15/11/2018
10:35

Com o anúncio do encerramento da cooperação internacional entre os Governos cubano e brasileiro no Programa Mais Médicos, o Ceará deve perder 448 profissionais que, atualmente, integram as equipes do Programa de Saúde da Família (PSF). O efetivo representa 36% dos médicos atuando pelo Programa no Estado. O Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Ceará (Cosems/CE) lançou, ontem, nota de preocupação, por considerar não haver, no momento, condições técnico-operacionais de reposição imediata das vagas que serão abertas.

Josete Malheiros Tavares, presidente da entidade, alerta para a situação orçamentária já deficitária dos municípios, há menos de dois meses para o fim do ano, o que agrava ainda mais a situação. “Os orçamentos já estão no seu limite de execução e essa dificuldade econômica já é um desafio. Imagine a realidade desses municípios que ainda terão equipes de Saúde da Família desfeitas ou incompletas. Existem localidades com quase 100% de suas equipes formadas por médicos cubanos”.

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Publicado por: Chico Gregorio


15/11/2018
10:16

naom 5beca4c888f7a 300x169 - Bolsonaro a jornalistas: 'Duvido que queriam ser atendidos por cubanos'

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), disse na noite desta quarta-feira (14) duvidar que jornalistas gostariam de ser atendidos por médicos cubanos, ao ser questionado sobre como pretende suprir em seu governo a demanda por profissionais de saúde nos rincões do país como parte do Mais Médicos.

À tarde, o governo de Cuba anunciou o fim de sua participação no programa criado no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em retaliação a críticas e exigências feitas por Bolsonaro para a continuação do acordo entre os dois países.

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Publicado por: Chico Gregorio


15/11/2018
10:11

O ex-prefeito de Baraúna, Adilson Azevêdo, fez um discurso emocionado no velório do seu filho, também ex-prefeito, Alysson Azevedo, na tarde desta quarta-feira (14).

Alysson foi morto com um tiro pelo pai, quando tentou arrombar a porta da casa dele após ser comunicado por vizinhos de que fumaça saía do local, na segunda-feira.

Durante o discurso, Adilson pediu perdão ao filho. “Queria dizer a vocês o que era esse homem para mim. Era Deus no céu e ele na terra. Nós tínhamos uma amizade profunda e ninguém tirava nossa amizade. Meu filho me perdoe, eu não tive culpa”, afirmou.

Fonte: Blog do Márcio Rangel

Publicado por: Chico Gregorio


15/11/2018
10:06

maxresdefault 9 1 - CRM da Paraíba apoia fim do 'Mais Médicos' e defende carreira de Estado para profissionais brasileiros

O presidente do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), Dr. Roberto Magliano, declarou apoio à proposta do presidente eleito Jair Bolsonaro de criar a revalidação do diploma para os médicos cubanos e fazer o repasse integral do salário aos médicos aprovados para atuar no Brasil. A manifestação acontece depois que o governo de Cuba decidiu desistir do programa ‘Mais Médicos’. De acordo com dados disponibilizados pela Secretaria de Estado da Saúde, 134 profissionais daquele país trabalham em 70 municípios paraibanos.

À reportagem do portal Polêmica Paraíba, na tarde desta quarta-feira (14), Magliano disse que o CRM vê com ‘satisfação’ e ‘preocupação’ o fim do Mais Médicos no país. ‘Preocupação porque existe uma desassistência na saúde, particularmente no interior, e é claro que esse programa foi uma tentativa desastrada de resolver esse problema. Desde o começo o CRM se colocou à disposição das autoridades para resolver essa situação’, disse.

Magliano afirmou que não há segurança para afirmar que todos os cubanos que estão no país são médicos capacitados, e acrescentou que apoia a proposta do presidente eleito Jair Bolsonaro de fazer uma revalidação dos diplomas desses profissionais, além de conceder asilo para que eles continuem atuando, caso seja interesse deles.

