24/08/2026
10:22

Agora RN

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) acionou neste domingo 23, pela segunda vez em 2026, o plano emergencial para reduzir a geração de energia diante do excesso de oferta no Sistema Interligado Nacional.

A medida ficou em vigor das 11h às 13h30 e não afetou o fornecimento aos consumidores. As restrições foram executadas pelas distribuidoras para preservar o equilíbrio entre a quantidade de energia produzida e o consumo registrado durante o fim de semana.

Torres e linhas de transmissão de energia elétrica integrantes do sistema nacional
Linhas de transmissão do Sistema Interligado Nacional — Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Quais usinas foram afetadas

O plano alcança as chamadas usinas Tipo 3, conectadas às redes das distribuidoras. Estão nesse grupo pequenas centrais hidrelétricas, unidades movidas a biomassa e empreendimentos eólicos e solares de menor porte.

O ONS também reduziu a produção de usinas que estão sob seu controle direto. Segundo o operador, o procedimento é necessário quando a geração prevista supera a demanda e as medidas convencionais de ajuste não são suficientes.

O primeiro acionamento do ano ocorreu em 7 de junho, durante o feriado prolongado de Corpus Christi. Na ocasião, o gerenciamento atingiu mil megawatts entre 10h e 14h.

Crescimento da geração distribuída

O plano emergencial foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2025, após o avanço da geração distribuída, especialmente por painéis solares instalados em residências e empresas.

Essa modalidade reúne atualmente cerca de 50 gigawatts de capacidade instalada. O desafio apontado pelo ONS é que parte dessa energia não pode ser acompanhada ou controlada diretamente pelo operador nacional.

Em agosto de 2025, durante o Dia dos Pais, a geração distribuída chegou a representar 37,6% da demanda brasileira. Naquele momento, foi necessário reduzir a produção de hidrelétricas, termelétricas e quase toda a geração eólica e solar centralizada para evitar uma sobrecarga.

O ONS prepara agora um sistema automático chamado Esquema Regional de Alívio de Geração. O mecanismo poderá cortar até 3 gigawatts, em três etapas, quando as demais alternativas estiverem esgotadas. Um projeto-piloto deverá ser realizado até o fim de 2026.

Publicado por: Chico Gregorio


24/08/2026
09:52

Pode ser uma imagem de texto que diz "0 RESENHA 87 BONITA FM O RESENHA 87 BONITA FM ESTÁ DE VOLTA E NESTE SÁBADO RECEBE o VICE PREFEITO RICARDO MEDEIROS EX CANDIDATO PREFEITO DE SÃO JOSE o PRESIDENTE DA CÂMARA SÃO JOSÉ MINININHO DE CHICO GAGO NA PAUTA ELEIÇOES 2026 VINICIUS MEDEIROS APRESENTAÇÃO É DO BLOGUEIRO E RADIALISTA ALEXSANDRO PASSARINHO"

Em entrevista na Bonita FM de São José do Seridó, o atual vice-prefeito da cidade, o bolsonarista Ricardo Medeiros se precipitou  e deixou claro que não abre mão de sua candidatura a prefeito da cidade,  e que  seu projeto politico é inadiável, está consolidado,  dentro de qualquer conjuntura   política que  aconteça daqui para lá. Interessante que Ricardo nem aguardou  uma posição do  o maior líder da cidade Jakson Dantas,   para definição do escolhido para a disputa do pleito de 2028.

Ricardo Medeiros disse que como prefeito pretende implantar na gestão da cidade, o mesmo método usado em suas empresas.   O vice-prefeito é um   seguidor da  cartilha do senador Rogério Marinho, isso é uma fato que  pode atrapalhar  suas pretensões de chegar a prefeitura municipal.

Para observadores da cena política, o vexame de Ricardo Medeiros  se  explica pelo fato do vereador Cleiton da Saúde que   também ter pretensões de colocar sua nome para as eleições  de 2028, para isso vem se movimentando  e  realizando um  trabalho na área de saúde, com o apoio de deputado Bernardo Amorim,  vem também  se fortalecendo politicamente, quando recentemente conseguiu o apoio do vereador Joan.

