16/06/2016
08:27

Veja abaixo:

Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN)

Durante o período que esteve na Transpetro, Machado diz ter repassado R$ 100 miilhões ao PMDB. Desse valor, R$ 1,55 milhão, da Queiroz Galvão, foram para o atual ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves.

Garibaldi Alves (PMDB-RN)

Também teria recebido R$ 200 mil da Queiroz Galvão em 2010 e R$ 250 mil da Camargo Corrêa em 2012.

Walter Alves (PMDB-RN)

O deputado, filho de Garibaldi, também recebeu R$ 250 mil da Queiroz Galvão, de acordo com Machado.

Agripino Maia (DEM-RN)

O senador teria recebido R$ 300 mil da Queiroz Galvão nas eleições de 2010.

Felipe Maia (DEM-RN)

O deputado, filho de Agripino, teria recebido R$ 250 mil da Queiroz Galvão em 2014

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


16/06/2016
08:22

Supondo-se que o Senado mandará Dilma Rousseff para Porto Alegre em agosto, a presidência-tampão de Michel Temer terá de se erguer sobre duas pernas até 2018: a perna do ajuste econômico e a perna da restauração moral. Nesta quarta-feira, enquanto Temer mostrava aos líderes partidários que sua proposta de teto para os gastos públicos pode conduzir ao céu econômico, Sérgio Machado, um delator antropófago a caminho do inferno, mordeu-lhe o calcanhar ético.

Vieram à luz depoimentos em que o ex-presidente da Transpetro revela-se um provedor multipartidário de propinas. Ele arrasta Temer para o epicentro da encrenca ao dizer que, em 2012, forneceu ao atual presidente interino da República uma propina de R$ 1,5 milhão. Dinheiro sujo destinado à campanha de Gabriel Chalita, então candidato de Temer à prefeitura de São Paulo.

Temer nega que tenha pedido o dinheiro. Machado oferece detalhes: a) encontrou-se com Temer na Base Aérea de Brasília, provavelmente em setembro de 2012; b) estava em carro alugado; c) identificou-se na entrada; d) acertou o valor com Temer; e) “o contexto da conversa deixava claro que o que Michel Temer estava ajustando com o depoente era que este solicitasse recursos ilícitos das empresas que tinham contratos com a Transpetro na forma de doação oficial para a campanha de Chalita.”; f) a verba saiu da caixa registradora da construtora Queiroz Galvão.

A investigação dirá de que lado está a verdade. Mas, desde logo, é preciso reconhecer: diferentemente do déficit fiscal, estimado em R$ 170,5 bilhões para o ano de 2016, o déficit estético do governo Temer é incalculável. Já não basta ao presidente interino dizer que tem apreço pela Operação Lava Jato. Temer precisaria gritar ao mundo que tem desapreço pelo pedaço do PMDB que é cúmplice do PT no assalto às arcas do Estado brasileiro. Algo que ele parece não ter condições de fazer.

O descompasso entre o discurso e a prática de Temer cresce na proporção direta do avanço da Lava Jato sobre os porões do PMDB. Ironicamente, Temer vai ficando em situação análoga à de Lula e Dilma Rousseff. Preside o PMDB federal há 15 anos. Não é razoável supor que não soubesse que sua legenda converteu-se em parte de uma organização crimonosa. Ou sabe disso ou é um tolo.

Temer faria um bem extraordinário à sua administração se tomasse distância da banda vadia do PMDB. Sob pena de ser visto como um presidente incapaz de saciar a fome de limpeza que está no ar.

JOSIAS DE SOUZA

Publicado por: Chico Gregorio


16/06/2016
08:14

Por: Redação / O Globo

sarney-juca-renan (André Coelho - O Globo)

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado contou, em delação premiada, que pagava mesada ao presidente do Senado, Renan Calheiros, e a outros integrantes da cúpula do PMDB. Segundo o delator, o esquema beneficiou, além de Renan, os senadores Edison Lobão (MA), Romero Jucá (RR) e Jader Barbalho (PA); e o ex-senador José Sarney.

