01/10/2018
06:53

A empresa CLC, que foi apontada pela IstoÉ como responsável pelo transporte de R$ 6 milhões em um avião do Rio Grande do Norte até o Ceará a pedido do ex-presidente Lula, emitiu uma nota de esclarecimento sobre o caso. A empresa negou a informação apresentada pelo jornalístico, taxou o conteúdo como “mentiroso”, argumentou que a Polícia esteve no local e ainda adiantou que irá adotar todas as medidas judiciais, cíveis e criminais contra a IstoÉ.

Nota de Esclarecimento

A despeito de matéria com o título “Brasil: Como Lula opera a campanha na cadeia”, onde uma retranca jornalística com subtítulo “Avião com R$ 6 milhões a bordo caiu em Boa Viagem (CE). Mas os recursos chegaram no destino: a campanha de Weverton Rocha, PDT.”, a Revista IstoÉ, edição 2544, de 28 de setembro de 2018, comete uma série de inverdades, contra pessoas e uma empresa há 23 anos estabelecida no mercado, cumpre-nos informar à sociedade a estranheza do teor da notícia e o estabelecimento dos fatos como realmente aconteceram.

A matéria – possivelmente construída a partir de interesses políticos inconfessáveis, o que não nos cabe considerar, traz em seu bojo informes fantasiosos. Veja-se:

1) Induz a matéria que o destino da aeronave Cirrus Design SR 22 Prefixo PR-COR era o município de São Luiz (MA), quando a rota a ser cumprida era de Mossoró-RN a Crateús (CE), com alternativa para Tauá (CE). O avião saiu por volta de 07h30min, do dia 14 de setembro de 2018, dando uma pane no município de Boa Viagem-CE, o que provocou o pouso de emergência;

2) Depois diz ser o objetivo o transporte de 6 milhões de reais, cuja quantia havia chegado ao destinatário. Ora, no local em que o pouso ocorreu o piloto e o passageiro da aeronave foram visitados por uma guarnição da Polícia Militar e pelo delegado e agentes da Polícia Civil, destacamentos do município de Boa Viagem (CE), que, por meia hora, fizeram vistoria e se colocaram à disposição para colaborar com o que fosse possível, sendo que a Polícia Militar esteve no local uma segunda vez colaborando com o reboque do avião. Houvesse dinheiro, o Boletim de Ocorrência registraria. Tem mais: o objetivo da viagem a Crateús (CE) era visita rotineira a obra – construção de trecho da CE 467, trecho entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Monsenhor Tabosa, Estado do Ceará, não havendo nada além de documentos técnicos e projetos da obra;

3) Também insinua haver 3 pessoas quando do acidente. A verdade é que estavam presentes somente o piloto José Severino Enéas Cândido e o diretor da CLC, o Sr. Céliton Luiz Costa de Oliveira;

4) Sobre a propriedade da aeronave em tela, como forma de dirimir dúvidas, a sua propriedade é da CLC Construtora, adquirida em 3 de setembro de 2018, sendo que o seu registro ainda não havia sido alterado no Setor de Licenças da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), em face do pouco tempo de propriedade, e assim constou como sendo da Vokan Seguros.

A empresa, categoricamente, repudia o conteúdo mentiroso da matéria e informa que buscará repor a verdade, preservando a sua imagem e garantindo a confiança que desfruta em todos os estados da Região Nordeste, bem como tomará as medidas judiciais, cíveis e criminais.

CONSTRUTORA LUIZ COSTA – CLC

Publicado por: Chico Gregorio


01/10/2018
06:48

O deputado Eduardo Bolsonaro afirmou durante ato na Avenida Paulista neste domingo, 30, que se Fernando Haddad for eleito “ele dará indulto para o Lula no dia seguinte”. Ele também disse que se Bolsonaro for eleito, o ex-presidente Lula irá cumprir pena em um presídio comum. Ele ainda pediu para que os eleitores votem de camisa amarela no próximo domingo.

O protesto ocorre um dia depois de manifestações contra o candidato terem acontecido em todas as capitais do país e em cidades no exterior. Atos pró Bolsonaro também foram registrados no sábado, 29, em menor quantidade.