 

Publicado por: Chico Gregorio


24/08/2026
08:39

Laurita Arruda****

A educação municipal de Natal está em greve desde 6 de agosto. Talvez boa parte da população nem tenha percebido.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN (SINTE/RN), ao que tudo indica, não conseguiu sequer uma conversa com o secretário de educação e tampouco com o prefeito Paulinho Freire (UB) para discutir os 4,6% de reajuste e os 5,4% do piso nacional.

Mas, como registrou o jornal Agora RN na sexta-feira (21), o sindicato encontrou outro caminho: procurou a vereadora — e primeira-dama — Nina Souza (PL) para fazer a interlocução que a prefeitura preferiu não fazer. Nina, que também é professora, comprometeu-se a intermediar a conversa com o marido prefeito para, quem sabe, pôr fim à greve.

Nina Souza é candidata a deputada federal pelo PL, e tem toda a legitimidade, também como vereadora da cidade, de ajudar a “quebrar o gelo” com a administração municipal. Legitimidade, aliás, que vem a calhar bem perto da eleição. E se ela não conseguir, tendo despacho diário com o prefeito, é bom começar a duvidar se alguém vai destravar essa conversa.

Publicado por: Chico Gregorio


24/08/2026
08:23

Lula

A entrevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Record registrou mais que o dobro da audiência do primeiro debate presidencial das eleições de 2026 realizado pela Band, na noite deste domingo (23), em um confronto esvaziado pela ausência dos candidatos que lideram as pesquisas.

Segundo dados de medição em tempo real divulgados, às 20h57 a Record marcava 4,28 pontos na Grande São Paulo, enquanto a Band registrava 2,06 pontos com o debate. Naquele momento, portanto, a entrevista de Lula tinha audiência 108% superior à do encontro entre os presidenciáveis

A Record aparecia em terceiro lugar, atrás da Globo, com 16,13 pontos, e do SBT, com 7,84. A Band ocupava a quarta posição. Os números se referem à medição naquele minuto específico, e não à média consolidada de toda a duração dos dois programas.

Debate sem os líderes das pesquisas

O resultado ocorreu justamente no primeiro debate presidencial da campanha, tradicionalmente promovido pela Band, que acabou marcado pelo esvaziamento. Como a Fórum mostrou, Lula, Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não compareceram. Participaram apenas Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

O contraste com as pesquisas ajuda a explicar a configuração do encontro. No Datafolha divulgado na sexta-feira (21), Lula aparecia na liderança, com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%. Caiado tinha 5%, Renan Santos, 4%, e os demais candidatos apareciam bem atrás dos dois líderes.

Sem Lula e Flávio, os dois candidatos que concentram a maior parte das intenções de voto, o debate ficou entregue àquilo que poderia ser chamado de “segunda divisão” da disputa presidencial.

A ausência dos favoritos acabou, inclusive, dominando boa parte do programa. Renan Santos foi aos púlpitos vazios de Lula e Flávio para atacá-los e transformou o confronto em uma sucessão de provocações. Augusto Cury, que chegou a anunciar que abandonaria o debate em protesto contra as ausências, voltou atrás e participou.

Como foi o debate da Band

Além dos ataques aos ausentes, o debate abordou segurança pública, educação, economia, corrupção, relações com os Estados Unidos e o fim da escala 6×1.

Renan Santos defendeu intervenção federal em estados que, segundo ele, estejam dominados pelo crime organizado e atacou Lula repetidas vezes. Ronaldo Caiado explorou sua gestão em Goiás, defendeu redução dos juros e apresentou a segurança pública como uma de suas principais bandeiras. Augusto Cury concentrou parte de suas intervenções em educação e criticou a agressividade de Renan.