‘A nossa preocupação é que para se fazer esse tipo de assistência, coloquem pessoas com qualificação. A saída apontada por Bolsonaro trouxe um certo alívio, e a gente espera que o governo de Jair Bolsonaro aproveite para contratar médicos brasileiros’, opinou Magliano. Ele também defendeu a criação de uma carreira de Estado para os médicos, como acontece com os juízes, a fim de incentivar que os profissionais iniciem suas as carreiras no interior.

Conforme Magliano, médicos brasileiros que trabalham no interior enfrentam falta de estabilidade e insegurança no trabalho. ‘Seria importante para o país e para a Paraíba que o governo colocasse os médicos no interior, trabalhando com estabilidade e segurança’, defendeu.

Magliano ponderou, entretanto, que o CRM não faz discriminação com cidadãos de outros países. ‘Não somos contra cidadãos de outros países, mas do mesmo jeito que o médico brasileiro é testado em outro país antes de exercer a profissão, do mesmo modo os médicos cubanos precisam fazer provas de acordo com os critérios brasileiros’, destacou.

O CRM não tem informação sobre quantas cidades ficarão desassistidas caso o governo brasileiro não encontre uma solução para o problema que se instalou no país após o cancelamento do ‘Mais Médicos’. Dados recentes, fornecidos pelo Governo do Estado, mostram que há cerca de 134 cubanos exercendo a medicina em pelo menos 70 municípios paraibanos.

Fonte: Polêmica Paraíba

Publicado por: Chico Gregorio


15/11/2018
09:45

O governo do presidente Nicolás Maduro é acusado de violar a liberdade de expressão com o fechamento de jornais e censura (Foto: Reprodução)

Os jornalistas brasileiros Tiago Henrique da Silva e Fernanda Kraide Camuzzo, que faziam reportagem sobre a crise migratória entre Brasil e Venezuela, foram detidos na fronteira por militares do país vizinho.

Depois, segundo informações da AFP, foram “completamente revistados” e tiveram de passar um dia sob o poder do Exército venezuelano, na cidade de Santa Elena. Um terceiro repórter, identificado como Álvaro Fernández, espanhol, também estava com eles e foi levado.

“Confirmamos que o Exército venezuelano libertou nossos colegas detidos durante quase 24 horas, a partir da noite de 12 de novembro, no Centro Militar de Escamoto, na cidade de Santa Elena. Nossos companheiros já se encontram no território brasileiro”, informou o site da revista Late, empreendimento editorial de jornalistas latino-americanos para o qual trabalhavam.

Segundo o site, os jornalistas atravessaram a fronteira de Pacaraima, em Roraima, para Santa Elena, onde foram detidos “acusados de espionagem”. O Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP) da Venezuela se pronunciou e denunciou o incidente como uma “prática sistemática de assédio” à mídia internacional por parte das autoridades venezuelanas.

O governo do presidente Nicolás Maduro é acusado de violar a liberdade de expressão com o fechamento de jornais e censura.

Via Notícias ao minuto.

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15/11/2018
09:35

Com a decisão milhares de médicos cubanos que trabalham no Brasil dentro do programa deverão retornar à ilha. (Foto: Arquivo)

Com o anúncio feito pelo governo de Cuba nesta quarta-feira (14), de que vai se retirar do programa Mais Médicos em repúdio às declarações feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, a Paraíba pode perder um quadro de 134 profissionais que são responsáveis pelos atendimentos em mais de 70 municípios.

No total são 340 profissionais do programa atuando no estado, segundo a Secretaria de Estado de Saúde. Desses, 134 são cubanos. Os atendimentos são diversos e direcionados principalmente para a atenção básica.

Entre os municípios que serão mais afetados estão: Santa Rita, João Pessoa, Campina Grande, Conde, Sousa, Sumé, Barra de São Miguel, Bayeux, Belém do Brejo do Cruz, Cuité, Guarabira, Monteiro, Nova Palmeira, Santa Cruz, Alagoinha, Cajazeiras, Congo, Cuité, Ingá, Mulungu e Pilões., entre outras.

