26/05/2017
11:15

fatima

Com o tema “Amar e Mudar as Coisas – Diretas Já”, a senadora Fátima Bezerra comemorará seu aniversário nesta sexta-feira (26), no Clube dos Empregados da Petrobras (Cepe), às 20h30. A festa, que já virou tradição, terá as atrações das cantoras Khrystal e Camila Masiso.

“A luta também se faz com festa e cultura. Convidamos a todos os amigos, militantes e companheiros de luta para recarregarem as baterias neste que há anos tem sido um dos nossos momentos de confraternização, de reencontros, de alegria”.

O tema da festa é uma homenagem ao cantor Belchior e um chamamento em favor das Diretas Já.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
10:58

Na manhã desta sexta-feira (26), a Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar, da Polícia Civil da Paraíba e da Polícia Rodoviária Federal, deflagrou a “Operação Pano de Prato” em cidades que fazem parte da região de Caicó, com o objetivo de prender pessoas envolvidas com o tráfico de drogas. Até o momento, foram presos 12 suspeitos mediante mandados de prisões, sendo que destas prisões, duas foram cumpridas contra acusados que já estão presos, em unidades do sistema prisional do do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Além das prisões, também foram apreendidos três adolescentes. A Operação ainda está em andamento e outras prisões ainda podem ser efetuadas.

As prisões foram efetivadas nas cidades de Jardim de Piranhas, Timbaúba dos Batistas, Caicó, na zona rural da cidade de Serra Negra do Norte e na cidade de Brejo do Cruz, no Estado da Paraíba. Um mandado de prisão foi cumprido contra um acusado que está detido na Penitenciária Estadual do Seridó, o Pereirão, em Caicó e outro mandado foi cumprido contra um homem detido na Cadeia Pública de Brejo da Cruz, na Paraíba.
Durante a Operação foram presos Artur dos Santos Marques, 19 anos; Damião Fernandes dos Santos; Agricio Batista de Medeiros, 35 anos; Afran Marcolino Gomes, 35 anos; Oreste Resende Santiago, 27 anos; Francisco dos Santos Dultra, 26 anos; Jonh Lenno da Silva, 24 anos; Francinildo dos Santos, 34 anos; Cledimar dos Santos, 47 anos e Mirthes Luanny de Medeiros, 20 anos.

Três suspeitos detidos, também foram autuados pela prática de crimes em flagrante. Damião Fernandes dos Santos estava com uma espingarda e foi autuado pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e Agricio Batista de Medeiros foi autuado por tráfico de drogas. Na casa de um dos adolescentes, os policiais apreenderam um “pé de maconha”.

A operação contou com o trabalho de equipes da Polícia Civil da 3a. Delegacia Regional de Polícia Civil de Caicó e de várias delegacias do interior do Estado, totalizando a ação de 16 delegados e 50 policiais civis. Também atuaram na ação equipes do Grupo Tático Operacional (GTO) da Polícia Militar das cidades de Timbaúba e Jardim de Piranhas, além da Polícia Rodoviária Federal. Policiais civis de Brejo do Cruz, no Estado da Paraíba, também deram apoio à Operação.

A Operação recebeu este nome devido ao fato de, na investigação, ter sido constatado que os criminosos utilizavam o termo “pano de prato” e “bordado” para se referirem à negociação de drogas.

Via Blog do BG

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
10:54

Do EL PAIS

O cerco da Operação Lava Jato ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha(PMDB-RJ), ganhou novos elementos nesta quinta-feira. A Justiça da Suíça bloqueou quatro contas secretas pertencentes a Cunha (PMDB-RJ), e sua mulher, Cláudia Cruz. A quantia congelada chega a 5 milhões de dólares, de acordo com o jornal O Globo, e a suspeita é que o montante seja fruto de pagamentos de propina. O valor coincide com o citado por um dos delatores da Operação Lava Jato, Julio Camargo, que em seu depoimento afirmou que o deputado cobrou esta quantia para viabilizar um negócio entre a Petrobras e uma empresa. É a mesma soma mencionada também na denúncia do Ministério Público Federal, enviada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal.


