Quatro ex-presidiários morreram após confronto com a polícia na manhã de hoje (20) em Caicó, na região Seridó do Estado. Segundo o major Silva Neto, do 6° Batalhão de Polícia Militar da cidade, a polícia recebeu informação de que os acusados estariam armados em uma residência no bairro Recreio, na zona Norte do município.“A partir dessa informação, nós iniciamos as diligências na tentativa de capturá-los, mas ao chegar no local, fomos recebidos a tiros pelos elementos. Por causa disso, iniciou-se uma intensa troca de tiros que acabou resultando na morte dos quatro”, disse o oficial. Ao perceberem a chegada da polícia, os acusados tentaram fugir para um matagal, mas foram alcançados e a partir daí iniciaram a troca de tiros com os PMs. Apesar de quatro terem morrido na troca de tiros com a PM, o major revelou ainda que outros dois suspeitos continuam foragidos. De acordo com informações do Comandante de Policiamento do Interior (CPI), coronel Arcanjo, com os acusados foram apreendidos dois revólveres e uma pistola, além de certa quantidade de droga prensada, que estariam pronta para a comercialização. Acerca dos suspeitos, a polícia acredita que eles tenham envolvimento com o crime que vitimou o cabo da PM Edinaldo da Costa Rangel, de 48 anos, assassinado ontem (19) no bairro Alto do Boa Vista, também em Caicó. “Há a suspeita de que eles tenham envolvimento com a morte do Policial, mas a Polícia Civil ainda vai investigar isso”, disse o major Silva Neto.
Na próxima semana, a executiva do PSDB deve se reunir para discutir se apoia ou não um eventual governo de Michel Temer (PMDB-SP).
De acordo com informações da colunista Monica Bergamo, do jornal ‘Folha de S. Paulo’, Senadores da sigla que poderia aderir a Temer caso ele nomeasse José Serra para o Ministério da Fazenda.
“Não participaremos em papel periférico”, diz um parlamentar. Detalhe: é consenso que Temer não gostaria de nomear Serra para o cargo, como revelou a coluna já em dezembro.
Por outro lado, José Serra, segundo o mesmo parlamentar, não aceitará outro ministério, como o da Saúde, por não ter a garantia de que a Fazenda liberaria recursos para ele fazer gestão de impacto. O senador paulista, no entanto, busca convencer o PSDB a apoiar Temer, independentemente de cargos.



Reprodução
Divulgação
Reprodução

O deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), que foi relator do mensalão, na Câmara, defendeu “anistia” para o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); “Cunha exerceu um papel fundamental para aprovarmos o impeachment da presidente”, justificou– O deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), que foi relator do mensalão, na Câmara, defendeu “anistia” para o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).”Eduardo Cunha exerceu um papel fundamental para aprovarmos o impeachment da presidente. Merece ser anistiado”, disse.



Cabo Rangel (Foto: Arquivo familiar)