Segundo o deputado, o resultado da eleição “vai ser igual ao Trump, que venceu quando todos estavam contra ele nos Estados Unidos” -o presidente americano venceu a democrata Hillary Clinton no colégio eleitoral, mas perdeu no voto popular, em 2016.

Um dia depois do ato que reuniu mulheres contrárias ao candidato do PSL, Eduardo Bolsonaro falou às mulheres que apoiam seu pai. “As mulheres de direita são mais bonita que as da esquerda. Elas não mostram os peitos nas ruas e nem defecam nas ruas. As mulheres de direita têm mais higiene”, disse o deputado, que ainda criticou o autor do atentado contra Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira. “Meu pai não tomou uma facada por alguém que queria tomar a carteira dele. Eles estão com medo”, concluiu.

No caminhão de som, militantes ressaltam a participação feminina no evento – dizendo que as mulheres são mães, amigas, que cuidam da casa, dos homens e da família.

A primeira a se pronunciar no carro de som foi a candidata a deputada federal pelo PSL, Carla Zambelli: “A nossa manifestação é verde e amarela. Nossa manifestação tem bandeira do Brasil e não de partidos. Somos movidos pelo amor por uma pessoa que vai mudar o país. Finalmente teremos paz com Jair Bolsonaro na Presidência. Ele é o único presidente que irá fortalecer a Polícia Federal. É a primeira vez em décadas que temos um presidente que fala de Deus com lágrimas nos olhos. O nosso estado é laico mas não é ateu”, afirmou. Em seguida, a candidata iniciou uma oração, finalizada por “ele sim” pelos manifestantes presentes.

Participam também do ato o candidato do PSL ao Senado em São Paulo, Major Olímpio, o candidato a deputado estadual Delegado Olim (PP) e o dono das Lojas Centauro, Sebastião Bomfim, que subiu no palanque e discursou a favor de Bolsonaro. Ele puxou o coro de “mito, mito”.

Terra

Publicado por: Chico Gregorio


01/10/2018
06:43

O BTG Pactual acabar de publicar sua mais nova pesquisa como tem feito todas segunda-feira.

O Deputado Jair Bolsonaro caiu 2% em relação a ultima e  tem 31% dos votos.

Fernando Haddad cresceu 1%. Ele oscilou de 23% dos votos para 24%, dentro da margem de erro.

A surpresa foi Geraldo Alckimin, que cresceu 3% e atingiu 11%, passando Ciro Gomes que ficou com 9%

Na semana passada a pesquisa do dia 24/09 apresentada o seguinte cenário:

BTG Estimulada

 

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
09:39

Nota diz ainda que Fux agiu ilegalmente, pois “a competência para ajuizar pedido de suspensão de liminar é do Ministério Público ou de pessoa jurídica de direito público”

Ministro Luiz Fux. Foto: Carlos Humberto/SCO/STF
  

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) emitiu nota, neste sábado (29), condenando a liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que revogou a decisão de seu colega Ricardo Lewandowski, liberando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a dar entrevistas.

Para a ABDJ, “a jurisprudência do STF nunca admitiu que um ministro suspendesse monocraticamente a liminar concedida por outro”. Além disso, a entidade aponta que “a competência para ajuizar pedido de suspensão de liminar é do Ministério Público ou de pessoa jurídica de direito público”.

A entidade diz ainda que atitudes como essa “colocam em xeque a credibilidade do próprio Supremo Tribunal Federal e aguçam o debate na sociedade sobre a seriedade de suas instituições”.

Leia abaixo a nota da ABJD na íntegra:

Em desrespeito à lei e no exercício da presidência do STF, o ministro Luiz Fux suspendeu a liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator das Reclamações nºs 31.965/PR e RCL 32.035/PR, que entendeu haver supressão de liberdade de imprensa pela Vara de Execuções Penais de Curitiba, permitindo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conceder entrevista para órgãos de imprensa.

Duas questões estão postas que causam espanto e estranheza na decisão proferida pelo ministro que exercia a presidência em substituição nesta sexta-feira (28).

