22/04/2017
09:43

A reforma trabalhista não é uma obsessão de Temer e de seus comparsas por acaso. É parte de um conjunto de decisões de política econômica pautada num tripé: i) reestruturação produtiva, mercantilização do trabalho humano e fragmentação da solidariedade de classe; ii) desregulamentação financeira e laboral; iii) hegemonização ideológica neoliberal pautada no individualismo e na competitividade.

É a receita proposta como alternativa à crise de demanda da década de 1970. Esse receituário, somado a outras medidas previstas no Consenso de Washington, foi o responsável por 124 crises financeiras sistêmicas(https://www.imf.org/external/pubs/ft/wp/2008/wp08224.pdf) em mais de 90 países, no período de 1970 até 2007, conforme denuncia o estudo de Luc Laeven e Fabian Valencia, publicado pelo “insuspeito” FMI.

Em português: foi o receituário responsável pela maior crise financeira e monetária que o mundo moderno já viu. É a racionalidade que nos condena a uma desigualdade social irreversível acaso triunfe definitivamente.

Paradoxalmente – mas não por acaso – a saída sistêmica para a crise do próprio sistema capitalistatem sido radicalizar esse receituário.

Países periféricos como Espanha, Grécia e Brasil, por exemplo, são obrigados por credores ocultos (poder transnacional, difuso e incontrolável),que se valem de políticos ilegítimos e apontados pela própria mídia como corruptos, a: i) desprezar a democracia; ii) privilegiar o pagamento da dívida pública, em detrimento de gastos primários (saúde, educação, seguridade social); iii) desregulamentar as relações de trabalho para reduzir salários diretos, indiretos (direitos sociais atrelados ao trabalho) e diferidos (pensões), bem como aniquilar a representação sindical; iv) ampliar os privilégios de uma classe social em detrimento da maioria da população; v) manter intocada a desregulamentação do mercado financeiro.
O que isso tem gerado?

Concentração de riqueza como nunca se viu. Empobrecimento crescente da maioria dos sete bilhões de seres humanos. Ampliação das tensões sociais e ressurgimento de movimentos populistas, xenófobos, racistas e antidemocráticos de extrema direita. Abandono de agendas de respeito ao meio-ambiente. Desprezo absoluto pela democracia e pelos Direitos Humanos. Em síntese: o capital está ganhando.

A reforma proposta por um governo ilegítimo,que é levada adiante por um parlamento composto por políticos eleitos com dinheiro de propina e Caixa 2 – antidemocraticamente eleito, portanto – retira a centralidade que o trabalho tem na sociedade brasileira.

Devolve as brasileiras – principalmente elas – e os brasileiros que ascenderam socialmente na última década ao estado de miséria e fome que os maculava historicamente.

A classe média brasileira – majoritariamente trabalhadora – experimentará um estado de instabilidade social e empobrecimento crescente e verá os “afortunados” cada vez mais ricos e poderosos. Não haverá investimento suficiente em “empregabilidade” – seja lá o que isso for – que seja capaz de alterar sistemicamente esse quadro.

As dúvidas são:

Estes trabalhadores perceberão que o problema é coletivo ou se enclausurarão na ideia equívoca de que o problema é individual, de que o insucesso e o infortúnio é problema de cada um?

Virão para as ruas, para o espaço público, e lutarão por direitos que lhes garantam dignidade ou permanecerão inertes, dominados pela paralisia decorrente da máxima thatcherista de que não há alternativa?

Parte significativa dos que vivem de sua força de trabalho já perceberam a magnitude do problema e estão lutando. Outros, todavia, ainda não. Para aqueles, há alternativa, e ela passa por radicalizar a democracia e os direitos humanos, bem como por desmercantilizar o trabalho humano, a natureza e o próprio dinheiro.

No caso brasileiro, passa por ir imediatamente às ruas. Posicionar-se contra os maiores ataques aos Direitos Sociais desde a CLT. Lutar agora, e não amanhã, contra a reforma trabalhista e contra a reforma da previdência.

A direita sabe disso e por isso tem pressa. Só em um Estado de Exceção como o que estamos vivendo é possível aprovar reformas como estas. Nas últimas quatro eleições presidenciais esse projeto foi rechaçado.

É hora de eleições gerais e diretas já. Do contrário o gosto amargo da derrota permanecerá por muito tempo na boca das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros.

