O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) azedou o arroz doce do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Segundo relatório do órgão, o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) não tem renda compatível com a movimentação bancária entre 1º de agosto de 2017 e 31 de janeiro de 2018.
De acordo com a revista Veja, o senador eleito movimentou R$ 632 mil em seis meses. Foram R$ 337 mil em créditos e R$ 294 mil em débitos.
Para o Coaf, órgão vinculado ao Ministério da Justiça, valor movimentado no período é incompatível com a renda de Flávio Bolsonaro.
A revista Veja afirma que o salário mensal do filho mais velho do presidente era de R$ 27 mil na época do relatório do Coaf.
De ofício, a instituição bancária é obrigada a comunicar ao Conselho sempre que o cliente movimenta recursos superiores a sua capacidade financeira.
Portanto, garante o Coaf, a renda declarada por Flávio aparentemente não é compatível com a movimentação financeira registrada no período analisado.
A publicação da editora Abril chama de lambança do “Zero Um” — como é chamado pelo pai presidente da República.
A Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebe até 18 de fevereiro as inscrições dos municípios interessados em participar do Programa Trilhas Potiguares, que em 2019 aborda a temática “Desenvolvimento Sustentável”. A iniciativa é direcionada aos municípios com população de até 15 mil habitantes, mediante assinatura do Termo de Compromisso com a UFRN prevista para 22 de março.
Entre as atribuições da gestão das cidades selecionadas estão indicar um representante municipal como coordenador local; oferecer alimentação, hospedagem e transporte local à equipe nas visitas previstas durante a semana de atuação no município; disponibilizar materiais de expediente, limpeza, consumo e equipamentos necessários à realização das ações; bem como outras atribuições que podem ser conferidas na Chamada Pública, disponível no site da Proex: https://bit.ly/2CGvG6W.
A inscrição do município será realizada a partir do preenchimento de uma ficha, que deve ser encaminhada para o e-mail trilhas_potiguares@hotmail.com ou entregue na Coordenadoria de Ações Comunitárias da Proex, também com possibilidade de recebimento por via postal. O resultado está previsto para ser divulgado até 19 de março de 2019.
O curta-metragem “Tingo Lingo”, do cineasta potiguar Wallace Santos,será exibido em Natal, no próximo dia 30 de janeiro. Essa é a primeira exibição pública na cidade, Tingo Lingo teve seu pré-lançamento na 5ª Mostra de Cinema de Gostoso, em Novembro de 2018. Desde então, o diretor Wallace Santos tem inscrito o filme em diversos festivais nacionais e internacionais. O filme já foi selecionado no Burburinho festival de artes, em fevereiro. O curta-metragem é fruto de longa pesquisa do realizador que tem em sua criação a vivência com personagens da cultura popular no seu dia a dia.
“Tingo Lingo é minha memória afetiva de criança que ainda reverbera nos dias de hoje. Sei que não é uma memória afetiva só minha, é de uma grande quantidade de pessoas entre os mais novos até os mais idosos que já viram os vendedores de cavaco chinês passarem nas ruas de Natal e no interior. Tingo Lingo é minha vivência no sertão, no urbano e no litoral. A ideia é que as pessoas reflitam sobre o momento atual político a partir do recorte de personagens históricos do nosso cotidiano. Antes de fazer o filme viajei por longo período nos estados do RN, na PB, em PE, no CE e na BA, vivenciando como se dava a manifestação desses vendedores ambulantes em outras cidades” explicou o realizador Wallace Santos.
“Tingo Lingo ” é uma produção da Casa da Praia Filmes, com patrocínio da Ancine, FSA – Fundo Setorial do Audiovisual, BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e Prefeitura do Natal, por meio do edital Cine Natal 2016.
Cine Verão – Festival de Cinema da Cidade do Sol
Essa é a 2ª edição do Cine Verão – festival que acontece no deck na orla da praia de Ponta Negra, em frente ao Astral Sucos, realizada pela Pinote Produções. Serão dois dias de programação cultural. A exibição de Tingo Lingo ficará no dia 30, junto com outros 7 filmes potiguares na sessão Cine Verão Poti (filmes do estado do RN). O festival continua no dia 31.
Um fato inusitado foi registrado esta semana na Paraíba, mas que só foi divulgado nesta sexta-feira (25). Um policial militar teria sido detido preventivamente após se negar a trabalhar em horário de almoço.
