16/08/2019
10:36

Foto: (Isac Nóbrega/PR)

Em abril passado, VEJA publicou uma reportagem que começava assim: “Maria Aparecida Firmo Ferreira tem 79 anos, é cardíaca, sofre de Parkinson, locomove-se com dificuldade e mora num casebre que fica na parte mais miserável de Brasília — a favela Sol Nascente, conhecida pela violência, dominada pelo tráfico de drogas e conflagrada por facções que usam métodos similares aos das milícias cariocas. Sem se preocupar com tudo isso, dona Aparecida, como é conhecida, enfrenta uma odisseia diária. Aposentada, ela divide seu tempo entre cuidar de um filho deficiente auditivo, ir ao posto de saúde buscar remédios e bater papo com os vizinhos. (…) Ninguém, ou quase ninguém da vizinhança, sabe que ela é avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro. A neta agora famosa, o presidente da República e a pobreza são assuntos que parecem despertar sentimentos conflitantes em dona Aparecida. Faz mais de seis anos que ela não vê a neta que ajudou a criar. A avó não foi convidada para a posse, nem ela nem sua filha, mãe de Michelle, Maria das Graças. Passados três meses de governo, ela não recebeu convite para uma visita ao Palácio da Alvorada, a residência oficial, que fica a apenas 40 quilômetros da favela. Por quê? Ela diz que não sabe responder”. Na última semana, o jornal Folha de S.Paulo publicou uma nova reportagem mostrando que Maria Aparecida, a avó, estava internada fazia dois dias no corredor de um hospital público de Brasília, aguardando vaga para realizar uma cirurgia ortopédica. Sem nenhuma assistência da neta, ela sofria sozinha a dor pela fratura da bacia.

Pois o que parecia um desprezo profundo da primeira-dama com a família de origem humilde esconde, na verdade, problemas bem mais complexos. Dona Aparecida, a avó, nem sempre foi a pessoa de saúde frágil e indefesa que hoje cobra um pouco de atenção da neta. Antes de se aposentar, ela tentou ganhar a vida traficando drogas. VEJA localizou nos arquivos da 1ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais do Distrito Federal o processo que detalha o dia em que Maria Aparecida Firmo Ferreira, então com 55 anos, foi presa em flagrante. Em 1997, a avó da primeira-­dama era conhecida nas ruas como “Tia” e, segundo a polícia, sua principal atividade era vender drogas no centro de Brasília. Em julho daquele ano, ela foi surpreendida com 169 “cabecinhas de merla”, um subproduto da cocaína. No auto de prisão, ao qual VEJA teve acesso, os policiais contaram ter recebido uma denúncia anônima de tráfico numa região que fica a apenas 3 quilômetros do Palácio do Planalto. Ao chegarem ao local indicado, eles encontraram Aparecida. Dentro de uma sacola que ela carregava, além da “merla”, estavam dois relógios e dezesseis vales-transporte. Na delegacia, ela confessou o crime.

TRÁFICO – Maria Aparecida Firmo Ferreira, avó da primeira-dama: em julho de 1997, ela foi presa em flagrante vendendo drogas no centro de Brasília. Condenada a três anos de prisão, cumpriu pena em um presídio feminino (Cristiano Mariz/.)

No depoimento que prestou, a avó da primeira-dama contou que cada pacotinho da droga era vendido a 5 reais. Na Justiça, ela mudou a versão. Alegou que a sacola apreendida não era sua e que teria confessado o crime por pressão dos policiais. Havia, porém, testemunhos de clientes. Aparecida acabou condenada a três anos de reclusão, em regime fechado. A defesa ainda recorreu, sem sucesso. Uma das desembargadoras que votaram contra a libertação foi Sandra de Santis, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello. No processo, ao qual VEJA também teve acesso, a avó da primeira-dama, depois de condenada, escreveu uma carta ao juiz confessando o crime e pedindo clemência: “É certo que transgredi a lei, mas o preço altíssimo que pago por meu delito transformou-se completamente. Sou uma senhora de princípios renovados”, dizia.

