17/10/2018
07:39

Poucos sabem, mas o braço direito do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal eleito pela Paraíba, Julian Lemos (PSL), tem o nome citado em ações criminais por estelionato, inadimplência, dividas trabalhistas e processos com base na Lei Maria da Penha, em virtudes de supostas agressões a sua ex-esposa e sua irmã.

Segue em anexo, as ações criminais, com o qual o Gulliem Charles Bezerra Lemos, mais conhecido como o deputado federal eleito pela Paraíba, Julian Lemos (PSL), teve o nome citado: o primeiro é o que apura crime de lesão corporal e ameaça contra a ex-esposa Kamila Carla Bezerra Lemos. A segunda citação de Lemos é um processo onde foi determinada a medida protetiva, pra que ele se afaste da esposa agredida. O terceiro foi de uma agressão a sua irmã durante uma discussão do casal.

A quarta é um processo de apuração de estelionato, no qual houve condenação, mas a pena prescreveu. Julian Lemos, nega– a sua participação em falsificação de documento público em licitação, ele informou que a empresa na época pertencia Antônio de Pádua Mendes de Araújo Filho, Julian não participou da licitação na Paraíba. Julian informou ainda, ser inverdade o depoimento de uma testemunha ligada à empresa que apontou ele como sendo o responsável em providenciar a certidão e entregá-la na Comissão de Licitação. 

O braço direito de Bolsonaro ainda tem o nome citado numa ação inadimplência para com a escola do seu filho, no valor de R$ 22857.08. Ele também é citado numa ação que cobra juros e correção monetária referida a despesas de condomínio de uma propriedade no seu nome no valor de R$ 5531.78. Por fim, Julian responde a processos de dívidas trabalhistas na empresa de sua propriedade a Perímetro Comércio e Serviços de Equipamentos de Segurança. Conforme pode ser visto nesse link: http://www.arquivojudicial.com/processo/cD6C4neEq.

Blog do Tião Lucena.

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2018
07:21

tereza cristina bolsonaro reproducao 640x430 - Deputada admite que Bolsonaro oferece cargos a ruralistas: 'Ele prometia por fim à indicação política'

A deputada Tereza Cristina (DEM-MS), presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), confirmou ao Congresso em Foco ter sido procurada pelo candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), para que a FPA indique nomes para um eventual governo. O movimento de Bolsonaro contradiz uma de suas principais promessas de campanha feitas como maneira de se diferenciar da atual e das anteriores gestões presidenciais – o fim das indicações políticas em ministérios e demais postos estratégicos da administração pública.

“A questão ideológica é tão, ou mais grave, que a corrupção no Brasil. São dois males a ser combatidos. O desaparelhamento do Estado, e o fim das indicações políticas, é o remédio que temos para salvar o Brasil”, escreveu Bolsonaro, no dia 2 de outubro, em sua conta no Twitter (reprodução abaixo). A promessa é repetida em entrevistas e no horário político gratuito em rede nacional de rádio e TV.

A deputada, contudo, afirmou que conversou rapidamente com o candidato e negou que a Frente será a responsável pela indicação de um ministro da Agricultura caso o presidenciável de extrema-direita se eleja. Tereza Cristina disse ainda que considera ser cedo para discutir o assunto.

Com 261 parlamentares, bancada ruralista declara apoio a Bolsonaro

A deputada disse à reportagem que a Frente poderia indicar alguns nomes, mas negou que o eventual ministro seria alguém do grupo. Segundo ela, não há nada definido e nenhum nome foi colocado em discussão, mas que Bolsonaro se disse aberto a sugestões da bancada.

“Um futuro ministro poderia ter uma boa relação com a FPA, pode ser uma sugestão da FPA. Mas isso não é uma coisa que está sacramentada”, disse ela.

 

Twitter - Deputada admite que Bolsonaro oferece cargos a ruralistas: 'Ele prometia por fim à indicação política'

A líder da bancada declarou que não há nenhum compromisso firmado e que ainda considera ser cedo demais para a discussão de nomes em um eventual governo que ainda não foi eleito.

