17/08/2019
08:31

 

size 960 16 9 01350482 7h7h6e8e0h7 - Mulher que denunciou ex-tesoureiro do PT de ter recebido mala de dinheiro é condenada por falso testemunho 

O Juiz Federal Alessanro Diaferia condenou Maria Auxilidora Barbosa Zanin por falso testemunho por ter acusado o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, de ter recebido uma mala de dinheiro no caso do mensalão. O petista foi preso em 2018 por determinação do então Juiz Sergio Moro e só agora foi liberado, após esta decisão da justiça.

Conforme a sentença, Zanin foi condenada a 8 anos e 11 meses de prisão por falso testemunho. O magistrado afirma que Maria Auxiliadora, após ser demitida da agência de publicidade de Eduardo Fischer, à época das acusações, teria inventado que o ex-chefe teria entregado mala de dinheiro para Delúbio Soares e Silvio Pereira, do PT. Além disso, ela afirmou que, em sua presença, estava o ex-ministro Alceni Guerra e Donato Otacílio — que a desmentiram.

Na sentença, o juiz afirma que, em depoimento, Otacílio disse que Maria ofereceu a ele R$ 100 mil para confirmar a versão dela e depois um suposto repórter da Veja ofertou R$ 300 mil pelo depoimento.

“Otacílio confirmou o anteriormente relatado, narrando que dois dias após o encontro com a acusada no saguão do hotel, esta lhe telefonou oferecendo R$ 100.000,00 para que o depoente declarasse que tinha visto uma mala de dinheiro e que tinha visto dinheiro caindo, o que não foi por ele aceito”, escreveu o magistrado.

Fonte: Jornal Opção

Publicado por: Chico Gregorio


17/08/2019
08:22

De acordo com Weintraub, há sinais econômicos positivos e que devem permitir o descongelamento de despesas (Foto: Reprodução)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta sexta-feira (16) que a aprovação da reforma da Previdência, por si só, não garante o desbloqueio do orçamento da área, mas, para ele, há sinais que indicam uma possível retomada de gastos.

Weintraub tem insistido na possibilidade de revisão dos contingenciamentos, mas assumiu que o remanejamento recente de R$ 926 milhões do orçamento da Educação para outras áreas representa, sim, um corte.

Esse valor equivale a 16% do total bloqueado no MEC (Ministério da Educação) neste ano, que soma cerca de R$ 6 bilhões. Conforme o jornal Folha de S.Paulo revelou, o MEC perdeu quase um terço dos R$ 3 bilhões que a área econômica do governo Bolsonaro quer remanejar no orçamento federal para facilitar o pagamento de emendas parlamentares, negociadas para a aprovação da reforma da Previdência.

“Isso não foi feito aqui. É um corte, esse que você descreveu é sim um corte”, disse o ministro, após questionamento da reportagem. O ministro disse que os valores se referem a emendas parlamentares e que não tem relação com gastos de custeio. “São emendas parlamentes, para projetos específicos, aí foi um corte. Não foi um corte da minha caneta”.

Um projeto de lei foi encaminhado pelo Executivo na semana passada para garantir recursos para o pagamento de emendas (verbas para projetos e ações indicadas por parlamentares) negociadas na votação em primeiro turno da reforma da Previdência.
Os R$ 926 milhões faziam parte dos recursos congelados do MEC mas sobre os quais havia, segundo o argumento recorrente do governo, a promessa de liberação futura, caso houvesse melhora na economia. Entretanto, esses valores passam a ter outra destinação definitiva -o projeto ainda precisa ser aprovado pelo Congresso.

Esse remanejamento atinge, na área da Educação, ações como o apoio à manutenção da educação infantil, concessão de bolsas na educação superior e básica e apoio ao funcionamento de instituições federais de ensino. Weintraub afirmou, entretanto, que o corte não terá impacto nas ações do MEC.

O bloqueio total de recursos do MEC atinge ações que vão da educação infantil à pesquisa. Nas universidades federais, o bloqueio foi de R$ 2,2 bilhões, o que levou preocupação a reitores com relação à capacidade de arcar com todas as contas do ano.

De acordo com Weintraub, há sinais econômicos positivos e que devem permitir o descongelamento de despesas. “Não estou falando em nome do governo que o descontingenciamento está vindo. Todos os sinais estão corroborando que o cenário é esse [de aumento de arrecadação e liberação de dinheiro] e a gente vai conseguir atravessar este ano”, diz.