No comunicado feito pelo governo cubano ao governo brasileiro, a decisão da retirada foi motivada após uma série de comentários que diminuía a importância da participação dos médicos cubanos no programa.  Ao justificar sua saída do Mais Médicos, Cuba disse que a equipe de Bolsonaro pôs em questão a preparação dos médicos cubanos, condicionou a permanência deles à validação do diploma e colocou como única via a contratação individual.

“Não é aceitável que se questione a dignidade, profissionalismo e altruísmo dos colaboradores cubanos”, diz a nota. “Os povos da Nossa América e do resto do mundo sabem que sempre poderão contar com a vocação humanista e solidária dos nossos profissionais.”

O programa foi criado em 2013, pelo governo de Dilma com o objetivo de suprir a carência de médicos em locais mais vulneráveis do país.

Via ClickPB

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15/11/2018
09:31

Resultado de imagem para fotos Coniacc e PRF se unem em ações pelo país contra o câncer infantojuvenil

Ninguém vence esse combate sozinho! Uma luta diária e que precisa da ajuda de milhares de pessoas. A Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer – CONIACC junto com as mais de 50 instituições e casas de apoio filiadas espalhadas pelo Brasil vão promover neste mês, várias ações importantes de alerta e conscientização ao diagnóstico precoce em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil (DNCCI) – dia 23 de novembro. A Polícia Rodoviária Federal – PRF também participa desta corrente através de suas unidades em cada estado brasileiro.

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15/11/2018
09:27

Resultado de imagem para fotos de “Chico Jararaca” da Trapiá Cia. Teatral estreia nesta quinta (15), no Centro Cultural

A Trapiá Cia. Teatral estreia o seu novo espetáculo “Chico Jararaca”, nesta sexta-feira (15). A peça teve sua pré-estreia na Aldeia Sesc Seridó e retorna para mais quatro apresentações, entre os dias 15 e 18 de novembro, no Centro Cultural Adjuto Dias, sempre às 20h. As senhas serão vendidas 1 hora antes do espetáculo com público limitado de 50 pessoas por apresentação.

Chico Jararaca nasceu no Seridó Potiguar e foi um cangaceiro do bando de Antônio Silvino (anterior ao de Lampião) que perambulou pela caatinga nordestina no início do século passado, fugindo de volantes e sobrevivendo de assaltos. Suas histórias povoam o imaginário do povo sertanejo e dão conta da enorme complexidade que foi o cangaço. Sua vida, durante e depois ao cangaço, foi marcada por aperreios, crenças, fantasias, saudades, perdas e boas correrias. O público terá a oportunidade de vivenciar o universo deste cangaceiro que sempre afirmou que nunca matou ninguém.

A direção do espetáculo é de Lourival Andrade com atuação de Alexandre Muniz. O texto é de Francisco Félix, inspirado em “Nunca matei ninguém”, de Carlos Lyra, e “O fogo da pedreira: a saga do ataque da polícia ao bando de Antônio Silvino em Caicó”, de Orlando Rodrigues.

Publicado por: Chico Gregorio


15/11/2018
09:20

José Aldenir / Agora RN

Assessor da senadora e agora governadora eleita, Fátima Bezerra, o servidor público federal Adriano Gadelha estimou para os próximos 15 dias o anúncio oficial dos primeiros nomes que comporão o secretariado que assume o comando do Estado a partir de 1° de janeiro.

Gadelha, que é cotado para ocupar a chefia da Casa Civil, admitiu que todos os nomes que vierem a ser cogitados para o primeiro escalão, inclusive o dele, por enquanto não passam de especulação.

Em entrevista ao Agora RN, ele explicou que os anúncios desses nomes “não devem se sobrepor aos trabalhos da comissão de transição”, composta por 19 pessoas e que funciona há pouco menos de duas semanas em três salas da Escola de Governo.

Antecipou que, por recomendação expressa da governadora eleita, as pessoas que vierem a ser convidadas para postos no primeiro escalão deverão estar “totalmente informadas e ganhas”, evitando o que chamou de “bateção” de cabeça desnecessária.