Na penitenciária feminina do Gama, onde foi cumprir a pena, Maria Aparecida mostrou que os seus princípios não estavam tão renovados assim. Em maio de 1999, quando já estava presa havia um ano e oito meses, tentou subornar um agente, oferecendo-­lhe dinheiro para que a levasse até sua casa. O plano era o seguinte: ela fingiria que estava doente, a direção do presídio autorizaria sua ida a um hospital e, no caminho, a guarda desviaria a rota, permitindo que Maria Aparecida fizesse uma visita à família. Por causa dessa infração, ela ficou na solitária e teve os benefícios de progressão de pena suspensos — e só deixou a penitenciária, em liberdade condicional, em agosto de 1999, depois de cumprir dois anos e dois meses de cadeia. Sua punição foi oficialmente considerada extinta em 2000.

IDENTIDADE – Maria das Graças Firmo, a mãe de Michelle: a polícia descobriu que ela tinha dois registros civis — um deles, falso (./.)

Na reportagem publicada em abril, Maria Aparecida contou ter ajudado a criar Michelle, reclamou da ausência da neta e lamentava não ter sido sequer convidada para a cerimônia de posse do presidente Bolsonaro — nem ela nem a filha, Maria das Graças, a mãe de Michelle. O passado, confidencia um familiar da primeira-dama, também deixou marcas na relação entre mãe e filha. Maria das Graças igualmente esteve na mira da Justiça. Em 1988, quando Michele tinha 6 anos, a polícia descobriu que sua mãe possuía dois registros civis — um verdadeiro e o outro falso. De acordo com o primeiro, o verdadeiro, Maria das Graças Firmo Ferreira nasceu no dia 11 de junho de 1959, tinha 1,60 metro e era filha de Ibraim Firmo Ferreira. No outro, o falso, não havia o nome do pai, o da mãe fora alterado (de Maria Aparecida Mendes para Maria Aparecida Firmo Ferreira), ela ficara nove anos mais nova (o ano de nascimento passou para 1968) e sua altura tinha aumentado em 13 centímetros (1,73 metro). Tratava-se, portanto, de outra pessoa.

A então Delegacia de Falsificações e Defraudações de Brasília instaurou inquérito policial para investigar Maria das Graças. Os agentes apuraram que a mãe da primeira-dama havia solicitado a segunda identidade oito anos depois de obter a primeira. Para isso, usou uma certidão de nascimento adulterada expedida no município de Planaltina de Goiás, distante 440 quilômetros do local onde ela realmente nasceu e foi registrada (Presidente Olegário, em Minas Gerais). A fraude foi constatada quando a polícia comparou as impressões digitais dos dois prontuários de identificação arquivados na Secretaria de Segurança e descobriu tratar-se da mesma pessoa. Intimada a depor, Maria das Graças contou que perdera a carteira de identidade e a certidão de nascimento. Ao fazer um novo registro civil, decidiu excluir o nome do pai, porque ele “abandonou a família”, e, “aconselhada por duas amigas”, também alterou a data do seu nascimento — mas nada disso tinha nenhuma “intenção criminosa”, segundo ela.

AMEAÇAS – Favela Sol Nascente: acusado de pertencer à milícia local, tio da primeira-dama continua preso preventivamente (Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

Maria das Graças usou a certidão de nascimento adulterada para emitir um novo CPF. Não há no inquérito informações sobre eventuais negócios ilícitos realizados por ela com os documentos falsos. Em 1989, o Ministério Público remeteu o inquérito para a Justiça. Maria das Graças foi indiciada por falsidade ideológica, que prevê pena de até cinco anos de prisão em regime fechado, porém, em 1994, depois de ficar mais de cinco anos parado na Vara Criminal, o processo foi arquivado. O juiz responsável pelo caso justificou a decisão argumentando que o crime estava prescrito. Procurada por VEJA, a mãe de Michelle apresentou uma nova versão para a história: “Isso aí foi um negócio que meu pai tinha arrumado para mim. Não quero mexer com isso, não quero falar sobre isso”. Ibraim Firmo, o pai, foi assassinado em 2015.

VEJA apurou com familiares da primeira-dama que o distanciamento entre ela, a mãe e a avó se deu justamente por causa desses problemas do passado. Um parente que pediu anonimato contou que, pouco depois de Jair Bolsonaro decidir concorrer à Presidência, Michelle procurou a mãe para que ela resolvesse pendências que ainda existiam sobre sua documentação. Ofereceu ajuda, mas Maria das Graças recusou, e as duas se afastaram. A mãe nega qualquer entrevero com a filha. “Eu não vou lá (no Palácio da Alvorada) porque não gosto de palácios e, para a Michelle vir aqui, é muita gente para vir junto e fica tudo muito difícil”, diz. “Estamos ótimas, é tudo mentira, fofoca.”