O depoimento de outro colaborador da Justiça, o suposto operador do PMDB no esquema de corrupção na Petrobras João Augusto Resende Henriques, também reforça a suspeita de que as contas pertençam de fato a Cunha. O delator afirmou na semana passada ter feito depósitos no exterior que tinham o presidente da Câmara como destinatário. Em depoimento à CPI da Petrobras no início do ano, Cunha negou ter dinheiro fora do país.

De acordo com as autoridades suíças, as contas foram abertas em nomes de empresas offshores – sediadas em paraísos fiscais com pouco ou nenhum controle sobre a procedência do dinheiro – mas eram operadas por Cunha e sua mulher. Este tipo de operação financeira é frequentemente usada para burlar o pagamento de impostos ou lavar dinheiro fruto de atividades criminosas.

O parlamentar tinha uma viagem à Itália programada para o final desta semana, mas desistiu alegando ter um outro compromisso no Brasil, o casamento do senador Romero Jucá (PMDB-RR). Ele negou que a desistência tenha relação com as contas atribuídas a ele pelas autoridades suíças. “Era uma viagem muito comprida, (…) e faria apenas um discurso no evento. Achei que seria muita corrida para um evento que não tem tamanho que justificasse”, disse nesta quinta-feira.

Até o momento, cinco delatores da Lava Jato já afirmaram que Cunha recebeu propina para facilitar negócios de empresas com a estatal petroleira. Ainda assim, o peemedebista mantém seu poder na Câmara e tem acossado o Governo


Em nota, os advogados do parlamentar disseram que “a defesa do deputado Eduardo Cunha desconhece qualquer procedimento investigatório realizado naquele país [Suíça]. Por tal razão, está impedida de tecer comentários acerca dos supostos fatos noticiados”. Além disso eles afirmam que estão prontos a “prestar os devidos esclarecimentos que se façam necessários, mas mantendo a sua postura de se manifestar exclusivamente nos autos de processos”

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
10:04

A paz política em Ouro Branco está com os dias contados para acabar. O Desembargador do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN), Juiz Wlademir Soares Capistrano, relator do processo na corte, determinou ainda ontem à tarde publicação para incluir na Pauta de Julgamento nº 43/2017, para acontecer às 14h00 do dia 30/05/2017, o processo AIJE 0000151-71.2016.6.20.0023 que pede a cassação da chapa dos doutores. Com isso, a tendência é que na próxima semana, havendo quórum, o julgamento em segunda instância tenha desfecho.

O processo tem dado o que falar depois que um parecer amplamente divulgado por correligionários da prefeita, no dia 23 de março, trazia o Procurador Regional Eleitoral, opinando pelo conhecimento e provimento dos recursos da prefeita e vice da cidade de Ouro Branco, reformando a sentença de primeira instância de modo a isentá-los de responsabilidade eleitoral. Porém em 27 de março, solicitação de expedição foi emitira para a Procuradoria Regional Eleitoral, que retornou os 9 volumes do processo, juntamente com parecer ofertado pelo Ministério Público Eleitoral, opinando pelo conhecimento e desprovimento de ambos os recursos, mantendo-se a sentença de cassação da chapa, sendo agora em segunda instância.

Em caso de manutenção da decisão de afastar Fátima e Dr. Araújo em segunda instância, ambos podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral, mas somente permanecerão no mandato por meio de liminar, que não deve ser fácil conseguir. No último dia 4 de abril o TRE acordou pela manutenção de condenações de primeira instância da mesma Comarca de Jardim do Seridó e o relator desses processos foi o mesmo, o Desembargador Wlademir Soares Capistrano. Os grupos políticos da cidade aguardam ansiosamente o desfecho desse processo, que mudará radicalmente o cenário político da cidade.

