01/07/2016
08:28

jucurutu

Em entevista concedida na rádio Rural de Caicó, o verador Márcio Soares, confirmou  um aumento de 77% nos vencimentos dos vereadores da Câmara Municipal de Jucurutu, o vereador disse ainda, que a que a verba indenizatória não foi e extinta como  afirmou em nota o   Presidente da Câmara Municipal.

O vereador Márcio Soares ainda declarou que o salário do Prefeito Geroge Queiroz  com o aumento concedido, passou a ser de R$ 15.000,00, absurdo na visão dele, pois segundo declarou, o prefeito vem apenas “UMA VEZ POR SEMANA” ao município.

Publicado por: Chico Gregorio


01/07/2016
08:15

 

Câmara Municipal de Florânia - Foto: Arquivos de Tonny Washington

O Diário Oficial dos Municípios desta sexta-feira (1º) trará a publicação do Projeto de Lei Nº 006/2016 – de autoria da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Florânia, que trata sobre os subsídios dos parlamentares para a próxima legislatura, que vai de 1º de janeiro de 2017 à 31 de dezembro de 2020.

Os parlamentares eleitos no próximo pleito eleitoral receberão R$ 5.050,00 mensais a partir de janeiro de 2017. O vereador investido do cargo de Presidente da Câmara Municipal perceberá o subsídio acrescido de 100% (cem por cento) a título de verba de representação. O cargo e escolhido pelos próprios parlamentares, após tomarem posse.

Anualmente e no mês de janeiro, por ato da Mesa Diretora da Câmara Municipal, será estabelecido o valor real dos subsídios dos Vereadores para o correspondente exercício tomando-se por base o valor dos recursos financeiros do exercício a ser repassado ao Poder Legislativo, observado para fins remuneratório o limite máximo fixado no artigo 1º desta Lei, o percentual de 20% (vinte por cento) sobre o subsídio dos Deputados Estaduais e o percentual de 5% (cinco por cento) da receita do município.

Salários de Prefeito (a) e vice foram mantidos

A Câmara Municipal também apreciou o Projeto de Lei Nº 005/2016, que fixa os subsídios do prefeito, vice e secretários para os próximos 04 (quatro) anos. Os salários do prefeito (a) e vice foram mantidos, respectivamente em R$ 15.000,00 e R$ 7.500,00.

Os Secretários Municipais receberão, a partir de 2017, R$ 3.000,00.

Fonte: Tonny Washington

Publicado por: Chico Gregorio


01/07/2016
08:11

Por: Folha de S. Paulo

aluno tristeDivulgação

Uma das principais agências do governo federal responsáveis pelo fomento de estudos no exterior –como no programa Ciência sem Fronteiras– pode, a partir de agora, cancelar bolsas de pesquisa já concedidas devido à restrição orçamentária.
A decisão foi publicada em junho em uma nova portaria que regulamenta as bolsas no exterior da Capes, agência de fomento vinculada ao MEC.A norma define que a agência “poderá cancelar a carta de concessão emitida em função de restrição orçamentária”. Mesma coisa pode acontecer devido “documentação com dados parciais, incorretos ou inverídicos”.

Isso significa que pedidos concedidos não têm garantia de assinatura de contrato. A regra vale de graduação a pós-doutorado fora do país.

A nova norma surge no momento em que o Senado vai decidir se dará continuidade ao programa federal de intercâmbio Ciência sem Fronteiras. A proposta está tramitando em projeto de lei –e tem causado controvérsias.

A SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), por exemplo, apoia o Ciência sem Fronteiras, mas tem torcido o nariz para a proposta do Senado.

Em carta divulgada em junho, a entidade diz que a definição do financiamento do programa no projeto de lei “está vaga, imprecisa e aberta o suficiente para que o programa venha a ter problemas tanto de orçamento como de liberação de recursos.”

Lançado em 2011, o programa sobrevive com recursos das pastas de Educação e de Ciência. Conforme a Folha apurou, o receio é que o governo aprove novas concessões de bolsas que não consiga pagar.