Um dos nomes já especulados para assumir a pasta caso o candidato de extrema-direita vença a eleição é o do ruralista Luiz Antônio Nabhan Garcia, aliado e amigo de Bolsonaro. Nabhan Garcia é presidente da União Democrática Ruralista (UDR). O ruralista, considerado um “desconhecido”, não tem relação com a FPA.

Junção

Outro ponto colocado pela presidente da FPA é a ideia do candidato de unir os ministérios da Agricultura ao do Meio Ambiente. Segundo ela, a FPA se colocou à disposição de Bolsonaro para ajudar a “fazer dar certo”, mas é necessário debater como funcionaria a estrutura, que precisaria ser “muito bem pensada”.

“Você tem outras atividades do Meio Ambiente que não são ligadas com a agricultura. Então, a gente tem que ver o que eles estão pensando. Acho que é muito prematura, ainda, essa discussão. Nós precisamos primeiro ganhar a eleição. Depois, teremos dois meses para fazer a estruturação desse governo”, acrescentou Tereza.

Fonte: Congresso em Foco

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2018
07:02

Aluízio Alves com os articuladores do golpe de 1964 Magalhães Pinto e Milton Campos

Li algumas críticas ao candidato ao Governo do Estado Carlos Eduardo Alves (PDT) por declarar apoio a Jair Bolsonaro (PSL). A grita gira em torno sempre do passado de perseguição sofrido pelos ícones políticos de sua família pela ditadura militar exaltada pelo presidenciável.

De fato, o pai de Carlos Eduardo, o jornalista Agnelo Alves, foi perseguido pelo regime. Chegou a ser preso por duas notas publicadas na Tribuna do Norte e teve os direitos políticos cassados assim como o tio do pedetista, Aluízio Alves.

Mas também é preciso lembrar que os Alves não foram uma resistência raiz da ditadura dos fardados. Foram entusiastas de primeira hora do golpe de 1964 e compuseram a “Arena Verde” nos primórdios da ditadura.

Aluízio participava das escolhas dos governadores no ciclo biônico como foi no caso de Lavoisier Maia

Só depois, após perder uma disputa interna contra Dinarte Mariz, que Aluízio foi cassado por dez anos pela ditadura em 1969. Mesmo assim ele se manteve influente nas escolhas dos governadores biônicos e formalizou uma aliança com a família Maia (aliada do regime) em 1978 no que ficou conhecida como paz pública.

Sempre que foi conveniente, a família Alves não teve dificuldades em deixar de lado as mágoas pela repressão do passado.

O fato de Bolsonaro ser fã do regime militar é o de menos.

Via Bruno Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2018
06:53


No próximo sábado (20) em todo país serão realizadas manifestações populares em defesa da democracia e dos direitos do povo. A mobilização nacional “Todos pelo Brasil” é uma iniciativa dos partidos da aliança pró-Haddad, de lideranças de todas as vertentes e de movimentos sociais e populares. 

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Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2018
06:52


Em carta dirigida à comunidade evangélica nesta terça-feira (16), o candidato à presidência da República Fernando Haddad relembra que, desde as eleições de 1989, o medo e a mentira são semeados entre o povo cristão contra candidatos do PT, e pede justiça. Haddad enumerou os diversos boatos e mentiras de baixo nível divulgados ao longo do atual processo eleitoral. Confira a íntegra do documento. 

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Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2018
06:45

A Polícia Federal montou uma equipe para reforçar a segurança da presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ministra Rosa Weber, após uma ameaça enviada por rede social.

Um inquérito também foi aberto para investigar o autor dos recados.

Como mostrou o Painel terça-feira (16), o texto enviado, em tom ameaçador, dizia que Jair Bolsonaro (PSL) está eleito e que haverá revolta popular se as urnas não confirmarem o resultado. “A senhora vai ver o povo na rua e os caminhoneiros parando este Brasil até que tenha novas eleições e com voto impresso”, está na mensagem.