Via Ouro Branco Notícias.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
09:54

Cerca de 77% dos beneficiários com auxílio-doença na Paraíba tiveram seus benefícios suspenso pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até 12 de maio deste ano. O levantamento foi repassado ao G1 pelo gerente do INSS em João Pessoa, Rogério Oliveira, nesta quarta-feira (24). De 2.644 perícias feitas neste ano, 2.046 resultaram na suspensão do benefício pelo INSS. Entre as suspensões, 318 benefícios foram suspensos porque o contribuinte não marcou a perícia médica no INSS.

Rogério Oliveira explicou que os beneficiados, após a convocação por meio de carta, têm o prazo de cinco dias para agendar a perícia em qualquer agência do INSS, pela internet ou por telefone. “O percentual de suspensão dos benefícios na Paraíba está dentro da média vista em outros estados. A verdade é que a incapacidade que antes atingia o segurado, tem uma evolução e não o impede mais de trabalhar”, comentou. Os cortes resultaram em uma economia estimada de R$ 34,2 milhões nos cofres públicos federais.

As perícias médicas no INSS não interferem apenas para a suspensão, mas também ajudam na efetivação da aposentadoria por invalidez, de acordo com Rogério Oliveira. No mesmo período em que mais de 2 mil benefícios foram suspensos, o INSS converteu 75 auxílios-doença em auxílio-acidente e 367 em aposentadoria por invalidez. Ainda de acordo com o gerente do INSS em João Pessoa, outros 148 trabalhadores foram encaminhados para reabilitação profissional.

Rogério Oliveira, gerente do INSS em João Pessoa, recomenda máximo de exames e documentos (Foto: André Resende/G1)

Rogério Oliveira, gerente do INSS em João Pessoa, recomenda máximo de exames e documentos (Foto: André Resende/G1)

Para que a perícia não seja prejudicial, Rogério Oliveira recomenda que o segurado busque o máximo de laudos e exames médicos que corroborem com a enfermidade para facilitar a análise da continuidade do auxílio por parte do perito médico do INSS. “É preciso que o beneficiado tenha em mãos os documentos para que facilite a perícia, embora a maioria receba atendimento pelo SUS”, comentou.

O processo de revisão dos benefícios teve início em 2017 após uma nova medida provisória em fevereiro e deve seguir até junho deste ano.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
09:48

jessica

Áudio divulgado pelo Estadão revela mais um detalhe sórdido nas relações que Michel Temer mantinha, secretamente, com o empresário Joesley Batista, da JBS.

O “homem da mala” Rodrigo Rocha Loures orienta Joesley a usar seu nome, Rodrigo, ao identificar-se na entrada do Palácio do Jaburu, residência oficial (por enquanto) de Michel Temer.

Era a senha para libertar a entrada para os “embalos da garagem” que antecediam a “festa da mochila”.

Basta a leitura do diálogo, que você pode ouvir no trecho que selecionei e coloco ao final do post, nem é preciso comentar. As conclusões são inevitáveis.

Loures pergunta a Joesley. “A conversa com ele (Temer) foi boa lá aquele dia?”

Joesley: “Muito boa, muito boa. Eu tava precisando ter aquela conversa lá com ele. Primeiro, brigado.”

Loures: “Imagina.”

Joesley: “Super, super discreto ali, bem, é, também dei meu nome nada. Entrei, entrei direto na garagem, desci, fui ali naquela salinha ali.”

Loures: “Protege você, te deixa à vontade, dá para fazer sempre assim. Quando for, quando você chegar e o cara pergunta, teu nome é ‘Rodrigo’. O menino… como aqueles militares ali da portaria não são controlados por nós, a gente nunca sabe quem vai estar naquela posição. O Comando fica trocando esses caras. Quando você chega, a placa do (inaudível). Diz: ‘O ‘Rodrigo’ vai chegar aí com o carro tal’. O menino que está na porta sabe nada.”