No segundo bloco, entraram em discussão o tarifaço dos Estados Unidos e a jornada 6×1. Renan criticou a proposta de redução da jornada de trabalho e voltou a mirar Lula. Cury afirmou que trabalhadores brasileiros vivem situação de burnout, enquanto Caiado defendeu o uso de inteligência artificial na segurança pública.

O debate terminou sem que nenhum dos três participantes conseguisse deslocar do centro da disputa os dois principais ausentes.

Enquanto isso, Lula falava na Record

A partir das 20h30, enquanto o debate transcorria na Band, o Domingo Espetacular exibiu uma entrevista exclusiva de Lula a Mariana Godoy, gravada em Brasília.

O presidente falou sobre as investigações envolvendo seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e afirmou que ninguém está acima da lei. Lula disse que não interfere nas investigações e que, caso sejam comprovadas irregularidades, os responsáveis devem responder por seus atos.

Lula também anunciou que pretende criar um Ministério da Segurança Pública em um eventual novo mandato, condicionado à aprovação da PEC da Segurança Pública. A ideia é ampliar a coordenação entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado.

Outro tema foi a relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Lula afirmou que mantém um diálogo “civilizado” com o republicano, mas criticou medidas tomadas por integrantes do segundo escalão do governo estadunidense e rejeitou interferências externas em assuntos brasileiros.

Na economia, o presidente destacou a queda do desemprego e da inflação e reconheceu que os juros elevados continuam pesando sobre as famílias. Também falou sobre o fim da escala 6×1, a chamada “taxa das blusinhas”, minerais críticos e medidas de combate ao feminicídio.

Lula aproveitou ainda a entrevista para criticar o que considera uma deterioração do debate político provocada pelas redes sociais. Disse sentir “saudade” de enfrentar adversários como Fernando Henrique Cardoso e José Serra e criticou candidatos que apostam na lógica de “lacrar” na internet para construir uma candidatura presidencial.

REVISTA FÓRUM**

 

Publicado por: Chico Gregorio


24/08/2026
08:20

O primeiro debate presidencial de 2026, na Band, acontece neste domingo (23), mas terá um cenário esvaziado. Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não participarão.

Com as desistências, o debate deve reunir Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). A ausência dos três principais nomes reduz o peso do primeiro confronto televisivo da eleição e pode influenciar a estratégia das campanhas nas próximas semanas.

Publicado por: Chico Gregorio


24/08/2026
08:15

Foto: Cosern/Neoenergia

Consumidores que possuem sistemas de energia solar no Rio Grande do Norte vêm enfrentando, desde o final de 2025, uma série de problemas relacionados ao faturamento das contas de energia elétrica. As reclamações envolvem aumento repentino nas faturas, créditos de energia que deixaram de ser compensados corretamente, cobranças consideradas incompatíveis com o histórico de consumo e até parcelamentos inseridos nas contas.

O problema já ultrapassou a esfera das reclamações individuais. Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e Defensoria Pública do Estado (DPERN) ajuizaram uma Ação Civil Pública contra a Neoenergia Cosern e, no último dia 18 de agosto, a Justiça concedeu decisão provisória estabelecendo medidas de proteção para consumidores atingidos por possíveis inconsistências no faturamento.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o advogado Luiz Lira (OAB/RN 11.663) explica de forma simplificada a origem da controvérsia.

Segundo ele, quem possui geração solar normalmente injeta na rede a energia excedente produzida durante o dia e recebe créditos que posteriormente são utilizados para compensar o consumo de energia da distribuidora.

“Todo mês você gera mais energia do que consome. Esse excedente vira crédito, e esse crédito deveria abater da sua fatura de energia”, explica Lira. Segundo o advogado, a situação teria mudado a partir de novembro de 2025, com alterações no sistema de faturamento.

“O resultado? Os créditos foram retidos, as compensações pararam de aparecer na conta e as faturas explodiram”, afirma. Ele relata ainda que consumidores que buscaram esclarecimentos receberam como justificativa a expressão “descasamento de ciclos”, que, em sua avaliação, não esclarece adequadamente a origem das cobranças.

