08/07/2016
18:15

Populações de cerca de 20 municípios aguardam desde 2010 o término da obra da Estrada da Produção (RN 203), que liga as regiões Potengi e Seridó, em 90 Km entre São Tomé e Cerro Corá. Para acelerar a conclusão da rodovia, a senadora Fátima Bezerra se propôs a apresentar carta à bancada federal potiguar solicitando emenda coletiva para captar recursos, em torno de R$ 40 milhões.

O compromisso foi firmado durante audiência pública na Câmara Municipal de São Tomé, na manhã desta sexta-feira (8).

Presentes no evento, os deputados Fernando Mineiro e Gustavo Carvalho, que chegaram a destinar emendas individuais ao projeto, levarão à Assembleia Legislativa a proposta de emenda coletiva com o mesmo objetivo.

A senadora Fátima ressalta que se empenhará para a conclusão dessa obra, que deve ser uma das prioridades do estado, pois fomenta o desenvolvimento econômico da região.

“A Estrada da Produção vai possibilitar escoamento da produção agrícola e vai dar impulso ao turismo. Não existe nada mais adequado para fomentar o turismo que uma boa infraestrutura rodoviária”, disse a senadora, que destacou a atuação de parlamentares, vereadores, prefeitos, ex-prefeitos e movimentos sociais na luta por esse trabalho.

A audiência lotou a Câmara de São Tomé, presidida pela vereadora Teresa Cristina. Além de legisladores de municípios vizinhos e outras autoridades, destaca-se presença do deputado Nelter Queiroz; do secretário de obras do município, Henrique; dos vereadores do PT Emerson João Cabral (São Paulo do Potengi), que é também presidente do Parlamento Comum da Região do Potengi, Emerson e Zé Nilson (São Tomé); prefeito de Lagoa Nova, João Maria; ex-prefeito e ex-vice-prefeito Babá e Miguel, respectivamente.

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
18:04

Por Ponto ID

Mais de 60% da receita do RN é para pagar pessoal.

Dois poderes, estão acima do limite máximo

A passagem do secretário de Planejamento do Estado, Gustavo Nogueira, pela Assembleia Legislativa, nessa semana, foi utilíssima só pela arte que reproduzo abaixo.

Completamente autoexplicativa, ela resume o espírito financeiro de nossos tempos. Ei-la.

gastos poderes

Lembrando que

1) A LRF prevê que os gastos, no Estado, para todos os poderes, não podem ultrapassar 60% da receita corrente líquida

2) Quando um servidor do Tj, MP, AL ou TCE se aposenta, a despesa de pessoal passa para o Estado. O MP recentemente incentivou campanha de aposentadoria

3) O rombo mensal com a previdência é de R$ 100 milhões por mês. A proporção ideal seria, para cada 4 pessoas trabalhando, haver um aposentado. A proporção atual é de 1 para 1.

4) Não chegamos aqui do dia para noite. A aprovação de planos de cargos de maneira irresponsável contribuiu para o cenário.

5) Rezem.

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
17:56

Fonte: Renato Dantas.
Deputado  Rogério Marinho, também com muitos processos, e seu afilhado Clécio Santos que está na lista do TCE como ficha suja.

O governo Temer é uma graça, depois que ele assumiu depois do afastamento da presidente Dilma, as nomeações políticas começaram a pipocar nos quatros cantos do país.

Aqui no RN, a festa é grande, cada um deputado federal que indique seus afilhados no segundo e terceiro escalão.

O deputado Rogério, conseguiu a proeza de indicar para Superintendência do IBAMA no RN o senhor Clécio Santos, incluído na relação dos Fichas Sujas do Tribunal de Contas do RN e réu na Justiça acusado nos processos:

0001312-28.2004.8.20.0102 (102.04.001312-0) Ação Popular / Violação aos Princípios Administrativos;

0031519-80.2008.8.20.0001 (001.08.031519-5) Ação Civil de Improbidade Administrativa / Dano ao Erário;
0022196-22.2006.8.20.0001 (001.06.022196-9) Ação Civil de Improbidade Administrativa / Enriquecimento ilícito.

No Tribunal de Contas do RN tanto ele como o filho estão fichados.