O mensalão de Machado era entregue, na maior parte, em dinheiro vivo. O delator disse que Renan recebia R$ 300 mil por mês, tendo ficado com a parcela maior: R$ 32 milhões ao longo de uma década. Dos R$ 32 milhões, R$ 24 milhões foram em espécie, segundo ele.

O delator disse que o primeiro repasse para Renan ocorreu em 2004 ou 2005. A partir de 2008, segundo Machado, os pagamentos ganharam regularidade, com Renan recebendo “cerca de R$ 300 mil por mês durante dez ou onze meses por ano”. O valor da mesada aumentava em ano eleitoral.

Segundo o delator, as propinas começaram a ser pagas entre 2004 e 2008, a pedido dos políticos. A justificativa era a mesma: precisavam de ajuda para reforçar suas bases eleitorais. As mesadas foram todas interrompidas em 2014, depois da deflagração da Lava-Jato.

Confira a matéria completa em: http://oglobo.globo.com/brasil/renan-sarney-juca-recebiam-propina-em-mesadas-diz-delator-19517538

Publicado por: Chico Gregorio


16/06/2016
08:09

Por: Redação – Notícias ao Minuto

Michel Temer 7 Alan Marques - 2.jun.2016/Folhapress

Fontes que viveram os bastidores do PMDB em 2014 confirmam que o agora presidente em exercício Michel Temer assumiu o comando da legenda naquele ano para mediar a distribuição de R$ 40 milhões encaminhados pelo PT, após líderes da Câmara reclamarem que só os senadores eram beneficiados pelo esquema. As informações são da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, desta quinta-feira (16).

O suposto esquema foi revelado nesta quarta-feira (15) por Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro. Segundo o jornal, os deputados da época planejavam se “rebelar” por não participarem da divisão em pé de igualdade. O culpado seria Valdir Raupp, então presidente da legenda.

Temer estava fora desde 2012 e retornou ao posto em 16 de julho de 2014. A Câmara era presidida por Henrique Alves e Eduardo Cunha era o líder da bancada. Os peemedebistas, no entanto, não citaram a empresa JBS, mencionada pela delação de Sérgio Machado, nem confirmaram o valor exato de R$ 40 milhões.

Publicado por: Chico Gregorio


16/06/2016
08:05

Henrique_Alves_1701treze

Henrique Eduardo Alves fez lobby para a Transpetro contratar determinadas empresas de tecnologia e serviço

O ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, disse que intermediou o pagamento de R$ 1.550.000,00 ao ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (RN). Segundo ele, o dinheiro teve como origem contratos entre a Queiroz Galvão e a Galvão Engenharia com a Transpetro.

Durante um determinado período, Henrique Eduardo Alves fez lobby para a Transpetro contratar determinadas empresas de tecnologia e serviço, mas os negócios não avançaram.

Pelo relato, o ministro era insistente na busca de doações. “Ele (Henrique Eduardo Alves) ligava diversas vezes para a Transpetro e o depoente ligou algumas vezes para ele”, diz a delação de Machado.

A propina ao atual ministro do Turismo foi paga, conforme o ex-presidente da Transpetro, da seguinte forma: R$ 500 mil em 2014; R$ 250 mil, em 2012 e R$ 300 mil em 2008. Os valores foram repassados, segundo ele, pela Queiroz Galvão. Outros R$ 500 mil foram pagos em 2010 a Alves, pela Galvão Engenharia, de acordo com a delação.

Os recursos eram entregues por meio de doações oficiais, mas eram provenientes, segundo Machado, de propina dos contratos da subsidiária da Petrobras. Sérgio Machado detalhou que Henrique Alves costumava procurá-lo com frequência em busca de recursos para campanha.

O ex-presidente da Transpetro disse que “sempre ajudava” Alves com as solicitações. Os encontros, segundo Machado, eram na sede da subsidiária.

“Que Henrique chegou a levar algumas empresas da área de tecnologia ou serviços na Transpetro para tentar que as contatasse, mas nenhuma avançou; que o depoente sempre ajudava em época de campanha quando ele ligava pedindo um encontro; que ele ligava diversas vezes pra Transpetro e o depoente ligou algumas vezes para ele; que o depoente ajudou sempre por meio de doações oficiais, cuja origem eram vantagens indevidas pagas pelas empresas contratadas pela Transpetro; que os encontros com ele eram sempre na Transpetro”, diz a delação premiada.