Rolos com a Justiça têm sido uma tradição familiar. João Batista Firmo Ferreira, sargento aposentado da Polícia Militar de Brasília, foi um dos poucos familiares de Michelle convidados para a cerimônia de posse do presidente Bolsonaro. É — ou era — o tio preferido da primeira-dama. Em maio passado, no entanto, ele foi preso, sob a acusação de fazer parte de uma milícia que age na Sol Nascente, onde mora com a mãe, Maria Aparecida, a avó de Michelle. De acordo com o Ministério Público, João Batista e mais sete PMs participariam de um esquema ilegal de venda de lotes na favela. Um delator contou que os policiais atuavam como o braço armado da quadrilha, dando suporte ao negócio irregular através de ameaças e até eliminação de desafetos. O sargento está preso na penitenciária da Papuda, em Brasília.

O processo que apura a ligação do ex-policial com a milícia da Sol Nascente tramita em segredo de Justiça. Os advogados do PM dizem que o envolvimento dele no caso é um grande mal-entendido. João Batista, de acordo com essa versão, teve a prisão decretada após uma improvável coincidência. Ele construiu uma casa e tentava vendê-la. Um policial amigo indicou um comprador. Esse amigo, porém, estava sendo monitorado pelo Ministério Público. As conversas entre os dois foram gravadas e, para os investigadores, elas comprovariam que João Batista e o colega estavam vendendo lotes irregulares e dividindo as comissões. Logo depois de fechado esse último negócio, inclusive, foi realizada uma transferência de dinheiro da conta de João Batista para a do policial. De acordo com os advogados, o depósito seria uma comissão pela corretagem. Essa versão, no entanto, não convenceu a Justiça.

No mês passado, a defesa de João Batista ingressou com um pedido de relaxamento da prisão preventiva, alegando que o sargento tem bons antecedentes e residência fixa. O juiz do caso, no entanto, ressaltou que a gravidade das condutas dos policiais apuradas pelos investigadores, entre elas participar de organização criminosa, justificava a manutenção da prisão — e negou o pedido. Pessoas próximas ao sargento contaram a VEJA que o fato de ser parente de Mi­chelle Bolsonaro não ajudou em nada a situação dele, muito pelo contrário. Na cadeia, detido há quase noventa dias numa área da penitenciária reservada a policiais, João Batista não recebeu a visita nem tipo algum de ajuda ou solidariedade de ninguém da família.

Procurada, a primeira-dama não quis se pronunciar sobre os familiares. No governo, Michelle vem desempenhando um bom papel, ocupando o cargo de presidente do conselho do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado, órgão responsável por projetos na área social. Depois da publicação da reportagem da Folha sobre a avó, dona Maria Aparecida foi transferida para outro hospital e operada. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que não houve interferência alguma do Palácio do Planalto na mudança. Questionado sobre o caso e fiel ao seu estilo, o presidente Bolsonaro classificou o episódio todo como uma baixaria. De fato, é. Agora, entende-se a distância que a primeira-dama, tão ciosa de sua imagem e preocupada com causas sociais, impôs aos enrolados membros de sua família.

Veja

 

Publicado por: Chico Gregorio


16/08/2019
10:32

A gestão de Dias Toffoli no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) provocou uma crise de riso nos banqueiros que não conseguem parar de rir. À toa começam rir. Do nada. Mas tem uma explicação para isso…

O CNJ vai permitir que os tribunais contratem bancos privados para administrar os depósitos judiciais. Segundo as contas do Valor Econômico, esses recursos são estimados em cerca de R$ 500 bilhões. Hoje, esse dinheiro só pode ser depositado em duas instituições públicas: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Evidentemente que Dias Toffoli não decidiu sozinho a parada. Além do voto dele, outros 11 conselheiros do CNJ votaram favoravelmente aos bancos privados. Somente um “moicano” se posicionou contra o ‘presentão’ para os banqueiros.

O escandaloso esquema funciona mais ou menos assim, com algumas variações.