A existência do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE) é prevista na Lei Federal nº 14.300/2022. Pelas regras, a energia excedente produzida pelo consumidor pode ser injetada na rede e posteriormente compensada ou transformada em créditos para utilização futura. A própria ANEEL explica que esses créditos podem ser utilizados nos meses seguintes e possuem prazo de validade de 60 meses.

Contas que antes eram mínimas passaram a apresentar valores elevados

A reportagem do Blog do Barreto procurou Lira para aprofundar a temática e entender melhor a gravidade do problema. O advogado apresentou um levantamento que aponta casos de consumidores que tradicionalmente recebiam contas próximas ao custo mínimo de disponibilidade e que passaram a receber cobranças de centenas ou até milhares de reais. O documento entregue à reportagem cita situações em que contas historicamente próximas de R$ 30 chegaram, em casos extremos relatados, a ultrapassar R$ 13 mil.

Segundo o material, uma das hipóteses técnicas levantadas é que alterações no processamento das medições teriam provocado uma inversão na ordem em que consumo e créditos eram considerados no fechamento das faturas. Assim, o consumo seria contabilizado antes da entrada dos créditos provenientes da geração solar.

A apuração realizada pelos órgãos públicos confirma que há uma controvérsia relevante no sistema de faturamento, embora o número total de consumidores efetivamente prejudicados ainda esteja sendo dimensionado. Em julho, o Procon-RN informou ter contabilizado mais de 300 reclamações relacionadas ao problema. O Procon Natal registrava 106 queixas formais entre novembro de 2025 e março deste ano.

A Ação Civil Pública ajuizada pelo MPRN e pela Defensoria aponta, entre outras situações, possível desconsideração de créditos acumulados, cobranças divergentes, parcelamentos automáticos chamados de “resíduos de faturamento” e questões relacionadas a tarifas e tributos incidentes sobre unidades participantes da geração distribuída.

O documento encaminhado por Luiz Lira também relaciona reclamações sobre tributação, duplicidade de faturas, parcelamentos inseridos sem autorização e cobranças envolvendo consumidores classificados como GD I — aqueles enquadrados nas regras anteriores à mudança do marco legal da geração distribuída.

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Publicado por: Chico Gregorio


24/08/2026
08:13

Foto: divulgação/Bruno Barreto**

A senadora Zenaide (PSD) e o candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra (UB) fizeram juntos uma grande carreata pelas principais ruas de Mossoró neste sábado. Foram muitos carros e motos participaram. O percurso reuniu apoiadores e foi marcado pela presença de bandeiras, camisas e manifestações de apoio à chapa.

Durante o trajeto, Zenaide e Allyson também desceram do carro em vários momentos para receber o carinho da população. A mobilização percorreu diferentes áreas da cidade e terminou com uma grande concentração de apoiadores.

Antes da carreata, a agenda em Mossoró começou ainda pela manhã, quando Zenaide e Allyson percorreram as ruas do centro e visitaram o comércio local. A programação foi dedicada ao município ao longo de todo o dia, com encontros e mobilizações políticas.

A parceria entre Zenaide e Allyson resultou em 15 Unidades Básicas de Saúde em um ano, levando dignidade à zona rural.

Publicado por: Chico Gregorio


24/08/2026
08:12

Foto: cedida/Bruno Barreto***

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula, comandou a primeira grande caravana do Time que Cuida, passando por oito cidades em dois dias de muita disposição, levando a esperança de um Rio Grande do Norte ainda melhor com Cadu governador.

A maratona começou na sexta-feira (21), na regiões Trairi e Seridó, com duas grandes carreatas nas cidades de Santa Cruz e Currais Novos. Com uma energia contagiante, o Time que Cuida mostrou que está cada vez mais forte na missão de fazer o Rio Grande do Norte um estão cada vez melhor.