Joesley: “Funcionou super.”

Loures: “Ele queria acho que também falar com você, te ouvir, não é? E da outra vez, ele perguntou naquele dia, ele falou assim: ‘mas ele te disse o que é?’. Eu falei: ‘Presidente, nem disse, nem eu perguntei, porque (inaudível)’. Daí ele até disse assim: ‘é, então, mas diga a ele que se ele quiser falar, que ele pode falar com você’.”

Joesley: “Isso.”

Rocha Loures: “‘Ele só vai falar se ele quiser falar. Então, tem que deixar o Joesley à vontade’.”

Joesley: “Agora eu estou autorizado, porque ele me autorizou.”

 Joesley aponta a Rocha Loures quem eram seus interlocutores no Planalto.

Joesley: “Então, primeira coisa que eu fui falar com ele era exatamente isso. (Inaudível) Eu disse assim: ‘Michel, eu falava (inaudível) com o Eduardo. Aconteceu o que aconteceu com o Eduardo, enfim, aí eu fui falar com o Geddel. Aí eu tava falando com o Geddel, tudo bem, aí aconteceu o que aconteceu com o Geddel, que eu falava com o Padilha aí, acho que hoje o Padilha está voltando, mas…”

Rocha Loures: “Voltou já.”

Joesley: “Isso, aí o Padilha estava naquela situação. Pô, eu tenho que achar com quem que eu falo. Aí ele falou: ‘Pode falar com o Rodrigo, o Rodrigo é da minha mais alta confiança. Tudo’. Então, pronto. Falei, então: ‘Então, pronto, agora eu tô em casa’. Aí, então, foi ótimo, foi conversa. Falei, então, o seguinte: ‘não vou ficar te enchendo o saco, vou falar tudo com o Rodrigo que eu precisar, nós vamos tocando. Se em algum momento tiver alguma coisa que eu ache que é importante, aí eu venho’.”

Loures: “Aí vocês se encontram.”

Joesley: “Isso.”

 

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
09:43

aroeiracruz

Quais os fundamentos usados por Sérgio Moro para absolver Cláudia Cruz, mulher de Eduardo Cunha?

O primeiro é de que não foi possível, mesmo tendo saído das contas de Eduardo Cunha na Suíça, determinar que o dinheiro usado por Cláudia Cruz, na sua conta Köpek (cão, em turco)  em suas gastanças em boates e outros estabelecimentos de luxo, vinha das operações corruptas do ex-presidente da Câmara:

Não obstante, até o momento, foi de fato possível rastrear somente os ativos recebidos em um acerto de corrupção, envolvendo o contrato de Benin, sendo que o produto respectivo, de USD 1,5 milhão não foi destinado, sequer em parte, à conta em nome da Köpek.

Portanto, Moro considera essencial que seja estabelecida a ligação material entre um gasto, embora vultoso, e um ato específico de corrupção.

A seguir, Moro diz:

Poderia, porém, a imputação do crime de lavagem sustentar-se tendo por antecedentes unicamente os crimes financeiros, ou seja, os ativos seriam provenientes de saldos em contas secretas no exterior e que não foram declaradas. Nesse ponto, porém, entendo que carece a imputação de suficiente prova do dolo. A acusada Cláudia Cordeiro Cruz foi interrogada em Juízo. Alegou em síntese que era esposa de Eduardo Cosentino da Cunha, que confiava em seu marido e que desconhecia o envolvimento dele em crimes de corrupção.

Assim, o juiz considera que é preciso, para haver prova de dolo, conhecer o envolvimento de alguém em crime de corrupção. Se vale para uma companheira com quem se convive diariamente, tem de valer também para alguém com quem se tem uma relação mais distante, de amizade. Se um amigo pagar algo para mim – como, por exemplo, a guarda de algumas caixas – é preciso, para que haja prova de dolo, que eu saiba que eu conheça  o “envolvimento dele em crimes de corrupção”.