Via Miguel Rosário

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
09:37

Água do Rio São Francisco começa a ocupar Boqueirão

Água do Rio São Francisco começa a ocupar Boqueirão

Com a chegada das águas da Transposição do Rio São Francisco, a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) anuncia a mudança no cronograma de racionamento para os municípios e distritos abastecidos pelo açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, a 185 quilômetros de João Pessoa.

O novo sistema entra em vigor a partir deste sábado (22). Em Campina Grande, o cronograma continuará sendo dividido em duas zonas. No entanto, com a expectativa de melhoria gradativa no nível do manancial, a Cagepa vai aumentar o período de abastecimento normal.

Com a mudança, o abastecimento de água na cidade será feito entre as 19h dos domingos até às 0h das quartas-feiras.

Também foram alterados os dias e horários do abastecimento nas cidades de Pocinhos, Queimadas, Barra de Santana, Caturité e nos municípios que compõem o Sistema Adutor do Cariri e do Brejo. Nessas localidades, a população pode buscar mais informações diretamente nos escritórios locais da Cagepa.

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
09:30

Lula é visto como “trabalhador” por 66% dos entrevistados

Mesmo sendo alvo diário de perseguição de manchetes na mídia e de processos na Justiça que o acusam sem prova, apenas com delações, o ex-presidente Lula ainda é bem visto pelo eleitorado brasileiro e considerado o melhor presidente da história para 50%, aponta pesquisa Vox Populi/CUT.

O novo recorte do levantamento, divulgado pela revista Carta Capital neste fim de semana, mostra que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é citado por apenas 11% dos entrevistados quando questionados sobre o assunto. Dilma Rousseff, José Sarney e Itamar Franco recebem 2% cada um, e Fernando Collor, 1%. Não sabem ou não responderam foram 17% e “nenhum” foi a resposta de 10%.

O ex-presidente também continua com uma boa imagem diante dos brasileiros. Lula é visto como “trabalhador” por 66% dos entrevistados e como “um líder e bom político” para 64%. Um terço do eleitorado o considera “honesto”, mas 57% responderam que ele “tem mais qualidades do que defeitos”. A pesquisa diz ainda que 66% disseram concordar que ele cometeu erros, “mas fez muito mais coisas certas pelo povo e pelo Brasil”.

Os dados divulgados nesta semana mostram Lula liderando em todos os cenários, e vencendo já em primeiro turno (leia aqui). O levantamento foi feito entre 6 e 10 de abril – antes da divulgação da ‘lista de Fachin’, com os investigados em inquéritos abertos com base nas delações da Odebrecht – com 2 mil pessoas.

Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
09:26

 

Ao fazer duras críticas ao governo Michel Temer, Dilma disse acreditar que ele não deve ter o mandato cassado

Em palestra durante o encontro com o coletivo “Boston contra o golpe”, nos Estados Unidos, a presidente deposta Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira 21 que “o Brasil não é uma república de bananas”. Nesta quinta, Michel Temer disse, sem citar Dilma e seu tour pelos EUA, onde denuncia o golpe em todas as falas, que os estrangeiros vão pensar que o Brasil é um ‘paiseco’.

Ao fazer duras críticas ao governo Michel Temer, Dilma disse acreditar que ele não deve ter o mandato cassado no processo que corre no Tribunal Superior Eleitoral. “Não existe a menor hipótese de tirarem o Temer. Não vão, não. É o cara que está fazendo o trabalho sujo. Enquanto ele estiver fazendo esse serviço, a aliança que o sustenta não deixa ele cair. Enquanto isso, aumenta o desgaste político e econômico do País”, afirmou Dilma.

Ela voltou a comentar a entrevista à TV Bandeirantes em que Temer confessou, no sábado passado, que Dilma caiu não por crime de responsabilidade, mas porque não atendeu às chantagens de Eduardo Cunha. “Temer teve um sincericídio brutal. Eu fiquei perplexa”, declarou, arrancando risos dos brasileiros presentes. “Todo mundo sabia disso em Brasília”, acrescentou, destacando que a novidade está no fato de ser “uma confissão de que houve um golpe feita pelo próprio autor”.

Ao responder uma pergunta sobre se arrepende de alguma coisa nesse período, Dilma respondeu que, “se soubesse do nível de absurda traição” de Temer, “não teria feito parceria” com ele. “Ele não tinha voto nem para deputado federal”, alfinetou, em referência à chapa que venceu a eleição de 2014, com 54 milhões de votos.