Publicado por: Chico Gregorio


30/06/2016
09:47

A  décima primeira  edição do Almoço de Sant’Ana, neste domingo (03), abrirá  a programação sociocultural dos festejos em honra à padroeira de Caicó. O evento  será iníciado ao meio-dia,  este ano em frente a Catedral de Sant”Ana,  mesmo local onde é  realizada a feira de Sant”Ana.

As senhas estão sendo vendidas ao preço de R$ 15,00 com a comissão organizadora ,  estarão disponíveis apenas 1.000 senhas.

 

almoço de santana (10)

almoço de santana (11)

Publicado por: Chico Gregorio


30/06/2016
09:30

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Nesta quarta-feira (29) o médico ortopedista Dr. Tiago Almeida promoveu em Parelhas a primeira cirurgia de alta complexidade em joelho, na maternidade Dr Graciliano Lordão. O procedimento teve cerca de duas horas de duração e foi viabilizado pelo médico, que trouxe equipamentos e profissionais especializados para a realização da artroscopia.

Este procedimento cirúrgico foi o segundo realizado no Seridó. O primeiro foi em Currais Novos e realizado também por Dr. Tiago Almeida. Para o médico, realizar esta cirurgia em Parelhas é um marco importante, além de ter uma contribuição fundamental para a recuperação do paciente, que sentia fortes dores no joelho. “Ele passa bem e iniciará a recuperação próximo da família e dos amigos, o que é um fator importante no tratamento”, ressaltou Dr. Tiago.

Fonte: Tonny Washintgon

Publicado por: Chico Gregorio


30/06/2016
09:19

Publicado por: Chico Gregorio


30/06/2016
09:02

A senadora Fátima Bezerra afirmou, nesta terça-feira (28), no Plenário, que o laudo da perícia técnica sobre o impeachment da presidenta Dilma somado e o resultado da pesquisa que atestou a falta de popularidade do governo Temer têm deixado o Planalto e seus articuladores políticos com os nervos à flor da pele. “Isso explica, senhoras e senhores, a insistência dos apoiadores desse governo biônico em apressar os trabalhos da comissão e o fato de o governo biônico ter se transformado em um balcão de negócio, para aprovar a todo custo o impedimento definitivo da presidenta Dilma”, analisou.

Fátima voltou a afirmar que, a cada dia, fica mais explícito, para quem acompanha os trabalhos da comissão, que o pedido de impeachment da presidenta não se sustenta. “A cada dia, a farsa é desmontada. Não sou que estou dizendo isso! São opiniões das mais variadas, inclusive de juristas respeitados no plano nacional e internacional, que colocam claramente que essa é uma das maiores anormalidades constitucionais vividas na história do país. E, ontem, a perícia mostrou, mais uma vez, que a presidenta Dilma Rousseff não cometeu nenhum crime”, destacou.

Fátima lembrou também que o pedido da perícia havia sido solicitado no início dos trabalhos da Comissão Especial do Impeachment, mas a bancada do governo provisório não tinha aceitado. “Tivemos que recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), que acatou o nosso recurso. Certamente, os senadores aliados do governo golpista não desejavam a perícia, pois sabiam que o resultado não seria bom para a acusação”, disse a senadora.

Educação

Fátima criticou o desmonte que vem sendo feito pelo governo provisório na educação brasileira. A parlamentar repudiou medida adotada pelo presidente provisório, Michel Temer, que revogou, nesta terça-feira, a nomeação e recondução dos membros do Conselho Nacional de Educação. “O Conselho Nacional da Educação não é um órgão qualquer. É um importante colegiado que desempenha, por força da lei, um papel importantíssimo na construção, na avaliação e no acompanhamento das políticas educacionais brasileiras. Esse ato autoritário se soma a outros atos já em curso, como, por exemplo, o desmonte do Fórum Nacional da Educação, o esvaziamento do papel da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – SECADI e a famigerada PEC nº 241, de 2016, que institui a chamada regra Temer/Meirelles, limitando os reajustes dos gastos públicos à inflação do ano anterior”, afirmou.