Ele conclui, literalmente:

Cumpre observar que, de fato, não há prova de que ela tenha participado dos acertos de corrupção de Eduardo Cosentino da Cunha.

Não consta que o Dr. Sérgio Moro tenha sido obrigado ou induzido por alguém a este entendimento. Ninguém vai pensar, por exemplo, que a absolvição de Cláudia possa ser parte daquilo que se tratou na reunião entre Michel Temer e Joesley Batista como deixar “calmo” Eduardo Cunha.

Assim, bastam três questões para que o Dr. Moro não possa dar veredito igual ao caso de Lua: a) mesmo admitindo que as obras no triplex do Guarujá fossem realizadas por vontade ou pedido do casal Marisa-Lula, há prova de que os recursos nela utilizados sejam os mesmos auferidos nos contratos entre a OAS e a Petrobras? b) Marisa e Lula tinham a obrigação ou meios de saber das armações de diretores da Petrobras em contratos com a OAS? e c) Lula ou Marisa participaram destes acertos?

A resposta óbvia é “não”, evidentemente.

Ou será que, em relação a Lula, o que Moro diz em relação a Cláudia Cruz “não vem ao caso”?

Via Fernando Brito

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
09:32

A Folha de S. Paulo mostra hoje as 4 formas previstas pela legislação, e que podem servir de porta de saída para o presidente Michel Temer deixar o Planalto.

Eis:
Renúncia
– Caso Temer abdique do cargo, assumiria o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que teria 30 dias para convocar uma eleição indireta.

– Não há regras atuais para o rito. A norma que dispõe como devem ser as eleições indiretas é de 1964 e prevê voto secreto da maioria dos deputados e senadores.

– Não se sabe quem poderia se candidatar. A definição caberia aos parlamentares.

– Para que haja eleições diretas, o Congresso teria que aprovar uma proposta de emenda à Constituição -uma delas será votada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara na próxima semana.
*
Ação contra chapa presidencial no TSE
Julgamento contra chapa Dilma-Temer, marcado para retornar no dia 6 de junho, questiona gastos de campanha acima do limite informado pela Justiça Eleitoral.

– Análise do processo será em quatro sessões.

– Partes e Ministério Público ainda podem recorrer após decisão.
*
Pedido de impeachment
Dois deputados, Alessandro Molon (Rede-RJ) e JHC (PSB-AL), protocolaram pedido de impeachment de Temer por comportamento incompatível ao cargo

– Se aceito, o processo seria similar ao que ocorreu com a ex-presidente Dilma Rousseff.

– Caso a Câmara autorize e o Senado instaure o processo, Temer seria afastado por até 180 dias e o presidente da Casa, Rodrigo Maia, assumiria o posto interinamente.

– Depois, em votação, o Senado decide se retira ou não o mandato do presidente.
*
Ação penal
– Se a Procuradoria-Geral da República entender que houve crime no mandato atual, pode oferecer denúncia contra o presidente.

– No entanto, ela só chegaria ao STF com autorização de dois terços da Câmara.

– Ainda assim, o Supremo teria que acolher a denúncia para que Temer vire réu, e então ele seria afastado.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
09:28

 

Por Estadão Conteúdo

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira, 26, a Operação Poço Sexo, 41ª fase da Operação Lava Jato. Em nota, a PF informou que estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva, um mandado de prisão temporária e três mandados de condução coercitiva nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo e no Distrito Federal.

A ação policial tem como alvo principal a investigação de complexas operações financeiras realizadas a partir da aquisição pela Petrobras de direitos de exploração de petróleo em Benin, na África, com o objetivo de disponibilizar recursos para o pagamento de vantagens indevidas ao ex-gerente da área de negócios internacionais da empresa.

