18/06/2017
08:33

Após anunciar que irá acionar a Justiça contra o empresário Joesley Batista, o presidente Michel Temer se reuniu na tarde deste sábado (17) com ministros no Palácio do Jaburu, em Brasília.

Pelo menos dois ministros foram à residência oficial para se reunirem com Temer: Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Torquato Jardim (Justiça).

O encontro com os ministros ocorre após a divulgação de uma entrevista de Joesley Batista à revista “Época”. Na reportagem, o empresário acusa o presidente de liderar “a maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil” e afirma que Temer não tinha “cerimônia” para pedir dinheiro para o PMDB.

Após a reportagem, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República informou, por meio de nota, que o presidente ingressará na próxima segunda com ações na Justiça contra o dono do grupo J&F.

Na nota, a Presidência também critica o acordo de delação premiada firmado pelo empresário e o chama de “bandido notório”.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2017
08:31

POR JOSIAS DE SOUZA

O presidente da República e o dono da JBS decidiram trocar insultos na frente das crianças. Joesley Batista disse que Temer é “o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil”. Em resposta, Temer declarou que Joesley é “o bandido notório de maior sucesso na história brasileira.” Atônita, a platéia observa o espetáculo em silêncio. Não convém discutir com peritos no assunto, pois ambos podem ter razão.

Muita gente está preocupada em Brasília com com os desdobramentos políticos do arranca-rabo. A turma do deixa-disso ameaça entrar em cena. A interrupção da desavença é o pior que poderia acontecer. A multidão vaiaria. E talvez gritasse, em uníssono: “Tem que manter isso, viu?”

Arranca-rabo nascido de um encontro fraternal do “chefe da quadrilha” com o “bandido notório” no escurindo do Palácio do Jaburu é um tipo de briga que pede para não ser apartada. Há um enorme interesse dos brasileiros pela continuidade do rififi. Estão todos ávidos para saber até onde os contendores permitirão que o melado escorra.

O espetáculo ficaria muito melhor se Lula e Aécio Neves —que Joesley acusa, respectivamente, de ter “institucionalizado a corrupção” e de ser “tão corrupto quanto os outros”— entrassem na confusão com a mesma disposição de cuspir fogo exibida por Temer.

As crianças na faixa etária de 5 a 90 anos ficariam esacandalizadas. Mas uma briga generalizada talvez ajudasse a esclarecer esse estranho período da história brasileira em que um governo em decomposição do PT foi substituído por uma administração podre do PMDB e a alternativa a ambos, representada pelo PSDB, não consegue demonstrar a diferença entre tucanos e protozoários.

 

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2017
08:30

POR FOLHAPRESS

Um dos planos traçados por aliados de Michel Temer para mantê-lo no cargo consiste no esvaziamento da sessão da Câmara dos Deputados que irá analisar a denúncia criminal contra o presidente.

A Procuradoria-Geral da República deve apresentar nos próximos dias a acusação formal contra o peemedebista em decorrência da delação dos executivos da JBS.

A Constituição estabelece que essa denúncia só pode ser transformada em processo no Supremo Tribunal Federal –com o consequente afastamento do presidente caso haja aprovação pelo plenário da Câmara, com o voto de pelo menos 342 de seus 513 integrantes.

Ou seja, Temer necessita ter ao menos 172 deputados ao seu lado, mas não necessariamente do voto desses parlamentares –a rigor, não precisa de nenhum.

É o lado contrário que tem a obrigação de reunir 342.

A votação da análise da denúncia se dará por meio de chamada nominal de cada um dos deputados, que irão declarar seus votos em um dos microfones do plenário. Após a primeira rodada, a tradição manda que haja uma segunda chamada dos faltosos, mas isso não é obrigatório. As regras serão definidas pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), um dos principais aliados de Temer.

Um dos maiores temores dos governistas é o desgaste político e eleitoral de ir ao microfone do plenário da Câmara votar contra o prosseguimento das investigações.

Além de todas as suspeitas contra o presidente levantadas nos depoimentos capitaneados por Joesley Batista, pesa contra o peemedebista a péssima avaliação popular: de acordo com a última pesquisa do Datafolha, de abril, Temer contava com apenas 9% de aprovação das ruas.