Fátima convidou ainda os parlamentares à participarem amanhã, às 9 horas, no Ministério da Educação, do ato em defesa da democracia, da educação pública e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras em educação. “Essa é mais uma iniciativa das entidades da área da educação contra esse Governo provisório e biônico que tem feito um verdadeiro desmonte na educação brasileira. Diante desse momento dramático pelo qual o País passa, lutar não é mais só uma opção; passa a ser uma obrigação”, enfatizou.

Publicado por: Chico Gregorio


30/06/2016
08:59

A presidente afastada, Dilma Rousseff, diz que Eduardo Cunha é uma ameaça “integral” e “em todos os sentidos” a Michel Temer. Ela criticou o encontro entre o presidente interino e o presidente afastado da Câmara, que ocorreu no domingo à noite no Palácio do Jaburu.

Dilma afirmou que teria votos hoje para derrotar a aprovação do impeachment e que, primeiro, tentará barrar a deposição definitiva no Senado. No entanto, se perder, recorrerá ao STF (Supremo Tribunal Federal) para fazer um questionamento de mérito _ se cometeu ou não crime de responsabilidade.

Segunda ela, o Supremo só se manifestou até agora sobre o rito, apesar de ministros do tribunal já terem dado sinais de que pretendem deixar o exame do mérito a cargo dos senadores.

Na avaliação da presidente afastada, se o Supremo tivesse afastado Cunha da presidência da Câmara antes de 17 de abril, “seria mais difícil” aprovar o pedido de abertura de processo de impeachment.

A presidente afirmou que Temer age com “absoluta irresponsabilidade fiscal” ao conceder reajustes salariais ao funcionalismo público. E criticou o juiz federal Sérgio Moro. Viu abuso dele na divulgação do áudio da conversa dela com o ex-presidente Lula.

A entrevista ao SBT foi concedida na tarde desta quarta-feira, no Palácio da Alvorada. Daqui a pouco, o blog publicará o vídeo completo da entrevista. Mais tarde, haverá a íntegra por escrito.

IG

 

Publicado por: Chico Gregorio


30/06/2016
08:55

Eduardo Campos à frente do jato Cessna. Foto: René Moreira/Estadão

Por Fausto Macedo / Estadão

Em busca dos verdadeiros proprietários do jatinho Cessna Citation, prefixo PR-AFA, que em agosto de 2014 caiu e matou o então candidato à Presidência, Eduardo Campos (PSB), em Santos, os investigadores da Operação Turbulência mapearam uma teia de empresas de fachada utilizadas para lavar e supostamente escoar dinheiro oriundo de obras públicas para campanhas políticas.

Responsável pelo inquérito, a delegada federal Andréa Pinho Albuquerque, da Polícia Federal em Pernambuco, compartilhou informações com a Justiça Federal do Paraná e com o Supremo Tribunal Federal para comprovar a relação dos empresários por trás da compra da aeronave com empreiteiras e políticos investigados na Lava Jato.

o solicitar informações ao juiz federal Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância, a delegada salienta que relatório de inteligência elaborado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) revela que ‘parte dos recursos utilizados na aquisição da referida aeronave tenham sido originados da Construtora OAS, a qual, além de investigada na Operação Lava Jato, participou da execução de alguns lotes das obras de transposição do Rio São Francisco em Pernambuco, Estado cujo governador à época era, justamente, Eduardo Campos’.

 

Por Fausto Macedo / Estadão

Publicado por: Chico Gregorio


30/06/2016
08:51

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) avisou a aliados que renuncia ao cargo de presidente da Câmara se o Palácio do Planalto conseguir unificar partidos como o PSDB e o DEM em torno de um nome chancelado por ele e seus aliados para sucedê-lo no comando da Casa.

O deputado, que está afastado do mandato e do cargo pelo STF (Supremo Tribunal Federal) desde o dia 5 de maio, externou sua posição pessoalmente ao presidente interino, Michel Temer, na reunião que teve com ele no último domingo (26).