A presidente do TSE já contava atualmente com segurança do Supremo Tribunal Federal, mas a PF decidiu mandar reforços.

Mensagens intimidatórias para o tribunal e funcionários têm sido comuns, mas o caso chamou atenção por ser o primeiro com Weber como destinatária. “Espero que a sra. fique de olho”, diz o texto. “É só um aviso, com todo respeito.”

Folhapress

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2018
06:41

A Policia Federal (PF) indiciou o presidente Michel Temer e mais dez acusados pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa no inquérito que apura o suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A na edição do chamado Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017), assinado em maio do ano passado pelo presidente.

Os indiciamentos estão no relatório final da investigação, entregue hoje (16) ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso. Após receber o documento, Barroso pediu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que terá 15 dias para se manifestar sobre eventual denúncia contra os acusados. A filha de Temer, Maristela de Toledo Temer Lulia também está na lista de indiciados.

No relatório final, o delegado responsável pelo caso também pediu ao Supremo o bloqueio de bens de todos os acusados e prisão preventiva de quatro deles, o coronel João Batista Lima Filho, amigo de Temer, a arquiteta Maria Rita Fratezi, mulher de Batista, e os investigados Carlos Alberto Costa, sócio do coronel, e Almir Martins Ferreira.

Ao enviar o caso à PGR, Barroso também proibiu os acusados que tiveram prisão solicitada de deixarem o país.

O advogado do presidente no processo envolvendo o inquérito dos portos, Brian Prado, informou que ainda não teve acesso ao relatório e não se manifestará a respeito por enquanto. O Palácio Planalto, até o fechamento desta reportagem, não se manifestou a respeito.

Indiciados

1. Michel Miguel Elias Temer Lulia

2. Rodrigo Santos da Rocha Loures (ex-deputado)

3. Antônio Celso Grecco (sócio da Rodrimar)

4. Ricardo Conrado Mesquita (sócio da Rodrimar)

5. Gonçalo Borges Torrealba (Grupo Libra)

6 – João Baptista Lima Filho

7. Maria Rita Fratezi

8 –  Carlos Alberto Costa Filho

9 – Carlos Alberto Costa

10. Almir Martins Ferreira

11. Maristela de Toledo Temer Lulia (filha de Temer)

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2018
06:32

O brasileiro gosta tanto de piadas que Michel Temer imagina que ninguém mais se incomoda de ser presidido por uma anedota. No mesmo dia em que veio à luz a notícia sobre seu indiciamento no inquérito sobre portos, Temer vangloriou-se num discurso para empresários de ter silenciado o asfalto com o sucesso de sua gestão.

“…Nós não tivemos problemas no país, não tinha movimento de rua”, discursou o presidente na Associação Comercial do Paraná, em Curitiba, nesta terça-feira (16). ”Claro que em algum lugar qualquer tem cinco, seis, dez ou 40 que se reúnem e dizem ‘Fora, Temer’. Mas, isso faz parte da democracia, ouço aquilo e digo: ‘Que coisa boa!’ Tem gente se manifestando, é verdade. Mas se bem que agora tem o ‘Fica, Temer’ que está correndo pela rede, não é?”.

Horas depois de flertar com o ridículo, Temer foi pendurado novamente nas manchetes na constrangedora posição de acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Como previsto, a Polícia Federal entregou ao Supremo o relatório final do inquérito que apura se o presidente editou um decreto favorecendo empresas do setor de portos em troca de propinas.

Foram indiciados Temer, sua filha Maristela e mais nove pessoas. A Polícia Federal pediu ao ministro Luis Roberto Barroso, relator do caso na Suprema Corte, a prisão de quatro pessoas. Entre elas o coronel da Polícia Militar paulista João Baptista Lima, amigo e operador do presidente da República.