Em março deste ano, o juiz federal Sérgio Moro condenou o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por crimes de corrupção, de lavagem e de evasão fraudulenta de divisas, a 15 anos e 4 meses de prisão em ação penal sobre propinas na compra do campo petrolífero de Benin, pela Petrobras, em 2011.

O nome da fase (Poço Seco) é uma referência aos resultados negativos do investimento realizado pela Petrobras na aquisição de direitos de exploração de poços de petróleo em Benin/África.

Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas, lavagem de dinheiro dentre outros. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba quando autorizados pelo juízo competente.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
09:26

Por Ayrton Freire

Toinho Venceslau confessou à Polícia Civil que atropelou as vítimas

 

O vice-prefeito de Espírito Santo, distante pouco mais de 70 km de Natal, foi indiciado pela morte de duas pessoas. Toinho Venceslau, do PSDB, confessou à Polícia Civil que atropelou as vítimas, um casal que deixou três crianças, no dia 1º de janeiro deste ano, a data da posse do político.

Delegado de Goianinha, onde o acidente ocorreu, Wellington Guedes, relatou em entrevista ao Portal No Ar os motivos pelos quais Toinho foi indiciado por duplo homicídio doloso, quando se assume o risco de morte.

“Ele vinha em alta velocidade com o carro dele e bateu na moto em que estava o casal quando fez ultrapassagem em faixa contínua [onde é proibido ultrapassar]. A moto foi arrastada porque ele não parou para prestar socorro. Seguiu sem chamar ambulância”, narrou o delegado.

De acordo com a Polícia Civil, se o vice-prefeito tivesse parado para prestar socorro, pelo menos a morte de uma das vítimas poderia ser evitada. Isso porque Elivania Costa da Silva chegou a ser levada com vida a um hospital. O marido dela, José Marcos da Silva, morreu no local do acidente.

De acordo com Wellington Guedes ainda não há mandado de prisão contra Toinho Venceslau.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
09:23

Por proposição do presidente da Casa, vereador Raniere Barbosa (PDT), o plenário da Câmara Municipal de Natal aprovou a indicação do empresário potiguar Flávio Rocha, do grupo Guararapes/Riachuelo, para receber a Medalha Padre Miguelinho. O Projeto de Decreto Legislativo nº 33/2017 que concede a honraria foi subscrito pelos vereadores Dickson Nasser Júnior (PSDB), Felipe Alves (PMDB) e Cícero Martins (PTB).

Também por iniciativa do presidente Raniere Barbosa, com a subscrição dos vereadores Dickson Nasser Júnior, Cícero Martins e Aroldo Alves (PSDB), os parlamentares acataram na sequência a entrega do Título de Cidadão Natalense ao empresário, jornalista e prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), em data a ser estabelecida pela Mesa Diretora.

Presidente Raniere Barbosa, propositor das homenagens – Foto: Elpídio Júnior

“Vamos homenagear duas personalidades vitoriosas em suas atividades profissionais, cujas atuações influenciam todos os recantos do Brasil. O espírito público e mentalidade empreendedora deles contribuem de forma positiva para o desenvolvimento da nossa sociedade. Portanto, acredito que são merecedores das honrarias que este parlamento acaba de aprovar”, justificou o presidente Raniere Barbosa.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
09:20

foto: Beto Barata/PR)

 

Do Estadão Conteúdo:

Uma conversa por telefone na qual o presidente Michel Temer fala com o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), interceptada pela Polícia Federal, pode gerar um novo pedido de inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A informação foi confirmada pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.

No dia 4 de maio deste ano, Temer recebeu ligação de Loures, que estava grampeado.

O deputado buscava saber sobre a assinatura do Decreto dos Portos e a conversa durou pouco mais de 2 minutos.

O presidente da República informou o parlamentar que iria assinar o decreto na outra semana.

Depois de falar com Temer, Loures passou informações também por telefone a Ricardo Conrado Mesquita, membro do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira dos Terminais Portuários e diretor da empresa Rodrimar, que opera no Porto de Santos.