Um dos planos de governistas é se ausentar na hora da votação e se fiar no hoje improvável cenário de oposição e dissidentes reunirem os 342 votos.

Estratégia essa que tende a murchar caso fique claro na percepção popular que a ausência é a mesma coisa de votar a favor de Temer.

Na época do impeachment de Dilma Rousseff, essa saída também foi pensada por apoiadores da petista, mas acabou naufragando diante da promessa de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), então presidente da Câmara e desafeto da presidente, de fazer sucessivas chamadas dos faltosos na sessão realizada em um domingo, com transmissão ao vivo para todo o país.

Governistas dizem contar hoje com cerca de 250 deputados para barrar a denúncia contra Temer, mas esse é um número oscilante.

“A chance de a oposição ter os 342 votos para aprovar a denúncia é a mesma que o Sargento Garcia tem de prender o Zorro, salvo haja algo novo, grave e comprovado contra o presidente”, disse o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos principais aliados do Planalto. “Confio no Temer, pode tirar a ressalva, a chance é a mesma de o sargento prender o Zorro”, se corrigiu, logo em seguida.

Ele diz que chega a ser aplaudido pela forma como tem defendido o presidente. “A forma como cada um vai se portar diante do microfone eu não sei, o que sei é que a oposição não terá votos para levar a frente uma denúncia frágil como essa.”

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
09:39

coronelleaks

O Estadão publicou, esta madrugada, algo que pode ser um imenso complicador para o coronel reformado João Baptista Lima, apontado pela JBS como “apanhador” pessoal de recursos para Michel Temer. 17 recibos da Langley Trade Co. S.A., empresa registrada no Uruguai, num endereço  ligado aos negócios da famosa Mossack Fonseca: Calle Rincón, 610, 4 piso.

O jornal diz que o endereço está vinculado a um escritório de advogacia,  Zolkwer & Asociados y Auditors Consultores, que os documentos dos “Panamá Papers” registram administrar 53 empresas para a Mossack Fonseca, 35 delas ainda ativas.

O coronel fazia outras obras para Temer, além da reforma da casa da sua filha…

Via Fernando Brito

 

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
09:36

O Procurador-Geral de Justiça ajuizou Ação de Improbidade Administrativa (nº 0825059-64.2017.8.20.5001, 1ª Vara da Fazenda Pública de Natal) em desfavor dos Deputados Ezequiel Ferreira de Souza, Hermano Moraes, Carlos Augusto Maia e Gustavo Carvalho, que compõem a Mesa Diretora da Casa, e contra a ex-Procuradora-Geral do Poder Legislativo, Rita das Mêrces Reinaldo.

A ação foi motivada pela constatação, no Inquérito Civil 008/16, de que teriam sido ofendidos o art. 69, XXX, do Regimento Interno da Casa, e o art. 154 do Regime Jurídico dos Servidores Estaduais, que obrigam a Mesa Diretora a instaurar procedimento disciplinar, sempre que tiver ciência de irregularidade no serviço público. Também foi descoberta afronta ao art. 182 do Regime Jurídico, que proíbe a concessão de aposentadoria voluntária, caso exista procedimento disciplinar contra servidor em andamento.

Os elementos de prova obtidos na investigação revelaram que a Mesa Diretora, mesmo ciente dos fatos imputados à servidora, omitiu-se em realizar a abertura das investigações administrativas, para, ato contínuo, deferir a aposentadoria voluntária requerida pela ex-Procuradora-Geral da Casa.

Via Heitor Gregório

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
09:24

Com apoio da prefeitura Municipal de Jucurutu a Cianação Junina é Campeã do Festival de Quadrilhas Junina Estilizadas de Apodi

Concluída as apresentações, a Secretaria Municipal de Educação e Cultura divulga o resultado do Festival de Quadrilhas Junina Estilizadas de Apodi. O concurso foi realizado durante as noites de quinta e sexta-feira, 15 e 16 respectivamente.

Ao todo, doze grupos se inscreveram, mas somente nove compareceram na Arena Neta Viana para competir. A quadrilha Sertão Junino, de Macaíba, alegou falta de transporte, o grupo Boneca de Pano, de Mossoró, disse que o figurino não ficou pronto a tempo, e a quadrilha 100% Ferroviário, de Lajes, foi desclassificada por não chegar a tempo.