Folheando-se o processo, percebe-se que, na opinião da Polícia Federal, a poltrona de presidente da República é ocupada por um desqualificado. O pior é que os quase 90% de brasileiros que desaprovam o governo Temer concordam com os investigadores.

Antes do grampo do grampo do Jaburu, Temer apresentava-se ao país como paladino da austeridade e chefe de um governo reformista. Depois da divulgação do seu diálogo vadio com Joesley Batista, abriu os cofres do Tesouro para comprar sua permanência no cargo. Às voltas com duas denúncias, está prestes a colecionar a terceira. A Presidência de Temer já não derrete, apodrece.

Num ambiente assim, discursos engraçadinhos como o que Temer pronunciou para empresários em Curitiba revelam que o presidente não perdeu apenas a compostura e a reputação. Perdeu também o senso de ridículo

JOSIAS DE SOUZA

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2018
06:29

Jair Bolsonaro pretende submeter a chefia do Ministério Público Federal a uma patrulha ideológica. Se for eleito, não cogita nomear um procurador-geral da República esquerdista. “O critério é a isenção”, disse ao Jornal Nacional. “É alguém que esteja livre do viés ideológico de esquerda, que não tenha feito carreira em cima disso. Que não seja um ativista no passado por certas questões nacionais”.

O mandato da atual procuradora-geral, Raquel Dodge, vence em setembro de 2019. Como de hábito, a corporação fará uma eleição interna e enviará ao Planalto uma lista com os nomes dos três procuradores mais votados. Bolsonaro avisou desde logo que, se estiver na poltrona de presidente, não se sentirá obrigado a selecionar um dos nomes da lista tríplice.

“Eu quero alguém no MP, caso eu seja presidente, deles, obviamente. Não vai ser do Ministério Público Militar, como tem sido dito por aí. Mas que tenha realmente uma visão macro. E que respeite também a Constituição e os parlamentares, que têm imunidade por suas opiniões palavras e votos”.

Em tese, Raquel Dodge poderia ser reconduzida ao cargo. Entretanto, ao citar a imunidade dos parlamentares, Bolsonaro sinalizou que não concederá um segundo mandato à atual chefe do Ministério Público. Dodge denunciou Bolsonaro no Supremo por racismo praticado contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. Acusou-o de usar “expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais” numa palestra feita no Rio.

Bolsonaro criticou Dodge, alegando que a procuradora-geral não levou em conta o fato de que ele, como parlamentar, dispõe de “imunidade total por quaisquer palavras, opiniões e votos.” No mês passado, a Primeira Turma do Supremo arquivou a denúncia num julgamento de placar apertado: 3 votos a 2.

Bolsonaro não explicou que critérios utilizaria para definir o perfil ideológico do futuro procurador-geral da República. Na Procuradoria, como em toda parte, há pessoas de esquerda, meia esquerda, um quarto de esquerda, três quartos de esquerda, direita dissimulada e até direita Bolsonaro?

Perguntou-se ao candidato como conseguirá ser isento se avisa de antemão que o escolhido será um direitista. E Bolsonaro: “Pode ser que eu tenha me expressado mal. Não queremos à esquerda. Que seja ao centro. Não quero alguém do MP subordinado a mim, como tivemos no passado a figura do engavetador-geral da União, mas alguém que pense grande, que pense no seu país. O MP é muito importante. Agora se tiver um ativismo… Nós não podemos correr o risco de alguém que atrapalhe a nação”.

A corrupção, como se sabe, não tem ideologia. A roubalheira não é de esquerda ou de direita. A questão é que, em qualquer governo, sempre surge uma dúzia de larápios por cima para transformar em assaltados os milhões de contribuintes que estão por baixo. A ideologia costuma ser o caminho mais longo entre a retórica e a ética. De resto, a patrulha ideológica pode facilmente descambar para a picaretagem ideológica.

