêmica sobre o tema se instalou.

O limite admitido pela legislação é de R$ 39 mil, o equivalente ao recebido por um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar disso, no mês de abril, último divulgado no Serviço de Acompanhamento dos Recursos da Sociedade (Sagres), há pagamento de até R$ 79,6 mil a servidores. É o caso da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa). Nela, há também um pedreiro recebendo mais de R$ 17 mil.

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
07:30

Empresário Henrique Constantino disse ter se encontrado com Michel Temer após um acerto com Eduardo Cunha

Depois da Odebrecht, mais um empresário acusa Michel Temer de ter dado a aval a repasse de propina para financiamento de campanhas do PMDB.

Henrique Constantino, um dos fundadores da Gol Linhas Aéreas, disse a procuradores em Brasília ter se encontrado com Temer após um acerto com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), segundo reportagem do Globo veiculada neste domingo 11.

Constantino relatou que o peemedebista avalizou uma contribuição ilegal de R$ 10 milhões de suas empresas a políticos do PMDB e a campanhas em 2012, quando era vice-presidente da República.

Cunha, porém, não teria falado em propina na presença de Temer, segundo o empresário, e sim sobre o compromisso do seu grupo de empresas de apoiar o partido e o grupo político do vice-presidente. Segundo Constantino, isso foi entendido como uma forma de avalizar os pagamentos.

O ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) também teria participado do encontro, que não foi registrado na agenda oficial de Temer. Questionado pelo Globo, o Planalto não respondeu se Temer se encontrou realmente com Constantino nem por que a reunião não teria sido colocada na agenda. Disse apenas “jamais saber que Eduardo Cunha tenha feito qualquer tipo de acordo com Henrique Constantino”.

De acordo com Constantino, os R$ 10 milhões teriam sido pagos depois do encontro. Em contrapartida, o Grupo Comporte, que pertence à família Constantino, teria uma série de solicitações atendidas pelo governo federal.

O empresário, que tenta fechar acordo de delação premiada na Lava Jato, é investigado por conta de um empréstimo feito por uma das empresas de sua família junto à Caixa Econômica Federal. Se firmar o acordo de delação, ele promete entregar irregularidades no setor da aviação civil, envolvendo ministros e parlamentares.

Antes da Gol, a Odebrecht já havia denunciado, em delação premiada na Lava Jato, ter participado de reunião com Temer para acertar o repasse de US$ 40 milhões em propina a campanhas do PMDB em 2010, entre elas a do próprio Temer, que concorria à vice-presidência.

Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
07:24

f+atima bezerra pingo de mei diaNesses momentos que políticos são hostilizados, a senadora Fátima Bezerra andou pelas bandas de Mossoró, participou do tal Pingo do Mei Dia, não teve medo e foi para o meio do povo.

Que viu Fátima na rua disse que ela está muito bem para quem quer disputar o governo do estado.

Segundo blog  tomou conhecimento que por onde ela passou foi tratada com carinho e ouviu gritos de ‘governadora’..

Via Renato Dantas.

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
07:17

Em jantar de aniversário do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente Michel Temer disse a políticos presentes que sua absolvição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi uma “bela vitória” e que está confiante de que terá os 172 votos mínimos necessários na Câmara para barrar eventual denúncia contra ele apresentada pela Procuradoria-Geral da República.

A festa ocorreu na noite de sexta-feira (9), na casa do deputado Alexandre Baldy (GO), no Lago Sul, área nobre de Brasília. Líder do Podemos (antigo PTN) na Câmara, Baldy é um dos parlamentares mais próximos de Maia. Ele deve ser escolhido relator da CPI mista que vai apurar supostas irregularidades em operações no mercado financeiro por parte da JBS, empresa cujos donos delataram Temer.

Conforme relatos dos presentes, poucos foram os deputados convidados para o jantar, entre eles o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e Fernando Monteiro (PP-PE). Os ministros Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), padrasto da mulher de Maia, também compareceram. Até políticos da oposição passaram pela festa.

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
07:13

Por FOLHAPRESS

A Polícia Federal encontrou documentos rasgados, com informações sobre a reforma da casa de uma filha do presidente Michel Temer, na operação de busca e apreensão que fez no apartamento do coronel da Polícia Militar João Baptista Lima Filho.

Ele é um dos mais antigos e fiéis aliados do presidente, suspeito de ser laranja de Temer. Um dos delatores da JBS, Ricardo Saud, diz ter mandado entregar R$ 1 milhão para Lima Filho dos R$ 15 milhões que o grupo doara para o caixa dois de Temer em 2014.

Os rasgos nos papéis, feitos nos sentidos horizontal e vertical da folha, aparentemente com uma régua, sugerem que alguém queria destruir a documentação, na interpretação dos investigadores que participaram da operação de busca.

O conjunto de papéis rasgados tinha pouco mais de duas dezenas de páginas. Os policiais tiveram que montar as folhas rasgadas para ler o conteúdo dos documentos.