Em 10 de maio, Temer assinou decreto para facilitar investimentos privados nos portos.

Na conversa ao telefone, o presidente indica o que é uma das principais mudanças previstas no decreto: o aumento para 35 anos de prazos dos contratos de arrendatários, prorrogáveis por até 70 anos.

Após Loures comentar que teve informação de que já teria sido assinado o decreto, Temer responde:

“Não. Vai ser assinado na quarta-feira à tarde … Vai ser numa solenidade até, viu?”. Em outro trecho da conversa, o presidente diz que “Aquela coisa dos setenta anos lá para todo mundo parece que está acertando aquilo lá…”.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) deve pedir a abertura de inquérito para investigar Loures, por suspeita de tráfico de influência.

Os investigadores ainda avaliam o caso para definir se o presidente deve ou não ser incluído no pedido de investigação.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
07:58

Policial atirou no chão e chutou o repórter-fotográfico André Coelho

O repórter-fotográfico do GLOBO André Coelho – que flagrou policiais atirando contra manifestantes – também foi alvo da violência da polícia durante a manifestação quarta-feira em Brasília. O Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Edval Novaes, informou que vai investigar o caso. Leia o relato do fotógrafo:

“Mochila nas costas, de máscara e capacete, estava pronto para a cobertura. Acostumado a acompanhar manifestações, fui pensando em tirar fotos, fazer vídeos. O melhor possível.

Desde os primeiros momentos havia um clima de que o ato poderia desandar. Mas não imaginava que descambaria para o vandalismo, nem que a Polícia Militar perderia o controle. E que seria ao mesmo tempo testemunha e vítima.

Eu e o fotógrafo Joedson Alves, da agência EFE, percebemos que um grupo de policiais militares havia sacado suas pistolas. Algo fora do padrão para manifestações que cobrimos aos montes. E as armas estavam apontadas para os manifestantes. Havia um fato a ser registrado.

Quando nos aproximamos para fotografar a cena, um dos policiais veio com a arma em punho. Primeiro na minha direção. De onde estava, Joedson pode registrar a abordagem e mais do que isso.

Ao perceber que o PM vinha armado na minha direção, só me restou gritar:

– Sou jornalista, sou jornalista!

Não adiantou muito. Ele respondeu se aproximando e dando um disparo em direção ao chão, perto de mim. Não satisfeito, me chutou. Atingiu minha perna. Ainda fora do controle, o policial partiu para cima de Joedson dando um tapa na câmera dele.

Ainda sob impacto da agressão, permaneci fotografando. O grupo de PMs estava ali acuado e alguns com arma em punho. Acionei o modo de filmagem em uma das duas câmeras que carregava.

E o restante nem preciso descrever. O vídeo relata melhor o que ocorreu: dois policiais disparando na direção dos manifestantes.

Dali, segui para o gramado central da Esplanada, onde manifestantes diziam que alguém tinha sido atingido por um disparo. Ainda consegui filmar um homem que sangrava que poderia ser a vítima. Não tenho como dizer de onde partiu a bala que atingiu aquele senhor. Mas já há registro suficiente para o caso ser apurado.”

O GLOBO

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
07:57

Planalto tenta negociar com aliados uma “sobrevida” ao governo

O Palácio do Planalto tenta se aproveitar da falta de consenso em torno da sucessão de Michel Temer para negociar com aliados uma “sobrevida” ao governo, condicionada à aprovação das reformas e à retirada do peemedebista da cena política de 2018.

Nos últimos dias, auxiliares de abriram diálogo com os principais articuladores de eleições indiretas, que seriam convocadas caso Temer seja cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no início de junho.

As informações são de reportagem de Marina Dias, Bruno Boghossian e Gustavo Uribe na Folha de S.Paulo.

“A avaliação é de que os movimentos dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB), José Sarney (PMDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não estão “maduros” e que não haverá, nesses grupos, um acordo que permita a construção de um nome comum para a Presidência.