A primeira delas é de que a jurisprudência do STF nunca admitiu que um ministro suspendesse monocraticamente a liminar concedida por outro. De fato, o art. 4º da Lei nº 8.437/92 sempre fora utilizado para analisar as liminares concedidas por instâncias inferiores, o que significa que o ministro Fux inovou no procedimento, burlando a jurisprudência da Corte. A segunda, mais grave, é que a competência para ajuizar pedido de suspensão de liminar é do Ministério Público ou de pessoa jurídica de direito público. O texto da norma é muito claro a respeito disso. No entanto o pedido fora feito, no caso em tela, pelo Partido Novo, sob alegação de que durante o processo eleitoral “os partidos políticos, as coligações, os candidatos e o Ministério Público assumem o monopólio de questionamento da quebra de legitimidade do pleito”, o que absolutamente não pode se sustentar, uma vez que se trata de matéria constitucional, versando sobre liberdade de imprensa e liberdade de expressão, não de matéria eleitoral.

Desse modo, a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia – ABJD, em sua perene defesa do Estado Democrático de Direito vem externar sua grande preocupação com o uso do Poder Judiciário para fins e interesses particulares em decisões teratológicas, que apontem para a supressão de direitos individuais e coletivos.

O uso de expedientes dessa natureza, em decisões que fazem interpretações inusitadas das normas e da jurisprudência consolidada, colocam em xeque a credibilidade do próprio Supremo Tribunal Federal e aguçam o debate na sociedade sobre a seriedade de suas instituições.

Brasília, 29 de setembro de 2018

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30/09/2018
09:24

O juiz Ricardo Tinoco de Góes, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), decidiu aplicar uma multa de R$ 10 mil no candidato do PDT ao Governo do Estado, Carlos Eduardo Alves, por propaganda negativa irregular nas redes sociais contra a adversária Fátima Bezerra (PT). Em decisão da última quarta-feira, 26, o magistrado confirmou uma decisão liminar…

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
09:17

Protesto contra ‘fantasmas’ em 2016

Foto: Erick Dias

Após três anos da deflagração da Operação Dama de Espadas, a Assembleia Legislativa do RN instaurou Processo Administrativo Disciplinar para investigar servidores envolvidos em acusação de desvio de dinheiro público milionário na Casa Legislativa, através da contratação de funcionários ‘fantasmas’. A instauração desse procedimento foi um ato da Mesa Diretora, publicado no Diário Oficial Eletrônico da Casa Legislativa, datado da quinta-feira passada (27).

De acordo com a publicação, será formada uma comissão para apurar no prazo de 60 dias, podendo ser prorrogado, os fatos que tratam dessas acusações.

A conclusão dos trabalhos deve ser apresentado à Mesa Diretora da AL. “O Processo Administrativo Disciplinar seguirá o rito processual constante da Resolução nº 092/2017-ALRN e, nos casos omissos, o que disciplina a Lei Complementar Estadual nº 122/1994 e, no que couber, o Código de Processo Civil”, afirma.

Desvios milionários

A Operação Dama de Espadas foi deflagrada em 20 de agosto de 2015, pelo Ministério Público do RN. O foco é de investigar contratação de servidores fantasmas, para desvio de dinheiro público, que chegou, segundo o MP, a R$ 10 milhões, em valores atualizados.

A Justiça acatou a denúncia em abril de 2017 contra 24 suspeitos, dentre eles a então procuradora-geral da Assembleia Legislativa Rita das Mercês. No acordo de delação, Rita afirmou que os cargos fantasmas eram usados para dar apoio a deputados estaduais em votações de interesse próprio.

Investigações tem continuidade

A Operação Dama de Espadas teve continuação com a Operação Canastra Real, deflagrada em 17 de setembro deste ano. Segundo o MP, mesmo após a deflagração da primeira operação, houve a insistência de contratação de servidores fantasmas. Nesse esquema, o desvio teria sido de R$ 2,4 milhões. Cinco pessoas foram presas temporariamente por 10 dias. 23 mandados de busca e apreensão cumpridos.