A Justiça decretou a prisão preventiva de um 2º sargento durante audiência de custódia. De acordo com informações, o militar teria descumprido a ordem de um superior.
O tenente, oficial plantonista do dia, solicitou ao 2° sargento que o patrulhamento continuasse a ocorrer durante o horário de almoço, este, no entanto, se recusou a realizar a tarefa.
Desta forma, o tenente lhe deu voz de prisão. O sargento foi detido na carceragem do 4º Batalhão.
247 – A ideia de se reestatizar a Vale, responsável pelo maior crime ambiental do País, acaba de ser lançada por uma importante voz da oposição. “Um Presidente altivo, estatizaria a Vale e a venderia daqui a um ano descontando todas as indenizações, multas e prejuízos, além de fechar todas as explorações que contivessem risco potencial ao ambiente e a comunidades. Basta!”, diz Ricardo Coutinho, que presidiu a Paraíba por dois mandatos e hoje preside a Fundação João Mangabeira, do PSB, um dos principais partidos de oposição ao bolsonarismo.
Reuters) – O número de vítimas fatais do rompimento de barragem da mineradora Vale em Brumadinho, Minas Gerais, subiu para 34, informou o Corpo de Bombeiros do Estado neste sábado.
Em nota sobre o andamento do trabalho de buscas, a corporação informou ainda que 81 pessoas estão desabrigadas. Também foram encaminhadas para o hospital outras 23 pessoas feridas, disse o Corpo de Bombeiros.
Uma barragem localizada no Sítio Jucurutu, zona rural de São Vicente, chegou ao seu volume máximo de água após as chuvas de mais de 100 mm na tarde de ontem no município. A barragem desagua no Açude Torrão, principal reservatório de São Vicente.
Ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno
Agência Estado
Após reunião de duas horas no Palácio do Planalto com representantes dos ministérios envolvidos em ações governamentais referentes à tragédia em Brumadinho (MG), o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, disse a jornalistas que o governo tem a intenção de mudar o protocolo de licenciamento das barragens brasileiras.
O ministro informou que, no encontro, chegou-se à conclusão de que “é importante e urgente” que as barragens que ofereçam mais riscos sejam submetidas a uma nova vistoria para que eventuais desastres possam ser evitados. Sem entrar em detalhes, Heleno afirmou que, como existe uma qualificação de risco, o governo poderá fazer um escalonamento dessa nova vistoria.
O ministro disse ainda que o objetivo da reunião foi de que não haja a superposição de esforços e que cada ministério defina suas responsabilidades no desenvolvimento das ações de governo. De acordo com o general, as pastas especializadas no assunto atuarão para que o protocolo seja revisto. “Porque parece que há alguma coisa que está falhando nesse licenciamento”, disse.
Há um ano no comando do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Minas Gerais, Julio Cesar Dutra Grillo lamenta em entrevista à BBC News Brasil ser sempre voto vencido na luta para não mais autorizar a expansão ou construção de novas barragens de rejeitos no Estado.
O superintendente do Ibama em Minas diz que já havia alertado, em dezembro do ano passado, que barragens de rejeitos em Brumadinho, entre elas a da Vale que se rompeu na sexta-feira, “não ofereciam risco zero”.
O aviso de Grillo foi feito durante reunião extraordinária da Câmara de Atividades Minerárias. A discussão acabou com a aprovação, de forma acelerada, da licença para a continuidade das Operações da Mina da Jangada e das operações da Mina de Córrego do Feijão, cujo rompimento matou pelo menos nove pessoas e mobilizou uma multidão em busca de pessoas desaparecidas em meio a um mar de lama.
Na reunião que aconteceu em 11 de dezembro de 2018 na sede da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, houve uma acalorada discussão com a participação de dezenas de moradores que se manifestaram contra as licenças por causa de possíveis abalos hídricos na região.
Mas o resultado foi pela aprovação, com folga, das licenças: 8 votos contra 1, com 1 abstenção. Grillo se absteve.
Ele explica que era favorável ao descomissionamento [eliminação] de uma barragem da região. Mas que esse descomissionamento estava atrelado à continuidade de produção de outras minas, e era justamente isso que colocava em risco a região.
“Optei pela abstenção, mas fiz questão de registrar os dois lados”, explica Grillo. Ele afirma que, na ocasião, ressaltou que projeto trazia algumas novidades positivas como a eliminação da barragem, mas que a região de Casa Branca tem algumas barragens sem risco zero e que os moradores tinham razão em se preocupar.