É na falta de entendimento de agentes –que Temer tem chamado de “conspiradores”– que o Planalto vai apostar para ganhar tempo e tentar recuperar musculatura para as votações no Congresso.

Desde a semana passada, quando foram divulgados os detalhes da delação da JBS que implicam Temer, partidos da base aliada e da oposição começaram a articular a substituição do presidente por eleições indiretas.

Eles entendem que a crise é incontornável, que o peemedebista não terá força política para aprovar a pauta legislativa e que a formação de um novo governo é o melhor caminho para a recuperação da estabilidade do país.

Temer, por sua vez, já sabe que, com baixíssima aprovação e sob investigação no STF (Supremo Tribunal Federal) por corrupção, obstrução de justiça e organização criminosa, ele e o PMDB não terão condições de influenciar as eleições de 2018.

Sem capital político, o governo oferece agora a aliados, em especial o PSDB, a opção de fazer uma “transição responsável”, nas palavras de um assessor de Temer, e com a possibilidade de os tucanos adotarem uma postura independente no ano final da gestão peemedebista.

Em troca da manutenção da coalizão para que o presidente complete seu mandato, ele promete finalizar a agenda de reformas, como a previdenciária e a trabalhista, e permitir que esse grupo dispute 2018 sem a necessidade de implantar medidas consideradas impopulares.”

Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2017
07:55

Instituto Lula cita Rede Globo e Folha de S. Paulo

O Instituto Lula divulgou uma nota em que denuncia “conluio” entre procuradores da Lava Jato e Rede Globo, Folha de S. Paulo O Estado de S. Paulo na produção de “mais uma farsa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.

“Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o tríplex do Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no depoimento de Lula ao juiz Sergio Moro”, diz a assessoria.

Confira a íntegra:

NOTA À IMPRENSA
Lava Jato e imprensa montaram farsa com agendas da Petrobras

São Paulo, 25 de maio de 2017,

Em conluio com procuradores da Lava Jato em Curitiba, a Rede Globo, a Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo produziram semana passada mais uma farsa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o tríplex do Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no depoimento de Lula ao juiz Sergio Moro.

A juntada de “documentos” sobre supostas “reuniões” de Lula com a diretoria da Petrobras não foi fruto da descoberta de algum segredo em um trabalho de investigação sério, mas uma tentativa tosca de reescrever a história e criminalizar atos como viagens oficiais ao exterior, reuniões interministeriais e cerimônias da Presidência acompanhadas pela imprensa.

Uma irresponsabilidade que atenta contra o papel institucional do Ministério Público em uma democracia. Parece que para a equipe de Deltan Dallagnol, o crime de Lula foi ter sido presidente da República. E a mesma imprensa que acompanhou e divulgou essas agendas durante os dois mandatos de Lula, agora dá manchetes sem checar nem mesmo seus próprios arquivos.

A fraude começou a ser montada em 15 de maio, cinco dias depois do depoimento de Lula. Naquela data, os procuradores anexaram 78 documentos aos autos, sem explicitar o propósito. 27 destes documentos são cópias de agendas de ex-diretores, registrando “reuniões”, “almoços” e “jantares” com Lula. As cópias de agendas foram entregues pela Petrobrás aos acusadores de Lula, mas não a sua defesa.

Na manchete de 17 de maio, a Folha afirmou: “Lava Jato contraria com documentos fala de Lula a Moro”. Segundo o jornal, as agendas mostrariam que Lula não teve apenas duas reuniões com a diretoria da Petrobrás em seu governo, como ele havia declarado a Moro, mas pelo menos 23. O Estadão destacou “reuniões de Lula” com três ex-diretores condenados na Lava Jato. O Jornal Nacional juntou as duas coisas, elevou para 28 as supostas “reuniões” e citou o Ministério Público como fonte de suas ilações, numa reportagem de três minutos.

Publicado por: Chico Gregorio