As declarações ocorreram durante entrevista coletiva, em Brasília, para tratar de novas universidades portuguesas que passaram a aceitar o Enem para seleção de alunos.

Em encontro com a Andifes (entidade que reúnes os reitores das universidades federais) nesta semana, o ministro indicou que as condições econômicas do governo permitirão um desbloqueio de recursos para as instituições em setembro.

A conjuntura descrita pelo presidente Bolsonaro foi mais pessimista. Também nesta sexta, o presidente afirmou que o Brasil está sem dinheiro e que seu governo faz milagre para a sobrevivência do país.

“O Brasil inteiro está sem dinheiro”, disse. “Em casa que falta pão, todos brigam e ninguém tem razão. Os ministros estão apavorados. Estamos aqui tentando sobreviver no corrente ano. Não tem dinheiro e eu já sabia disso. Estamos fazendo milagre, conversando com a equipe econômica. A gente está vendo o que a gente pode fazer para sobreviver”, afirmou no Palácio do Planalto após cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Juventude.

A declaração foi feita em resposta a uma pergunta sobre a possibilidade de o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) ficar sem recursos este ano.

Na quinta (15), o CNPq anunciou a suspensão de aproximadamente 4,5 mil bolsas de iniciação científica, mestrado e doutorado que seriam distribuídas às universidades.

Como mostrou jornal Folha de S.Paulo, o governo passa por uma compressão sem precedentes no Orçamento federal, ameaçando a paralisia de programas de ministérios nos próximos meses por falta de dinheiro.

Publicado por: Chico Gregorio


17/08/2019
08:16

A atenção primária e hospitalar de 51 municípios do Rio Grande do Norte receberá R$ 84,6 milhões do Ministério da Saúde para ampliar os serviços de atendimento à população. O dinheiro será usado para compra de equipamentos, obras de construção, reforma e ampliação de unidades de saúde, além de reforçar o custeio dos serviços de urgência e emergência.

O anúncio da liberação dos recursos foi feito nesta sexta-feira, 16, pelo ministro Luiz Henrique Mandetta, em Natal. “É preciso juntar ao máximo os entes federativos. E o presidente Jair Bolsonaro me pediu pessoalmente: vá ao Nordeste, vá ao Rio Grande do Norte. Leve um abraço, leve os meus cumprimentos, leve uma mensagem. Esse país precisa ser reconstruído em todas as políticas. A da saúde é uma delas, e talvez a que mais chegue perto do cidadão e a que mais apelo tenha no dia a dia das famílias”, disse.

A governadora Fátima Bezerra agradeceu a atenção do governo federal ao Rio Grande do Norte e falou da importância da parceria nos repasses financeiros para a manutenção e organização da saúde no estado. “Que bela conquista estamos tendo hoje. A liberação dos recursos ao Rio Grande do Norte sem dúvida nenhuma vai contribuir para amenizar a situação que encontramos no estado e melhorar a saúde, além de ajudar a reorganização dos serviços de saúde no estado, que é o nosso foco”, disse.

Publicado por: Chico Gregorio


17/08/2019
08:10

A tentativa de Jair Bolsonaro de interferir na indicação do Superintendente da Polícia Federal no Rio quebrou de vez o que ainda restava de confiança de delegados da cúpula da corporação, de diferentes partes do país, no presidente. Um pedido de demissão coletiva não está descartado, caso Bolsonaro insista na investida.

As críticas ao presidente são abertas e contundentes. Um dos policiais mais prestigiados entre os colegas afirma não se recordar de nada parecido vindo de qualquer outro presidente desde a redemocratização do país.

Na quinta (15), Bolsonaro anunciou que o superintendente do Rio seria um nome de sua confiança deslocado de Manaus —o delegado Alexandre Saraiva. Afirmou que era ele quem mandava e que não seria um presidente “banana”.

Horas depois, com a reação contundente da PF, recuou.

De acordo com um dos policiais, aceitar ingerência de Bolsonaro na PF significará o fim da corporação —que não seria o espaço apropriado para ele mostrar que pode mandar e desmandar.

ex-ministro Gustavo Bebianno, que era um dos assessores mais próximos e conviveu intensamente com Bolsonaro na campanha eleitoral, credita o estilo “eu que mando” do presidente a “complexos que ele traz do passado”.