Dilma voltou a dizer que “estão querendo tirar o Lula da parada”, em alusão à eleição de 2018. “É só olhar as últimas pesquisas. Só enquanto eu estive aqui tiveram três”, destacou, sobre os números que mostram Lula vencendo a disputa presidencial em todos os cenários. “O Lula deve ter sido pessoa que foi submetido ao maior desgaste político na vida, de desconstrução da própria biografia”, observou Dilma.

A presidente deposta pelo golpe fez críticas também à nova direção da Odebrecht, que tem vendido diversos ativos da empresa sem consulta pública. Alguns casos já foram parar na Justiça. “Eles estão vendendo parcerias que não podiam vender. Sem licitação. Nós não somos contra parcerias, não somos contra o setor privado. O que somos contra é que eles (estrangeiros) dirijam a exploração. A gente fazia parceria, mas o controle era da Petrobras”, lembrou Dilma.

Para a petista, hoje, a “elite golpista [no Brasil] quer tornar a política irrelevante, criando-se condições a uma despolitização grande para surgimento de salvadorezinhos da pátria”. “Alguns estão dizendo que uma parte dos golpistas se assustou”, disse. Questionada se deve se candidatar a algum cargo na próxima eleição, ela respondeu que não sabe. “Dos 15 aos 63, eu não tive cargo político e fiz política o tempo inteiro. Até fui presa, veja só. Eu vou fazer política”, finalizou.

Brasil 247

 

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
09:23

A maior parte do dinheiro foi paga em contas no exterior

A Odebrecht apresentou aos investigadores da Lava Jato os extratos que comprovariam o pagamento da propina de US$ 40 milhões, equivalentes a R$ 126 milhões, acertada numa reunião presidida por Michel Temer, com a presença de Eduardo Cunha e do lobista João Augusto Henriques, ambos presos em Curitiba, segundo informam as jornalistas Camila Mattoso e Bela Megale.

A maior parte do dinheiro foi paga em contas no exterior e o valor equivalia a 5% de uma contrato na área internacional da Petrobras que a presidente deposta Dilma Rousseff cortou em 43%. As cifras superam até os US$ 40 milhões estimados inicialmente.

“De acordo com documentos referentes ao PAC-SMS, apresentados pela Odebrecht, os repasses foram feitos entre julho de 2010 e dezembro de 2011. Os extratos atingem US$ 54 milhões, mas a soma de planilhas anexadas chega a US$ 65 milhões. Do total, uma pequena parte foi paga em espécie no Brasil, em hotéis em São Paulo, no casos de petistas citados, e em um escritório no centro do Rio, localizado na rua da Quitanda, para os demais. A maior parte, no entanto, foi repassada a contas de operadores no exterior”, reportam as jornalistas.

De acordo com os delatores Márcio Faria e Rogério Almeida, não se tratou de doação eleitoral, mas sim de propina, uma vez que o valor correspondia a 5% de um contrato da Petrobras. Quando soube que o PMDB estaria roubando na Petrobras, Dilma determinou que Graça Foster, então presidente da estatal, cortasse o contrato quase pela metade (leia aqui).

De acordo com uma pesquisa Vox Populi, hoje, 78% dos brasileiros defendem a cassação de Temer e 90% querem eleições diretas, para que o Brasil tenha um governo legítimo. Atualmente, segundo o filósofo Vladimir Safatle, o futuro de cada brasileiro está sendo decidido por corruptos

Brasil 247

 

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
09:12

O SBT está veiculando propagandas próprias a favor da reforma da Previdência durante os intervalos de sua programação. A ação, que começou efetivamente nesta sexta-feira (21), está sendo exibida apenas com uma única pergunta, feita pelo narrador oficial da emissora.

“Você sabia que se não for feita a reforma da Previdência, você pode deixar de receber o seu salário?”, diz a mensagem de 10 segundos. “Você sabia que o Brasil quebra se a reforma da Previdência não for aprovada”, afirma outra chamada. (Assista ao vídeo abaixo)

A reforma da Previdência é uma iniciativa do presidente Michel Temer (PMDB), sob a justificativa de colocar as contas do governo em dia. O presidente havia marcado um encontro com Silvio Santos em São Paulo na noite de quinta-feira.

Em pauta, Temer levaria ao apresentador suas preocupações a respeito da Previdência e pediria ajuda a Silvio à proposta de reforma encaminhada ao Congresso. Já Silvio falaria sobre as investigações da Polícia Federal, que investiga a suspeita de fraude na compra de ações do banco Panamericano pela Caixa.