Conforme Machado, entre membros do PMDB, também teriam recebido propina, na forma de doações, Valdir Raupp (PMDB-RO), Garibaldi Alves (PMDB-RN), o deputado Walter Alves (PMDB-RN), o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), os senadores Jader Barbalho (PMDB-PA), Romero Jucá (PMDB-RR) e Edison Lobão (PMDB-MA), além do ex-presidente da República José Sarney. (veja aqui o que disse cada um deles)

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2016
18:46

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samu

Um contrato realizado com dispensa de licitação pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), no montante de R$ 5,5 milhoes, gerou uma representação no Tribunal de Contas da União, onde tramita processo com pedido de suspensão da despesa prevista.

O caso se trata de uma contratação para suporte às atividades do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (SAMU), para o qual a SMS abriu coleta de preços no início de abril, mas acabou dispensando a licitação e contratando, por R$ 5.540.978,10, a empresa JMT Serviços. O contrato é valido por seis meses.

Duas fontes são utilizadas para custear o contrato, que é de despesa com pessoal terceirizado. O Município deverá desembolsar R$ 900.000,00. Toda a diferença será quitada com recursos do governo federal vinculados à saúde, no valor de R$ 4.640.978,10. O custo mensal do contrato ficou em 923.496,35, conforme extrato publicado no Diário Oficial do Município em 29 de abril.

O chamamento à consulta de preços resultando em dispensa de licitação, em menos de 30 dias, levou o Tribunal de Contas da União a analisar a matéria. Em 8 de junho, a TRD Serviços e Administração LTDA. representou na Corte de Contas da União contra o processo de escolha da SMS. O processo, em que há pedido de medida cautelar contra a SMS, foi distribuído à relatoria do ministro Vital do Rêgo.

Contrato

Conforme as primeiras informações preliminares da assessoria de imprensa da SMS, a TRD era a antiga prestadora do serviço para o qual a JMT foi contratada.

No Diário Oficial de 28 de abril os detalhes dos serviços foram especificados. A SMS listou que precisava de pessoal para condutor/socorrista, operador de frota, técnico de reguação médica, ASG, estoquista. Além disso, listou também que precisaria de serviço de manutenção para ambulâncias; manutenção de equipamentos hospitalares; fornecimento de medicamentos e material hospitalar, entre outros.

Na SMS, a intenção de realizar um novo contrato para esses serviço foi formalizada em 31 de março deste ano, quatro dias antes da chamada para consulta de preços. Naquela data, a Secretaria Municipal de Saúde recebeu memorando do Samu sobre o assunto. Já dois dias antes da contratação da JMT com dispensa de licitação, o processo passou, em 26 de abril, pelo setor jurídico da secretaria.

Até o momento, a assessoria de imprensa da pasta não retornou para esclarecer em que circunstâncias o contrato com a JMT foi feito.

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2016
18:40

 

A receita de vendas do comércio varejista encolheu 6,1% em maio na comparação com o mesmo período de 2015, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). O resultado, já descontada a inflação que incide sobre a cesta de setores do varejo ampliado, foi ainda mais adverso do que a retração de 5,2% registrada em abril na comparação com o mesmo período do ano passado.

O levantamento, contudo, aponta que o indicador foi afetado pelo efeito calendário, dado que o feriado de Corpus Christi ocorreu, neste ano, em maio. Em 2015, a data caiu em julho. Além disso, houve neste ano um sábado e uma sexta-feira a menos em relação a maio do ano passado.

Quando feitos os ajustes para os devidos efeitos de calendário, o índice deflacionado apresentou queda de 4,5% em maio, em igual base comparativa. Em abril, o ICVA havia apresentado queda de 6,1%.