“O presidente tem revelado extremo grau de insegurança. Essa coisa de querer mostrar, a ferro e fogo, todo o tempo, que é ele quem manda, sem escutar a ninguém e sem aceitar qualquer tipo de ponderação, é muito ruim para o nosso país. O presidente precisa superar os complexos que traz do passado e mostrar maior grandeza de espírito”, diz Bebianno.

Ele diz ainda que aprendeu com o mestre de jiu-jitsu Hélio Gracie que o campeão precisa nutrir a nobreza de espírito. “Hoje, o capitão é o vencedor. É hora de engrandecer a alma”.

MÔNICA BERGAMO

Publicado por: Chico Gregorio


17/08/2019
08:07

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O gabinete de Bolsonaro respondeu a questionamento do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), que enviou ofício a ele na semana passada perguntando: “Onde está o Queiroz?”.

Ele se referia a Fabrício Queiroz, ex-auxiliar do presidente acusado de movimentar R$ 1,2 milhão de forma atípica e que “encontra-se desaparecido”.

“Informo que o senhor presidente não possui informações referentes ao paradeiro do senhor Fabrício Queiroz”, disse o chefe de gabinete de Bolsonaro, Pedro Cesar Marques de Sousa, em papel oficial e timbrado da Presidência.

MÔNICA BERGAMO

Publicado por: Chico Gregorio


17/08/2019
08:05

O ex-presidente Lula afirmou, em mais uma entrevista concedida da carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, que vai provar que o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o chefe da Força Tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, são bandidos.

Na entrevista, concedida ao jornalista Bob Fernandes, exibida na noite desta sexta-feira no canal dele no Youtube e na TVE Bahia, disse ainda que só quer sair da prisão com “100% de inocência.”

Ele respondeu não saber quanto tempo ainda vai permanecer em Curitiba, onde cumpre pena por corrupção e lavagem de dinheiro, mas que não vai pedir progressão de regime. “É daqui de dentro que eu quero provar que eles são bandidos e eu não. É isso que eu quero provar.”

Esta foi a primeira vez que o ex-presidente falou após a decisão da juíza federal Carolina Lebbos, responsável pela execução de sua pena, que autorizou a transferência dele para São Paulo. No mesmo dia, o STF derrubou a decisão.

“Significou (a decisão) a necessidade de se livrar do Lula antes que ele possa sair daqui. Não conheço a juíza. Ela foi irresponsável. Espero que a sociedade esteja vendo. Não quero ser tratado melhor do que ninguém.”

O ex-presidente comentou que estava na prisão porque queria. Segundo ele, teve muita oportunidade de sair do Brasil para não ser preso.

“Eu quero sair daqui com 100% de inocência. Estou aqui porque eu quero. Eu poderia ter saído do Brasil. Tive muita oportunidade. Não quis sair porque o jeito de eu ajudar a colocar bandido na cadeia é ficar aqui.”.

Durante a entrevista, ele comentou o caso mais recente da Vaza Jato, publicado pelo BuzzFedd News em parceria com o The Intercept Brasil, em que aponta que Moro instruiu, ainda quando juiz federal, os procuradores da Lava Jato a não recolherem os celulares de Eduardo Cunha na véspera da prisão do ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Visivelmente irritado, neste ponto, o ex-presidente, batendo na mesa, destacou que a Polícia Federal foi na casa dos netos dele para apreender um tablet.

“Ficaram um ano com ele (o tablet) aqui preso. E não tiveram coragem de pegar o telefone de Eduardo Cunha porque o Moro falou: ‘não, não pega o telefone’. O que é que tinha no telefone do Eduardo Cunha que o Moro não queria que ninguém soubesse? Por que eles não aceitaram uma delação do Eduardo Cunha?”, questionou.

O petista falou da influência dos EUA no Brasil. Para ele, a Lava Jato é orquestrada pelo governo norte-americano.

“Hoje, eu tenho clareza, Bob, que tudo que está acontecendo aqui no Brasil da Lava Jato tem o dedo dos americanos. O departamento de justiça americano manda mais no Moro do que a mulher dele.”

Posteriormente, afirmou que a Lava Jato foi construída para entregar o petróleo brasileiro, as refinarias e as distribuidoras.