DESPESAS DE TEMER

Destruição de provas é considerada um crime grave pela Justiça. É uma das justificativas previstas para a decretação de prisão. Foi com esse argumento, por exemplo, que a Justiça mandou prender outro aliado de Temer, o ex-ministro Henrique Eduardo Alves, na terça (6).

A Procuradoria-Geral da República, segundo a Folha apurou, não pediu a prisão de Lima Filho neste primeiro momento por razões estratégicas.

A PF também encontrou documentos que apontam que o coronel aposentado controlava ou pagava despesas de Temer. Um dos papéis apreendidos é a nota de um aparelho de telefonia comprado para Temer em 1998.

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Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
07:10

TV (Foto: Reprodução )O Globo

O ex-assessor da Presidência Rodrigo Rocha Loures (PMDB)guardou a mala com R$ 500 mil que recebeu da JBS na casa de seus pais até devolver à Polícia Federal (PF) depois da delação dos donos e executivos da empresa. A informação foi revelada à PF pelo taxista que conduziu Loures no dia 24 de abril, segundo reportagem do “Fantástico”, da TV Globo.

Naquele dia, o ex-assessor do presidente Michel Temer deixou um encontro com Ricardo Saud, diretor da JBS, com a mala e a guardou no porta-malas de um táxi que o esperava. A entrega do dinheiro foi flagrada em uma das ações controladas da PF.

O taxista disse aos policiais que levava Rocha Loures para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O ex-assessor pediu, então, que o veículo parasse em uma pizzaria, onde ocorreu o encontro com o diretor da JBS.

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
07:07

BRASÍLIA, DF, BRASIL,27.09.2016. Os senadores Tarso Jereisate (E) e Aécio Neves falam com a imprensa após encontro com o presidente Michel Temer. (FOTO Alan Marques/ Folhapress) PODER

Mais de 20 dias após o STF (Supremo Tribunal Federal) determinar que Aécio Neves (PSDB-MG)fosse afastado do mandato, o Senado ainda não cumpriu a decisão da corte.

O nome do tucano permanece no painel de votação e na lista de senadores em exercício do site do Senado. Seu gabinete tem funcionado normalmente. Se o tucano comparecesse a uma sessão estaria apto a votar, de acordo com técnicos consultados.

A Folha procurou desde quinta (8) o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), sua assessoria e a assessoria do Senado questionando as razões do descumprimento da decisão do STF. Não houve resposta.

O tema ainda não foi debatido pela Mesa do Senado, apesar de alguns senadores terem pedido reunião do colegiado a Eunício. É possível que haja encontro na próxima semana sobre o assunto.

Na decisão do dia 17 de maio, Edson Fachin determinou que Aécio ficasse suspenso “do exercício das funções parlamentares ou de qualquer outra função pública”, impedindo-o ainda de se encontrar com réus ou investigados no caso de deixar o país.

FOLHA SP

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
07:04

O presidente deixou o recinto com muita raiva, voltou com a publicação, rasgou-a na frente dos parlamentares e a atirou no lixo

Ele foi informado por um grupo de deputados que havia uma revista com uma foto do dono da JBS na antessala da presidência

Normalmente comedido e emocionalmente estável, Michel Temer demonstrou na semana passada o tamanho de sua irritação quando o assunto é Joesley Batista.

Ao ser informado por um grupo de deputados que havia uma revista com uma foto do dono da JBS na antessala da presidência, o presidente deixou o recinto furioso, voltou com a publicação, rasgou-a na frente dos parlamentares e a atirou no lixo.

Não precisava tanto, presidente. A reportagem de capa, realizada pela revista EXAME, uma das publicações da Editora Abril, é absolutamente crítica ao empresário-delator.

Fonte: Veja

 

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
07:02

Após chegar ao governo graças aos seus aliados, o presidente passa por uma crise política intensa; Henrique pode delatar e destruir de vez império construído por Temer

O ex-ministro Henrique Alves e o presidente Michel Temer

Michel Temer chegou ao topo do poder de mãos dadas com os amigos. Assinou o termo de posse como presidente interino, em 13 de maio do ano passado, graças a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que comandava a Câmara e colocou em votação o processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Aproveitou a tinta da caneta e nomeou o deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) como ministro do Turismo e o suplente de deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) como seu assessor especial. O doleiro Lúcio Bolonha Funaro assistiu a tudo em liberdade.

Passado pouco mais de um ano, Cunha, Alves, Rocha Loures e Funaro acompanham de dentro da prisão a crise que se abate sobre o colega presidente, hoje não mais interino. Temer também está atento ao que se passa com seus bons companheiros.

Há entre os ocupantes do Palácio do Planalto o temor de que integrantes desse quarteto possam usar a delação premiada como atalho para abreviar o tempo de cadeia.

Dentre eles, o ex-ministro é do Turistmo, é suspeito de ter recebido R$ 7,15 milhões em propinas de empreiteiras, entre elas uma parte repassada pela OAS relativa à construção da Arena das Dunas, em Natal.