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2016
18:29


Escola JundiaiA Escola Agrícola de Jundiaí, Unidade Acadêmica de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), está com inscrições abertas em processo seletivo para ingresso nos cursos técnicos na modalidade subsequente. São ofertadas 100 vagas para os cursos Técnicos em Agroindústria, Agropecuária e Aquicultura. As inscrições começam na quarta-feira (15) e seguem até 28 de junho.
Para se inscrever, os candidatos devem preencher o formulário de inscrição de acordo com as instruções constantes no edital e efetuar a entrega na Direção da Escola Agrícola de Jundiaí ou nas sedes dos Sindicatos Rurais dos municípios. As inscrições são gratuitas. As provas de redação, português e matemática serão aplicadas no dia primeiro de julho na Escola Agrícola de Jundiaí. Mais informações em: www.eaj.ufrn.br

 

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2016
18:21

Créditos: Reprodução / Whatsapp

“Quem golpeia a democracia pagará depois e o Brasil precisa muito da humildade e compreensão do nosso povo. O povo que votou a favor do impeachment comprou gato por lebre, as pessoas estão vendo agora que foram apenas usadas para o privilégio de alguns poucos no poder. Mas mais do que resistir nós temos que avançar. A democracia ainda é o nosso principal instrumento”, foi o que afirmou o governador Ricardo Coutinho (PSB), durante discurso, nesta quarta-feira (15), na audiência pública da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), que trouxe a presidente afastada Dilma Rousseff (PT), à João Pessoa, para debater a construção da democracia e o atual momento político brasileiro.

Na oportunidade, Ricardo Coutinho abordou a retirada dos recursos, feita pelo presidente interino Michel Temer, para o término do Viaduto do Geisel. A obra já está 70% concluída. “Escolher um Estado pequeno como a Paraíba para perseguir e retirar o dinheiro de uma obra não é um ato contra a minha pessoa, é contra o povo da Paraíba. É uma pessoa que não teve um único voto legítimo e está governando o Brasil, num processo injurioso contra o povo”, lembrou.

Ricardo falou também sobre o governo interino de Michel Temer ter barrado os deslocamentos de Dilma pelo Brasil em voo da FAB. “É muita mesquinharia. Mas a presidente me disse pessoalmente, ‘Ricardo eu vou à Paraíba nem que seja à cavalo, mas vou chegar aí’. Portanto, esta é uma data histórica para a política da Paraíba e é muito importante que a gente tenha percepção do que está acontecendo no país, quem está governando o país”, ressaltou.

O governador falou também sobre a elite brasileira e destacou que Brasília mudou sua sociologia de poder a partir do Partido dos Trabalhadores.

“É um profundo ódio disseminado pela pequena elite brasileira que jamais aceitou que Brasília pudesse ter mulheres guerreiras, negros, militantes LGBT, entre tantos. Brasília hoje mudou a sociologia de poder. Mas como o governo golpista, o povo foi expulso de Brasília, os interesses do povo foram tirados”, ressaltou.

Sobre as obras da transposição, Ricardo afirmou ainda que Dilma é a responsável pela maior obra já feita para o Nordeste, que é a transposição do Rio São Francisco. “A obra já está 90% pronta e não pode parar. As cidades da Paraíba precisam muito desse abastecimento. Faço um apelo à Assembleia Legislativa que visite a obra, não podemos ter nenhuma diminuição de contingente. A obra tem que andar e a senhora, presidente Dilma, vai inaugurar a obra no final do ano aqui no Estado”, frisou.

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2016
18:10

O líder do Governo na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado estadual Hervázio Bezerra (PSB), teceu pesadas críticas ao senador Cássio Cunha Lima (PSDB), na sessão ordinária desta quarta-feira (15), da Casa de Epitácio Pessoa.

Ao comentar o resultado da última pesquisa de intenção de voto sobre o cenário municipal em João Pessoa, realizada pelo Instituto Opinião e divulgada pelo Sistema Arapuan de Comunicação, o socialista afirmou que o tucano seria capaz de se aliar até com o “Satanás” para derrotar o governador Ricardo Coutinho (PSB).

Hervázio se referiu a uma hipotética aliança do PSDB ao atual prefeito e pré-candidato à reeleição, Luciano Cartaxo (PSD), junto com o PMDB, num chapão que terá como principal adversário a pré-candidatura do PSB, que tem a professora Cida Ramos à frente.

