
Indicado líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados

No próximo dia 19, a Justiça Federal no Rio Grande do Norte começará os depoimentos da Operação Lavat, ação penal nº 0812330-40.2017.4.05.8400, como ficou conhecida a investigação do Ministério Público Federal e da Polícia Federal que aponta para crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, que tem como réus Henrique Eduardo Lyra Alves, Eduardo Cosentino da Cunha, Lucio Bolonha Funaro, Arturo Silveira Dias de Arruda Camara, Jose Geraldo Moura da Fonseca Junior, Aluizio Henrique Dutra de Almeida, Paulo José Rodrigues da Silva e Norton Domingues Masera.
No dia 19 de fevereiro, às 9h, estarão prestando depoimento como testemunhas arroladas pelo Ministério Público Federal Fábio Ferreira Cleto e Ricardo Saud. Os dois serão ouvidos por videoconferência, direto de São Paulo.
Do dia 26 ao dia 29 de março serão os depoimentos das testemunhas de defesa. Foram arroladas 45 pessoas. O primeiro a depor será Alexandre Margotto, no dia 26 de março, às 9h, por videoconferência. Ele foi arrolado pelas defesas de Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves.
Em seguida, prestarão depoimento Luiz Eduardo Vianna e Natalino Bertin.
Todos os depoimentos serão colhidos pelo Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, titular da 14ª Vara e juiz do processo.
Via BG

Mapa acima compreende período de sexta-feira(08) a esta segunda-feira(11). Foto:Reprodução/Emparn
Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) mostra municípios potiguares, por regiões, quanto ao índice pluviométrico no período de sexta-feira(08) até segunda-feira(11).
MESORREGIÃO OESTE POTIGUAR
Carnaubais(Emater) 24,8
Pendencias(Ana) 15,7
Francisco Dantas(Emater) 10,0
Janduís(Emater) 8,8
Olho D’agua Dos Borges(Particular) 6,6
MESORREGIÃO CENTRAL POTIGUAR
Lajes(Prefeitura) 25,3
Lagoa Nova(Emater/st. Humaita) 13,0
Currais Novos(Sec Meio Amb. Ex Cersel) 4,7
Cerro Cora(Emater) 1,9
Pedro Avelino(Base Fisica Da Emparn) 1,8
Angicos(Prefeitura) 1,0
Cruzeta(Base Fisica Da Emparn) 0,5
MESORREGIÃO AGRESTE POTIGUAR
Monte Alegre(Emater) 47,0
Boa Saúde(Emater) 39,2
Rui Barbosa(Emater) 36,8
Bento Fernandes(Riacho Dos Paus-part.) 35,0
Santo Antonio(Emater) 18,9
Barcelona(Particular) 18,3
Ielmo Marinho(Prefeitura) 14,2
Santa Cruz(Emater) 4,5
Parazinho(Emater – Ex-particular) 4,0
Jacana(Emater) 1,1
MESORREGIÃO LESTE POTIGUAR
Taipu(Particular) 37,0
Maxaranguape(Particular) 32,5
Goianinha(Emater) 31,5
Parnamirim(Base Fisica Da Emparn) 30,1
Ceara Mirim 28,0
São Gonçalo Do Amarante(Base Fisica Da Emparn) 26,9
Espirito Santo(Prefeitura) 18,3
Natal 17,2
Canguaretama(Emater/barra De Cunhau) 13,6
Extremoz(Emater) 12,4
Montanhas(Prefeitura) 12,2
Baia Formosa(Destilaria Vale Verde) 7,5
O chefe do escritório da CAERN em Jucurutu, ‘Chicão’, confirmou ao blog do Danilo Evaristo, que o abastecimento de água da zona urbana do município, voltou a ser realizado neste domingo (10), pelo sistema original da Companhia, a partir do poço de captação no rio Piranhas, localizado próximo ao bairro Novo Horizonte.
O abastecimento volta a ser feito pelo sistema original da CAERN, após as recentes chuvas registradas em municípios da Paraíba e do Rio Grande do Norte, que fizeram o volume do rio Piranhas aumentar consideravelmente. A cidade vinha sendo abastecida por meio da captação feita na barragem Armando Ribeiro Gonçalves.
Foto: Danilo Evaristo.