Após a conversa, Temer se mobilizou pessoalmente para fazer valer a demanda de Cunha e destacou alguns de seus principais ministros para a tarefa de convencer o bloco liderado pelos tucanos a não se opor a um acordo com os aliados do deputado.

Com essa movimentação, líderes do PSDB passaram os últimos dias reunidos com siglas aliadas, como o DEM, o PSB e o PPS, na tentativa de fechar uma posição única.

Dessas conversas de cúpula emergiu a proposta de uma trégua em torno do nome que será lançado agora para substituir Cunha desde que, em 2017 —quando haverá nova eleição para a presidência da Câmara para um mandato de dois anos—, o PMDB, partido de Temer e do deputado afastado, apoie o candidato lançada por esse grupo de legendas para o cargo.

 

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


30/06/2016
08:42

Por: Agência Estado

temer

O presidente em exercício Michel Temer anunciou nesta quarta-feira, 30, um aumento médio dos benefícios do Bolsa Família de 12,5%, mais a liberação de R$ 742,8 milhões para a educação básica de Estados e municípios. Apesar de elevar a previsão de gastos no momento em que o mercado espera corte de despesas, o reajuste não surpreendeu especialistas em contas públicas. Foi recebido como mais uma benesse na leva de concessões que o governo vem promovendo desde que assumiu em 12 de maio e que já soma cerca de R$ 125,4 bilhões em gastos e renúncias fiscais – com impactos já neste ano e até 2018.

O corte imediato de despesas é considerado difícil e a avaliação é de que ainda é preciso esperar a decisão final do impeachment. A visão geral é de que o governo adotou como estratégia cimentar apoio político, ainda que ele cause pressão sobre as contas públicas no curto prazo, para garantir a aprovação de reformas de longo prazo, polêmicas, mas fundamentais para a retomada do crescimento. Entre as prioridades estariam a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC), que fixa o teto para o gasto, e a reforma da Previdência.

Essa percepção leva em consideração que em menos de dois meses o governo em exercício deslanchou uma espécie de “pacote de bondades”. Os economistas destacam que o governo apoiou o reajuste dos funcionalismo, renegociou a dívida dos Estados sem deixar claras as contrapartidas, liberou recursos para o Rio, reviu para baixo, mas não barrou, a tramitação do aumento do Supersimples.

Especialistas em contas públicas enxergam que os aumentos de gastos e renúncias previstos para este ano já estão dentro do déficit de R$ 170 bilhões, mas temem pelo longo prazo. “O que fizeram de concreto até agora foi ampliar o déficit para conseguir incluir uma série de aumento que eles acham que precisam ser feitos, como o aumento do funcionalismo e a negociação das dívidas dos Estados, que era importante. No entanto, não está clara qual a contrapartida dos Estados nem como o teto dos gastos vai funcionar. Falta clareza”, afirmou Nelson Marconi, coordenador executivo do Fórum de Economia da Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas (FGV).

Economistas que já passaram pelo governo em outras gestões, no entanto, dizem que não há outra alternativa no momento. “O governo Temer precisa trabalhar duas agendas paralelas”, disse o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros. “Na economia tem uma equipe de craques capaz de implementar as medidas na direção correta, mas na política é mais complicado. Tem uma agenda que ainda não está no controle dele enquanto o impeachment não sair. Ele precisa equilibrar as duas coisas e ir alimentando a confiança.”

Fazenda. Segundo o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, não é verdade que o governo esteja cometendo “excessos” que pioram a situação das contas públicas. “Nós chegamos aqui e encontramos uma situação muito complicada, até pagamento de tarifa de banco estava atrasado. E agora estamos dizendo não para um bocado de coisas”, afirmou.