“Me parece que o senador Cássio faz uma união até com o Satanás para derrotar o governador Ricardo Coutinho. Me parece isso, com todo o respeito, e faço uma reflexão, se Cássio e Maranhão, que as ruas e o PMDB falam, a miúde, que Maranhão será candidato a governador da Paraíba”, disse Hervázio na tribuna da ALPB.

Por Ângelo Medeiros – WSCOM


Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2016
17:56

Marizilda Cruppe: <p>Vista aérea da Usina Hidrelétrica de Belo Monte na área onde estão colocadas 18 turbinas. Foto Marizilda Cruppe.</p>

A Usina Hidrelétrica Belo Monte, em Altamira (PA), já conta com três turbinas em operação comercial desde o dia 8 de junho, quando a Unidade Geradora N° 2 da Casa de Força Complementar, no Sítio Pimental, começou a operar oficialmente; são mais 38,8 MW fornecidos pelo empreendimento ao Sistema Integrado Nacional (SIN) com a geração autorizada e publicada no Diário Oficial da União; Belo Monte começou a gerar energia, comercialmente, desde abril deste ano; agora já são 688,7 MW de energia gerada por Belo Monte para o Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2016
17:49

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Sargento foi conduzido a o quartel do comando geral, no bairro Tirol para os procedimentos cabíveis

Um sargento da Polícia Militar , na Companhia Independente de Turismo recebeu voz de prisão na tarde desta quarta-feira (15), após se negar a obedecer a ordem de um oficial para empurrar uma viatura que apresentou problemas mecânicos. A ocorrência foi confirmada pelo presidente da Associação de Cabos e Soldados da PM, Roberto Campos.

De acordo com Campos o fato ocorreu na Avenida Maria Lacerda, em Nova Parnamirim a equipe do sargento foi acionada para dar apoio a policiais que se encontravam em uma viatura quebrada, mas em um dado momento, já no local um oficial da corporação teria dado a ordem ao sargento para empurrar a viatura, mas o policial negou recebendo imediatamente a voz de prisão. “É um absurdo que além de termos que assumir injustas responsabilidades ainda temos que conviver com essa realidade, nossos companheiros não merecem isso”, disse.

O sargento foi conduzido a o quartel do comando geral, no bairro Tirol para os procedimentos cabíveis, no entanto entidades representativas de praças tentam junto ao comandante Geral outra solução para o caso que não seja a privação da liberdade do sargento.

Do Porta B.O

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2016
15:44

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse, em delação premiada, que recebeu pedido de propina do presidente interino Michel Temer para financiar a campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo em 2012. O valor acertado entre ambos foi de R$ 1,5 milhão. O pagamento teria saído dos cofres da Queiroz Galvão, uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato.

rasgado-01Delação de Sérgio Machado que cita o presidente interino Michel Temer – Reprodução

O depoimento revela “que Chalita não estava bem na campanha; que o depoente (Sérgio Machado) foi acionado pelo senador Valdir Raupp para obter propina na forma de doação oficial para Gabriel Chalita; que posteriormente conversou com Michel Temer, na Base Aérea de Brasília, provavelmente no mês de setembro de 2012, sobre o assunto, havendo Michel Temer pedido recursos para a campanha de Gabriel Chalita”.

Ainda segundo Machado, “o contexto da conversa deixava claro que o que Michel Temer estava ajustando com o depoente era que este solicitasse recursos ilícitos das empresas que tinham contratos com a Transpetro na forma de doação oficial para a campanha de CHALITA; QUE ambos acertaram o valor, que ficou em R$ 1,5 milhão”.

Machado disse que repassou propina disfarçadas de doações eleitorais para o governador em exercício do Rio Francisco Dornelles, para o ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RJ), para o senadores Agripino Maia (DEM-RN), Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Também repassou propina como se fosse doação eleitoral para os deputados Jandira Feghali (PCdo B-RJ), Luiz Sérgio (PT-RJ), Heráclito Fortes (PSB-SE), Walter Alves (PMDB-RN)Felipe Maia (DEM-RN), a ex-ministra Ideli Salvatti (PT-SC), o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra (PE), já falecido, e o ex-deputado Edson Santos (PT-RJ).