Via contatosaulovale@gmail.com

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
09:03

Atendendo a pedido da Folha de São Paulo, o ministro Ricardo Lewandowski permitiu que Lula fosse entrevistado pelo jornal mesmo estando preso. No mesmo dia, o ministro Luiz Fux concedeu ao Partido Novo liminar impedindo a entrevista do ex-presidente. Segundo especialistas e fontes do STF ouvidas pelo Blog, essa decisão é ilegal e será revogada pelo Plenário do STF nos próximos dias.

Esse episódio no STF relembra, em tudo, a famigerada “porta giratória do TRF4”. O episódio ficou assim conhecido porque em um mesmo dia de julho último, como no caso em tela no STF o Tribunal Regional Federal da 4ª Região travou uma disputa em torno de habeas-corpus que um dos desembargadores daquela Corte dera a Lula.

Blog da Cidadania.

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
08:56

Ao redor do mundo, protestos ocorreram em cidades da Espanha, França, Portugal, Alemanha, Itália, França e Suíça. Bolsonaro lidera corrida presidencial, seguido de Fernando Haddad (PT)

Mídia Ninja
Largo do Batata, em São Paulo

Dezenas de cidades recebem atos contrários à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) neste sábado, 29. Capitão da reserva e deputado federal por sete mandatos, Bolsonaro lidera as recentes pesquisas de intenção de voto para o primeiro turno, com 28%, seguido por Fernando Haddad, do PT, que tem 22%. A campanha #EleNão foi criada dentro de um grupo no Facebook que reúne 3,8 milhões de mulheres.

Em São Paulo, a concentração de manifestantes começou em torno do Largo da Batata no início da tarde. No Rio, centenas de pessoas se concentram na Cinelândia, região central da cidade. Ao redor do mundo, protestos ocorreram em cidades da Espanha, França, Portugal, Alemanha, Itália, França e Suíça. As lideranças do movimento afirmam que a campanha é para alertar a população sobre as ideias de Bolsonaro, consideradas pelos participantes como “fascistas e machistas”.

No Brasil, há pelo menos 60 atos agendados em cidades.

Manifestantes na região central do Rio – Foto: Fabio Motta / Estadão

MINAS GERAIS
Em Minas, as manifestações ocorreram na Praça da Sete, ponto central de Belo Horizonte. Com direito a trio elétrico, o clima do protesto foi de carnaval. As canções tinham palavras de ordem contra o presidenciavel. “Nem fraquejada, nem do lar, a mulherada tá na rua pra lutar”, dizia uma das músicas. Os gritos de “ele não” também eram entoados com frequência.

Mesmo com a organização feita por mulheres – desde a segurança até instrumentistas – muitos homens marcaram presença no protesto. Bandeiras e adesivos de outros candidatos e políticos foram vistos na manifestação. Eleitores de Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) se misturavam com apoiadores do ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.

DISTRITO FEDERAL
Em Brasília, manifestantes se concentram nas proximidades da Rodoviária do Plano Piloto para seguir em caminhada até a Torre de TV, na área central da capital. O grupo chegou ao local por volta de 14h. Mais pessoas chegam a todo momento e ampliam o número de manifestantes. Não há estimativas de dados oficiais do número de participantes.

O protesto segue tranquilo. Três faixas das seis vias do Eixo Monumental estão fechadas para o trânsito de veículos – duas para a manifestação e uma para o controle da polícia.

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
08:31

Nas coligações para deputado estadual alguns nomes despontam como favoritos para conquistar uma das 24 vagas na Assembleia Legislativa.

Blog  lista os nomes das coligações com mais chances de obter êxito nas urnas.

Coligações ligadas a Robinson Faria (PSD)

Trabalho e Superação II

Albert Dickson (PROS), Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), José Dias (PSDB), Gustavo Fernandes (PSDB), George Soares (PR), Gustavo Carvalho (PSDB), Ivan Junior (PSD), Jacó Jácome (PSD), Jorge do Rosário (PR), Galeno Torquato (PSD), Larissa Rosado (PSDB), Tomba Farias (PSDB), Márcia Maia (PSDB), Raimundo Fernandes (PSDB), Gustavo Costa (PSD), Ricardo Motta (PSB), Terezinha Maia (PR) e Vivaldo Costa (PSD).