O depósito judicial são verbas de particulares que são dadas em garantia em determinada demanda judicial. Esses recursos ficam sob a guarda do judiciário até que a lide seja dirimida. Enquanto isso, os tribunais aplicavam esse dinheiro em bancos públicos, como a Caixa e o Banco do Brasil. Só podem escolher outras instituições [privadas] caso não haja os bancos oficiais na jurisdição.

Então, essas verbas particulares rendem nos bancos públicos cerca de 0,25% ao mês a título de remuneração para os tribunais. Em contrapartida, as duas instituições financeiras oficiais aplicam o dinheiro no fomento e no desenvolvimento do País, como construção de habitações populares, financiamento estudantil (FIES), etc.

Já no banco privado a história é outra. Ele pode até remunerar o dinheiro dos tribunais um pouco melhor, talvez 0,30% ao mês, mas deixarão a função social para trás. Muito provavelmente emprestarão os mesmos recursos com juros de 300% no cartão de crédito, 322% no cheque especial e o empréstimo pessoal a 108% ao ano.

Como se vê, caro leitor, os banqueiros têm motivos de sobra para rir à toa.

Agora, aguarde. Com a confirmação da reforma da previdência, no Senado, os banqueiros poderão baixar na UTI devido à crise de alegria. Afinal, serão mais R$ 1 trilhão para as burras do setor financeiro em detrimento dos idosos, viúvos, deficientes e órfãos.

Em tempo: Dias Toffoli foi na semana passada capa da revista Veja, veículo que é controlado pelo banco BTG Pactual.

Publicado por: Chico Gregorio


16/08/2019
10:27

Reprodução

Dois trechos de rodovias federais que cortam o Rio Grande do Norte foram incluídos nos estudos do governo para privatização de estradas, portos, ferrovias e aeroportos, segundo o decreto nº 9.972, assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro e publicado nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial da União. Os trechos potiguares compreendem a BR-101 e a BR-304.

O decreto dispõe sobre a qualificação de empreendimentos no Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República – PPI e inclusão no Programa Nacional de Desestatização – PND. Se forem privatizados, os trechos deverão contar com cobrança de pedágio.

O trecho da BR-101 em análise começa no estado da Bahia, passando por Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba até chegar no entroncamento com a BR-304, na região metropolitana de Natal. Dentro do Rio Grande do Norte, do entroncamento com a BR-304 até a divisa com a Paraíba, o trecho tem cerca de 80 quilômetros e é todo duplicado.

Já a BR-304 liga as duas principais cidades do estado – Natal e Mossoró – e chega até o Ceará. Somente no Rio Grande do Norte, são cerca de 310 quilômetros sem duplicação. Há um trecho em obras, para duplicação, no trecho conhecido como Reta Tabajara, entre Macaíba e Parnamirim.

Dois trechos de rodovias federais que cortam o Rio Grande do Norte foram incluídos nos estudos do governo para privatização de estradas, portos, ferrovias e aeroportos, segundo o decreto nº 9.972, assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro e publicado nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial da União. Os trechos potiguares compreendem a BR-101 e a BR-304.

O decreto dispõe sobre a qualificação de empreendimentos no Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República – PPI e inclusão no Programa Nacional de Desestatização – PND. Se forem privatizados, os trechos deverão contar com cobrança de pedágio.

O trecho da BR-101 em análise começa no estado da Bahia, passando por Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba até chegar no entroncamento com a BR-304, na região metropolitana de Natal. Dentro do Rio Grande do Norte, do entroncamento com a BR-304 até a divisa com a Paraíba, o trecho tem cerca de 80 quilômetros e é todo duplicado.

Já a BR-304 liga as duas principais cidades do estado – Natal e Mossoró – e chega até o Ceará. Somente no Rio Grande do Norte, são cerca de 310 quilômetros sem duplicação. Há um trecho em obras, para duplicação, no trecho conhecido como Reta Tabajara, entre Macaíba e Parnamirim.

As informações são do G1-RN

Publicado por: Chico Gregorio


16/08/2019
10:25

Foto: Fátima Meira/Futura Press/Folhapress

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge está processando o jornalista potiguar Ailton Medeiros em ação que pede indenização de R$ 50 mil.