Publicado por: Chico Gregorio


30/06/2016
08:39

Por: Agência O Globo

temer

Temer, na cerimônia em que anunciou o aumento para os beneficiados pelo Bolsa Família: aumento de despesas já começa a provocar críticas na sua base
Na contramão do discurso de austeridade fiscal do presidente interino, Michel Temer, medidas aprovadas ou patrocinadas por seu governo elevaram gastos públicos. Só na quarta-feira, Temer avalizou um aumento de despesas de mais de R$ 3,6 bilhões até o fim do ano, com o anúncio de reajuste dos benefícios do Bolsa Família (R$ 1,6 bilhão), acima do patamar proposto por Dilma Rousseff, e a aprovação no Senado do reajuste dos servidores do Judiciário e do Ministério Público da União (R$ 2 bilhões), apoiado pelo Palácio do Planalto.

Quando assumiu interinamente, em maio, Temer declarou não estar preocupado com popularidade e que seu governo “cortaria na carne” para arrumar as contas públicas. No entanto, as medidas de contenção de despesas anunciadas até agora, como a redução de ministérios e o corte de cargos comissionados, tiveram um impacto pequeno no orçamento. Pesa na decisão de Temer, de apoiar a expansão das despesas, a interinidade de seu governo.

Para tentar se viabilizar definitivamente no cargo, ele cedeu a pressões, pondo em risco o discurso da austeridade fiscal. Em contrapartida, procura pavimentar um caminho político sem tantos percalços, evitando greves de servidores e pressão de governadores, além de obter uma trégua dos movimentos sociais. Esses três segmentos foram os maiores beneficiados pelas ações do governo interino até agora.

SENADO APROVA REAJUSTE NO JUDICIÁRIO

Na quarta-feira, o Senado aprovou os projetos de reajuste dos servidores do Judiciário e do Ministério Público da União. As duas categorias terão um reajuste de 41,5%, a ser pago em oito parcelas, até 2019. O rombo nas contas públicas será de R$ 26 bilhões até 2019, sendo R$ 22,26 bilhões destinados ao Poder Judiciário e R$ 3,52 bilhões ao Ministério Público da União e ao Conselho Nacional do Ministério Público da União.

Nessa conta não está o impacto fiscal causado pela renegociação das dívidas dos estados com a União, de R$ 30 bilhões até 2017, nem o aumento dos servidores do Executivo, cuja votação está prevista para a próxima semana. A aprovação de todos os 14 projetos de reajuste dos três poderes significará um impacto de R$ 67,7 bilhões em 2018. Mas o gasto pode chegar a R$ 100 bilhões, conforme cálculos do PSDB, se forem somadas as parcelas de reajuste de 2019.

Em maio, quando a presidente afastada, Dilma Rousseff, anunciou o reajuste de 9% do Bolsa Família, a medida foi criticada por pelo menos dois importantes integrantes do governo Temer: o ministro da Educação, Mendonça Filho, e o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que, mesmo após ter se demitido do Ministério do Planejamento, atua como um dos principais consultores de Temer na área orçamentária. Ambos declararam em maio que o anúncio de Dilma era “populista”. Na quarta-feira, o governo se desdobrou para justificar os aumentos e dizer que não pôs em prática um pacote de bondades.

Ao anunciar o reajuste do Bolsa Família de 12,5%, ainda maior do que os 9% prometidos e não cumpridos por Dilma em maio, o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, explicou que os recursos virão do descongelamento do orçamento da pasta e do déficit previsto de R$ 170,5 bilhões na meta fiscal.

PRIMEIRA MEDIDA FOI AMPLIAR A META FISCAL

Quando Temer assumiu, a sua primeira medida foi ampliar de R$ 96,6 bilhões para R$ 170,5 bilhões a meta fiscal, sob o argumento de que Dilma subestimara e maquiara os números. Agora, a fonte para os aumentos é praticamente a mesma: a reprogramação da meta fiscal.

O aumento global no valor do Bolsa Família foi de R$ 2,23 bilhões ao mês para R$ 2,5 bilhões, uma diferença mensal de R$ 270 milhões. Até o fim do ano, o aumento terá um impacto de R$ 1,62 bilhão.

