Jogando fora de casa, o ABC acabou derrotado pelo Santa Cruz-PE, na quinta rodada da Brasileirão Série C, por 2 a 1. O último gol do time pernambucano foi marcado após falha do goleiro Edson ao tentar afastar a bola com os pés, acabou entregando a bola para o Misael, atacante do Santa Cruz, que aproveitou a chance aos 47 minutos do segundo tempo. O duelo foi realizado no Estádio Arruda, em Recife.
Com a derrota, o ABC fica na penúltima colocação do grupo A, com 4 pontos ganhos. Na próxima rodada, o ABC enfrenta o Ferroviário-CE no domingo, (02 de junho), no Estádio Frasqueirão.
Águia volta a voar
O Globo entrou em campo nesse domingo (26), enfrentou o Treze-PB e conquistou mais uma vitória no Campeonato Brasileiro Série C. O duelo foi disputado no Estádio Barrettão e a Águia de Ceará-Mirim venceu por 3 a 1. Os gols do time da casa foram marcados por Glaubinho, Galiardo e Negueba. A partida foi válida pela quinta rodada do Brasileirão Série C.
A vitória tira o Globo FC da zona de rebaixamento, ocupando a quinta colocação do Grupo A com seis pontos. Próximo desafio da equipe será no dia 01/06 contra o Náutico/PE no estádio dos Aflitos.
Em partida com final emocionante, o Flamengo derrotou o Ahtletico Paranaense por 3 a 2, na tarde deste domingo, no Maracanã. O Rubro-Negro da Gávea saiu na frente, tomou a virada no segundo tempo, mas encontrou forças para reagir e alcançar a vitória nos minutos finais. O resultado fez o time carioca chegar aos dez pontos ganhos e subir para a quinta colocação na classificação do Campeonato Brasileiro. O Furacão sete com sete pontos ganhos na décima posição, mas ainda pode ser superado no final da rodada.
Mesmo enfrentando um adversário escalado com um time alternativo, o Fla encontrou grande dificuldade para conseguir a vitória. Depois de um bom primeiro tempo, a equipe dirigida por Abel Braga caiu muito na etapa final e permitiu a reação do adversário, mas ainda mostrou capacidade para conseguir a virada e garantir o importante resultado. Os gols foram marcados por Gabigol, Bruno Henrique e Rodrigo Caio para o Flamengo, enquanto Marcelo Cirino anotou os dois do Furacão.
Na próxima rodada, o Mengão vai enfrentar o Fortaleza, no Maracanã; o Atlético Paranaense vai receber o Fluminense na Arena da Baixada.
Atualmente, o Brasil se vê em meio a uma guerra. Não uma guerra de armas e granadas, mas uma guerra política, em que os dois lados usam a mídia e as redes sociais para ficarem lançando frases de efeito e buscando desidratar o lado adversário frente a população brasileira. De um lado, o presidente da República, Jair Bolsonaro, que ao seu lado possui os filhos e o filósofo Olavo de Carvalho e do outro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que traz consigo todos os seus aliados do centrão e o presidente do senado, Davi Alcolumbre, que assim como ele deseja um maior protagonismo para os membros do Congresso no atual governo.
Independente do que teria motivado o atual embate, entre o chefe do executivo e os principais representantes do legislativo brasileiro, é necessário compreender o que cada um dos dois lados representa e o que restará a população o fim desta guerra. Quando apenas um dos dois agrupamentos restar de pé vitorioso, o Brasil poderá estar sendo regido pelo despreparo representado por Bolsonaro e pelos seus filhos que sucedem-se em falas sem o mínimo tato. Por outro lado, a opção que se opõe a Bolsonaro seria um país entregue aos presidentes do legislativo e as vontades do centrão, que consegue mostrar-se insaciável quando trata-se de consumir todos os recursos possíveis.