“Em uma negligência qualquer de quem está à frente de um sistema de gestão de risco, aquilo rompe. Se essa barragem ficar abandonada alguns anos, não for descomissionada, ela rompe, e isso são 10 milhões m³, é um quarto do que saiu de Fundão (em Mariana, que rompeu há três anos), inviabiliza Casa Branca e inviabiliza ao menos uma das captações do Paraopeba”, afirmou Grillo na região, conforme o registro da ata da reunião extraordinária.
Mais de 300 barragens em risco
Grillo é categórico em dizer que há mais de 300 barragens de rejeitos em Minas Gerais que não seguras.
“Ou param de usar essa técnica ou há o risco de cair na cabeça das pessoas. Mesmo as que não estão mais recebendo rejeitos não são seguras e, ao longo do tempo, podem despencar na cabeça das pessoas”, diz, emendando que há outras técnicas mais eficientes e que, inclusive, já estão sendo testadas pela própria Vale.
Segundo Grillo, contudo, as técnicas alternativas são mais caras, e os órgãos de licenciamento têm autorizado projetos e novas intervenções “do jeito que as mineradoras querem”. “Essas votações têm sido atropeladas”, afirma Grillo.
De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), o Estado tem 688 barragens, das quais 677 têm estabilidade garantida por auditorias. Em 4, o auditor não apresentou uma conclusão, e 7 tem estabilidade não garantida pelo auditor. “A quantidade de barragens com estabilidade garantida aumentou de 96,7% em 2017 para 98,4% em 2018”, afirmo a Semad.
Para o superintendente do Ibama em Minas, contudo, a melhor forma de evitar tragédias como a de Brumadinho é uma nova legislação. “Infelizmente, está parado na Assembleia de Minas onde prevalece os interesses das mineradoras. É muito melhor reduzir o lucro em alguns poucos porcentos e evitar tragédias se repitam”, afirma.
Questionado se a barragem em Brumadinho se rompeu porque, mesmo sem estar recebendo rejeitos, pode ter havido alguma intervenção no local depois do licenciamento, Grillo diz ainda não ser possível saber a causa.
Mas afirma que, “independente de qualquer ação no local, barragens como a que se rompeu não são estáveis”. “Ao longo do tempo, elas podem se romper. Só não acontece toda hora porque tem gente vigiando, e a Vale costuma ter atenção. Mas o risco não é zero”, diz Grillo.
BBC Brasil
Na madrugada deste sábado, 26, voltou a chover na cidade de Coremas, no Vale do Piancó. Segundo o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) a chuva foi de 28,3 mm.
O Município de Caicó, através do prefeito Marcos José de Araújo, se solidariza com a família e amigos pelo falecimento do empresário José Ribamar Leite, ocorrido neste sábado, 26 de janeiro. O empreendedorismo caicoense perde um importante protagonista. O senhor Jose Ribamar foi um grande gerador de emprego e renda, com perfil marcante e sempre voltado para inovação. Nossos votos de…
O Ministério Público Federal (MPF), que tem sua atuação por parte do Ministério Público Eleitoral (MPE), emitiu uma nota curta, mas esclarecendo que não houve qualquer pedido de cassação do mandato de Zenaide Maia, como senadora pelo Rio Grande do Norte. A informação começou a circular em aplicativos de mensagens de texto após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmar, em…
Os atos, assinados pelo desembargador João Rebouças que assumiu recentemente a presidência do Poder Judiciário, veem acompanhados de nomeações imediatas.
Nem todas as demissões estão relacionadas ao Gabinete da Presidência.
Há servidores antigos que desempenhavam atividades técnicas e foram surpreendidos com a demissão. Auxiliar Judiciário, Auxiliar Técnico, Chefe de Divisão, Chefe de Subseção, etc…
E dizem que as demissões não param por aí, vem mais atos nos próximos dias.
O ex-presidente da empreiteira OAS Léo Pinheiro, em delação à lava jato, afirmou que pagou R$ 1 milhão em propina para o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins. …
A TV Globo, sem citar o ministro Sérgio Moro, por questões óbvias, mostrou na noite desta sexta (25) o fiasco da intervenção do ex-juiz da lava jato no estado do Ceará. …
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou neste sábado (26) que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai multar a mineradora Vale em R$ 250 milhões por causa do rompimento da barragem em Brumadinho (MG), que aconteceu no início da tarde desta sexta-feira (25). …