JOSIAS DE SOUZA

 

Publicado por: Chico Gregorio


17/10/2018
06:27

Travesti é morta a facadas em bar sob gritos de 'Bolsonaro'

Uma briga na madrugada dessa terça-feira (16) causou a morte de uma travesti em frente a um bar, no Largo do Arouche, região da República, Centro de São Paulo. Segundo testemunha, durante a discussão, homens gritavam o nome do candidato do PSL à Presidência Jair Bolsonaro.

“Ela estava com quatro ou cinco homens em frente ao bar. E daí eu comecei a ouvir gritos, uma discussão, uma briga. Chamavam ela de vários nomes, agressões verbais, e gritavam ‘Bolsonaro’”, disse uma vizinha ao bar.

De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 4h50 de terça (16).

A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas morreu a caminho do hospital. Ela ainda não foi identificada.

Outra testemunha disse que chegou a ouvir gritos de “Bolsonaro, ele sim!” durante a discussão.

O caso foi registrado no 3º Distrito Policial (Campos Elíseos). A Secretaria da Segurança Pública ainda não se pronunciou.

NOTÍCIAS AO MINUTO

Publicado por: Chico Gregorio


16/10/2018
19:24

Apoiadores do candidato do PSL usaram foto antiga da atriz machucada com a legenda: “esta senhora foi agredida por petistas na rua quando gritou Bolsonaro”

Foto: Reprodução
  

A família de Beatriz Segall, morta em setembro deste ano, emitiu nota repudiando o uso de uma foto da atriz com o rosto machucado acompanhado da legenda: “esta senhora foi agredida por petistas na rua quando gritou Bolsonaro”.

O comunicado afirma que “a imagem se refere a um acidente de que [Beatriz] foi vítima há alguns anos [quando tropeçou em uma calçada no Rio], nada tendo a ver com qualquer ato de agressão”.

Sergio Segall, filho da atriz, vê como “um ato de covardia” o uso da imagem de sua mãe.

A imagem de Segall foi feita em 2013, após a atriz levar um tombo em uma rua do Rio de Janeiro.

Publicado por: Chico Gregorio


16/10/2018
19:03

Por G1 RN

Publicado por: Chico Gregorio


16/10/2018
18:30

Deputado eleito Kleber Rodrigues declara apoio à candidata Fátima Bezerra

O deputado estadual eleito Kleber Rodrigues declarou apoio hoje à candidatura de Fátima Bezerra para o Governo do Rio Grande do Norte. Com a presença de dezenas de lideranças do Agreste, o deputado realçou o compromisso com o desenvolvimento do Estado, a geração de emprego e a segurança.

“Estamos no palanque da candidata de origens populares, da professora que chegou a senadora e hoje, na união de todos, vai governador o nosso Rio Grande do Norte”, destacou Kleber Rodrigues.

Durante o ato de anúncio do apoio, a candidata Fátima Bezerra enalteceu o fato do parlamentar eleito ser o único deputado da região Agreste e reforçou o compromisso dela com toda região.

Publicado por: Chico Gregorio


16/10/2018
18:20

Três prefeitos que apoiaram o governador Robinson Faria (PSD) no primeiro turno se integram a partir de agora à campanha da candidata Fátima Bezerra (PT) ao governo do Estado: Baía Formosa, Lagoa Salgada e Monte Alegre.

Em Baía Formosa, o prefeito Adeilson Gomes (PSD) apoiou Robinson, que teve 605 votos.

Fátima obteve 2.511.

Carlos Eduardo foi o segundo colocado com 1.235 votos.

Em Lagoa Salgada o prefeito Raniere Amâncio (PSD) esteve ao lado do governador que terminou com 1.601 votos.

Fátima venceu no município com 3.400.

Carlos Eduardo ficou em terceiro com 730 votos.

Monte Alegre foi um dos municípios em que o governador Robinson Faria, com apoio do prefeito Severino Rodrigues (PSD), ganhou a eleição com 3.887 votos.

Fátima ficou em segundo com 3.486 votos e Carlos Eduardo em terceiro com 2.683.