O jornalista informou ao Justiça Potiguar que há pouco mais de um ano fez alguns post em suas redes sociais criticando ações do Ministério Público Federal, que segundo ele, fraudavam as leis e a Constituição, chegando a comparar como “fascismo” utilizando pensamento do estudioso Bertold Brecht “a cadela do fascismo estava no cio”.

Veja notícia completa no portal Justiça Potiguar clicando aqui.

Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
15:10

A deputada federal Natália Bonavides (PT/RN) e a governadora Fátima Bezerra (PT) estiveram ontem em audiência com o Ministro do Desenvolvimento Regional Gustavo Canutto, em Brasília. A reunião foi positiva, havendo a liberação de 132,8 milhões para obras aqui no Rio Grande do Norte.

“Na reunião com o ministro do desenvolvimento nós conseguimos mostrar a necessidade dos recursos aqui para o estado. Conseguimos garantir R$2,8 milhões para obras na Ponte Newton Navarro; R$72 milhões para a reestruturação da av. Engenheiro Roberto Freire; e R$58 milhões para a construção da Barragem de Oiticica e para a recuperação da Barragem Passagem de Traíras. Todas essas obras são extremamente necessárias para o povo potiguar”, declarou Natália.

Durante a reunião também houve diálogo sobre a liberação de R$55 milhões para a conclusão das obras do Pró-transporte da Zona Norte de Natal. Os recursos vão garantir a manutenção das áreas de infraestrutura hídrica e infraestrutura urbana do estado.

Via Gláucia Lima

Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
14:59

O ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP), “afastado voluntariamente” do governo de Jair Bolsonaro, afirmou que o discurso “agressivo” do ocupante do Planalto na área ambiental poderia cancelar o acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia, anunciado em 28 de junho. “Com esse discurso [do governo], voltamos à estaca zero”, disse

Blairo Maggi
Blairo Maggi (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

247 – O ex-ministro da Agricultura no governo de Michel Temer, Blairo Maggi (PP), “afastado voluntariamente” do governo de Jair Bolsonaro, afirmou que o discurso “agressivo” do ocupante do Planalto na área ambiental poderia cancelar o acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia, anunciado em 28 de junho.

“Com esse discurso [do governo], voltamos à estaca zero”, disse ele ao Valor Econômico.

O ex-ministro chama a atenção para a cláusula do acordo do Mercosul-UE que permite que a Europa barre importações do Brasil.

“Essas confusões ambientais poderiam criar uma situação para a UE dizer que o Brasil não estaria cumprindo as regras. E não duvido nada que a gritaria geral que a Europa está fazendo seja para não fazer o acordo. A França não quer o acordo”, acrescentou.

Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
14:44

Os deputados Helder Salomão (PT-ES), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) e Ivan Valente (PSOL-SP), líder do partido, apresentaram requerimento de convocação ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para que ele preste esclarecimentos sobre o monitoramento e espionagem de mulheres indígenas pela Força Nacional de Segurança

Os parlamentares justificam a medida a partir de uma reportagem publicada ontem (14) pelo jornal Folha de São Paulo, afirmando que a Força Nacional de Segurança, subordinada ao ministro, espionou as organizadoras da Marcha das Mulheres Indígenas, ocorrida em Brasília.

De acordo com a reportagem, o responsável pela ação teria sido um subtenente da Polícia Militar do Ceará, que usava roupas civis e, portanto, estava sem identificação. A reportagem informa ainda que várias líderes indígenas foram fotografadas pelo policial, como Célia Xakriabá e Sônia Guajajara, da Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), Chirley Pankará (do PSOL-SP), Kerexu Yxapyry, de Santa Catarina, e Telma Taurepang, de Roraima. O policial teria fotografado e filmado as lideranças até mesmo na portaria de entrada do Supremo Tribunal Federal. Em nota, o Ministério da Justiça e da Segurança Pública teria confirmado que foi autorizada pelo órgão uma atividade de inteligência sobre o movimento das indígenas.

Medida autoritária
O documento destaca que “não cabe à Força Nacional, no Estado Democrático de Direito, a função de espionar manifestações populares. É uma grave violação da Constituição e dos Tratados Internacionais de Direitos Humanos. O Congresso Nacional não pode tolerar uma medida autoritária como esta, que visa ao cerceamento do sagrado direito de manifestação e visa atacar os direitos dos povos Indígenas”.