Muito próximo do presidente, trabalhou como arrecadador do PMDB. Manteve influência na área internacional da Petrobras e tinha relação próxima com as construtoras. Além disso, foi responsável por nomeações na Caixa. Sem dúvidas, Henrique Alves pode acabar explodindo a bomba que destruirá de vez o governo de Temer.

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
06:58

Para tentar se manter no poder, Michel Temer cogita um pacote de bondades para agradar em cheio à população com renda mais alta.

A estratégia do Planalto para mostrar que não está paralisado deverá ser a de adotar medidas com impacto na vida cotidiana das pessoas.

O governo estuda, entre as ações imediatas, a revisão da tabela do Imposto de Renda, podendo reduzir a maior alíquota cobrada de pessoa física de 27,5% para 18%.

A compensação para a perda de receita viria na taxação de dividendos de pessoas jurídicas. Sem ter sido debatida ainda pela equipe econômica, a ideia é do núcleo político do governo.

O pacote de bondades também inclui reajuste do 4,6% do Bolsa Família, bem abaixo da inflação. O martelo já foi batido pelos ministros Osmar Terra (Desenvolvimento Social) e Dyogo Oliveira (Planejamento).

Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
06:56

POR JÚNIA GAMA / CRISTIANE JUNGBLUT

Sessão do Senado Federal em 31 de agosto de 2016: O novo presidente do Brasil, Michel Temer, abraça o senador Aécio Neves – Ailton de Freitas / Agência O Globo

BRASÍLIA – O PSDB chega ao dia da reunião de sua Executiva com um forte movimento contrário ao desembarque da base do governo Michel Temer, diferentemente do que se via na semana passada, quando a debandada era a hipótese mais provável no partido. Segundo tucanos da cúpula, a tendência, hoje, é que não haja o rompimento com o Palácio do Planalto, mas que todos fiquem livres para se posicionarem como quiserem sobre o governo.

A possível permanência dos tucanos foi conseguida às custas de muitas conversas com o Palácio do Planalto, capitaneadas, principalmente, por pressões do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), que luta por sua sobrevivência política, e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de olho nas eleições presidenciais de 2018.

Assim, os quatro ministros da legenda — Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Luislinda Valois (Direitos Humanos) — ficarão à vontade para se manterem em seus cargos e não haverá fechamento de questão em relação ao apoio a Michel Temer, que deverá enfrentar um pedido de denúncia por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR) nos próximos dias, a ser chancelado ou não pela Câmara.

A postura não significará que os deputados do PSDB serão obrigados a votar contrariamente à eventual denúncia de que Temer deve ser alvo. Mas já existem articulações para substituir tucanos que pensem em votar pelo acatamento da denúncia na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, colegiado que será responsável por emitir um parecer sobre o caso, antes de ser levado ao plenário da Câmara.

“Pena de tucano para todo lado”

A única unanimidade no partido deve ser sobre a união em torno das reformas trabalhista e da Previdência.

— A tendência é essa, de liberdade para cada um agir como quiser. Vai ser pena de tucano para todo lado — afirma um dirigente do PSDB.

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Publicado por: Chico Gregorio


12/06/2017
06:53

FAROL

Quantos havia esta tarde/noite no Farol da Barra, em Salvador, pedindo diretas-já?

50 mil, 100 mil?

Não tem importância, não está nas capas dos sites de notícias da grande imprensa.

Como, 35 anos atrás, não existiam as multidões pelas diretas-já contra a ditadura.

Não está na mídia, mas existe.

Estaria se houvesse uns blacblocks queimando umas lixeiras, porque o movimento social só existe como caso de polícia.

Como na República Velha que voltamos a ser em pleno século 21.

As oligarquias acham que podem resolver tudo sozinhas, com eleições a bico-de-pena judicial.

E tudo em São Paulo e suas sub-São Paulo, como Curitiba , agora que Minas virou pó.

Esta multidão de Salvador não existe, o Nordeste não existe, para eles.

Mas, apesar disso, estão lá.

Via Fernando Brito

Publicado por: Chico Gregorio


11/06/2017
09:51

Resultado de imagem para garçom José Catalão
Garçom José Catalão servindo o presidente Lula

Do jornalista Elio Gaspari

Logo que ocupou a sala de Dilma Rousseff, Michel Temer praticou um dos atos mais cruéis de seu mandarinato. Demitiu sumariamente o garçom José Catalão, figura querida no terceiro andar do Planalto.

De nada adiantaram os apelos para que fosse transferido para outra copa.

Catalão foi o primeiro desempregado do governo de Temer.

Em um ano, juntaram-se a ele 1,8 milhão de brasileiros.

Numa primeira versão o garçom Catalão foi mandado embora porque era petista. Não colou.

Noutra, endossada por Temer, ele foi visto tuitando mensagens para Lula.

Lorota, o celular do garçom era rudimentar, não tinha aplicativos.

Um ano depois, Temer recebeu o bilionário Joesley Batista e ele tinha um gravador oculto.

Deu no que deu.

O garçom empregou-se no gabinete da senadora Kátia Abreu.

Publicado por: Chico Gregorio