Projeção: 10 ou 11 eleitos

Trabalho e Superação III

Dr. Bernardo (AVANTE), Bispo Francisco de Assis (PRB), e Kleber Rodrigues (AVANTE).

Projeção: um eleito.

Avança RN

Eudiane Macedo (PTC), Delegado Peixoto (PMB) e Ubaldo Fernandes (PTC).

Projeção: pode fazer um.

 

Coligação de Carlos Eduardo Alves

Coligação 100% RN

Adjuto Dias (MDB), Getúlio Rego (DEM), Hermano Morais (MDB), Nelter Queiroz (MDB) e Nina Souza (PDT).

Projeção: faz 4 ou cinco.

Coligação de Fátima Bezerra

Coligação do Lado Certo

Carlos Augusto Maia (PC do B), Isolda Dantas (PT), Eraldo Paiva (PT), Francisco do PT (PT), Maurício Marques (PHS), e Souza (PHS).

Projeção: faz três com chances de eleger uma quarta cadeira.

Coligações de Brenno Queiroga

Renova RN II

Subtenente Eliabe (SD), Kelps Lima (SD) e Klaus Araújo (SD), Fernando Bezerra.

Renona RN III

Coronel Azevedo (PSL), Cristiane Dantas (PPL) e Luiz Gomes (PATRI).

Projeção: as duas coligações podem somar dois ou três deputados.

PSOL do candidato ao Governo Carlos Alberto Medeiros

Maurício Gurgel (PSOL), Professor Luiz Carlos (PSOL), Sandro Pimentel (PSOL), Salomão Gurgel (PSOL) e Robério Paulino (PSOL).

Projeção: faz um.

Via Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
08:14

 

WhatsApp Image 2018 09 29 at 12.05.58 - ELAS SIM! Estudantes saem às ruas contra demissão de professoras da FIP que aderiram ao movimento #ELENÃO - VEJA VÍDEOS

Dezenas de estudantes protestaram na noite desta sexta-feira, 28, contra a censura a professoras do curso de arquitetura da FIP (Falculdades Integradas de Patos) que aderiram ao movimento #ELENÃO, contrária aos posicionamentos do presidenciável Jair Bolsonaro.

Os alunos prestaram solidariedade a professoras e saíram às ruas de Patos até chegarem a frente da faculdade, onde reclamaram da demissão de duas professoras da instituição.

Fonte: Polêmica Paraíba

 

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
08:09

 

42586354 2175198752762164 8215807618707357696 o 1538157916 - #ELENÃO deixou de ser uma simples hashtag: é um movimento feminista e político que pode mudar o Brasil

#ELENÃO ENTENDEU: “É ingênuo pensar que quem já decidiu e declarou voto no Bolsonaro vai mudar de ideia porque viu o vídeo de uma manifestação ou uma hashtag na internet”, escreveu Fabricio Pontin no Intercept Brasil, em resposta a um chamado político de uma das autoras desta tréplica, Rosana Pinheiro-Machado.

Pontin está errado em muitos níveis. Mas a maior fragilidade do seu argumento é construir uma crítica cética a partir de algo que demonstra não ter entendido: o #elenão, movimento que descreve com ambivalência, ora como hashtag, ora como guerra de memes.

O que o momento pede é atenção para a participação das mulheres na política.

Ambas categorias nos parecem inadequadas, já que este é um fato político permeado por uma série de ineditismos. Quaisquer inferências sobre os possíveis resultados do movimento, hoje, têm caráter meramente especulativo e parecem estar calcadas num pensamento engessado. O que o momento pede é atenção para a participação das mulheres na política. Como essa dificuldade pode não ser somente dele, achamos importante explicar alguns pontos, os quais, em última instância, dizem respeito às formas como as mulheres estão fazendo política no século 21, que a consciência masculina não parece ter conseguido compreender.