Para Ivan Valente, “ os fatos são extremamente graves e dão mostras de desvios de conduta e abuso de poder”.

“O Poder Executivo tem se mostrado cada vez mais autoritário, e diante de ameaças à liberdade de imprensa e de expressão em nosso País, o caso é mais uma ação antidemocrática para perseguição política contra movimentos sociais, organizações políticas ou todo cidadão que exerça seu direito de fazer oposição democrática ao governo”, diz Helder Salomão.

As informações são da CDHM.

Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
14:37

O Ministério Público Federal (MPF) obteve liminar que proíbe a extinção de 189 cargos e funções na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN). A decisão da 5ª Vara Federal do RN suspende, no âmbito do estado, os efeitos do decreto presidencial que determinou a extinção de milhares de cargos e funções gratificadas e de confiança por todo o Brasil e impede a exoneração e dispensa automática de seus ocupantes. Acesse informação completa aqui no portal Justiça Potiguar.

Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
11:56

A realização de uma Carreata e um Almoço Festivo marcarão o fim da Festa de Santa Clara em Caicó. Os dois eventos sociais acontecem no próximo domingo (18) a partir das 12h onde acontecerá o almoço no Complexo Turístico Ilha de Santana.

Já a carreata será realizada a partir das 16 h, saindo do Mosteiro das Clarissas com um passeio pelas ruas do município e regresso para o ponto de partida onde acontecerá uma missa campal.

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Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
11:52

Resultado de imagem para deputado vicentinho na festa de acari
Vicente Paulo da Silva, conhecido como Vicentinho é um ex-metalúrgico, bacharel em Direito, líder sindical e político brasileiro. Foi presidente da Central Única dos Trabalhadores. Atualmente exerce o seu 3° mandato de deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores de São Paulo, ao qual é filiado desde 1981.
Nascida e criado na cidade de Acari, o deputado Vicentinho participa  anualmente  da festa da padroeira Nosso Senhora Da Guia, visitando os amigos e familiares, participando de eventos religiosos  e sociais da festa. Este ano numa espécie de homenagem, o deputado foi convidado pelo padre caicoense Fabiano Dantas, para fazer uma das leituras na missa Solene de Encerramento da Festa, um gesto nobre da igreja em reconhecer e homenagear esse acariense ilustre, que mesmo pobre, preto  e metalúrgico, conseguiu três mandatos consecutivos cde deputado federal no poderoso estado de São Paulo.

Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
11:14

Glenn Greenwald (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Do Twitter de Glenn Greenwald:

Todo mundo sabe que @FlavioBolsonaro é corrupto, roubou dinheiro público para seu próprio enriquecimento, tudo feito por um miliciano que trabalhava como seu assessor durante anos e é amigo do pai. No entanto, permanece no Senado, votando e fazendo sermões. Incrível para ver

Glenn Greenwald

@ggreenwald

Todo mundo sabe que @FlavioBolsonaro é corrupto, roubou dinheiro público para seu próprio enriquecimento, tudo feito por um miliciano que trabalhava como seu assessor durante anos e é amigo do pai. No entanto, permanece no Senado, votando e fazendo sermões. Incrível para ver.

Ver imagem no Twitter
Via Diário do Centro do Mundo.

Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
11:07

Bolsonaro ameaça Receita por investigar seu irmão ‘ex-fantasma’. Foto: Reprodução/Tijolaço

Publicado originalmente no blog Tijolaço

POR FERNANDO BRITO

Na capa de O Globo, Jair Bolsonaro reclama que sua família, especialmente seu irmão Renato, dono de lojas de móveis no Vale do Ribeira, está sendo vítima de “uma devassa” pela Receita Federal.

Se a está sofrendo por “crime de parentesco”, está errado e aqui não se usa o cínico “quem não deve não teme”, tão a gosto dos bolsonaristas quando acusam a esquerda.

Em matéria de investigação sobre parentes, ninguém passou mais por isso que o ex-presidente Lula, cujos filhos, irmãos e sobrinhos foram todos suspeitos de tudo e mais um pouco ainda.

Mas o jornal não conta toda a história.

Não recorda os leitores que, do irmão Renato que agora protege, Jair Bolsonaro já disse, em 2016 que “praticar algum crime, fizer alguma besteira, é problema dele”.