Via Plantão Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
09:06

Via  Daniel Menezes

O blog foi informado de que um conjunto de vereadores, inclusive com nomes da base de apoio do executivo, já estuda pedir a cassação do prefeito Carlos Eduardo Alves por abandono ilegal do cargo, sem informar o legislativo municipal no início da próxima semana.

Desde a semana santa passeando na disney com o seu vice, Alvaro Dias, Carlos Eduardo Alves  deixou natal sem comando, acéfala. Toda a imprensa local noticiou o ocorrido.

A conduta é ilícita porque o legislativo da cidade deve ser notificado e um prefeito provisório nomeado até o retorno do prefeito do exterior. Na ausência do vice, o presidente da câmara deve ser empossado.

Em Natal já há decisão favorável. Em seu mandato anterior, por se ausentar por apenas três dias, após provocação na justiça pelos vereadores Fernando Lucena e Maurício Gurgel, o juiz Luiz Alberto Dantas Filhos, da 5 vara da fazenda pública de Natal, determinou que fosse dada posse ao vereador Júlio Protásio. Leia aqui.

O sentimento dos vereadores é de total atropelo e desrespeito para com a lei orgânica do município, a constituição e toda a legislatura eleita. Assim um vereador me disse: “o prefeito acha que é dono de Natal e faz todo mundo de besta. A Câmara Municipal do Natal precisa demonstrar autonomia. Se não, estará morta”.

Já há inclusive um parecer técnico sendo levado em conta entre os parlamentares  de Natal, no qual, em situação semelhante ocorrida em outra cidade do Brasil, o abandono também foi avaliado como punível com a perda do mandato.

O laudo inicia sem deixar dúvida:

“Para ausentar-se do país, mesmo dentro do prazo de ausência do Município estabelecido na Lei Orgânica, deve expressa e formalmente a Câmara Municipal autoriza-lo, sob pena do mandato”

E finaliza de modo objetivo:

“O afastamento, porém, pressupõe a continuidade do exercício do mandato para o Prefeito tratar, fora do Município ou do Estado, de interesse de sua própria Municipalidade, mas repita-se, no país, com todas as vantagens do cargo. Para ausentar-se do país, mesmo dentro do prazo de ausência do Município estabelecido na Lei Orgânica, deve expressa e formalmente a Câmara Municipal autoriza-lo, sob pena do mandato, pois que não há como chefiar o Município, ultrapassados que foram pelo Prefeito, o espaço aéreo nacional, o mar territorial nacional e as divisas nacionais. Não importa o número de dias. Importa, sim, que o Município não fique acéfalo sem a chefia do Executivo, exercitável pelo Prefeito ou substituo legal”. (Direito Municipal Positivo – 4ª Ed. Del Rey. 1999; p. 172)

Leia o laudo técnico completo extraído do livro “Direito Municipal Positivo” aqui.

QUESTIONAMENTO

Os vereadores também têm se perguntado: será que se Kleber Fernandes fosse o Presidente da CMN, o Prefeito não teria feito a transição para ele assumir a Prefeitura na sua ausência em viagem ao exterior?

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
08:53

leo pinheiro
Léo Pinheiro

Condenado a 39 anos de prisão e preso pela segunda vez desde setembro do ano passado, Léo Pinheiro negocia um acordo de delação premiada no qual prometeu entregar irregularidades de Lula, do PT e de ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Após o depoimento desta quinta-feira (20), os advogados Roberto Telhada e Edward Carvalho deixaram a defesa do empreiteiro. Ele era cliente dos criminalistas desde que foi preso pela primeira vez, em novembro de 2014.

Antes do depoimento, o Ministério Público confirmou que Léo Pinheiro tem negociado delação premiada com os procuradores. A defesa de Pinheiro disse a Moro que essa negociação não foi feita pelos advogados.

No depoimento, Léo Pinheiro disse que o triplex era da família de Lula e que não tem provas pois o ex-presidente falou para ele destruí-las.

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
08:48

Virgínia chegou a ser presa em 2013; ela sempre negou as acusações

Virgínia chegou a ser presa em 2013; ela sempre negou as acusaçõe

Mirthyani Bezerra

Do UOL, em São Paulos

A médica Virgínia Helena Soares de Souza foi inocentada da acusação de matar sete pacientes, entre 2011 e 2013, na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Evangélico de Curitiba. Ela, que era chefe da UTI, havia sido indiciada por homicídio doloso duplamente qualificado por “antecipar a morte” (eutanásia) dos doentes.