É incontestável que “Bolsonaro está na frente na guerra dos memes [e na guerra cultural]” e nós mesmas viemos alertando sobre isso há alguns anos. No entanto, o que está acontecendo não é uma guerra de memes – a guerra cultural segue em curso –, visto que a hashtag #elenão é cinco vezes maior do que seu contraponto, o #elesim. O feminismo é um movimento ascendente, e a misoginia que dominou as postagens do campo bolsonarista nos últimos 40 dias pode e deve ser entendida como backlash, um contra-ataque antifeminista.

Leia Também:   Centrais sindicais anunciam apoio a Ciro Gomes

O argumento de Pontin, baseado em uma comparação com os Estados Unidos, ignora o fato de que lá Trump não obteve a maioria dos votos. E ele pontua algo bastante conhecido nas teorias da polarização, que mostram que, nas guerras culturais, toda a propaganda negativa se transforma em propaganda positiva, manipulada pelo lado oposto. Nós concordamos com essa premissa básica, mas salientamos que o #elenão não se trata simplesmente de propaganda negativa, mas de um processo sem precedentes no Brasil.

Pontin parte de uma falsa de equivalência entre o #elenão e o #resistance dos EUA. Mas se existiu alguma movimentação por lá que se assemelhe a nossa – orgânica, suprapartidária e liderada por mulheres – foi a que começou no dia da posse de Trump, e que resultou num aumento expressivo de participação de mulheres nas eleições midterm, que ocorrem em novembro deste ano e contam com o maior número de candidatas na história do país para cargos executivos e legislativos. Algumas delas, socialistas como Alexandria Ocasio-Cortez.

#Elenão não é uma simples hashtag, mas um movimento extraordinário de base, capilar e microscópico, que ao mesmo tempo organiza um ato político e serve de ponto de convergência para outras movimentações de mulheres, online e face a face.

O convencimento de votos tem ocorrido nas conversas francas entre mulheres.

O convencimento de votos não será feito “assistindo vídeos”, como ironizado por Pontin. Ele tem ocorrido nas conversas francas entre mulheres. Nesse sentido, algum lugar de fala é preciso reivindicar aqui: os homens (ou as pessoas que vivem fora do Brasil) não estão conseguindo captar um fenômeno político inovador, que não ocorre só nas redes, mas principalmente no cotidiano, em que mulheres falam umas com as outras para convencer o voto da vizinha, da prima, da amiga ou da tia.

Nós temos acompanhado esse fenômeno como um experimento etnográfico desde que decidimos andar com a camiseta ou adesivo #elenão. Somos paradas por mulheres de todas as classes, raças e credos, que querem nos contar da conversa que tiveram com a avó bolsonarista que mora na cidade isolada, com a amiga de balada, com a chefe. É algo de uma força impressionante, que sequer conseguimos ainda descrever.

Somos nós, entre nós, para nós. E isso tem ocorrido no corpo a corpo, crescendo em uma onda de contágio que ainda não podemos dimensionar, e mobilizando, de forma horizontal e suprapartidária, mulheres que nunca antes se sentiram parte das discussões da esfera pública.

O #elenão, portanto, não é mera hashtag: é um fenômeno de politização das mulheres por meio de um profundo processo de rejeição do eleitorado feminino contra Bolsonaro – 50% de rejeição segundo a última pesquisa Ibope –, que compõe maioria do eleitorado brasileiro. O #elenão é parte de um continuum de ampliação da participação das mulheres no debate público, e pode crescer para muito além da recusa ao candidato do PSL.

Nosso argumento é justamente sobre o quanto o #elenão pode vir a ser esse algo inesperado.

Isso também nos leva a apontar uma falha de interpretação do autor. Pinheiro-Machado escreveujustamente que a chance de um baque na candidatura de Bolsonaro era pequena, mas que poderia existir somente a partir de um fenômeno de milhões de mulheres na rua – e não via bobos memes e hashtag. A história e a teoria dos movimentos sociais estão aí para provar que não existem protestos em massa que não sejam a causa e a consequência de mudanças de estruturas sociais, de abalos sísmicos. Aí Pontin conclui que somente um imponderável poderia desviar a curva de crescimento. Ora, nosso argumento era (e o reiteramos aqui) justamente sobre o quanto o #elenão pode vir a ser esse algo inesperado.