Sobre Deltan, o presidente afirmou que o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) deveria ter pedido a exoneração dele.

“O Dallagnol não deveria nem existir porque ele não tem formação para isso. Ele não tem tamanho para fazer o que está fazendo. É por isso que ele fez tanta molecagem e tanta bandidagem”, atacou.

Lula classificou o presidente Jair Bolsonaro (PSL) como um monstro e aproveitou para fustigar a Globo ao afirmar que a emissora não teve coragem de lançar o apresentador Luciano Huck à presidência da República.

“O Bolsonaro foi um monstro que surgiu, e não era isso que a Globo esperava, certamente. A Globo esperava alguém do time deles. Como não tiveram coragem de lançar o Luciano Huck.”

Ele criticou a postura da empresa no caso dos vazamentos de mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil, que expôs a atuação de Moro e Deltan.

“Até agora, pasme, hoje é dia 14, a Globo não teve a pachorra de publicar as coisas do Intercept. É como se não existisse. Foram capaz de inventar um hacker em Araraquara. Prenderam um hacker para dar vazão às mentiras do Moro e não têm coragem de prender o Queiroz”, disse.

O ex-presidente se referiu a Bolsonaro como um chefe de torcida organizada que fala para fanáticos.

“O Bolsonaro está governando e falando para sua torcida organizada. Para agradar os seus fanáticos, aqueles que não estão preocupados com o Brasil.”

Ele criticou a forma como o presidente tratou a derrota nas prévias do presidente da Argentina Mauricio Macri. “Ele teve a insensatez de falar de um parceiro estratégico e ofender o povo argentino.”

O petista destacou que, ao sair da prisão, além de casar porque está apaixonado, vai para a rua levantar a autoestima do povo brasileiro.

“Se eles têm medo de mim, arrumem outro jeito de me calar. Um homem de 74 anos, que já fez o que já fiz, não vai se calar. Eu quero a minha inocência”, disse.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


17/08/2019
08:04

Os radares móveis, recolhidos  pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta quinta-feira (15) em todo o Brasil, foram responsáveis por flagrar 38% das infrações registradas nas rodovias federais do Rio Grande do Norte, no primeiro semestre. Em números absolutos, os seis primeiros meses deste ano tiveram 12.091 autuações por excesso de velocidade flagrados por esse tipo de equipamento. Ao todo, os motoristas do RN nas vias federais foram autuados em 31.674 casos. No Estado, quatro aparelhos do tipo estático e móvel foram recolhidos.

O número de autuações feitas pelos radares móveis, inclusive, registrou um aumento de 56% em relação ao primeiro semestre de 2018. No ano passado, foram 7.720 flagrantes de motoristas abusando da velocidade. O número de infrações totais nos seis primeiros meses de 2018 foram de 29.162.

A reportagem da TRIBUNA DO NORTE solicitou as informações à Superintendência Regional da PRF, em Natal, mas foi informada que todos os questionamentos deveriam ser encaminhados à direção geral em Brasília.

O recolhimento dos radares móveis foi uma decisão do presidente Jair Bolsonaro, em despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta. A medida se aplica aos radares instalados em veículos parados ou sobre suportes (estáticos); instalados em veículos em movimento (móveis) ou direcionados manualmente para os veículos (portáteis).

De acordo com o despacho, a suspensão permanece em vigor  até que o Ministério da Infraestrutura “conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas”. Aliado a isso, a medida tem por objetivo “evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade”.

Para continuar lendo click aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/radares-flagraram-38-das-multas/457081

VIA TRIBUNA DO NORTE

Publicado por: Chico Gregorio


17/08/2019
08:01

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, está arrasada e abatida com a publicação de histórias envolvendo sua família, entre elas a divulgação de que sua avó foi presa por tráfico de drogas e que dois tios maternos enfrentam problemas com a polícia, afirmou nesta sexta (16) o presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Ao sair de um evento no Palácio do Planalto, Bolsonaro reconheceu que as reportagens publicadas pela revista Veja e pelo jornal Metrópoles sobre a família da primeira-dama são verdadeiras. O presidente questionou, no entanto, o “ganho jornalístico” com a divulgação das informações.

“Quem ganha com isso? Para que esculachar a minha esposa e dizer que ela não tem legitimidade para fazer o trabalho social que ela faz? Ela está abatida, arrasada, para que isso?”, disse o presidente.