Como critério geral, lembrou Gadelha, “a governadora exige, primeiro, total alinhamento dos futuros colaboradores ao programa de governo e, segundo, conhecimento absoluto dos desafios que eles terão pela frente, tudo baseado nas informações geradas a partir do grupo de transição”.
Na mesma linha, o vice de Fátima no futuro governo do RN, Antenor Roberto, falando à rádio 95 FM, não confirmou e nem descartou que os futuros secretários venham a sair do grupo de transição, o que virou praxe nas últimas administrações.

Dividida em três planos – Orçamento e Finanças; Políticas Públicas e Planejamento de Desenvolvimento, coordenadas respectivamente por Aldemir Freire, Antenor Roberto e Jean-Paul Prates -, o grupo tem a coordenação geral centralizada na própria governadora eleita.

Já as coordenações política e administrativa estão a cargo do trio formado por Antenor Roberto, vice-governador; Raimundo Alves Júnior, economista e assessor parlamentar do Senado; e Jean-Paul Prates, suplente de Fátima no Senado.

Publicado por: Chico Gregorio


15/11/2018
09:14

José Aldenir / Agora RN

O deputado estadual reeleito Nélter Queiroz analisa deixar o MDB a partir do próximo ano. O parlamentar se queixa do comando emedebista durante as eleições de outubro.

“Fizeram um trabalho para me derrotar. Houve uma má condução do partido, pois vetaram que outras legendas se coligassem conosco”, reclamou o parlamentar, em entrevista para o programa Jornal das 6, da rádio 96 FM.

Segundo ele, que há 17 anos está filiado ao MDB, o diretório da cidade de Mossoró não queria que a legenda se alinhasse com determinados partidos, como o PSB. “Nossa coligação foi um desastre”, relata.

Eleito para o oitavo mandato na Assembleia Legislativa, Nélter Queiroz estuda propostas para filiação, mas ainda não definiu sobre qual caminho irá seguir em 2019. “Ainda estou analisando”, despista o deputado.

O deputado estadual torce por uma boa gestão da governadora eleita, Fátima Bezerra (PT). No entanto, ele acredita que a futura gestora terá grandes desafios pela frente, como a relação com os demais poderes – Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público.

“Eu sou favorável à redução dos repasses financeiros do Executivo aos demais poderes, pois é preciso negociar melhor esta questão. Acredito que temos de esquecer a oposição; temos de esquecer o governo. Nós temos que pensar no Rio Grande do Norte”, pondera.

O emedebista também sugere que o futuro governo encerre os pagamentos das parcelas mensais referentes ao contrato de concessão da Arena das Dunas.

O deputado ainda analisou o resultado obtido nas urnas pelo atual governador, Robinson Faria (PSD). Sem citar nomes, o parlamentar avalia que o chefe do Executivo foi boicotado por parte da bancada do Rio Grande do Norte. “Após as eleições de 2014, eu senti que, quando Henrique Alves foi derrotado por Robinson Faria, algumas pessoas colocaram pedras no caminho do governo. Temos de acabar com esta política rasteira”, finaliza.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


15/11/2018
08:28

José Aldenir / Agora RN

A saída de Cuba do programa Mais Médicos do Brasil, anunciada nesta quarta-feira pelo governo do país caribenho, deixará 67 municípios do Rio Grande do Norte desassistidos, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).

O Rio Grande do Norte tem, atualmente, 142 médicos cubanos distribuídos em 101 dos 167 municípios. Segundo a coordenadora da Comissão do Mais Médicos no Estado, Ivana Maria Queiroz, a saída dos profissionais caribenhos elevará de forma significativa o déficit de médicos existente.

As cidades mais afastadas da capital, Natal, devem sofrer as maiores consequências. Ivana Queiroz assinala que o Estado tem dificuldade de contratar médicos, sobretudo para atuar em localidades distantes.

Os municípios de maior porte também enfrentam problemas para fixar esses profissionais da saúde, já que a maioria opta em diluir a carga horária em regime de plantões nos serviços de urgência e emergência ou que não exijam o cumprimento de 40 horas semanais.