A quadrilha Nação Junina de Jucurutu sagrou-se campeã com 53,5 pontos, cinco décimos a mais do que a segunda colocada, Lume da Fogueira de Mossoró, que tirou 53 pontos.

A terceira colocação do concurso ficou com a Espalha Brasa, de Grossos, com 52,8 pontos. A quadrilha Na Pisada do Sertão recebeu 49,7 pontos e ficou com o quarto lugar, e a Tradição Junina, de Pau dos Ferros, ficou com a quinta colocação, com 48 pontos.

Todos as cinco agremiações que mais pontuaram receberam troféus e premiação em dinheiro, sendo R$ 4 mil para o primeiro lugar, R$ 3 mil para o segundo e R$ 1 mil para cada uma das demais.

O Festival de Quadrilhas Junina Estilizadas foi realizado pela Prefeitura Municipal de Apodi dentro das festividades do padroeiro da cidade, São João Batista. O evento teve como objetivo manter viva a cultura nordestina. Todas as apresentações aconteceram na Arena Neta Viana, montada no Centro da cidade.

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
09:04

Tendo exercido grande influência no ambiente político da Paraíba nos últimos 30 anos, e depois de ter ocupado os principais cargos no estado por meio de grandes conquistas eleitorais, o senador paraibano pelo PSDB, Cássio Cunha Lima, pode estar se preparando para deixar as disputas eleitorais no ano que vem.

Amigos próximos já dizem que o sentimento é que Cássio não precisa mais de cargos e já teria cumprido a sua missão. Inclusive, estaria pensando em priorizar um pouco da sua vida pessoal, passando a se dedicar a um projeto familiar de forma mais presente.

O senador, mesmo que fique sem mandato, pode se tornar uma espécie de Fernando Henrique Cardoso para o PSDB da Paraíba. O ex-presidente do Brasil que, após entender que também havia concluído sua missão em disputas eleitorais, se tornou um grande conselheiro, sendo uma grande referência de orientações do partido.

Na minha ótica, caso isso venha a se concretizar, Cássio vai estar dando uma grande prova de desprendimento e mostrando, verdadeiramente, o nível de maturidade que atingiu. O senador deixará claro para a Paraíba que nunca esteve interessado no – poder pelo poder – e poderá deixar aberta a porta para novos nomes que possam contribuir ainda mais, com as novas ideias que a sociedade brasileira anseia. Um dos nomes expoentes mais representativos destas mudanças, talvez seja o seu próprio filho: o jovem e virtuoso deputado federal – Pedro Cunha Lima.

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
09:00

De acordo com especulação, o deputado federal André Amaral está bem cotado para assumir a pasta ministerial do Ministério da Cultura.

Com isso, abre-se a possibilidade de beneficiar o segundo suplente, Elvis (Evisnaldo Cruz de Andrade), que obteve 2.111 votos nas eleições.

 

Fonte: Polêmica Paraíba

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
08:56

Foto: Paraibaonline

O advogado e presidente da Ordem dos Advogados do Brasil na Paraíba, Paulo Maia, comentou durante entrevista nesta sexta-feira (16) sobre pontos da reforma trabalhista proposta pelo governo federal.

Segundo Maia, que afirmou ser contra  as medidas,  a reforma vai devastar juridicamente as conquistas dos trabalhadores.

– É uma reforma encampada por um modelo neoliberal radical que quer estabelecer direitos mínimos. A questão do negociador com o negociado da forma como foi posta devasta, assim como outros pontos da reforma trabalhista, todo um patrimônio jurídico conquistado em anos – opinou.

 

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
08:29

carlos eduardo

Apenas uma cegueira conjuntural poderá levar o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), a renunciar ao mandato para se aventurar numa disputa ao governo do Estado no ano que vem. Abandonar o barco em plena a tempestade? Seria necessário ver para crer. A Prefeitura de Natal atrasa todos os meses os salários dos servidores. O município está inadimplente com diversos órgãos federais, o que o deixa impedido de receber transferências voluntárias da União. A cidade está presa ao passado, não inova, nem vislumbra o futuro. Não há projetos em desenvolvimento, vive da política de pão e circo, vide o carnaval. As praças estão abandonadas. As quadras poliesportivas, de tão destroçadas, são utilizadas para consumo de drogas. As ruas e avenidas estão sujas e esburacadas. As orlas de Natal são bagunçadas. Creio que ninguém mais na cidade, dos seus adultos à juventude, se deixa iludir por canteiros ajardinados e política de pão e circo. É esse o portfólio que Carlos Eduardo pretende apresentar ao Rio Grande do Norte numa eventual candidatura ao governo do Estado?