Pois bem, tal qual um condenado que tem a opção de ser enviado as Américas para servir como mão de obra gratuita ou a forca, o povo brasileiro provavelmente terá de decidir qual o mal menor ao qual terá direito de aceitar. O brasileiro sequer precisa esforçar-se muito para ter uma ideia de quão ruins poderão ser os próximos três anos, após o fim desta guerra ou caso ela se estenda pelo resto do governo que aí está. Pois, para imaginar como será o futuro do Brasil, caso Bolsonaro siga governando o nau a seu bel prazer basta vermos tudo que ele fez durante os primeiros cem dias do seu governo. Para compreendermos quão desastroso também pode ser o Brasil, entregue as mãos do centrão, é necessário apenas que nos recordemos dos dois anos em que Michel Temer esteve com a faixa presidencial e totalmente curvado aos desígnios do Congresso. Por fim, para nos recordarmos de como será caso um armistício não seja selado entre os dois lados e a guerra prossiga, temos de buscar na memória como foi o segundo mandato de Dilma Rousseff, quando em pé de guerra com o legislativo ela não conseguiu dar um direcionamento ao país enquanto via seu governo ruir.
O pior para o povo brasileiro é imaginar que em meio a uma crise econômica em que se clama por uma solução, muito provavelmente, no melhor dos casos veremos a situação manter-se igual a que se encontra, mas em um cenário não tão favorável. Veremos a economia nacional seguir patinando e as taxas de desemprego crescendo, enquanto o povo brasileiro estará ao Deus dará em um país com duras perspectivas de reerguer-se. Para o povo, não há muito o que fazer, talvez pedir para que os astros destinem bons augúrios ao país, que o impacto negativo resultante desta crise seja mínimo.
A investigação sobre o gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) atinge um total de 37 imóveis supostamente ligados ao senador do PSL, sua família, além da empresa Bolsontini Chocolates e Café. São 14 apartamentos e 23 salas comerciais em Copacabana, Botafogo, Barra da Tijuca e Jacarepaguá. O parlamentar afirma que não cometeu nenhum crime e se diz vítima de perseguição.
No pedido de quebra de sigilo bancário e fiscal de Flávio e outras 94 pessoas e empresas, de 15 de abril, o Ministério Público afirmava já ter reunido informações de que ele investira R$ 9,4 milhões na aquisição de 19 imóveis. “As vendas declaradas entre 2010 e 2017 representariam uma lucratividade de R$ 3 milhões.” Em 21 de março, no entanto, relacionou os 37 imóveis em um pedido de informações a cartórios do Rio.
A pesquisa da Imagem Corporativa feita no primeiro trimestre de 2019 com 1.822 reportagens de grandes veículos de imprensa de onze países revela que a imagem do Brasil no exterior vive um de seus piores momentos, com 73% das notícias negativas. (Foto: reprodução )
A pesquisa I See Brazil, que leva em consideração reportagens de grandes veículos de imprensa em diversos países, mostra que a imagem do Brasil no exterior vive um de seus piores momentos, entre outros motivos pelo “presidente desconectado das pautas do século XXI”, enquanto que o melhor momento ocorreu há 10 anos, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
A pesquisa da Imagem Corporativa feita no primeiro trimestre de 2019 com 1.822 reportagens de grandes veículos de imprensa de onze países revela que a imagem do Brasil no exterior vive um de seus piores momentos, com 73% das notícias negativas.
O melhor momento ocorreu há 10 anos, no governo Lula, quando 83% das reportagens retratavam o país de forma positiva, informa Lauro Jardim neste domingo (26) em O Globo.
O levantamento I See Brazil deste ano mostra que apenas 27% das reportagem foram positivas. Os principais motivos para a péssima imagem do Brasil no exterior, segundo Lauro Jardim, são: Jair Bolsonaro, “o presidente desconectado das pautas do século XXI”, o acidente em Brumadinho (MG) e a economia em retração.
No último dia 15 de maio de 2019, milhões de manifestantes saíram às ruas do Brasil contra a reforma da previdência e por descontentamento em decorrência dos cortes nos recursos da educação realizados pelo Governo Federal. Os atos aconteceram em centenas de municípios do país e os seguidores do presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiram realizar neste domingo, dia 26, atos em apoio ao governo.