“Com a saída dos médicos cubanos, a Sesap vai se articular com o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN para discutir que estratégias serão criadas para cobrir esses vazios, justamente agora em que o Estado começa a entrar no período de mudanças climáticas, colocando os municípios potiguares em risco sanitário, diante do surgimento de doenças sazonais como dengue, gripe e outras que fragilizam a saúde das pessoas”, afirma a coordenadora potiguar do Mais Médicos.

Segundo a técnica da Atenção Básica e também membro da Comissão do Mais Médicos no RN Uiacy Nascimento de Alencar, os médicos intercambistas cooperados (dos quais 142 são cubanos) que atuam na atenção básica exercem a medicina de Saúde da Família e da Comunidade, desenvolvendo processos de trabalho nas áreas de promoção da saúde e prevenção de doenças e agravos sensíveis à atenção básica, bem como cuidados em saúde mental e reabilitação com apoio dos Núcleos de Apoio ao Saúde da Família.

“Eles procuram atuar no manejo das doenças e condições crônicas, em práticas que valorizam mudanças de estilos de vida e outras situações que demandam a produção de vínculos e apoio a autonomia dos usuários do SUS para práticas orientados de autocuidado”, observou.

DESISTÊNCIA
O governo de Cuba anunciou, na manhã desta quarta-feira, que deixará de participar do programa Mais Médicos. A decisão vem após o presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmar que pretende modificar os termos de colaboração com o país caribenho.

Em vigor há cinco anos, o programa – criado na gestão da então presidente Dilma Rousseff – traz médicos de outros países para atuarem em regiões em que há déficit de profissionais de saúde. A maioria dos médicos do programa (51%) vem de Cuba, após acordo do Ministério da Saúde do Brasil com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados.

Após Cuba anunciar a saída do programa, Bolsonaro disse via Twitter que condicionou a continuidade do programa “à aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias” e que, “infelizmente, Cuba não aceitou”.

De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. “Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história”, disse o governo.

Em nota, a Opas informou que Cuba comunicou ao órgão a decisão de não continuar participando do Mais Médicos. A Opas, por sua vez, comunicou a decisão ao Ministério da Saúde do Brasil. “Devemos ter mais detalhes nos próximos dias. Assim que os tivermos, divulgaremos”, informou o órgão internacional.

via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


15/11/2018
08:22


A taxa de desemprego continua em alta no país, apesar de oscilações regionais e setoriais. A precarização cresce em diversos setores de trabalhadores. Segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (14), a taxa de desocupação no Brasil caiu para 11,9% no terceiro trimestre de 2018, mas chega a 14,4% na Região Nordeste, a 13,8% para a população parda e a 14,6% para a preta – grupos raciais definidos na pesquisa conforme a declaração dos entrevistados.  

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15/11/2018
08:20

Via Esmael Morias.

A bronca do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) com o programa Mais Médicos é antiga. Quando ele ainda era deputado federal do PP, protocolou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão da medida provisória (MP) editada pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) que criou o programa.  

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15/11/2018
08:18

Via Esmael Morais.

O ex-presidente Lula rebateu com veemência ponto a ponto a todas acusações apresentadas pelo Ministério Público Federal (MPF) em depoimento prestado nesta tarde de quarta(14) na sede da Justiça Federal em Curitiba. Segundo o advogado de defesa do ex-presidente, Cristiano Zanin, não há qualquer evidência “entre as reformas realizadas no sítio situado em Atibaia e a Petrobras”. A defesa também esclareceu que “o sítio pertence de fato e de direito a família Bittar”. Confira a íntegra da nota do advogado Cristiano Zanin. 

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15/11/2018
08:15

Via Esmael Moriais.

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) divulgaram nota alertando para os “irreparáveis prejuízos” causados pela saída dos cubanos do programa Mais Médicos. Os prefeitos enfatizaram que as perdas maiores serão para os mais pobres e pedem que o futuro governo reveja posição e mantenha, em caráter emergencial, as atuais condições. 

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