A programação da caravana seguiu neste sábado (22) em mais sete cidades. A caravana contou com a presença de candidatos a deputado estadual e federal, dos candidatos ao Senado Samanda de Lula e Rafael Motta, da futura vice-governadora Larissa, e governadora Fátima Bezerra, major liderança política do estado, além de prefeitos, vices, vereadores e lideranças locais.

A rota do Time de Cuida no segundo dia começou por Parelhas, seguiu para Jardim do Seridó, Caicó, Jucurutu, São Rafael e finalizando em Itajá, abrangendo também a região do Vale do Açu. Após toda a maratona, que durou o dia inteiro entre carreatas, caminhadas e muita conversa com o povo, o futuro governador ainda atendeu a um convite do amigo Gustavo Soares, candidato a deputado estadual, e participou de uma grande carreata na cidade de Assú, fechando o dia com sete cidades visitadas.

Na ocasião, Cadu fez um balanço da agenda agitada deste sábado. “Eu comecei cedo, em Parelhas, fui para Jardim do Seridó, para Caicó, depois fui para Jucurutu, São Rafael e Itajá”, disse Cadu, que em seguida completou: “onde eu chego, eu tenho a convicção que eu vou ser o próximo governador do RN. O Rio Grande do Norte não vai retroceder, a gente vai seguir avançando”.

Publicado por: Chico Gregorio


23/08/2026
08:50

Gerlane Neto

Juíza dos EUA derruba suspensão de vistos de imigração para 75 países, incluindo o Brasil

Uma juíza federal dos Estados Unidos anulou, nesta sexta-feira (21), a suspensão da emissão de vistos de imigração para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. A medida havia sido adotada pelo governo de Donald Trump e estava em vigor desde 21 de janeiro.

A decisão foi tomada pela juíza Jeannette Vargas, de Nova York. Segundo a magistrada, a política implementada pelo Departamento de Estado contrariava a legislação americana e ultrapassava os limites da autoridade do secretário de Estado, Marco Rubio.

A suspensão atingia os chamados vistos de imigrante, destinados a estrangeiros que pretendem viver permanentemente nos Estados Unidos. A medida não se aplicava a vistos de turismo, estudantes de intercâmbio ou trabalhadores temporários.

Além do Brasil, estavam entre os países afetados Rússia, Irã, Afeganistão, Somália, Iraque, Egito, Nigéria, Tailândia e Iêmen.

Publicado por: Chico Gregorio


23/08/2026
08:47

Luiz Inácio Lula da Silva

247 – A pesquisa Datafolha divulgada anteontem trouxe um recado claro: a ofensiva movida nas últimas semanas contra o presidente Lula não conseguiu abalar de forma significativa sua liderança.

No primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro. A diferença se estreitou ligeiramente em relação a julho, mas ainda garante ao presidente uma vantagem confortável.

No cenário de segundo turno, o placar é 47% a 43%. Na avaliação de governo, 47% aprovam e 50% desaprovam a gestão — números estáveis, dentro da margem de erro em relação aos levantamentos anteriores.

Não é o quadro de uma candidatura em crise. É o quadro de uma disputa que segue com Lula na frente, mesmo sob fogo cerrado.

Nas últimas semanas, setores da Polícia Federal e a mídia de inspiração lava-jatista transformaram em espetáculo dois inquéritos que tramitam sob a relatoria do ministro André Mendonça no STF. Um investiga suposto tráfico de influência envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O outro trata da saída de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, da chefia de gabinete da Presidência, após a revelação de um empréstimo pessoal recebido de uma lobista também investigada.

São processos reais, que seguem seu curso e cujo desfecho ninguém pode antecipar. Mas foram tratados, por semanas, como se já fossem veredicto.

A quantidade de vazamentos protegidos por sigilo de Justiça que inundaram portais e programas não foi acidental. Tratava-se de uma tática de guerra de desgaste disfarçada de jornalismo.