— Há uma situação dramática da economia. O governo reajustou sua meta e não se pode, em torno disso, sacrificar a política social. Não tem sentido deixar quebrar os estados. Dentro dos reajustes possíveis tem que se atacar as situações emergenciais, priorizando questões que são importantes para o governo — justificou o ministro Osmar Terra.

No Congresso para defender os reajustes dos servidores e do Bolsa Família, o ministro interino do Planejamento, Dyogo de Oliveira, disse que ambos esses gastos estavam previstos e estão adequados à lei orçamentária.

— Não se trata de pacote de bondades. O reajuste do Bolsa Família já estava anunciado, inclusive pelo governo anterior. O que não se pode é esperar que esse ajuste seja cobrado apenas de uma das parcelas da população (os servidores). É preciso que a gente vá ao longo do tempo, distribuindo o peso desse ajuste — disse o ministro.

Apesar das justificativas, aliados do governo demonstraram incômodo com as ações que parecem ir na contramão do discurso do ajuste. Na noite de terça-feira, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participou de um jantar com cerca de 50 senadores na residência do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), onde ouviu reclamações pelos sinais contraditórios do governo. Indagado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) sobre a necessidade de se votar os reajustes, o ministro, segundo participantes do encontro, foi evasivo. A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) se irritou.

— O senhor tem que responder objetivamente — disse ela.

Na quarta, no Congresso, após o anúncio do reajuste do Bolsa Família, o clima entre os aliados ainda era incômodo. O líder do DEM na Câmara, deputado Pauderney Avelino (AM), afirmou, por exemplo, que esperava de Temer mais rigor e austeridade em relação aos gastos.

Publicado por: Chico Gregorio


30/06/2016
08:34

Carlinhos-Cachoeira

Por: Redação – Folha de S.Paulo

Operação desta quinta investiga desvios da Delta em contratos públicos
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta (30) mais uma operação.

O empresário Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, foi detido em Goiânia. Também foram expedidos mandados de prisão contra o empresário Adir Assad, já condenado na Lava Jato, e contra o ex-presidente da empreiteira Delta Construções Fernando Cavendish, que no momento está no exterior.

Estão sendo cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão no Rio de Janeiro, São Paulo e Goiânia.

O juiz responsável pelo caso é Marcelo Bretas, da 7ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro. É ele também que está à frente das ações da Eletronuclear, desmembramento da Lava Jato.

A operação desta quinta investiga desvios da Delta em contratos públicos.

Publicado por: Chico Gregorio


29/06/2016
18:34

Foto: Walmir Alves/CMM

Na sessão desta quarta-feira (29), o plenário da Câmara Municipal de Mossoró cumpriu mais uma prerrogativa e reajustou o salário dos ocupantes dos cargos de prefeito (a) e vice-prefeito (a), para o quadriênio 2017-2020.

A vereadora Izabel Montenegro (PMDB) explicou que, a exemplo do ocorreu com o salário dos vereadores para a próxima legislatura, a Câmara precisou votar o reajuste nesse momento, devido à legislação eleitoral.

Ela acrescentou que o reajuste beneficia os auditores fiscais do Município, que recebem até 80% do vencimento do prefeito. “Se não reajustássemos agora, esses trabalhadores só teriam aumento em 2021”, argumentou.

A vereadora observou que a mesma situação ocorreria com os futuros ocupantes do Executivo. O projeto foi aprovado, com base no requerimento de urgência especial n° 201/2016, com 15 votos a favor e um contra.

Com a aprovação, o salário do prefeito passa a ser de R$ 30.339,47 e o do vice-prefeito de 18.203,69 a partir de 1º de janeiro de 2017.

Do Mossoró Hoje

Publicado por: Chico Gregorio


29/06/2016
18:25

MAC:

Para conter queixas de aliados, em 24 horas foram preenchidos pelo governo interino cerca de 140 cargos federais enquanto não são sancionadas as novas regras para ocupação desses postos; Michel Temer já adiou duas vezes a sanção do texto, sob a alegação de que precisa fazer ajustes jurídicos no aprovado pelo Congresso com alguns vetos

Publicado por: Chico Gregorio