Via Alex  Viana

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
08:24

MPF ressalta que, solto, o ex-ministro poderia manipular eventuais provas de seus crimes, a exemplo de sua conta na Suíça que foi fechada exatamente em 2015

 
Ex-ministro Henrique Alves, preso no dia 6 de junho em Natal

O Ministério Público Federal (MPF) da 5ª Região, com sede em Recife (PE), emitiu nesta sexta-feira, 16, pareceres contrários à concessão de habeas corpus ao ex-ministro Henrique Eduardo Alves e ao ex-deputado Eduardo Cunha. A prisão preventiva dos dois ex-deputados federais foi decretada pela Justiça Federal no Rio Grande do Norte, a pedido do MPF. Para o MPF, há indícios de que ambos praticaram, de forma continuada, os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Henrique Alves foi preso no último dia 6 dentro da chamada Operação Manus, um desdobramento da Lava Jato. Cunha, que já se encontrava preso no Paraná, por conta de outro processo, tornou-se alvo de um novo mandado de prisão preventiva. Eles são acusados de receber propina por meio de doações eleitorais oficiais e não oficiais, nos anos de 2012 e 2014, em troca do favorecimento de empreiteiras como OAS e Odebrecht, nas obras da Arena das Dunas.

Ambos pediram a revogação da prisão preventiva por meio de habeas corpus ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), no Recife, a segunda instância da Justiça Federal para processos que tramitam em seis estados do Nordeste, incluindo o Rio Grande do Norte. A Procuradoria Regional da República da 5ª Região (PRR5), unidade do MPF que atua perante o TRF5, manteve o posicionamento do MPF na primeira instância e emitiu parecer contrário ao pedido dos ex-deputados.

Para o MPF, a manutenção da prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública e assegurar a efetiva aplicação da lei penal, uma vez que ambos continuam a exercer intensa atividade política em âmbito nacional. Dessa forma, o cerceamento de sua liberdade tem o objetivo de evitar a continuidade das práticas ilícitas.

A investigação aponta que Henrique Alves, apesar de não exercer nenhum cargo político no governo federal desde que deixou o Ministério do Turismo, em junho de 2016, vinha transitando entre Natal (RN) e Brasília (DF) com periodicidade praticamente mensal. Após o processo de impeachment, seu partido, o PMDB, assumiu a Presidência da República, o que demonstra, segundo o parecer do MPF, que o ambiente de poder e influência onde, em tese, foram praticados os delitos em análise, permanece preservado.

O MPF ressalta ainda que, solto, o ex-ministro poderia manipular eventuais provas de seus crimes, a exemplo de sua conta na Suíça que foi fechada exatamente em 2015, quando as investigações da operação Lava Jato tiveram início no Supremo Tribunal Federal. Repentinamente, seu saldo foi enviado para outras contas secretas, uma mantida no Uruguai e outra nos Emirados Árabes Unidos, inviabilizando o sequestro desses valores. Isso demonstra, segundo entendimento do MPF, que a revogação da prisão preventiva permitiria que Henrique Alves continuasse a ocultar quantias ilícitas no exterior, prosseguindo com a conduta criminosa.

Finalmente, a prisão preventiva tem ainda o objetivo de evitar uma possível fuga de Henrique Alves para outro país. Como ele é titular de contas no exterior e realizou várias viagens internacionais nos últimos anos, teria a seu favor toda a logística necessária para ausentar-se do país e, assim, impedir a aplicação da lei penal.