A avó de Michelle, que ficou dois dias em uma maca num hospital da periferia do Distrito Federal, como revelou a Folha no último sábado (10), tem em seu passado uma prisão em flagrante por tráfico de drogas.

A revista Veja teve acesso a documentos da 1ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais do Distrito Federal que apontam que, aos 55 anos, ela foi presa em flagrante com pacotes de merla, um subproduto da cocaína.

Maria Aparecida teria confessado o crime, mas, na Justiça, voltou atrás na versão. A avó da primeira-dama foi, então, sentenciada a cumprir pena em uma penitenciária do Gama, região administrativa do Distrito Federal. Lá, foi acusada de subornar um agente para que a levasse para casa.

Maria Aparecida só deixou a penitenciária, em liberdade condicional, em 1999, após cumprir dois anos e dois meses de prisão.

A revista publicou ainda que a mãe de Michelle, Maria das Graças, tinha dois registros civis, um falso e um verdadeiro.

Ela foi investigada pela Delegacia de Falsificações e Defraudações de Brasília e indiciada pela Justiça sob suspeita de falsidade ideológica. O crime prescreveu e o processo foi arquivado, de acordo com a publicação.

Sobre a mãe da primeira-dama, o jornal Metrópoles afirma ainda que ela está inscrita em um programa habitacional do governo do Distrito Federal com um RG emitido em Goiás que contém informações adulteradas.

Disse que, sob nome falso, consta uma ocorrência de lesão corporal em 2007. Ela teria agredido a pedradas um senhor de 62 anos —à época— que seria locatário de Maria das Graças. A mãe da primeira-dama teria alegado que ele estava com aluguel atrasado.

Segundo a Veja, o tio preferido da primeira-dama, João Batista Firmo Ferreira, sargento aposentado da Polícia Militar de Brasília, foi preso em maio deste ano sob a suspeita de integrar uma milícia na favela onde mora com a avó de Michelle. Ele foi um dos poucos familiares que compareceram à posse de Bolsonaro.

O Ministério Público diz que João Batista e sete outros PMs eram o braço armado de uma quadrilha que atuava na venda ilegal de lotes na favela Sol Nascente, por meio de ameaças e eliminação de desafetos. O processo tramita sob segredo de Justiça.

A Veja diz ainda que, nos quase 90 dias em que João Batista está detido na penitenciária da Papuda, em Brasília, o sargento aposentado não recebeu visita ou ajuda de nenhum familiar.

O jornal Metrópoles traz informações sobre outro tio materno de Michelle, condenado, em 2018, a pouco mais de 14 anos de prisão por estupro. A denúncia foi feita por duas sobrinhas do tio da primeira-dama, que revelaram que o crime ocorreu quando eram crianças.

O avô materno de Michelle, prossegue o jornal, foi assassinado brutalmente, em investigação que concluiu que o crime foi latrocínio —roubo seguido de morte.

No último sábado (10), a Folha revelou que Maria Aparecida Firmo Ferreira, 78, estava, havia mais de dois dias, em uma maca, com outros pacientes, no corredor do Hospital Regional de Ceilândia. Após a publicação da reportagem, a idosa foi transferida para o Hospital de Base, unidade com mais estrutura.

Lá, passou por uma cirurgia de urgência por causa de uma fratura na bacia, da qual ainda está se recuperando —a assessoria do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal não quis informar o estado de saúde da idosa ou a previsão de alta.

Nesta sexta, Bolsonaro voltou a se pronunciar sobre esse caso. “O que puder fazer para ajudar a gente ajuda, mas eu não vou ligar para um diretor de hospital dar um tratamento, passa na frente a avó da Michelle. Não vou fazer isso. É intenção minha e ponto final, pô. Não tem privilégio para nós”, disse.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


17/08/2019
08:00

Os auditores fiscais que ocupam as mais altas posições de chefia da Receita Federal ameaçam entregar os cargos caso sejam efetivadas indicações políticas na superintendência do Rio de Janeiro e em outros postos chaves do órgão.

Os seis subsecretários do órgão estão fechados nessa posição, segundo apurou o Estado de São Paulo. O efeito da entrega de cargos poderá ser em cascata, com outros chefes da alta administração da Receita.