Um dos organizadores do ato em apoio ao presidente Jair Messias Bolsonaro publicou em sua rede social facebook que não haveria manifestação. “Aviso a todos que não haverá manifestação em Patos. Pois não tivemos tempo pata organizar o evento”, relatou o representante do PSL no Município de Patos. A atividade seria na Praça Edivaldo Mota, a popular Praça do CEPA.
Mais de 100 casos de micose pulmonar foram registrados em 40 municípios do estado do Piauí. De acordo com informações, a doença é transmitida por um fungo que reside no solo e fica depositado no tatu, animal silvestre muito consumido e comercializado na região.
O Ibama faz um alerta para que a população não consuma carne de tatu, que pode provocar micose pulmonar e, de acordo com pesquisas recentes nos Estados Unidos e Espírito Santo, no Brasil, os bichos são depósitos de micróbio transmissor da hanseníase. O tatu ainda é reservatório da Doença de Chagas e de outras verminoses.
Em um estudo publicado recentemente na revista PLoS Neglected Tropical Diseases, pesquisadores descobriram que 62% dos tatus-galinha amostrados do estado do Pará, no Brasil, apresentaram sinais de exposição à bactéria que causa a hanseníase, também conhecida como lepra ou doença de Hansen.
Além disso, o estudo constatou que as pessoas que comem carne de tatu-galinha com mais frequência apresentam maiores concentrações de anticorpos contra a hanseníase no sangue, sugerindo uma forte correlação entre a caça, o manejo e a ingestão desses animais e a contração da doença.
No Brasil, não é incomum comer tatu, que dizem ter gosto de frango. Um prato consumido em certas áreas pode ser particularmente problemático: ceviche de fígado de tatu, uma mistura de carne crua e cebola. Foi demonstrado que as bactérias causadoras da lepra se concentram no fígado, assim como no baço.
Os pesquisadores testaram 146 residentes locais e descobriram que 92 deles tinham anticorpos contra a bactéria da lepra, sugerindo ampla exposição.
Cerca de 65% das pessoas nessa parte do Brasil comem tatu pelo menos uma vez ao ano, diz John Spencer, imunologista da Colorado State University e autor mais experiente do estudo.
As micoses pulmonares
Micoses são doenças causadas por fungos e têm amplo espectro de apresentação clínica variando desde lesão superficial que acomete a camada mais externa da epiderme até infecções graves e disseminadas capazes de determinar a morte do hospedeiro quando não diagnosticadas e tratadas adequadamente. As micoses pulmonares, também chamadas sistêmicas, são causadas por fungos leveduriformes, primariamente patogênicos, habitualmente encontrados no solo. Os indivíduos, ao entrarem em contato com micronichos do fungo, em seu hábitat natural, se contaminam e podem adoecer. As principais micoses sistêmicas apresentadas neste trabalho são a paracoccidioidomicose, a histoplasmose, a coccidioidomicose e a criptococose.
O tatu
Tatu ou armadilho (em Portugal) é uma denominação comum a mamíferos pertencentes à ordem Cingulata e família Dasypodidae. Caracteriza-se pela armadura que cobre o corpo. Nativos do continente americano, os tatus habitam as savanas, cerrados, matas ciliares e florestas molhadas. Têm importância para a medicina, uma vez que são os únicos animais, para além do homem, capazes de contrair lepra, sendo usados nos estudos dessa enfermidade. Os brasileiros que caçam ou comem tatus correm maior risco de pegar lepra do que pessoas que não interagem com os animais.
Os tatus tem grande importância ecológica, pois são capazes de alimentar-se de insetos (são, portanto, animais insetívoros), contribuindo para um equilíbrio de populações de formigas e cupins. Na Universidade da Região da Campanha, em Alegrete, no Rio Grande do Sul, no Brasil, uma pesquisa sobre a dieta dos tatus revelou que um único exemplar de tatu-mulita (Dasypus hybridus) com 2,5 quilogramas de peso é capaz de consumir 8 855 invertebrados em uma única noite.