—Pau nele, pra deixar de ser otário (…) Não vai ter nenhum apoio. Ele que se exploda.

Na ocasião, descobriu-se que, sem sair de Miracatu ou do controle de suas lojas, Renato era funcionário fantasma, assessor especial do deputado estadual André do Prado (PR) na Assembleia Legislativa de São Paulo, a mais de 2 horas de viagem.

Ganhava R$ 17 mil por mês para assombrar o gabinete.

O que mudou de lá para cá? O irmão, agora presidente, vai dar apoio ao que não dava, quando não havia sido eleito?

Essa história está parecendo uma espécie de “habeas corpus preventivo” contra alguma coisa que Bolsonaro sabe estar pronta para surgir.

E quando a isso, para usar suas palavras, “que se exploda”.

Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
07:42

 

A senadora Zenaide Maia foi escolhida por aclamação, presidente da Comissão Mista de Combate à Violência Contra a Mulher.

“Estaremos de mãos dadas, aproveitando ao máximo o espaço, vendo onde e como poderemos ajudar para diminuir cada vez mais a violência contra as mulheres. Nós não queremos privilégios, mas o reconhecimento dos nossos direitos”, ressaltou a senadora.

Foto Fernando Oliveira.

Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
07:31

WEINTRAUB 1 300x167 - 'NA PARAÍBA AS UNIVERSIDADES ESTÃO UM BRINCO', diz Ministro Abraham Weintraub sobre contingenciamentos; VEJA VÍDEO

Abraham Weintraub em entrevista ao programa ‘Os Pingos nos Is’, da rádio Jovem Pan / Foto: Youtube

Em entrevista à rádio Jovem Pan, nesta terça-feira (13), o Ministro da Educação Abraham Weintraub disse que as universidades federais na Paraíba ‘estão um brinco’. Ele criticou os protestos contra o contingenciamento nas verbas das universidades, defendeu a necessidade de retenção nos recursos para controlar os gastos até que os índices da economia melhorem e exaltou o programa ‘Future-se’, elaborado pelo Governo Federal.

Abraham Weintraub mencionou as universidades paraibanas ao responder uma pergunta do jornalista Felipe Moura Brasil sobre obstáculos na relação do ministro com os governadores do Nordeste.

“Eu estou aqui como brasileiro. realmente pretendo fazer meu trabalho aqui e voltar à minha vida, mas minha preocupação é arrumar. O que acontece? De vez em quando você se depara com algumas figuras que vêm aqui e a gente fala,  “minha senhora vamos discutir os números”, e “Eu quero dinheiro, eu quero dinheiro!”, assim não, assim não vai ver um centavo. Agora, de modo geral, tem coisas muito boas no Brasil. (…) Na média está muito ruim, mas você ficaria surpreso com certas instituições. Na Paraíba, as universidades estão um brinco. A Universidade Federal de Mossoró tem uma boa parte que é boa. (…) Agora, na média ruim, pois a gente está acordando agora”, opinou.

O ministro lamentou os ataques que, segundo ele, tem sofrido desde que tomou posse no cargo. “O primeiro dia aqui no MEC eu levei uma cusparada. Volta e meia descobrimos alguém aqui sabotando. Agora, o MEC não é Polícia Federal, não é Ministério Público. A gente junta as provas e entrega às autoridades competentes”, informou.

Via Polêmica PB

Publicado por: Chico Gregorio


15/08/2019
07:26

Resultado de imagem para fotos Reitora da UFPB repudia declaração de deputado federal paraibano contra as universidades

A reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Margareth Diniz, saiu em defesa da instituição e das demais entidades de ensino superior ao repudiar declaração do deputado federal Julian Lemos (PSB-PB), que em entrevista esta semana afirmou que as universidades eram “um antro das ideologias de esquerda”, e que quem entrava lá saia “parecendo uma arara: cabelo vermelho, maconheiro”.

“Discordo. Uma colocação totalmente infeliz”, disse a reitora, que preferiu enaltecer a UFPB considerada ‘Top 11’ na América do Sul em qualidade de ensino e impacto de produção científica. “Ele foi muito infeliz em dar essa conotação as universidades”, complementou Margareth Diniz em entrevista ao Portal MaisPB.

Publicado por: Chico Gregorio