O órgão se encontra em crise, pressionado pelo ExecutivoLegislativo e Judiciário para mudanças em sua estrutura e na forma de atuação.

A situação se agravou com os relatos nos bastidores do órgão de que o secretário especial da Receita, Marcos Cintra, pediu ao superintendente da PF no Rio de Janeiro, Mário Dehon, a troca de delegados chefes de duas unidades no Estado – a Delegacia da Alfândega da Receita Federal no Porto de Itaguaí e da Delegacia da Receita Federal no Rio de Janeiro II, na Barra da Tijuca.

O pedido teria partido de familiares do presidente Jair Bolsonaro.

A Delegacia da Alfândega da Receita Federal no Porto de Itaguaí é estratégica no combate a ilícitos praticados por milícias e pelo narcotráfico em operações no porto, que incluem contrabandeado, pirataria e subvaloração de produtos.

Dehon, que está com o cargo ameaçado, recusou indicar o nome que foi sugerido, por entender que não preenchia os critérios técnicos para a indicação.

Procurado por meio da assessoria de imprensa, Cintra não se manifestou sobre a informação de que sugeriu troca de delegados na Receita.  “Independentemente de quem tenha feito ou qual seja o ‘pedido’, tentativas como essa de interferência política no órgão são absolutamente intoleráveis, típicas de quem não sabe discernir a relevância de um órgão de Estado como a Receita Federal”, afirmou o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), em nota divulgada na noite desta sexta-feira, 16.

O sindicato diz também que “a possível exoneração de um superintendente por tal razão é algo jamais visto”.

O secretário Marcos Cintra, que vem sendo pressionado pelo Supremo, pelo ministério da Economia e pela cúpula do Congresso, também é alvo da insatisfação dos auditores-fiscais.

Os chefes da Receita veem omissão de Cintra na defesa do órgão.

A nota do Sindifisco critica também “omissão” do ministro da Economia, Paulo Guedes, e afirma: “Não há nada mais grave para um país em déficit fiscal do que ter um Governo que fomente crises no próprio órgão responsável pela fiscalização e arrecadação de tributos”. Integrantes da equipe econômica veem na postura dos auditores um movimento de luta por dentro do Fisco, em um momento em que está em curso uma reestruturação interna.

O último desdobramento no redesenho da Receita é a intenção, revelada pelo Estado, de transformar o órgão em uma autarquia.

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


16/08/2019
11:35

Com o objetivo de fomentar o audiovisual em Caicó, o IFRN iniciou esta semana o curso Fundamentos da Produção Audiovisual para Internet. O objetivo é capacitar os envolvidos na realização das etapas da produção audiovisual, desde a concepção de ideia, roteirização, produção e divulgação, potencializando o protagonismo dos envolvidos com seu aprendizado e formação crítica.

Tendo em vista o interesse do público na temática, o IFRN – Caicó firmou convênio de parceria com a agência Referência Comunicação, idealizadora do Festival de Cinema Curta Caicó, com a finalidade de ofertar o curso em escola local, que será definida de acordo com demanda já existente no cadastro do IFRN.

“O IFRN busca atender a essa demanda sempre de forma muito democrática, no entanto, para suprir essa necessidade de cursos na área do audiovisual firmamos uma parceria com a Referência Comunicação que já tem experiência com a linguagem, produz o Curta Caicó e fortalece a produção audiovisual na região”, explicou o professor do IFRN, João Gomes.

Ele complementa que além de oferecer o curso no IFRN, o objetivo é atender as escolas. “Para isso, a Referência será um polo do instituto dentro das escolas. Estamos muito felizes com essa parceria e tenho certeza que teremos em espaço muito curto de tempo grandes nomes do audiovisual em nossa região”, explicou o professor do IFRN, João Gomes.

Leia mais…

Publicado por: Chico Gregorio


16/08/2019
11:24

A Agência de Fomento do Rio Grande do Norte entregou nesta quinta-feira (15), nas cidades de Apodi e Upanema, o financiamento para 467 empreendedores de oito municípios do Rio Grande do Norte a partir de um investimento de R$ 1,39 milhão através do programa do Microcrédito do Empreendedor Potiguar. A primeira entrega foi realizada na cidade de Apodi, na região…

Publicado por: Chico Gregorio


16/08/2019
11:14

Numa sessão que durou pouco mais de 30 minutos, os desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) elegeram os advogados que formarão a lista tríplice para a vaga de desembargador, destinada ao quinto constitucional da advocacia.