A decisão foi dada nessa quinta-feira (20) pelo juiz Daniel Surdi de Avelar, da 2ª Vara Privativa do Tribunal do Júri, que também inocentou os médicos Edison Anselmo da Silva Júnior, Maria Israela Cortez Boccato e Anderson de Freitas e as enfermeiras Laís da Rosa Groff e Patrícia Cristina de Goveia Ribeiro, que também trabalhavam na UTI.

Continue lendo Justiça inocenta médica acusada de matar pacientes em Curitiba

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
08:45

comunicado

A situação da UNIMED RN é muito complicada disse um médico cooperativado.

Muitos médicos e clinicas estão deixando de prestarem serviços.

Muitos usuários estão migrando para outros planos..

Por último, o Hospital Promater suspendeu o atendimento de urgência  Pediatria e

Ginecologia/Obstetrícia, como afirma nota abaixo, mas, segundo uma fonte do Blog do Primo são outros

motivos que levou o Promater não atender mais os usuários do plano de saúde.

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
08:30

O que leva o presidente Michel Temer (PMDB) segurar sob o manto do foro privilegiado, 8 de seus ministros?

O que é que eles tem, que outros como Geddel Vieira Lima (PMDB) e Henrique Alves (PMDB) não tiveram?
Seriam mais falastrões os que permanecem no cargo e Temer teme nem que seja um simples depoimento?

Teriam menos envolvimento do que os que “pediram pra sair?”.
Muito se diz que os ministros que caíram foram os que tem menos prestígio com o presidente.

Não seria o contrário?

Tipo…neles Temer pode confiar, ao ponto de retirar deles o foro privilegiado?

Mas, como amigo é para essas coisas, os que caíram ganharam o foro silencioso.

A proteção divina do Palácio do Planalto.

Quem viu o presidente Michel Temer contrariando um diretor da Odebrecht, e contrariando até Eduardo Cunha, para dizer que ele próprio participou de uma reunião com o executivo, mas Henrique não participou, entende como funciona o foro silencioso.
Só relembrando: a reunião citada foi a que ocorreu no escritório político de Temer, em São Paulo, e onde teria se discutido com o executivo da Odebrecht o pagamento de 40 milhões de dólares em propina para o PMDB.

O executivo delatou que participou da reunião com Temer, Eduardo Cunha e Henrique Alves.

Temer confirmou que participou, mas livrou Henrique.

Henrique disse que, assim como disse Temer, ele não participou.

Eduardo Cunha confirmou que ele participou da reunião com o executivo da Odebrech e confirmou que também participaram o então vice-presidente Michel Temer e o então deputado Henrique Alves.

E disse mais: que ele e Henrique almoçaram com Temer em um restaurante próximo e de lá seguiram para a tal reunião.

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
08:25

Foi o próprio prefeito Carlos Eduardo (PDT) quem disse ao presidente da Câmara, Raniere Barbosa (PDT), que iria para os Estados Unidos.

O que Carlos Ediardo não disse a Raniere foi que o vice, Álvaro Dias (PMDB), também iria.
Raniere jurava que com a viagem do prefeito, o vice assumiria automaticamente a Prefeitura.
Não imaginava que o vice também viajaria para a terra do Mickey e que o prefeito em exercício teria que ser ele, Raniere.

Porém, para isso, precisava que o titular assinasse termo de transmissão de cargo, o que não aconteceu.

Raniere se sentiu desprestigiado.

E enquanto prefeito e vice foram à terra do Mickey, o presidente da Câmara ficou a ver navio, na terra do Pateta.

Pelo andar da carruagem da Disney, chegou ao fim a lua de mel entre os desafetos Carlos Eduardo e Raniere Barbosa, que sempre foram amigos-aliados, mas haviam se estranhado feio, voltando ao clima de paz e amor durante a sucessão da mesa diretora da Câmara.

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
08:20

O presidente teve recentemente um jantar com o empresário e dono do SBT, Senor Abravanel, no salão de beleza, e contou com a ajuda de Ratinho

Ratinho ajudou a costurar a conversa entre Temer e Silvio Santos

O presidente Michel Temer teve um jantar na noite dessa quinta-feira, 20, com o empresário e apresentador, dono do SBT, Silvio Santos. O encontro serviu, principalmente, para que Temer acertasse com o comunicador de televisão, que tem grande penetração nas classes populares, uma ajuda ao governo a respeito da reforma da Previdência. O encontro foi acertado na semana passada, quando Temer esteve em São Paulo cortando o cabelo no salão do cabeleireiro Robson Jassa.