Quando estes animais são caçados pelo seu valor cinegético (caça para alimento), acaba por se desequilibrar o ecossistema, pois se extermina um controlador natural de insetos, favorecendo o aumento destes invertebrados e resultando em problemas econômicos para a região.
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), tendo em vista a posse do Reitor eleito, a se realizar no próximo dia 28 de maio, no Ministério da Educação, em Brasília-DF, programou a consequente transmissão de cargo para o dia 3 de junho de 2019, no Teatro Riachuelo, em Natal-RN.
Assim procedendo, considerou a absoluta falta de local diverso com capacidade para acomodar o número de professores, técnicos-administrativos, estudantes, autoridades e demais convidados em Natal/RN, bem como de espaço em condições de acessibilidade e logística compatíveis com a referida solenidade, agindo sempre pautada nos princípios da legalidade, moralidade, publicidade, impessoalidade e eficiência que regem a administração pública.
Não obstante a importância histórica, cultural e simbólica do evento, realizado desde a fundação da universidade, como ato público de prestação de contas de uma gestão que finda e de compromisso do projeto proposto pela nova gestão, a UFRN optou pelo cancelamento da solenidade do dia 3, em respeito ao contexto geral das universidades federais.
Uma manifestação programada para a tarde de ontem na cidade de Caicó, a favor das medidas impopulares do governo Bolsonaro, terminou em “vexame” com falta de adesão ao movimento, que foi bastante divulgado pela imprensa da direita, mesmo assim, o público presente foi decepcionante.
A aprovação do governo Fátima pela maioria da população do Rio Grande do Norte contrasta com a avaliação negativa dos potiguares em relação ao governo do presidente Jair Bolsonaro.
O presidente da República tem a gestão reprovada para 60,53% da população do Estado. Apenas 25% aprovam a administração do PSL e14,47% não souberam opinar.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Consult, encomendada pela FIERN e divulgada neste domingo (26). Os 1.700 questionários foram aplicados no período de 17 a 20 de maio, em 12 regiões. A margem de erro é de 2,3% para mais ou para menos.
O governo de Jair Bolsonaro também está sendo pior que os governos anteriores para 44,18% dos potiguares. Já para 23,24% dos entrevistados a gestão dele é melhor que a dos seus antecessores.
O grau de confiança dos potiguares em relação ao governo Bolsonaro também é muito baixo. Ao todo, 61,59% dos entrevistados disseram não confiar na gestão do presidente. Apenas 24,29% disseram confiar na gestão de Jair Bolsonaro e 14,12% não souberam opinar.
Ainda de acordo com a pesquisa, os potiguares também não esperam muita coisa do governo federal. Questionados sobre a expectativa da gestão de Jair Bolsonaro, 24% responderam “ruim”, 22,65% disseram ser “péssimo” e 21,59% opinaram como “regular”. Para 20,41% a gestão ainda pode ser “boa” e apenas 3,41% apostam numa administração “ótima”. Das pessoas entrevistadas, 7,94% não souberam dizer a expectativa que tem da gestão Bolsonaro.
O início do governo da professora Fátima Bezerra (PT) está sendo aprovado pela maioria da população do Rio Grande do Norte. Pesquisa realizada pelo Instituto Consult, encomendada pela FIERN e divulgada neste domingo (26), apontou que 55,35% da população aprova a gestão da governadora do PT. Essa é a primeira pesquisa de avaliação da administração do Governo realizada em 2019 em âmbito estadual. Os que desaprovam a gestão petista chegam a 23,18% e 21,47% não souberam dizer.
A pesquisa foi realizada no período de 17 a 20 de maio, em 12 regiões. Foram aplicados 1700 questionários. A margem de erro é de 2,3% para mais ou para menos.
Para 48,94% dos entrevistados o governo Fátima é melhor que os anteriores e igual para 33,65%. Apenas 8,65% dos potiguares consultados pela pesquisa avaliam a gestão de Fátima Bezerra como pior que as anteriores.