Argumentos similares fundamentam a posição do MPF em relação ao pedido de revogação de prisão preventiva de Eduardo Cunha. O ex-deputado está ligado à prática de crimes em série contra a administração pública e de lavagem de dinheiro, sempre envolvendo vultuosas quantias, mediante a sua influência política e trânsito livre no âmbito de grandes empreiteiras. Dessa forma, sua liberdade implicaria um risco efetivo à ordem pública, sendo a prisão cautelar indispensável para impedir a continuidade de sua participação em esquemas fraudulentos e ocultação de bens.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
08:20

Os ex-presidentes da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ) atuaram em favor da OAS e do sócio da empresa, José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Tribunal Superior do Trabalho (TST), no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) e na própria Procuradoria-Geral da República (PGR). É o que apontam relatórios de interceptação telefônica da Lava-Jato usados pela Operação Manus para fundamentar a necessidade de manter os pemedebistas presos por risco à ordem pública e para garantir a instrução criminal.

Dados telefônicos “evidenciam contatos entre Henrique Eduardo Lyra Alves e Eduardo Cosentino da Cunha, de um lado, e terminais cadastrados em nome do Superior Tribunal de Justiça, utilizados na época pelos ministros Ari Pargendler, Gilson Dipp e Benedito Gonçalves, além de terminais da própria Procuradoria-Geral da República”, relata o procurador Rodrigo Telles de Souza no pedido feito à 14ª Vara Federal Criminal de Natal que resultou no encarceramento cautelar de Henrique Alves, ex-ministro e homem de confiança do presidente Michel Temer, e em mais uma prisão preventiva para o ex-homem forte do Legislativo Federal Eduardo Cunha, réu por corrupção e lavagem em duas ações penais e preso em Curitiba desde o ano passado. As ordens judiciais foram cumpridas na terça-feira.

Valor

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
08:17

Na manhã da quinta-feira (15), o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, recebeu ÉPOCA para conceder sua primeira entrevista exclusiva desde que fechou a mais pesada delação dos três anos de Lava Jato. Em mais de quatro horas de conversa, precedidas de semanas de intensa negociação, Joesley explicou minuciosamente, sempre fazendo referência aos documentos entregues à Procuradoria-Geral da República, como se tornou o maior comprador de políticos do Brasil. Discorreu sobre os motivos que o levaram a gravar o presidente Michel Temer e a se oferecer à PGR para flagrar crimes em andamento contra a Lava Jato. Atacou o presidente, a quem acusa, com casos e detalhes inéditos, de liderar “a maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil” – e de usar a máquina do governo para retaliá-lo. Contou como o PT de Lula “institucionalizou” a corrupção no Brasil e de que modo o PSDB de Aécio Neves entrou em leilões para comprar partidos nas eleições de 2014. O empresário garante estar arrependido dos crimes que cometeu e se defendeu das acusações de que lucrou com a própria delação.

 

 

Veja a entrevista AQUI

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
08:16

Cineasta João Batista de Andrade no coquetel de abertura da mostra "Franco Montoro, 100 anos", no Memorial da América Latina em São Paulo

O ministro interino da Cultura, João Batista de Andrade, pediu demissão ao presidente Michel Temer nesta sexta-feira. À frente da pasta desde que o ex-ministro Roberto Freire (PPS) deixou o governo, há pouco mais de um mês, Andrade alega na carta entregue à presidência “desinteresse em ser efetivado como ministro”.

“Comunico a Vossa Excelência, respeitosamente, o meu desinteresse em ser efetivado como Ministro de Estado da Cultura, posto que venho exercendo interinamente, e por determinação legal do regimento interno, por ser o atual Secretário-Executivo do Ministério da Cultura. Assim sendo, confirmo a minha disposição para contribuir de forma mais proativa possível com a transição de gestão no Ministério da Cultura, até a nomeação do próximo Ministro de Estado da Cultura e seu respectivo Secretário-Executivo”, diz Andrade na carta de demissão.

Além do desinteresse pelo cargo, o agora ex-ministro lamentava restrições orçamentárias. Para ele, o “grave corte orçamentário da pasta, em 43%, que imobiliza o Ministério e inviabiliza alimentar qualquer sonho de uma boa política cultural, e a redução a zero dos recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC)”.

Ele também citou a “a deterioração política” como motivo que o levou a tomar a decisão

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2017
08:12

Diário do Poder

 

Publicado por: Chico Gregorio