Além de Jassa, um outro amigo comum e também apresentador do SBT, Carlos Roberto Massa, o Ratinho, ajudou a costurar a conversa entre Temer e Silvio Santos, para ajudar o governo na comunicação sobre a reforma da Previdência.

A ideia do presidente é usar o poder de comunicação de Silvio Santos para que ele possa explicar à população a importância de se promover as reformas nas regras de aposentadoria (/assuntos/aposentadoria) dos trabalhadores, garantindo a todos, inclusive, que não haverá prejuízo para quem já alcançou o direito ao benefício.

Fonte: Infomoney

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
08:15

Presidente da Câmara voltou a defender reformas da previdência e trabalhista em evento com grandes empresários no país

O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi eleito para presidente da comissão especial da Reforma Política durante reunião de instalação da comissão (Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Ao defender a reforma trabalhista diante da elite empresarial do País, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez fortes críticas aos sindicatos, que resistem às mudanças na legislação.

“Os sindicatos não querem perder a boquinha, aquilo que ganham sem nenhum esforço. Então, é legítimo que se mobilizem”, disse Maia durante a cerimônia do Prêmio Lide, durante o 16º Fórum Empresarial em Foz do Iguaçu (PR).

A afirmação do presidente foi feita no momento há uma forte tendência na Casa pela extinção do imposto sindical, principal fonte de recursos dos sindicatos.

Na manhã de hoje, Maia fez novas críticas aos sindicatos, desta vez ao falar sobre a depredação da entrada do prédio da Câmara durante a votação da urgência da reforma.

“Os sindicatos, com muita competência, pressionam, acuam e depredam o Congresso como fizeram na semana passada. A Polícia Civil, que deveria estar preocupada com a nossa segurança, vai ao Parlamento e quebra as entradas do Parlamento brasileiro. A gravidade de um ato como este é muito maior que pressionar parlamentares na Câmara dos Deputados”, disse.

Maia defendeu que o Congresso deve enfrentar essa agenda “tensa e difícil”. Segundo ele, o trabalho do Legislativo está fundamentado em dois eixos. O primeiro é a aprovação das reformas trabalhista e previdenciária na Câmara e no Senado até o meio do ano. O outro eixo é aprovar no segundo semestre avançar a reforma tributária no Congresso.

Fonte: Notícias ao Minuto

Publicado por: Chico Gregorio


22/04/2017
08:09

O centro de Porto

Pelo paço da Universidade de Coimbra, fundada em 1290, passaram reis da primeira dinastia de Portugal e grandes nomes da história do Brasil, como José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência. Hoje, dos mais de 20 000 estudantes de uniformes impecáveis, cobertos por capas pretas, cerca de 10% são brasileiros, o mesmo percentual de todos os demais estrangeiros matriculados – um número que cresceu desde que o Enem passou a ser aceito como vestibular em uma série de universidades do país.

Representantes das classes média ou alta, esses jovens são a cara da nova onda migratória brasileira rumo ao país ibérico. Há espaço para muitos perfis: aposentados, estudantes, investidores de pequena ou de grande monta. Morar em Portugal se tornou um sonho para muitos paulistas, cariocas, pernambucanos, que trabalham em diversas ocupações, da Netflix ao Uber.

É um fluxo semelhante ao que invadiu Miami anos atrás pela porta da frente: imigrantes com documentação legal e, em muitos casos, com dinheiro para comprar imóveis e desfrutar uma boa vida na nova pátria. “Na virada do século a leva de imigrantes era de trabalhadores da construção civil ou no atendimento em restaurantes. Hoje, o perfil educacional é mais elevado”, diz João Peixoto, professor de sociologia e demografia da Universidade de Lisboa.

Tal como ocorreu em Miami, tra­ta-se de um movimento ainda com pouco impacto demográfico sobre o total de brasileiros que vivem no país ibérico. Em 2016, eram cerca de 85 000, ou pouco mais de 21% dos estrangeiros legais no pequeno país de 10 milhões de habitantes. A quantidade, portanto, não é muito expressiva, mas representa um fenômeno do ponto de vista econômico. As remessas feitas do Brasil para Portugal passaram de 55,6 milhões de dólares, em 2014, para 71,1 milhões, em 2016. Isso porque os novos moradores continuam recebendo proventos do Brasil, sejam de empresas, sejam de imóveis ou aposentadoria.

VEJA

Publicado por: Chico Gregorio