Ela tinha um alvo e um cronograma: chegar à reta final da campanha com o maior estrago possível à imagem do presidente. A tentativa era recriar o efeito Lava Jato — a operação que não apenas impediu a eleição de Lula em 2018, mas o levou ao cárcere por meio de um processo marcado por evidências de ilegalidade que já vinham à tona durante seu próprio curso.

A aposta era clara: transformar acusações contra terceiros, ainda sob apuração, em condenação moral do próprio Lula, e com isso abrir caminho para Flávio Bolsonaro.

Os números do Datafolha mostram que essa aposta não vingou. O eleitor parece ter distinguido o que é fato apurado do que é factoide fabricado para consumo eleitoral.

Isso não significa que os casos percam relevância. Pelo contrário, merecem investigação, seja qual for o resultado. Mas o eleitorado não parece disposto a responsabilizar Lula por supostas decisões e condutas de terceiros que ainda não foram sequer denunciados formalmente, muito menos julgados.

Convém observar o contraste de ritmo. Enquanto o inquérito sobre vazamentos ligados a Fábio Luís foi ampliado por Mendonça em questão de dias, outro processo sob a mesma relatoria caminha em passo bem mais lento.

É o caso que apura os R$ 61 milhões repassados pelo Banco Master, de Daniel Vorcaro, para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro negociada pelo próprio Flávio Bolsonaro.

Nesse caso, pesa a suspeita — ainda em apuração, é bom frisar — de que parte dos recursos tenha sido desviada para sustentar Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Lá, ele articula junto ao governo estadunidense sanções contra autoridades brasileiras e o próprio STF. Essa pressão teve no Pix, sistema de pagamentos criado pelo Banco Central, um dos alvos declarados, ao lado da condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de derrubada violenta do Estado democrático de direito.

A notícia-crime que deu origem ao caso é de maio. A autorização para a Polícia Federal abrir o inquérito só saiu em 23 de julho, depois de mais de dois meses de tramitação. A discrepância de velocidade entre os dois processos, ambos nas mãos do mesmo ministro, é um dado que o eleitor tem todo o direito de estranhar.

Com a proximidade do início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, no próximo sábado, o tabuleiro tende a ficar mais equilibrado — e, paradoxalmente, mais favorável a Lula.

Até aqui, a batalha da comunicação foi travada em condições desiguais, com o noticiário dominado por vazamentos seletivos e interpretações tendenciosas.

A partir de sábado, a campanha do presidente terá tempo garantido para lembrar ao eleitor, sem intermediários, o que o governo entregou nos últimos anos: o retorno, o fortalecimento e a criação de novos programas sociais e ambientais, a recuperação do poder de compra do salário mínimo, a geração de empregos, os investimentos em saúde e educação.

É um patrimônio concreto, difícil de apagar com uma campanha de insinuações.

Do outro lado, é razoável esperar que o bolsonarismo aposte pesado na desinformação, terreno em que já demonstrou fluência e disposição para operar nas eleições anteriores.

Mas o horário eleitoral tem uma vantagem que as redes sociais e o noticiário não oferecem: a possibilidade de o próprio governo apresentar seu balanço, sem cortes, sem manchetes descontextualizadas, sem legendas maldosas.

Chegou o momento da verdade. A tentativa de usar investigações em curso como arma de manipulação eleitoral fracassou em produzir o abalo que se esperava.

Lula entra na reta decisiva da campanha na frente, com margem para crescer, e finalmente com os instrumentos para colocar diante do eleitor o resultado de quatro anos de trabalho. Depois de semanas em que o adversário tentou escolher o tema e o tom do debate, é hora de o governo contar sua própria história. O caminho está aberto.

Publicado por: Chico Gregorio


23/08/2026
08:43

Crédito da foto: Ricardo Stuckert e Vittor SalesLula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL)

 

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) mostra que o presidente Lula (PT) tem 47% das intenções de voto em eventual disputa de 2º turno com Flávio Bolsonaro (PL), que tem 43%.

A distância entre eles fica no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que indica maior probabilidade de liderança do petista neste momento da disputa.