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Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
17:50

Por: Agora RN

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O presidente da CNI também reafirmou que a entidade é contrário ao aumento de impostos

O presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Braga de Andrade, sugeriu nesta sexta-feira (8) que o Brasil adote iniciativas parecidas com as do governo francês, que conseguiu autorizar uma carga horária de até 80 horas semanais e de 12 horas diárias para os trabalhadores.

Andrade deu as declarações após uma reunião com o presidente interino Michel Temer e cerca de 100 empresários do Comitê de Líderes da MEI (Mobilização Empresarial pela Inovação.

Segundo ele, para o governo diminuir o rombo nas contas públicas serão necessárias “mudanças duras” tanto na Previdência Social quanto nas leis trabalhistas.

“É claro que a iniciativa privada está ansiosa para ver medidas duras, difíceis de serem apresentadas. Por exemplo, a questão da Previdência Social. Tem de haver mudanças na Previdência Social. Caso contrário, não teremos no Brasil um futuro promissor”, disse.

Jornada de 12 horas diárias

Andrade defendeu a implementação de reformas das leis trabalhistas que aumentem a jornada de trabalho, dizendo que uma medida semelhante foi tomada na França.

” No Brasil, temos 44 horas de trabalho semanal e as centrais sindicais tentam passar esse número para 40. A França, que tem 36 passou, para a possibilidade de até 80 horas de trabalho semanal e até 12 horas diárias de trabalho”, disse.

“A razão disso é muito simples. A França perdeu a competitividade de sua indústria com relação aos demais países da Europa. Agora, está revertendo e revendo suas medidas para criar competitividade. O mundo é assim e temos de estar aberto para fazer essas mudanças. Ficamos ansiosos para que essas mudanças sejam apresentadas no menor tempo possível”, afirmou o empresário.

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
17:44

Por: Agora RN

FPM

O repasse de julho atingiu um número recorde de municípios com o saldo zerado

O primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de julho foi depositado nesta sexta-feira (08) nas contas das prefeituras. Neste decêndio, a cota teve diminuição de 10,82%, sem considerar a inflação do período, em comparação com o mesmo repasse de 2015. Com a inflação, a queda chega a 17,27%. A situação preocupa os gestores, que têm recebido cada vez menos verbas do tesouro nacional.

O repasse de julho atingiu um número recorde de municípios com o saldo zerado: 59 cidades do Rio Grande do Norte não receberam verbas da união. A realização de obras e os pagamentos feitos pelas prefeituras deverão ficar ainda mais comprometidos.

MUNICÍPIOS COM FPM ZERADO NA PRIMEIRA COTA DE JULHO/2016:

AFONSO BEZERRA

ALTO DO RODRIGUES

ANTÔNIO MARTINS

AREIA BRANCA

AREZ

BARAÚNA

CAIÇARA DO NORTE

CAICÓ

CAMPO REDONDO

CARAÚBAS

CARNAÚBA DOS DANTAS

CARNAUBAIS

CORONEL EZEQUIEL

EQUADOR

EXTREMOZ

FELIPE GUERRA

FERNANDO PEDROZA

FLORÂNIA

GOV. DIX-SEPT ROSADO

GROSSOS

IELMO MARINHO

JANDAIRA

JANDUIS

JAPI

JARDIM DE ANGICOS

JARDIM DO SERIDÓ

JOÃO CÂMARA

JUNDIÁ

LAGOA D’ANTA

LAGOA DE PEDRAS

LAGOA SALGADA

MARCELINO VIEIRA

MARTINS

MAXARANGUAPE

MONTE DAS GAMELEIRAS

NOVA CRUZ

PARANÁ

PARAÚ

PARAZINHO

PAU DOS FERROS

PEDRA GRANDE

PEDRO AVELINO

PEDRO VELHO

PENDÊNCIAS

PILÕES

PUREZA

RIACHO DE SANTANA

RIO DO FOGO

SANTANA DO MATOS

SÃO FRANCISCO DO OESTE

SÃO JOSÉ DO MIPIBU

SÃO RAFAEL

SERRA DO MEL

SÍTIO NOVO

TIBAU

TRIUNFO POTIGUAR

UMARIZAL

VÁRZEA

VENHA VER

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
11:43

 

MARCO ANTÔNIO MARTINS
ITALO NOGUEIRA
DO RIO

A prefeitura do Rio contratou sem licitação duas empreiteiras da família do deputado André Lazaroni, líder do PMDB na Assembleia Legislativa do Rio, para concluir obras olímpicas em atraso.