Marcelo Barros, Marisa Almeida e Augusto Maranhão compõem a lista (Foto: TRT)

O advogado Marcelo Barros, mais votado da lista sêxtupla, foi eleito como o primeiro nome da nova lista.

A advogada Marisa Almeida foi escolhida para a segunda vaga da lista e o advogado Augusto Maranhão será o terceiro nome.

“Inicialmente, eram 23 candidatos e todos os seis que chegaram aqui ao tribunal estão de parabéns, porque são advogados reconhecidos por seus pares, por seus méritos e suas qualidades”, destacou o presidente do TRT-RN, Bento Herculano Duarte Neto.

Presidência

A lista tríplice seguirá para o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e, depois, para ao Ministério da Justiça que encaminhará os nomes para a escola do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

A vaga de desembargador do TRT-RN indicado pelo quinto constitucional dos advogados está aberta desde janeiro desse ano, quando ocorreu a morte prematura do desembargador José Rêgo Júnior.

Com informações do TRT/RN.

Publicado por: Chico Gregorio


16/08/2019
11:00

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O procurador Deltan Dallagnol usou o prestígio obtido como coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba para tentar emplacar nos bastidores o procurador regional da República Vladimir Aras, seu aliado no MPF (Ministério Público Federal), como o novo comandante da PGR (Procuradoria-Geral da República). Para isso, fez lobby com ministros do governo Jair Bolsonaro (PSL), senadores e ao menos três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal)

É o que mostram conversas privadas enviadas por fonte anônima ao site The Intercept Brasil e analisadas em parceria com o UOL. Os diálogos entre Deltan e Aras revelam que o coordenador da Lava Jato se engajou pessoalmente na campanha do aliado, articulando diariamente com ele estratégias para que fosse recebido por autoridades. Deltan mostra, em diversos momentos, receio de que sua interferência na disputa viesse a público: “bom ficamros [sic] na sombra”, disse a Aras em diálogo pelo aplicativo Telegram no dia 21 de fevereiro.

Vladimir Aras já ocupou postos-chave: foi secretário de Cooperação Jurídica Internacional da PGR na gestão do ex-PGR Rodrigo Janot e fez parte dos GTs (Grupos de Trabalho) de Crime Organizado e de Lavagem de Dinheiro e Crimes Financeiros da PGR. Atualmente, é coordenador do Grupo de Apoio ao Tribunal do Júri Federal da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF.

Os diálogos mostram que os dois começaram a articular a candidatura ainda durante o período eleitoral. Assim que Bolsonaro teve uma votação expressiva no primeiro turno da disputa, no qual obteve 46% dos votos válidos, os dois passaram a planejar abordagens ao entorno do então candidato.

Sergio Moro, que ainda era juiz federal àquela altura, já é tachado como alguém próximo do grupo de Bolsonaro. “Fala com Moro sobre minha candidatura a PGR”, escreveu Vladimir Aras às 13h22 de 11 de outubro de 2018 –quatro dias após o primeiro turno da eleição presidencial. “Com bolsonaro eleito, vou me candidatar”, completou às 13h23.

Após o encontro, Deltan deu sinais de que manteve contato com Eduardo Girão com o intuito de traçar uma estratégia para angariar novos apoios no Senado.

Em 4 de março, Deltan envia para Aras uma lista de senadores em postos de liderança que deveriam ser procurados em busca de apoio. “Olha o plano de conversas que o Eduardo propôs”, avisou às 16h37.

Foram listados 20 parlamentares, vários citados em delações da Lava Jato. É o caso de Eduardo Braga (MDB-AM); Humberto Costa (PT-PE); Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE); e Alvaro Dias (Podemos-PR). Também figurava na lista de senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) – ele participou de uma articulação de Deltan para usar a Rede Sustentabilidade como uma espécie de laranja para uma ação de interesse da Lava Jato no STF.

Deltan se mostra empolgado com a ideia: “nesse colégio, a metade vai aderir bem. Alguns talvez nem compense a visita…Mas é aquele coisa; fechar o cerco! Creio que as visitas individuais aos outros 60 e poucos Senadores fará a diferença, pois como diz Martim Luther King Jr ” O que me incomoda não é o grito dos maus (que muitas vezes tomam a liderança ) mas o silêncio dos bons “. Mas os tímidos podem surpreender dessa vez….Na eleição da Presidência da casa fizeram a diferença”, disse às 16h38.