Além de Lula x Flávio, o levantamento mostra cenários em que o atual presidente disputa contra Ronaldo Caiaro (PSD), Romeu Zema (NOVO) e Renan Santos (Missão).

Veja abaixo os números das simulações de 2º turno:

Lula x Flávio Bolsonaro

– Lula (PT): 47%;

– Flávio Bolsonaro (PL): 43%;

– Em branco/nulo/nenhum: 9%;

– Não sabe: 2%.

Lula x Ronaldo Caiado

– Lula (PT): 47%;

– Ronaldo Caiado (PSD): 40%;

– Em branco/nulo/nenhum: 11%;

– Indecisos: 3%.

Lula x Romeu Zema

– Lula (PT): 48%;

– Romeu Zema (Novo): 38%;

– Em branco/nulo/nenhum: 12%;

– Indecisos: 2%.

 

Lula x Renan Santos

– Lula (PT): 47%;

– Renan Santos (Missão): 37%;

– Em branco/nulo/nenhum: 14%;

– Indecisos: 2%.

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e é o primeiro divulgado pelo instituto após o início das campanhas.

O Datafolha ouviu 2.058 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-04496/2026.

Fonte: g1

 

Publicado por: Chico Gregorio


23/08/2026
08:25

Crédito da foto: Agência BrasilSistema cruza CPFs para bloquear cadastro ou encerrar conta em até três dias, de forma automática

 

Beneficiários de programas de renegociação de dívidas, do Bolsa Família, do BPC e do Fies não conseguem mais abrir ou manter conta em casas de apostas licenciadas no Brasil. Em consequência de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, o Serpro criou o módulo Impedidos dentro do Sistema de Gestão de Apostas (Sigap), plataforma tecnológica que permite a regulação, o monitoramento e a fiscalização do mercado de apostas no País. A medida veda a participação de beneficiários de programas sociais em apostas de quota fixa para proteger recursos destinados à proteção social e à recuperação financeira dessas famílias.

Desde o início da sua implantação, em outubro de 2025, o módulo já impediu o acesso de mais de 3 milhões de pessoas. Desenvolvido pelo Serpro para a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, o Sigap como um todo processa cerca de 500 milhões de registros diários e já acumula mais de 5 milhões de arquivos na base.

O Módulo de Impedidos verifica automaticamente se um usuário pode se cadastrar ou manter conta em plataforma licenciada. Integram a base de impedidos os beneficiários do Bolsa Família e do BPC, além de quem aderiu aos programas de renegociação de dívidas ou tomou empréstimo pelo Fies. A verificação é feita por cruzamento de CPF.

Como funciona o bloqueio

O Serpro disponibiliza uma interface de integração tecnológica, chamada API, com as operadoras autorizadas. Elas consultam essa API em tempo real, no momento do cadastro e no primeiro login diário de cada usuário. A resposta da API indica se há impedimento. Ela também informa o motivo específico, com o detalhamento da condição do beneficiário.

O que acontece com quem já tem conta

Quando o impedimento é identificado em conta já existente, a plataforma tem até três dias para encerrá-la. O saldo deve ser devolvido integralmente ao titular.

A decisão de negar cadastro ou encerrar conta é da própria operadora. Não há intervenção manual nesse processo.

O bloqueio incide sobre o CPF, independentemente da origem dos recursos usados nas apostas. A medida não gera nenhuma outra penalidade ao beneficiário.

A responsabilidade pelo cumprimento da restrição é da plataforma de apostas, não do cidadão impedido.

 

Publicado por: Chico Gregorio


23/08/2026
08:20

Os candidatos a governador do Rio Grande do Norte Cadu de Lula, e ao Senado Samanda de Lula e Rafael Motta, ganharam destaque nas redes sociais do presidente Lula, que esteve em Natal na quinta, 20 de agosto.

Lula também repercutiu a declaração da governadora Fátima Bezerra, ressaltando a importância que ele dá para a região Nordeste.