Os contratos somam mais de R$ 100 milhões.

As construtoras Zadar e a Engetécnica, responsáveis respectivamente pela finalização do Centro Olímpico de Hipismo e do Velódromo, pertencem a Paulo Roberto Moraes, pai do deputado.

Os dois contratos sem licitação foram feitos após o município rescindir  o acordo com as empreiteiras  responsáveis pelas arenas.

Elas haviam vencido concorrências para a obra, mas não conseguiram cumprir os prazos. O Velódromo  e o Centro Olímpico ainda estão em obras e são as instalações que mais preocupam a organização dos Jogos.

O vínculo entre Lazaroni e a Engetécnica foi revelado nesta quinta (7) pelo telejornal “SBT Rio”. A Folha apurou que a Zadar também faz parte do patrimônio da família do deputado. As duas integram o grupo Riwa.

A Empresa Olímpica Municipal disse, em nota, que as empresas apresentaram as melhores propostas. As empresas e Lazaroni não comentaram o caso.

Fonte Renato Dantas

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
11:16

Por: Alex Viana

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Robinson: “São obras importantes para o desenvolvimento do RN”

As obras do acesso sul, que ligará o aeroporto de São Gonçalo à BR 304, serão entregues no fim deste ano. A promessa é do governador Robinson Faria, lembrando que no ano passado o governo conseguiu entregar o acesso norte, com a liberação do viaduto sob a BR 406.

“São obras importantes para o desenvolvimento do RN. Com trabalho e o empenho da nossa equipe estamos cumprindo os prazos de entrega”, declarou.

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
09:27

Por: Agora RN

Grupo oferece sistema de doação eleitoral que seja fácil de usar para seus eleitores e simpatizantes realizarem doações
Candidatos que buscam a reeleição tem a seu favor o fato de já terem sido a escolha da maioria dos eleitores na Eleição anterior. Essa certamente é uma grande vantagem competitiva em comparação aos muitos novos candidatos que surgem todos os anos. Com as atuais regras na legislação eleitoral, outra vantagem é investir em um sistema de doação eleitoral que seja fácil de usar para seus eleitores e simpatizantes realizarem doações para a campanha.

As novas regras da legislação eleitoral permitem apenas que pessoas físicas realizem doações para as campanhas. As empresas – que sempre foram as maiores contribuintes – foram proibidas de doar para trazer mais transparência ao processo. Dessa forma, é crucial conquistar o eleitor, a ponto de convencê-lo a contribuir com a sua campanha. Uma boa maneira é construir uma comunicação com o eleitor que apresente as propostas do candidato, diga porque ele é a melhor escolha e explique que com cada doação é possível fazer uma campanha muito mais expressiva. O candidato deve valorizar até mesmo as menores doações, pois mais do que uma quantia em dinheiro, o ato representa também o voto do cidadão.

Para receber as doações, é preciso investir em um sistema seguro de doação via internet, desenvolvido por empresas com credibilidade e experiência na área eleitoral. O sistema funciona de forma similar com as compras on-line, mas cada doação precisa ter uma espécie ‘de’ recibo on-line que será validade pelo TSE, de acordo com as novas regras eleitorais

Outro detalhe importante é que a partir de agora, as prestações de contas deverão ser feitas pelo próprio candidato e pelo partido, e não mais pelo comitê financeiro, por isso é preciso muito cuidado para garantir que a solução contratada esteja de acordo com o TSE.

A Guest – empresa brasileira pioneira no desenvolvimento de soluções para Internet – possui um sistema de recebimento de doações eleitorais que já foi utilizado por mais de 50 candidatos desde 2010, ano em que lançou a primeira versão da sua ferramenta. O sistema foi utilizado por candidatos a diversos cargos de mais de 16 partidos políticos. Com o selo “Doação Eleitoral Legal”, a Guest reafirma seu compromisso em oferecer uma solução 100% de acordo com a nova legislação eleitoral. Isso ajuda o candidato a manter-se de acordo com a lei e, pensando na corrida eleitoral, assegura sua credibilidade, tão importante para candidatos que concorrem à reeleição.
Para mais informações sobre o sistema de Doação Eleitoral Legal acesse: http://doacaoeleitoralegal.com.br/

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
09:08

SÃO PAULO (Reuters) – A alta dos preços dos produtos agropecuários no atacado acelerou com força e o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 1,63 por cento em junho, contra avanço de 1,13 por cento em maio, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

Ainda assim, o resultado ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters junto a economistas, de alta de 1,70 por cento na mediana das projeções.