Ontem Fátima Fátima recebeu confirmação de apoio de 12 prefeitos e lideranças de 20 municípios.

Os prefeitos são Fernando Cunha (Macaíba), Laerte Paiva (Rio do Fogo), Renato de Doquinha (São Miguel do Gostoso), Polion Medeiros (São Fernando), Tiquinho (Rui Barbosa), Miguel Cabral (São Pedro), Kêka (São Bento do Trairi), Amarildinho (Caiçara do Norte), Valdemir Valentim (Pedra Grande), Cláudio Henrique (São Bento do Norte), Joaz Oliveira (Extremoz) e Babau (Marcelino Vieira).

“Esse início de segundo turno tem sido muito proveitoso para nossa campanha. Nós temos recebido muitas declarações de apoios novos, de lideranças e pessoas que, juntos com os parceiros que estão com a gente desde o primeiro turno, confiam em um governo popular para o RN. Que sabem que, eleitos, nós iremos fazer do estado um lugar melhor de se viver”, agradeceu Fátima.

Em Macaíba Fátima já venceu no primeiro turno com 17.624 votos. Robinson teve 5.402 e Carlos Eduardo 6.990 votos.

Rio do Fogo Fátima foi a mais votada com 2.061. Em segundo foi Carlos Eduardo com 1.966 e em terceiro Robinson com 1.750 votos.

São Miguel do Gostoso Fátima liderou com 2.695 votos, seguida de Robinson com 1.687 e Carlos Eduardo com 677.

São Fernando Fátima ganhou com 1.240 votos. Carlos Eduardo foi o segundo com 857 e Robinson o terceiro com 118.

Rui Barbosa o vencedor foi Robinson com 1.053. Carlos Eduardo ficou em segundo com 938 e Fátima em terceiro com 640.

São Pedro o vencedor foi Carlos Eduardo com 1.622 votos. Fátima ficou em segundo com 1.585 e Robinson em terceiro com 1.187.

São Bento do Trairi Fátima venceu com 1.172 votos, seguida de Robinson com 710 e Carlos Eduardo com 673.

Caiçara do Norte Fátima venceu com 1.920 votos. O segundo foi Carlos Eduardo com 805 e o terceiro Robinson com 251.

Em Pedra Grande Fátima liderou com 1.355 votos. Robinson teve 602 e Carlos Eduardo 511.

São Bento do Norte Fátima ganhou com 1.462 votos, Robinson teve 401 e Carlos Eduardo 286.

Extremoz Fátima venceu com 5.788 votos seguida de Carlos Eduardo com 5.699 e Robinson com 1.544.

Marcelino Vieira Fátima já foi a primeira com 2.630 votos. Robinson ficou em segundo com 1.257 e Carlos Eduardo em terceiro com 654.

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


16/10/2018
11:38

A pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo divulgada ontem (14) revelou que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) é visto pelos eleitores como representante dos mais ricos, dos bancos, dos empresários e do agronegócio. Enquanto Fernando Haddad (PT) é visto como defensor dos mais pobres, dos trabalhadores e das mulheres.

O instituto perguntou “quem representa melhor os interesses” de diversos setores. Em relação aos ricos, 65% responderam Bolsonaro, e 22% de Haddad. Entre os eleitores que ganham mais de cinco salários mínimos, o presidenciável do PSL é visto por 70% como representante da elite.

Até aí os números são bastante óbvios. Mas tem muita gente da esquerda tentando entender por que isso ainda não se reflete em votos.

Como diria um leitor do Blog do Esmael: “Não é difícil mostrar para a classe média, por exemplo, que candidato “X” só vai defender as elites. Difícil é mostrar para a classe média que ela não pertence às elites”.

Nesta pesquisa, Haddad lidera como representante dos interesses da população de menor poder aquisitivo, com 48% a 37% de Bolsonaro. Na faixa de renda de até um salário mínimo, o porcentual atribuído a Haddad chega a 62%.

Com informações do Estadão/

Publicado por: Chico Gregorio