Muitas coisas podem acontecer no dia 29. Não precisamos ir muito longe para lembrar que a solidariedade da população pode mudar de lado por uma faísca que pode desencadear um grande incêndio. Foi o que ocorreu em Junho de 2013, quando a repressão policial foi tanta que imagens da violência geraram comoção e identificação com as jornadas. Agora, mulheres estão profundamente mobilizadas, e qualquer elemento-surpresa pode vir a ser gatilho de um processo maior que pode, sim, ainda que remotamente, reverter em ganhos eleitorais.

A diferença do argumento distanciado de Pontin e do post de Pinheiro-Machado, e que agora se cristaliza nesta tréplica escrita a quatro mãos, é que nós escrevemos, neste momento histórico e político, para imaginar saídas e pavimentar um caminho para sair do buraco em que nos encontramos. O post engajado de Pinheiro-Machado que Pontin criticou era um chamado político, e esta resposta segue na mesma linha. Lembramos aqui que cada uma de nós pode mudar um voto, e que precisamos mostrar nas ruas nossa força contra o conservadorismo e o fascismo, a favor de nossas vidas, nossa liberdade, nossos sonhos. Juntas sonharemos e lutaremos, até o dia 7 (ou 28) de outubro.

Se nada disso se converter em ganho eleitoral, ainda assim não há motivos para pensar diferente ou manifestar nossa indignação de outra forma. Esta luta – que conta com hashtags e memes, mas não só, pois a estamos carregando com nossos corpos – não é sobre percentuais apenas. É sobre como nós, mulheres, estamos ocupando e reinventando a política.



Fonte: theintercept.com

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
08:04

247 – Uma nova pesquisa eleitoral CNT/MDA mostra que o candidato Fernando Haddad, representante do ex-presidente Lula, voltou a subir, empatou tecnicamente com o extremista Jair Bolsonaro no primeiro turno, e o superou no segundo turno.

No segundo turno, Haddad tem 42,7%, contra 37,3% de Bolsonaro, e seria eleito se as eleições fossem hoje.

O levantamento divulgado neste domingo (30) mostra Bolsonaro com 28,2% das intenções de voto e Haddad com 25,2% da preferência dos entrevistados. O empate técnico acontece porque a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A seguir, acompanhe as intenções de voto:

Jair Bolsonaro – 28,2%

Fernando Haddad – 25,2%

Ciro Gomes  – 9,5%

Geraldo Alckmin – 7.4%

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
07:59

O Instituto Veritá divulgou a pesquisa de intenções de voto para governador da Paraíba (Foto: Reprodução)

O Instituto Veritá e o portal MaisPB divulgaram, neste sábado (29), a pesquisa de intenções de voto para governador da Paraíba. João Azevedo (PSB) lidera com 35,5%. Lucélio Cartaxo (PV) e Zé Maranhão (MDB) empatam tecnicamente, tendo o candidato do PV 19,1% e o candidato do MDB, 18,7%.

Veja os números.

João Azevedo (PSB) – 35, 5%

Lucélio Cartaxo (PV) – 19, 1%

Zé Maranhão (MDB) – 18, 7%

Tárcio Teixeira (PSOL) – 0, 5%

Rama Dantas (PSTU) – 0, 3%

Indecisos – 25,9%

Não sabem ou não responderam – 13,2%

Brancos e nulos – 12,6%

Considerando apenas os votos válidos, as porcentagens são maiores. Veja.

João Azevedo (PSB) – 47,9%

Lucélio Cartaxo (PV) – 25,7%

Zé Maranhão (MDB) – 25,3%

Tárcio Teixeira (PSOL) – 0,7%

Rama Dantas (PSTU) – 0,4%

A pesquisa entrevistou 2.040 eleitores de 33 municípios paraibanos, entre a quarta-feira (26) e essa sexta-feira (28). A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos. A consulta do Instituto Veritá encomendada pelo portal MaisPB foi registrada no TSE sob o número PB-08081/2018.