O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2016
15:29

Em 2014, Henrique Alves promoveu uma das campanhas mais ricas da história do RN, com muitas notícias e declarações oficiais a respeito. Foi um verdadeiro rolo compressor com dezenas de agremiações na barba bacurau.

Segundo a Procuradoria Geral da República e conforme delações premiadas de Machado e mensagens encontradas trocadas entre o executivo da OAS e Eduardo Cunha, as doações recebidas pelo PMDB do RN na verdade eram dinheiro de propina.

É público, notório e está registrado que o PMDB do RN, através da campanha de Henrique, passou recursos para outras candidaturas e partidos, além de ter viabilizado recursos para terceiros.

Com Janôt e delatores cada vez mais no encalço do PMDB do RN, cabe uma pergunta besta: se ficar provado que a doação era de fato propina, quem mais se beneficiou da grana nas terras de poti?

Basta ligar A com B para saber. Uma olhadela na justiça eleitoral e na declaração de contas revela muita coisa.

Uma mera pesquisa no google lembrará que o PMDB do RN foi muito generoso com alguns dos seus apoiadores em 2014.

A Lava Jato não está apenas na porta de Henrique, mas de uma boa parte da classe política do RN.

O estrago pode ser gigantesco.

Por  Daniel Menezes

Publicado por: Chico Gregorio


15/06/2016
15:26

Por  Daniel Menezes

Folha de SP

Em sua delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado relatou ter repassado propina a ao menos 18 políticos de diferentes partidos, passando por PMDB, PT, PP, DEM, PSDB e PSB.
O PMDB, fiador político de sua indicação à presidência da Transpetro, foi o que mais arrecadou: cerca de R$ 100 milhões, de acordo com seus depoimentos.
Segundo ele, os políticos o procuravam pedindo doações e, em seguida, Machado solicitava os repasses às empreiteiras que tinham contratos com a Transpetro.
“Embora a palavra propina não fosse dita, esses políticos sabiam ao procurarem o depoente que não obteriam dele doação com recursos do próprio, enquanto pessoa física, nem da Transpetro, e sim de empresas que tinham relacionamento contratual com a Transpetro”, afirmou.
A lista de políticos entregue por Sérgio Machado inclui ferrenhos adversários do PT, como o deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), o ex-senador Sérgio Guerra (PSDB-PE, morto em 2014), o senador José Agripino Maia (DEM-RN) e o deputado Felipe Maia (DEM-RN).
Além deles, outros que o procuraram pedindo recursos foram, de acordo com sua delação, além dos caciques do PMDB Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e José Sarney (AP), também os parlamentares e ex-parlamentares Cândido Vaccarezza (PT-SP), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Luiz Sérgio (PT-RJ), Edson Santos (PT-RJ), Francisco Dornelles (PP-RJ), Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Ideli Salvatti (PT-SC), Jorge Bittar (PT-RJ), Garibaldi Alves (PMDB-RN), Valter Alves (PMDB-RN) e Valdir Raupp (PMDB-RO).
No caso de Renan, Jucá e Sarney, o ex-presidente da Transpetro relatou que eles receberam tanto por meio de doações oficiais como de dinheiro em espécie. Machado detalhou quais doações feitas a ele podem ser consideradas como propina.
Machado também relatou quais empresas aceitavam fazer pagamentos de propina referentes aos contratos com a Transpetro. Segundo ele, foram a Camargo Corrêa, Galvão Engenharia, Queiroz Galvão, NM Engenharia, Estre Ambiental, Polidutos, Essencis Soluções Ambientais, Lumina Resíduos Industriais e Estaleiro Rio Tietê.
“Quando chamava uma empresa para instrui-la a fazer doação oficial a político, ele sabia que isso não era lícito, que a empresa fazia doações em razão de seus contratos com a Transpetro”, disse Sérgio Machado, em um de seus depoimentos.
A reportagem ainda não conseguiu contato com os citados.

Daniel Menezes Daniel Menezes

Publicado por: Chico Gregorio