Publicado por: Chico Gregorio


16/08/2019
10:55

Ele ainda disse que o motivo para a troca de comando da PF no Rio “não interessa” (Foto: Reprodução)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Ao comentar trocas no comando da Polícia Federal, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta sexta-feira (16) que é ele quem manda e argumentou que as mudanças precisam passar por sua análise para que ele não seja um “presidente banana”.

“Se ele resolveu mudar, vai ter que falar comigo. Quem manda sou eu, vou deixar bem claro. Eu dou liberdade para os ministros todos, mas quem manda sou eu. Pelo que está pré-acertado, seria lá o [superintendente] de Manaus”, afirmou ao deixar o Palácio da Alvorada.

“Quando vão nomear alguém, falam comigo. Eu tenho poder de veto, ou vou ser um presidente banana agora? Cada um faz o que bem entende e tudo bem?”, disse.
As declarações foram feitas em resposta a um questionamento sobre a substituição do superintendente da PF no Rio, Ricardo Saadi.

Na quinta (15), após Bolsonaro se antecipar e dizer que Saadi seria trocado, a instituição divulgou nota afirmando que ele seria substituído por Carlos Henrique Oliveira. O nome foi escolha do diretor-geral do órgão, Maurício Valeixo.

Já Bolsonaro disse ter acertado previamente que o cargo seria ocupado pelo atual superintendente da PF no estado do Amazonas, Alexandre Silva Saraiva.

Ao falar que era necessário que dessem satisfações a ele, Bolsonaro não deixou claro se fazia uma referência a Valeixo ou ao ministro da Justiça, Sergio Moro, a quem a PF é subordinada administrativamente.

O presidente minimizou o caso e tentou encerrar os questionamentos sobre o tema mais de uma vez durante a entrevista. Incomodado, disse que os jornalistas não iam conseguir criar uma indisposição dele com a PF.

“Querem me indispor com a PF? Não vão me indispor com a PF. Não vai me indispor.”

Na manhã de quinta, Bolsonaro pegou a PF de surpresa ao dizer espontaneamente em entrevista que Saadi seria trocado por questões de gestão e produtividade.

A corporação reagiu e divulgou uma nota negando que a mudança tivesse a ver com a conduta do superintendente.

“A Polícia Federal informa que a troca da autoridade máxima do órgão no estado já estava sendo planejada há alguns meses e o motivo da providência é o desejo manifestado, pelo próprio policial, de vir trabalhar em Brasília, não guardando qualquer relação com o desempenho do atual ocupante do cargo”, disse a PF na nota.

Questionado sobre a divergência, o presidente relativizou o que quis dizer com produtividade.

“Ele vai produzir mais aqui. Eu não falei falta de produtividade. É muito simples: ‘Se separou por amor’, tem dupla interpretação. ‘Num ato impensado, mata o filho o pai amado. Quem matou quem?’ É a língua portuguesa, pô.”

Ele ainda disse que o motivo para a troca de comando da PF no Rio “não interessa”.

“O motivo? Não interessa o motivo. Ele vai produzir melhor em outro lugar, cansou da região, está manjado da região. Às vezes para proteger a própria vida. Outra coisa, a gente não tem que dar satisfação para mudar muita gente, né? Se eu assumir a Presidência tem que manter tudo? Ministro, secretaria?”

Via Folhapress.

Publicado por: Chico Gregorio


16/08/2019
10:41

Resultado de imagem para Terminal Público Pesqueiro de Natal
RN na produção do Atum 
A governadora Fátima Bezerra anuncia, de Brasília, que obteve do Ministério da Agricultura a concordância para retomar a obra do Terminal Público Pesqueiro de Natal, situado junto ao Porto de Natal, na Ribeira.
 Nas tratativas, ficou acertado que o governo do Estado deverá passar a concessão do mesmo para a iniciativa privada através de concorrência pública.
O RN é o maior exportador de atum do Brasil, que compreende uma cadeia produtiva desde a pesca artesanal, em especial na região de Areia Branca, à pesca industrial.
Via Rosalie Arruda.

Publicado por: Chico Gregorio