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
07:43

A Folha produz um editorial neste sábado (29) que seria cômico, se não fosse trágico, haja vista a máxima ‘faça o que eu digo, não o que eu faço’ de estilo autoritário no texto

O jornalão que se perfilou ao golpe de Estado que derrubou Dilma Rousseff, em 2016, ajudou a romper com o Pacto da Constituição de 1988, agora pede que Jair Bolsonaro (PSL) respeite a Constituição. Haja Engov!

A Folha está pedindo ao Vampiro que não ataque o banco de sangue, pois, ao que tudo indica, ela deve estar de olho no estoque inteiro para si mesma.

A empresa de comunicação dos Frias não é a melhor indicada para falar sobre marco civilizatório, democracia, respeito a direitos de minorias e das mulheres.

O monstro Bolsonaro foi criação da mídia — da Folha, da Globo, do Estadão, et caterva — para estimular o ódio contra o PT e fidelizar um público antipetista.

A velha mídia sonha com um país “politicamente correto” mas sem direitos efetivos para a sociedade.

Leia a íntegra do editorial da Folha:

A hora do compromisso

Quem participa da eleição presidencial adere tacitamente a um contrato com a nação. Obriga-se a aceitar o resultado soberano das urnas em caso de derrota e, na outra hipótese, a respeitar a Constituição e os direitos fundamentais ao conduzir o governo.

Em meio à crispação do ambiente de campanha e ao estrago desencadeado pela recessão na economia, o aceno a ideias autoritárias requer das duas candidaturas ora mais competitivas algo além da aceitação presumida das regras do jogo, no entanto.

Chegou a hora de expressarem compromissos definitivos com a democracia.

Jair Bolsonaro, do PSL, tem lançado suspeição infundada sobre o sistema eletrônico de votação. Estimula paranoias de manipulação, mas apenas para o caso de não ser ele o vencedor do certame.

O deputado federal pelo Rio de Janeiro precisa esclarecer ao país se vai continuar a se comportar como um nanico inconsequente ou se assumirá a maturidade necessária para colocar-se à altura da pretensão de governar o Brasil.

Não se toleram de um presidente brasileiro esse flerte grotesco com torturadores, essa iconografia basbaque da pistolagem, esse deboche rudimentar das mulheres nem esse desprezo epidérmico pelas minorias os quais Bolsonaro tem patrocinado. É o momento de corrigir, em linguagem clara, esse conjunto de afrontas ao patrimônio civilizatório.

Os eleitores têm o direito de saber, antes da votação, o que prega a campanha do capitão reformado sobre as atribuições do presidente da República. Pode desfechar um autogolpe e convocar uma constituinte de notáveis, como afirmou seu candidato a vice? Pode atropelar votações no Congresso Nacional, como teorizou seu assessor econômico? A resposta da Constituição a essas duas perguntas é não. Qual é a de Jair Bolsonaro?

Manifestações de submissão ao enquadramento democrático também têm faltado a Fernando Haddad, do PT. O bordão “Eleição sem Lula é fraude”, cinicamente silenciado agora, carece de desmentido público. A agressão constante a decisões legítimas da Justiça e do Congresso, bem como o recurso sistemático à corrupção nas gestões petistas, ainda não foi objeto de autocrítica da legenda nem de seu candidato.

Tampouco se viu ato de contrição petista pelo apoio incondicional à atroz ditadura venezuelana, que produz um dos maiores desastres humanitários da história sul-americana. A atitude de Haddad e de seus companheiros leva boa parte do eleitorado a desconfiar da profundidade de seu compromisso com o Estado democrático de Direito.

Perpassam as campanhas dos dois líderes nas pesquisas desejos de intimidar a imprensa, de reduzir o poder do Congresso e de alterar por meios oblíquos o modo de funcionamento do Supremo Tribunal Federal. A retórica de que haveria atalhos institucionais para resolver os graves problemas brasileiros não foi moldada na forma democrática.

Não há solução fora desta Constituição.

Publicado por: Chico Gregorio


30/09/2018
07:39

 

A candidata a vice Manuela D’Ávila, na chapa de Fernando Haddad, não tem dúvidas de que as mulheres irão decidir as eleições deste ano. 

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Publicado por: Chico Gregorio