Mesmo aprovado pela maioria, o governo Fátima é avaliado como regular para 38,35% dos potiguares e bom para 29,29%. Os que consideram a gestão ruim representam apenas 9,29% dos entrevistados. Já os que classificam a administração petista como péssima equivalem a 8,82%. Ao todo, 2,18% avaliam o governo do PT como ótimo e 12,06% não souberam opinar.
A pesquisa também avaliou o grau de confiança e a expectativa da população em relação ao governo Fátima. Os números mostram que 49,06% confiam na gestão do PT, 31,24% disseram não confiar no governo e 19,71% dos entrevistados não souberam dizer se confiam ou não.
Já a expectativa do governo é boa para 42,24% da população. Esse é o maior percentual na avaliação sobre o que os potiguares esperam do Governo. A expectativa é “regular” para 34,53%. Ao todo, 8,12% avaliaram a expectativa em relação ao governo como ruim e apenas 3,47% como péssima. Nesse quesito, 3,29% avaliaram a expectativa como ótima.
A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) chegou à manifestação na avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (26), em meio a gritos de “fora, Zambelli” e de xingamentos que vinham de um dos nove trios elétricos pró-Bolsonaro. A deputada Joice Hasselmann foi chamada de “Joice Maionese” e de “traidora” e não participou dos atos.
“Ouvi dizer que estavam falando mal de mim em um caminhão, vou pedir direito de resposta.” O momento foi registrado por Carla Zambelli durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
“A Joice Maionese já era!”, diz uma manifestante, em referência a também deputada federal do PSL por São Paulo Joice Hasselmann-, os gritos contra Zambelli continuaram.
O movimento Nas Ruas, do qual Zambelli faz parte, se juntou tardiamente aos protestos, atitude considerada oportunista por outros grupos da extrema-direita bolsonarista.
Por sua vez, Joice Hasselmann criticou a realização das manifestações deste domingo.
Levantamento do portal G1, da Globo, mostra que a manifestação deste domingo (26) foi menor que a o último dia 15 promovido por entidades ligadas à educação.
Sem quantificar os números no Rio e São, onde houve maior concentração de bolsonaristas, o G1 afirma que o protesto ocorreu em 156 cidades de 26 estados e o Distrito Federal.
No último dia 15, na manifestação da educação, 181 cidades foram à luta contra os cortes de verbas e a reforma da previdência. Também cobriu 26 estados e o DF.
Cerca de 35 mil bolsonaristas marcharam pelas ruas de Belo Horizonte, anotou o portal da Globo. Entretanto, no dia 15, eram 250 mil contrários aos cortes de verbas na educação.
No Distrito Federal a PM estimou em 10 mil pessoas; em São Luís, no Maranhão, mil pessoas saíram em apoio a Bolsonaro.
A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), fez um balanço da manifestação pró-Bolsonaro. Segundo ela, foi um fiasco só com muitos vazios nas ruas. “Os atos de hoje não se comparam aos do dia 15 em adesão, mobilização e capilaridade”, disse a petista. “Muito vácuo nas ruas”, comparou.
A União Nacional dos Estudantes (UNE) não se intimidou com a mobilização bolsonarista deste domingo e promete fazer manifestação da educação ainda [que a do dia 15] na próxima quinta-feira, dia 30 de maio.
A ex-presidente Dilma Rousseff rechaçou neste sábado, 25, as acusações feitas pelo ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci publicadas neste sábado (25) pelo jornal Folha de S.Paulo; “Palocci disse o que seus algozes queriam ouvir, mesmo sem apresentar provas, indícios ou mesmo diante de acareações”, diz Dilma.
Neste domingo, será possível avaliar qual é a dimensão do fascismo no Brasil, com as manifestações convocadas em defesa de Jair Bolsonaro, um governo que perde popularidade e derrete em cinco meses; num jogo de idas e vindas, Bolsonaro convocou a manifestação em seu favor contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, mas depois de um racha até mesmo nos grupos de direita.