A FGV informou que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) registrou alta de 2,10 por em junho, após avançar 1,49 por cento em maio. O índice responde por 60 por cento do IGP-DI.

No IPA, os preços dos produtos agropecuários subiram 5,58 por cento, contra alta de 3,31 por cento no mês anterior. Somente o feijão teve alta de 58,72 por cento em junho, depois de subir 7,34 por cento em maio.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI), por sua vez, subiu apenas 0,26 por cento, depois de ter avançado 0,64 por cento no mês anterior. O IPC-DI mede a evolução dos preços às famílias com renda entre um e 33 salários mínimos mensais e corresponde a 30 por cento do IGP-DI.

 

O destaque no IPC ficou, segundo a FGV, para o grupo Alimentação, cuja alta desacelerou a 0,07 por cento de 0,77 por cento, com destaque para o item frutas. Ainda assim, também no varejo, o feijão subiu muito, com o tipo carioca registrando alta de 38,62 por cento, após subir 8,38 por cento no mês anterior.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI) também registrou maior pressão em junho ao avançar 1,93 por cento, depois de registrar alta de 0,08 por cento em maio. O índice representa 10 por cento do IGP-DI.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

 

(Por Camila Moreira)

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
08:56

Do UOL, em São Paulo

O governo federal anunciou que tornará mais rígida a concessão do auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, segundo anúncio feito nesta quinta-feira (7). As principais mudanças propostas foram:

  • fazer revisões periódicas dos benefícios;
  • suspensão automática do auxílio-doença depois de 120 dias (4 meses), nos casos em que um prazo de duração não tenha sido fixado.

As mudanças devem ser feitas por meio de medidas provisórias e devem ajudar o governo a economizar R$ 6,3 bilhões, com o cancelamento de 30% dos auxílios-doença e 5% das aposentadorias por invalidez, segundo Marcelo Siqueira, assessor especial da Casa Civil.

O objetivo é cortar gastos com o INSS e ajudar a reduzir o rombo nas contas públicas em 2017. Cálculos do governo apontam que a Previdência deve fechar este ano com um rombo de R$ 136 bilhões.

Revisão de 840 mil auxílios-doença

O governo afirmou também que irá rever imediatamente o auxílio-doença de 840 mil pessoas, concedidos há mais de dois anos.

A partir de agosto, os beneficiários devem começar a ser chamados para passar por novas perícias e saber se poderão continuar recebendo o benefício. Siqueira disse que ninguém precisa correr para a agência do INSS ou telefonar. As pessoas serão chamadas para fazer a revisão.

O governo afirma que que as pessoas que recebem o benefício há mais tempo devem ser chamadas primeiro para a reavaliação médica.

Revisão de 3 milhões de aposentadorias por invalidez

Ainda segundo o Ministério da Previdência, há 3 milhões de aposentadorias por invalidez que foram concedidas há mais de dois anos e que não foram revisadas. Elas custam R$ 3,6 bilhões ao mês.

Mais perícias por mês

Para rever os benefícios, o governo prevê que serão feitas 6.000 perícias a mais por mês.

Durante dois anos, os médicos do INSS vão receber um bônus para fazer perícias em pessoas com benefícios que tenham mais de dois anos.

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
08:47

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, deu prazo de 48 horas para o juiz federal Sérgio Moro prestar informações sobre as decisões que tomou sobre as gravações telefônicas que flagraram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversando com autoridades, entre elas a então presidente Dilma Rousseff. O pedido de informações foi feito a partir de recurso que os advogados Lula apresentaram ao STF.

A defesa de Lula quer anular as decisões de Moro em fevereiro deste ano, e que o Supremo reconheça que o juiz federal invadiu a competência do STF ao analisar e divulgar as gravações de Lula com autoridades feitas na operação Lava-Jato.

Em uma das conversas, Dilma tratou com Lula do termo de posse que daria ao petista o status de ministro da Casa Civil. A gravação foi tornada pública por decisão de Moro e a nomeação acabou sendo invalidada por uma liminar do ministro Gilmar de Mendes.