Em outubro, cardeais e bispos da Igreja Católica se reunirão no Vaticano para discutir a situação da floresta amazônica. O evento, chamado de Sínodo, é um encontro do clero que irá debater a realidade de índios, ribeirinhos e povos da floresta, além de políticas de desenvolvimento da região, mudanças climáticas e conflitos agrário. A existência dessa conferência motivou preocupação do governo, que vê as pautas como “agenda da esquerda”.
Reportagem do Estado de S. Paulo, divulgada neste domingo (10), mostra que o governo encara com preocupação a atuação da Conferência Nacional dos Bispos (CNBB) e dos órgão associados, como o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e as pastorais Carcerária e da Terra.
A reportagem traz declarações de Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que afirma que o governo está preocupado. “Queremos neutralizar isso aí”, declarou o responsável pela contraofensiva.
Para tentar conter as possíveis denúncias da Igreja, o governo solicitou participar do Sínodo, o que é pouco ortodoxo. Lideranças católicas dizem que governos não costumam participar dessas conferências, que terão a participação do Papa Francisco, visto como “comunista” pelo governo Bolsonaro.
Além disso, escritório da Abin em Manaus (AM), Belém e Marabá (PA), além de Boa Vista (RR), responsável pelo monitoramento de estrangeiros em Raposa Terra do Sol e terras ianomâmi, serão direcionados para monitorar, em paróquias e dioceses, as reuniões preparatórias para o Sínodo. O governo também irá se aliar a governadores, prefeitos e autoridades eclesiásticas próximas aos quartéis, para tentar diminuir o alcance da conferência.
Um militar da equipe de Bolsonaro afirmou à reportagem do Estado, em condição de anonimato, que o Sínodo vai contra toda a política de Bolsonaro para região e deverá “recrudescer o discurso ideológico da esquerda”.
“O trabalho do governo de neutralizar impactos do encontro vai apenas fortalecer a soberania brasileira e impedir que interesses estranhos acabem prevalecendo na Amazônia. A questão vai ser objeto de estudo cuidadoso pelo GSI. Vamos entrar a fundo nisso”, declarou Heleno.
O evento, batizado de “Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral”, terá como diretrizes: “Ver” o clamor dos povos amazônicos; “Discernir” o Evangelho na floresta. O grito dos índios é semelhante ao grito do povo de Deus no Egito; e “Agir” para a defesa de uma Igreja com “rosto amazônico”, e deverá ser atendido por 250 bispos.
“Se os bispos fazem crítica é querendo ajudar, não derrubar. Eles sabem onde o sapato aperta. Vão falar da situação dos povos e do bioma ameaçado. Mas não para atacar frontalmente o governo”, disse D. Erwin Kräutler, Bispo Emérito do Xingu (PA).
Edição: Pedro Ribeiro Nogueira
O discurso independente e a desenvoltura do vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) desgastaram a relação do Palácio do Planalto com o setor evangélico, considerado fundamental na eleição do presidente Jair Bolsonaro. Nos últimos dias, líderes de igrejas que durante a campanha apoiaram explicitamente o candidato do PSL e representantes do segmento no Congresso expuseram a insatisfação com o vice, principalmente após ele se manifestar contra a transferência da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém.
As lideranças religiosas e parlamentares da bancada evangélica pretendem pressionar o presidente para que ele desautorize publicamente o vice – Bolsonaro permanece internado em São Paulo se recuperando da cirurgia para a reconstrução do trânsito intestinal.
Na condição de presidente em exercício, Mourão recebeu no último dia 28 o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, e defendeu a posição que contraria manifestações anteriores do próprio Bolsonaro.
Com 108 deputados e 10 senadores na atual Legislatura, a Frente Parlamentar Evangélica, que tem uma atuação historicamente coesa em defesa de suas bandeiras, terá um peso decisivo para a agenda do governo no Congresso Nacional.
“Vamos cobrar (do Bolsonaro) o cumprimento daquilo que foi tratado. Se o Mourão está a serviço de algum grupo de interesse contrário a que isso aconteça, tenho convicção que ele perdeu essa queda de braço. Mourão é um poeta calado. Sempre que abre a boca cria um problema para o governo”, disse ao Estado o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), principal porta-voz da Frente.
Dois diplomatas que ocupavam altos cargos no Consulado-Geral do Brasil em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, trocaram socos e tapas no Aeroporto Internacional de Viru Viru, no mesmo país, na manhã do dia 17 de janeiro. As imagens, gravadas pelo sistema de videomonitoramento, mostram José Augusto Silveira de Andrade Filho, antigo cônsul-geral, levando um tapa e depois desferindo um golpe em Sóstenes Arruda de Macedo, que era cônsul adjunto. A Justiça foi acionada pelos dois lados. Sóstenes, inclusive, levou ao Ministério Público da Bolívia o caso. A informação é do Portal Metrópoles.
Andrade Filho teve a indicação aprovada pelo Senado Federal no último dia 27 de novembro e foi nomeado no dia 28 de dezembro embaixador do Brasil na Namíbia a partir de fevereiro deste ano. Macedo, por outro lado, não ocupa mais o cargo e respondeu a dois processos administrativos disciplinares. De acordo com relatos ouvidos pela reportagem, os dois tinham um relacionamento complicado no ambiente de trabalho.
No vídeo, Sóstenes está de camisa preta e aparece dando um tapa no celular do colega de trabalho, que segurava o aparelho. Augusto, de branco, revida com um soco. Os dois continuam discutindo enquanto o dono do telefone pega o objeto no chão. Logo em seguida, depois de ter sido chamado, um funcionário do aeroporto aparta a briga.
“Eu fui falar com ele [Augusto]. Ele puxou o celular para me filmar e estava muito nervoso. Bati na mão dele para o celular cair. Quando caiu, ele me deu um soco. Quando me recompus, meu ímpeto foi de imediatamente reagir, mas me lembrei que estava no exterior, em local público, diante de câmeras”, descreveu Sóstenes.
Brasil 247

247- Segundo informa o Portal Fórum, a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), da segunda fase da Operação Quarto Elemento, deflagrada em agosto de 2018, levou os irmãos “nota mil” a terem a prisão preventiva decretada; na denúncia, está descrito um esquema incrustado na Polícia Civil carioca, a partir das delegacias de Bangu e posteriormente Santa Cruz, ambas na Zona Oeste, responsável por diversos crimes, como corrupção, extorsão, desvio de mercadorias apreendidas.
O senador Jean-Paul Prates comemorou, com uma postagem no instagram, a nomeação, publicada no Diário Oficial da União, de Daniel Diniz Melo como Reitor da UFRN.
Daniel foi escolhido em novembro pela comunidade acadêmica numa eleição com candidato único, e agora nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro.
Mas só assumirá o cargo em maio, quando tomará posse para uma gestão de 4 anos.