Para Cadu, Samanda e Rafael, Lula pediu votos.

No Instagram Lula tem mais de 14 milhões de seguidores.

No Instagram

@blogthaisagalvao

Publicado por: Chico Gregorio


23/08/2026
08:13

Nesta segunda-feira, 24, no período da noite, a Inter TV Cabugi divulgará a primeira pesquisa Quaest no Rio Grande do Norte para as disputas pelo Governo do Estado e pelo Senado. Há grande expectativa em torno do resultado.

Desde o início da pré-campanha, o eleitor potiguar convive com um ambiente constante de desconfiança em relação às pesquisas eleitorais. O Rio Grande do Norte é um dos estados que, proporcionalmente, mais tem divulgado levantamentos nesta eleição. São cerca de duas dezenas de institutos apresentando pesquisas com números que, muitas vezes, são conflitantes e difíceis de conciliar.

Não se pode dizer que a pesquisa Quaest será “a pesquisa das pesquisas” ou que terá a palavra final sobre o cenário eleitoral. Até porque outro instituto de projeção nacional, o AtlasIntel, já divulgou duas pesquisas no RN, e seus números também foram recebidos com forte desconfiança por parte do meio político e do eleitorado.

O que aumenta a expectativa em torno da Quaest é o peso do instituto no cenário nacional. Atualmente, ao lado do Datafolha, está entre os institutos de pesquisa de maior visibilidade e reconhecimento no país.

Ao mesmo tempo, a verdadeira salada de números apresentada por parte dos institutos que vêm pesquisando o eleitorado potiguar, somada às diversas decisões judiciais que suspenderam levantamentos no RN, aumentou ainda mais a procura do eleitor por dados que transmitam maior confiança.

Curiosamente, a pesquisa Quaest terá uma das menores amostras entre os levantamentos divulgados até agora no estado: serão 804 entrevistas, enquanto boa parte dos institutos locais tem trabalhado com amostras superiores a 1.500 eleitores.

Também será uma das pesquisas de maior custo: R$ 104.118,00.

As entrevistas serão presenciais, com desenho amostral que combina sorteio probabilístico de municípios e de setores censitários fornecidos pelo IBGE. O nível de confiança das estimativas é de 95%, com margem de erro máxima prevista de 3 pontos percentuais.

Além das perguntas sobre intenção de voto para presidente da República, Governo do Estado e Senado, o questionário também aborda outros temas importantes para compreender o comportamento do eleitor potiguar.

Entre eles estão a avaliação do governo Fátima Bezerra, a relação entre o voto para presidente e a escolha para governador, a percepção sobre se Fátima merece eleger seu sucessor, além de outras questões que poderão ajudar a explicar não apenas os números da corrida eleitoral, mas também os fatores que estão influenciando a decisão do eleitor.

Neto Queiroz***

Publicado por: Chico Gregorio


23/08/2026
08:08

Na manhã deste sábado (22), o prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, esteve na Feira Livre da cidade ao lado do deputado federal João Maia e do deputado estadual Nelter Queiroz. Ambos contam com o apoio político de Tadeu no município.

Durante a visita, o grupo percorreu bancas, conversou com feirantes e ouviu demandas de quem trabalha e circula pela feira.

Em seguida, os políticos fizeram um breve discurso direcionado aos presentes, destacando a importância da feira como espaço de trabalho, renda e convivência social.

O Dr. Tadeu lembrou que o atual Mercado da Carne, na área da feira, foi reconstruído com emenda de João Maia. Na mesma fala, o prefeito adiantou um pedido: que João Maia destine emenda para a construção de um novo abatedouro público, de onde saem os animais abatidos que abastecem o mercado.

Após a passagem pela feira, foi realizada uma carreata por ruas de Caicó, mantendo o tom de mobilização e de demonstração de apoio às candidaturas apoiadas pelo prefeito.

A movimentação deste sábado evidencia estratégia de aproximação com eleitores e reforça alianças políticas no município.

Publicado por: Chico Gregorio