O Globo

 

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
08:44

Os líderes partidários articulam eleger o sucessor de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no comando da Câmara em votação na próxima terça-feira (12), ao contrário da previsão do presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), que chegou a marcar sessão para dois dias depois.

Pelo menos 12 nomes circulam como candidatos, cinco com mais força: Rogério Rosso (PSD-DF), Osmar Serraglio (PMDB-PR), Baleia Rossi (PMDB-SP), Fernando Giacobo (PR-PR) e Beto Mansur (PRB-SP).

Até a noite desta quinta, Rosso despontava como favorito, por ter o apoio de Cunha, do chamado “centrão” (grupo de deputados de PP, PR, PTB, PSD e PRB), e a simpatia do Palácio do Planalto.

O escolhido vai dirigir a Câmara durante um “mandato-tampão”, até 1° de fevereiro do ano que vem, sem possibilidade de reeleição.

Folha

 

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
08:36

Para quem circula nos meios políticos e acompanha os bastidores, o canto de carroceria dado pelo Prefeito Carlos Eduardo nos seus pré-candidatos a vice mostrou claramente uma preferencia do mesmo pelo empresário Marcelo Queiroz, que coincidentemente é o único dos quatro postulantes que não são Henriquista e nem Garibaldista.

Marcelo que se licenciou da Fecomercio, para ser pré-candidato, e que sua gestão a frente da entidade vinha sendo grande parceira da administração do filho de Agnelo, entrou no PMDB unicamente pensando na dobradinha com o atual prefeito, Queiroz antes era do PDT, mesmo partido do prefeito.

O recado foi claro, e foi para os “políticos” que almejam ser “vice”.

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Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2016
08:27

milho-subsidiado-programa-venda-de-balcao-conab-pi-127852O empresário Caicoense Adívio Fernandes, que também é agropecuárista, decediu

mostrar que o governo Federal não está ajudando aos pequenos agricultores do

Nordeste  vítimados pela  maior seca dos últimos 50 anos, ao vender milho através

 da CONABE ao preço de R$ 60,00.

Para mostrar que os preços cobrados pelo governo através da CONAB, podiam ser

bem mais baixos, o empresário comprou duas carretas de milho no Sul do país, está

vendendo ao agricultores do mesmo preço cobrado pelo órgão do governo, ou seja R$ 60,00,

com uma diferença, o milho da safra 2016, enquando que o da CONAB, faz parte do estoque regulador, milho velho, com muitos produtos para conservação.

Com um detalhe, o empresário informou que mesmo vendendo o produto do mesmo preço do governo Temer,   através  da

CONAB, está tendoum bom lucro por saca vendida.

Publicado por: Chico Gregorio


07/07/2016
18:53

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), cobrou tratamento igualitário para todos os Estados da Federação durante encontro dos governadores do Nordeste com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, nesta quinta-feira (7), em Brasília. Na ocasião, foram discutidas a redução dos repasses no Fundo de Participação dos Estados (FPE), assim como a revisão do Programa de Ajuste Fiscal (PAF), que, segundo o chefe do Executivo paraibano, tem punido estados com situação financeira equilibrada.

Ao fim da reunião, Ricardo concedeu coletiva em nome dos demais governadores da Região Nordeste. “O objetivo deste encontro foi buscar construir um olhar federativo para o Brasil. Nós não podemos ter soluções e privilégios apenas para uma parte do País. Infelizmente – talvez questões circunstanciais justifiquem – as soluções têm vindo apenas para aqueles que não fizeram o dever de casa”, destacou, enfatizando que os estados nordestinos são os mais equilibrados financeiramente.

Para o governador Ricardo Coutinho, uma das principais dificuldades que os estados que fizeram o dever de casa enfrentam é a redução do FPE. “Hoje, os estados nordestinos têm capacidade de endividamento, de financiamento e de investimento – porque fizeram o dever de casa – mas, ao mesmo tempo, sofrem uma redução no FPE que não é culpa deles, porque uma parte dessa redução vem de setores produtivos de outra região, São Paulo, sobretudo. É preciso equilibrar o Brasil, dando tratamento igualitário a todos”, argumentou

Publicado por: Chico Gregorio